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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

CNR 2019 - Rali do Vidreiro (Dia 1)

Ricardo Teodósio é o primeiro líder do Rali Vidreiro, realizadas as três primeiras especiais. O piloto tem uma vantagem de 1,7 segundos sobre o Citroen de José Pedro Fontes e o Hyundai de Bruno Magalhães. Estes três já têm uma vantagem de 13 segundos sobre João Barros, no seu Skoda Fabia R5.

O rali começou no Pinhal do Rei, nos arredores da Marinha Grande, onde José Pedro Fontes saiu melhor, 1,2 segundos na frente de Ricardo Teodósio, no Skoda Fábia R5. Pedro Meireles, no seu Volkawagen Polo R5, é o terceiro, a 1,3, na frente de Armindo Araújo e Bruno Magalhães, ambos em Hyundai.

A seguir, em São Pedro de Moel, Bruno Magalhães levou a melhor, batendo Ricardo Teodósio por dois segundos, enquanto José Pedro Fontes era o terceiro, a 3,8. João Barros era o quarto, a 9,7, e isso colocou Teodósio na frente, com 0,6 segundos de vantagem sobre José Pedro Fontes.

Noite cerrada, os carros acabaram o dia na Marinha Grande, onde perante uma multidão, João Barros conseguiu ser o melhor, 0,8 segundos mais veloz que Ricardo Teodósio. Bruno Magalhães foi o terceiro, a 1,1, enquanto João Pedro Fontes é o quarto melhor, a 1,9.

Depois dos quatro primeiros, Armindo Araújo é o quinto, a 14,3 segundos, na frente e Pedro Meireles, sexto no seu Volkswagen Polo R5, a 18 segundos. Pedro Almeida é o sétimo, a 36 segundos, com Paul Meireles oitavo, a 37,1. E a fechar o "top ten" estavam o Ford Fiesta de Luis Rego, a 41,8, e o Hyundai i20 R5 de Manuel Castro.

O Rali Vidreiro volta amanhã para a estrada no sentido de cumprir as restantes cinco especiais.

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

CPR: João Barros quer terminar no Vidreiro

Apesar de estar este anos a fazer uma temporada em part-time, João Barros voltou aos ralis na segunda metade do ano e no Terras D'Abororeira, conseguiu subir ao lugar mais baixo do pódio. Assim sendo, para o Rali do Vidreiro, o piloto está otimista para esta prova, apesar de não a ter feito em 2018.

Vamos ao Vidreiro com a mesma ambição. O nosso objetivo é sempre tentar o pódio e nesta prova de asfalto, de que tanto gosto, vamos sempre lutar pelo melhor lugar possível, apesar de não ter participado na edição do ano passado. Estamos otimistas”, disse o piloto, que guia um Skoda Fabia R5.

O rali Vidreiro, que passará pela Marinha Grande, São Pedro de Moel e Pombal esta sexta e sábado, em oito especiais de classificação, todas em asfalto.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

CPR: Pedro Almeida troca de navegador

Pedro Almeida, que faz o campeonato de Portugal de Ralis a bordo de um Skoda Fabia R5, vai trocar de navegador antes do Rali Vidreiro, passando de Nuno Almeida para Miguel Ramalho, bem mais experiente - já navegou Armindo Araújo na sua aventura do WRC, por exemplo.

Nas vésperas do rali, o piloto de Famalicão falou sobre esta nova aventura. 

Na impossibilidade de o Nuno Almeida me acompanhar no Rali procuramos fazer encontrar um navegador que nos trouxesse a confiança necessária para continuar o percurso e perseguir os objetivos que delineamos para esta temporada no CPR, que são os de evoluir e elevar o nosso ritmo, chegando mais à frente no campeonato”, começou por dizer.

O Miguel é um navegador muito experiente e a adaptação que fizemos foi muito fácil. Será sempre um rali diferente porque é a nossa estreia juntos, mas vamos procurar evoluir desde o primeiro quilómetro”, continuou.

Em relação aos objetivos para este rali, Pedro Almeida acredita que poderá fazer mais e melhor em termos de classificação geral.

Entramos na fase final do Campeonato, os adversários estão cada vez mais rápidos e nós vamos procurar andar nos limites. No Rali d’Aboboreira somamos pontos mas ficou-nos a sensação de que poderíamos ter feito um pouco melhor. Nestes dias corrigimos algumas coisas e vamos para o Rali Vidreiro concentrados em fazer um rali em que a sensação final seja de total satisfação”, concluiu.

O Rali Vidreiro acontecerá nos dias 4 e 5 de outubro, nas estradas à volta de Marinha Grande e São Pedro de Muel.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

CNR: Magalhães encara Aboboreira como algo novo

No seu ano de regresso aos ralis nacionais, Bruno Magalhães encara a sua participação do Rali da Aboboreira, em Amarante, como algo desafiador na sua luta pela vitória nesta prova, especialmente depois do que fez no rali anterior, na Madeira. O piloto da Hyundai Portugal acredita que aqui, irão discutir o primeiro lugar com a concorrência.  

Não escondo que o resultado e a nossa performance na Madeira foram muito motivadores. Fizemos esta terça-feira um pequeno teste com o carro e percebemos que está tudo a postos para o Rali Terras D’Aboboreira, uma prova completamente nova para nós. Vamos decidir o set-up a utilizar depois dos reconhecimentos, mas o objetivo é voltar a discutir o primeiro lugar, até porque ainda está tudo em aberto no campeonato”, apontou o tricampeão nacional e vice-campeão da Europa.

O Rali Terras D’Aboboreira é a antepenultima proa do Campeonato de Portugal de Ralis e acontecerá nos dias 6 e 7 de setembro nas estradas ao redor de Amarante, Baião e Marco de Canavezes, com dez especiais de classificação, todas em asfalto.

CNR: Fontes pretende vencer na Aboboreira

José Pedro Fontes deseja repetir a vitória em Amarante - agora, Rali da Aboboreira - e caso aconteça, será o primeiro que venceria em 2019. O piloto do Citroen C3 R5 acredita que o potencial do carro em asfalto é muito bom e só deseja a oportunidade de o provar contra uma concorrência que sabe ser muito forte. 

Estamos ansiosos por alcançar a primeira vitória do ano e seria muito bonito fazê-lo neste rali, onde há um ano a equipa levou o C3 R5 ao lugar mais alto do pódio, a primeira vitória absoluta do modelo no nosso país”, refere José Pedro Fontes, partilhando um objetivo que, este ano, também é da sua navegadora Inês Ponte.

O potencial do carro em pisos de asfalto é inegável e apenas nos tem faltado aquela pontinha de sorte para o traduzir num resultado expressivo, como são as vitórias. Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance neste rali para dar aos nossos patrocinadores, elementos da equipa e demais apoiantes esse resultado, não esquecendo toda a moldura humana de público que nos incentiva à nossa passagem ao longo dos troços.

O rali da Aboboreira, que acontecerá esta sexta e sábado, terá 39 carros inscritos, dezasseis dos quais na categoria R5.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Youtube Rally Testing: Os testes para o Rali da Aboboreira

O campeonato nacional de ralis regressa à ação este final de semana em Amaranete com o Rali da Aboboreira. E o Pedro Figueiredo anda na zona para filmar a ação desses testes num rali em asfalto onde tem pilotos como Bruno Magalhães, José Pedro Fontes, Miguel Barbosa, entre outros, para a antepenultima prova do Nacional de Ralis.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

CNR: João Barros volta aos ralis

Depois de uma longa paragem na competição devido a compromissos profissionais, João Barros volta aos ralis este final de semana em Castelo Branco, a bordo de um Skoda Fabia R5 e navegado pelo experiente António Costa. Nestas vésperas de rali, o piloto afirma estar confiante na equipa e no seu navegador para um regresso em pleno, ainda por cima num rali em asfalto como é este.

O Rali de Castelo Branco vai ser essencial para voltar tudo ao de cima. Vai ser o início de uma nova etapa e estamos muito empenhados em trabalhar para o futuro. Para já, estamos apostados nos próximos cinco ralis do campeonato. O João esteve muito tempo parado e nós temos muito poucos quilómetros com o Skoda, o que não implica que a equipa deixe de encarar esta prova com grande dose de otimismo”, disse o seu navegador.

Diga-se de passagem que esta não é a primeira prova de Barros este ano. No inicio do mês, correu no Rali Ourense, em Espanha, onde andou no "top ten" até se despistar na quarta especial, danificando o seu carro.

Com dez especiais de classificação, o rali, que decorrerá nos dias 22 e 23, é a etapa inaugural da fase de asfalto do campeonato nacional de ralis.


terça-feira, 18 de junho de 2019

CPR: Teodósio quer ganhar em Castelo Branco

Com o Campeonato Português de Ralis a entrar na fase de asfalto, a começar com o Rali de Castelo Branco, Ricardo Teodósio, o atual líder, deseja continuar nos triunfos e na liderança do campeonato. Para o piloto algarvio, que ganhou aqui em 2018, apesar da mudança de superfície para este ano, o objectivo é o mesmo.

Estamos muito motivados para o início da fase de asfalto e o Rali de Castelo Branco pode ser um ponto importante na nossa época”, começou por afirmar o piloto da Guia, que ai competir com um Skoda fabia R5. 

Depois da fase de terra, vamos testar esta segunda-feira no asfalto e tentar encontrar um bom set up, já que o campeonato deste ano está muito competitivo e é importante estarmos confiantes no carro para atacar. Estou convencido que estaremos novamente na luta pela vitória”, concluiu, ele que continua a ser navegado por José Teixeira.

O rali de Castelo Branco, que acontecerá nos dias 22 e 23 de junho, terá dez provas especiais de classificação e quase 130 quilómetros de troços que serão corridos contra o cronómetro. 

terça-feira, 11 de junho de 2019

CPR: Apresentado o Rali de Castelo Branco

A semana e meia da próxima prova do Nacional de Ralis, a prova de Castelo Branco foi apresentado neste final de semana com o objetivo de mostrar as alterações que foram feitas para este ano, pois agora marca o inicio da temporada de asfalto, depois de quatro edições onde foi disputado em pisos de terra.

Na apresentação do rali, o seu director de prova, Luís Dias, explicou o que quiseram fazer com este rali, especialmente numa altura critica como é este final de primavera e inicio do verão.

Em 2019 procurámos, mais uma vez, inovar. Criámos, por isso, um percurso totalmente novo na história do Rali de Castelo Branco. Queremos agradar a pilotos e ao público. Regressamos à zona de Vila Velha de Ródão e a super-especial também terá um formato diferente, na expectativas de que os adeptos possam seguir o espectáculo de forma mais intensa e sempre em segurança”, começou por explicar.

Estamos numa época de incêndios. O comportamento das pessoas que seguem a prova é extremamente importante para evitar problemas. Lembramos que é absolutamente proibido foguear. Queremos que esta ronda do Campeonato de Portugal de Ralis e do Campeonato do Centro de Ralis decorra sem problemas e só o cariz desportivo seja realçado durante dois dias de competição”, acrescentou.

A pontuar para o CPR e o Campeonato Centro Ralis, o Rali de Castelo Branco contará com dez provas especiais de classificação e quase 130 quilómetros de troços contra o cronómetro. 

quinta-feira, 30 de maio de 2019

CPR: Armindo Araújo confiante no Rali de Portugal

Campeão nacional em 2018, Armindo Araújo está confiante nas suas prestações no Rali de Portugal. O piloto de Santo Tirso quer lutar pelo triunfo na classe WRC2 e ser o melhor português na proa-rainha dos ralis em território nacional.

É sempre um prazer enorme fazer parte do pelotão do Rali de Portugal e de uma prova do WRC. Vamos, como é habitual, lutar pela vitória no que ao Campeonato de Portugal de Ralis diz respeito e como segundo objectivo queremos ser a melhor equipa portuguesa. Saímos do Monday Test com óptimas sensações e estamos, por isso, muito confiantes”, disse o piloto do Hyundai i20 R5, que será navegado por Luís Ramalho.

Para Araújo, o facto de este ano a organização do rali ter-se virado para a região Centro, com passagem pelos troços de Lousã, Gois e Arganil, é do seu agrado, pois mantém as características de uma prova exigente e longa.

Nunca escondi que gosto de troços mais longos e este rali tem essa particularidade. Temos que ser rápidos, mas também é importante saber gerir a dureza dos pisos que vamos encontrar. As especiais da zona centro são igualmente espectaculares e temos todos os ingredientes para que o Rali de Portugal continue a ser, sem duvida, o melhor rali do mundo”, afirmou.

O rali de Portugal já começou com o "shakedown" desta manhã.


quarta-feira, 29 de maio de 2019

CPR: As ambições dos nacionais no Rali de Portugal

Os pilotos portugueses têm as suas ambições para a maior prova do rali português. Não só para o lugar de melhor nacional, como também os melhores lugares na classe WRC2. Miguel Barbosa, Ricardo Teodósio, José Pedro Fontes e Bruno Magalhães são quatro pilotos que têm aspirações para a vitória na sua classe, quando faltam dois dias para o inicio do rali.

Começamos com Miguel Barbosa, que tem a ambição de vencer este rali. O piloto do Skoda Fabia R5 deseja vencer para dessa forma reforçar a sua posição na luta pelo título, o seu principal objetivo para esta temporada.

"Vencer o Rally de Portugal é o meu sonho e seguramente o de qualquer piloto. Já por diversas vezes provámos que temos condições para lutar pela vitória em provas do campeonato. Ainda não o conseguimos, mas temos a noção de estar no bom caminho e a equipa tem feito um excelente trabalho", começou por dizer. 

"Temos vindo a trabalhar de uma forma muito cuidadosa para que tudo corra da melhor forma possível. Temos adversários muito fortes, mas da nossa parte iremos dar o nosso melhor e lutar para chegar à vitória numa prova que é também uma enorme festa para milhares de fãs dos desportos motorizados. O Rally de Portugal é uma prova emblemática e reconhecida internacionalmente pela qualidade da sua organização e nós queremos contribuir para o sucesso deste grande espetáculo", concluiu.

No caso de Ricardo Teodósio, o piloto algarvio, ganhador de dois dos três primeiros ralis desta temporada, espera ser o melhor neste rali para poder manter a liderança. Contudo, tem plena consciência que este é um rali diferente, bem mais longo e bem mais duro que os restantes ralis do campeonato, incluindo os Açores, que faz parte do Europeu de ralis.

Sabemos que, depois de termos ganho dois dos três primeiros ralis, a pressão está do lado dos nossos adversários. Eles é que têm de atacar e nós vamos para o Rali de Portugal focados em conseguir mais uma pontuação importante para o nosso campeonato, mesmo que não seja a vitória", começou por dizer.

"Este é um rali duríssimo e imprevisível, não só pela extensão da prova, com mais de 170 kms de troços cronometrados no CPR, mas também porque os troços têm sempre muitas armadilhas, principalmente nas segundas passagens. Toda a equipa está motivada e a fazer um excelente trabalho, por isso queremos continuar este bom momento”, afirmou o piloto algarvio.

Já José Pedro Fontes teve uma contrariedade no inicio desta semana quando a sua navegadora, Inês Ponte, teve de ser internada à custa de uma apendicite, que a obrigou a estar ausente da prova. Assim sendo, Carlos Magalhães vai estar no banco do pendura.

É injusto para a Inês e para toda a equipa mas, infelizmente, as questões de saúde não escolhem dia nem hora”, começou por comentar, face à ausência da sua habitual navegadora. “Estávamos a trabalhar a fundo para, em conjunto, garantirmos um bom resultado em termos de CPR e tentarmos ser os Melhores Portugueses, mas o súbito ataque de apendicite que a Inês sofreu [na segunda-feira] e que implicou o seu imediato internamento, para operação, obrigou a toda uma mudança de logística. Mais do que tudo, interessa que tudo corra bem e que a Inês recupere rapidamente dessa intervenção cirúrgica a que já foi sujeita ontem”, continuou.

Quanto à escolha do seu substituto, “ela revela-se como uma das melhores alternativas entre os navegadores disponíveis neste momento. Estamos já a trabalhar para que possa estar a par dos desenvolvimentos no seio da equipa e do próprio C3 R5. Fruto da sua vasta experiência nos ralis nacionais e internacionais, acredito que não será nada difícil o nosso entrosamento, rumo aos resultados que definimos para este Vodafone Rally de Portugal.

Já Bruno Magalhães, que volta a correr neste rali depois de uma ausência de seis anos, para se dedicar à sua carreira no Europeu de ralis, este seu regresso é especial. “Sim, este regresso é um momento especial porque qualquer piloto português quer estar no Rali de Portugal, por tudo o que esta prova significa para o nosso desporto”, começou por referir.

A bordo do Hyundai i20 R5, da Hyundai Portugal, o piloto de Lisboa tem alguns obstáculos pela frente, já que o percurso da prova alterou-se grandemente desde a última vez que a disputou. 

Será a primeira vez que disputo o Rali de Portugal desde o regresso da prova à região Norte, por isso grande parte dos troços serão uma novidade para mim. Por outro lado, senti no Monday Test que demos um passo em frente na afinação do carro após os Açores, e além disso tivemos um bom feeling com os pneus Michelin que são usados no Campeonato do Mundo. É fundamental ter confiança no carro para sermos competitivos ao longo de todo o rali, que deverá ser bastante duro e disputado. Toda a equipa fez um excelente trabalho de preparação e agora só nos resta dar o máximo para tentar entrar na luta pela vitória entre os portugueses”, concluiu.

O Rali de Portugal arranca esta quinta-feira com o shakedown, em Paredes.

sábado, 4 de maio de 2019

CPR 2019 - Rali de Mortágua

Ricardo Teodósio foi o grande vencedor do Rali de Mortágua, terceira prova do campeonato português de ralis. O piloto do Skoda Fabia R5 levou a melhor sobre Armindo Araújo, no seu Hyundai i20 R5 e sobre Miguel Barbosa, noutro Skoda Fabia R5. 

Contudo, o piloto algarvio apenas conseguiu levar a melhor à concorrência depois de José Pedro Fontes ter batido na décima especial, acabando por danificar o Citroen C3 R5 e desistir da prova.

No final, Teodósio reconheceu que era o vencedor por fatores externos:

"Em circunstâncias normais, o José Pedro teria sido o vencedor, mas isto são coisas das corridas. No ano passado, estavamos a liderar com muita distância no Rali do Algarve, mas acabamos por desistir por causa de uma avaria no carro do qual não foi culpa nossa", começou por dizer o piloto algarvio.

"Estamos muito satisfeitos, trabalhamos muito para este resultado, tentamos ir para cima dele, mas deveríamos ter calçado um composto mais duro. Arriscamos muito, mas não conseguíamos mais, foi muito duro, mas compensou", concluiu.

Contudo, a história do rali começou logo na sexta-feira à noite, com as duas primeiras passagens pelo Águeda Street Stage. Na primeira passagem, Miguel Barbosa foi o melhor, 0,4 segundos melhor que José Pedro Fontes, no seu Citroen C3 R5, e Ricardo Teodósio, a 0,7. A hierarquia repetiu na segunda passagem, acabando o dia com Barbosa na frente, 1,2 segundos de vantagem a José Pedro Fontes.

A sexta-feira acabou com o PEC2, com a Super Especial de Mortágua, onde Barbosa voltou a vencer, desta vez com 0,4 segundos de vantagem sobre Teodósio e 0,6 sobre José Pedro Fontes. Agora, no final do dia, Barbosa tinha uma vantagem de 1,8 segundos sobre Fontes.

O dia de sábado começou com Ricardo Teodósio e Miguel Barbosa empatados na primeira passagem por Mortágua-Moitinhal, com José Pedro Fontes a 1,8 segundos. Barbosa reagiu na primeira passagem por Mortágua-Chão de Calvos, vencendo com 0,4 segundos de vantagem sobre Teodósoio e 0,6 sobre Fontes. Pedro Meireles foi o melhor na quinta especial, Sobral-Tojeira, com uma vantagem de 1,2 segundos sobre Armindo Araújo, e no final da manhã, na primeira passagem por Felgueira, o melhor tinha sido o piloto de Santo Tirso, que tinha tido uma vantagem de dois segundos sobre Ricardo Teodósio. Barbosa perdia 4,6 segundos e a liderança, enquanto Armindo Araújo tinha subido ao terceiro posto, à custa de José Pedro Fontes.

Na parte da tarde, as segundas passagens pelas classificativas da manhã revelaram um José Pedro Fontes ao ataque. Vence na sétima especial, 0,4 segundos na frente de Ricardo Teodósio, e 1,7 segundos sobre Pedro Meireles.Com isso, Fontes sobre ao segundo posto, e os quatro primeiros estavam separados... por menos de quatro segundos. 

Voltava a vencer na oitava especial e a diferença entre ambos estava reduzido a 0,4 segundos e na nona, a terceira vitória consecutiva dava-lhe, por fim, a liderança. Melhor: nessa segunda passagem por Sobral-Tojeira, deu uma vantagem de 5,3 segundos sobre Ricardo Teodósio. Na 10ª especial, alargou a sua vantagem para dez segundos, depois de vencer pela quarta classificativa seguida.

Parecia que Fontes ia a caminho de uma vitória, mas na 11ª especial... tudo acabou mal. Um despiste levou a danos irreparáveis no seu Citroen e à interrupção da especial. Assim, a liderança caiu nos pés de Teodósio, e ele - que viu Armindo Araujo a vencer a especial antes da sua interrupção - agora tem 8,5 segundos de vantagem sobre o Hyundai di piloto de Santo Tirso.

No final, o piloto algario vencia a última especial e o rali, com Araújo atrás, a 8,9. Depois do pódio, Pedro Meireles acabou por ser o quarto, a 45,8 segundos, no seu Volkswagen Polo R5. 

quarta-feira, 1 de maio de 2019

CPR: Saiu a lista de inscritos para o Rali de Mortágua

Já saiu a lista de inscritos para o Rali de Mortágua, terceira prova do campeonato português de ralis. São 52, os carros inscritos, dos quais 14 são R5. Na Hyundai, apenas Armindo Araújo representará a equipa oficial da Hyundai, com Bruno Magalhães a optar pela dispensa. José Pedro Fontes faz a sua representação em Mortágua, no seu Citroen C3 R5, e Pedro Meireles alinha com o seu Volkswagen Polo R5. 

Do lado da Skoda, Ricardo Teodósio, Pedro Almeida e Joaquim Alves irão alinhar neste rali, que será o último antes do rali de Portugal, que decorrerá dentro de um mês. Já Ricardo Moura, tal como Bruno Magalhães, também pautará pela ausência, mas o piloto açoriano não vai devido a compromissos profissionais da sua imobiliária.

A ser corrido em troços de terra, o rali, organizado pelo Clube Automóvel do Centro, acontecerá nos dias 3 e 4 de maio, com a realização de dez especiais. 

sábado, 23 de março de 2019

ERC: Habaj venceu nos Açores, Moura melhor português

O polaco Lukasz Habaj foi o vencedor do Rali dos Açores, primeira prova do Europeu. O piloto do Skoda Fabia R5 beneficiou do acidente sofrido por Alexey Lukyanuk, que ia a caminho da vitória, para herdar a primeira posição, batendo Ricardo Moura por meros 8,4 segundos. Chris Ingram foi o terceiro, a 42,2 segundos do vencedor.

O último dia do rali foi bem mais emocionante que os dois primeiros. Primeiro que tudo, o tempo, que esteve debaixo de chuva e nevoeiro ao longo do dia. Logo na primeira especial, a primeira passagem por Graminhais, Habaj foi o melhor, conseguindo sete segundos de vantagem sobre Pierre Loubet. Lukyanuk foi terceiro, numa toada cautelosa, enquanto Moura foi quarto, a 10,4 segundos do vencedor, perdendo o segundo lugar para o piloto polaco.

Na primeira passagem por Tronqueira, Ricardo Teodósio foi o melhor, batendo Lukyanuk por 7,3 segundos, deixando Bruno Magalhães a 17,9 e Habaj a 21 segundos. Moura foi oitavo na especial, perdendo 36 segundos. Mas o destaque foi Pierre Loubet, que desistia devido a problemas mecânicos. Com isso, Chris Ingram subia para o quarto posto, enquanto Bruno Magalhães passaa Marjan Gribel e era quinto na geral.

Teodósio voltou a ganhar em Vila Franca São Brás, conseguindo uma vantagem de 8,3 sobre Bruno Magalhães e 26,3 sobre Marjan Griebel. Habaj perdia 36,8; Moura 40,3 e Lukyanuk 46,6. Isso foi o suficiente para que Teodósio subisse para o sexto posto da geral.

Na segunda passagem por Graminhais, Moura foi para a frente, vencendo a especial com 4,4 segundos de vantagem sobre Habaj e 11,4 sobre Bruno Magalhães. E Lukyanuk... tinha problemas. Perdia quase um minuto e meio devido a um furo lento e com isso, perdeu o comando do rali, caindo para a terceira posição, com Habaj na frente, seguido por Moura. E os dois primeiros tinham 18,6 segundos de diferença. Parecia que o polaco tinha o rali na mão, mas com o tempo como estava, Moura ainda tinha uma chance, mas era dificil.

E em Tronqueira, enquanto Teodósio vencia pela terceira vez naquele dia, seguido por Bruno Magalhães e Ricardo Moura, Lukyanuk sofria um capotamento aparatoso e não conseguia mais continuar. Já se sabia que não iria vencer, mas um pódio era possível. Contudo, a razão tinha sido mecânica: um tubo nos travões tinha rebentado. Com isso, Chris Ingram era o terceiro, na frente de Bruno Magalhães e Ricardo Teodósio.

Sexto foi Marjan Griebel, num rali onde chegar ao fim foi o seu maior prémio, na frente do cipriota Tsouloufas. Bernardo Sousa foi o oitavo, e segundo melhor açoriano, e a fechar o top ten ficaram o checo Vojtav Stajf e o brasileiro Paulo Nobre, ambos em Skoda Fabia R5.

Agora, o ERC continua nas Canárias, onde entre 2 e 4 de maio, acontecerá a segunda prova do campeonato.

sexta-feira, 22 de março de 2019

ERC: Lukyanuk continua a dominar nos Açores

O russo Alexey Lukyanuk domina as classificativas nos Açores. Depois das especiais realizadas nesta sexta-feira, o piloto da Citroen têm 40,7 segundos de vantagem sobre Ricardo Moura, no seu Skoda Fabia R5. O polaco Lukasz Habaj é o terceiro, a 46,1 segundos, com Pierre Loubet logo a seguir, a 50,1 segundos.

Depois das três especiais de quinta-feira, dominadas pelo piloto russo, que este ano anda num Citroen C3 R5, hoje tinha mais sete especiais à volta da ilha de São Miguel, entre os quais a passagem pela classificativa de Sete Cidades. O dia começava com Lukyanuk a vencer na primeira passagem no Pico da Pedra, um segundo na frente de Ricardo Moura, enquanto Pierre Loubet tinha sido apenas sétimo, perdendo 9,3 segundos e cedido o segundo lugar para o piloto açoriano. O alemão Marjan Griebel furou e perdeu tempo: 12,2 segundos, caindo para o sexto posto.

Na primeira passagem pelas Sete Cidades, Lukyanuk voltou a vencer, 7,9 segundos na frente de Habaj e 11,1 sobre Ricardo Moura, que se queixou da aderência da especial, demasiado escorregadio para ele. O russo adaptava-se melhor ao carro e distanciava-se da concorrência. A especial ficou marcada pela desistência de Pedro Almeida, vítima de um toque no seu Skoda Fabia.

Loubet quebrou o monopólio de Lukyanuk na sexta especial, a primeira passagem por Vista do Rei Feteiras, 3,7 segundos na frente de Griebel, e 6,6 de Lukyanuk, que foi sétimo, porque o motor desligou-se e tiveram de o iniciar por duas vezes, perdendo tempo.

Na parte da tarde, tudo na mesma: Lukyanuk venceu na segunda passagem por Pico da Pedra, 2,1 segundos mais veloz que Griebel, 3,3 sobre Loubet e 3,6 sobre Moura. Atrás, Norbert Herczig foi mais uma vítima do rali, retirando-se com o seu Polo R5. O russo briu mais a vantagem na segunda passagem pelas Sete Cidades, batendo Griebel por 9,8 segundos - empatado com Loubet - e 10,6 sobre Moura. Nesta altura, a vantagem de Lukyanuk já era superior a trinta segundos (33,4)

A fechar o dia, a especial de Vista do Rei, o russo conseguiu uma vantagem de 2,9 sobre Loubet, 3,2 sobre Habaj e 4,6 sobre Moura, e a mesma coisa aconteceu na super-especial de Marquês, com Moura a ser segundo, a 2,1, Loubert a perder 3,3 e Habaj 3,7 segundos mais lento.

Depois dos três primeiros, Loubet é o quarto a 51 segundos do líder, e o último a estar a menos de um minuto da liderança. Chris Ingram é o quinto, a um minuto e 12 segundos, com Marjan Gribel não muito longe, a um minuto e 26,9 segundos. Luis Rego é o sétimo - e segundo melhor açoriano - a dois minutos e 7,7 segundos, na frente de Bruno Magalhães, a 2.27,5, e a fechar o "top ten" estão o Skoda do cipriota Tsouloftas e o carro de Ricardo Teodósio, a 2.45,3 segundos.

O rali dos Açores acaba amanhã, com a realização das últimas cinco especiais.

quinta-feira, 21 de março de 2019

ERC: Lukyanuk primeiro líder nos Açores

O russo Alexey Lukyanuk é o primeiro líder do Rali dos Açores, depois da realização das três primeiras especiais da prova de estreia do Europeu de ralis. O piloto russo têm uma vantagem de 3,1 segundos sobre o francês Pierre Loubet, e oito segundos sobre o local Ricardo Moura. 

As classificativas de hoje formaram um aperitivo ao que irão acontecer sexta e sábado, na ilha de São Miguel. Com boa parte dos pilotos que costumam lutar pelo título europeu presentes - com as novidades de Lukyanuk andar num Citroen C3 R5 e o alemão Marjan Griebel a ter um Volkswagen Polo R5, máquinas e pilotos prepararam-se para o primeiro rali do ano. E o primeiro a dar nas istas foi Pierre-Louis Loubet, que é filho de Yves Loubet, um dos grandes pilotos franceses de ralis dos anos 80 do século XX, onde foi o melhor no "shakedown", na frente de Lukyanuk.

Mas logo na primeira especial, o russo ficou com a liderança e de lá não mais saiu. Na  Coroa da Mata, Lukyanuk foi 1,9 segundos mais elo que Loubet e 2,3 sobre Griebel. Ricardo Moura foi quato, a 4,4, um segundo na frente de Chris Ingram. No final, Loubet queixou-se de um toque com a roda traseira direita no muro, e mesma coisa se queixou o britânico Ingram.

Lukyanuk continuou na frente em Mediana Remédios, 0,1 segundos na frente de Loubet, com Lukasz Habaj a ser o terceiro, superando Ricardo Moura por 0,8 segundos. Griebel sofreu um furo e perdeu 6,3 segundos, caindo para sexto.

No final do dia, na especial espectáculo do Grupo Marques, o russo fez ainda melhor e voltou a bater Loubet por 1,1 segundos, com Griebel no lugar mais baixo do pódio, a 1,8 segundos, empatado com o algarvio Ricardo Teodósio.

Depois dos três primeiros, Ingtram é quarto, a 9,9 segundos, com Griebel a recuperar uma posição, trocando com o polaco Habaj. Bruno Magalhães é sétimo, a 22,5 segundos, no seu Hyundai, na frente de Ricardo Teodósio. Luis Rego é nono, no seu Skoda Fábia, a 26 segundos, e a fechar o "top ten" está o húngaro Norbert Herczig, no seu Volkswagen Polo R5.

O rali dos Açores continua amanhã, com a realização de mais sete especiais.

quarta-feira, 20 de março de 2019

CPR: Só Bruno Magalhães pela Hyundai Portugal nos Açores

Depois dos três carros em Fafe, a Hyundai Portugal apenas terá a participação de Bruno Magalhães no Rali dos Açores. Armindo Araújo aproveita esta prova, a primeira do Europeu de Ralis para se ausentar da competição e concentrar-se no resto das provas do Campeonato Português de Ralis.

Para Magalhães, vice-campeão europeu em 2017, o Rali dos Açores é um lugar onde conhece bem e onde foi feliz. Três vezes vencedor nesta competição, o piloto parte este ano com o objetivo de fazer o melhor possivel para o campeonato, no qual está este ano concentrado.

Os Açores são um sítio especial para mim e uma prova que qualquer piloto ambiciona ganhar, pela importância do rali, pela beleza dos troços e pela atmosfera de todo o evento. Este ano estamos focados no Campeonato de Portugal de Ralis e o nosso grande objetivo é recolher o máximo de pontos possível para o campeonato. A equipa tem trabalhado muito para termos o melhor set up no Hyundai i20 R5 e acredito que vamos estar mais fortes nos Açores”, afirmou o tricampeão nacional, que conta com a experiência do navegador Hugo Magalhães ao seu lado. 

O rali dos Açores, segunda prova do campeonato português de ralis e a primeira do europeu da modalidade, acontecerá nos dias 22 e 23 de março, e irá ter um total de quinze especiais, todas disputadas em terra, perfazendo 223,93 quilómetros cronometrados. 

CPR: Pedro Almeida espera bom desempenho nos Açores

Na semana em que o Campeonato de Portugal de Ralis ai voltar à estrada com o Rali dos Açores, que também é a prova inaugural do Europeu de Ralis, Pedro Almeida quer continuar a explorar o seu Skoda Fabia R5, e ver até que ponto está em relação à concorrência. Ele, que em Fafe foi décimo classificado, espera um resultado tão bom ou melhor, com uma concorrência mais eclética. 

Foi nos Açores que fizemos em 2018 a estreia ao volante de um carro R5 e por isso a prova em S.Miguel é-nos especial. Passado um ano percebemos que evoluímos bastante e temos a expectativa de melhorar a nossa performance nesta edição de 2019”, começou por dizer o piloto de Famalicão.

Com Nuno Almeida ao seu lado como navegador, Pedro Almeida espera que este rali abra possibilidades de mais participações no Europeu de ralis num futuro relativamente próximo. “É a primeira prova destes dois campeonatos e queremos deixar em aberto outras possibilidades de participação no europeu, que é um campeonato competitivo e nos pode trazer aprendizagem importante para o futuro”, começou por dizer. 

Contudo, Almeida realçou que a sua primeira prioridade é o CPR. “Em Fafe somamos pontos e fizemos um rali muito regular, uma prestação que queremos repetir e se possível melhorar, porque é no CPR que está o nosso foco”. 

Quanto ao seu carro, preparado pela ARC Sports, ficou contente pela sua performance. “Deu-nos bons indicadores, que queremos explorar agora nos Açores. As especiais são mais longas, o que nos vai permitir tomar melhor conhecimento de algumas das características do Skoda Fabia R5, que tem sido exemplarmente preparado pela ARC”, contou.

O Rali dos Açores acontece entre os dias 22 e 24 de março.

terça-feira, 19 de março de 2019

CPR: Teodósio pronto para defender a liderança nos Açores

Um mês depois do começo do campeonato, em Fafe, máquinas e pilotos rumam aos Açores para a segunda prova do campeonato, mas também a prova inicial do Europeu de Ralis. Ricardo Teodósio, o melhor português em Fafe, e navegado por José Teixeira, pretende repetir o resultado nas ilhas e aumentar a liderança no campeonato nacional, num Skoda Fabia R5 com novidades.

É sempre um prazer correr nos Açores e, para mim, este é um dos ralis mais bonitos do campeonato", começou por dizer o piloto algarvio. "Segundo o que nos disseram, o rali deste ano tem cerca de 40 por cento do percurso novo, mas acredito que as características dos troços não serão muito diferentes. Estamos motivados pela vitória em Fafe e fizemos agora um upgrade ao nível do diferencial e caixa de velocidades, por isso acredito que conseguiremos um set-up muito próximo daquilo que eu gosto", continuou. 

"Vamos obviamente tentar andar rápido mas sem cometer excessos, até porque tal como aconteceu com o Dani Sordo em Fafe, deveremos ter o (Alexey) Lukyanuk como referência para toda a gente, e depois obviamente o Ricardo Moura. Como sempre, vamos tentar lutar pelos primeiros lugares e dar espetáculo a um público que nos recebe sempre de forma fantástica”.

Para José Teixeira, navegador de Teodósio, o segredo para acumular uma boa pontuação nos Açores irá ser “a consistência de andamento ao longo dos três dias do rali. São 220 quilómetros cronometrados, cerca do dobro de uma prova normal do CPR e por isso teremos de estar muito concentrados para andarmos rápido sem cometer erros. O rali dos Açores é sempre um dos pontos altos da nossa temporada e o objetivo é trazer de lá mais um bom resultado para o campeonato e participar nesta autêntica festa”, concluiu o navegador algarvio.

O Rali dos Açores vai decorrer entre os dias 22 e 23 de março.

quinta-feira, 7 de março de 2019

CPR: Paulo Meireles vai fazer quatro provas

Irmão de Pedro Meireles, que vai fazer o campeonato com um Volkswagen Polo R5, Paulo Meireles irá disputar quatro provas do CPR a bordo do seu Hyundai i20 R5. Depois de ter disputado o Serras de Fafe, onde terminou na 11ª posição da geral, ele ja disse quais serão as provas que fará para o resto da temporada.

"O próximo rali será Mortágua, mas tenho previsto fazer o Rali de Baião e o Rali Vidreiro", afirmou. Para o piloto de Guimarães, o Hyundai i20 R5 preparado pela Racing4You, e navegado por Marcos Gonçalves, tal como já tinha acontecido em 2018, revelou que o bólido "não é um carro fácil, sobretudo na terra, No ano passado em asfalto não me pareceu tão difícil como na terra. Neste tipo de piso o carro requer muito trabalho, e para isso é necessário dinheiro e tempo.", concluiu.

O Rali de Mortágua está previsto para acontecer no principio de abril, duas semanas depois da realização do Rali dos Açores, a segunda prova do calendário e também a prova de abertura do Europeu de ralis. Os outros dois ralis, que fazem parte da temporada de asfalto, acontecerão respectivamente em setembro e outubro.