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domingo, 19 de janeiro de 2020

CPR: Armindo Araújo troca Hyundai por Skoda

O português Armindo Araújo vai trocar de montada para a nova temporada do Campeonato de Portugal de Ralis. De Hyundai, do qual tinha apoio da representação coreana no país, terá um Skoda Fabia R5 Evo2, apoiado pela The Racing Factory.

Os rumores corriam desde o Natal, sem que nenhum dos lados confirmasse o final do acordo, mas só foi esta semana que tudo se confirmou. Resta saber se Ricardo Teodósio manterá também o Evo2 que correu no rali do Algarve, para alcançar o título nacional de ralis. Caso isso aconteça, é sinal de que o pelotão nacional estará a reforçar-se em qualidade.

Continuando a ser navegado por Luis Ramalho, os objetivos estão mais do que desenhados: lutar pelo título nacional. “Vamos lutar pelas vitórias e pela conquista do título absoluto no Campeonato de Portugal de Ralis em 2020, numa equipa que oferece garantias para conseguirmos ter sucesso”, começou por dizer. “Conseguimos, juntos, criar objetivos muitos claros e todos mantivemos uma ligação que, em alguns casos, completam 20 anos. A todos eles tenho que manifestar publicamente o meu agradecimento”, disse ainda.

Armindo vai participar no Serras de Fafe e em breve começará a testar para essa prova, estando já marcados dois dias de testes. “Vamos ter dois dias de testes em breve para conhecermos o Skoda e teremos ainda um teste antes do rali de Fafe, prova em que queremos estar já a lutar pela vitória”, concluiu.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Youtube Rally Testing: O teste de Ott Tanak para o Rali de Monte Carlo

É um pouco estranho ver Ott Tanak, o campeão do mundo de 2019, ao volante de um Toyota, andar num Hyundai para a temporada de 2020, mas são assim as coisas no mundo dos Ralis. E como o piloto estónio e a sua nova equipa não perdem tempo, lá estão eles a testar para o Rali de Monte Carlo, que vai abrir a próxima temporada. 

domingo, 8 de dezembro de 2019

WRC: As possíveis segundas equipas para 2020

A retirada da Citroen do Mundial de Ralis fez algumas modificações para 2020, especialmente para as equipas de fábrica. Apesar da chance de a Citroen alugar ou vender alguns dos seus carros, a FIA está mais a lidar com a chance das equipas que ainda estão no campeonato, como a Hyundai, Toyota e Ford, poderem inscrever uma equipa B. Tudo isto para manter o número de WRC's na estrada na temporada que aí vêm.

Segundo se conta, estes carros terão de ser inscritos por um mínimo de sete ralis,v e o piloto deste quarto carro não poderá estar na equipa A. Por exemplo, a Toyota, que tem Sébastien Ogier, Elfyn Evans e Kalle Rovanperä não pode "despromover" ou trocar pilotos entre as suas duas equipas.

Assim sendo, e enquanto não se decide sobre o destino dos Citroen, a Hyundai poderá ceder um quarto carro para Andreas Mikkelsen, enquanto na Toyota, essa equipa B poderia ser constituída por Takamoto Katsuka, o qatari Nasser Al Attiyah e Jari-Matti Latvala, que já disse estar a completar um programa com um mínimo de seis ralis na temporada. No campo da Ford, não há ainda grandes novidades, dado que procuram-se patrocinadores para Teemu Suninen e Esapekka Lappi, que depois de sair da Citroen, poderá ir para a M-Sport e correr na temporada de 2020.

Assim sendo, a nova temporada promete ser agitada, pois o Rali de Monte Carlo está a cerca de mês e meio da sua realização.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Youtube Rally Testing: Os testes de Sebastien Loeb para Monte Carlo

Apesar dos seus 45 anos, o francês Sebastien Loeb adora o Rali de Monte Carlo, e faz o seu melhor para fazer melhorar o seu Hyundai i20 WRC. A pouco mais de mês e meio para a realização da prova de 2020, esteve a testar o seu carro. Eis um video desses testes, realizados ontem.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

WRC: Neuville acha que Ogier na Toyota irá complicar


Ainda não foi confirmado na marca japonesa, mas Sebatien Ogier poderá ser alguém que irá prejudicar a concorrência. Pelo menos é o que diz Thierry Neuville, um dos pilotos oficiais da Hyundai para 2020. "Com Ogier a correr de Toyota vai ficar tudo mais complicado.", afirmou.

O piloto belga de 31 anos disse, numa entrevista à RTBF, realçou o poder dos Toyota Yaris. "A Toyota foi muito competitiva ao longo da temporada, foi frequente ver os três Toyota na liderança no primeiro dia. Ninguém sabia como competir com eles.", começou por falar.



Quanto ao convívio com Ott Tanak, revelou que não só não o teme, como acha que é uma mais-valia para a equipa, no seu todo. "Tanak traz um bom background técnico para a Hyundai, iremos tentar retirar vantagem daí. Teremos evoluções e esperamos trabalhar bem durante o Inverno para ficarmos melhores que a Toyota."

Com o Rali de Monte Carlo a pouco mais de dois meses, e com a saída da Citroen dos ralis, resta saber como será a próxima temporada do Mundial.




quinta-feira, 31 de outubro de 2019

WRC: Tanak confirmado na Hyundai

Depois de especulações, a confirmação: Ott Tanak, o novo campeão do mundo de ralis, assinou pela Hyundai. A confirmação foi dada esta tarde, com a marca coreana a afirmar que ele assinou por duas temporadas. Tanak ai se juntar a a Thierry Neuville nas 14 provas do Mundial de 2020, enquanto Dani Sordo e Sébastien Loeb irão partilhar o terceiro Hyundai i20 Coupe WRC ao longo da época.

Estou realmente entusiasmado por me juntar à Hyundai Motorsport na temporada 2020 WRC.", começou por dizer Tanak. "A visão que Andrea [Adamo] apresentou é muito promissora e corresponde às minhas próprias ambições para o futuro. É uma grande honra para mim ter a oportunidade de me juntar à equipa nesta fase emocionante das nossas respectivas carreiras.", continuou. 

"Tenho um grande respeito pelo que a Hyundai tem realizado, pois temos estado a lutar uns contra os outros durante várias épocas. Eles sempre tiveram uma equipa e um carro competitivos, pelo que será interessante ver as coisas do outro lado. O alinhamento de pilotos é bom e estou ansioso por ver o que podemos alcançar juntos nos próximos anos”, concluiu.

Aos 32 anos, e depois de ter batido o domínio de quinze de pilotos franceses, cabe a Tanak fazer do Hyundai i20 WRC um carro capaz de vencer campeonatos. Quanto à Toyota, sem o seu piloto, terá de alinhar com alguém capaz de o contestar nas classificativas a partir de 2020. E poderá ser Sebastien Ogier, por exemplo. Até agora, o único que está mais ou menos garantido é Kalle Rovanpera, enquanto Kris Meeke e Jari-Matti Latvala ainda estão a negociar a sua continuidade.

domingo, 27 de outubro de 2019

WRC 2019 - Rali da Catalunha (Final)

"Sinto-me bem! É difícil dizer a pressão que senti neste fim de semana - era fora do normal. Gerenciar tudo isso e supera-lo tem sido o objetivo da minha vida. Quando você está à beira disso, não consegue imaginar. Obrigado à equipa - fizeram um ótimo trabalho. Eu nunca quis correr riscos, mas minha mãe disse ontem à noite que se eu quiser algo, posso fazer isso acontecer. Eu apenas tive que fazer acontecer.", contou Ott Tanak, já no pódio.

Esta foi a reação do piloto estónio no final do rali. Não venceu, mas o segundo lugar foi mais do que suficiente para ser campeão do mundo de ralis, acabando com um domínio de pilotos franceses que já vinha desde 2004. A Toyota foi campeã de pilotos, o primeiro título desde o seu regresso, em 2017.

A quatro classificativas do final, Thierry Neuville já tinha uma vantagem de 21,5 segundos sobre Dani Sordo, e 24,6 sobre Ott Tanak, que tinha passado Sebastien Loeb, no seu Hyundai. Iria haer um duelo entre os segundos classificados.

Mas na primeira passagem por Riudecanyes, Neuville aproveitou para triunfar, 0,7 segundos na frente de Sordo, com Tanak em terceiro, a 1,1 segundos. Sordo reagiu na classificativa seguinte, na primeira passagem por La Mussara, Sordo foi o melhor, um segundo na frente de Tanak, enquanto Neuville perdia 4,7 segundos e era sexto. A diferença caiu para 17,5 segundos, mas faltavam duas especiais.

Na segunda passagem por Riudecanyes, Sordo acabou por ser o melhor, 1,3 segundos na frente de Tanak e 2,3 sobre Neuville, mas já se via que o belga estava a gerir o avanço, enquanto Tanak tentava apanhar Sordo para ser segundo.

E foi o que aconteceu, na Power Stage. Tanak triunfou e conseguiu os pontos máximos, com Evans e Neuville no pódio, e Ogier em quinto, a 6,4 segundos. Se o belga foi o vencedor, para Tanak, conseguiu passar Sordo e acaba na segunda posição por meros 0,4 segundos. Sebastien Loeb foi o quarto, a 53,7 e o último a ficar a menos de um minuto do vencedor, aguentando os ataques de Jari-Matti Latvala, quinto a um minuto e 0,2 segundos.

Elfyn Evans foi sexto, a 1.14,2, mais de meio minuto adiante de Teemu Suninen, com Sebastien Ogier a ser mero oitavo, a 4.20,5 segundos, e a fechar o "top ten", dois WRC2: o de Mads Ostberg, no seu Citroen C3, e o francês Eric Camili, 8.47,2 minutos.

Agora falta o Rali da Austrália para fechar o campeonato.   

sábado, 26 de outubro de 2019

Rumor do Dia: Ott Tanak a caminho da Hyundai?

Ott Tanak está a caminho de ser campeão do mundo já este domingo no WRC, na Catalunha, mas pode também estar prestes a abalar o mundo dos Ralis. Segundo conta a Autosport britânica nesta sexta-feira, poderá estar a caminho da Hyundai, numa movimentação que tem tudo para chocar o pelotão.

A mesma publicação fala que o contrato foi assinado no inicio do mês, algo do qual nem Tanak, nem  Tommi Makinen, o diretor da Toyota Gazoo, ou Andrea Adamo, o diretor da Hyundai Motorsport, confirmam tal coisa. “Não tenho nada a dizer sobre isso. Ainda estamos a conversar, ainda estamos à espera [de Ott Tanak]", disse Makinen.

Não. Quero ver como está a correr a situação. Não sei se o Ott assinou com alguém. Estou a ver o filme e adoro o filme. Vejo muitos atores a jogar no filme e que parecem ser mais espertos que eu e muito melhores que eu.”, disse Adamo à mesma publicação.

Caso se confrme, Tanak seria o companheiro de equipa de Thierry Neuville, enquanto Dani Sordo e Sebastien Loeb alternariam no terceiro carro da marca coreana. Já no lado da Toyota, a marca japonesa espera pelos títulos para poder anunciar Kalle Rovanpera como seu condutor, com Kris Meeke ou Jari-Matti Latvala como seus companheiros. E há quem diga que Sebastien Ogier possa tentar a sua sorte na Toyota em 2020, a sua última temporada como piloto.





sexta-feira, 25 de outubro de 2019

WRC 2019 - Rali da Catalunha (Dia 1)

O francês Sebastien Loeb lidera o Rali da Catalunha, concluídas que estão as seis primeiras especiais desta prova. O piloto da Hyundai tem um avanço de 1,7 segundos sobre Thierry Neuville e 7,6 segundos sobre o espanhol Dani Sordo, noutro Hyundai. Ott Tanak segue logo atrás, na quinta posição, a 21 segundos, logo, não está muito longe do comando. Quanto a Sebastien Ogier, problemas na coluna de direção o fizeram atrasar bastante na geral.

Num dia onde as classificativas em terra eram um exclusivo para todos, o rali começou com a primeira passagem por Gandesa, onde Sebastien Ogier conseguiu ser o melhor, conseguindo 0,7 segundos de avanço sobre Dani Sordo. Neuville era terceiro, a um segundo.

Logo a seguir, na especial de Horta-Bot, Neuville levava a melhor, com Ogier a ter problemas na sua direção assistida e a perder quase 45 segundos, caindo para a 15ª posição da geral. "Tenho de ver o que posso fazer", disse, no final da especial, quando mexia no carro.

Na terceira especial, um misto entre gravilha e asfalto, entre La Fratella-Vilalba, Sebastien Loeb conseguiu levar a melhor sobre Dani Sordo em 2,1 segundos, com Neuville a 3,5 e Ogier a afundar-se ainda mais, perdendo quase três minutos e descendo para a 28ª posição. Sordo aproveitou e passou para o comando, trocando com Neuville, com Tanak agora a 7,5 segundos.

Sordo começou a tarde ao ataque, vencendo na segunda passagem por Gandesa, ganhando 2,7 segundos sobre Teemu Suninen, e 2,8 sobre Sebastien Loeb. Neuville foi apenas quarto, a 3,2 segundos. Loeb depois venceu na especial seguinte, a segunda passagem por Horta-Bot, com Sordo e Latvala igualados a 0,6 segundos. Ogier, já feitas as reparações no seu carro, era nono, a 8,5 segundos, mas só tinha subido para 27ª na geral. Em contraste, Esapekka Lappi, que era sétimo na geral, a 15,7 segundos, ficou parado na classificativa devido a problemas mecânicos.

No final do dia, a segunda passagem por La Fatarella - Vilalba, e os seus 38 quilómetros fizeram mossa na classificação. Sebastian Loeb foi o grande vencedor, e os 8,9 segundos de diferença para o segundo classificado, Kris Meeke, foram suficientes para ficar com o comando do rali. Thierry Neuville foi o terceiro, a 11,2. Ott Tanak foi o quarto, perdendo 18,2, mas Sebastien Ogier, sétimo, subindo seis lugares, para 17º.

Depois dos cinco primeiros, Jari-Matti Latvala era sexto, a 30,1, e Elfyn Evans, o sétimo, a 44 segundos. Teemu Suninen foi o oitavo, noutro Ford, a 51,3 e a fechar o "top ten" estão o Toyota do japonês Katsuta Takamoto e o norueguês Mads Ostberg, a 2.59,8 segundos.

O rali da Catalunha prossegue amanhã, com mais sete especiais.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

WRC 2019 - Rali de Gales (Final)

Ott Tanak acabou por vencer o Rali de Gales e está cada vez mais perto do título mundial. A duas provas do fim, o piloto estónio não só venceu, com agora tem uma vantagem de 28 pontos sobre Sebastien Ogier, suficientes para se tornar campeão do mundo caso vença na Catalunha, no final do mês. Ainda por cima, o piloto francês foi apenas terceiro, atrás de Thierry Neuville, e terá de vencer os dois últimos ralis da temporada para impedir o piloto estónio de triunfar.

No final, Tanak, que também conseguiu os cinco pontos da Power Stage, confessou estar aliviado pelo triunfo.

"Foi um fim de semana prolongado e tivemos muita pressão. A diferença nunca foi superior a dez segundos e posso dizer que em todas as etapas estive no limite. Foi difícil, mas me sinto bem no momento. Ainda temos duas provas para acabar e já vimos muito drama no passado, por isso precisamos continuar [a lutar pelo título]", afirmou.

Com cinco especiais para concluir no último dia, bastava Tanak controlar o andamento dos seus adversários para acabar a prova no pódio, e quem sabe, somar pontos na Power Stage. Contudo, a 20ª especial, a passagem por Great Orme, acabou por ser canceladas devido às condições atmosféricas, que colocavam em perigo os carros e os pilotos.

Contudo, o dia começou com Tanak ao ataque, vencendo na primeira passagem por Alwen, 0,1 segundos na frente de Neuville. Evans depois triunfou na especial seguinte, a primeira passagem por Brening, dois segundos na frente de Neuville, e 2,2 sobre Tanak, que ia a controlar a concorrência. Ogier era apenas oitavo, a 8,9, e ficava cada vez mais longe.

Na segunda passagem por Alwen, Evans voltou a vencer, 0,9 segundos na frente de Neuville e 1,4 sobre Ogier, mas Tanak tinha perdido apenas 2,3 segundos, mostrando que estava a controlar, apesar das curtas diferenças entre os quatro primeiros. E quando venceu a Power Stege, a segunda passagem por Brening, a diferença para Ogier foi de meio segundo, com Esapekka Lappi a ser terceiro, a um segundo, na frente de Neuville e Evans, empatados com 1,4 segundos de diferença para o vencedor.

Com os seus primeiros a menos de um minuto do vencedor, num pódio com Tanak, Neuville e Ogier, com Meeke em quarto no seu rali "caseiro", na frente de um regressado Elfyn Evans, que esteve lesionado por dois meses, e Andreas Mikkelsen a ser o segundo melhor Hyundai, a 58,3 segundos do vencedor, o sueco Pontus Tidemand foi o sétimo, a 5.23,8 minutos, a sua melhor classificação da temporada, na frente de Craig Breen, oitavo a 9.25 do vencedor, no seu segundo rali do WRC deste ano, e a fechar o "top ten", o finlandês Kalle Rovanpera, nono no seu Skoda, e a ser campeão no WRC2 Pro, e um surpreendente Petter Solberg, que a bordo do seu Volkswagen Polo GTi R5, venceu o WRC2 como teve uma despedida digna desse nome.

Agora, o WRC volta a correr no final do mês, com o rali da Catalunha.

domingo, 6 de outubro de 2019

WRC 2019 - Rali de Gales (Dia 2)

Ott Tanak terminou o segundo dia do Rali de Gales na liderança, mas a concorrência não abranda. O estónio fez as sete especiais deste sábado com uma vantagem de onze segundos sobre Thierry Neuville. Sebastien Ogier é o terceiro, a 17,3 segundos, com Kris Meeke a 26,5 segundos, logo, ainda com alguma chance de vitória ou de pódio.

Com quatro pilotos lutando pela vitória, separados por menos de dez segundos, o segundo dia do rali começou com a primeira passagem por Dyfi, onde Elfyn Evans triunfou, mas o melhor foi Tanak, 1,9 segundos inferior ao piloto galês, mas na frente de Neuville (a 2,1) de Ogier, a 4,3 e de Meeke, a 6,9. Tanak alargava a diferença para 5,8 sobre Ogier.

Evans continuava ao ataque na primeira passagem por Myherin, vencendo, mas Tanak ficava logo atrás, a 3,8, e na frente de concorrência, numa especial onde Craig Breen se despistou e caindo para o nono posto. A mesma coisa aconteceu em Sweet Lamb Hafren, com Neuville a ser terceiro, com 6,3 por cento de diferença, e Ott Tanak perdeu 8,1, na frente de Ogier, a 8,5.

Na 14ª especial, a segunda passagem por Myherin, Neuville foi o melhor, 0,7 segundos na frente de Tanak, e agora ele tinha uma vantagem de 8,1 segundos sobre Ogier. Mikkelsen foi o melhor na segunda passagem por Sweet Lamb Hafren, com Tanak em segundo, a 0,4, e Neuville a 2,4, suficiente para passar Ogier para ser segundo.

Neuville passou para o ataque, vencendo na segunda passagem por Dyfi, 0,4 segundos na frente de Tanak e Ogier perdeu 3,9. Mas no final do dia, em Colvyon Bay, Tanak acabou por triunfar, alargando em quase um segundo a sua vantagem para Neuville.

Depois dos quatro primeiros, Andreas Mikkelsen e Elfyn Evans sao quinto e sexto a 46,9 e 51,4 segundos, respectivamente. E os seis primeiros estão bem longe de Teemu Suninen, sétimo a três minutos e sete segundos. Pontus Tidemand é o oitavo, a quase cinco minutos. E a fechar o "top ten" estão o carro de Craig Breen e o Skoda de Kalle Rovanpera, a nove minutos e meio.

O Rali de Gales termina no domingo com as últimas cinco especiais.

sábado, 5 de outubro de 2019

CPR 2019 - Rali Vidreiro (Final)

Foi um duelo ao segundo, mas José Pedro Fontes bateu Ricardo Teodósio por menos de um segundo e foi declarado o vencedor do Rali Vidreiro, que terminou esta tarde na Marinha Grande. Mais concretamente, 0,6 segundos separaram ambos os carros. Bruno Magalhães acabou por ser terceiro, a 8,2 segundos.

E isso fez com que a candidatura do piloto da Citroen ao título esteja mais ativa, pois agora, faltará apenas o Rali do Algarve.

Depois das três primeiras classificativas, onde Fontes e Teodósio andaram a lutar pelo comando, com 1,7 segundos entre ambos, o duelo continuou ao longo deste sábado, nas duas passagens por Mata Mourisca e Assanha da Paz. Na primeira passagem, Teodósio partiu ao ataque e venceu a especial, 2,7 segundos na frente de Fontes, enquanto Bruno Magalhães era terceiro, a 5,8 segundos. Aqui, o piloto algarvio alargava a vantagem para 4,4 segundos para o piloto da Citroen.

Na primeira passagem por Assanha da Paz, foi Fontes que reagiu, vencendo com quatro segundos de vantagem sobre Bruno Magalhães e cinco sobre Ricardo Teodósio. O suficiente para que o piloto da Citroen chegar ao comando do rali, com Bruno Magalhães em terceiro, a 7,1 segundos.

A segunda passagem por Mata Mourisca assistiu à reação de Teodósio, mas o vencedor foi... Bruno Magalhães, que venceu, com uma vantagem de 0,8 segundos sobre o piloto algarvio e 1,5 sobre José Pedro Fontes. Pedro Meireles era quarto, mas a 8,8 segundos, enquanto Armindo Araújo era quinto, a 10,8. Assim sendo, os três primeiros estavam separados por 5,7 segundos, e os dois primeiros... por 0,1.

Teodósio continuou a atacar, e na segunda passagem por Assanha da Paz, acabou por vencer, mas a diferença para Fontes foi apenas de 0,2 segundos, enquanto Bruno Magalhães foi terceiro, a 1,2. A diferença ficou-se nos 0,3 segundos, num duelo de cortar a respiração e de resultado incerto. Contudo, ambos os pilotos sabiam que isto não estava resolvido, e a especial de São Pedro de Moel iria decidir tudo.

Assim foi: Fontes venceu a especial, com 0,9 segundos de vantagem sobre Teodósio, e foi o suficiente para sair do rali como vencedor, 0,6 de diferença entre ambos. E Magalhães a consolidar o terceiro posto.

Depois do pódio, Pedro Meireles foi o quarto no seu Volkswagen, a um minuto e 3,5 segundos, na frente de Armindo Araújo, muito discreto neste rali, ficando a 1.19,3 segundos do vencedor. João Barros foi sexto, a 2.03,2, na frente de Pedro Almeida, sétimo a 2.28,6. Luis Rego foi o oitavo, no seu Ford Fiesta R5, a três minutos e 33 segundos, e a fechar o "top ten" ficaram o Hyundai de Manuel Castro, a 4.05,6 e o Skoda de Miguel Correia, a 4.27,2.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

CNR: Armindo vai ao ataque no Vidreiro

Armindo Araújo vai encarar o Rali Vidreiro com vontade de vencer. O piloto de Santo Tirso, vencedor da edição de 2018 e nesta prova, terá de se aproximar na luta pelo título, na penúltima prova do campeonato de Portugal de Ralis, depois de um despiste em Amarante o ter obrigado a desistir, perdendo pontos fundamentais para a luta pelo título.  

"A melhor forma de voltarmos a aproximar-nos do topo do campeonato é com uma vitória na Marinha Grande. Sabemos que o CPR está muito equilibrado e há vários pilotos com chances de ganhar. Mas, nesta altura, nós não temos nenhuma outra alternativa se não atacar e tentar vencer”, referiu o piloto da Hyundai.

Com oito especiais a disputar entre sexta e sábado, vai ser uma luta pela vitória entre Bruno Magalhães, José Pedro Fontes, Miguel Barbosa e Bruno Magalhães, entre outros.

CNR: Bruno Magalhães dá favoritismo aos outros

Nas vésperas do Rali Vidreiro, Bruno Magalhães prefere dar o favoritismo aos outros. O piloto da Hyundai Portugal, que já foi vice-campeão europeu de ralis, não se considera favorito à vitória à prova na Marinha Grande, deixando isso para outros, apesar de ele ter três vitórias no palmarés, entre 2007 e 2009. 

Sim, é um facto que tenho três vitórias neste rali, mas a última delas foi há 10 anos e não tenho a certeza se essa experiência anterior será assim tão importante. É óbvio que é importante ter algumas referências dos troços, ao contrário do que aconteceu por exemplo no Terras D’Aboboreira, onde ainda assim estivemos na luta pela vitória. Sinto-me bem, o nosso Hyundai i20 R5 tem estado muito competitivo e o objetivo é dar mais um passo em frente na luta pelo título”, afirmou.

Neste seu regresso a este rali, que contará com oito troços, vai ter a concorrência de boa parte dos favoritos, entre os quais o seu companheiro de equipa, Armindo Araújo, José Pedro Magalhães, Pedro Meireles e Ricardo Teodósio, entre outros.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

WRC 2019 - Rali da Turquia (Dia 1)


Os Citroen dominaram o primeiro dia do rali da Turquia, com o finlandês Esapekka Lappi a estar na frente de Sebastien Ogier por 17,7 segundos, enquanto o Hyundai de Thierry Neuville é o terceiro, a 18,4 segundos, numa prova absolutamente dura e onde um furo é o suficiente para atrasar bastante na classificação geral, como aconteceu a Ott Tanak, que tem mais de minuto e meio de atraso para a liderança por causa de um pneu arrancado da sua jante.

Depois de Thierry Neuville ser o primeiro líder do rali, este começou com Jari-Matti Latvala a ser o melhor na primeira passagem por Içmeler, ganhando 5,3 segundos sobre Lappi, com Teemu Suninen a ser o terceiro, a 5,7. Com isso, Latvala ficou com a liderança do rali. Em Çetibeli, Lappi reagiu, venceu a especial, 5,6 segundos na frente de Andreas Mikkelsen - e 8,7 sobre Ogier - fazendo com Lappi ficasse com a liderança, pois Latvala perdeu 23,4 segundos. Mas depois triunfou em Ula, obtendo uma vantagem de cinco segundos sobre Neuville e ganhou dois lugares na geral.

Na segunda passagem por İçmeler, foi a vez de Kris Meeke ser o melhor, com Neuville e Ogier logo atrás, enquanto Esapekka Lappi perdeu 4,5 segundos, mas manteve a liderança. O belga reagiu na sétima especial, triunfando e ganhando 7,6 segundos a Lappi, numa especial onde Tanak sofreu um furo e perdeu um minuto e 18 segundos, caindo para o sétimo lugar. Para o final do dia, Sordo acabou por ser o melhor, 10,9 segundos na frente de Latvala.

Na geral, depois dos três primeiros, Teemu Suninen era o quarto, a 44,4 segundos, na frente de Andreas Mikkelsen, quinto a 1.04,1. Sexto era agora Dani Sordo, a um minuto e 25,2 segundos, na frente de Kris Meeke e Ott Tanak, respectivamente, a 1.32,1 e 1.37,4, enquanto a fechar o "top ten" estavam o carro de Jari-Matti Latala, a 1.42,5 e o Ford de Pontus Tidemand, a 3.45,4 segundos.

O rali da Turquia prosseguia no dia seguinte com a realização de mais seis especiais.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

WRC: Loeb continua na Hyundai

Sebastien Loeb vai continuar na Hyundai para a próxima temporada. O piloto francês de 45 anos, nove vezes campeão do mundo, continuará com a equipa de Alzenau em 2020 e irá fazer seis provas do Mundial WRC, sendo que nada se sabe sobre quais serão os ralis que fará. 

Em 2019, vai também fazer seis provas, dos quais fez cinco até agora: Monte Carlo, Suécia, Volta à Córsega, Chile, Portugal. Ele vai fazer Catalunha, no inicio de outubro, antes de encerrar o programa. Em termos de resultados, o seu melhor lugar foi um terceiro posto no Chile.

Resta saber com quem ele alinhará na equipa coreana, sendo que o belga Thierry Neuville e o espanhol Dani Sordo são os candidatos naturais aos lugares.

sábado, 7 de setembro de 2019

CNR 2019 - Rali da Aboboreira (Final)

Foi um duelo entre Citroen e Hyundai, entre José Pedro Fontes e Bruno Magalhães, mas no final, o melhor foi para Fontes, que com o seu Ciroen C3 R5 conseguiu vencer pela primeira vez nesta temporada. O piloto venceu com 14,9 segundos de vantagem sobre Magalhães, enquanto João Barros ficou com o lugar mais baixo do pódio, a 34,8 segundos.

Com as restantes seis especiais do rali por cumprir neste sábado, estava a haver um duelo entre Bruno Magalhães e José Pedro Fontes pela liderança do rali, e no final da terceira especial, a diferença entre ambos era de 1,6, com o piloto da Hyundai em vantagem.

Logo no inicio da manhã, o melhor foi... Armindo Araújo, que bateu Miguel Barbosa por 2,2 segundos, enquanto José Pedro Fontes ficou a três segundos, 0,3 melhor que Bruno Magalhães. Fontes reagiu na quinta especial, conseguiu uma vantagem de 3,6 segundos sobre o seu rival, ficando com o comando, com 2,3 segundos de diferença. No final da manhã, na primeira passagem por Carvalho do Rei, Fontes foi o melhor, numa especial marcada pelos acidentes de Armindo Araújo e Miguel Barbosa, logo, acabou por ser cancelada.

Após um furo, acabamos por dar um toque quase no final da PEC de Carvalho de Rei. Infelizmente estamos fora da luta pela vitória e do Rali Terras D’Aboboreira”, disse o piloto de Santo Tirso.

Na parte da tarde, Fontes pretendia aumentar a sua vantagem perante Bruno Magalhães, e partiu ao ataque. Venceu na sétima especial, com mais 1,5 segundos de vantagem sobre o piloto da Hyundai, e na oitava, voltou a triunfar, alargando a sua vantagem na geral para 11,3 segundos. O triunfo estava garantido, mas tinha sido um duelo duro. E o rali acabou com Fontes a vencer na nona especial, com Magalhães de novo em segundo, com 3,6 de diferença entre eles.

Depois dos três primeiros, Ricardo Teodósio foi o quarto, a 53,5 segundos - ele que tinha decidido não pontuar neste rali - enquanto Pedro Meireles foi quinto, a um minuto e 40 segundos, no seu Volkswagen. Pedro Almeida foi o sexto, a um minuto e 54 segundos, seguido pelo Ford Fiesta R5 de Luis Rego, a dois minutos e 15 segundos, Manuel Castro foi o oitavo, no seu Hyundai, a três minutos e dez segundos, e a fechar o "top ten" ficaram o espanhol Daniel Lorenzo, no seu Peugeot 208 R2, e o carro de Carlos Fernandes, também num Peugeot 208 R2.

O Campeonato de Portugal de Rali prossegue nos dias 1 e 2 de outubro, com o Rali Vidreiro. 

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

CNR: Rali Terras D'Aboiboreira (dia 1)

Bruno Magalhães começa o rali com a liderança pela margem mínima, cumpridas que estão as primeiras especiais desta proa, que decorre este final de semana na zona de Amarante. O piloto da Hyundai acaba esta sexta-feira com um avanço de 1,6 segundos sobre José Pedro Fontes

Não foi uma sexta-feira fácil para o rali. Logo no shakedown, o Ford Fiesta R5 de Miguel Correia ardeu depois de um acidente, e pouco depois, o mesmo aconteceu a António Dias, quando o seu Skoda Fabia R5 sofreu um despiste, felizmente sem consequências para os pilotos e navegadores.

Com José Pedro Fontes a ser o melhor na qualificação, a primeira especial começou com Bruno Magalhães ao ataque, batendo Fontes por 2,8 segundos e sendo o primeiro líder do rali. Armindo Araújo era terceiro, a quatro segundos, e Miguel Barbosa era quarto, a 5,3.

Fontes reagiu, vencendo a segunda especial e ficando a 0,1 segundos de Magalhães, mas o piloto da Hyundai venceu a terceira especial, abrindo uma vantagem de 1,6 segundos sobre o piloto da Citroen. Armindo Araújo continua a ser terceiro, mas já a oito segundos. Miguel Barbosa é quarto, a dez segundos, na frente de Pedro Meireles, no seu Volkswagen Polo R5, a 15,4 segundos.

O rali Terras d'Aboboreira continua amanhã, com a realização das restantes seis especiais.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

CNR: Magalhães encara Aboboreira como algo novo

No seu ano de regresso aos ralis nacionais, Bruno Magalhães encara a sua participação do Rali da Aboboreira, em Amarante, como algo desafiador na sua luta pela vitória nesta prova, especialmente depois do que fez no rali anterior, na Madeira. O piloto da Hyundai Portugal acredita que aqui, irão discutir o primeiro lugar com a concorrência.  

Não escondo que o resultado e a nossa performance na Madeira foram muito motivadores. Fizemos esta terça-feira um pequeno teste com o carro e percebemos que está tudo a postos para o Rali Terras D’Aboboreira, uma prova completamente nova para nós. Vamos decidir o set-up a utilizar depois dos reconhecimentos, mas o objetivo é voltar a discutir o primeiro lugar, até porque ainda está tudo em aberto no campeonato”, apontou o tricampeão nacional e vice-campeão da Europa.

O Rali Terras D’Aboboreira é a antepenultima proa do Campeonato de Portugal de Ralis e acontecerá nos dias 6 e 7 de setembro nas estradas ao redor de Amarante, Baião e Marco de Canavezes, com dez especiais de classificação, todas em asfalto.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Youtube Rally Testing: Os testes para o Rali da Aboboreira

O campeonato nacional de ralis regressa à ação este final de semana em Amaranete com o Rali da Aboboreira. E o Pedro Figueiredo anda na zona para filmar a ação desses testes num rali em asfalto onde tem pilotos como Bruno Magalhães, José Pedro Fontes, Miguel Barbosa, entre outros, para a antepenultima prova do Nacional de Ralis.