sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Noticias: Andretti vai ter Vergne e Marco Andretti em Buenos Aires
segunda-feira, 28 de abril de 2014
IndyCar 2014 - Ronda 3, Barber (Corrida)
Quando foi a altura da partida, a pista mais seca, mas máquinas e pilotos tiveram três voltas atrás do Pace Car para ajudar a secar ainda mais, antes da partida lançada para a corrida. Quando aconteceu, o "poleman" Will Power manteve a liderança contra Simon Pagenaud enquanto que, mal acabava a primeira volta, Takuma Sato despistava-se, esperando para que passasse o resto do pelotão para voltar à pista. As bandeiras amarelas foram mostradas, mas o Pace Car não entrou.
Agora, a IndyCar vai ter o seu mês de maio dedicado a Indianápolis, mas este ano com uma novidade: uma corrida na antiga pista que foi feita para a Formula 1.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Noticias: Formula E confirma oito pilotos no seu alinhamento
domingo, 26 de maio de 2013
As 500 Milhas de Indianápolis, edição de 2013
domingo, 27 de maio de 2012
As 500 Milhas de Indianápolis, versão 2012
Em 2012, as 500 Milhas de Indianápolis tinha uma aura diferente. O vencedor anterior, Dan Wheldon, estava morto e a organização queria fazer o devido tributo a ele, entregando o anel à viúva e dar ao carro que guiou a devida homenagem. E nas voltas 26 e 98, os numeros dos carros que guiou nos anos em que venceu a competição, o público era convidado a prestar tributo a ele, colocando os seus óculos de sol brancos, a sua devida imagem de marca. Mas numas 500 Milhas onde o calor foi outra das imagens de marca - 34ºC esta tarde - não sei se muitos perfeririam refrescar-se com um "Budwiser" do que colocar uns óculos de sol brancos em tributo ao britânico.
Depois das devidas cerimónias em tributo, especialmente, aos soldados que combateram nas guerras - afinal de contas, era o fim de semana do "Memorial Day", com muitos soldados a verem a corridas nas bancadas, e pelo menos vi um a exibir a sua "Medal of Honor", a mais importante do país - as outras cerimónias foram devidamente realizadas: os hinos nacionais e locais, o anunciante a declarar "Drivers, Start Your Engines!" e as três voltas de aquecimento atrás do Corvette branco antes da corrida própriamente dita.
A depois de ser dada a bandeira verde, pudemos ver que pela primeira vez em muito tempo, dois pilotos foram obrigados a abandonar porque eram... chicanes móveis. Jean Alesi e Simona de Silvestro, os dois unicos a alinharem nas 500 Milhas de Indianápolis com o motor Lotus, foram obrigados a recolherem-se às boxes por terem violado a regra dos 105 por cento, ou seja, eram demasiado lentos. Não sei porquê, mas imediatamente lembrei-me da história do canadiano Al Pease, desclassificado do GP do Canadá de 1969 por ser... demasiado lento. Achei mau, especialmente para Jean Alesi. E isso provavelmente foi o canto do cisme para a Lotus, que não sairá da porta do cavalo, mas sim da porta do esgoto.
No Winning Circle, com a atriz Ashley Judd a comemorar pela terceira vez a vitória do seu marido, alguém afirmava que ele sempre venceu em bandeiras amarelas, mas uma vitoria, não importa as circunstâncias, é uma vitória. Afinal de contas, Dan Wheldon venceu a corrida na última curva... e hoje tudo se fez para que ele não fosse esquecido. E Indianápolis é assim...
sábado, 29 de maio de 2010
Youtube Indy 500 Classic: Sam Hornish Jr. e a vitória nos últimos metros
Em vez de escolher a edição do ano passado, onde falaria da terceira vitória de Helio Castroneves na "Brickyard", fazendo-o no piloto estrangeiro com mais vitórias na competição, decidi recuar até à edição de 2006, pois é especial. Não só porque foram dois americanos a lutar pela vitória, mas foi também uma das chegadas mais curtas da história da competição.
Já houve chegadas assim. Em 1982, Gordon Johncock bateu Rick Mears no último instante, e dez anos mais tarde, foi a vez de Al Unser Jr. conseguir resistir aos ataques do canadiano Scott Goodyear para ficar quase lado a lado na meta. Mas em 2006 foi uma luta entre um piloto consagrado, Sam Hornish Jr., então com 25 anos e duas vezes vencedor do campeonato, e Marco Andretti, com 19 anos, um dos mais jovens de sempre a correr nas 500 Milhas e o mais novo descendente de uma familia ilustre: os Andretti, pois era filho de Michael e neto de Mario.
Mas a corrida, mais do que a batalha entre dois elementos da nova geração, teve o seu quê de dramático. Hornish Jr, piloto da Penske, teve problemas nas boxes devido à mangueira de reabastecimento e atrasou-se. Conseguiu recuperar o suficiente para chegar-se ao pé de Andretti neto, que tinha passado o seu pai e defendia-se dos ataques dos seus adversários.
Com a corrida a chegar às suas voltas finais, parecia que Marco Andretti estava a caminho da vitória e de se tornar no mais jovem piloto de sempre a ganhar a mais importante prova em monolugares. Passa o seu pai a três voltas do fim e aguenta os ataques de Hornish Jr, especialmente na penultima volta. Contudo, Hornish Jr. tem uma última chance e aproveita-a... nos metros finais. E foi assim que se tornou no último americano a vencer na Brickyard.
domingo, 23 de novembro de 2008
A1GP - Ronda 3, Sepang (Corridas)
A ronda malaia do A1GP de 2008-09 decorreu esta madrugada no circuito de Sepang, com a Suiça (Neel Jani) e a Irlanda (Adam Carroll) conseguirem vencer as suas coridas, e Portugal a continuar com os bons resultados, através de Filipe Albuquerque. O piloto de Coimbra foi quarto na Sprint Race, e segundo na Feature Race, onde acompanhou Carrol e o americano Marco Andretti, filho de Michael e neto de Mário, no pódio de Sepang.
Quanto a Filipe Albuquerque, andou sempre atrás do francês Löic Duval e do neo-zelandês Earl Bamber, na luta pelo pódio, e a ser pressionado pelo irlandês Adam Carroll, mas aguentou as investidas dele, e conseguiu um importante quarto lugar da classificação, conseguindo aqui cinco pontos. No final da corrida, a acompanhar Jani no pódio foram Duval e Bamber.
Na Feature Race, Albuquerque arrancou muito bem, passando de quinto para segundo no final da primeira volta, ficando sempre colado a Adam Carrol até à primeira paragem nas boxes. Nessa altura, as posições mantiveram-se, mas Carrol tinha melhores pneus e conseguiu afastar-se de Albuquerque, que não fez mais do que tentar ficar com o segundo posto. A luta pelo terceiro lugar foi mais emocionante, com Andretti, a partie de oitavo, a beneficiar de um bom trabalho de box, à sua velocidade em pista (passou Libano e China) e um pouco de sorte, pois beneficiou de um erro de comunicação da Malásia, para ficar com o terceiro posto.
No final da corrida, Filipe Albuquerque estava visivelmente satisfeito: "Foi uma primeira volta fantástica, com tudo a funcionar na perfeição. Tentei a todo o custo conseguir subir para primeiro lugar, mas infelizmente a equipa irlandesa estava ligeiramente mais rápida que eu, para além de que, uma vez mais, o nosso 'pit-stop' não foi perfeito. A determinada altura percebi que era complicado discutir o primeiro lugar, pelo que optei por garantir a segunda posição, que nos fez subir quatro posições no Campeonato. Penso que daqui em diante vamos ser certamente uma das equipas permanentemente na frente", disse.quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A1GP - Ronda 2, Chengdou (Antevisão)
A A1GP vai voltar este fim de semana, com a segunda ronda dupla do campeonato, no circuito chinês de Chengdou. Nesta nova ronda, os 25 carros inscritos vão finalmente rodar juntos, algo que não tinha acontecido na jornada anterior, devido principalmente aos vários atrasos sofridos pelo fabricante de chassis, a Ferrari, para ter os carros prontos a tempo.
“Fiquei a menos de quatro décimas do Neel Jani [o piloto suiço foi lider da tabela de tempos]. Ele utilizou dois jogos de pneus novos, enquanto eu só usei um, para além de que ele esteve a testar umas novas borrachas de desenvolvimento da Michelin, para além de que usou o push to pass e eu não. Mas a minha preocupação era sobretudo conhecer os limites do carro, pelo que nem fiz alterações às afinações. As duas provas que fiz recentemente das World Series Renault ajudaram a que tivesse com um bom ritmo, que me permitiu até quase não transpirar, o que me surpreendeu um pouco, mas que se deve também à facilidade com que se conduz o novo A1 GP”, afirmou o jovem português.
Quanto ao circuito de Chengdou, Albuquerque diz de sua sentença: “Parece-me um traçado muito técnico. Esta vai ser a primeira corrida a sério do campeonato e vamos ver como estamos, embora acredite que estarei em condições de rodar nos cinco primeiros. O nível dos pilotos presentes aqui é elevado, mas acredito que estarei nos mais rápidos. Vai ser muito equilibrado e espero que o teste que fiz em Silverstone dê frutos agora”, concluiu.sábado, 22 de dezembro de 2007
Mais um Andretti na forja
A cada geração que passa, a familia Andretti tem sempre um herdeiro a querer mostrar o seu perfume nas pistas. Hoje em dia temos na IRL um jovem de 20 anos chamado Marco Andretti, filho de Michael e neto de Mário. O seu talento é por mais evidente, pois até agora na IRL já ganhou uma corrida em 2006 e foi segundo nas 500 Milhas de Indianápolis desse mesmo ano.
Marco Andretti já testou pela Honda no final do ano passado em testes no circuito espanhol de Jerez de la Frontera, onde marcou tempos respeitáveis. Contudo, o jovem piloto já disse que só tentará ingressar na Formula 1 quando conseguir ganhar as 500 Milhas de Indianápolis. Quando conseguir (se conseguir...), vai ser mais um apelido do passado a juntar-se no restrito clube da Formula 1...













