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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Formula E: Félix da Costa vai correr na DS Techeetah


Está confirmado o que se especulava há algumas semanas: o piloto português António Félix da Costa vai ser piloto da DS Techhetah para a próxima temporada da Formula E, correndo ao lado do campeão, o francês Jean-Eric Vergne. Para o seu lugar na BMW Andretti, o escolhido foi o alemão Maximilian Gunther, que veio da Geox Dragon.

Para o piloto de Cascais, é um regresso, dado que a DS Techeetah era a antiga Team Aguri, onde ficou entre 2014 e 2016 e deu à equipa a sua única vitória em Buenos Aires, em 2015. E é por isso que se vai reencontrar com Mark Preston, seu engenheiro e agora o diretor desportivo da marca que é chinesa, mas também apoiada pela divisão elétrica da Citroen. Ainda por cima, a DS Techeetah deu a Jean-Eric Vergne os dois últimos títulos mundiais de pilotos na competição elétrica.

"Ter a possibilidade de me juntar à equipa campeã Mundial de uma categoria tão competitiva e importante como a Fórmula E é perfeito, além disso a abordagem da DS Techeetah à competição é muito parecida à minha forma de pensar; totalmente aguerrida e focada nas vitórias. Nesta fase da minha carreira estou cem por cento focado em ganhar, portanto este é o melhor rumo para a minha carreira.", começou por dizer no comunicado oficial.

"Não escondo que foi difícil despedir-me da BMW, onde estava integrado há seis anos, mas por vezes na vida para alcançarmos o sucesso, temos de sair da nossa zona de conforto e procurar novos desafios. É uma grande oportunidade para mim de forma a puder lutar pelo título da Fórmula E, estou ansioso por me juntar à equipa e ao JEV [Jean Eric Vergne] e começar a trabalhar na preparação para a nova época da Fórmula E.", concluiu.

Já Jean Eric Vergne, atual Bi-Campeão da Fórmula E e seu novo companheiro de equipa, recebeu-o de braços abertos: "Dou as boas vindas do António à equipa. Somos amigos há muito tempo e fizemos parte do mesmo programa de jovens pilotos no passado por isso é muito bom pudermos voltar a trabalhar juntos. Ele é sem dúvida uma boa contratação para a DS Techeetah".

Para Mark Preston, o diretor desportivo da DS Techeetah, é um regresso que se saúda: "É fantástico termos de volta o António à equipa. Ele ficou sempre amigo de todos na nossa equipa estes anos que esteve fora e estamos muito entusiasmados pelo seu regresso, agora com as cores preto e dourado da DS Techeetah. Ele vai ser certamente uma grande adição na equipa e estamos desejosos de ver o que ele e o Jean Eric vão fazer na temporada que ai vem."

Agora, o piloto português vai se concentrar nos testes de pré-temporada da Fórmula E, que irão ocorrer no circuito Ricardo Tormo em Valência, Espanha, entre os dias 15 e 18 de Outubro. Quanto à temporada 2019-20 da Fórmula E, esta arranca no fim de semana de 22 e 23 de Novembro, em Riade, na pista de Ad Diryah, em jornada dupla na Arábia Saudita.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Formula E: Guenther confirmado no lugar de Félix da Costa

O alemão Max Guenther foi esta segunda-feira confirmado no alinhamento da equipa BMW da Formuls E, no lugar de António Félix da Costa, que segundo conta os rumores, irá para a DS Techeetah, ao lado de Jean-Eric Vergne.

"É fantástico fazer parte do BMW i Motorsport agora", começou por dizer Guenther. “O BMW i Andretti Motorsport teve uma temporada de estreia forte na Fórmula E, venceu a primeira corrida e esteve envolvido na luta pelo título.", continuou.

É por isso que essa mudança é definitivamente um passo fantástico para mim. É ótimo competir pela BMW novamente. Foi aí que tudo começou para mim nas corridas monolugares em 2011."

Já o diretor da BMW Motorsport, Jens Marquardt, disse que o desempenho de Guenther como estreante na última temporada, ao serviço da Geox Dragon, chamou sua atenção.

"Estou ansioso para que Maximilian Guenther retorne à família BMW. Acompanhamos o desempenho dele na última temporada muito de perto. Maximilian regularmente conseguia tirar o máximo proveito do pacote de seu carro. Isso o viu alcançar resultados impressionantes. Ter um piloto com um histórico de corridas monolugares da BMW é uma ótima opção.”, afirmou.

Quanto ao piloto português, escreveu na sua página de Facebook uma mensagem de agradecimento à marca que o acolheu:

"Adeus BMW! Com alguma nostalgia mas com grandes memórias despeço-me da família BMW, quero agradecer a todas as pessoas na fábrica, engenheiros, mecânicos, equipa de escritório, todos os que ao longo destes seis anos me ajudaram a crescer como piloto. Foi sem qualquer dúvida uma grande viagem e juntos ganhámos corridas no DTM, na Fórmula E, ganhámos também o campeonato de marcas no DTM e estreei-me nas 24 horas de Le Mans com vocês. Agora é hora de partir para um novo grande desafio na minha carreira mas tudo o que vivemos juntos fica."

Marquandt aproveitou também para agradecer ao piloto português a sua colaboração na marca, que para além da Formula E, teve passagens no DTM e no WEC.

Gostaria de aproveitar esta oportunidade para agradecer muito a Antonio pela boa colaboração na temporada passada da Fórmula E e nos seis anos no geral como piloto da BMW no DTM, no WEC, nas corridas de GT e na Fórmula E. Tivemos um ótimo tempo juntos, mas concordamos que uma mudança seria boa para ambas as partes. Agora desejamos a ele tudo de melhor em sua nova jornada.”, comentou.

sábado, 24 de agosto de 2019

Endurance: Felix da Costa Corre na Jota Sport

O português António Félix da Costa será piloto da Jota Sport na temporada de Endurance que se inicia em Silverstone, no próximo fim de semana. O piloto de Cascais correrá no lugar do venezuelano Pastor Maldonado., e terá como colegas de equipa o britânico Anthony Davidson e o mexicano Roberto Gonzalez. Não é algo novo para ele, pois já tinha corrido com ambos nas 24 Horas de Daytona, no inicio do ano.

"É uma grande oportunidade na minha carreira. Depois de um ano de experiência e aprendizagem no WEC com os GT´s, é um grande desafio ingressar na categoria LMP2 com a JOTA. Foi um carro que me dei bem desde o inicio, numa equipa muito competitiva, onde juntamente com o Roberto e o Anthony acredito que poderemos estar regularmente nos lugares do pódio. Estou desejoso de iniciar a nova temporada no próximo fim de semana.”, começou por dizer o piloto português.

"Tem sido incrível o apoio de todos os portugueses. Além do WEC espero em breve anunciar o meu restante programa desportivo para 2019/2020, mas por agora o meu foco é cem por cento na primeira corrida do WEC em Silverstone”, concluiu.

Para além da Endurance, o piloto português poderá anunciar dentro em breve que será piloto da Techeetah, na Formula E, ao lado do campeão, Jean-Eric Vergne.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Rumor do Dia: Felix da Costa a caminho da Techeetah

António Félix da Costa poderá protagonizar a transferência do defeso da Formula E. O piloto de Cascais vai a caminho da Techeetah, depois de ter acordado a saída da BMW Andretti, depois de algumas semanas de negociações. Quem noticia isto é o site e-racing365.com.

Segundo conta o mesmo site, a saída esteve a ser negociada nas passadas semanas entre ele, Tiago Monteiro, o seu conselheiro e representante, e a BMW, e começaram por alturas da rodada dupla de Nova Iorque, que encerrou a temporada, com Felix da Costa a falar com Mark Preston, o dirigente da Techeetah, e também tinha sido o seu patrão quando esta se chamava de Team Aguri. 

O acordo para a sua saída foi encerrado no final da semana passada, e um anuncio será feito em breve em relação à sua transferência, de preferência antes dos testes oficiais em Valência, em outubro. Por agora, nenhuma das partes querem comentar sobre o assunto.

Felix da Costa, de 28 anos, foi sexto classificado na última temporada, depois de ter vencido a corrida de abertura em Ad Dyriah, na Arabia Saudita. 

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Rumor do Dia: Felix da Costa na Techeetah?

Mal acabou a temporada 2018-19 da Formula E e já começam a mexer as peças de xadrez. Depois do anuncio de André Lotterer na Porsche, para correr ao lado de Neel Jani, o lugar na Techeetah, a equipa que venceu ambos os títulos na temporada que passou, está vago. E o português António Félix da Costa é um dos visados para esse lugar vago. Segundo conta Sam Smith, da e-racing365.com, o nome do atual piloto da BMW Andretti está a ser considerado.

Segundo conta o site, ele e o seu manager, Tiago Monteiro, estiveram a falar com os representantes da equipa no fim de semana de Nova Iorque. Caso as negociações cheguem a um bom porto, a coisas seria, na verdade... um regresso. É que a Techeetah era na realidade a Team Aguri, que foi uma das originais que entraram na Formula E no final de 2014 e que em 2017 se transformaram em Techeetah, após esta ser adquirida pela marca chinesa. E muitos dos que lá estão, incluindo Mark Preston, conhecem bem Félix da Costa, que lhes deu em 2015 a única vitória da Aguri, em Buenos Aires, na Argentina. 

E curiosamente, a equipa tem um patrocinador português, a Efacec, firma especializada em equipamentos elétricos, e desde há alguma tempo está a construir carregadores para automóveis. 

A equipa apenas confirma que foi visitada por "diversos pilotos de alto nível".

"Com um dos assentos mais competitivos da série, a equipa foi abordada por vários pilotos de alto nível e atualmente está avaliando quem fará uma parceria com Jean-Éric Vergne a partir da sexta temporada. Isso será anunciado no devido tempo.", anuncia o comunicado oficial da equipa. Apesar disto, o site afirma que é com Félix da Costa que as negociações estão mais avançadas.

O piloto português, um dos "originais" da competição - apesar de não ter feito todas as provas da Formula E - foi quinto classificado na competição, com 99 pontos, e tem ao todo duas vitórias, uma pole-position e duas voltas mais rápidas, para além de cinco pódios, quatro deles nesta temporada que terminou na semana passada em Nova Iorque.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Formula E: Frijns foi o vencedor em Nova Iorque

Robin Frijns venceu a segunda corrida de Nova Iorque, na noite deste domingo, superando Alexander Sims, mas esta foi a prova onde Jean-Eric Vergne se sagrou bicampeão da competição, depois de ver o seu maior rival, Lucas di Grassi, ir contra a parede quando se desentendeu com Mitch Evans, na última volta da corrida, fazendo com que o título caísse no colo do piloto da Techeetah. Já António Félix da Costa terminou a prova no nono posto, conseguindo mais dois pontos, mas descendo ao sexto posto na classificação final.

Depois de uma qualificação onde o piloto da BMW conseguiu a sua primeira pole da sua carreira - e onde a marca alemã repetiu, depois de ter conseguido na primeira prova do ano - antes da corrida, a organização tinha dito que os pilotos iriam poder ir mais uma vez que ao normal ao Attack Mode, ou seja, passando assim de dois para três passagens, fazendo uma corrida essencialmente de ataque.

A prova começou com Sims e Buemi a resistir aos ataques de Robin Frijns, que desde o inicio pretendia o primeiro posto. Atrás, havia alguns toques, com André Lotterer a levar a pior parte, devido a um embate com o Dragon de José Maria Lopez, acabando ambos por abandonar.

Alguns minutos mais tarde, o Safety Car entra na pista para recolher os destroços, enquanto Lotterer (que já tinha abandonado) recebeu uma penalização por ter sido o causador do acidente. Na frente, graças ao Attack Mode extra, e depois de passar Buemi, Frijns atacava fortemente o britânico da BMW, antes de o conseguir passar no final da meta, passando para a frente e deixando à mercê de Sebastien Buemi, que também queria passar Sims. Atrás, Lucas di Grassi estava já nos pontos, mas via Vergne logo atrás de si. As chances de título estavam cada vez mais diminutas, à medida que as voltas passavam.

Na parte final, no meio das lutas por posição, Di Grassi e Evans eram respectivamente sexto e sétimo, ambos na frente de Vergne, oitavo, quando o brasileiro tentou passá-lo para ficar um pouco mais adiante e ter alguma chance de título. Contudo, a ultrapassagem correu muito mal e ambos acabaram por abandonar. Se antes era complicado, agora não restavam dúvidas: o francês da Techeetah iria repetir o título. E também para Félix da Costa seria um bom resultado, pois ele até então estava fora dos pontos.

Assim, Frijns vencia pela segunda vez na temporada, ficando na frente de Sims, que conseguia o seu primeiro pódio na competição, e de Buemi, que fez uma recuperação na fase final da temporada, depois de um mau começo. Sam Bird foi o quarto, na frente de Daniel Abt e Oliver Rowland. Felix da Costa e Gary Paffett, da HWA, fecharam os pontos.

sábado, 13 de julho de 2019

Formula E: Buemi triunfa em Nova Iorque

Sebastien Buemi resistiu a todos os ataques e venceu a primeira corrida em Nova Iorque. O piloto suíço resistiu aos ataques de Mitch Evans e António Félix da Costa, que o acompanharam no pódio, numa corrida em muitos aspectos... de loucos, com vários toques. Lucas di Grassi foi 

Com Buemi na pole-position, tendo Pascal Wehrlein a seu lado, e Jean-Eric Vergne, o líder do campeonato, apenas a largar de décimo, e o seu maior rival, Lucas di Grassi, quatro lugares atrás, a primeira corrida  começou com Buemi na frente, com Lynn a ser segundo, passando Wehrlein. Vergne e Di Grassi perdiam posições. Sims subia para o terceiro posto na volta seguinte, e metros depois, Lotterer emvolvia-se num acidente, com o seu companheiro de equipa a acabar nas boxes, para trocar o seu nariz danificado.

Com o passar das voltas, Buemi começou a ser pressionado por Lynn, que tinha passado pelo Attack Mode. O suíço fez isso na volta seguinte, mas não houve alterações. Atrás, Sims era pressionado por Abt para o passar, mas o britânico resistia. Pouco depois dos 15 minutos, Lynn tentava pela segunda e o Attack Mode, para passar Buemi, mas o piloto resistia até ser ele a passar por lá, na volta seguinte. Atrás, Sam Bird, que era sétimo, era penalizado por 10 segundos por ter causado uma colisão no inicio da corrida. Após 14 voltas, e a 26 minutos do fim, os quatro primeiros estavam separados por menos de segundo e meio.

Pouco depois, Lynn começava com problemas de potência e desistiu, reduzindo os candidatos a três. Sims era agora o piloto que pressionava Buemi na liderança, com Abt à espreita, enquanto Wehrlein perdia dois lugares para Bird e Félix da Costa. E bem a tempo: na volta 20, com 19 minutos para o fim, o Safety Car entrava na pista para que os comissários tirassem o carro de Alex Lynn.

A corrida voltou duas voltas depois, com Buemi a aguentar Sims, enquanto Bird perdia dois lugares para Félix da Costa e Evans. Abt tentou ganhar algo, mas perdeu várias posições. E no meio isto tudo, Di Grassi era oitavo.

No meio de lutar pelo meio do pelotão, alguma tinha de acabar mal. Foi o que aconteceu a Oliver Rowland e Edoardo Mortara, que acabaram com os carros a largar peças... e ao mesmo tempo, Félix da Costa subia a terceiro, trocando com Sims.

Na parte final da corrida, Buemi estava mais descansado, enquanto Evans defendia-se dos ataques dos pilotos da BMW, com o português a comandar. Atrás, Di Grassi pressionava Sims e Vergne conseguia chegar aos pontos, sendo décimo. Mas na última volta, uma carambola com Felipe Massa deixava o francês fora dos pontos.

quinta-feira, 11 de julho de 2019

Formula E: Félix da Costa quer dar o melhor em Brooklyn

No fim de semana de encerramento do campeonato da Formula E, António Félix da Costa ainda tem possibilidades matemáticas de chegar ao título Mundial, apesar de ter contas complicadas. Quinto classificado na geral, e sem ter pontuado em Berna, na corrida anterior, o piloto de Cascais não deita a toalha ao chão e quer terminar a temporada com um bom resultado e se possível, levar a discussão do titulo até ao ultimo metro de pista.

"No automobilismo e no desporto em geral não há impossíveis. Sei que a tarefa é bastante complicada mas não desisto e vamos entrar em pista ao ataque, prontos para arriscar e colocar pressão nos meus adversários. Foi uma época intensa, mas na BMW estamos com energia e focados, do meu lado tudo darei para fechar o ano com chave de ouro, todos os elementos da equipa merecem pelo trabalho que fizeram", referiu o piloto oficial da BMW.

Em relação ao circuito de Brooklyn, o piloto português realçou que, apesar de ser algo do qual todos conhecem, este ano têm um carro novo, logo, a maneira como irão lidar com este circuito é que é a novidade. 

"É um circuito que as equipas e os pilotos já conhecem, no entanto com este carro da nova geração da Fórmula E é uma novidade para todos e a gestão de energia de temperaturas será um grande desafio. Continuo no grupo 1 da qualificação, o que naturalmente não joga a meu favor, no entanto aqui não existem arvores perto da pista, pelo que acreditamos que não será tão penalizador como nas provas anteriores. Seja como for vamos entrar em pista ao ataque, a pressão está do lado dos meus adversários, eu não tenho nada a perder nesta luta portanto vou arriscar e no final logo faremos contas.", afirmou.

Nesta jornada dupla do campeonato, ambas as corridas serão transmitidas pela Eurosport a partir das 16:45, hora de Lisboa.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Formula E: Félix da Costa quer lutar em Berna

Depois de três semanas de ausência, a Formula E está de volta para mais uma prova, desta vez em Berna, a capital da confederação suíça. Com um traçado de 2750 metros de perímetro, tem um total de quatorze curvas, oito delas para a esquerda e seis para a direita, e para as equipas, é obviamente uma novidade. Contudo, pelas indicações retiradas em simulador, é de acreditar que seja um traçado difícil de ultrapassar, logo, a posição de largada poderá ser de extrema importância.

Com a luta do campeonato estar reduzida a cinco pilotos, que se encontram separados por 21 pontos, António Félix da Costa, atual quarto classificado, sabe que terá de entrar agressivo em pista de forma a superar os seus rivais nesta luta, nomeadamente Jean-Eric Vergne e Lucas di Grassi. E partir do Grupo 1 na qualificação, normalmente não é fácil: 

Tenho estado sempre no grupo 1 da qualificação e isso tem obviamente prejudicado a minha posição de largada nas corridas, ainda assim temos recuperado muito nas corridas e feitos boas provas. Este fim-de-semana trata-se de um circuito novo para as equipas e todos os pilotos que estão na luta do titulo estarão no grupo 1 portanto será fundamental batê-los na qualificação e depois na corrida adotar uma estratégia agressiva para conseguirmos recuperar bons pontos face ao Vergne, Lotterer e Di Grassi. Quero definitivamente levar esta luta pelo titulo para Nova Iorque e serei mais agressivo que o costume nas lutas em pista”, analisou o piloto oficial da BMW.

A corrida tem lugar na tarde deste sábado, a partir das 17 horas de Lisboa e terá a duração de 45 minutos, acrescidas de uma volta.

sábado, 25 de maio de 2019

Formula E: Di Grassi vence em Berlim, Felix da Costa quarto

O brasileiro Lucas di Grassi foi o vencedor do ePrix de Berlim, batendo Sebastien Buemi numa corrida relativamente calma. O piloto da Audi superou o da Nissan na pista desenhada no antigo aeroporto de Tempelhof, enquanto Jean-Eric Vergne conseguiu o lugar mais baixo do pódio, na frente de António Félix da Costa, no seu BMW Andretti. E depois do francês da Techeetah, o brasileiro da Audi foi o segundo piloto a repetir a vitória nesta temporada.

Num céu nublado de primavera, em Berlim, e com a corrida a acontecer num horário mais cedo para não colidir com o final da Taça da Alemanha e com eleições europeias no dia seguinte, a partida foi calma, bem mais calma do que costuma ser nas outras provas. Buemi estava na frente de Vandoorne, Di Grassi e Paffett. No último lugar, André Lotterer começou a fazer uma corrida de recuperação.

Pouco depois, o piloto brasileiro começou a atacar o belga da HWA e conseguiu passar, para ser segundo, e logo a seguir, foi atrás de Buemi, o líder. Paffett começou a ser assediado por Lynn, e quando se defendeu dos ataques dele, deixou espaço para que Daniel Abt os passasse. Pouco depois, Paffett caia para sétimo, passado também por Félix da Costa.

Na frente, Di Grassi atacava Buemi e quando faltava meia hora para o final da corrida, o brasileiro atacava o suíço para ficar com a liderança, enquanto Vandoorne ainda era terceiro, aguentando Alex Lynn, que pouco depois, era passado por Daniel Abt. 

Nesta mesma altura, Di Grassi afastava-se de Buemi para ter uma diferença próxima dos dois segundos, enquanto Félix da Costa passou pelo Attack Mode e aproveitou para pular três posições, passando Abt, Lynn e Vandoorne, para ser terceiro. E bem no limite de tempo, atacou Buemi para ser segundo, aproveitado muito bem o tempo concedido. E com isso, a volta mais rápida era dele, provisoriamente.

Atrás, havia confusão: Oliver Rowland, piloto da Nissan, espremeu Pascal Wehrlein no muro na tentativa de ficar com o nono posto. Quem aproveitou foi Alexander Sims que passou ambos e colocou Sims em posição para atacar Paffett. E conseguiu, com uma ultrapassagem dupla a Sam Bird.

Vergne aproveitou a ocasião para ir ao Attack Mode e fez a mesma coisa que Félix da Costa: partiu ao ataque, passou Paffett, Lynn a Abt, e estaa na traseira do piloto português para ver se ficava com o terceiro posto. Tentou e alcançou, mas o piloto da BMW reagiu, mantendo o lugar. Mais tarde, tentou de novo. Tocaram-se, mas o francês levou a melhor. Por esta altura, faltavam oito minutos para o final da corrida, mas a partir daqui, os quatro primeiros já estavam definidos.

E nesta altura, se era vitória para Vergne, para o seu companheiro era decepção: ele já estava na zona dos pontos quando teve problemas e acabou por abandonar. 

No final, tudo definido: Di Grassi vencia pela segunda vez no campeonato - a primeira tinha sido na Cidade do México - com Buemi e Vergne nos lugares seguintes. Félix da Costa foi o quarto, seguido por Vandoorne e Abt, o segundo BMW de Alexander Sims, o segundo Nissan de Oliver Rowland, o Virgin de Sam Bird e o Mahindra de Pascal Wehrlein.

Na geral, Vergne tem agora 102 pontos, contra os 96 de Di Grassi, os 86 de Lotterer, os 82 de Félix da Costa e os 81 de Frijns. A Formula E volta à acção dentro de quatro semanas em Berna, na Suíça.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Formula E: Felix da Costa quer ter uma boa corrida em Berlim

Depois da desilusão que foi o Mónaco, onde o sexto posto na pista acabou depois por ser retirado na secretaria por causa de um excesso de energia usado no seu carro, António Félix da Costa chega a Berlim com novos desafios na sua frente e com necessidade urgente de alcançar um bom resultado para continuar a estar na luta pelo campeonato da Formula E.

Numa corrida especial - Berlim é a corrida "caseira" da BMW Andretti - na pista desenhada no aeroporto de Tempelhof, o piloto português reconhece que vai ser um fim de semana difícil por causa do facto de se qualificar no Grupo 1, o mais complicado de todos, por abrir a pista. 

"O facto de corrermos num asfalto que não é utilizado normalmente, no dia a dia pelo que é uma incógnita quanto nós pilotos do grupo 1 da qualificação vamos sofrer ou não com isso, mas na BMW estamos todos motivados e com a cabeça bem levantada para entrarmos em pista com o objetivo bem definido de recuperar pontos aos adversários que seguem à nossa frente e lutar por um pódio. Estamos a chegar a uma altura do campeonato em que tudo tem de correr bem, isto se queremos ter uma palavra a dizer na luta pelo titulo.", comentou.

O ePrémio de Berlim, que decorre no traçado do aeroporto de Tempelhof, de 2375 metros de perímetro, vai acontecer ao longo do dia de sábado, com a corrida a decorrer pelas 15 horas de Lisboa, três horas depois da qualificação.

sábado, 11 de maio de 2019

Formula E: Vergne foi o vencedor no Mónaco

E na nona corrida do campeonato, o vencedor repetiu-se. Jean-Eric Vergne foi o vencedor no ePrémio do Mónaco, que aconteceu esta tarde, e saiu do principado com a liderança do campeonato. O piloto da DS Tacheetah esteve no primeiro posto do principio até ao fim, e conseguiu superar Oliver Rowland e Felipe Massa, que ficou com o lugar mais baixo do pódio. Quanto a António Félix da Costa, foi o sexto, mostrando consistência, mas perdeu um lugar no campeonato, descendo para quarto.

Depois da qualificação, onde Jean-Eric Vergne conseguiu dar uma pole-positon à DS Techeetah, a corrida nesta versão do circuito monegasco prometia ser como todas as corridas até agora: sem vencedor definido, e provavelmente com o nono vencedor diferente em nove corridas. Mas antes da corrida, soube-se que o neozelandês da Jaguar, Mitch Evans, tinha sido penalizado em dez lugares, acabando por partir da 12ª posição.

Na partida, Vergne conseguiu aguentar os avanços de Wehrlein, enquanto atrás, Félix da Costa continuou no oitavo posto. Nas voltas seguintes, o francês conseguiu afastar-se do alemão da Mahindra, fazendo constantemente a volta mais rápida. O primeiro a passar pelo Attack Mode foi André Lotterer, na volta 4, mas não ativou. Mais tarde, o primeiro que conseguiu foi Buemi, e usou isso para atacar Felipe Massa. Contudo, o brasileiro reagiu também passando pelo Attack Mode.

Alguns minutos depois, Wehrlein cometeu um erro na travagem para Ste. Devote e perdeu dois lugares para Massa e Buemi, e pouco depois, também entrou em Attack Mode. As coisas não alteraram nas posições, que incluiu uma tentativa de ultrapassagem de Alex Sims a Sebastien Buemi na travagem para Ste. Devote, sem sucesso.

Quando Félix da Costa passou pelo Attack Mode, conseguiu passar Alex Lynn, para ser sétimo, e pouco depois, passou Sims, para ser sexto. Depois, passou ao ataque a Buemi, para tentar ser o quinto. Não conseguiu apanhá-lo, mas tinha feito provisoriamente a melhor volta.

Entretanto, Di Grassi, que era décimo, foi para o Attack Mode, tentando passar Vandoorne, mas o belga reagiu a ir novamente ao Attack Mode, atacando Alexander Sims. Contudo, o belga tocou na traseira do inglês da BMW, atrasando-se, mas também o belga perdeu lugares para bird e Di Grassi, ficando fora dos pontos. E no meio do pelotão, o carro de Alex Lynn sofreu danos depois de uns toques, e a peça voou para o meio da pista, causando danos em alguns carros, como a de Max Gunther, que furou e despistou-se na curva Anthony Nogués. Resultado final: Full Course Yellow por uma volta, para tirar a peça.

No recomeço, Félix da Costa voltou a passar pelo Attack Mode, ataca em Ste. Devote, mas não consegue. Atrás, Di Grassi leva um toque e acaba por desistir, quase ao mesmo tempo em que o suíço ia para o Attack Mode. 

E na frente... os quatro primeiros estavam colados um ao outro. Contudo, atacavam sem ultrapassar. Atrás, Félix da Costa perdia um posto para Sam Bird, que fazia uma corrida de recuperação. Na corrida, Vergne afastava-se de Rowland, que sofria pressões de Massa e Wehrlein. A parte final ficou marcado pela segunda passagem dos trés primeiros pelo Attack Mode, enquanto Robin Frijns, o lider do campeonato, bateu no carro de Alexander Sims na travagem para Ste. Devote, acabando por desistir.

Na última volta, todos ficam no limite, mas os quatro primeiros mantêm-se. Atrás é que houve modificações, com Bird a bater em La Rascasse e Félix da Costa a beneficiar, subindo para sexto na corrida.

Em termos de campeonato, Vergne é agora o novo líder, com 87 pontos, contra os 82 de André Lotterer e 81 de Robin Frijns. Félix da Costa é agora o quarto, com 78. Agora, a próxima prova será em Berlim, dentro de duas semanas, a 25 de maio.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Formula E: A ambição de António Félix da Costa

Nona prova do campeonato e a terceira em solo europeu, o ePrémio do Mónaco, que vai acontecer duas semanas antes do Grande Prémio, é mais uma corrida onde se vai ver o equilíbrio entre os pilotos se irá manter. É que nas últimas oito provas, houve oito vencedores diferentes, incluindo António Félix da Costa, que venceu na primeira prova do campeonato, na Arábia Saudita.

Agora, num lugar clássico do automobilismo, o piloto português da BMW Andretti, e atual terceiro classificado, vai querer manter-se na luta pelo título, embora partir do Grupo 1 não ajuda, como se têm visto nas últimas qualificações.

"A qualificação é sempre determinante e estando novamente inserido no grupo 1 não ajuda, no entanto acreditamos que aqui no Mónaco poderá não fazer tanta diferença para os restantes grupos.", começou por dizer.  

"Seja como for vamos dar tudo, procurar não cometer erros e quero lutar por mais um pódio para me manter na luta do título. A equipa tem trabalhado muito no desenvolvimento do nosso carro e espero que tenhamos as armas necessárias para puder batalhar pelos lugares da frente. Correr aqui no Mónaco é sempre especial, um local com muita história, onde já subi ao pódio noutras categorias e espero repeti-lo este fim-de-semana", concluiu. 

O traçado usado pela Formula E tem 1765 metros de extensão, e neste sábado, numa corrida que durará 45 minutos mais uma volta, que começará pelas 15 horas de Lisboa, Félix da Costa vai tentar manter-se na luta pelo título.

sábado, 27 de abril de 2019

Formula E: Felix da Costa escapa das armadilhas em Paris

António Félix da Costa não teve um fim de semana ótimo, mas no meio do mau resultado da qualificação, teve sorte, beneficiando das desclassificações dos Mahindra e depois, escapando das armadilhas ao longo de uma corrida atribulada, com a chuva a marcar presença. Graças aos azares dos outros, e estando no lugar certo e à hora certa, acabou a corrida no sétimo posto da geral, conseguindo seis importantes pontos para a classificação. 

Apesar do bom resultado, Felix da Costa perdeu um lugar na geral, descendo para o terceiro posto, pois foi superado pelo vencedor, Robin Frijns, no seu Virgin, e o segundo classificado, o alemão André Lotterer, no seu DS Techeetah.

"Hoje sinto que esprememos totalmente o potencial do carro face ao lugar de partida. Novamente a pista estava muito suja na nossa sessão de qualificação e tive de partir de 14º, apesar disso e mesmo com a chuva a aparecer na corrida conseguimos chegar ao final fora de acidentes, recolhendo alguns pontos importantes para o campeonato." começou por afirmar, em jeito de balanço. 

"Agora vem a corrida do Mónaco, onde quero acreditar que esta desvantagem não será tão evidente e terei hipótese de largar mais à frente na grelha, pois ai sinto que tenho carro e condições para lutar por um pódio. De qualquer forma tudo em aberto, cinco corridas pela frente e quero sem dúvida lutar pelo campeonato até ao final!", concluiu o piloto de Cascais.

Com este resultado, Frijns sai de Paris com 81 pontos e líder do campeonato, um ponto na frente de Lotterer, enquanto o piloto português reparte o terceiro posto da tabela com o brasileiro Lucas di Grassi, ambos com 70 pontos.

A próxima prova da Fórmula E tem lugar daqui a duas semanas no carismático circuito citadino do Mónaco, num regresso da competição ao principado.

Formula E: Frijns foi o vencedor em Paris

O holandês Robin Frijns foi o vencedor no ePrix de Paris, numa corrida debaixo de chuva, e bem atribulada devido aos inúmeros despistes. O piloto da Virgin não só se estreava no panteão dos vencedores, como também foi o oitavo vencedor diferente em oito corridas desta temporada. Ele ficou na frente de André Lotterer, da Techeetah, e de Daniel Abt, da Audi. António Félix da Costa terminou a prova na sétima posição, escapando às armadilhas e conseguindo mais alguns pontos no campeonato, mantendo-se na luta pelo título. 

Com Oliver Rowland como poleman - e um monopólio da Nissan - e boa parte dos da frente do meio do pelotão, as coisas estavam mesmo equilibradas, e nos Invalides, tudo seria feito para equilibrar ainda mais, rumo a um eventual oitavo vencedor em oito corridas. Mas isso aconteceu depois dos comissários terem eliminado os tempos da Mahindra, que tinham ficado com os melhores tempos, com Pascal Wehrlein a ser o poleman, e Jerome D'Ambrosio a ser quinto. Assim sendo, os carros indianos largavam da última fila da grelha, beneficiando todos, incluindo António Félix da Costa, que iria largar da 14ª posição.

Num tempo primaveril - e ventoso - os pilotos largaram atrás do Safety Car para correrem na volta seguinte. As posições foram mantidas até que na quarta volta, Rowland bateu no muro, causando bandeiras amarelas na zona. Buemi ficou com a liderança, pressionado por Robin Frijns e Felipe Massa. Max Gunther era quarto, mas Andre Lotterer queria o seu lugar.

Foram Frijns e Massa os primeiros da frente a usar o Attack Mode, e quando o suíço começou a ser atacado pelo holandês, passou pelo Attack Mode na volta seguinte. Isso não impediu o piloto da Virgin a atacar a liderança, enquanto Lotter finalmente era quarto, depois de passar Gunther, quando este foi ativar o Attack Mode. Mais tarde, o alemão da Techeetah passou Massa para ser terceiro. 

Mas depois, Buemi sofreu um furo e teve de passar pelas boxes, dando de bandeja a liderança a Frinjs. E enquanto tudo isso acontecia, o céu fechava-se e começava a chover. E isso foi o suficiente para Frijns e Lotterer a abrir diferença para o resto do pelotão. Abt era o terceiro, e com os minutos a passar, a chua caía com intensidade. E pelos quinze minutos, a direção da corrida decidiu colocar o Full Course Yellow, reduzindo o andamento dos carros em 60 por cento.

A corrida volta ao normal depois da chuva ter abrandado, mas pouco depois, uma carambola colocava quatro pilotos fora de ritmo, com Sam Bird a falhar a travagem, depois Alexander Sims a fazer um pião depois de um toque com Alex Lynn e Oliver Rowland. Resultado final: novo Full Course Yellow e mais dois abandonos: Sims e Stoffel Vandoorne.

Na frente, Frinjs aguentava Lotterer, com Mortara a cair para fora dos pontos depois de falhar a travagem. Nesta altura, ambos tinham ativado o Attack Mode pela segunda vez, e o holandês voava, enquanto atrás, mais saídas de pista: Mortara batia forte em Alex Lynn e ambos acabavam ali a corrida. Atrás, Massa batia em Turvey e ambos ficavam fora dos pontos. E o Full Course Yellow aparecia pela terceira vez, agora a menos de dez minutos do fim.

Contudo, logo a seguir, entrava em cena o Safety Car, e juntava o pelotão, numa altura em que o sol rompia as nuvens. Este saiu a dois minutos do fim, dando mais uma volta ao pelotão. Frijns manteve a liderança, enquanto atrás, Jerome D'Ambrosio passou Félix da Costa... para travar tarde demais e bater no muro. E com isso, Full Course Yellow pela quarta vez, mas não iria ser assim que acabava a corrida, pois a bandeira verde foi mostrada para os metros finais, sem alterações na classificação.

No campeonato, Frinjs é o novo líder, com 81 pontos, um a mais que André Lotterer, enquanto Félix da Costa é terceiro, com 70, empatado com Lucas di Grassi. 

A Formula E volta à ação dentro de duas semanas, a 11 de maio, nas ruas do Mónaco.   

Formula E: Wehrlein na pole em Paris, Felix da Costa 16º

O alemão Pascal Wehrlein conseguiu este sábado a sua segunda pole-position na sua carreira ao ser o melhor no ePrix de Paris, a oitava prova do campeonato. O piloto da Mahindra foi melhor que Oliver Rowland e Sebastien Buemi, enquanto António Félix da Costa não fez melhor que o 16º tempo, mais uma vez prejudicado pelas condições da pista francesa, e de ter largado do primeiro grupo.

Com céu encoberto na manhã deste sábado na Cidade Luz, e na pista desenhada à volta dos Les Invalides, o que se queria saber, nesta competição totalmente baralhada e indefinida, quem teria mais sorte que os outros. E logo no Grupo 1 é que se viu que eles seriam os mais azarados, pois não só iriam abrir a pista, como esta estava suja e iria prejudica-los. E as cobaias... perdão, os pilotos, seriam Jérôme D'Ambrosio, António Félix da Costa, André Lotterer, Mitch Evans e Lucas Di Grassi.

O neozelandês da Jaguar, vencedor em Roma, foi o primeiro a sair, mas com um tempo na casa dos 60 segundos, acabou por ser o pior de todos, com Jerome D'Ambrosio a ser o melhor, com 1.00,609, 39 centésimos melhor que Lotterer e 69 centésimos melhor que Di Grassi. 

No Grupo 2, que tinha Sam Bird, Robin Frijns, Jean-Éric Vergne, Edoardo Mortara e Daniel Abt, os piltoos tiveram tempos relativamente medianos, até que Frijns, piloto da Virgin, cravou 1.00,583 e assumiu a liderança geral, ficando numa boa posição para a SuperPole. 

A seguir, o terceiro grupo, com Sébastien Buemi, Oliver Rowland, Stoffel Vandoorne, Alexander Sims, Pascal Wehrlein e Felipe Massa, foi o que começou a marcar tempos decentes. Primeiro, Rowland fe 1.00,450 e foi para a frente, seguido por Wehrlein, que fez o segundo melhor tempo, e Buemi, o terceiro. Sims não conseguiu entrar na SuperPole, ao contrário de Massa que conseguiu o sexto melhor tempo. Stoffel Vandoorne cometeu um erro no seu HWA e fez o pior tempo até então.

O quarto e último grupo, com Alex Lynn, Oliver Turvey, Max Günther, Gary Paffett, Tom Dillmann e José María López, o melhor foi Gunther, que fez o sétimo melhor tempo, pois todo o resto ficou fora do "top ten". No final, os que passaram para a fase final da qualificação foram os Nissan de Oliver Rowland e Sebastien Buemi, os Mahindra de Pascal Wehrlein e Jerome D'Ambrosio, o Techeetah de André Lotterer e o Venturi e Felipe Massa.

Na fase final da qualificação, Massa teve uma estratégia conservadora, para conseguir um tempo seguro, e ainda beneficiou dos erros de D'Ambrosio, que fez o pior tempo. A seguir, foi Frijns, que fez 1.00,793, para depois ser batido pelos Nissan, antes de Wehrlein fazer uma volta voadora e cravar a sua segunda pole da temporada, com 1.00,383. Nada mau, para quem está a fazer a sua temporada de estreia e só começou a competir na corrida numero dois...

O ePrix da Paris, oitava prova do ano, acontece pelas 16 horas locais, menos uma hora em Lisboa.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Formula E: Félix da Costa luta pelo campeonato em Paris

Com sete vencedores diferentes em sete provas, o campeonato da Formula E é um dos mais equilibrados de sempre, e com os nove primeiros do campeonato atualmente separados por apenas doze pontos, prevê-se mais uma empolgante corrida este fim-de-semana em Paris, a oitava corrida do campeonato, segundo da ronda europeia.

Num circuito de 1900 metros à volta do monumento do Les Invalides, o grande objetivo de António Félix da Costa, piloto da BMW Andretti, é a regularidade, pois estes pontos serão decisivos para a luta pelo título de pilotos. Mas claro, um pódio ou mesmo a vitória é algo que não descarta, apesar de na qualificação, partir do Grupo 1, que limpa a pista e normalmente é mais dificil alcançar a SuperPole.

"Paris é uma pista que todas as equipas já conhecem do passado, pelo que todos os detalhes farão a diferença e sobretudo a gestão de energia em corrida. Sendo segundo no campeonato voltamos a estar no grupo 1 da qualificação, mas resta-nos dar o melhor possível e acreditar que face às condições meteorológicas que se esperam, esse factor não seja tão penalizador como nas corridas anteriores, onde claramente houve uma desvantagem muito grande perante os restantes grupos. O objetivo é claro, fazer bons pontos e procurar quem sabe lutar por um pódio, mantendo-me na luta pelos lugares da frente do campeonato!", analisou o jovem luso, no comunicado oficial da equipa.

O ePrix de Paris acontecerá este sábado, com a qualificação a acontecer pelo meio-dia, e a corrida pelas 15 horas de Lisboa, com transmissão direta na Eurosport.

sábado, 13 de abril de 2019

Formula E: Lotterer o melhor na qualificação romana

André Lotterer vai sair da pole-position no ePrémio de Roma, a qualificação para a sétima prova do campeonato, e a primeira na Europa. O alemão deu mais três pontos para a DS Techeetah, numa qualificação onde houve um pouco de chuva para baralhar as contas. Tanto que teve o "luxo" de ter um problema na travagem para o gancho devido à pista molhada. Contudo, deu para bater o Jaguar de Mitch Evans e o Dragon de José Maria Lopez.

Quanto a António Félix da Costa, o lider do campeonato largava apenas da 13ª posição da grelha, mas estava na frente de boa parte da concorrência: Lucas di Grassi foi 15º, Jean-Eric Vergne era 17º, e Jerome D'Ambrosio largava de penultimo, com o BMW de Alexander Sims a ser pior que ele. 

Com o tempo encoberto nas ruas da capital italiana, os pilotos preparavam-se para uma qualificação incerta. No primeiro grupo, constituído por Lucas di Grassi, Jean-Eric Vergne, António Félix da Costa, Sam Bird e Jerome D'Ambrosio, apesar do brasileiro ter sido bloqueado pelo andamento lento do francês da Techeetah, ele ficou na frente de Vergne. Contudo, foi terceiro, atrás de Sam Bird e António Félix da Costa, o melhor no seu BMW Andretti. 

No segundo grupo, com André Lotterer, Pascal Wehrlein, Robin Frijns, Daniel Abt e Edoardo Mortara, os pilotos começaram a aplicar-se, e os tempos eram mais velozes dos do primeiro grupo. O suíço da Venturi foi o primeiro, mas Frijns, Mortara e Lotterer começavam a andar bem melhor, com o alemão da Techeetah a cair de 1.30, com 1.29,761. Wehrlein deu uns toques, que o impediram de fazer um tempo melhor. Logo no segundo grupo, a diferença estava estabelecida: um segundo entre Lotterer e Felix da Costa.

No terceiro grupo, com os Nissan de Sebastien Buemi e Oliver Rowland, o BMW de Alexander Sims, a Jaguar de Mitch Evans, o Venturi de Felipe Massa, e o NIO de Oliver Turvey. Na volta para tomar tempos, Sims desenvolveu problemas e teve de o levar para as boxes, não fazendo marca. Mitche Evans faz o segundo melhor tempo, mesmo no momento em que eram agitadas as bandeiras vermelhas. 

Tirado o carro do britânico, os outros voltaram à pista para fazer uma volta rápida. Massa foi o primeiro a fazer um tempo, sendo sexto provisório, mas Evans melhorou, sendo segundo. Oliver Rowland teve um toque no muro durante a sua volta veloz, mas foi oitavo, na frente do piloto português.

No último grupo, veio o resto: o Jaguar de Alex Lynn, os Dragon de José Maria Lopez e Max Gunther - regressado à competição por causa de compromissos de Felipe Nasr em Long Beach - e os HWA de Gary Paffett e Stoffel Vandoorne. Com mais ameaças de chuva, os pilotos avançavam na mesma, e Vandoorne faz provisoriamente o terceiro melhor tempo, com Max Gunther a seguir, sendo quarto, batido por Lopez. 

No final, para a SuperPole foram Lotterer, Evans, Lopez, Gunther, Vandoorne e Buemi. Três pilotos do último grupo entravam na fase final da qualificação, enquanto do primeiro... não ia ninguém. Aliás, nenhum deles estava no "top ten", o que mostrava o equilíbrio deste pelotão.

Por essa altura, chovia mais na pista, e logo na primeira passagem pela pista, Sebastian Buemi falhou a travagem pelo gancho. Na volta, o tempo foi seis segundos mais lento do que na primeira fase, onde se mostrava que do gancho até à meta, a pista estava a ficar encharcada. A seguir, Max Gunther fez a mesma coisa no mesmo lugar, para testar os seus limites, e na sua volta, melhorou em seis centésimos de segundo em relação ao suíço.

Depois, veio Vandoorne, e aproveitando uma pista que secava rapidamente, tirou dois segundos à concorrência, ficando melhor e sendo o candidato numero um à pole. Mas José Maria Lopez faz 1.32,906, batendo o piloto belga e tirando as chances dele de repetir a pole-position. Depois, Mitch Evans. O neozelandês da Jaguar entrou na pista decidido a melhorar o seu tempo e conseguiu: 1.32,483, quatro décimos melhor que o piloto argentino.

E foi com a pista mais seca de André Lotterer fez a sua tentativa de volta veloz. Contudo, na travagem para o gancho, ele exagerou, e logo de imediato, a Jaguar já comemorava. Mas o alemão não desistiu e conseguiu 1.32,123, três centésimos melhor que Evans. Assim, o piloto da Techeetah conseguiu a pole-position... mesmo com aquele erro.

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Formula E: Felix da Costa defende a liderança em Roma

Duas semanas depois de Jean-Eric Vergne ter vencido em Sanya e António Félix da Costa ter subido ao degrau mais baixo do pódio, o piloto a BMW Andretti pretende marcar pontos para a sétima jornada da prova, para poder manter a liderança, ou não deixar escapar a concorrência, pois tem apenas um ponto de vantagem sobre o Mahindra de Jerome D'Ambrosio.

Na antevisão da prova romana, que inaugura a ronda europeia da competição, o piloto português faz o balanço do que está a ser o campeonato, que é bem competitivo, com seis vencedores diferentes, e onde a regularidade é a chave.

"Foi uma boa primeira metade da época, com bons resultados e também onde aprendemos muito sobre o nosso carro, melhorando e tornando-o mais rápido", começou a dizer o piloto português. "No entanto já se percebeu que a regularidade é a chave deste campeonato e quero portanto continuar a marcar bons pontos, evitando erros e mantendo-me fora de confusões típicas da Fórmula E", continuou. 

"Toda a equipa está motivada mas muito focada, temos ainda muito campeonato pela frente e sabemos o que temos de fazer, agora que entramos na Europa com temperaturas totalmente diferentes do que tivemos na China. Aqui em Roma o ambiente é sempre espectacular, com muitos fãs a apoiar, portanto espero um fim-de-semana intenso onde queremos solidificar a posição de lideres do campeonato."

A corrida vai acontecer este sábado, pelas 15 horas de Lisboa, e em Portugal, vai ser transmitido em direto pela Eurosport.

terça-feira, 26 de março de 2019

Formula E: Félix da Costa queria ter saído de Sanya com mais

Apesar de ter saído de Sanya com o lugar mais baixo do pódio, António Félix da Costa afirma que poderia ter saído da estância chinesa com a vitória, e assim teria uma liderança mais folgada. Numa entrevista ao site e-racing365.com, o piloto da BMW Andretti afirma estar satisfeito com o resultado, mas sentia ter mais.

"Estou feliz com os pontos, mas queria muito mais hoje”, começou por dizer depois da corrida. “Pensei que nós tínhamos o carro para vencer, mas não é fácil ultrapassar aqui e você tem que correr muito risco, especialmente se [tens] alguém como Oliver [Rowland]. Sei exatamente o que passava na sua mente, porque ele queria muito este pódio, mas eu tomei um pouco de risco em alguns pontos e ele defendeu tarde e eu já estava meio comprometido. Poderia ter acabado mal, mas felizmente tudo deu certo.", continuou.

O piloto português acredita que ele está em boa posição no meio do campeonato, mas não está se aproximando de cada evento com ele na linha de frente de sua mente.

"Estamos apenas na metade do campeonato e temos que nos certificar de que estamos [na mesma posição] em julho. Eu não estou indo para as corridas obcecado no campeonato. Você tem que equilibrar isso, então vamos ver se funciona, já que não tenho lutado por um campeonato há muito tempo. Acho que ainda sei como fazer isso", concluiu.

A Formula E agora regressa à Europa, onde a 13 de abril, correrá nas ruas de Roma.