O nosso amigo Nolan, do Donut Media, decidiu ir ao ePrix de Nova Iorque, em julho, e dedidiu fazer um video dando cinco razões porque deveremos ver a Formula E. Algumas das razões são interessantes, e também o video mostra o ambiente desta competição, muito interessante.
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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019
segunda-feira, 15 de julho de 2019
Formula E: Frijns foi o vencedor em Nova Iorque
Robin Frijns venceu a segunda corrida de Nova Iorque, na noite deste domingo, superando Alexander Sims, mas esta foi a prova onde Jean-Eric Vergne se sagrou bicampeão da competição, depois de ver o seu maior rival, Lucas di Grassi, ir contra a parede quando se desentendeu com Mitch Evans, na última volta da corrida, fazendo com que o título caísse no colo do piloto da Techeetah. Já António Félix da Costa terminou a prova no nono posto, conseguindo mais dois pontos, mas descendo ao sexto posto na classificação final.
Depois de uma qualificação onde o piloto da BMW conseguiu a sua primeira pole da sua carreira - e onde a marca alemã repetiu, depois de ter conseguido na primeira prova do ano - antes da corrida, a organização tinha dito que os pilotos iriam poder ir mais uma vez que ao normal ao Attack Mode, ou seja, passando assim de dois para três passagens, fazendo uma corrida essencialmente de ataque.
A prova começou com Sims e Buemi a resistir aos ataques de Robin Frijns, que desde o inicio pretendia o primeiro posto. Atrás, havia alguns toques, com André Lotterer a levar a pior parte, devido a um embate com o Dragon de José Maria Lopez, acabando ambos por abandonar.
Alguns minutos mais tarde, o Safety Car entra na pista para recolher os destroços, enquanto Lotterer (que já tinha abandonado) recebeu uma penalização por ter sido o causador do acidente. Na frente, graças ao Attack Mode extra, e depois de passar Buemi, Frijns atacava fortemente o britânico da BMW, antes de o conseguir passar no final da meta, passando para a frente e deixando à mercê de Sebastien Buemi, que também queria passar Sims. Atrás, Lucas di Grassi estava já nos pontos, mas via Vergne logo atrás de si. As chances de título estavam cada vez mais diminutas, à medida que as voltas passavam.
Na parte final, no meio das lutas por posição, Di Grassi e Evans eram respectivamente sexto e sétimo, ambos na frente de Vergne, oitavo, quando o brasileiro tentou passá-lo para ficar um pouco mais adiante e ter alguma chance de título. Contudo, a ultrapassagem correu muito mal e ambos acabaram por abandonar. Se antes era complicado, agora não restavam dúvidas: o francês da Techeetah iria repetir o título. E também para Félix da Costa seria um bom resultado, pois ele até então estava fora dos pontos.
Assim, Frijns vencia pela segunda vez na temporada, ficando na frente de Sims, que conseguia o seu primeiro pódio na competição, e de Buemi, que fez uma recuperação na fase final da temporada, depois de um mau começo. Sam Bird foi o quarto, na frente de Daniel Abt e Oliver Rowland. Felix da Costa e Gary Paffett, da HWA, fecharam os pontos.
Depois de uma qualificação onde o piloto da BMW conseguiu a sua primeira pole da sua carreira - e onde a marca alemã repetiu, depois de ter conseguido na primeira prova do ano - antes da corrida, a organização tinha dito que os pilotos iriam poder ir mais uma vez que ao normal ao Attack Mode, ou seja, passando assim de dois para três passagens, fazendo uma corrida essencialmente de ataque.
A prova começou com Sims e Buemi a resistir aos ataques de Robin Frijns, que desde o inicio pretendia o primeiro posto. Atrás, havia alguns toques, com André Lotterer a levar a pior parte, devido a um embate com o Dragon de José Maria Lopez, acabando ambos por abandonar.
Alguns minutos mais tarde, o Safety Car entra na pista para recolher os destroços, enquanto Lotterer (que já tinha abandonado) recebeu uma penalização por ter sido o causador do acidente. Na frente, graças ao Attack Mode extra, e depois de passar Buemi, Frijns atacava fortemente o britânico da BMW, antes de o conseguir passar no final da meta, passando para a frente e deixando à mercê de Sebastien Buemi, que também queria passar Sims. Atrás, Lucas di Grassi estava já nos pontos, mas via Vergne logo atrás de si. As chances de título estavam cada vez mais diminutas, à medida que as voltas passavam.
Na parte final, no meio das lutas por posição, Di Grassi e Evans eram respectivamente sexto e sétimo, ambos na frente de Vergne, oitavo, quando o brasileiro tentou passá-lo para ficar um pouco mais adiante e ter alguma chance de título. Contudo, a ultrapassagem correu muito mal e ambos acabaram por abandonar. Se antes era complicado, agora não restavam dúvidas: o francês da Techeetah iria repetir o título. E também para Félix da Costa seria um bom resultado, pois ele até então estava fora dos pontos.
Assim, Frijns vencia pela segunda vez na temporada, ficando na frente de Sims, que conseguia o seu primeiro pódio na competição, e de Buemi, que fez uma recuperação na fase final da temporada, depois de um mau começo. Sam Bird foi o quarto, na frente de Daniel Abt e Oliver Rowland. Felix da Costa e Gary Paffett, da HWA, fecharam os pontos.
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domingo, 14 de julho de 2019
Formula E: Sims foi o poleman em Nova Iorque
A segunda corrida do fim de semana em Nova Iorque acabou para a BMW como começou o campeonato: uma pole-position. O poleman foi Alexander Sims, das poucas vezes em que conseguiu bater António Felix da Costa, que bateu o Virgin de Robin Frijns e Sebastien Buemi, no seu Nissan. Quanto a António Félix da Costa, não conseguiu mais do que a 14ª posição na grelha, três lugares atrás de Lucas di Grassi e duas de Jean-Eric Vergne.
Com menos candidatos ao título mundial - apenas quatro, ao inicio desta última competição - e num tempo um pouco mais nublado que no dia anterior, o primeiro grupo que saiu à pista de Nova Iorque era diferente do que tinha sido habitualmente: Jean-Éric Vergne, Lucas Di Grassi, Mitch Evans, Sébastien Buemi e António Félix da Costa.
O português completou a sua olta em 1.10,3, mas a concorrência melhorou: primeiro Vergne, que fez 1.10,2, e depois Di Grassi, Buemi e Evans, todos na casa de 1.10,0. Aliás, ambos iriam sair na mesma fila da grelha.
No Grupo 2, com André Lotterer, Daniel Abt, Robin Frijns, Sam Bird e Jérôme D'Ambrosio. Ali, o alemão da Techeetah não teve uma grande volta e acabou no fundo do pelotão, e a mesma coisa aconteceu a D'Ambrosio. Quem esteve bem foram os Virgin, quer Frijns, quer Bird. seguido por Abt, que tinham tempo para seguir adiante.
No Grupo 3, que tinha Oliver Rowland, Pascal Wehrlein, Edoardo Mortara, Felipe Massa, Alexander Sims e Stoffel Vandoorne, o companheiro de equipa de Félix da Costa esteve muito bem, com 1.09,6, saltando para a liderança da tabela de tempos. E no grupo 4, com Maximilian Günther, Alex Lynn, Gary Paffett, Oliver Turvey, José María López e Tom Dillmann, nenhum deles teve tempo suficiente para ameaças os que estavam nos lugares da SuperPole.
Para a fase final tinham ido Sims, Buemi, Frijns, Bird, Vandoorne e Abt.
Buemi tinha sido o primeiro a sair, e depois de duas voltas, marcou um tempo de 1.09,729, marcando o passo. Sam Bird foi a seguir, mas algumas travagens queimadas fizeram com que tivesse um tempo mais lento em um décimo de segundo. O seu companheiro de equipa veio logo a seguir, e conseguiu ser mais veloz que toda a gente por 17 centésimos.
Em contraste, Abt fez o pior tempo.
Para o final, sobraram Stoffel Vandoorne e Alexander Sims. O belga da HWA lá deu o seu melhor, quase tocando no muro por dias vezes, mas não conseguiu mais que o quarto tempo provisório. Já Sims conseguiu ser mais polido e conseguiu voar, dando a primeira pole para o piloto com o mítico número 27. O mais interessante é que sem a pole por parte de Buemi, este ficou afastado do campeonato.
A corrida vai acontecer às 21 horas, horário de Lisboa.
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sábado, 13 de julho de 2019
Formula E: Buemi triunfa em Nova Iorque
Sebastien Buemi resistiu a todos os ataques e venceu a primeira corrida em Nova Iorque. O piloto suíço resistiu aos ataques de Mitch Evans e António Félix da Costa, que o acompanharam no pódio, numa corrida em muitos aspectos... de loucos, com vários toques. Lucas di Grassi foi
Com Buemi na pole-position, tendo Pascal Wehrlein a seu lado, e Jean-Eric Vergne, o líder do campeonato, apenas a largar de décimo, e o seu maior rival, Lucas di Grassi, quatro lugares atrás, a primeira corrida começou com Buemi na frente, com Lynn a ser segundo, passando Wehrlein. Vergne e Di Grassi perdiam posições. Sims subia para o terceiro posto na volta seguinte, e metros depois, Lotterer emvolvia-se num acidente, com o seu companheiro de equipa a acabar nas boxes, para trocar o seu nariz danificado.
Com o passar das voltas, Buemi começou a ser pressionado por Lynn, que tinha passado pelo Attack Mode. O suíço fez isso na volta seguinte, mas não houve alterações. Atrás, Sims era pressionado por Abt para o passar, mas o britânico resistia. Pouco depois dos 15 minutos, Lynn tentava pela segunda e o Attack Mode, para passar Buemi, mas o piloto resistia até ser ele a passar por lá, na volta seguinte. Atrás, Sam Bird, que era sétimo, era penalizado por 10 segundos por ter causado uma colisão no inicio da corrida. Após 14 voltas, e a 26 minutos do fim, os quatro primeiros estavam separados por menos de segundo e meio.
Pouco depois, Lynn começava com problemas de potência e desistiu, reduzindo os candidatos a três. Sims era agora o piloto que pressionava Buemi na liderança, com Abt à espreita, enquanto Wehrlein perdia dois lugares para Bird e Félix da Costa. E bem a tempo: na volta 20, com 19 minutos para o fim, o Safety Car entrava na pista para que os comissários tirassem o carro de Alex Lynn.
A corrida voltou duas voltas depois, com Buemi a aguentar Sims, enquanto Bird perdia dois lugares para Félix da Costa e Evans. Abt tentou ganhar algo, mas perdeu várias posições. E no meio isto tudo, Di Grassi era oitavo.
No meio de lutar pelo meio do pelotão, alguma tinha de acabar mal. Foi o que aconteceu a Oliver Rowland e Edoardo Mortara, que acabaram com os carros a largar peças... e ao mesmo tempo, Félix da Costa subia a terceiro, trocando com Sims.
Na parte final da corrida, Buemi estava mais descansado, enquanto Evans defendia-se dos ataques dos pilotos da BMW, com o português a comandar. Atrás, Di Grassi pressionava Sims e Vergne conseguia chegar aos pontos, sendo décimo. Mas na última volta, uma carambola com Felipe Massa deixava o francês fora dos pontos.
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Formula E: Buemi é o melhor na qualificação americana
Sebastien Buemi foi o melhor na primeira qualificação do ePrix de Nova Iorque. O piloto da Nissan superou Pascal Wehrlein, da Mahindra, conseguindo a pole pela terceira vez nesta temporada. Quanto a António Félix da Costa, o piloto da BMW Andretti não conseguiu mais que o oitavo posto nesta primeira qualificação, mas ficou na frente de Jean Eric Vergne, décimo, e de Lucas di Grassi, 14º da grelha.
Com Jean-Eric Vergne a ser o grande favorito ao título mundial, apesar da oposição de Lucas di Grassi, a jornada em Nova Iorque é dupla, com 58 pontos em jogo, logo, havia mais candidatos ao título - incluindo António Félix da Costa - mas estes dois eram os mais favoritos.
Debaixo de sol em Brooklyn, o primeiro grupo de qualificação tinha André Lotterer, António Félix da Costa, Jean Eric Vergne, Lucas di Grassi e Mitch Evans, todos candidatos ao título, o primeiro a marcar tempo foi o piloto português, mas tinha sido superado por toda a gente, liderado por Vergne. O piloto português fez 1.10,845 e passou para a frente do grupo, superando o piloto francês por 88 centésimos. Evans era terceiro, seguido por Di Grassi.
No segundo grupo, com Daniel Abt, Sebastien Buemi, Jerome D'Ambrosio, Robin Frijns e Sam Bird, o belga acabou por fazer um pião durante a sua volta rápida, perdendo tempo precioso. Buemi, Bird e Abt conseguiram tempos melhores e ficaram com os três primeiros lugares.
No Grupo 3, com Stoffel Vandoorne, Felipe Massa, Pascal Wehrlein, Alexander Sims e Oliver Rowland, os pilotos começaram a ter dificuldades para controlar os seus carros numa pista cada vez mais traiçoeira. No final, Wehrlein e Sim foram os melhores, ficando respectivamente com o terceiro e quarto melhor tempo provisórios. Vandoorne quase bateu no muro, mas controlou o seu carro, comprometendo um bom tempo. A mesma coisa aconteceria a Felipe Massa.
No Grupo final, o resto: os carros de Gary Paffett (HWA), Alexander Lynn (Jaguar), José Maria Lopez e Max Gunther (ambos em Dragon), Tom Dillmann e Oliver Turvey (NIO). Lopez consegue o sexto melhor tempo, chegando à SuperPole, e Lynn depois faz melhor, sendo quinto e deixando de fora... Lopez, o argentino.
Assim sendo, Buemi, Bird, Wehrlein, Sims, Abt e Lynn passaram para a SuperPole.
Na parte final da qualificação, o primeiro a sair foi Abt, que faz o tempo de 1.10,894, tempo relativamente modesto em relação a alguns pilotos que não passaram para a fase seguinte. Lynn melhora em quase dois décimos e passa para a frente. Quando é a vez de Sims, um ligeiro despiste faz com que as suas tentativas não lhe dêm mais que o terceiro tempo provisório, pior que Lynn e Abt.
No final, Pascal Wehrlein fez 1.10,600 e conseguiu a pole provisória, dependendo apenas de mais dois carros. Sam Bird lidou com um carro instável e não conseguiu mais que o um tempo meio segundo mais lento. E foi no último momento que Buemi fez a sua volta perfeita, fazendo noa pole-position para o seu curriculo.
O ePrix de Nova Iorque acontece esta noite pelas 21 horas de Lisboa.
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quinta-feira, 11 de julho de 2019
Formula E: Félix da Costa quer dar o melhor em Brooklyn
No fim de semana de encerramento do campeonato da Formula E, António Félix da Costa ainda tem possibilidades matemáticas de chegar ao título Mundial, apesar de ter contas complicadas. Quinto classificado na geral, e sem ter pontuado em Berna, na corrida anterior, o piloto de Cascais não deita a toalha ao chão e quer terminar a temporada com um bom resultado e se possível, levar a discussão do titulo até ao ultimo metro de pista.
"No automobilismo e no desporto em geral não há impossíveis. Sei que a tarefa é bastante complicada mas não desisto e vamos entrar em pista ao ataque, prontos para arriscar e colocar pressão nos meus adversários. Foi uma época intensa, mas na BMW estamos com energia e focados, do meu lado tudo darei para fechar o ano com chave de ouro, todos os elementos da equipa merecem pelo trabalho que fizeram", referiu o piloto oficial da BMW.
Em relação ao circuito de Brooklyn, o piloto português realçou que, apesar de ser algo do qual todos conhecem, este ano têm um carro novo, logo, a maneira como irão lidar com este circuito é que é a novidade.
"É um circuito que as equipas e os pilotos já conhecem, no entanto com este carro da nova geração da Fórmula E é uma novidade para todos e a gestão de energia de temperaturas será um grande desafio. Continuo no grupo 1 da qualificação, o que naturalmente não joga a meu favor, no entanto aqui não existem arvores perto da pista, pelo que acreditamos que não será tão penalizador como nas provas anteriores. Seja como for vamos entrar em pista ao ataque, a pressão está do lado dos meus adversários, eu não tenho nada a perder nesta luta portanto vou arriscar e no final logo faremos contas.", afirmou.
Nesta jornada dupla do campeonato, ambas as corridas serão transmitidas pela Eurosport a partir das 16:45, hora de Lisboa.
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domingo, 15 de julho de 2018
Formula E: Vergne foi o melhor na segunda corrida de Nova Iorque
Jean-Eric Vergne foi o vencedor da segunda e-corrida de Nova Iorque prova de encerramento do campeonato. O piloto da Techeetah foi melhor que Lucas di Grassi, segundo classificado, enquanto Daniel Abt ficava com o lugar mais baixo do pódio, numa corrida em que os primeiros andaram juntos, mas não conseguiram ultrapassar-se. Apesar deste segundo e terceiro lugar da Audi, a marca alemã conseguiu o título de Construtores, com dois pontos de diferença sobre a Techeetah.
A e-corrida de Nova Iorque viveu sob a sombra da dúvida entre a qualificação e a corrida devido ao meu tempo. Um aviso de tempestade fez evacuar o paddock como medida de precaução, mas menos de uma hora depois, este foi levantado e a prova aconteceu na hora prevista.
Na partida, Vergne passa Buemi e ficou com a liderança, com Lotterer a ser terceiro, na frente de Di Grassi, Piquet e Abt. O alemão tentou passar no suíço, ainda no final da primeira volta, mas não teve sucesso. Contudo, pouco depois, a organização avisou que os carros da Techeetah estavam sob investigação por causa de uma alegada falsa partida. Entretanto, na volta cinco, Lotterer passava Buemi e era segundo.
Na volta sete, José Maria Lopez tornava-se na primeira vitima da corrida, ao sofrer um toque no muro e ficar muito danificado. A seguir, Jerome D'Ambrosio e Luca Fillipi bateram forte e acabou com "full course yellow". Com isso, a Dragon acabava prematuramente a sua temporada. E foi durante esse "full course yellow" que Lotterer recebeu uma penalização de dez segundos pela falsa partida.
A corrida retomou na volta onze, com Lotterer a aproveitar para ter de cumprir o seu "stop and go", e Di Grassi a passar Buemi na volta seguinte para ser segundo. Na volta 18, Abt passou Buemi e ficou com o terceiro posto, reforçando a liderança da Audi no campeonato de Construtores.
Atrás, Félix da Costa estava a fazer uma recuperação desde o final da grelha, mas a organização decidiu penalizá-lo em dez segundos pelo seu envolvimento no acidente entre Fillipi e D'Ambrosio. Ele cumpriu antes da troca de carros.
Os carros pararam nas boxes na volta 23, para trocar de chassis, com Vergne e Di Grassi em cima um do outro. Não houve alterações nos da frente, apesar de todos andarem perto uns dos outros. O brasileiro pressionou o campeão francês, mas este resistia.
Na parte final, Di Grassi atacou Vergne, ao mesmo tempo que Lotterer entrava nos pontos, primeiro passando Sarrazin e depois Bird, para ser nono. Mas no final, não houve mudanças na classificação geral, e a Audi ficou com o título de Construtores.
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Formula E: Buemi o melhor na segunda qualificação nova-iorquina
Sebastien Buemi foi o último poleman desta temporada em Nova Iorque, batendo os Techeetah de André Lotterer e Jean-Eric Vergne, o novo campeão do mundo de Formula E. Esta tarde, numa qualificação chuvosa, Sam Bird ficou no meio da tabela e António Félix da Costa não marcou qualquer tempo, acabando por largar do último lugar da grelha.
Com tudo decidido em termos de campeonato, a grande dúvida era saber se Lucas di Grassi poderia alcançar o segundo lugar, desalojando Sam Bird dessa posição. Como foi fito em cima, a qualificação ficou marcada pela chuva. Era a primeira vez na história da competição que os pilotos encaravam uma sessão de treinos com pista molhada.
E foi com isso em vista que começou a qualificação. No primeiro grupo, estavam Stephane Sarrazin, Tom Dillmann, Luca Fillipi, Ma Qinghua e Nicolas Prost. Sarrazin foi o melhor, com 1.19,017 o piloto chinês da NIO - que substituía o lesionado Oliver Turvey - a bater no muro e a perder sete segundos no tempo final. Por esta altura, a chuva tinha acabadoe a pista começava a secar.
No segundo grupo, alinhavam Daniel Abt, Sebastien Buemi, Nick Heidfeld, o campeão Jean-Eric Vergne e Sam Bird. Buemi não fez um grande tempo na sua primeira volta, mas Vergne faz 1.19,315 e sobe para o segundo posto provisório. O suíço melhorou, fazendo o melhor tempo provisório, com 1.17,867. Vergne fez apenas o quarto melhor tempo, atrás de Daniel Abt e Lucas di Grassi. Sam Bird era quinto, e era provável que não ficasse para a Superpole.
No terceiro grupo estava Maro Engel, António Félix da Costa, José Maria Lopez, Alex Lynn e Jerome D'Ambrosio. Engel não fez grande tempo, Félix da Costa não marcou tempo - irá largar de último - e o único que fez algo interessante foi José Maria Lopez, que fez o sétimo melhor tempo provisório.
No último grupo estavam André Lotterer, Nelson Piquet Jr, Mitch Evans, Felix Rosenqvist e . Lotterer foi terceiro, tirando Bird da SuperPole, e o resto praticamente desistiu de marcar tempo por causa das condições da pista. Assim sendo, dois Audi, dois Techeetah e o Renault de Sebastien Buemi iam fazer a última parte da qualificação.
Na SuperPole, Vergne conseguiu fazer 1.18,031, antes de Lotterer o bater com 1.18.013. Abt fez um tempo 132 centésimos mais lento, e depois foi a vez de Buemi, que bateu a todos, fazendo 1.17,973, esperando todos pelo último carro, o de Lucas di Grassi. Mas na sua volta lançada, tocou na parede com alguma violência e danificou o carro, deitando por terra a sua chance de ficar com a pole-position. Assim sendo, Buemi fez a sua 11º pole-position da sua carreira, com os Techeetah atrás dele.
A corrida acontecerá pelas oito da noite, horário de Lisboa, e com um tempo instável à vista, promete ser emocionante.
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Formula E: Ma Qinghua vai substituir Oliver Turvey em Nova Iorque
O chinês Ma Qinghua vai correr este domingo a última corrida da Formula E pela NIO depois de Oliver Turvey ter sofrido ontem um acidente na qualificação da corrida de ontem e ter fraturado o seu pulso direito.
"Hoje [sábado] de manhã, durante o segundo treino para a 11ª rodada do campeonato da FE, em Brooklyn, Nova York, o piloto #16 Oliver Turvey fez um contacto forte com o muro da parte de fora da curva 14 durante a segunda simulação de corrida", começou a afirmar a equipa no seu comunicado oficial.
"De regresso às boxes, Oliver não se sentiu bem e foi levado ao centro médico do circuito de Red Hook. A decisão foi tomada após a mão esquerda de Oliver ser examinada no hospital. Como resultado, ele não participa da classificação", concluiu.
Qinghua, de 30 anos, é piloto de reserva da equipa chinesa, e já tem oito participações na competição, nunca tendo chegado aos pontos. Esta temporada substituiu Luca Fillipi na etapa parisiense da Formula E, tendo chegado ao fim na 17ª posição.
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sábado, 14 de julho de 2018
Formula E: Di Grassi o melhor, Vergne já é campeão
Jean-Eric Vergne tornou-se esta noite no novo campeão do mundo ao terminar a primeira corrida de Nova Iorque no quinto posto, numa prova vencida por Lucas di Grassi. No dia nacional de França, o piloto da Techeetah aproveitou bem o facto de largar no fundo da grelha para fazer uma prova de recuperação, conseguindo passar o seu maior rival, Sam Bird, que foi apenas nono classificado.
Já António Félix da Costa ficou à beira dos pontos, tendo acabado na 11ª posição. Contudo, esta corrida ficou marcada pelo acidente de Alex Lynn, que causou a entrada do Safety Car, encurtando a corrida em duas voltas.
A partida começou com Buemi a largar bem, mas Evans, que estava a seu lado, não avançou mais que alguns metros para depois parar de vez. Atrás, Jerome D'Ambrosio sofreu um toque com José Maria Lopez, o seu companheiro de equipa, e quebrou a sua asa dianteira. Atrás, Lotterer e Bird passavam alguns pilotos para subir na classificação, enquanto Buemi mantinha a liderança com Abt e Piquet atrás. E Vergne mantinha-se no último posto.
Com o passar das voltas, os Audi eram os carros mais eficientes, passando alguns carros. No final da sexta volta, Di Grassi era sexto, e não estava longe de Prost. E quase ao mesmo tempo, Daniel Abt conseguiu passar Buemi para ficar com a liderança da corrida. Na volta seguinte, Tom Dillman passou Nelson Piquet Jr para ser terceiro e na volta dez, André Lotterer chegava aos pontos, depois de passar os Virgin de Bird e Lynn.
Nessa altura, Lotterer começou a fazer a sua parte, de bloquear os Virgin para permitir a aproximação de Vergne, que era já 12º - depois de passar Rosenqvist e Félix da Costa - mas queria ficar mais perto da concorrência para os poder ultrapassar.
Por esta altura, Di Grassi aproximava-se do Venturi de Tom Dillmann para ver se conseguia chegar ao pódio, e já na volta 14, Vergne passava Bird, apesar de ambos ainda não estarem a pontuar. Duas voltas depois, o brasileiro ficou com o terceiro posto, ao mesmo tempo que Bird passava Vergne e o deixava de fora dos pontos. Di Grassi foi atrás de Buemi para ver se ficava com o segundo posto, mas já havia alguma vantagem.
Perto da troca de carros, Buemi já tinha sido passado por Di Grassi, Vergne já estava na frente de Bird e nos pontos, no sétimo posto, e Lotterer era já sexto. Nesta altura, Vergne já tinha os pontos suficientes para comemorar já o campeonato. Bird só chegou aos pontos na volta 22.
Na volta 23, todos entraram nas boxes para trocar de carros. Os três primeiros mantiveram as posições, com o Mahindra de Rosenqvist e o Jaguar de Piquet parados durante algum tempo na saída das boxes. O piloto brasileiro andou alguns metros até parar de vez. Os Techeetah aproveitaram bem para voltarem à pista no quinto e sexto posto, enquanto Bird era nono. Uma volta depois, Di Grassi passou Abt e era o novo líder da corrida, consolidando os dois primeiros lugares aos carros da Audi.
Na volta 30, Vergne passou Lotterer e era quinto. Com Bird ainda a ser nono e longe de apanhar concorrência, isto fazia com que o piloto francês era cada vez mais campeão. Tudo andava normalmente até à volta 35, quando Alex Lynn perdeu o controlo do seu carro e bateu de traseira, acabando por destruir o carro. O Safety Car acabou por ser inevitável e todos os pilotos se juntaram.
Contudo, com a quantidade de destroços a serem limpos, e com o tempo a chegar ao seu limite, a corrida voltou a três minutos do tempo limite. Ali, Di Grassi foi-se embora e apesar das tentativas de ultrapassagem de muitos pilotos, não houve grandes mudanças na geral.
No campeonato, Vergne já era campeão e Bird tem agora uma vantagem de 15 pontos sobre Lucas di Grassi, logo, o segundo lugar também está em jogo para o piloto inglês da Virgin. Amanhã é a última corrida da temporada da Formula E.
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Formula E: Buemi faz a pole em Nova Iorque
Sebastien Buemi foi o melhor na qualificação para a primeira das duas corridas que vai acontecer este fim de semana em Nova Iorque e que vai servir de encerramento para a temporada 2017-18 da competição. A qualificação desta tarde ficou também marcada pela desqualificação dos Techeetah de Jean Eric Vergne e André Lotterer, que tinham-se qualificado para a SuperPole, mas acabariam por partir da última fila da grelha, com vantagem para Sam Bird, que partiria de 14º na grelha.
Com calor, asfalto aquecido - mais de 42 graus no asfalto - e pista suja - as condições estavam prontas para a sessão de qualificação em Nova Iorque. Os pilotos tinham queixas sobre as condições de pista, mas iriam fazer o melhor para conseguir um bom tempo e não serem tão prejudicados.
No primeiro grupo, com Jean-Eric Vergne, Lucas di Grassi, Sebastien Buemi, Sam Bird e Felix Rosenqvist, o francês da Techeetah conseguiu ser o melhor, mas não tinha a certeza se o seu tempo seria suficiente para a SuperPole. Contudo, conseguia ficar na frente de Sam Bird - que fazia um tempo muito modesto - e do resto da concorrência no seu grupo, o que lhe dava uma vantagem na luta pelo título mundial. Mas pouco depois, o seu tempo estava a ser investigado por causa de suspeitas sobre o uso de energia no seu carro durante essa volta rápida.
No segundo grupo, constituído por Mitch Evans, Nelson Piquet Jr, Daniel Abt, André Lotterer e Oliver Turvey, Lotterer, companheiro de equipa do piloto francês, conseguiu um bom tempo, mas ficou a 37 centésimos de Vergne, o que ajudava a abrir mais espaço entre ele e Bird.
Pouco tempo depois, foi a vez do Grupo 3, com o Venturi de Maro Engel, o Andretti de António Félix da Costa, o Dragon de Jerome D'Ambrosio, Alex Lynn, no seu NIO e o Mahindra de Nick Heidfeld. D'Ambrosio fez o quarto tempo provisório, e os outros não conseguiram desalojar. Ainda por cima, António Félix da Costa chegou a tocar no muro para ser apenas o 11º na grelha provisória.
No último grupo estavam o Dragon de José Maria Lopez, o Andretti de Stephane Sarrazin, Tom Dillmann - que substitui de novo Edoardo Mortara e Nicolas Prost. Sarrazin chega a tocar no muro por duas vezes, mas consegue sair do lugar onde tinha batido sem prejudicar ninguém. Mas logo a seguir Nicolas Prost coloca o seu carro no quinto posto, sendo candidato à SuperPole. Por esta altura, a organização decidiu desqualificar os Techeetah, por acharem que a equipa usou demasiada energia nos seus carros.
Assim sendo, Daniel Abt, Nicolas Prost, Sam Bird, Mitch Evans e Jerome D'Ambrosio iriam fazer a SuperPole. Esta começou com Prost na pista, fazendo 1.14,921, mais marcando um tempo que outra coisa. Sebastien Buemi foi para a pista logo a seguir e tirou mais de um segundo no tempo de Prost, fazendo 1.13,911 e tornando-se favorito para a pole. Felix Rosenqvist fez o seu tempo, mas o melhor que conseguiu foi ficar entre os pilotos da Renault. Mitch Evans foi a seguir, indo aos limites mas conseguindo um tempo meio segundo mais lento que Buemi. E depois de Daniel Abt fazer a sua volta, o suíço comemorou a sua primeira pole no fim de semana novaiorquino.
A primeira corrida do fim de semana noaiorquino acontece pelas 20 horas de Lisboa.
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quinta-feira, 12 de julho de 2018
Formula E: Felix da Costa quer acabar a temporada a pontuar
A Formula E avança este fim de semana para a sua conclusão, com uma jornada dupla em Nova Iorque. O traçado de 2370 metros, com catorze curvas e situada entre os bairros de Brooklyn e Red Hook, tem vistas deslumbrantes sobre o icónico horizonte de Manhattan e a Estátua da Liberdade.
Num campeonato onde Jean-Eric Vergne é grande o favorito à vitória final, com Sam Bird não muito atrás, outros pilotos tem objetivos diferentes para este fim de semana duplo. Um deles é António Félix da Costa. O piloto oficial da BMW pretende pontuar em ambas as provas, nesta jornada dupla que enfrenta na "Grande Maçã".
Para o piloto português, esta jornada é diferente e considera "um fim-de-semana extremamente importante para a equipa e todos estamos apostados em fechar a época com um bom resultado. É claro que é frustrante não dispor de um carro capaz de lutar pelas vitórias, mas vamos procurar surpreender a concorrência, trabalhámos bastante em simulador e temos bem definido o plano para o fim-de-semana. Não tem sido um ano fácil, mas é hora de encerrar este capitulo para entrarmos na próxima temporada na máxima força, onde iremos contar com um novo carro, desenvolvido pela BMW", referiu.
Com Vergne e Bird separados por 23 pontos, numa jornada que têm 52 pontos em disputa, ambas as corridas acontecerão durante o fim de semana, uma ao sábado e outra ao domingo, ambos a acontecerem entre as 20:30 (no sábado) e 20 horas (no domingo) ambos no horário de Lisboa.
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domingo, 16 de julho de 2017
Formula E: Bird vence de novo, Di Grassi quinto
Sam Bird foi o grande vencedor neste fim de semana, pois depois de ter vencido a corrida de ontem, venceu esta tarde na segunda corrida nas ruas de Nova Iorque, conseguindo bater os Mahindra de Felix Rosenqvist e Nick Heidfeld. Pierre Gasly foi o quarto, na frente de Lucas di Grassi e mais uma vez, António Félix da Costa andou nos pontos, mas ficou de fora por causa de uma penalização, depois de um toque com o Dragon de Loic Duval.
Com mais três voltas do que na corrida de ontem, o grande desafio dos pilotos era de manter a energia nos seus carros o tempo suficiente para chegar ao fim. Depois de Bird ter feito a pole-position, na partida, Felix Rosenqvist pulou para a frente, ficando com o comando, enquanto que atrás, o Techeetah de Jean-Eric Vergne e o carro de Maro Engel sofreram um toque e atrasaram-se. Mitch Evans teve problemas com a bateria e acabaria por encostar o seu Jaguar de vez. Outro que teve problemas foi Daniel Abt, que também encostou de vez.
Nas voltas seguintes, Bird foi atrás de Rosenqvist, e na sexta volta, o piloto da Virgin conseguiu passar para a frente da corrida. Depois disto, o inglês foi-se embora e começou a ganhar vantagem, ficando a dois segundos do sueco, pouco antes da troca de carros. Atrás, Di Grassi tentava subir no pelotão e por alturas da volta 15, já era quinto classificado.
Na volta 20, o carro de Alex Lynn parou na pista, o suficiente para que a organização decidir por um "full course yellow", e isso foi aproveitado para que os pilotos trocassem de carro. Os Mahindra tentaram antecipar Bird na chegada às boxes, mas não conseguiram. Nas voltas seguintes, trocaram-se os carros, e quando voltou à bandeira verde, as coisas ficaram mais calmas, porque os carros tiveram de se preservar para ver se chegavam ao fim. Tanto que Rosenqvist e Heidfeld trocaram de lugar no sentido de preservar o carro.
Atrás, havia luta entre os carros da Dragon Racing e o Andretti de Félix da Costa, com os pilotos a pressionarem para ficar com o oitavo posto. Lá conseguiram passar, depois de na travagem para o gancho, o piloto português fez um pião. Contudo, o duelo continuou, e a duas voltas do fim, quando D'Ambrosio passou Duval no mesmo sitio, o francês escorregou e o piloto português colou-se ao piloto da Dragon. Contudo, a ultrapassagem foi "musculada" e os comissários decidiram penalizá-lo com um "drive through".
No final, Pierre Gasly foi ao ataque e tentou passar os Mahindra na última curva, mas os calculos correram mal e bateu no muro. Contudo, ainda se classificou na quarta posição, depois de Bird, Rosenqvist e Heidfeld, com Di Grassi na quinta posição, conseguindo mais dez pontos, mas não o suficiente para apanhar Buemi, que como era sabido, ausentou-se neste fim de semana devido a compromissos com a Toyota no WEC. A diferença é agora de dez pontos (157 contra 147) com Rosenqvist a ser terceiro no campeonato, com 104 pontos.
A Formula E vai agora para Montreal, para a prova final da temporada, no fim de semana de 29 e 30 de julho.
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sábado, 15 de julho de 2017
Formula E: Bird venceu a primeira corrida em Nova Iorque
Sam Bird foi o vencedor da primeira corrida em paragens nova-iorquinas. O britânico deu à Virgin a sua primeira vitória do ano, batendo os Techeetahs de Jean-Eric Vergne e Stephane Sarrazin. Lucas di Grassi foi o quarto classificado, conseguindo 12 pontos importantes na tentativa de recuperação da liderança a Sebasatien Buemi, que está ausente nesta fim de semana devido a compromissos na Endurance. Quanto a António Félix da Costa, as limitações no carro da Andretti fizeram com que não fosse mais longe do que a 12ª posição da geral, ficando fora dos pontos.
Com Manhattan e a Estátua da Liberdade como pano de fundo, a partida para a primeira corrida deste fim de semana americano começou com Daniel Abt a conseguir passar Lynn no gancho, enquanto que os pequenos toques no meio do pelotão fizeram com que Mitch Evans tenha terminado prematuramente a sua corrida porque a sua suspensão tinha-se quebrado. O alemão da Audi-Abt abriu algum tempo para o britânico da Virgin - qusse um segundo - para ver se escapava das confusões do meio da grelha. Sam Bird era o terceiro, seguido por Jean-Eric Vergne.
Com o passar das voltas, Abt liderava, mas não conseguia distanciar-se, enquanto que havia uma troca entre Virgin, com Bird a ficar com a segunda posição, deixando Lynn no terceira posição. O inglês colou-se ao alemão e na travagem para o segundo gancho, na volta 16, o piloto da Virgin conseguiu passar Abt e ficou com a liderança.
Atrás, ao mesmo tempo, Nick Heidfeld conseguiu passar Alex Lynn e ficou com o terceiro posto, e partindo ao ataque a Abt para ver se ficava com o segundo posto. E na volta 18, Adam Carrol tentava defender-se dos ataques de António Félix da Costa, acabando com danos no carro da Andretti, e o piloto português caiu da 13ª para a 17ª posição, indo antecipadamente para as boxes. Duas voltas depois, Lynn perdia mais uma posição para Stephane Sarrazin.
Na volta 21, Lynn é o primeiro a parar nas boxes para trocar de carro, a o resto do pelotão fez a mesma manobra nas voltas seguintes. No regresso à pista, Bird estava na frente, com Vergne em segundo e Abt o terceiro. Três voltas depois, o Virgin de Lynn teve problemas e encostou de vez na pista, causando o terceiro abandono na corrida.
A partir deste momento, as atenções ficaram concentradas em Di Grassi, que atacava Rosenqvist para o quinto posto. apesar de usar o "Fan Boost", ele não conseguia apanhar o piloto sueco da Mahindra. Ao mesmo tempo, o outro Mahindra de Nick Heidfeld chegava-se ao piloto brasileiro e este se sentia ensanduichado... tudo ficou resolvido na volta 34, quando o sueco fez um pião e bateu, deixando Di Grassi e Heidfeld livres para lutar.
Rosenqvist trocou a asa traseira, mas caiu para o fundo do pelotão. Heldfeld tentou pressionar o piloto brasileiro, mas na volta 38, Heidfeld parou na pista de vez devido a uma quebra de suspensão e os comissários mostrarem a bandeira amarela. O lugar onde ele parou foi mais do que suficiente para que o Safery Car entrasse na pista.
Esta voltou para as boxes a duas voltas do fim, e Bird manteve na liderança até à banderia de xadrez, na frente de Vergne, com Sarrazin a ser terceiro, depois de um erro de Abt o ter atirado para o fundo do pelotão. Lucas Di Grassi foi o quarto, conseguindo doze pontos importantes para a luta pelo campeonato. Duval acabou em quinto, Turvey, Gasly, Nico Prost, Robin Frijns e Adam Carrol fecharam os pontos.
Buemi continua a liderar, com 157 pontos, mais vinte do que Lucas Di Grasi, enquanto que Feliz Rosenqvist é o terceiro, com 86. Amanhã haverá segunda corrida em paragens nova-iorquinas.
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sexta-feira, 23 de junho de 2017
Rumor do Dia: Gasly poderá substituir Buemi em Nova Iorque
O francês Pierre Gasly poderá ser o substituto de Sébastien Buemi na Renault e.dams. O suíço, líder do campeonato, terá que falhar a ronda dupla de Nova Iorque devido às 6 Horas de Nürburgring do Mundial de Resistência (WEC), nas quais vai representar a Toyota. Já o piloto da 'cantera' da Red Bull, disputa esta temporada a Super Fórmula do Japão, seguindo na 14ª posição, com um ponto, ao cabo de duas rondas.
O site Motorsport.com escreve nesta quinta-feira que Gasly é o principal candidato à vaga de Buemi, tendo passado já algum tempo a trabalhar na fábrica da DAMS durante o fim-de-semana das 24 Horas de Le Mans. Além disso, terá autorização da Red Bull para falhar a presença no GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1 e competir em Nova Iorque. A confirmação do substituto de Buemi deverá surgir ainda neste mês.
Gasly, de 21 anos (nasceu a 7 de fevereiro de 1996), foi campeão da Eurocup Formula Renault 2.0 em 2013, vice-campeão da Formula Renault 3.5, no ano seguinte e campeão da GP2 Series em 2016. Este ano, corre na Super Formula, no Japão, e está debaixo da asa da Red Bull, como piloto de desenvolvimento.
Gasly, de 21 anos (nasceu a 7 de fevereiro de 1996), foi campeão da Eurocup Formula Renault 2.0 em 2013, vice-campeão da Formula Renault 3.5, no ano seguinte e campeão da GP2 Series em 2016. Este ano, corre na Super Formula, no Japão, e está debaixo da asa da Red Bull, como piloto de desenvolvimento.
O objectivo da Renault e.dams no ePrix de Nova Iorque passa por proteger o comando do campeonato de Buemi dos ataques de Lucas di Grassi, no seu Audi-Abt, mas o facto de Gasly ser um piloto inexperiente na Fórmula E não deverá ser grande problema. Pelo menos, a avaliar pelas palavras do chefe de equipa, Jean-Paul Driot: "Sei que iremos colocar alguém no monolugar se tivermos que fazer uma mudança. Não há ninguém livre que tenha uma boa experiência na Fórmula E para nós, por isso o piloto que teremos não vai ter experiência competitiva".
Ainda não se sabe quem serão os substitutos de outros dois pilotos que se ausentarão da corrida de Nova Iorque: o britânico Mike Conway e o argentino José Maria Lopez.
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sexta-feira, 23 de setembro de 2016
O elemento certo para o local certo
Ao ver esta foto de um carro elétrico sobre esta paisagem, lembrei-me de um velho sonho de Bernie Ecclestone, e como está a ser irónico ver que todas as aspirações que o anãozinho tinha estão a ser concretizadas por uma outra categoria, que tem... no silêncio como arma para jogar com os organizadores.
Para quem não sabe muito bem do que estou a falar, Bernie sempre teve o sonho de ver a Formula 1 nos Estados Unidos. Não um Grande Prémio de Formula 1, mas uma categoria maioritariamente americana, com mais algumas corridas na Europa. Ao longo dos anos 80, concretizou alguns desses sonhos - Long Beach, Las Vegas, Phoenix, Dallas... - mas Bernie sempre quis ter uma corrida na baixa de Nova Iorque. Vê-los a andar em Manhattan, na Times Square, era algo que Bernie sonhou, e esteve bem próximo de acontecer em 1983. A corrida chegou a ser incluida no calendário, no lugar da corrida de Las Vegas, mas acabou por não acontecer, devido às burocracias locais. E foi por isso que começamos a ter os GP's da Europa.
E claro, mais recentemente, a ideia de haver um "GP de New Jersey", com o "skyline" de Manhattan como pano de fundo, que chegou a ser apresentado com pompa e circunstância e com corrida marcada no calendário de 2014, acabou por não acontecer devido aos mesmos problemas de há mais de 30 anos. Os novaiorquinos até gostariam de ter cisas dessas nas suas bandas, mas provavelmente é nos seus termos e não nos termos dele.
Mas ao ver a Formula E a expandir - e a explodir! - de dimensão, em apenas dois anos e pouco - a terceira temporada começa a 9 de outubro, com 14 provas, duas delas jornadas duplas na América do Norte - percebe-se que a Formula E vai conseguir aquilo que Bernie sempre quis, mas não conseguiu: automóveis a correr no o "skyline" da "Big Apple" como pano de fundo. Só que estes carros são silenciosos, por muito que os fanáticos do ruído não queiram admitir. Se calhar, é esse o elemento que faltava.
De uma certa forma, poderei dizer que Alejandro Agag faz um trabalho melhor do que o anãozinho octogenário, mas também temos de ver como anda a disposição das pessoas em relação ao futuro do transporte. Ter algo "limpo" está na moda, e cada vez mais os carros elétricos apresentam as óbvias vantagens que têm, e mais do que a (falta de) barulho, falamos de carros que na sua versão de estrada, tem menos peças quebráveis, e o seu custo de abastecimento é bem menor do que o veículo a gasolina. Ou seja, ele tem a vida facilitada nesse campo.
De uma certa forma, poderei dizer que Alejandro Agag faz um trabalho melhor do que o anãozinho octogenário, mas também temos de ver como anda a disposição das pessoas em relação ao futuro do transporte. Ter algo "limpo" está na moda, e cada vez mais os carros elétricos apresentam as óbvias vantagens que têm, e mais do que a (falta de) barulho, falamos de carros que na sua versão de estrada, tem menos peças quebráveis, e o seu custo de abastecimento é bem menor do que o veículo a gasolina. Ou seja, ele tem a vida facilitada nesse campo.
E se Bernie não tem (ou não gosta), ele retalia: há rumores de que a corrida de Montreal poderia usar partes do circuito Gilles Villeneuve, caso não consigam montar uma pista no centro da cidade canadiana, e fala-se que Bernie ameaçou retirar a pista do calendário. Como todos os rumores tem um fundo de verdade, podemos assumir que ele detesta concorrência, especialmente aquele que aumenta de tamanho, como a Formula E e o WEC, por exemplo.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Formula E: Divulgado o circuito de Nova Iorque
Nova Iorque vai encerrar o calendário da formula E na temporada de 2016-17, a meio de julho, e vai ser em Brooklyn, ao pé do terminal de cruzeiros da cidade, anunciou esta quarta-feira a organização da competição.
Para além de ser localizada naquele sitio, o circuito vai ser feito no sentido anti-horário do termo, e não terá as chicanes dos quais esses circuitos começam a ser famosos.
A prova será uma das duas jornadas duplas que encerrará o campeonato, nos dias 29 e 30 de julho do próximo ano. Quando ao campeonato em si, este arrancará a 9 de outubro, em Hong Kong.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Haverá ou não uma corrida em New Jersey?
A grande noticia do dia veio da boca do próprio Bernie Ecclestone, que muito provavelmente não haveria um GP em New Jersey, que está marcada para o meio de junho de 2013 no calendário provisório da Formula 1. Segundo ele, em declarações ao jornal The Guardian, “os organizadores não cumpriram os termos e condições do contrato que dessa forma cessou a sua validade. A partir de agora eles não têm contrato.”
Não é a primeira vez que ele diz isso. Já tinha avisado em abril que havia atrasos na construção e pagamento do circuito urbano que está a ser construido nas margens do Rio Hudson, e em agosto, a pessoa que estava à frente do projeto, Tom Cotter, demitiu-se.
"Estamos muito perto do final do prazo. Teremos uma reunião do Conselho Mundial dentro em breve, e creio que se tiverem alguém a apoiá-los, então acontecerá em 2013, porque já fizeram muito trabalho em erguer a pista", concluiu.
Com o "skyline" de Manhattan ao fundo, New Jersey era um velho sonho do próprio Bernie. Em 1983, chegou a estar marcado no calendário um GP de Nova Iorque, que seria corrido na zona do Times Square, mas foi cancelado a meio do ano e no seu lugar deu origem no GP da Europa, em Brands Hatch.
Sendo as negociações entre ele e os organizadores dos circuitos um assunto muito opaco, andei a ler ao longo do dia as reações de algumas das pessoas mais por dentro do assunto, mas por agora, andam todos muito calados. Pode ser que estejam em viagem para o Japão ou para outros lados, mas também posso entender este silêncio uma forma de afirmar que nunca acreditaram nesta história de uma segunda corrida em paragens americanas. A unica reação significativa a não ser dos organizadores locais, que dizem que tudo está a ser feito como previsto. Curiosamente, a noticia surge no mesmo dia em que Charlie Whitting deu luz verde para a realização do GP dos Estados Unidos, no circuito texano de Austin...
Mas há coisas que aprendi com as declarações de Ecclestone, são as seguintes: existe sempre uma segunda leitura para além do obvio. É dinheiro e garantias de que ele irá receber a sua parte. Aliás, o próprio Ecclestone afirmou este domingo, em Singapura, que só falaria com alguém relacionado com um futuro GP da Argentina "quando deparasse com pessoas sérias".
Esta sexta-feira, em Paris, saberemos o calendário para 2013, e veremos de New Jersey faz parte. Se sim, é porque deram garantias, se não, poderá haver uma briga relacionada com dinheiro. No mínimo.
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sábado, 11 de agosto de 2012
Uma despedida em grande
Contado, ninguém acredita. Mas é mais um exemplo de criatividade e amor a um automóvel. Um senhor, proprietário de um Honda Civic de 1982, decidiu andar com o carro praticamente até ao ponto da sucata e quando este se verificou que estava no ponto de ser reciclado, decidiu fazer um funeral à boa maneira de Nova Orleães, embora o evento tenha acontecido em Nova Iorque.
Harry Etting, o proprietário deste carro, deu o nome de "Bluey" devido à sua cor azul celeste, e ficou com ele durante este tempo todo. Com o tempo, o azul virou mais o castanho resultante da ferrugem do carro, apesar da mecânica ainda funcionar. E ainda por cima, em 1992, o seu carro tinha sido roubado num motim e encontrado de cabeça para baixo. A seguradora deu-o como "perda total", mas o seu proprietário não desistiu e fez de tudo para que voltasse a funcionar. E conseguiu.
Mas apesar destas manifestações de amor - "o melhor amigo que já alguma vez tive", nas palavras do seu proprietário, um dia chegaria a altura em que não serviria nem para ser restaurado, e esse dia chegou. Após 170 mil milhas do conta-quilómetros - algo como 273 mil quilómetros - Bluey foi para o grande paraíso dos automóveis, servir de pasto para as máquinas de reciclagem, para poder "viver noutros automóveis". E numa última manifestação de amor, deu-lhe uma despedida à maneira.
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sexta-feira, 1 de junho de 2012
Rumor do dia: GP de New Jersey prestes a ser cancelado
Os rumores correm desde há alguns dias, e a cada hora que passa, a ideia de um segundo Grande Prémio em solo americano, depois de Austin, no Texas, está a cair por terra. As dúvidas surgiram a meio da semana passada como simples rumores, mas no final desta semana, no Mónaco, Bernie Ecclestone disse a Chris Sylt, do site Pitpass, afirmou ter dúvidas quanto à realização da corrida em 2013.
"Não sei se vai acontecer. Espero que tudo esteja OK, aparentemente, estão a resolver alguns dos problemas pendentes com fundos próprios. Se estiverem prontos em 2013, iremos então correr por lá", afirmou.
Contudo, esta quinta-feira, o mesmo site afirma que Ecclestone já não conta com a segunda corrida americana no calendário, que estaria prevista para o mês de junho, uma semana depois do GP do Canadá. A razão por trás disto é que os organizadores do GP de New Jersey, desde que anunciaram com pompa e circunstância a realização do Grande Prémio, em novembro do ano passado, fracassaram na tentativa de arranjar fundos privados que sirvam para financiar a aventura de New Jersey, com os carros de Formula 1 a passar com o "skyline" de Nova Iorque como pano de fundo.
Sobre isso, um porta-voz dos promotores da corrida de Nova Jérsia referiu ao mesmo site que “não fazemos comentários relativos à nossa relação contratual com a F1 ou os seus detalhes. Está tudo em andamento para termos uma grande corrida em junho de 2013, e tudo, desde a construção à engenharia, está dentro do calendário previsto. Temos grande apoio de Nova Jérsia, Nova Iorque e as comunidades locais. Estamos confiantes que iremos ter um grande evento”, referiu.
Caso o rumor seja verdadeiro, isso significa mais um golpe nas suas aspirações de colocar a Formula 1 em solo americano, bem como o desmoronar de um velho sonho de 30 anos, que é o de ter a Formula 1 a rolar na zona de Nova Iorque. Chegou a haver uma corrida marcada no calendário do mundo de 1983, mas esta acabou por ser cancelada e no seu lugar, apareceu o GP da Europa, que decorreu no circuito de Brands Hatch.
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