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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Youtube Racing Video: A demonstração de Ken Block no Extreme E

O carro da Extreme E aproveitou o último dia do Dakar para fazer uma demonstração das suas capacidades. E quem o guiou foi, nada mais, nada menos, que Ken Block, conhecido pelas suas "ghynkhanas". O americano de 52 anos ficou agradado com a condução deste carro, que será usado na nova série de todo o terreno elétricos, que arrancará em 2021.

Foi a minha primeira vez a pilotar um carro de corridas elétrico. Também é a minha primeira vez na Arábia Saudita e a primeira vez a pilotar no Rally Dakar. Passei a minha carreira toda a pilotar carros com motores a combustão, onde utilizas o pé esquerdo no travão e o turbo para te ajudar nas curvas.”, começou por dizer.

Aqui, podes ser muito mais progressivo com o acelerador. Também podes esperar mais um pouco, pois o binário está imediatamente disponível. Mal colocas o pé no acelerador ele sai disparado. Tenho de me conter pois o carro reage depressa e a entrega de potência é imediata.”, concluiu.

Aqui podem ver o video da sua demonstração.

domingo, 5 de janeiro de 2020

Extreme E: Conhecido o calendário para a nova competição

A nova Extreme E, a competição eletrica idealizada por Alejandro Agag, irá ter o seu inicio dentro de um ano e já divulgou o seu calendário e alguns dos pilotos que paticiparão na competição. Alguns deles são ex-pilotos da Formula E, outros andam no WRX e até teremos Sebastien Ogier, cinco vezes campeão do mundo de ralis.

Um bom campeonato precisa de pilotos talentosos para ter sucesso. Esta lista de pilotos, representando os melhores homens e mulheres das diversas modalidades de alto nível, ilustra a seriedade do Extreme E. É mais um passo importante, enquanto continuamos a desenvolver a categoria.”, disse Alejandro Agag.

Por agora, serão cinco os lugares onde se disputarão a Extreme E. Começa no Lago Rosa, no Senegal - lugar onde a caravana do Dakar costumava chegar - e passa pela Arábia Saudita, Nepal, Gronelândia e acaba em Santarém, no Pará brasileiro. E lá estarão todos os cenários: deserto, gelo, montanha.

Eis o calendário:

22-24 janeiro: Lago Rosa (Senegal)
4-6 março: Al-Sharraan (Arábia Saudita)
6-8 maio: Kali Gandaki Valley (Nepal)
27-29 agosto: Kangerlussuaq (Gronelândia)
29-31 outubro: Santarém do Pará (Brasil)

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Extreme E: HWA é a terceira equipa confirmada

Depois da Venturi e da Abt, a HWA confirmou esta sexta-feira que participará na Extreme E, a competição elétrica todo o terreno. A presença da marca que prepara os Mercedes, primeiro no DTM e agora na Formula E, demonstra que esta está disposta a participar quer neste tipo de prova como também ajudar a fazer crescer este novo conceito radical de desporto e entretenimento.

Ulrich Fritz, que lidera a HWA, afirma: "Estamos impressionados com o conceito e as pessoas por trás do Extreme E. Esta é uma aventura ainda maior para nós do que quando nos juntamos à Fórmula E no ano passado. No entanto, estou confiante de que poderemos demonstrar o nosso conhecimento do automobilismo em 360º nas condições extremas que enfrentaremos.

A HWA certamente não tem falta de confiança, pioneirismo ou "expertise" para enfrentar este último desafio. Afinal de contas, a preparadora conta com onze títulos de pilotos e mais de 180 vitórias como equipa de fábrica da Mercedes-AMG, sendo a equipa de maior sucesso no DTM. Na última temporada, a empresa alemã ganhou uma valiosa experiência com carros de corrida elétricos na Fórmula E em associação com a Venturi.

Quanto à competição Extreme E, tudo indica que começará em janeiro de 2021 com provas um pouco por todo o mundo. 

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Extreme E: Agag fala de "muita gente interessada"

Poucos dias depois da sua apresentação, o Extreme E parece ser uma competição bem concorrida. Pelo menos, a fazer fé às declarações de Alejandro Agag. O líder da Formula E afirmou estar em "conversações sólidas com 25 equipas e cinco ou seis declarações de interesse", numa conversa no passado fim de semana em Goodwood, durante a apresentação do carro que vai fazer a competição, que arrancará em 2021.

Está tudo a ir na direção certa. Mas você sempre constrói um campeonato a partir das fundações - o carro - e depois constrói as regras. Agora vamos nos concentrar em locais e equipas.”, disse Agag. E de facto, as coisas estão a ir no bom caminho, com a confirmação da Abt nesta quarta-feira. E eles foram os segundos a confirmarem a sua participação, depois da Venturi.

"Acho que algumas [equipas] se comprometerão na primeira temporada, mas mesmo que não aconteça, não importa, porque o campeonato começará de qualquer maneira", disse Agag.

Talvez seja como a Fórmula E: as marcas não vieram na primeira temporada, mas agora tem mais construtores do que qualquer outra série no mundo. Eu acho que acontecer um processo similar com o Extreme E, mas eu não ficaria surpreso se alguns construtores chegarem no início

"Temos muito interesse de equipes privadas e de preencher a grelha com equipas particulares não é problema algum. Então, temos construtores querendo vir para a segunda [temporada], mas alguns deles estão realmente querendo vir já o começo.”, concluiu.

Agora com a construção do carro, o objetivo seguinte é encontrar lugares para a competição.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Noticias: Apresentado o Extreme E Base Car

O pessoal da Spark Technology apresentou esta semana em Goodwood o Extreme E Base Car, o bólido que servirá como base para a Extreme E Series, que vai começar em 2021. esta competição visa destacar o impacto das mudanças climáticas em alguns dos ecossistemas mais frágeis do mundo, através da promoção da adoção de veículos elétricos.

Alejandro Agag, fundador da Extreme E e o CEO da Formula E, fala sobre o objetivo desta competição: “O Extreme E-SUV, Odyssey 21, é diferente de qualquer outra ‘coisa’ no automobilismo. A tecnologia de ponta que nossos parceiros, líderes da indústria, empregaram no seu projeto e construção resultou num carro impressionante, capaz do mais alto desempenho nos ambientes mais difíceis e variados do planeta.", começou por dizer.

"A combinação do Extreme E com competições desportivas de alto nível e ambientes ultra exigentes também se revelará uma plataforma de investigação e desenvolvimento significativa para os fabricantes, impulsionando novos avanços na mobilidade sustentável. Seja no Ártico, Himalaias, Amazónia, deserto ou nas Ilhas do Oceano Índico, este carro demonstrará a capacidade dos E-SUVs, não apenas para os entusiastas do automobilismo, mas também para os consumidores que procuram fazer sua própria diferença para o planeta, escolhendo um SUV elétrico”, continuou.

O carro, construido pela Spark, com pneus fornecidos pela Continental e com uma bateria desenvolvida pela Williams Advanced Technology, tem um chassis tubular de nióbio, potencia de 400 kW, que fornecerá 550 cavalos, e irá dos zero aos 100 em 4,2 segundos. As equipas poderão desenvolver o seu "powertrain" em 2021, a primeira temporada, e selecionar certas áreas para poderem desenvolver autonomamente.

"Nosso desafio era construir um carro que pudesse enfrentar todas as variações de superfície e terreno que aparecerão no seu caminho, que incluirão cascalho, rocha, lama, gelo, neve, água e areia também", explicou o diretor técnico da Spark, Theopile Gouzin.

Em linha reta fora da caixa na primeira temporada, o Odyssey 21 e seu desempenho vai ser muito impressionante, superando a potência e o torque dos carros de rally do WRC. Os números são alucinantes, na verdade.", concluiu.

O Extreme E Base Car fará uma demonstração no final desta tarde em Goodwood.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Noticias: Extreme E têm interessados

Alguns dias depois do lançamento da Extreme E, as construtoras não estão muito entusiasmadas com a ideia dessa competição extrema em lugares longe da civilização, onde estão em perigo devido às alterações climáticas. Contudo, Alejandro Agag afirma estar em conversações com nove construtoras com vista a participar na competição, que arrancará algures em 2020.

"Esses nove fabricantes são todos muito sérios e muito grandes", começou por dizer Agag à imprensa, na conferência de imprensa da apresentação da competição, que aconteceu a bordo do RMS St. Helena.

"Eles são nove dos suspeitos do costume, mas eu não sei quantos estão realmente sérios ou não. Estamos em conversas muito preliminares com algumas que foram realmente interessantes”, concluiu.

Segundo conta o site e-racing365.com, por agora, nenhuma equipa que participa na competição ainda decidiu entrar na Extreme E, Mas a Audi ABT e a Andretti já disseram que pensam na ideia. Contudo, outras, como a NIO, Jaguar, e BMW já disseram não estarem interessados.

Jens Marquardt, diretor desportivo da BMW, diz que a melhor estratégia para o fabricante alemão é manter por enquanto um olho na maneira como o campeonato se desenvolve.

Se você olhar para que tipo de carros estão chegando como e-carros, os SUVs estão chegando agora. Eu posso ver o ponto e o conceito [do Extreme E] com certeza é interessante”, ele disse ao e-racing365.

Estamos felizes com a nossa parceria que temos na Fórmula E e estamos felizes com a maneira como as coisas passaram do parceiro de segurança e veículo agora para a entrada completa. Para nós esta plataforma leva toda a nossa atenção. Então vamos ver o que vai acontecer, mas não temos que ser os principais impulsionadores [do Extreme E]".

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Conheça o Extreme E, a competição off-road elétrica

Já se falava desde há um tempo na expansão das competições elétricas, e hoje, o último dia do mês de janeiro, foi apresentado em Londres o Extreme E (XE), a competição de jipes elétricos que se realizará em paisagens como a Amazónia, o Artico, ilhas do Oceano Índico, entre outros. A competição, idealizada por Alejandro Agag e Gil de Ferran, vai ter silhuetas de modelos de todo o terreno, com motores elétricos. A ideia é ter as marcas a participar, com as suas silhuetas, pois os sistemas de potência serão iguais, semelhantes aos que existem agora na Formula E.

Os organizadores da XE pretendem mostrar ao mundo os danos que as mudanças climáticas estão a causar nos ecossistemas onde competirão, além de promover a tecnologia de SUV's elétricos.

O Extreme E oferece um conceito único de desporto, aventura e entretenimento que nunca foi visto ou feito antes”, começou por dizer o presidente do conselho da XE, Gil de Ferran. "Eu acredito fortemente que a Extreme E pode ajudar a tornar mais rapidamente o mundo mais sustentável, e nós temos uma equipa dos sonhos para tornar essa ambição uma realidade", disse Agag, CEO da FE.

Os eventos não serão transmitidos ao vivo em um formato tradicional, mas sim num estilo 'docu-sport', com cada evento transmitido como um único episódio, e depois pretende vender os direitos da série para uma empresa de streaming digital, ao estilo Netflix ou Amazon Prime.

"Os telespectadores podem esperar uma maneira completamente nova de consumir automobilismo, com cada episódio contando não apenas a história de uma corrida, mas na prespectiva mais ampla de consciência e a necessidade de proteger esses ambientes remotos e desafiadores sendo explorados pela Extreme E", concluiu de Ferran.