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domingo, 23 de junho de 2019

CNR 2019 - Rali de Castelo Branco (Dia 1)

Armindo Araújo acabava o primeiro dia do Rali de Castelo Branco no comando, com uma vantagem 2,3 segundos sobre Ricardo Teodósio, no seu Skoda Fabia R5. de  depois de uma luta com Ricardo Teodósio. Ambos tinham ainda José Pedro Fontes à espreita, a 12,5 segundos, tudo isto depois de quatro etapas na prova albicastrense.

Chegados ao meio do campeonato, e passadas as provas em terra, chegou a segunda parte, com as provas em asfalto, onde Ricardo Teodósio iria tentar manter a liderança perante a concorrência de pilotos como os Hyundais de Armindo Araújo e Bruno Magalhães, numa prova onde Pedro Meireles iria ficar ausente por causa do seu Polo R5 ter ardido em Rali de Portugal.

Logo na tarde de sábado, o rali começava com a primeira passagem por Vilas Ruivas, com Armindo Araújo a ser o melhor... empatado com Ricardo Teodósio e ambos com uma vantagem de 4,8 segundos sobre Miguel Barbosa. José Pedro Fontes foi quarto, a 7,7 segundos.

Araújo foi o melhor na Foz do Cobrão, desempatando com Teodósio em 2,6 segundos, enquanto José Pedro Fontes era o terceiro, a 6,4. Na segunda passagem por Vilas Ruivas, Teodósio respondeu, mas apenas ganhou 0,7 segundos ao piloto de Santo Tirso, enquanto o terceiro era Miguel Barbosa, a 5,1. 

No final do dia, nas duas passagens pela Super Especial da Reconquista, Fontes e Barbosa empatavam na primeira passagem, enquanto na segunda, José Pedro Fontes foi o melhor, um segundo na frente de Armindo Araújo.

Com metade da prova, depois dos três primeiros, Miguel Barbosa era o quarto, a 25,9 segundos, na frente de Bruno Magalhães, quinto a 34 segundos, já distantes de Pedro Almeida, sexto a 59,4. Manuel Castro é o sétimo, a 1.46,4 minutos, na frente do carro da espanhola Emma Falcon, a 1.51,3, e a fechar o "top ten" estão os carros de Daniel Nunes (Peugeot 208 VTI R2) e de Gil Antunes (Renault Clio R.S R3T)

O Rali de Castelo Branco terminava no dia seguinte com a realização das restantes seis etapas.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Youtube Rally Testing: Alen e Rovanpera num Skoda Fabia R5

Duas gerações dos ralis finlandeses: Markku Alen, quase 68 anos de idade, com Kalle Rovanpera, de 18, filho de Harri Rovanpera, e ambos a andarem no Skoda Fabia R5, que domina no WRC2 Pro, onde Kalle já alcançou 14 pontos nesta temporada.

O video, filmado na Chéquia (ou República Checa, como queiram) veio do programa finlandês Teknavi, a apesar de falarem o incompreensível finlandês nativo, há legendas em inglês.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

CNR: Afinal, João Barros vai estar ausente

Afinal de contas, João Barros não participará no Rali de Castelo Branco. O piloto, que fazia um regresso ao Campeonato de Portugal de ralis, a bordo de um Skoda Fabia R5 da ARC, tinha confirmado a sua presença na prova de abertura das provas de asfalto, acabou por anunciar a sua ausência nas vésperas da prova, sem dar grandes justificações. 

"É com muita pena minha que vos anuncio que infelizmente não vou estar presente no Rali de Castelo Branco. Obrigado à equipa ARC e a todos que se esforçaram nos diversos momentos. Boa sorte a todos os participantes.", disse o piloto na sua página oficial do Facebook.

Assim sendo, o regresso do piloto poderá ser no Rali Vinho da Madeira.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

CNR: João Barros volta aos ralis

Depois de uma longa paragem na competição devido a compromissos profissionais, João Barros volta aos ralis este final de semana em Castelo Branco, a bordo de um Skoda Fabia R5 e navegado pelo experiente António Costa. Nestas vésperas de rali, o piloto afirma estar confiante na equipa e no seu navegador para um regresso em pleno, ainda por cima num rali em asfalto como é este.

O Rali de Castelo Branco vai ser essencial para voltar tudo ao de cima. Vai ser o início de uma nova etapa e estamos muito empenhados em trabalhar para o futuro. Para já, estamos apostados nos próximos cinco ralis do campeonato. O João esteve muito tempo parado e nós temos muito poucos quilómetros com o Skoda, o que não implica que a equipa deixe de encarar esta prova com grande dose de otimismo”, disse o seu navegador.

Diga-se de passagem que esta não é a primeira prova de Barros este ano. No inicio do mês, correu no Rali Ourense, em Espanha, onde andou no "top ten" até se despistar na quarta especial, danificando o seu carro.

Com dez especiais de classificação, o rali, que decorrerá nos dias 22 e 23, é a etapa inaugural da fase de asfalto do campeonato nacional de ralis.


terça-feira, 18 de junho de 2019

CPR: Teodósio quer ganhar em Castelo Branco

Com o Campeonato Português de Ralis a entrar na fase de asfalto, a começar com o Rali de Castelo Branco, Ricardo Teodósio, o atual líder, deseja continuar nos triunfos e na liderança do campeonato. Para o piloto algarvio, que ganhou aqui em 2018, apesar da mudança de superfície para este ano, o objectivo é o mesmo.

Estamos muito motivados para o início da fase de asfalto e o Rali de Castelo Branco pode ser um ponto importante na nossa época”, começou por afirmar o piloto da Guia, que ai competir com um Skoda fabia R5. 

Depois da fase de terra, vamos testar esta segunda-feira no asfalto e tentar encontrar um bom set up, já que o campeonato deste ano está muito competitivo e é importante estarmos confiantes no carro para atacar. Estou convencido que estaremos novamente na luta pela vitória”, concluiu, ele que continua a ser navegado por José Teixeira.

O rali de Castelo Branco, que acontecerá nos dias 22 e 23 de junho, terá dez provas especiais de classificação e quase 130 quilómetros de troços que serão corridos contra o cronómetro. 

sábado, 4 de maio de 2019

CPR 2019 - Rali de Mortágua

Ricardo Teodósio foi o grande vencedor do Rali de Mortágua, terceira prova do campeonato português de ralis. O piloto do Skoda Fabia R5 levou a melhor sobre Armindo Araújo, no seu Hyundai i20 R5 e sobre Miguel Barbosa, noutro Skoda Fabia R5. 

Contudo, o piloto algarvio apenas conseguiu levar a melhor à concorrência depois de José Pedro Fontes ter batido na décima especial, acabando por danificar o Citroen C3 R5 e desistir da prova.

No final, Teodósio reconheceu que era o vencedor por fatores externos:

"Em circunstâncias normais, o José Pedro teria sido o vencedor, mas isto são coisas das corridas. No ano passado, estavamos a liderar com muita distância no Rali do Algarve, mas acabamos por desistir por causa de uma avaria no carro do qual não foi culpa nossa", começou por dizer o piloto algarvio.

"Estamos muito satisfeitos, trabalhamos muito para este resultado, tentamos ir para cima dele, mas deveríamos ter calçado um composto mais duro. Arriscamos muito, mas não conseguíamos mais, foi muito duro, mas compensou", concluiu.

Contudo, a história do rali começou logo na sexta-feira à noite, com as duas primeiras passagens pelo Águeda Street Stage. Na primeira passagem, Miguel Barbosa foi o melhor, 0,4 segundos melhor que José Pedro Fontes, no seu Citroen C3 R5, e Ricardo Teodósio, a 0,7. A hierarquia repetiu na segunda passagem, acabando o dia com Barbosa na frente, 1,2 segundos de vantagem a José Pedro Fontes.

A sexta-feira acabou com o PEC2, com a Super Especial de Mortágua, onde Barbosa voltou a vencer, desta vez com 0,4 segundos de vantagem sobre Teodósio e 0,6 sobre José Pedro Fontes. Agora, no final do dia, Barbosa tinha uma vantagem de 1,8 segundos sobre Fontes.

O dia de sábado começou com Ricardo Teodósio e Miguel Barbosa empatados na primeira passagem por Mortágua-Moitinhal, com José Pedro Fontes a 1,8 segundos. Barbosa reagiu na primeira passagem por Mortágua-Chão de Calvos, vencendo com 0,4 segundos de vantagem sobre Teodósoio e 0,6 sobre Fontes. Pedro Meireles foi o melhor na quinta especial, Sobral-Tojeira, com uma vantagem de 1,2 segundos sobre Armindo Araújo, e no final da manhã, na primeira passagem por Felgueira, o melhor tinha sido o piloto de Santo Tirso, que tinha tido uma vantagem de dois segundos sobre Ricardo Teodósio. Barbosa perdia 4,6 segundos e a liderança, enquanto Armindo Araújo tinha subido ao terceiro posto, à custa de José Pedro Fontes.

Na parte da tarde, as segundas passagens pelas classificativas da manhã revelaram um José Pedro Fontes ao ataque. Vence na sétima especial, 0,4 segundos na frente de Ricardo Teodósio, e 1,7 segundos sobre Pedro Meireles.Com isso, Fontes sobre ao segundo posto, e os quatro primeiros estavam separados... por menos de quatro segundos. 

Voltava a vencer na oitava especial e a diferença entre ambos estava reduzido a 0,4 segundos e na nona, a terceira vitória consecutiva dava-lhe, por fim, a liderança. Melhor: nessa segunda passagem por Sobral-Tojeira, deu uma vantagem de 5,3 segundos sobre Ricardo Teodósio. Na 10ª especial, alargou a sua vantagem para dez segundos, depois de vencer pela quarta classificativa seguida.

Parecia que Fontes ia a caminho de uma vitória, mas na 11ª especial... tudo acabou mal. Um despiste levou a danos irreparáveis no seu Citroen e à interrupção da especial. Assim, a liderança caiu nos pés de Teodósio, e ele - que viu Armindo Araujo a vencer a especial antes da sua interrupção - agora tem 8,5 segundos de vantagem sobre o Hyundai di piloto de Santo Tirso.

No final, o piloto algario vencia a última especial e o rali, com Araújo atrás, a 8,9. Depois do pódio, Pedro Meireles acabou por ser o quarto, a 45,8 segundos, no seu Volkswagen Polo R5. 

sábado, 23 de março de 2019

ERC: Habaj venceu nos Açores, Moura melhor português

O polaco Lukasz Habaj foi o vencedor do Rali dos Açores, primeira prova do Europeu. O piloto do Skoda Fabia R5 beneficiou do acidente sofrido por Alexey Lukyanuk, que ia a caminho da vitória, para herdar a primeira posição, batendo Ricardo Moura por meros 8,4 segundos. Chris Ingram foi o terceiro, a 42,2 segundos do vencedor.

O último dia do rali foi bem mais emocionante que os dois primeiros. Primeiro que tudo, o tempo, que esteve debaixo de chuva e nevoeiro ao longo do dia. Logo na primeira especial, a primeira passagem por Graminhais, Habaj foi o melhor, conseguindo sete segundos de vantagem sobre Pierre Loubet. Lukyanuk foi terceiro, numa toada cautelosa, enquanto Moura foi quarto, a 10,4 segundos do vencedor, perdendo o segundo lugar para o piloto polaco.

Na primeira passagem por Tronqueira, Ricardo Teodósio foi o melhor, batendo Lukyanuk por 7,3 segundos, deixando Bruno Magalhães a 17,9 e Habaj a 21 segundos. Moura foi oitavo na especial, perdendo 36 segundos. Mas o destaque foi Pierre Loubet, que desistia devido a problemas mecânicos. Com isso, Chris Ingram subia para o quarto posto, enquanto Bruno Magalhães passaa Marjan Gribel e era quinto na geral.

Teodósio voltou a ganhar em Vila Franca São Brás, conseguindo uma vantagem de 8,3 sobre Bruno Magalhães e 26,3 sobre Marjan Griebel. Habaj perdia 36,8; Moura 40,3 e Lukyanuk 46,6. Isso foi o suficiente para que Teodósio subisse para o sexto posto da geral.

Na segunda passagem por Graminhais, Moura foi para a frente, vencendo a especial com 4,4 segundos de vantagem sobre Habaj e 11,4 sobre Bruno Magalhães. E Lukyanuk... tinha problemas. Perdia quase um minuto e meio devido a um furo lento e com isso, perdeu o comando do rali, caindo para a terceira posição, com Habaj na frente, seguido por Moura. E os dois primeiros tinham 18,6 segundos de diferença. Parecia que o polaco tinha o rali na mão, mas com o tempo como estava, Moura ainda tinha uma chance, mas era dificil.

E em Tronqueira, enquanto Teodósio vencia pela terceira vez naquele dia, seguido por Bruno Magalhães e Ricardo Moura, Lukyanuk sofria um capotamento aparatoso e não conseguia mais continuar. Já se sabia que não iria vencer, mas um pódio era possível. Contudo, a razão tinha sido mecânica: um tubo nos travões tinha rebentado. Com isso, Chris Ingram era o terceiro, na frente de Bruno Magalhães e Ricardo Teodósio.

Sexto foi Marjan Griebel, num rali onde chegar ao fim foi o seu maior prémio, na frente do cipriota Tsouloufas. Bernardo Sousa foi o oitavo, e segundo melhor açoriano, e a fechar o top ten ficaram o checo Vojtav Stajf e o brasileiro Paulo Nobre, ambos em Skoda Fabia R5.

Agora, o ERC continua nas Canárias, onde entre 2 e 4 de maio, acontecerá a segunda prova do campeonato.

sexta-feira, 22 de março de 2019

ERC: Lukyanuk continua a dominar nos Açores

O russo Alexey Lukyanuk domina as classificativas nos Açores. Depois das especiais realizadas nesta sexta-feira, o piloto da Citroen têm 40,7 segundos de vantagem sobre Ricardo Moura, no seu Skoda Fabia R5. O polaco Lukasz Habaj é o terceiro, a 46,1 segundos, com Pierre Loubet logo a seguir, a 50,1 segundos.

Depois das três especiais de quinta-feira, dominadas pelo piloto russo, que este ano anda num Citroen C3 R5, hoje tinha mais sete especiais à volta da ilha de São Miguel, entre os quais a passagem pela classificativa de Sete Cidades. O dia começava com Lukyanuk a vencer na primeira passagem no Pico da Pedra, um segundo na frente de Ricardo Moura, enquanto Pierre Loubet tinha sido apenas sétimo, perdendo 9,3 segundos e cedido o segundo lugar para o piloto açoriano. O alemão Marjan Griebel furou e perdeu tempo: 12,2 segundos, caindo para o sexto posto.

Na primeira passagem pelas Sete Cidades, Lukyanuk voltou a vencer, 7,9 segundos na frente de Habaj e 11,1 sobre Ricardo Moura, que se queixou da aderência da especial, demasiado escorregadio para ele. O russo adaptava-se melhor ao carro e distanciava-se da concorrência. A especial ficou marcada pela desistência de Pedro Almeida, vítima de um toque no seu Skoda Fabia.

Loubet quebrou o monopólio de Lukyanuk na sexta especial, a primeira passagem por Vista do Rei Feteiras, 3,7 segundos na frente de Griebel, e 6,6 de Lukyanuk, que foi sétimo, porque o motor desligou-se e tiveram de o iniciar por duas vezes, perdendo tempo.

Na parte da tarde, tudo na mesma: Lukyanuk venceu na segunda passagem por Pico da Pedra, 2,1 segundos mais veloz que Griebel, 3,3 sobre Loubet e 3,6 sobre Moura. Atrás, Norbert Herczig foi mais uma vítima do rali, retirando-se com o seu Polo R5. O russo briu mais a vantagem na segunda passagem pelas Sete Cidades, batendo Griebel por 9,8 segundos - empatado com Loubet - e 10,6 sobre Moura. Nesta altura, a vantagem de Lukyanuk já era superior a trinta segundos (33,4)

A fechar o dia, a especial de Vista do Rei, o russo conseguiu uma vantagem de 2,9 sobre Loubet, 3,2 sobre Habaj e 4,6 sobre Moura, e a mesma coisa aconteceu na super-especial de Marquês, com Moura a ser segundo, a 2,1, Loubert a perder 3,3 e Habaj 3,7 segundos mais lento.

Depois dos três primeiros, Loubet é o quarto a 51 segundos do líder, e o último a estar a menos de um minuto da liderança. Chris Ingram é o quinto, a um minuto e 12 segundos, com Marjan Gribel não muito longe, a um minuto e 26,9 segundos. Luis Rego é o sétimo - e segundo melhor açoriano - a dois minutos e 7,7 segundos, na frente de Bruno Magalhães, a 2.27,5, e a fechar o "top ten" estão o Skoda do cipriota Tsouloftas e o carro de Ricardo Teodósio, a 2.45,3 segundos.

O rali dos Açores acaba amanhã, com a realização das últimas cinco especiais.

quarta-feira, 20 de março de 2019

CPR: Pedro Almeida espera bom desempenho nos Açores

Na semana em que o Campeonato de Portugal de Ralis ai voltar à estrada com o Rali dos Açores, que também é a prova inaugural do Europeu de Ralis, Pedro Almeida quer continuar a explorar o seu Skoda Fabia R5, e ver até que ponto está em relação à concorrência. Ele, que em Fafe foi décimo classificado, espera um resultado tão bom ou melhor, com uma concorrência mais eclética. 

Foi nos Açores que fizemos em 2018 a estreia ao volante de um carro R5 e por isso a prova em S.Miguel é-nos especial. Passado um ano percebemos que evoluímos bastante e temos a expectativa de melhorar a nossa performance nesta edição de 2019”, começou por dizer o piloto de Famalicão.

Com Nuno Almeida ao seu lado como navegador, Pedro Almeida espera que este rali abra possibilidades de mais participações no Europeu de ralis num futuro relativamente próximo. “É a primeira prova destes dois campeonatos e queremos deixar em aberto outras possibilidades de participação no europeu, que é um campeonato competitivo e nos pode trazer aprendizagem importante para o futuro”, começou por dizer. 

Contudo, Almeida realçou que a sua primeira prioridade é o CPR. “Em Fafe somamos pontos e fizemos um rali muito regular, uma prestação que queremos repetir e se possível melhorar, porque é no CPR que está o nosso foco”. 

Quanto ao seu carro, preparado pela ARC Sports, ficou contente pela sua performance. “Deu-nos bons indicadores, que queremos explorar agora nos Açores. As especiais são mais longas, o que nos vai permitir tomar melhor conhecimento de algumas das características do Skoda Fabia R5, que tem sido exemplarmente preparado pela ARC”, contou.

O Rali dos Açores acontece entre os dias 22 e 24 de março.

terça-feira, 19 de março de 2019

CPR: Teodósio pronto para defender a liderança nos Açores

Um mês depois do começo do campeonato, em Fafe, máquinas e pilotos rumam aos Açores para a segunda prova do campeonato, mas também a prova inicial do Europeu de Ralis. Ricardo Teodósio, o melhor português em Fafe, e navegado por José Teixeira, pretende repetir o resultado nas ilhas e aumentar a liderança no campeonato nacional, num Skoda Fabia R5 com novidades.

É sempre um prazer correr nos Açores e, para mim, este é um dos ralis mais bonitos do campeonato", começou por dizer o piloto algarvio. "Segundo o que nos disseram, o rali deste ano tem cerca de 40 por cento do percurso novo, mas acredito que as características dos troços não serão muito diferentes. Estamos motivados pela vitória em Fafe e fizemos agora um upgrade ao nível do diferencial e caixa de velocidades, por isso acredito que conseguiremos um set-up muito próximo daquilo que eu gosto", continuou. 

"Vamos obviamente tentar andar rápido mas sem cometer excessos, até porque tal como aconteceu com o Dani Sordo em Fafe, deveremos ter o (Alexey) Lukyanuk como referência para toda a gente, e depois obviamente o Ricardo Moura. Como sempre, vamos tentar lutar pelos primeiros lugares e dar espetáculo a um público que nos recebe sempre de forma fantástica”.

Para José Teixeira, navegador de Teodósio, o segredo para acumular uma boa pontuação nos Açores irá ser “a consistência de andamento ao longo dos três dias do rali. São 220 quilómetros cronometrados, cerca do dobro de uma prova normal do CPR e por isso teremos de estar muito concentrados para andarmos rápido sem cometer erros. O rali dos Açores é sempre um dos pontos altos da nossa temporada e o objetivo é trazer de lá mais um bom resultado para o campeonato e participar nesta autêntica festa”, concluiu o navegador algarvio.

O Rali dos Açores vai decorrer entre os dias 22 e 23 de março.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

CPR: Moura quer fazer o Rali dos Açores

Ricardo Moura fez em Fafe o seu regresso aos ralis depois de quase um ano de interregno. Numa prova onde alinhou no seu Skoda Fabia R5, o piloto açoriano mostrou que ainda tem garra e velocidade, mas ficou no quarto lugar da geral, terceiro entre os portugueses. Ao longo do rali, esteve em duelo com Miguel Barbosa, mas acabou por ser batido por ele.

"Tivemos momentos bons e outros não tão bons. Mas talvez tenha existido alguma falta de consistência da minha parte, porque o ritmo não é o mesmo de outros tempos," começou por referir. "Tivemos um problema no diferencial traseiro que nos fez atrasar um pouco na secção da manhã, mas mudámo-lo e voltamos ao nosso registo. Falhamos um arranque numa classificativa e perdemos algum tempo, mas penso isto são vicissitudes que todos os pilotos tiveram de uma forma ou outra", prosseguiu. 

"Estamos satisfeitos, o carro está inteiro, foi uma prova positiva. Agradeço à ARC e a este publico fantástico de Fafe. Não posso deixar de agradecer ao nosso patrocinador que foi quem nos permitiu efectuar este rali", continuou. 

Apesar da experiência no Serras de Fafe, e de estar agora mais concentrado no seu projeto profissional - acabou de montar uma imobiliária - Moura pretende fazer o Rali dos Açores, e está a mobilizar apoios para isso.  "Gostaria de fazer mais alguma coisa como é evidente, e estamos a tentar fazer o Rali dos Açores, temos as baterias apontadas para aí, vamos ver como é que as coisas correm," concluiu o açoriano.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

CPR 2019 - Rali Serras de Fafe (Final)

Dani Sordo chegou, viu e venceu com sobras. Um minuto e 14 segundos de avanço sobre o segundo classificado, o algarvio Ricardo Teodósio, foi o que fez o piloto espanhol, nesta sua incursão a bordo de um R5 providenciado pela Hyundai Portugal, num campeonato cada vez mais competitivo, com mais de 25 carros dessa mesma classe, com alguns, como Pedro Meireles, a estrear a sua nova montada, um Volkswagen Polo R5.

No final, entre os portugueses, o melhor foi Ricardo Teodósio, no seu Skoda Fabia R5, que acabou com um avanço de dez segundos sobre Miguel Barbosa, noutro Skoda Fabia R5. Ambos ficaram na frente de Ricardo Moura, também num Skoda Fabia R5, a um minuto, 29,5 segundos.

"Ontem fiz um "tête" no primeiro troço e perdemos logo cerca de dez segundos. Depois, fomos a recuperar nos troços seguintes, a ser o melhor entre os portugueses - o Dani Sordo é quase impossivel de apanhar. Hoje viemos sempre a atacar forte, excepto nos dois últimos troços, porque o carro ficou com um problema de caixa", afirmou.

Depois das quatro especiais de ontem, dia de hoje era longo, pois tinham na frente as restantes dez especiais de classificação. Começava logo de manhã por passagens duplas por Ruivães, São Pedro e Aboim/Rio Vizela. Todas elas foram vencidas por Sordo, com Armindo a ser melhor português, batendo Teodósio e o chileno Alberto Heller em Ruivães, enquanto Ricardo Moura era oitavo, perdendo 10.3 segundos e cedendo o segundo posto da geral ao piloto algarvio.

Em São Pedro, com Sordo a limpar a estrada... e a vencer, Armindo continuou a ser o melhor, batendo Miguel Barbosa por pouco mais de quatro segundos. Alberto Heller era o quarto, a 5,3 segundos, na frente de Ricardo Teodósio, a 5,8. Ricardo Moura era nono, perdendo onze segundos, e tudo por causa da sua ordem na estrada, e tinha o terceiro posto em perigo. Armindo Araújo perdeu mais tempo devido a um pião, que obrigou o seu navegador a sair do carro e empurrarm porque a marcha atrás não engrenava... 

Quanto a Moura, a abertura na estrada voltou a prejudicá-lo em Aboim/Rio Vizela, sendo oitavo, perdendo 10,5 segundos e caindo para o quinto posto da geral. Mas nessa mesma especial, Ricardo Teodósio fora segundo e mantinha o mesmo lugar na geral, agora a 31,7 segundos de Sordo.

Nas segundas passagens pelas mesmas classificativas, a partir do PEC8, Sordo dominava e a luta pelo melhor português parecia ir para Teodósio, logo, o maior motivo de interesse tinha a ver com o lugar mais baixo do pódio. E aí, Armindo Araújo teve um problema que os fez perder mais de meio minuto, acumulado com os que já tinham tido antes. Com isso, caiu para o sexto posto. 

"O nosso acelerador ficou no máximo, não sabíamos o que era, tivemos de parar o carro no troço várias vezes, viemos a descobrir que se soltou uma bomba de ar como das bicicletas, não conseguiamos acelerar, o pedal ficava no máximo, perdemos muito tempo", disse o piloto de Santo Tirso.

Na segunda passagem por São Pedro, a diferença entre Teodósio e Barbosa era agora de vinte segundos na geral, embora tenha sido este último o melhor entre os portugueses. Ricardo Moura a não sofria com a abertura na estrada, mas foi sexto na especial, a 5,9 segundos do vencedor, e tinha Barbosa em mira, com Bruno Magalhães e José Pedro Fontes atrás de si.

E era essa esperança que tinha o piloto do Citroen C3 R5. "Nas segundas passagens o carro funcionou muito bem, estamos satisfeitos com o carro nessas condições e penso que entramos na luta do que seria normal. Agora temos uma pequena hipótese de chegar ao pódio nacional, vamos tentar.", comentou, no final desta especial.

Na segunda passagem por Aboim/Rio Vizela, continuava a luta Barbosa-Teodósio, mas a vantagem mantinha-se na casa dos vinte segundos, e o piloto algarvio estava cada vez mais perto da vitória. 

Pela tarde, com as passagens duplas por Montim e Lameirinha, com o famoso Salto da Pedra Sentada, houve a primeira especial vencida por um local, quando Armindo Araújo bateu Sordo por 1,5 segundos, e ainda por cima, Moura empatou com o piloto espanhol. Teodósio foi quarto, a 5,6, mas o que lhe interessava era ficar na frente de Barbosa, que na especial tinha sido 11º, perdendo 11,1 segundos, e aumentando para 25 os segundos que tinha para Teodósio. E Ricardo Moura aproximava-se...

Nessa mesma especial, Pedro Meireles acabava por desistir com o seu Volkswagen, quando seguia na oitava posição.

Armindo continuava a ser o melhor português na Lameirinha, de novo vencida por Sordo com 2,7 segundos de vantagem, enquanto Teodósio era terceiro, mais veloz que Moura, o quarto na especial. Barbosa era quinto, na frente de Fontes e Bruno Magalhães.

As duas últimas classificativas vieram simplesmente confirmar a vitória de Sordo e o segundo posto - e a vitória nacional - a Teodósio. Ambos foram primeiro e segundo na penúltima especial, e na última, o piloto algarvio perdeu tempo, mas não teve o segundo lugar em perigo.

No final, questionado sobre esta vitória, o piloto algarvio afirmou: "A primeira já cá está, agora vamos a ver se conseguimos mais. Foi bom, fiquei contente com o andamento".

Depois dos três primeiros, Ricardo Moura foi o quarto, enquanto José Pedro Fontes foi o quinto, a 1.56,8 segundos, na frente de Bruno Magalhães. Armindo Araújo foi sétimo, a dois minutos, 29,5 segundos, na frente dos irmãos Heller, com Alberto a ser melhor que Pedro. Pedro Almeida, no seu Skoda Fabia R5, fechu o "top ten", a 3.40,8 segundos.

Agora, máquinas e pilotos rumam aos Açores, onde dentro de um mês acontece o rali local, que também conta como prova de abertura do Europeu de Ralis.

CPR 2019 - Rali Serras de Fafe (Dia 1)

Dani Sordo está a tomar conta do Rali Serras de Fafe, prova de abertura do campeonato português de ralis. O piloto espanhol da Hyundai tem um avanço de 18,1 segundos sobre Ricardo Moura, o melhor português, num Skoda Fabia R5. Ricardo Teodósio é o terceiro na prova, não muito longe do piloto açoriano, a 19,6 segundos.

Com 26 carros R5 e Dani Sordo cabeça de cartaz, este Serras de Fafe começava com três especiais de classificação, acabando o dia com uma passagem dupla por Fafe, numa "street stage". O espanhol, piloto oficial da Hyundai, era sem dúvida do favorito à vitória, e começou a confirmar logo na primeira especial, a primeira passagem por Luílhas, dando 6,4 segundos a Ricardo Moura, o único capaz de o acompanhar. Armindo Aráujo era o terceiro, a 8,2 segundos, enquanto Miguel Barbosa era o quarto, a 8,8 segundos. Ricardo Teodósio era apenas o quinto e perdia 12,9 segundos e Bruno Magalhães 14,9, na frente do melhor Citroen, o de José Pedro Fontes, a 16,5.

Na segunda passagem por Luílhas, Sordo voltava a vencer, mas apenas abria 3,8 segundos sobre Teodósio e 6,9 sobre Moura. Miguel Barbosa era quarto, a 13,3.

No inicio da noite, em Fafe, fazia-se a "Street Stage", com duas passagens pelo centro da cidade. Na primeira passagem, Sordo era o melhor, 0,9 segundos na frente de Teodósio e 1,7 sobre Ricardo Moura, enquanto na segunda, o espanhol voltava a ser o melhor, agora com 2,1 segundos na frente do piloto algarvio.

Depois dos três primeiros, Miguel Barbosa é o quarto, a 27,4 segundos, na frente de Armindo Araújo, quinto no segundo Hyundai, a 39,6, igual que... o seu companheiro de equipa, Bruno Magalhães. Sétimo era José Pedro Fontes, a 41,2 segundos, com Pedro Meireles mais distante, a quase um minuto. A fechar o "top ten" ficaram o chileno Alberto Heller (a 1.01,1) e o espanhol Alenxander Villanueva (a 1.07,7)

O Serras de Fafe termina amanhã, com a realização das restantes dez especiais.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

CPR: Miguel Barbosa vai lutar pelo título

Ontem à tarde, no Porto, Miguel Barbosa apresentou o seu projeto para a temporada de 2019 do campeonato nacional de ralis. A poucos dias do Serras de Fafe, Barbosa mantêm a sua aposta no Skoda Fabia R5, numa temporada em que vai ter dois navegadores - Paulo Babo na fase de terra do campeonato, no asfalto será Jet Carvalho - afirma que este ano, a qualidade do pelotão aumentou em termos de quantidade e qualidade, mas isso não é impeditivo de lutar pelo título, como fez nos anos anteriores, especialmente em 2018.

As perspectivas mantêm-se, lutar pelo título, conscientes da quantidade e qualidade dos nossos adversários. Este campeonato não para de crescer, mas as nossas ambições mantêm-se. Estamos a trabalhar bem, confiantes, conscientes das nossas qualidades e capacidades e das armas que temos ao nosso dispor. Estamos muito bem servidos e portanto temos todas as condições para fazer um bom campeonato. O ano passado fizemos um campeonato com alguns erros, sobretudo na Madeira, e sem esse erro penso que as coisas poderiam ter sido diferentes. Podíamos ter estado a lutar pelo campeonato na última prova”, afirmou.

Com 59 inscritos, o rali Serras de Fafe, prova de abertura do campeonato, que acontecerá no final da semana, promete ser competitivo, e um pontapé de saída bem interessante para o campeonato que aí vêm.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

CNR: Ricardo Teodósio apresenta o seu projeto

Depois de quase ter vencido o campeonato em 2018, Ricardo Teodósio parte para a nova temporada disposto a triunfar contra uma concorrência cada vez mais forte e competitiva, liderada pelos Hyundai Portugal de Armindo Araujo e Bruno Magalhães.

Este sábado,  no Restaurante ‘O Teodósio’, na Guia, Albufeira, Teodósio e o seu navegador, José Teixeira, apresentaram o Skoda Fabia R5 preparado peça ARC Sport, com um "upgade" em relação à temporada passada, e a dupla de pilotos está disposta a alcançar algo inédito na carreira deles: o título nacional.

Aquilo que fizemos em 2018, com condições nem sempre equiparáveis às da concorrência direta, leva-nos a acreditar que temos capacidade para sermos campeões”, começou por dizer Teodósio durante a sua apresentação. “No ano passado ganhámos em Castelo Branco e fomos quase sempre consistentes na luta pelos primeiros lugares, ao ponto de termos chegado ao Rali Casinos do Algarve a lutar pelo título. Agora temos outra experiência e ritmo com o Skoda, que entretanto sofreu um ligeiro upgrade de motor, e além disso continuamos a contar com a competência da ARC Sport e o apoio de todos os nossos patrocinadores, família, amigos e adeptos. Não escondo que vamos para ganhar”, referiu o piloto algarvio. 

José Teixeira volta a ser o navegador de Teodósio no Skoda Fabia R5 e continuará a ser o grande apoio do piloto algarvio na caminhada conjunta rumo ao topo do Nacional de ralis. 

Montámos um projeto ainda mais profissional para esta época, em todas as vertentes, também para justificarmos a aposta dos nossos parceiros e patrocinadores. Partimos para esta nova época com ambições reforçadas, depois de termos superado os nossos objetivos em 2018, já que no início do ano apontávamos ao top 5. O objetivo é sermos consistentes e pensarmos rali a rali, começando já em Fafe”, afirmou José Teixeira. 

O Nacional de ralis, que este ano vai ser mais competitivo que o habitual, começa nos dias 22 e 23 de fevereiro, nos emblemáticos troços de terra do Rali Serras de Fafe. 

sábado, 9 de fevereiro de 2019

CPR: Pedro Almeida apresentou o seu carro

O jovem piloto Pedro Almeida, sexto classificado no Nacional de Ralis de 2018, apresentou ontem à tarde o seu projeto para a nova temporada do campeonato, com uma nova montada, um Skoda Fabia R5, preparado pela ARC Sport.

Em Famalicão, à frente do edifício da Fundação Cupertino de Miranda, o jovem piloto - que terá como navegador Nuno Almeida - o piloto espera melhorar os resultados que teve na temporada passada, embora diga que com o novo carro, haverá o habitual tempo de adaptação.

Evoluir mais uma vez é o objetivo que temos para o este novo ano. Temos um novo carro, há aqui alguma adaptação a fazer mas temos a convicção de que podemos melhorar os resultados alcançados no primeiro ano”, começou por salientar o piloto.

Hoje tivemos aqui muitos que nos apoiam e motivam. Sabemos que este ano vamos ter um campeonato mais exigente e competitivo mas o trabalho de preparação que temos feito com a ARC Sport no carro, dá-nos a expectativa de voltar a realizar uma época competitiva”, continuou.

Pedro Almeida aproveitou a ocasião para afirmar o projeto de responsabilidade social que faz questão de abraçar, onde pretende mostrar instituições de solidariedade social consideradas relevantes nas regiões onde passarão as provas do campeonato nacional de ralis.

Os ralis são um palco privilegiado para expor e alertar para causas e situações em que todos podemos ajudar. Ao longo do ano, em cada uma das regiões onde a caravana dos ralis vai passar, vamos identificar situações e instituições para, com o apoio dos nossos parceiros, ajudar de forma positiva projetos sociais de mérito e valor, que vamos apoiar e incentivar a que outros também apoiem”, continuou. 

O CPR começa nos dias 22 e 23 de fevereiro, no Serras de Fafe.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Youtube Rally Testing: Três candidatos a testarem em Fafe

A quatro semanas do inicio do campeonato nacional de ralis, no meio do nevoeiro invernal de Fafe, José Pedro Fontes, Armindo Araújo e Miguel Barbosa andaram a testar as suas máquinas preparando-se para o Rali Serras de Fafe, que certamente será bem mais competitivo que nos anos anteriores. 

E as filmagens são do Pedro Figueiredo, que nesse dia, não levou a Galinha Matilde...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

CPR: Pedro Almeida troca Ford por Skoda

Pedro Almeida vai correr em 2019 com um Skoda Fabia R5, trocando o seu Ford Fiesta R5 por algo mais evoluído. Preparado pela ARC Sport, o jovem piloto de Famalicão espera que com ele, as suas prestações melhorem e dêm um salto de qualidade do sexto lugar do campeonato alcançado na última temporada.

Até agora tem estado a testar a sua nova máquina nas cercanias de Fafe, para efeitos de adaptação e tirar notas para o evento que vai acontecer dentro de seis semanas.

"Ficamos entusiasmados com a performance do carro, um pouco mais ‘agressivo’ que o anterior e com um comportamento em classificativa que muito nos agradou", começou por dizer. "Estamos satisfeito com a evolução que temos feito e vamos procurar cimentar a aprendizagem do primeiro ano de Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), tentando andar mais rápido, com a mesma fiabilidade e se possível melhorar o sexto lugar final alcançado na temporada passada", continuou.

"Estivemos com os responsáveis da ARC Sport nestes primeiros quilómetros e já acertamos algumas ideias sobre o setup para o ‘Serras de Fafe’. A confiança que temos na ARC Sport permite- nos estar tranquilos relativamente à preparação para uma época que sabemos vai ser ainda mais exigente, mais competitiva mas onde esperamos alcançar os objetivos de evolução a que nos desafiamos.", concluiu.

O Rali Serras de Fafe vai acontecer entre os dias 22 e 23 de Fevereiro nas estradas à volta da cidade com o mesmo nome.


sexta-feira, 23 de novembro de 2018

CNR: Teodósio faz balanço de 2018

Apesar do resultado algo frustrante no Rali Casinos do Algarve, Ricardo Teodósio faz um balanço positivo da temporada de 2018, onde teve pela primeira vez um carro da classe R5 e lutou pelo título nacional até à última prova, onde acabou por falhar devido a uma quebra do motor do seu Skoda Fabia R5.

Contudo, para esta temporada, Teodósio está feliz. Faz questão de endereçar os "parabéns ao Armindo Araújo pelo título alcançado" e agradecer "a todos os nossos apoiantes ao longo deste ano e à ARC Sport." Mas quis realçar um agradecimento "especial à minha mãe, pois sem ela, nada disto tinha sido possível."

"Este ano ganhámos um rali à geral, terminámos o campeonato em terceiro lugar e sabemos que somos competitivos. Em condições normais, estamos no bom caminho", continuou o piloto algarvio.

E já pensa em 2019: "Vamos começar já a trabalhar para 2019, esperando que as reuniões com os nossos patrocinadores sejam positivas", afirmou.

José Teixeira, o seu navegador, realçou que esta primeira temporada ao mais alto nível foi exigente. 

"Para além de uma relação de amizade bastante forte com o Ricardo, este foi um ano muito mais trabalhoso. As exigências foram outras e, dentro do nosso orçamento, tivemos de nos tornar mais profissionais. Já sabíamos que a este nível as coisas são diferentes, mas conhecemos bem o ambiente, estamos bem integrados e contamos com uma excelente equipa. Para o ano as coisas serão seguramente melhores”, comentou. 

sábado, 17 de novembro de 2018

CNR 2018 - Rali do Algarve (Final)

Foi um bom duelo nas estradas algarvias, mas no final Ricardo Teodósio acabou por desistir na oitava especial, dando o título a Armindo Araujo, que regressa aos campeonatos catorze anos depois da última vez. Apesar de ter largado mal e acabado o primeiro dia na sexta posição, no final foi o suficiente para ser campeão nacional, pois se o piloto algarvio não terminou, já outro dos candidatos, José Pedro Fontes, foi apenas quarto, depois de ter feito um pião e ter perdido quase 40 segundos no processo.

Se no final do primeiro dia, Teodósio começava a abrir uma vantagem que permitia respirar um pouco a tentar a sua sorte no campeonato, logo no inicio do segundo dia, na primeira passagem por Chilrão, ele alargou ainda mais essa diferença, ganhando 10,4 segundos para José Pedro Fontes. Armindo Araújo foi terceiro ma especial, a 19,8 segundos do vencedor, mas recuperou em relação a Miguel Barbosa. Nesta altura, apenas sete segundos separavam os dois.

O troço ficou marcado pela saída de Pedro Paixão, quando seguia no quarto posto, acabando por desistir. "Estou muito triste por não ter conseguido verbalizar o resultado. Tenho apenas dois anos de ralis e a minha inexperiência nos troços acabou por pagar numa altura fulcral", disse no final.

O sétimo troço acabou por ser o mais decisivo do rali, pois Fontes foi o vencedor e Araújo era terceiro classificado na geral, depois de ter passado Miguel Barbosa. Era mais que suficiente para o piloto de Santo Tirso ser campeão nacional. E na seguinte... a cereja no topo do bolo, quando o motor do Skoda de Teodósio rebentou em plena aceleração.

Araújo venceu na especial, aproveitando também o furo de José Pedro Fontes, que perdeu muito tempo e caiu para o terceiro posto, atrás de Miguel Barbosa. 

"Infelizmente, os ralis têm destas coisas. Nós estávamos a fazer o nosso papel, tranquilos, poderiamos ter andado mais forte no troço da Nave Redonda. Estávamos convencidos que o rali era nosso, infelizmente aconteceu desta maneira, o motor não quis colaborar, partiu quando vinhamos a fundo e pronto, tivemos que ficar por aqui", comentou, desolado.

A partir dali, foi um limitar de gestão por parte do piloto de Santo Tirso. O madeirense Alexandre Camacho foi o mais veloz no nono troço, a segunda passagem por Chilrão, batendo Miguel Barbosa, que por sua vez conseguiu mais 2,1 segundos sobre Armindo Araújo, terceiro na especial.

A seguir, na décima especial, Fontes venceu o troço e ascendeu ao segundo posto, passando Barbosa e não estando muito longe da liderança, conseguindo reduzi-la a meros 7,3 segundos. Mas no final, o pião do piloto da Citroen, no troço final, fez com que Barbosa ficasse com o segundo lugar, e Camacho vencido o ERT, ficando com o lugar mais baixo do pódio.

Depois dos quatro primeiros, o melhor estrangeiro foi o checo Ondrej Bisaha, quinto no seu Ford Fiesta R5, na frente de outro Ford Fiesta R5, o de Pedro Almeida. O romeno Dan Girtofan foi sétimo, num Skoda Fabia, a cinco minutos e oito segundos do vencedor, com o holandês Kevin van Deijne logo a seguir. E a fechar o "top ten" ficaram o Peugeot 208 R2 de Daniel Nunes e o Mitsubishi Lancer Evo X do russo Serguei Remmenik.

O campeonato de 2018 acabou, agora é a vez de 2019, com mais carros e mais pilotos no comando de uma campeonato que se deseja tão competitivo como este.