quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
A imagem do dia
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Novidades sobre o Rali de Portugal de 2013
domingo, 23 de agosto de 2009
GP Memória - Portugal 1959
Depois de terem experimentado o rápido circuito de AVUS, em Berlim o pelotão da Formula 1 fazia a sua viagem para sul, mais concretamente ao solarengo Portugal, onde iriam estrear outro novo circuito citadino, desta vez nos arredores de Lisboa. O circuito de Monsanto era desenhado entre as estradas do parque com o mesmo nome, considerado como o pulmão da capital portuguesa. Tinha uma característica especial: a recta da meta era uma parte da auto-estrada que ligava Lisboa a Cascais, o lugar de veraneio da elite portuguesa e da realeza europeia, principalmente as cabeças que tinham perdido a coroa na última Guerra Mundial, quase quinze anos antes…Na lista de inscritos, havia uma novidade e um regresso: a Aston Martin, que tinha estado ausente na Alemanha, regressava em Monsanto com Roy Salvadori e Carrol Shelby, esperando que o seu carro com motor à frente pudesse competir com a nova tendência de motor atrás, representada pela Cooper, que se tornavam cada vez mais competitivos…
A grande novidade na lista de inscritos era a presença de um piloto local, Mário de Araújo Cabral, conhecido pelos amigos de “Nicha”. De origem nobre (o seu pai era um rico industrialista do Porto, ao qual lhe tinham dado o título de conde de Vizela), Nicha Cabral, então com 25 anos, tinha conseguido um lugar na Scuderia Centro Sud, e iria conduzir um Cooper-Maserati. Iria ser o primeiro português a participar oficialmente num Grande Prémio.
De resto, não havia grandes novidades na lista de inscritos. A BRM inscrevia Jo Bonnier, Harry Schell e Ron Flockhart, a Cooper tinha Jack Brabham, Masten Gregory e Bruce McLaren na equipa oficial, com Maurice Trintignant e Stirling Moss nos Cooper da Rob Walker Racing Team, a Lótus trazia Graham Hill e Innes Ireland, enquanto que a Ferrari tinha inscrito Tony Brooks, Phil Hill e Dan Gurney na equipa.
Nos treinos, a primeira fila era toda da Cooper, mas o melhor foi… Moss, no seu Cooper da Rob Walker, que tinha a seu lado na grelha os Cooper oficial de Jack Brabham e de Masten Gregory. Na segunda fila estavam o Cooper de Maurice Trintrignant e o BRM de Jo Bonnier, enquanto que na terceira fila estavam Dan Gurney, o melhor dos Ferrari, seguido por Phil Hill e Bruce McLaren. A fechar o “top ten” estavam o BRM de Harry Schell e o Ferrari de Tony Brooks, que lutava contra a falta de competitividade do seu carro. Nicha Cabral conseguiu ficar na 14ª e antepenúltima posição, tendo atrás de si os Lótus de Graham Hill e Innes Ireland.Perante cerca de 80 mil pessoas e tempo soalheiro, os carros partiram para o segundo Grande Prémio de Portugal de Formula 1. Na partida, Moss fica com a liderança da corrida, algo que não o larga até ao final, mas de inicio tem atrás de si o pelotão perseguidor, constituído por Brabham, McLaren, Gregory e Gurney. Mais atrás estava Phil Hill, que na ânsia de querer ganhar lugares, despista-se na volta cinco. Consegue regressar às boxes, mas quando volta à pista, o Lótus de Graham Hill despista-se à sua frente e ele não tem como evitá-lo, batendo e destruindo ambos os carros. Contudo, os dois saem incólumes.
Brabham continua atrás de Moss durante algum tempo, tentando nunca se despegar do piloto inglês, até que na volta 23, Brabham perde o controlo do seu carro. O Cooper despista-se no momento em que passa o carro de Nicha Cabral, evitando por pouco um choque, mas o carro desgovernado vai para a berma, onde embate num poste telefónico. Com o choque, o piloto australiano é projectado para o meio da pista, e quando se levanta, vê o seu companheiro Masten Gregory a aproximar-se rapidamente. Instintivamente, o americano desvia-se de Brabham por pouco e consegue continuar a corrida, mas para o piloto australiano, o fim-de-semana acabava por ali.
Quem seguia na frente, perfeitamente imperturbável, era Moss, que tinha agora Gregory atrás dele. Depois do americano estavam Bruce McLaren e Dan Gurney, no melhor dos Ferrari, com Tony Brooks muito atrás. McLaren continuou assim até à volta 38, quando a transmissão do seu carro cedeu, fazendo com que Gurney subisse ao terceiro posto, e esta seria a ordem final da corrida no momento em que mossa cruzava a bandeira de xadrez, na volta 62. Aliás, moss era o único a percorrer essa distância, pois tinha deixado os americanos Gregory e Gurney a uma volta. Maurice Trintrignant e o americano Harry Schell, no seu BRM, ficaram com os restantes lugares pontuáveis. Quanto a Mário de Araújo Cabral, conseguiu o feito de ter levado o seu Cooper-Maserati até ao fim, na décima e última posição, a seis voltas do vencedor.Fontes:
http://en.wikipedia.org/wiki/1959_Portuguese_Grand_Prix
terça-feira, 28 de outubro de 2008
O que é que um motor é capaz de fazer...
O Roadshow da Renault, em Lisboa, no passado Domingo, deve ter sido muito engraçado para quem lá foi. Ver o R27, pilotado pelo Lucas di Grassi, a fazer piruetas pela Avenida da Liberdade, e as boxes instaladas na Praça dos Restauradores, onde os mecânicos estiveram à volta do carro, deve ter sido um regalo para os olhos de muita gente. E sabendo aquilo que o público quer ver, os mecânicos da Renault prepararam isto...quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A visita da Renault a Lisboa
"A única visita da Fórmula 1 à cidade de Lisboa reporta a 1959, mas volvido quase meio século, o espectáculo da disciplina máxima do desporto automóvel está de volta à cidade. No próximo dia 26 de Outubro, o Renault Roadshow F1 vai animar a zona compreendida entre o Marquês de Pombal e os Restauradores. Um evento único, com uma estrutura logística impressionante, com o objectivo de proporcionar – gratuitamente! – a dezenas de milhar de espectadores um espectáculo sem paralelo. Ou precisar de apenas 100 metros para travar dos 320 aos zero quilómetros por hora não é algo que impressiona até o menos comum dos mortais?"
Vai ser uma coisa em grande: realizada numa das zonas mais emblemáticas, a zona entre a Avenida da Liberdade e os Restauradores, como que a fazer jus a todo o “glamour” que também está associado à Formula 1, vai ser uma mega organização, em razão dos mais diversos meios que vão ser aplicados, a obrigar a uma logística de grande dimensão e complexidade.Sábado, 25 de Outubro de 2008
Domingo, 26 de Outubro
Conferências de Imprensa; Animações “Renault Kids”; “Pit Stop Challenge” Renault F1; Insufláveis; Exposição Renault.
Megane Trophy e muitas surpresas.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Renault vai fazer demonstração nas ruas de Lisboa
Depois de ontem ter sido falado que a McLaren irá fazer um teste exploratório ao novo Autódromo de Portimão, foi anunciado que a Renault vai fazer uma demonstração dos seus Formula 1 daqui a um mês, a 26 de Outubro, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.
Na demonstração, que vai durar cerca de três horas, os carros da marca francesa irão percorrer os cerca de 1,5 quilómetros de extensão da Avenida da Liberdade - entre o Marquês dePombal e a praça dos Restauradores - e realizar inúmeras manobras. Esta iniciativa da marca do losangulo, quer trazer para cá dois R28 de Formula 1, desconhecendo para já quem vão estar ao voltante. Tanto podem ser Fernando Alonso e o "pré-despedido" Nelson Piquet, como também pode ser um dos pilotos de testes, como o brasileiro Lucas di Grassi, ou outra surpresa qualquer...
Além dos Fórmula 1, a Renault vai ter também no local exemplares dos Mégane Trophy, estando ainda por confirmar as presenças dos Fórmula 3.5, da WorldSeries e o Fórmula 2.0, utilizados pelos pilotos que se estão a iniciar nos monolugares.


