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terça-feira, 18 de junho de 2019

CPR: Teodósio quer ganhar em Castelo Branco

Com o Campeonato Português de Ralis a entrar na fase de asfalto, a começar com o Rali de Castelo Branco, Ricardo Teodósio, o atual líder, deseja continuar nos triunfos e na liderança do campeonato. Para o piloto algarvio, que ganhou aqui em 2018, apesar da mudança de superfície para este ano, o objectivo é o mesmo.

Estamos muito motivados para o início da fase de asfalto e o Rali de Castelo Branco pode ser um ponto importante na nossa época”, começou por afirmar o piloto da Guia, que ai competir com um Skoda fabia R5. 

Depois da fase de terra, vamos testar esta segunda-feira no asfalto e tentar encontrar um bom set up, já que o campeonato deste ano está muito competitivo e é importante estarmos confiantes no carro para atacar. Estou convencido que estaremos novamente na luta pela vitória”, concluiu, ele que continua a ser navegado por José Teixeira.

O rali de Castelo Branco, que acontecerá nos dias 22 e 23 de junho, terá dez provas especiais de classificação e quase 130 quilómetros de troços que serão corridos contra o cronómetro. 

terça-feira, 11 de junho de 2019

CPR: Apresentado o Rali de Castelo Branco

A semana e meia da próxima prova do Nacional de Ralis, a prova de Castelo Branco foi apresentado neste final de semana com o objetivo de mostrar as alterações que foram feitas para este ano, pois agora marca o inicio da temporada de asfalto, depois de quatro edições onde foi disputado em pisos de terra.

Na apresentação do rali, o seu director de prova, Luís Dias, explicou o que quiseram fazer com este rali, especialmente numa altura critica como é este final de primavera e inicio do verão.

Em 2019 procurámos, mais uma vez, inovar. Criámos, por isso, um percurso totalmente novo na história do Rali de Castelo Branco. Queremos agradar a pilotos e ao público. Regressamos à zona de Vila Velha de Ródão e a super-especial também terá um formato diferente, na expectativas de que os adeptos possam seguir o espectáculo de forma mais intensa e sempre em segurança”, começou por explicar.

Estamos numa época de incêndios. O comportamento das pessoas que seguem a prova é extremamente importante para evitar problemas. Lembramos que é absolutamente proibido foguear. Queremos que esta ronda do Campeonato de Portugal de Ralis e do Campeonato do Centro de Ralis decorra sem problemas e só o cariz desportivo seja realçado durante dois dias de competição”, acrescentou.

A pontuar para o CPR e o Campeonato Centro Ralis, o Rali de Castelo Branco contará com dez provas especiais de classificação e quase 130 quilómetros de troços contra o cronómetro. 

quarta-feira, 5 de junho de 2019

WRC: Greensmith achou a estreia "quase perfeita"

O britânico Gus Greensmith gostou da sua estreia num carro WRC no Rali de Portugal. Correu sem pressão ao volante de um Ford oficial, apenas com o objectivo de fazer quilómetros e aprender como é correr com num carro deste tipo, Greensmith esteve bem enquanto manteve o carro em prova, apesar de dois acidentes o terem impedido de chegar ao fim.

"Senti que estava melhor a cada quilómetro,", começou por dizer, antes do acidente que acabou por levá-lo a sair de estrada no último troço do dia. "Falhei uma travagem, atravessei o carro e bati com a traseira numa árvore. Foi um erro parvo, mas não posso estar chateado porque afinal de contas estava a conduzir um World Rally Car e isso foi fantástico", concluiu.

No domingo, o britânico teve nova batida, por motivos mecânicos, devido à quebra de um braço da suspensão. Mas isso não invalidou de ter tido uma boa estreia ao volante de um carro WRC.

"Foi um bom fim de semana para nós. Por qualquer razão tudo pareceu bater certo, e para ser honesto, fomos rápidos bem depressa. Estivemos a lutar com o Elfyn [Evans] e o Teemu [Suninen] parte de todo o fim de semana, e isso era algo que eu não esperava.", concluiu.

terça-feira, 4 de junho de 2019

Youtube Rally Video: O ambiente do Rali de Portugal

Que os videos do Pedro Figueiredo valem a pena ver, isso é verdade. Então, agora que ele está a dedicar esta semana a divulgar os videos que montou sobre o Rali de Portugal, melhor ainda. 

Este é especial. Mais do que ver os carros a passar, o ambiente do publico nestas provas é outro espectáculo dentro do espectáculo dos ralis. Este video foi durante a passagem dos carros pela especial de Vieira do Minho, no sábado.

domingo, 2 de junho de 2019

Youtube Rally Video: O ambiente em Fafe-Lameirinha


Que este lugar é um dos mais icónicos do Rali, como o Col de Turini ou o Ohuninpohja, é isso é verdade. Fafe-Lameirinha, com o Confurco e o salto da Pedra Sentada incluídos, é tão marcante que não é por acaso que a chamam de "catedral dos ralis". E claro, a organização faz dela o lugar para a Power Stage do Rali de Portugal, pela hora do almoço.

Este video da Rosmanao Videos mostra o ambiente e a velocidade dos pilotos a passar por ali nas duas passagens pela especial, neste domingo de manhã. 

sábado, 1 de junho de 2019

WRC 2019 - Rali de Portugal (Dia 2)

Ott Tanak continua a liderar o Rali de Portugal, completadas estão treze especiais de classificação. O piloto estónio da Toyota tem uma vantagem de 4,3 segundos sobre Kris Meeke. Ao estónio, era para beneficiar da desistência de Jari-Matti Latvala para alargar ainda mais a sua liderança no rali, mas um despiste na última especial fez reduzir a diferença para quase um mínimo. Thierry Neuville tem o lugar mais baixo do pódio, a 9,2 segundos da liderança e ainda com uma chance, bem como Sebastien Ogier, a 21 segundos.

Depois de vermos no final do dia de ontem que os Toyota dominavam, monopolizando os três primeiros lugares da geral, após a passagem do rali pelo centro, este sábado foi dedicado às classificativas do norte, com passagens duplas por Vieira do Minho, Cabeceiras de Basto e Amarante.

O dia começou com Meeke ao ataque, vencendo na primeira passagem por Vieira do Minho, batendo Latvala por três segundos e Ogier em 4,6. Tanak perdeu nove segundos e viu Latvala aproximar-se, reduzindo a diferença entre ambos para 13 segundos. O estónio disse depois que tivera um problema de travões.

Latvala venceu depois em Cabeceiras de Basto, com uma vantagem de 0,4 segundos sobre Tanak, enquanto Meeke era terceiro, a 2,8 segundos. Ogier era quinto, a 4,1 segundos, mas foi suficientemente veloz para passar Neuville para ser quarto classificado. No final da manhã, em Amarante, Latvala era o mais veloz, deixando Neuville a 4,2 segundos e Tanak a 5,8. Isso foi suficiente para o belga da Hyundai recuperar o quarto lugar perdido para Ogier na especial anterior.

Nesta altura, havia mudanças no WRC2, com o polaco Lukasz Pieniaszeck a ter problemas de travões, enquanto o norueguês Ole Christian Veiby tinha um principio de incêndio no seu Volkswagen Polo R5. O norueguês acabou por desistir.

Na parte da tarde, Tanak voltou a vencer na segunda passagem por Vieira do Minho, passando Meeke por um segundo e Neuville por 4,5. Latvala perdeu 9,7 segundos devido a uma pancada. "Tivemos um pequeno impacto e a frente parece estar um pouco solta. Precisamos de verificar as molas da frente. Fui mais devagar para ver se acabava a especial e verificar o carro", disse depois, no final da especial.

De facto, os problemas da suspensão eram pertinentes e agravaram-se na especial seguinte, acabando por abandonar. Quem também teve problemas foi Gus Greensmith, que perdeu mais de 37 segundos devido a um furo. Com isso, Tanak tinha agora Kris Meeke na sua frente, mas com Neuville e Ogier não muito longe.

O dia acabou com Neuville a vencer na segunda passagem por Amarante, 1,8 segundos na frente de Meeke e 3,5 segundos sobre Ogier. Tanak perdeu 12,7 segundos devido a um despiste, fazendo com que aumentasse a luta pela liderança, agora reduzida a um mínimo.

Depois dos quatro primeiros, Esapekka Lappi é o quinto, a 1.37,5 segundos do primeiro, um pouco distante do sexto, Teemu Suninen, a dois minutos e 2,7. Elfyn Evans é o sétimo, noutro Ford, a seis minutos e dez segundos, na frente de Kalle Rovanpera, o melhor dos WRC2, a oito minutos e 33 segundos. Jan Kopecky foi o nono e a fechar o "top ten" está Jari-Matti Latvala, que vai voltar amanhã no modo "Rally2" para as especiais de Fafe.

O rali de Portugal acaba amanhã com a realização das cinco especiais que faltam disputar.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

WRC 2019 - Rali de Portugal (Dia 1)

Ott Tanak é o líder do Rali de Portugal, depois da realização das primeiras sete especiais de classificação. O piloto da Toyota tem uma vantagem de 17,3 segundos sobre Jari-Matti Latvala e 22,8 sobre Kris Meeke, todos em Toyota, num rali onde o equilíbrio é nota dominante: menos de trinta segundos separam o primeiro do quinto. E neste primeiro dia, já houve atrasos significativos por parte de pilotos como Sebastien Löeb, Dani Sordo e Mads Ostberg.

Debaixo de um sol de verão e com calor, os pilotos partiram para as especiais de Lousã, Góis e Arganil com o grande receio a ser o pó levantado naqueles locais, tanto que os pilotos tinham um intervalo de quatro minutos entre eles, para dar tempo para o pó se assentar. A prova começou com Dani Sordo a ser o primeiro líder, vencendo na primeira passagem por Góis. O espanhol conseguiu uma vantagem de 4,2 segundos sobre Ott Tanak e 4,4 sobre Teemu Suninen

No final da especial, os receios sobre o pó eram fundados, pois o pilotos queixavam-se dele. "Há muito pó. Se calhar vamos ter de instalar um filtro no carro, estamos com dificuldades em respirar", queixava-se Suninen no final da especial. 

Na primeira passagem por Góis, Ott Tanak reagiu e foi o mais veloz, um segundo à frente de Jari-Matti Latvala e 3,7 sobre Dani Sordo. O espanhol mantinha-se na liderança, mas agora tinha meio segundo de diferença sobre Tanak e 2,1 sobe Latvala. Suninen e Evans caiam na classificação geral, com os onze primeiros a terem 24,2 segundos de diferença. 

A seguir, na primeira passagem por Arganil, Tanak atacou e ficou com a liderança, conseguindo uma vantagem de 1,7 segundos sobre Thierry Neuville. Latvala era terceiro, a 5,3 segundos, numa especial onde Sebastien Loeb e Dani Sordo tiveram problemas de pressão de combustível nos seus Hyundais. Mads Ostberg também ficou parado na especial, e perdeu cerca de cinco minutos. Já Esapekka Lappi teve um furo e perdeu cerca de um minuto.

Pela tarde, na segunda passagem pela Lousã, Sordo redimiu-se do problema ao vencer a especial, dando um avanço de 3,3 segundos sobre Teemu Suninen e Jari-Matti Latvala. Tanak foi apenas quinto, a 4,8 segundos, mas estava calmo na frente, apesar dos 5,4 segundos de diferença que tinha para Latvala, e os 13,4 sobre Kris Meeke, uma tripla da Toyota.

Na segunda passagem por Góis, foi Suninen o melhor, 0,6 segundos de vantagem sobre Sebastien Ogier e 2,3 sobre Tanak, com Dani Sordo a sofrer um furo e perder um minuto e dez segundos. E na segunda passagem por Arganil, Neuville conseguiu ser melhor que Tanak, batendo-o por 1,3 segundos, com Oger em terceiro, a 2,8. 

No final do dia, na super-especial da Lousada, o melhor foi Neuville, que foi 0,9 segundos mais veloz que Sebastien Ogier.

Na geral, depois dos três primeiros, Neuville é o quarto, a 24,2 segundos, e logo atrás está Sebastien Ogier, a 25,8. Sexto é Teemu Suninen, a um minuto e 15,7 segundos, com Gus Greensmith a um minuto a 22,1 segundos, no seu Ford. Logo a seguir é Essapeka Lappi, a um minuto, 23,7 segundos, no seu Citroen. A fechar o "top ten" estão os melhores na classe R5, o norueguês Ole Christian Veiby, no seu Volkswagen, a três minutos e 45 segundos, e o Skoda de Jan Kopecky, a 3.49,3.

Amanhã, o Rali de Portugal continua com a realização de mais seis especiais.

A imagem do dia

Esta foto é um pouco pessoal para mim. Tirada por André Lavadinho, tem os pilotos do WRC dentro da Biblioteca Joanina, construída no século XVIII e considerada como das mais belas do mundo. E é estrita: só é aberto por alguns dias no ano, para cerimónias oficiais, os turistas não tem muitas chances de lá entrarem e fotografias? Só mediante autorização expressa. E eu, que passei quatro anos da minha vida a estudar naquelas faculdades, nunca lá pus os pés. Também, aquilo faz parte da Faculdade de Direito, e eu era um rapaz de Letras...

Dentro de algumas horas, o Rali de Portugal vai para a estrada. E este ano, a razão pelo qual decidiram fazer a partida simbólica no Largo Dom Dinis, à entrada da Universidade - e a poucos metros do Convento de São Francisco, o local onde tinha as minhas aulas - teve a ver com parte do rali ser agora na zona Centro, com troços em Arganil, entre outros.

Achei - e vou achar para os anos que aí vêm - fantástico ao ver todos aqueles carros alinhados atrás da Faculdade de Letras, na rua Padre António Vieira, esperando pela sua vez para alinhar na partida, no final da tarde, a dar um colorido diferente às aulas, principalmente aqueles que estão a sair das faculdades. Para mim, que gosta de automobilismo, tenho pena de esta cena não ter acontecido dezassete anos antes, quando eu andava a estudar por ali. Como dizem os brasileiros "ficaria como pinto no lixo", ou por outras palavras, ficaria muito feliz.

Acabaram-se as poses, agora é o rali a sério.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

WRC: Meeke gosta dos novos troços

Kris Meeke gosta do Rali de Portugal, especialmente desde em que foi para o Norte. O piloto britânico - vencedor em 2016 - acha que para chegar ao sucesso, acredita que a posição de saída para a estrada no sábado será fundamental, pelo que o dia de sexta assume uma importância maior.

Se tivermos um bom dia na sexta podemos tentar coisas boas. Neste rali é fundamental estar numa boa posição no sábado para tentar ter sucesso. Penso que o pó será um problema, apesar dos organizadores estarem a dar mais tempo de intervalo [quatro minutos entre as passagens], mas penso que mesmo assim não será suficiente, pois os pisos estão muito secos.", afirmou.

Em relação aos novos troços, Meeke está curioso em relação a eles:

Já ouvi falar de Arganil do passado. Conheço a história e sei da importância que tem. É bom termos algo diferente. Novos troços trazem novos desafios. O perfil dos troços é muito interessante, tem um carácter diferente em relação aos restantes. As estradas de sexta deverão aguentar melhor as segundas passagens.



CPR: Armindo Araújo confiante no Rali de Portugal

Campeão nacional em 2018, Armindo Araújo está confiante nas suas prestações no Rali de Portugal. O piloto de Santo Tirso quer lutar pelo triunfo na classe WRC2 e ser o melhor português na proa-rainha dos ralis em território nacional.

É sempre um prazer enorme fazer parte do pelotão do Rali de Portugal e de uma prova do WRC. Vamos, como é habitual, lutar pela vitória no que ao Campeonato de Portugal de Ralis diz respeito e como segundo objectivo queremos ser a melhor equipa portuguesa. Saímos do Monday Test com óptimas sensações e estamos, por isso, muito confiantes”, disse o piloto do Hyundai i20 R5, que será navegado por Luís Ramalho.

Para Araújo, o facto de este ano a organização do rali ter-se virado para a região Centro, com passagem pelos troços de Lousã, Gois e Arganil, é do seu agrado, pois mantém as características de uma prova exigente e longa.

Nunca escondi que gosto de troços mais longos e este rali tem essa particularidade. Temos que ser rápidos, mas também é importante saber gerir a dureza dos pisos que vamos encontrar. As especiais da zona centro são igualmente espectaculares e temos todos os ingredientes para que o Rali de Portugal continue a ser, sem duvida, o melhor rali do mundo”, afirmou.

O rali de Portugal já começou com o "shakedown" desta manhã.


quarta-feira, 29 de maio de 2019

CPR: As ambições dos nacionais no Rali de Portugal

Os pilotos portugueses têm as suas ambições para a maior prova do rali português. Não só para o lugar de melhor nacional, como também os melhores lugares na classe WRC2. Miguel Barbosa, Ricardo Teodósio, José Pedro Fontes e Bruno Magalhães são quatro pilotos que têm aspirações para a vitória na sua classe, quando faltam dois dias para o inicio do rali.

Começamos com Miguel Barbosa, que tem a ambição de vencer este rali. O piloto do Skoda Fabia R5 deseja vencer para dessa forma reforçar a sua posição na luta pelo título, o seu principal objetivo para esta temporada.

"Vencer o Rally de Portugal é o meu sonho e seguramente o de qualquer piloto. Já por diversas vezes provámos que temos condições para lutar pela vitória em provas do campeonato. Ainda não o conseguimos, mas temos a noção de estar no bom caminho e a equipa tem feito um excelente trabalho", começou por dizer. 

"Temos vindo a trabalhar de uma forma muito cuidadosa para que tudo corra da melhor forma possível. Temos adversários muito fortes, mas da nossa parte iremos dar o nosso melhor e lutar para chegar à vitória numa prova que é também uma enorme festa para milhares de fãs dos desportos motorizados. O Rally de Portugal é uma prova emblemática e reconhecida internacionalmente pela qualidade da sua organização e nós queremos contribuir para o sucesso deste grande espetáculo", concluiu.

No caso de Ricardo Teodósio, o piloto algarvio, ganhador de dois dos três primeiros ralis desta temporada, espera ser o melhor neste rali para poder manter a liderança. Contudo, tem plena consciência que este é um rali diferente, bem mais longo e bem mais duro que os restantes ralis do campeonato, incluindo os Açores, que faz parte do Europeu de ralis.

Sabemos que, depois de termos ganho dois dos três primeiros ralis, a pressão está do lado dos nossos adversários. Eles é que têm de atacar e nós vamos para o Rali de Portugal focados em conseguir mais uma pontuação importante para o nosso campeonato, mesmo que não seja a vitória", começou por dizer.

"Este é um rali duríssimo e imprevisível, não só pela extensão da prova, com mais de 170 kms de troços cronometrados no CPR, mas também porque os troços têm sempre muitas armadilhas, principalmente nas segundas passagens. Toda a equipa está motivada e a fazer um excelente trabalho, por isso queremos continuar este bom momento”, afirmou o piloto algarvio.

Já José Pedro Fontes teve uma contrariedade no inicio desta semana quando a sua navegadora, Inês Ponte, teve de ser internada à custa de uma apendicite, que a obrigou a estar ausente da prova. Assim sendo, Carlos Magalhães vai estar no banco do pendura.

É injusto para a Inês e para toda a equipa mas, infelizmente, as questões de saúde não escolhem dia nem hora”, começou por comentar, face à ausência da sua habitual navegadora. “Estávamos a trabalhar a fundo para, em conjunto, garantirmos um bom resultado em termos de CPR e tentarmos ser os Melhores Portugueses, mas o súbito ataque de apendicite que a Inês sofreu [na segunda-feira] e que implicou o seu imediato internamento, para operação, obrigou a toda uma mudança de logística. Mais do que tudo, interessa que tudo corra bem e que a Inês recupere rapidamente dessa intervenção cirúrgica a que já foi sujeita ontem”, continuou.

Quanto à escolha do seu substituto, “ela revela-se como uma das melhores alternativas entre os navegadores disponíveis neste momento. Estamos já a trabalhar para que possa estar a par dos desenvolvimentos no seio da equipa e do próprio C3 R5. Fruto da sua vasta experiência nos ralis nacionais e internacionais, acredito que não será nada difícil o nosso entrosamento, rumo aos resultados que definimos para este Vodafone Rally de Portugal.

Já Bruno Magalhães, que volta a correr neste rali depois de uma ausência de seis anos, para se dedicar à sua carreira no Europeu de ralis, este seu regresso é especial. “Sim, este regresso é um momento especial porque qualquer piloto português quer estar no Rali de Portugal, por tudo o que esta prova significa para o nosso desporto”, começou por referir.

A bordo do Hyundai i20 R5, da Hyundai Portugal, o piloto de Lisboa tem alguns obstáculos pela frente, já que o percurso da prova alterou-se grandemente desde a última vez que a disputou. 

Será a primeira vez que disputo o Rali de Portugal desde o regresso da prova à região Norte, por isso grande parte dos troços serão uma novidade para mim. Por outro lado, senti no Monday Test que demos um passo em frente na afinação do carro após os Açores, e além disso tivemos um bom feeling com os pneus Michelin que são usados no Campeonato do Mundo. É fundamental ter confiança no carro para sermos competitivos ao longo de todo o rali, que deverá ser bastante duro e disputado. Toda a equipa fez um excelente trabalho de preparação e agora só nos resta dar o máximo para tentar entrar na luta pela vitória entre os portugueses”, concluiu.

O Rali de Portugal arranca esta quinta-feira com o shakedown, em Paredes.

WRC: Pilotos gostaram do novo formato do Rali de Portugal

A dois dias do Rali de Portugal, os pilotos elogiaram o novo percurso da prova, que agora passa pela zona centro do país, mais concretamente por Arganil. O primeiro a referir isso foi Elfyn Evans, o galês que assume o estatuto de número um da equipa M-Sport Ford World Rally Team, que gostou do que viu. 

As novas classificativas parecem ser bastante boas e será interessante ver como vai ser o desenvolvimento em prova. Podem ser um pouco duras em algumas secções mas, no geral, são bastante agradáveis. Não são uma surpresa, são muito típicas de Portugal”, começou por dizer. 

Em relação à prova, o piloto galês adiantou: “É um Rally tipicamente duro e parece que vai estar bastante calor, pelo que a escolha dos pneus pode vir a ser muito interessante.

Ott Tanak, o estónio que conduz um Toyota, reconhece que as novas classificativas superam em dureza as anteriores disputadas na região do Minho. 

De um modo geral, gostei muito das classificativas do primeiro dia, embora as disputadas antes no Norte fossem um pouco mais macias, pois estas agora são um pouco mais duras. A região de Arganil tem troços que nos obrigam a outro ritmo, para conseguirmos ‘sobreviver’ e sair de lá”, começou por dizer.

Claro que estou confiante. Gosto do Rally de Portugal e tenho a certeza que poderei ser forte. No primeiro dia terei, com o tempo seco, quer fazer tudo para não perder muito tempo. Vou dar o máximo, para não hipotecar as possibilidades de discutir a vitória.”, concluiu.

Kris Meeke, companheiro de equipa de Tanak na Toyota e o vencedor da prova portuguesa em 2016, alerta para o pó na primeira etapa. "As classificativas em Arganil parecem muito secas e poeirentas. Há muita terra solta, pelo que vai ser difícil para os carros da frente. É bom haver novidades, mas é necessário haver um grande intervalo de tempo entre concorrentes, porque vai haver muita poeira a pairar durante a manhã”, começou por dizer. 

Depois, o piloto da Toyota falou sobre os seus objetivos nesta edição do Vodafone Rally de Portugal: “Quanto ao Rally, não sei o que esperar, por isso é chamado desporto. Vamos, seguramente, tentar o nosso melhor e vamos ver o que conseguimos.”, concluiu.

terça-feira, 28 de maio de 2019

WRC: Ogier gosta de Portugal

Para Sebastien Ogier, o atual líder do campeonato, o Rali de Portugal é um evento do qual sempre gostou, pelo local, tradições e os seus resultados no geral. O piloto da Citroen disse que em termos deste ano, tem boas sensações, apesar de abrir a estrada, o que nem sempre é bom.

Na antevisão da prova, Ogier refere que teve "um bom dia de testes e agora precisamos de ter isso em conta nas condições competitivas. Portugal é um evento do qual sempre gostei", comentou.

Quanto à tarefa de abrir a estrada, o piloto navegado por Julien Ingrassia está optimista e ciente do desafio. "Estivemos bem em edições anteriores, por isso é sempre bom regressar, apesar de estar ciente que liderar o campeonato novamente não irá tornar a nossa vida mais fácil este ano.

"Se tivermos a possibilidade de obter muitos pontos aqui, temos de gerir muito bem o facto de abrirmos a estrada o melhor que pudermos na nova e curta etapa de 6ª feira, para no final do dia estar o mais alto possível na classificação. Em terra é crucial para que o resto do fim de semana corra bem," concluiu.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

WRC: Greensmith quer divertir-se em Portugal

O Rali de Portugal será especial para Gus Greensmith. O piloto britânico da Ford estará aqui a guiar pela primeira um carro do WRC, depois de ter andado em carros da classe R5 ao longo da sua carreira. Para esta prova, o britânico de 22 anos diz que as suas expectativas não são grandes, apenas deseja divertir-se.

Passei os últimos dez anos da minha vida a preparar-me para este momento, e posso dizer-vos que me sinto pronto para subir esta ‘montanha’! Não tenho outras expetativas que não sejam divertir-me. Vou guiar com um sorriso na cara”, afirmou para a Autosport portuguesa.

Contudo, Greensmith até está a ter uma boa temporada. Sétimo classificado no Rali de Monte Carlo, o britânico é o líder no WRC-2 Pro e apesar de não pontuar para a categoria, não espera perder a liderança, apesar das ameaças de Mads Ostberg e do polaco Łukasz Pieniążek.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

WRC: Loeb vai correr o rali de Portugal

A Hyundai confirmou ontem que o francês Sebastien Loeb irá alinhar no Rali de Portugal, que acontecerá no final deste mês, a bordo de um modelo i20WRC. O veterano francês de 44 anos irá substituir o norueguês Andreas Mikkelsen, que está a fazer performances consideradas decepcionantes pela marca.

Loeb - companhado pelo seu fiel navegador Daniel Elena - irá fazer companhia ao belga Thierry Neuville e ao espanhol Dani Sordo.

Para além das más performances do piloto norueguês, Loeb também conseguiu um terceiro posto no rali do Chile, o seu primeiro pódio desde que saiu da Citroen, e é atualmente sexto no campeonato, com 39 pontos. Ele tinha inicialmente previsto que iria fazer apenas seis ralis, mas provavelmente com a alteração do estatuto de Mikkelsen, talvez ele vá ter de fazer mais algumas provas do campeonato em 2019.

O rali de Portugal acontecerá entre os dias 31 de maio e 2 de junho.

sábado, 4 de maio de 2019

CPR 2019 - Rali de Mortágua

Ricardo Teodósio foi o grande vencedor do Rali de Mortágua, terceira prova do campeonato português de ralis. O piloto do Skoda Fabia R5 levou a melhor sobre Armindo Araújo, no seu Hyundai i20 R5 e sobre Miguel Barbosa, noutro Skoda Fabia R5. 

Contudo, o piloto algarvio apenas conseguiu levar a melhor à concorrência depois de José Pedro Fontes ter batido na décima especial, acabando por danificar o Citroen C3 R5 e desistir da prova.

No final, Teodósio reconheceu que era o vencedor por fatores externos:

"Em circunstâncias normais, o José Pedro teria sido o vencedor, mas isto são coisas das corridas. No ano passado, estavamos a liderar com muita distância no Rali do Algarve, mas acabamos por desistir por causa de uma avaria no carro do qual não foi culpa nossa", começou por dizer o piloto algarvio.

"Estamos muito satisfeitos, trabalhamos muito para este resultado, tentamos ir para cima dele, mas deveríamos ter calçado um composto mais duro. Arriscamos muito, mas não conseguíamos mais, foi muito duro, mas compensou", concluiu.

Contudo, a história do rali começou logo na sexta-feira à noite, com as duas primeiras passagens pelo Águeda Street Stage. Na primeira passagem, Miguel Barbosa foi o melhor, 0,4 segundos melhor que José Pedro Fontes, no seu Citroen C3 R5, e Ricardo Teodósio, a 0,7. A hierarquia repetiu na segunda passagem, acabando o dia com Barbosa na frente, 1,2 segundos de vantagem a José Pedro Fontes.

A sexta-feira acabou com o PEC2, com a Super Especial de Mortágua, onde Barbosa voltou a vencer, desta vez com 0,4 segundos de vantagem sobre Teodósio e 0,6 sobre José Pedro Fontes. Agora, no final do dia, Barbosa tinha uma vantagem de 1,8 segundos sobre Fontes.

O dia de sábado começou com Ricardo Teodósio e Miguel Barbosa empatados na primeira passagem por Mortágua-Moitinhal, com José Pedro Fontes a 1,8 segundos. Barbosa reagiu na primeira passagem por Mortágua-Chão de Calvos, vencendo com 0,4 segundos de vantagem sobre Teodósoio e 0,6 sobre Fontes. Pedro Meireles foi o melhor na quinta especial, Sobral-Tojeira, com uma vantagem de 1,2 segundos sobre Armindo Araújo, e no final da manhã, na primeira passagem por Felgueira, o melhor tinha sido o piloto de Santo Tirso, que tinha tido uma vantagem de dois segundos sobre Ricardo Teodósio. Barbosa perdia 4,6 segundos e a liderança, enquanto Armindo Araújo tinha subido ao terceiro posto, à custa de José Pedro Fontes.

Na parte da tarde, as segundas passagens pelas classificativas da manhã revelaram um José Pedro Fontes ao ataque. Vence na sétima especial, 0,4 segundos na frente de Ricardo Teodósio, e 1,7 segundos sobre Pedro Meireles.Com isso, Fontes sobre ao segundo posto, e os quatro primeiros estavam separados... por menos de quatro segundos. 

Voltava a vencer na oitava especial e a diferença entre ambos estava reduzido a 0,4 segundos e na nona, a terceira vitória consecutiva dava-lhe, por fim, a liderança. Melhor: nessa segunda passagem por Sobral-Tojeira, deu uma vantagem de 5,3 segundos sobre Ricardo Teodósio. Na 10ª especial, alargou a sua vantagem para dez segundos, depois de vencer pela quarta classificativa seguida.

Parecia que Fontes ia a caminho de uma vitória, mas na 11ª especial... tudo acabou mal. Um despiste levou a danos irreparáveis no seu Citroen e à interrupção da especial. Assim, a liderança caiu nos pés de Teodósio, e ele - que viu Armindo Araujo a vencer a especial antes da sua interrupção - agora tem 8,5 segundos de vantagem sobre o Hyundai di piloto de Santo Tirso.

No final, o piloto algario vencia a última especial e o rali, com Araújo atrás, a 8,9. Depois do pódio, Pedro Meireles acabou por ser o quarto, a 45,8 segundos, no seu Volkswagen Polo R5. 

quarta-feira, 1 de maio de 2019

CPR: Saiu a lista de inscritos para o Rali de Mortágua

Já saiu a lista de inscritos para o Rali de Mortágua, terceira prova do campeonato português de ralis. São 52, os carros inscritos, dos quais 14 são R5. Na Hyundai, apenas Armindo Araújo representará a equipa oficial da Hyundai, com Bruno Magalhães a optar pela dispensa. José Pedro Fontes faz a sua representação em Mortágua, no seu Citroen C3 R5, e Pedro Meireles alinha com o seu Volkswagen Polo R5. 

Do lado da Skoda, Ricardo Teodósio, Pedro Almeida e Joaquim Alves irão alinhar neste rali, que será o último antes do rali de Portugal, que decorrerá dentro de um mês. Já Ricardo Moura, tal como Bruno Magalhães, também pautará pela ausência, mas o piloto açoriano não vai devido a compromissos profissionais da sua imobiliária.

A ser corrido em troços de terra, o rali, organizado pelo Clube Automóvel do Centro, acontecerá nos dias 3 e 4 de maio, com a realização de dez especiais. 

terça-feira, 30 de abril de 2019

Vende-se: Kartódromo

Alguém quer um kartódromo? Digo isto porque ontem, ao ver as redes sociais, dei de caras com este anuncio. Situado em Santo André, perto de Sines, no sul de Portugal, o SAKI (Santo André Karting International) tem uma área útil de 25 mil metros quadrados, com uma pista e dois edifícios contíguos, com uma área coberta de 1771 metros quadrados.

Para além disso, o vendedor poderá comprar o recheio, ou seja, os karts e demais componentes. O preço? 340 mil euros. Não direi que seja uma pechincha, mas quem tiver de lado, poderá ser uma boa oportunidade. A venda é judicial, logo, as ofertas acontecem em negociação particular entre o juíz e o potencial comprador.

Pessoalmente, não é o primeiro kartódromo que já vejo à venda. A minha zona tem pelo menos quatro kartódromos, e um deles, na zona de Pombal, está desativada há alguns anos, e esteve à venda por um preço um pouco mais baixo, por ser num local relativamente longe dos centros das cidades.

Vamos a ver no que vai dar.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

O Apocalipse da Gasolina

Estamos na semana pascal, e Portugal, este pacífico país à beira-mar plantado, está com a respiração suspensa. A razão é simples: os motoristas das matérias perigosas decidiram na segunda-feira iniciar uma greve por tempo indeterminado para reivindicar melhores condições de trabalho, desde aumentos salariais até seguros para proteger os motoristas de... azares. Como são eles que guiam os camiões-cisterna para abastecer... tudo - depósitos de gasolina, mas também os aeroportos, os hospitais, os bombeiros - em três dias, o país ficou à mercê deles. E como é a semana da Páscoa, as pessoas entraram em pânico e entupiram os postos de abastecimento para encher os depósitos, fazendo com que em muitos deles se colocasse o aviso de "ESGOTADO".

Em suma, no terceiro dia de greve, já estamos a roçar o equivalente ao "apocalipse zumbi". Admirado? Não, era de esperar. E o governo já accionou a requisição civil - por agora só em Lisboa e Porto, mas em breve deve ser no interior do país - mas por agora não passam de paliativos. É claro, muitos abasteceram agora para ter gasolina para "ir à terra" nestes dias pascais, mas se o assunto não estiver resolvido na segunda-feira, a agonia será maior.

E esta é daquelas greves que apanha toda a gente com as calças na mão. É das poucas no qual todos são afetados. São tocados por muitas coisas. A primeira é porque 90 por cento dos carros que circulam são a gasolina ou Diesel. Há alguns a gás de petróleo liquefeito e outros elétricos, mas nem chegam a dez por cento. Claro, essa gente anda por estes dias na rua com um sorriso nos lábios, vendo a aflição dos outros, porque não precisam de ir aos postos de reabastecimento, podem fazê-lo em casa. E também sei que, provavelmente, pode ser uma das últimas greves onde eles poderão ter impacto porque... se daqui a dez anos, tivermos algo parecido com a Noruega, para quê reabastecer?

Mas isso é futuro condicional. Estamos agora, esta situação embaraçosa.

O que pretendem? As coisas do costume: melhores salários, melhores condições de trabalho. Contudo, aparentemente, eles tinham alguns privilégios, um deles era ter um terço do salário livre de impostos. Pelo menos foi o que entendi ontem, num debate que ouvi num dos canais de televisão da nossa praça. O outro lado nega, dizia que recebem cerca de 700 euros, o que é pouco mais que o salário mínimo, e acho que isso é pouco mais que escravatura. Salários dignos, numa profissão de risco, é o que merecem. Mas claro, não são trabalhadores do estado. Isso tem de ser combinado com as gasolineiras e as empresas de transportes. No final, o que desejam é ter subsídios, condições especiais. Não é viver como nababos, mas sim um trabalho digno. E nesse campo, eu concordo.

Em qualquer greve, todos têm de ceder, para haver paz social. Melhores salários e melhores condições, é o que devem ter, e o outro lado têm de aceitar, porque há consequências. Mas também não convêm haver abusos, caso contrário, desaparece a simpatia que as pessoas possam ter pelos grevistas, mesmo que essa simpatia sirva para outros meios politicos - derrube do atual governo e respectivas eleições antecipadas, etc.

Ao fim e ao cabo, a minha reflexão é mais abrangente. Vivo numa cidade que não é grande, é verdade. Não é bem abastecida de transportes públicos, mas têm, e eu começo a ter mais simpatias pelo carro elétrico do que pelo Diesel ou gasolina. As razões são simples: vejo mais vantagens que desvantagens. Mas isso sou eu. Outras pessoas, noutros lugares, noutras situações, não tem aquilo que tenho. Ir a pé até casa é um bom exercício, evita o sedentarismo, por exemplo. Eu posso fazer isso sem problemas. Mas nem toda a gente pode. E já tive carro. Vendi-o, adaptei-me e sinto-me bem. E até gosto de andar de transportes públicos. Estamos demasiado dependentes de carros, se queremos pensar as coisas desta forma.

Enfim, esta situação será resolvida em breve. Não sei quem vencerá este braço de ferro, mas haverá um acordo, os piquetes serão levantados e os postos de abastecimento voltarão a ter gasolina e Diesel. Mas sei que depois disto, muitos provavelmente repensarão a ideia de serem de novo apanhados numa greve e perderem tempo em filas para abastecer...

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Youtube Rally Testing: Mais testes de Loeb em Portugal

Mais testes do Sebastien Löeb em terras portuguesas, preparando-se para os três ralis seguintes? Há um "catch" nisso: é um video de uma personagem que sigo, o Pedro Figueiredo, que andou a filmar o piloto do Hyundai i20 WRC. E o Pedro tem uma maneira de filmar... excêntrica. Mas também vai ao assunto.

Enfim, apreciem o video dos testes.