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segunda-feira, 24 de junho de 2019

CPR 2019 - Rali de Castelo Branco (Final)

Foi uma disputa ao segundo, mas no final foi Armindo Araújo o melhor no Rali de Castelo Branco, depois de uma luta com Ricardo Teodósio. No final, foram 12,5 segundos a diferença entre ambos os pilotos, no primeiro rali em asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis. Miguel Barbosa, noutro Skoda, ficou com o lugar mais baixo do pódio.

Depois de Araújo estar a liderar o rali ao final do primeiro dia, com 4,3 segundos de vantagem sobre Ricardo Teodósio, o segundo dia começou com o piloto de Santo Tirso ao ataque, vencendo com uma vantagem mínima - 0,1 segundos - sobre Ricardo Teodósio. Miguel Barbosa perdia 2,5 segundos, e José Pedro Fontes 6,9. Com isso, Araújo via a vantagem para Teodósio situada nos 2,4 segundos.

Mas foi na sexta especial que começou a afastar-se do piloto algarvio. Na primeira passagem por Dáspera - Sesmo - Salgueiral, o piloto da Hyundai venceu e abria uma vantagem de 1,8 segundos sobre Teodósio, 5,5 sobre Miguel Barbosa e 11,9 sobre José Pedro Fontes. Ainda havia luta entre Armindo e Teodósio, mas Miguel Barbosa já tinha uma desvantagem superior a meio minuto - 33,9 - e estava em luta com José Pedro Fontes, a 37,3. Bruno Magalhães era um pálido quinto, a um minuto da liderança (59,9).

Depois, Ricardo Teodosio atacou. Na primeira passagem por Santo António das Tojeiras, Teodósio venceu e tirou 1,5 segundos a Armindo Araújo, com Miguel Barbosa a 6,2 e José Pedro Fontes a 6,8. Assim a diferença reduzia-se para 2,7 segundos, a três especiais do fim.

Assim sendo, Araújo reagiu partido para o ataque. Na oitava especial, ganhou 5,4 segundos a Teodósio, 9,1 a Miguel Barbosa e 9,4 a José Pedro Fontes. E mais 5,8 segundos na nona especial, uma vantagem que decisiva para a vitória no rali albicastrense. Com isso, Araújo tinha praticamente o triunfo na mão. E apesar de Teodósio ser o melhor na décima especial, a diferença para Armindo foi de apenas 1,9 segundos. No final, foram 12,5 segundos a diferença entre ambos, num rali bem disputado. Miguel Barbosa ficou bem longe, a 55,9, sendo o melhor na disputa com José Pedro Fontes, quarto a 57 segundos.

Bruno Magalhães é quinto, a um minuto e 42,4 segundos, quase um minuto do sexto, o Skoda Fábia R5 de Pedro Almeida, que ficou a dois minutos e 37 segundos exatos. 

A próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis ai ser o Rali Vinho da Madeira, e será disputado entre os dias 1 e 3 de agosto.

domingo, 23 de junho de 2019

CNR 2019 - Rali de Castelo Branco (Dia 1)

Armindo Araújo acabava o primeiro dia do Rali de Castelo Branco no comando, com uma vantagem 2,3 segundos sobre Ricardo Teodósio, no seu Skoda Fabia R5. de  depois de uma luta com Ricardo Teodósio. Ambos tinham ainda José Pedro Fontes à espreita, a 12,5 segundos, tudo isto depois de quatro etapas na prova albicastrense.

Chegados ao meio do campeonato, e passadas as provas em terra, chegou a segunda parte, com as provas em asfalto, onde Ricardo Teodósio iria tentar manter a liderança perante a concorrência de pilotos como os Hyundais de Armindo Araújo e Bruno Magalhães, numa prova onde Pedro Meireles iria ficar ausente por causa do seu Polo R5 ter ardido em Rali de Portugal.

Logo na tarde de sábado, o rali começava com a primeira passagem por Vilas Ruivas, com Armindo Araújo a ser o melhor... empatado com Ricardo Teodósio e ambos com uma vantagem de 4,8 segundos sobre Miguel Barbosa. José Pedro Fontes foi quarto, a 7,7 segundos.

Araújo foi o melhor na Foz do Cobrão, desempatando com Teodósio em 2,6 segundos, enquanto José Pedro Fontes era o terceiro, a 6,4. Na segunda passagem por Vilas Ruivas, Teodósio respondeu, mas apenas ganhou 0,7 segundos ao piloto de Santo Tirso, enquanto o terceiro era Miguel Barbosa, a 5,1. 

No final do dia, nas duas passagens pela Super Especial da Reconquista, Fontes e Barbosa empatavam na primeira passagem, enquanto na segunda, José Pedro Fontes foi o melhor, um segundo na frente de Armindo Araújo.

Com metade da prova, depois dos três primeiros, Miguel Barbosa era o quarto, a 25,9 segundos, na frente de Bruno Magalhães, quinto a 34 segundos, já distantes de Pedro Almeida, sexto a 59,4. Manuel Castro é o sétimo, a 1.46,4 minutos, na frente do carro da espanhola Emma Falcon, a 1.51,3, e a fechar o "top ten" estão os carros de Daniel Nunes (Peugeot 208 VTI R2) e de Gil Antunes (Renault Clio R.S R3T)

O Rali de Castelo Branco terminava no dia seguinte com a realização das restantes seis etapas.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

CPR: As ambições dos nacionais no Rali de Portugal

Os pilotos portugueses têm as suas ambições para a maior prova do rali português. Não só para o lugar de melhor nacional, como também os melhores lugares na classe WRC2. Miguel Barbosa, Ricardo Teodósio, José Pedro Fontes e Bruno Magalhães são quatro pilotos que têm aspirações para a vitória na sua classe, quando faltam dois dias para o inicio do rali.

Começamos com Miguel Barbosa, que tem a ambição de vencer este rali. O piloto do Skoda Fabia R5 deseja vencer para dessa forma reforçar a sua posição na luta pelo título, o seu principal objetivo para esta temporada.

"Vencer o Rally de Portugal é o meu sonho e seguramente o de qualquer piloto. Já por diversas vezes provámos que temos condições para lutar pela vitória em provas do campeonato. Ainda não o conseguimos, mas temos a noção de estar no bom caminho e a equipa tem feito um excelente trabalho", começou por dizer. 

"Temos vindo a trabalhar de uma forma muito cuidadosa para que tudo corra da melhor forma possível. Temos adversários muito fortes, mas da nossa parte iremos dar o nosso melhor e lutar para chegar à vitória numa prova que é também uma enorme festa para milhares de fãs dos desportos motorizados. O Rally de Portugal é uma prova emblemática e reconhecida internacionalmente pela qualidade da sua organização e nós queremos contribuir para o sucesso deste grande espetáculo", concluiu.

No caso de Ricardo Teodósio, o piloto algarvio, ganhador de dois dos três primeiros ralis desta temporada, espera ser o melhor neste rali para poder manter a liderança. Contudo, tem plena consciência que este é um rali diferente, bem mais longo e bem mais duro que os restantes ralis do campeonato, incluindo os Açores, que faz parte do Europeu de ralis.

Sabemos que, depois de termos ganho dois dos três primeiros ralis, a pressão está do lado dos nossos adversários. Eles é que têm de atacar e nós vamos para o Rali de Portugal focados em conseguir mais uma pontuação importante para o nosso campeonato, mesmo que não seja a vitória", começou por dizer.

"Este é um rali duríssimo e imprevisível, não só pela extensão da prova, com mais de 170 kms de troços cronometrados no CPR, mas também porque os troços têm sempre muitas armadilhas, principalmente nas segundas passagens. Toda a equipa está motivada e a fazer um excelente trabalho, por isso queremos continuar este bom momento”, afirmou o piloto algarvio.

Já José Pedro Fontes teve uma contrariedade no inicio desta semana quando a sua navegadora, Inês Ponte, teve de ser internada à custa de uma apendicite, que a obrigou a estar ausente da prova. Assim sendo, Carlos Magalhães vai estar no banco do pendura.

É injusto para a Inês e para toda a equipa mas, infelizmente, as questões de saúde não escolhem dia nem hora”, começou por comentar, face à ausência da sua habitual navegadora. “Estávamos a trabalhar a fundo para, em conjunto, garantirmos um bom resultado em termos de CPR e tentarmos ser os Melhores Portugueses, mas o súbito ataque de apendicite que a Inês sofreu [na segunda-feira] e que implicou o seu imediato internamento, para operação, obrigou a toda uma mudança de logística. Mais do que tudo, interessa que tudo corra bem e que a Inês recupere rapidamente dessa intervenção cirúrgica a que já foi sujeita ontem”, continuou.

Quanto à escolha do seu substituto, “ela revela-se como uma das melhores alternativas entre os navegadores disponíveis neste momento. Estamos já a trabalhar para que possa estar a par dos desenvolvimentos no seio da equipa e do próprio C3 R5. Fruto da sua vasta experiência nos ralis nacionais e internacionais, acredito que não será nada difícil o nosso entrosamento, rumo aos resultados que definimos para este Vodafone Rally de Portugal.

Já Bruno Magalhães, que volta a correr neste rali depois de uma ausência de seis anos, para se dedicar à sua carreira no Europeu de ralis, este seu regresso é especial. “Sim, este regresso é um momento especial porque qualquer piloto português quer estar no Rali de Portugal, por tudo o que esta prova significa para o nosso desporto”, começou por referir.

A bordo do Hyundai i20 R5, da Hyundai Portugal, o piloto de Lisboa tem alguns obstáculos pela frente, já que o percurso da prova alterou-se grandemente desde a última vez que a disputou. 

Será a primeira vez que disputo o Rali de Portugal desde o regresso da prova à região Norte, por isso grande parte dos troços serão uma novidade para mim. Por outro lado, senti no Monday Test que demos um passo em frente na afinação do carro após os Açores, e além disso tivemos um bom feeling com os pneus Michelin que são usados no Campeonato do Mundo. É fundamental ter confiança no carro para sermos competitivos ao longo de todo o rali, que deverá ser bastante duro e disputado. Toda a equipa fez um excelente trabalho de preparação e agora só nos resta dar o máximo para tentar entrar na luta pela vitória entre os portugueses”, concluiu.

O Rali de Portugal arranca esta quinta-feira com o shakedown, em Paredes.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

CPR: Fontes quer alcançar o título

Para a nova temporada que se avizinha, José Pedro Fontes deseja alcançar o título nacional. A bordo do seu Citroen C3 R5 e com Inês Ponte como navegadora, ambos tem preparado afincadamente para uma temporada em que, por um lado, pretendem retomar o caminho das vitórias, e, por outro, revalidar os títulos que, em conjunto, alcançaram em 2016, antes do acidente no Rali de Portugal de 2017 ter interrompido a trajetória vitoriosa.

A pouco menos de uma semana do primeiro rali do ano, no Serras de Fafe, Fontes afirma que a aposta no Citroen C3 R5 é vencedora, onde alinhará em oito dos nove ralis que acontecerão em 2019.

É com enorme alegria que anunciamos o nosso regresso ao CPR como dupla oficial do Citroën Vodafone Team. Depois deste longo intervalo que a Inês foi obrigada a fazer, para lhe garantir uma total recuperação, seguindo à risca as instruções das equipas médicas, estão agora reunidas as condições para que possamos, em conjunto, voltar a lutar pelas vitórias nos diferentes ralis deste ano.”, começou por dizer. 

Apostando no nosso novo C3 R5, carro com que o Citroën Vodafone Team já conquistou algumas vitórias em 2018, o nosso principal objetivo consiste, naturalmente, em garantir novas vitórias em 2019 e, com isso, a revalidação dos títulos de Pilotos e Navegadores que, em conjunto, alcançámos em 2016, e que se juntou ao título de 2015 que conquistei com o Miguel Ramalho. Para o efeito, temos vindo a realizar vários testes, de modo a que possamos alcançar, já em Fafe, um bom resultado,” acrescentou.

“Com esta conjugação de fatores, penso estarmos na posse dos elementos necessários para que possamos dar à Citroën Vodafone Team e aos nossos habituais patrocinadores – Milaneza, ExpressGlass, Total e Pirelli, para além, claro está, da Vodafone e da Citroën – não só o retorno desta sua renovada e já longa aposta, como também as alegrias dos festejos decorrentes dos bons resultados. Estamos cientes da evolução do parque dos ralis nacionais, nomeadamente ao nível da categoria R5 onde nos inserimos, com um conjunto de equipas muito competitivas e bem preparadas, mas tal apenas nos dará mais alento para atingir os nossos objetivos.”, concluiu.

O Rali Serras de Fafe, palco da prova de abertura do Nacional de Ralis, acontecerá nos dias 22 e 23 de fevereiro, nas estradas à volta de Fafe e é organizado pela DemoPorto.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Youtube Rally Testing: Três candidatos a testarem em Fafe

A quatro semanas do inicio do campeonato nacional de ralis, no meio do nevoeiro invernal de Fafe, José Pedro Fontes, Armindo Araújo e Miguel Barbosa andaram a testar as suas máquinas preparando-se para o Rali Serras de Fafe, que certamente será bem mais competitivo que nos anos anteriores. 

E as filmagens são do Pedro Figueiredo, que nesse dia, não levou a Galinha Matilde...

sábado, 17 de novembro de 2018

CNR 2018 - Rali do Algarve (Final)

Foi um bom duelo nas estradas algarvias, mas no final Ricardo Teodósio acabou por desistir na oitava especial, dando o título a Armindo Araujo, que regressa aos campeonatos catorze anos depois da última vez. Apesar de ter largado mal e acabado o primeiro dia na sexta posição, no final foi o suficiente para ser campeão nacional, pois se o piloto algarvio não terminou, já outro dos candidatos, José Pedro Fontes, foi apenas quarto, depois de ter feito um pião e ter perdido quase 40 segundos no processo.

Se no final do primeiro dia, Teodósio começava a abrir uma vantagem que permitia respirar um pouco a tentar a sua sorte no campeonato, logo no inicio do segundo dia, na primeira passagem por Chilrão, ele alargou ainda mais essa diferença, ganhando 10,4 segundos para José Pedro Fontes. Armindo Araújo foi terceiro ma especial, a 19,8 segundos do vencedor, mas recuperou em relação a Miguel Barbosa. Nesta altura, apenas sete segundos separavam os dois.

O troço ficou marcado pela saída de Pedro Paixão, quando seguia no quarto posto, acabando por desistir. "Estou muito triste por não ter conseguido verbalizar o resultado. Tenho apenas dois anos de ralis e a minha inexperiência nos troços acabou por pagar numa altura fulcral", disse no final.

O sétimo troço acabou por ser o mais decisivo do rali, pois Fontes foi o vencedor e Araújo era terceiro classificado na geral, depois de ter passado Miguel Barbosa. Era mais que suficiente para o piloto de Santo Tirso ser campeão nacional. E na seguinte... a cereja no topo do bolo, quando o motor do Skoda de Teodósio rebentou em plena aceleração.

Araújo venceu na especial, aproveitando também o furo de José Pedro Fontes, que perdeu muito tempo e caiu para o terceiro posto, atrás de Miguel Barbosa. 

"Infelizmente, os ralis têm destas coisas. Nós estávamos a fazer o nosso papel, tranquilos, poderiamos ter andado mais forte no troço da Nave Redonda. Estávamos convencidos que o rali era nosso, infelizmente aconteceu desta maneira, o motor não quis colaborar, partiu quando vinhamos a fundo e pronto, tivemos que ficar por aqui", comentou, desolado.

A partir dali, foi um limitar de gestão por parte do piloto de Santo Tirso. O madeirense Alexandre Camacho foi o mais veloz no nono troço, a segunda passagem por Chilrão, batendo Miguel Barbosa, que por sua vez conseguiu mais 2,1 segundos sobre Armindo Araújo, terceiro na especial.

A seguir, na décima especial, Fontes venceu o troço e ascendeu ao segundo posto, passando Barbosa e não estando muito longe da liderança, conseguindo reduzi-la a meros 7,3 segundos. Mas no final, o pião do piloto da Citroen, no troço final, fez com que Barbosa ficasse com o segundo lugar, e Camacho vencido o ERT, ficando com o lugar mais baixo do pódio.

Depois dos quatro primeiros, o melhor estrangeiro foi o checo Ondrej Bisaha, quinto no seu Ford Fiesta R5, na frente de outro Ford Fiesta R5, o de Pedro Almeida. O romeno Dan Girtofan foi sétimo, num Skoda Fabia, a cinco minutos e oito segundos do vencedor, com o holandês Kevin van Deijne logo a seguir. E a fechar o "top ten" ficaram o Peugeot 208 R2 de Daniel Nunes e o Mitsubishi Lancer Evo X do russo Serguei Remmenik.

O campeonato de 2018 acabou, agora é a vez de 2019, com mais carros e mais pilotos no comando de uma campeonato que se deseja tão competitivo como este. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

CNR 2018 - Rali do Algarve (Dia 1)

Ricardo Teodósio aproveitou bem os seus conhecimentos das especiais algarvias e lidera tranquilamente o Rali do Algarve. O piloto do Skoda Fabia R5 tem uma vantagem de 20,5 segundos sobre José Pedro Fontes. Miguel Barbosa, noutro Skoda Fabia R5, é o terceiro, a 54,3 segundos, enquanto Armindo Araújo, o líder do campeonato, é apenas sétimo, sexto no CNR, a um minuto e onze segundos, passado é o primeiro dia desta prova que decide quem vai ser campeão nacional de 2018.

O rali começou com a passagem por Alferce, com José Pedro Fontes ao ataque, sendo o mais rápido na primeira especial do Rali. O piloto do Citroen bateu Ricardo Teodósio por 4,4 segundos, mas sobretudo, os dois pilotos conseguiram ganhar muito tempo a Armindo Araújo, que acabou a especial na oitava posição, perdendo 24,1 segundos para Fontes e 19,7 segundos para Teodósio.

Teodósio respondeu na segunda especial, em Fóia, recuperando 2,2 segundos para Fontes. Já Armindo Araújo fez o terceiro tempo, mas voltou a perder muito terreno para os dois pilotos mais rápidos. O piloto da Hyundai gastou mais 16,4 segundos do que Teodósio, e é sétimo da geral, a 38,2 segundos de José Pedro Fontes. A etapa ficou ainda marcado pelos problemas de Miguel Nunes, noutro Hyundai, que acabou por desistir.

Na segunda passagem por Alferce, Teodósio foi o melhor, ganhando 18,9 segundos e passando para a frente do rali. Armindo Araujo perdeu mais 21,6 segundos para o piloto da Skoda. E a mesma coisa fez o piloto local na segunda passagem por Fóia, onde aumentou para 20,5 segundos a sua vantagem para José Pedro Fontes, segundo nesta especial. Quanto a Armindo Araújo, foi terceiro na especial, 11,1 segundos atrás do vencedor.

Nesse momento, José Pedro Fontes perdia todas as chances de vencer o campeonato, pois precisava de vencer as restantes classificativas, pois a cada vitória consegue mais meio ponto. 

A parte final do dia era a super-especial de Lagos, onde Miguel Barbosa conseguiu tirar o terceiro posto a Pedro Paixão, foi a única alteração na classificação geral.

Amanhã, o Rali do Algarve termina, com a realização das restantes seis especiais. 

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

CNR: José Pedro Fontes motivado

José Pedro Fontes está motivado para o Rali Amarante Baião. A sua recente vitória na ilha da Madeira - onde venceu entre os pilotos do continente, não na geral - fez com que ascendesse ao terceiro lugar da geral e pensasse na ideia de dar luta a Ricardo Teodósio e a Armindo Araújo para o campeonato nacional, que terá neste fim de semana o seu penultimo rali do campeonato, tudo isto num lugar novo para todos eles, já que o Rali Amarante Baião é uma estreia no principal campeonato de ralis português.

Com Paulo Babo a seu lado, e com o C3 R5 cada vez melhor, o piloto da Sports & You disse que parte com esperanças para esta prova.

A vitória na Madeira veio dar todo um novo alento à equipa, num resultado que premiou a equipa e que nos permitiu, a mim e ao Paulo [Babo, seu navegador] voltar a poder sonhar com os títulos de 2018”, começou por referir José Pedro Fontes. “É claro que as coisas não são assim tão lineares pois, apesar de termos subido ao terceiro lugar no CNR, ainda estamos a alguma distância pontual dos nossos principais adversários. Ou seja, a nossa potencial subida no ranking não depende só de nós, mas há que acreditar que as coisas são matematicamente possíveis e é com esse espírito que alinhamos neste Rali Amarante Baião”, continuou.

Apesar do Rali Amarante Baião ser uma prova nova no campeonato nacional de ralis, Fontes encara isto da mesma forma que os outros ralis do campeonato. 

Claro que será uma novidade para todos mas, dado que ao nível dos pilotos da frente todos temos bastante experiência, preparando-nos e treinando com afinco para as diferentes provas do CPR, tal também sucede neste rali. Do nosso lado posso dizer que estou muito esperançado num bom resultado, acreditando que a vitória é perfeitamente possível. Os resultados alcançados até aqui com o novo carro, aliados ao facto de que o pudemos testar neste intervalo de tempo entre a Madeira e esta prova, algo que antes não tinha sido possível, fazem-nos acreditar nesse objetivo”, concluiu.

O Rali Amarante Baião acontecerá este fim de semana e terá onze especiais de classificação.