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domingo, 19 de agosto de 2018

Última Hora: Acidente grave em Pocono

A corrida da IndyCar em Pocono começou muito mal quando aconteceu um acidente múltiplo entre alguns pilotos. Os mais graves foram o americano Ryan Hunter-Reay e o canadiano Robert Wickens, que tocaram entre si e acabou com o piloto canadiano a tocar nas redes de proteção, desfazendo o carro, numa desaceleração semelhante ao sofrido pelo sueco Kenny Brack.

O acidente aconteceu na sexta volta da corrida, e entre os envolvidos ficaram James Hintchcliffe, Takuma Sato e Pietro Fittipaldi. Todos saíram ilesos do acidente.

A rede está agora a ser reparada e poderá demorar cerca de uma hora até serem feitas as deidas reparações. Segundo as últimas noticias, o piloto está "alerta", mas desconhece-se a extensão dos seus ferimentos.

Não é a primeira e que houve um acidente grave naquela pista. Em 2016, Justin Wilson morreu após um acidente o ter atingido na cabeça nas voltas finais da corrida daquele ano, na IndyCar.

Dentro em breve haverá nova atualização do seu estado de saúde e a situação da corrida.   

domingo, 12 de abril de 2015

Youtube IndyCar Crash: O acidente de Pagenaud, Bourdais e Hunter-Reay

A segunda prova da IndyCar de 2015 foi tudo menos chata. Aliás, foi um fim de semana atribulado por causa da chuva que se abateu sobre o complexo NOLA, nos arredores de Nova Orleães. A qualificação foi cancelada por causa da imensa chuva que se abateu sobre o circuito, e a partida foi antecipada em quinze minutos para evitar que a próxima bátega de água caisse enquanto a corrida decorresse. Mas isso não impediu que esta acontecesse sem incidentes. Das 75 voltas previstas, apenas aconteceram 47, e dessas, 26 aconteceram debaixo de bandeiras amarelas.

E as bandeiras aconteceram graças a inumeros incidentes na pista, por causa dos pilotos terem pisado fora da trajetória ideal, causando acidentes. como este que colocou logo de fora Ryan Hunter-Reay, Simon Pagenaud e Sebastien Bourdais. Felizmente, ninguém ficou ferido.

No final, o canadiano James Hintchcliffe foi o melhor, numa prova em que logo a seguir veio Hélio Castro Neves, com James Jakes a ser o terceiro, na frente da suiça Simona de Silvestro. Juan Pablo Montoya foi o quinto, mas é continua a ser o lider do campeonato. 

Semana que vêm, eles estarão em Long Beach.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

IndyCar: quanto ganharam os participantes em 2014

No dia em que falamos sobre os 25 anos da primeira vitória de Emerson Fittipaldi no "Brickyard", a corrida deste domingo ainda é motivo de conversa. Para além das fotos do dia seguinte, em que Ryan Hunter-Reay posa com a coroa, o carro e o troféu, ele decidiu colocar a lista dos prémios distribuídos entre os 33 participantes. E se a diferença entre vencedor e vencido é enorme (o segundo classificado recebe um terço do vencedor), é interessante saber que o último classificado vai para casa embolsando a módica quantia de... 341.194 dólares. Pode ser o último, mas vai a sorrir até ao banco!

Mas os prémios não vão pela ordem decrescente da corrida, porque a qualificação também conta. Ed Carpenter, por exemplo, acabou no 27º posto, mas como fez a "pole-position", amealhou 463,694 dólares, enquanto que Buddy Lazier, por exemplo, têm um valor mais baixo: 225.305 dólares.

Eis a lista completa:

1. Ryan Hunter-Reay, $2,491,194
2. Helio Castroneves, $785,194
3. Marco Andretti, $585,194
4. Carlos Muñoz, $449,194
5. Juan Pablo Montoya, $441,944
6. Kurt Busch, $423,889
7. Sébastien Bourdais, $384,194
8. Will Power, $442,194
9. Sage Karam, $270,305
10. J.R. Hildebrand, $366,194
11. Oriol Servia, $247,305
12. Simon Pagenaud, $374,444
13. Alex Tagliani, $368,694
14. Jacques Villeneuve, $354,194
15. Sebastian Saavedra, $349,194
16. James Davison, $341,194
17. Carlos Huertas, $339,694
18. Ryan Briscoe, $344,444
19. Takuma Sato, $342,444
20. Jack Hawksworth, $346,194
21. Mikhail Aleshin, $340,194
22. Justin Wilson, $339,194
23. Martin Plowman, $225,805
24. Pippa Mann, $226,805
25. Townsend Bell, 226,805
26. Tony Kanaan, $343,194
27. Ed Carpenter, $463,694
28. James Hinchcliffe, $376,194
29. Scott Dixon, $390,694
30. Josef Newgarden, $344,194
31. Charlie Kimball, $341,194
32. Buddy Lazier, $225,305
33. Graham Rahal, $341,194

terça-feira, 27 de maio de 2014

IndyCar em Cartoons: a homenagem a Ryan Hunter-Reay (Bonecos do Bruno)

Dei de caras no sitio do Bruno Rafael: um cartoon em homenagem a Ryan Hunter-Reay, o vencedor das 500 Milhas de Indianápolis deste ano. No mínimo, ternurento.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

IndyCar 2014 - Ronda 3, Barber (Corrida)

A terceira corrida da Indycar de 2014 foi facilmente ganha por Ryan Hunter-Reay, na sua primeira vitória do ano, dando à Indycar o seu terceiro vencedor diferente, depois de Will Power, em St. Petersburg, e Mike Conway, em Long Beach. Contudo, a corrida de Barber, no Alabama, a primeira a acontecer numa pista convencional, esteve para não acontecer, depois de que uma tempestade desabou na zona à hora em que deveria começar a prova. Por causa disso, a prova foi adiada por uma hora e meia, e esta ficou reduzida para uma hora e 40 minutos, devido à luz do dia, que iria diminuir de intensidade a partir dali.

Quando foi a altura da partida, a pista mais seca, mas máquinas e pilotos tiveram três voltas atrás do Pace Car para ajudar a secar ainda mais, antes da partida lançada para a corrida. Quando aconteceu, o "poleman" Will Power manteve a liderança contra Simon Pagenaud enquanto que, mal acabava a primeira volta, Takuma Sato despistava-se, esperando para que passasse o resto do pelotão para voltar à pista. As bandeiras amarelas foram mostradas, mas o Pace Car não entrou.

Com o passar das voltas, Power e Hunter-Reay começavam a afastar-se do pelotão, enquanto que Juan Pablo Montoya subia lugares atrás de lugares. Em pouco tempo, estava no quarto posto, depois de passar Hélio Castro Neves, e ia à caça de pódio. Mas também com o passar das voltas, a pista secava, e começava a formar uma linha seca, com os pilotos a andarem de um lado para o outro para conservar os pneus de chuva.

Contudo, na volta 15, Power exagera na travagem e sai de pista. Ele evita a gravilha e a parede, mas perde o comando para Hunter-Reay. O primeiro a parar foi Oriol Serviá, que arriscou e colocou pneus secos, enquanto que atrás, na luta entre Mikhail Aleshin e Sebastian Bourdais, o francês levou a melhor sobre o russo, e este entrou em pião na curva 5, ficando parado na pista e colocando o Pace Car na pista.

Nesta altura, todos foram às boxes e colocaram pneus secos, vendo se poderiam aproveitar a progressiva secagem da pista para ver se aproveitavam. Serviá manteve-se na pista, mas pouco depois, outro piloto batia no muro: o colombiano Carlos Muñoz, que já tinha colocado os pneus para seco.

Com as paragens, Sebastian Saavedra era o comandante da corrida, pois não tinha ido às boxes para trocar de pneus. Após algum tempo, a prova recomeçou na volta 27, com Montoya a tentar recuperar posições - tinha voltado à pista no sétimo posto - acabou com ele na gravilha, depois de ter perdido o controlo do seu carro. Ele conseguiu voltar à pista, mas já estava no final do pelotão.

No novo recomeço da corrida, Saavedra continuava a aguentar o resto do pelotão, mas por pouco tempo: Carlos Huertas perde o controlo do seu carro e acaba na relva. Mais uma vez, o PaceCar de novo na pista, e mais umas voltas com Saavedra no comando, com este a refrescar os pneus sempre que podia. Mas na relargada, o colombiano perde o comando para Hunter-Reay.

Com o passar das voltas, não havia grandes lutas na frente, até que os lideres voltaram às boxes para novo reabastecimento e troca de pneus. Quanto tudo acabou, por volta da volta 52, Hunter-Reay mantinha a liderança, seguido por Marco Andretti, Scott Dixon e Sebastian Saavedra. Nas voltas seguintes, Dixon tentou aproximar-se de Andretti, mas não o suficiente para o ultrapassar, enquanto Hunter-Reay estava cada vez mais isolado na liderança.

Nos cinco minutos finais da corrida, há agitação na pista quando o russo Mikhail Aleshin bate forte nos pneus, deixando detritos na pista. Com pouco tempo, a corrida acabou em bandeiras amarelas e o piloto americano conseguiria vencer a sua primeira corrida do ano, numa dobradinha americana, já que Marco Andretti ficava com o segundo posto. Scott Dixon completava o pódio, na frente do frances Simon Pagenaud.

Agora, a IndyCar vai ter o seu mês de maio dedicado a Indianápolis, mas este ano com uma novidade: uma corrida na antiga pista que foi feita para a Formula 1.

domingo, 26 de maio de 2013

As 500 Milhas de Indianápolis, edição de 2013

As 500 Milhas de Indianápolis de 2013 chegavam com uma dúvida no ar: a ideia de que poderia chover no dia da corrida, depois de a meteorologia prever que o tempo iria estar encoberto e a possibilidade de chuva ser grande. Como as corridas americanas normalmente não ocorrem durante tempo chuvoso, e como esta era uma prova que iria acontece numa oval muito veloz, a ideia de esta prova se arrastar por horas e até por dias - como aconteceu em 1973 - era uma possibilidade bem real. Contudo, com o raiar do dia, as previsões foram corrigidas e o tempo, embora encoberto, estaria seco durante o tempo da corrida.

Assim sendo, vimos o regressado Jim Nabors a cantar como é bom estar no Indiana e a filha de Tony Hulman a dizer a famosa frase: "Ladies and Gentleman, Start Your Engines!" perante o delírio dos mais de 300 mil pessoas presentes na mítica oval americana.

A largada começou normalmente, com Ed Carpenter a conseguir anter a liderança, mas o primeiro acidente na corrida foi no inicio da quarta volta, quando J.R.Hildebrand bateu forte no muro, na Curva 4, após andar atrás de James Hintchcliffe e perder o controlo. As amarelas aconteceram durante quatro voltas pois o embate do piloto americano tinha sido bem forte. Quando a corrida recomeçou, Carpenter foi assediado por Tony Kanaan e por Marco Andretti, colocando os pilotos da Andretti Autosport nos primeiros postos. Kanaan levou a melhor, nas na volta 29, foi o primeiro dos da frente a ir para as boxes.

As coisas andavam calmamente até à volta 36, quando o colombiano Sebastian Saavedra tocou no muro na Curva 4. Apesar dos estragos terem sido menores, isso foi mais do que suficiente para que as bandeiras amarelas terem sido adicionadas. A corrida só voltou para a ter sinal verde na volta 44. Ali, Carpenter manteve-se na frente de Andretti, enquanto que Sato subia lugares, passando Carlos Muñoz na volta 49.

Andretti passou para a liderança na volta 52, mas na volta 55, as bandeiras amarelas são novamente mostradas por causa de um pião de Takuma Sato. O japonês, que seguia na oitava posição, não tocou em nada e pôde prosseguir, mas no fundo do pelotão. E foi nessa altura em que o pelotão foi para as boxes, fazendo a sua segunda paragem para reabastecimento e troca de pneus.

Com o recomeço da corrida, a luta foi entre Carpenter e Hunter-Reay, com Andretti e Kanaan a espreitar. A partir desta altura, não houve grande história até à volta 113, quando os pilotos começaram a fazer a terceira ronda de reabastecimentos e troca de pneus.

Com essa passagem, a corrida seguiu fluida, tão fluida que nem parecia ser uma tipica corrida das 500 Milhas, foi faltavam as batidas que muitas das vezes decidem estratégias e corridas. Com isso, os quatro primeiros alternavam no comando: Kanaan, Muñoz, Andretti e Hunter-Reay, com o pelotão a seguir atrás e James Hintchcliffe a ficar com o comando quando os quatro primeiros iam às boxes para trocar de pneus e reabastecer.

O momento decisivo foi a sete voltas do fim, quando Graham Rahal perdeu o controlo do seu carro na saída da Curva 2, batendo no muro interior, causando a entrada do Pace Car e juntando todos os carros. Nesta altura, era Ryan Hunter-Reay o líder, mas Tony Kanaan, o "rookie" Carlos Muñoz e Marco Andretti esperavam por uma boa oportunidade para conseguir a liderança. E isso aconteceu a cinco voltas do fim, quando Kanaan, por dentro, passa o americano, enquanto que, por fora, Muñoz saltava de quarto para segundo, numa excelente manobra. 

Parecia que o colombiano iria ser o principal rival de Kanaan, mas imediatamente a seguir, Dario Franchitti, o vencedor da corrida do ano passado, bate no muro da Curva 2 e a corrida acabava ali. E imediatamente, Tony Kanaan entrava na história. Depois de mais de uma década a tentar, ele era o quarto brasileiro a vencer as 500 Milhas de Indianápolis, depois de Emerson Fittipaldi (1989 e 1993), Gil de Ferran (2003) e Hélio Castro Neves (2001, 2002 e 2009). Muñoz impressionava, sendo segundo classificado, enquanto que Ryan Hunter-Reay era o terceiro, na frente de Marco Andretti.  

domingo, 30 de maio de 2010

500 Milhas de Indianápolis: Franchitti vence num final acidentado

Nas 500 Milhas de Indianápolis, o vencedor será sempre decidido no momento em que cruza a meta. Literalmente. E como prova de que tudo pode acontecer até ao último metro, e a melhor prova disso foi o que sucedeu com o inglês Mike Conway, que voou na última curva devido a uma colisão com o americano Ryan Hunter-Reay. Neste momento, sabe-se que está magoado, mas que os ferimentos não são graves.

Mas para chegarmos a este resultado final, devemos recuar duzentas voltas, até ao inicio. Com Helio Castro Neves como "poleman", após as habituais três voltas de aquecimento, a partida da corrida mais importante do ano no calendário da agora IndyCar Series, dada pelo veterano ator de Hollywood, Jack Nicholson, começou com Franchitti a ultrapassar o brasileiro, mas três curvas depois eram mostradas as primeiras bandeiras amarelas, quando o carro de Davey Hamilton bateu no muro à saída da Curva 2.

Pouco depois, a corrida recomeçou, mas a situação durou pouco tempo, pois na volta sete foi a vez de Bruno Junqueira bater no muro. Pouco depois, foi a vez de outro brasileiro, Mario Moraes, mas o toque foi menor, fazendo com que pudesse ir às boxes fazer as devidas reparações, embora se atrasasse muito.

Entretanto, quem vinha do último lugar da grelha, depois de uma péssiam qualificação, era Tony Kanaan, que ultrapassava tudo e todos, aproveitando uma boa afinação e chegando aos lugares intermediários. Por esta altura, já tinham acontecido outros incidentes, nomeadamente uma paragem catastrófica para o carro de Will Power, que ficou com o bocal da sua mangueira de reabastecimento no seu carro, fazendo com que tivesse de fazer uma paragem extra para cumprir um "drive through".

Outro que fazia uma boa prova era Raphael Matos, que a meio da prova já era terceiro classificado. Contudo, uma má paragem nas boxes, no qual perdeu uma roda, fez com que se atrasasse na classificação. Pouco depois, bateu forte no muro, terminando ali a sua tarde competitiva.

Na volta 143, foi a vez de Kanaan, Franchitti e Castro Neves pararem, com o brasileiro da Penske a perder tempo quando deixou morrer o motor. Por esta altura, Marco Andretti entrava nos lugares da frente, no quarto lugar, atrás de Kanaan, Franchitti e Castro Neves. E por esta altura, nova situação de bandeiras amarelas quando o estreante colombiano Sebastian Saavedra bateu no muro. Castro Neves faz uma paragem rápida, e na volta 165, quando recomeçou a corrida, só Mike Conway, Justin Wilson, Helio Castro Neves e Graham Rahal não tinham parado, dando-lhes hipóteses de lutar pela vitória.

A partir daqui, as emoções cresciam à medida que as voltas finais se iam esgotando. O nervosismo miudinho aumentava, pois se estava a jogar um algo parecido com poquer, com o "bluff" em forma de saber se os que tinham parado iam até ao fim ou não, especialmente os carros de Wilson, Kanaan, Rahal e Casto Neves. Um por um, eles iam para a boxe e na volta 192, quando o brasileiro da Penske foi para lá, já se sabia que Dario Franchitti seria o vencedor.

Para os brasileiros, ainda havia a hipótese Kanaan, o que seria fabuloso se conseguisse levar o carro até ao fim no pódio, algo quase inédito na história da competição, mas na volta 196, isso esfumou-se com a sua rápida paragem nas boxes. E tudo indicava que Franchitti comemorasse a sua segunda vitória no Brickyard, quando Ryan Hunter-Reay e Mike Conway "roubaram" o momento, com uma espectacular colisão à entrada da curva 4. O inglês ficou ferido no pé, mas a sorte e a tecnologia de que são feitos estes carros evitaram o pior. A acompanhar Franchitti no pódio foram o inglês Dan Wheldon e o americano Marco Andretti, enquanto que Danica Patrick foi a melhor representante feminina ao terminar no quinto posto.

E foi assim a 94ª edição das 500 Milhas de Indianápolis, uma daquelas corridas que vale a pena ver, seja ele ao vivo ou na televisão. A emoção e o mito que vem de trás justificam-se plenamente.

2010 Youtube Indy 500: O impressionante acidente de Mike Conway



Terminaram há pouco as 500 Milhas de Indianápolis, com a vitória do escocês Dario Franchitti, que conseguiu pela segunda vez na sua carreira subir ao lugar mais alto do pódio e saborear a garrafa de leite. Justin Wilson e Alex Lloyd completaram o pódio, num monopólio das ilhas britânicas.

Mas o piloto de 38 anos cortou a meta sob bandeiras amarelas, pois na penultima curva aconteceu um acidente arrepiante, envolvendo o inglês Mike Conway e o americano Ryan Hunter-Reay. Ambos se desentenderam e o inglês saiu catapultado para as redes de protecção, desfazendo o carro em dois.

Segundos as mais recentes informações vindas de Indianápolis, Conway foi transportado para o hospital, com dores nas costas e lesões na perna direita. Em principio, foi mais um grande susto do que inicialmente parecia.

Mais tarde irei falar da corrida.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Indy: Ryan Hunter-Reay vence em Long Beach

Depois do começo avassalador de Will Power e da Penske, a variedade voltou: o americano Ryan Hunther-Reay venceu esta noite nas ruas de Long Beach, aproveitando os problemas sofridos por Will Power para conseguir o seu primeiro triunfo do ano, e para a Andretti Autosport, á frente de Justin Wilson e Power.

Numa corrida algo monótona, a grande acção ocorreu na 17ª volta da corrida, quando o “poleman” Power começou a sofrer problemas com a caixa de velocidades e foi superado pelo americano de 29 anos, que este ano já foi segundo classificado na prova de abertura, nas ruas de São Paulo. A partir desse momento não teve mais oposição e venceu confortavelmente sobre Wilson, cuja corrida foi mais agitada, já que depois de ter chegado ao segundo posto, passando Power, teve o seu bico quebrado quando dobrava o britânico Alex Lloyd, que o fez ir á boxe e empreender uma corrida de recuperação.

No final da corrida, um emocionado Hunter-Reay comemorava a sua primeira vitória do ano e decidava-a à memoria da sua mãe, recentemente falecida. Quanto a Power, apesar dos problemas, esta subida ao lugar mais baixo do pódio significou também que manteve o comando do campeonato, com 172 pontos, mais 42 que o segundo classificado, o brasileiro Hélio Castro Neves, que hoje foi apenas o sétimo a cortar a meta.

Quanto aos elementos femininos, a melhor foi de novo Danica Patrick, mas mais uma vez, numa posição modesta: terminou na 16ª posição, à frente da estreante suiça Simona di Silvestro, 17ª classificada. Ambas foram as únicas que terminaram a corrida.

Após Long Beach, a Indy vai decidar o mês que vêm à prova mais importante do ano: as 500 Milhas de Indianápolis, que acontecerão dentro de mês e meio, a 30 de Maio.