segunda-feira, 19 de março de 2012
O inicio da temporada da GP2 e talento dos pilotos no pelotão desta
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Sonangol, Angola e o automobilismo




segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Noticias: Policia britânica investiga contas da falida A1GP


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
5ª Coluna: O ressuscitar da A1GP

Com os carros encerrados num armazém algures na Grã-Bretanha, esperando por melhores oportunidades. Aparentemente, segundo uma coluna de boatos, houve em Julho um conjunto de investidores interessados nos carros e em pagar as dívidas. Houve um leilão, com destino desconhecido, e agora, em Janeiro, surgiu um site e aos poucos se mostram o tal conceito de "A10 World series". E pelos vistos, é um clone da A1GP.
Apesar da série só arrancar no Outono - mais um exemplo de que isto é um ressuscitar da A1GP - fica-se a pensar no seguinte: neste momento existem diversas séries de automobilismo, grande parte delas séries monomarca como a World Series by Renault 3.5, Auto GP - com Lolas que pertenceram à A1GP - , GP2, Formula 2, etc... pode se perguntar se todas estas séries são paralelas à Formula 1 ou fazem parte de uma base alargada de um topo muito estreito da pirâmide. E quando cada vez mais se sabe que Bernie Ecclestone quer fazer as suas próprias séries de acesso à Formula 1, com a GP2 e GP3, pergunta-se se estas séries não seriam mais úteis se não corressem paralelas à Formula 1?segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Rookie Test: Maldonado vai rodar na Hispania, Teixeira na Lotus
Confesso que me vai ser difícil passar esta semana sem não pensar na música "Final Countdown" dos Europe, mas uma ocasião destas e única com quatro candidatos, matematicamente falando, ao título. Mas hoje quero falar sobre o "rookie test" de Abu Dhabi, porque começam a surgir algumas novidades em relação a isso.Esta tarde, a Hispania anunciou que o venezuelano Pastor Maldonado irá estar num dos seus "cockpits" na próxima semana, em Abu Dhabi. Maldonado, campeão da GP2 este ano, vai estar a bordo do "cockpit" espanhol em três dos cinco dias de duração do teste, para ganhar quilómetros. Caso o venezuelano, que é consistentemente falado nas últimas semanas como piloto da Williams, sair bem, muito provavelmente será piloto da Williams no lugar de Nico Hulkenberg. É o que dá ter um patrocínio na ordem dos 20 milhões de euros da petrolífera venezuelana PDVSA.
Esta tarde, também, a Autosport portuguesa fala que poderão haver, não um, nem dois, mas sim... três portugueses no "rookie test" de Abu Dhabi. O terceiro elemento em questão é o luso-angolano Ricardo Teixeira, que andou este ano na Formula 2 com um forte apoio da petrolífera angolana Sonangol e que pode ter pago cerca de 400 mil euros para ter esta oportunidade única. Teixeira, de 26 anos, tem um vasto currículo, com passagens pela Formula 3 britânica, GP2 e Formula 2, mas o seu melhor resultado é um quinto lugar este ano, numa das rondas marroquinas da Formula 2. A mesma onde sofreu uma capotamento espectacular.Quanto aos outros dois, Alvaro Parente ainda é uma hipótese na Lotus, mas a ideia é mais abrangente, com uma estadia na Team Air Asia da GP2, e Antonio Felix da Costa espera pelo anuncio oficial da Force India para saber se é confirmado ou não.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Sobre o acidente de Conway e aquela fina linha vermelha...
Esta madrugada, comentei no Twitter que provavelmente, o acidente do Mike Conway teria sido mais mas espectacular do ano. Imediatamente me perguntaram se ainda era mais espectacular que a do Ricardo Teixeira na Formula 2, em Marrakesh. Fui dormir com essa dúvida na cabeça, e quando acordei, pensei um bocado na coisa até chegar aqui a escrever estas linhas.
A conclusão que chego é que ambos são espectaculares. São incidentes de corrida, nos quais eles não são totalmente culpados, nem totalmente inocentes. Um acidente destes, há dez ou vinte anos, teriam caudado ferimentos muito graves ou a morte dos pilotos. Conway fez lembrar, por exemplo, o acidente de Kenny Brack no Texas, onde o piloto sueco sofreu ferimentos muito graves, que levaram ao final da sua carreira competitiva. E já vimos mortes por muito menos. Ainda se lembram de Henry Surtees?
E se ambos os acidentes foram muito mais espectaculares que o disparate que Sebastien Vettel fez ontem em Istambul, ao se autoeliminar do GP da Turquia e tirar uma vitória certa à sua equipa a Mark Webber, faz-me pensar na velha história: pedimos aos pilotos para serem agressivos nas manobras, mas queremos que estas sejam seguras. Não gostamos da demasiada agressividade, porque pode ser perigosa, até mortal, e como sabem, morrer perante milhões de pessoas não é boa para a publicidade... estranho. Onde estará o meio, que deveria ser uma virtude?
Chego à conclusão de que esse "meio" não existe. Se for um acaso e todos sobreviverem para contar a história, é um espectáculo e veremos isso nos anos a seguir, num daqueles programas do Canal Discovery. Se acontecer o pior cenário possivel, andaremos todos a lamentar enquanto que outros levantarão a voz para que se implementem mais medidas de segurança, ainda mais estritas das que existem agora. A histeria pós-Imola 1994 foi um exemplo de que certas coisas foram levadas longe demais, por exemplo. No final, temos de confiar na sorte e consciencializar de que existe uma fina linha vermelha entre o espectáculo e a tragédia...quinta-feira, 6 de maio de 2010
5ª Coluna: excesso de agressividade pode ser mortal
Este foi um fim de semana sem grande competição, excepto as corridas quer do WTCC, quer da Formula 2, que aconteceram em Marrocos. O circuito de Marrakesh, feito nas rectas enormes das ruas dessa cidade de muralhas vermelhas, foi palco de mais acidentes do que se pode esperar numa corrida feita na malha urbana de qualquer cidade da Europa, Asia ou as Americas. Não tem nada a ver com o continente em si, mas sim com os pilotos e o seu estilo de condução nos dias de hoje, pois é aí que mora o perigo.Digo isto não só por causa das duas corridas do WTCC terem acontecido mais vezes com o Safety Car em pista do que a competição propriamente dita, mas também porque a prova de Formula 2 ter sido polvilhada por fortes acidentes, o pior deles todos foi o vôo do piloto luso-angolano Ricardo Teixeira, que no dia anterior foi quinto classificado, o melhor lugar de sempre na sua carreira, provavelmente.
Mas não estou aqui a falar sobre o Deletraz dos nossos dias, não. Falo sobre o facto de Ricardo Teixeira ter sido protagonista involuntário de um espectacular vôo na segunda corrida do fim de semana em Marrakesh, envolvendo mais quatro carros. Confesso que me arrepiei ao ver aquilo. Pensei logo no pobre Henry Surtees, morto por uma roda de outro concorrente, dez meses antes em Brands Hatch, e comecei a pensar se a loucura que estes jovens rapazes (e há uma rapariga), de 17, 18, 19 anos, vale vidas humanas. O automobilismo é competição? É sim senhora, mas não serve para colocar a cabeça no cepo. Inconscientemente (ou não) é isso que está a acontecer.
Neste mesmo fim de semana, no outro lado do Mundo, um acidente semelhante colocou todos os dispositivos de segurança à prova... e a nossa sorte. Aquela linha vermelha que nos separa a sorte da morte foi testada no circuito de Barbagallo, no Queensland australiano, quando o Mini Cooper S do piloto local Kain Magro se despistou na corrida da Mini Challenge e passou a rede que delimita os espectadores, ferindo apenas duas pessoas... de forma ligeira. O piloto, claro, escapou ileso.Tenho a sensação de que os pilotos em geral estarem a puxar pelos seus limites de forma muito perigosa. Neste inicio de século XXI, os carros de competição são mais fortes do que nunca. Os chassis são feitos de fibra de carbono, testados incessantemente e aprovados com o selo da FIA, os pilotos usam o sistema HANS nos seus pescoços, para evitar fraturas fatais na base do crânio, e os circuitos, agora, tem escapatórias em asfalto, para em teoria, corrigir os erros de pilotagem e dar aos pilotos uma chance de voltar à pista. Em suma, tudo para proteger o piloto e reduzir as chances de acidentes graves.
Mas isto tudo causou um efeito preverso: nas corridas de acesso e até na Formula 1, os pilotos estão cada vez mais agressivos, cada vez mais dispostos a tudo para conseguir passar o seu concorrente. E na Formula 1 de 2010 em que ultrapassar é uma saga, ainda pior.
Hoje em dia, se forem ver as corridas nas categorias de formação, o estilo dos pilotos é completamente agressivo. São corridas curtas, onde ser o mais rápido é mais importante do que chegar ao fim, e sendo pilotos jovens e de pavio curto, tem de lutar, literalmente, por cada curva e cada centímetro, para ganhar posições. E em todas estas categorias, para haver um equilibrio (artificial, diga-se), nos fins de semana duplos, as grelhas são invertidas nos oito primeiros para que os carros mais rápidos cheguem à frente o mais possivel. Nem sempre conseguem, porque o tempo é curto para alcançar essa posição.
Muitos criticam, por exemplo, o estilo de condução de Lewis Hamilton. Ele é assim porque foi ensinado a sê-lo: no karting, na Formula 3 e GP2, porque isso é o "pão nosso de cada dia" e não aprendem a se comportar na Formula 1, pois é outro mundo. Não são corridas de "sprint", são corridas onde a inteligência é o que conta, pois numa era sem reabastecimento, o que interessa é chgar ao fim inteiro, e não contornar as regras para passar o adversário. Não é por acaso que o lider é Jenson Button, um piloto que usa a cabeça para vencer.Nos bilhetes dos circuitos ingleses está escrita a seguinte frase: "motorsport is dangerous". Isto serve para os espectadores, mas eles estão protegidos por redes muito mais altas daquelas de Barbagallo. O problema são os pilotos, que acho que devem ter aulas não só de condução, como também aulas para dosear a sua agressividade em pista. Não creio que todos tenham de ser Gilles Villeneuve, pois caso não saibam, ele terminou muito mal a sua carreira. Quero ver competição e vencedores, não candidatos a mitos. Apesar dos avanços, os carros continuam a não ser cem por cento seguros.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
O impressionante vôo de Ricardo Teixeira
Pessoalmente, nunca o achei um piloto por ali além. Digamos que é alguém com pouco talento, mas tendo atrás um generoso apoio de um país que o adoptou, por raízes familiares. Acompanho a sua carreira desde a Formula 3 inglesa (onde nunca fez nada de jeito em quatro temporadas) e no ano passado vi-o na equipa Trident da GP2, onde foi presença habitual no fundo da grelha.
Este ano mudou-se para a Formula 2, onde neste fim de semana de Marrakech, esteve em destaque por dois motivos, um bom e outro mau: na corrida de Sábado, terminou a corrida na quinta posição, a sua melhor posição de sempre numa corrida de monolugares, e na segunda corrida, foi protagonista de um vôo quando foi catapultado na traseira do russo Ivan Samarin, acabando por bater em mais outros dois pilotos.
Se forem ver o video, é de facto um vôo impressionante. Mas quando vi aquilo, pensei imediatamente em Henry Surtees e o seu acidente fatal em Brands Hatch, há cerca de dez meses. E pergunto: como é que isto teria acabado se Ricardo Teixeira não tivesse caido com as rodas no chão?
sábado, 30 de janeiro de 2010
Os rumores do momento, num fim de semana sem noticias...
Sabia que este fim de semana ia ser decisivo em muitos aspectos nesta Formula 1 de 2010. E as especulações que ouvi e li esta tarde, cada uma é mais louca que outra. Mas... podem ter o seu fundamento. Antes de amanhã a Sauber e a Renault apresentarem os seus carros, eis o que ouvi numa tarde sem grande inspiração, confesso:
1 - Vitor Martins, do blog Victal, afirma esta tarde que a Campos Meta foi vendida ao luso-sul-africano Tony Teixeira, que tem os direitos da extinta (?) A1GP. Mas os valores acordados podem não ser as suficientes para garantir a continuidade da Campos/Teixeira, e claro, a FIA e a FOTA reunirão esta segunda feira para debater, entre outros assuntos, a manutenção de licença da equipa espanhola. E sabe-se que Bernie Ecclestone tenta por todos os meios retirar o tapete à Campos para colocar no seu lugar a Stefan GP, que comprou os bens da Toyota, em Colónia (e manteve pelo menos 150 dos seus empregados) e esta tarde recebeu o apoio oficial da marca japonesa.
Claro, há pessoal que coloca esta troca em dúvida, como o jornalista inglês Joe Saward, que afirma que mesmo com as garantias da Toyota, o facto desta Stefan GP ser mais um gigantesco ponto de interrogação do que propriamente uma equipa com credenciais automobilisticas como duas das que foram excluidas por Max Mosley no inicio do ano passado: Epsilon Euskadi e Prodrive. Em suma, numa situação limite, na segunda-feira a FIA e a FOTA pode cancelar a licença da Campos... mas pode não aceitar o da Stefan GP. Poderemos ter 24 carros no Bahrein.
2 - Esta é mais supreendente, mas acho que não tem grande fundamento. No Twitter, um amigo meu espanhol conta uma conversa entre Robert Kubica e Sebastien Buemi em que o segundo piloto da Renault poderá ser... Jacques Villeneuve. Acho que seria um verdadeiro golpe de teatro, pois desde a semana que passou que toda a gente fala que o russo Vitaly Petrov, com a sua mala de 20 milhões de euros, tinha o lugar garantido. E não é pessoal qualquer: por exemplo, o jornalista Joe Saward é um deles que garante a pés juntos que é Petrov que se vai sentar ao lado de Kubica... e é o que se calhar vai acontecer.
3 - Mal foi mostrado à imprensa mundial, pode haver uma versão B. O Ferrari F10 ainda não deu sequer uma volta em pista e especula-se na imprensa italiana que este pode ser um carro mal nascido, logo, os engenheiros da marca do Cavalino Rampante poderão estar a desenhar uma versão bem radical do carro de 2010, provavelmente no sentido de minorar os defeitos que poderão ter sido encontrados durante as simulações. Contudo, a Ferrari afirma que esses rumores não são mais nada do que "disparates" e que o facto do shakedown ter sido cancelado apenas devido ao gelo acumulado na pista de Fiorano.
Segunda-feira, o carro estará no circuito Ricardo Tormo, em testes conjuntos com algumas equipas. Veremos se os rumores terão algum fundamento. Se sim, antevê-se um 2010 muito dificil para Felipe Massa e Fernando Alonso...
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Impressões sobre a actual situação da Campos Meta
Desde que li, na quinta-feira, o post do Luiz Fernando Ramos, o Ico, sobre a actual situação da Campos Meta, a equipa espanhola que quer estrear na Formula 1 com Bruno Senna ao voltante, que muitos vem falando sobre a situação de duas das quatro estreantes no Mundial de 2010. A equipa, que está a construir chassis sob a égide da Dallara, anda desesperadamente atrás de dinheiro para completar a temporada, e até agora, este não apareceu.
Tinha lido este alerta no final do ano, através do jornalista espanhol Antonio Lobato. dizia que eles andavam desesperados pelo facto de, apesar da contratação de Bruno Senna, os apoios que esperavam tinham sido zero. Aliás, como todoas sabem no Brasil, o facto de Senna ter ficado com o numero 21 não foi coinciência, pois é esse o numero que a embratel usa no seu país. A ideia, claro era usar esse patrocinio. Mas tal não aconteceu como previam, pelo menos por agora.
Candidatos são alguns. O mais improvável, na minha opinião, é o de Tony Teixeira, o luso-sul-africano que liderou a agora defunta A1GP. Pelo facto dele não ter conseguido manter uma categoria, não o vejo a conseguir manter uma equipa. Acho que a ideia da compra, se for para a frente, é de marcar presença na Formula 1 e talvez meter um dos pilotos que se mostraram na categoria por lá, como o Adam Carrol, por exemplo. Se perferirem, posso dizer que quer ser como Bernie Ecclestone nos anos 70: comprou a Brabham e a desenvolveu, numa primeira fase que deu naquilo que vemos hoje. Esta tarde surgiu outra hipótese: a do japonês Kazuki Nakajima, que depois de sair da Williams pela porta pequena, poderá trazer fortes patrocinadores consigo, como a Panasonic, e tentar uma vaga na Formula 1 em 2010. A fonte é o jornal finlandês Turun Sanomat.
Caso aconteça, voltamos a aquela questão que muitos fazem desde o inicio do ano: qual foi o critério de aceitação destas escuderias? Foi mais a politica ou pelos bonitos olhos? É que tem que ser qualquer outra sem ser a competência, pois se esse tivesse sido o primeiro critério, quase de certeza teriamos a Prodrive, de David Richards e (ou) a Epsilon Euskadi, de Joan Villadelprat, na lista de inscritos para o Mundial de 2010. Como Max Mosley não os aceitou, quem perde é a Formula 1. E Bruno Senna arrisca-se a ser outro rei do azar, depois de ter sido apanhado na falência da Honda em 2008 e ser preterido por Rubens Barrichello em 2009 na Brawn GP.sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Um grande ponto de interrogação chamado A1GP
Antes que o GP do Brasil nos submerga a todos, achei por bem trazer à baila o A1GP. Digo isto porque ao longo da semana tive mais do que uma conversa com algumas pessoas ligadas ao meio para que estivesse de alerta sobre a "Taça do Mundo das Nações", ou a competição organizada pelo luso-sul-africano Tony Teixeira. Alguns desses meus amigos no meio juravam a pés juntos que isto iria ser cancelado. Não acredito muito nisso, mas a nuvem de suspeição é grande, apesar das garantias.
Entretanto, Greg Hooton, Director Geral do Nikon Super GP (o nome oficial do GP de surfers Paradise), deu ontem uma conferência de imprensa em que afirmou laconicamente: "Até aqui o A1GP ainda não desrespeitou o contrato que tem com a Gold Coast Motor Events Company (a entidade promotora do evento australiano)." O que se sabe neste momento é que estão inscritos 19 carros para esta ronda, entre os quais Portugal, mas curiosamente, também, não se sabem os nomes de quaisquer pilotos participantes.
Um dos meus amigos no meio afirmava que as dívidas são grandes, e que com a assinatura deste contrato de direitos, anunciada há algumas semanas, algum do dinheiro recebido serviu para pagar dívidas, para desbloquear os carros e seguir por diante os planos para uma quinta temporada da A1GP. Que pode nem acontecer, ou ser a última...segunda-feira, 21 de setembro de 2009
A1GP revela o seu calendário e os planos para o futuro
No mesmo dia em que certa imprensa especializada refere as imensas dúvidas refrerntes ao futuro da modalidade, nomeadamente uma alegada rescisão de contrato de motores por parte da Ferrari, a A1GP revela hoje no seu site oficial um acordo de longo prazo com o grupo IMG, que o ajudará em termos de média e de marketing."Este tipo de acordo era a nossa prioridade, e estar associado com uma empresa como esta era o que precisava para estar representado num mercado tão competitivo como este. Os planos que eles têm para nós são inovadores", afirmou o empresário luso-sul-africano Tony Teixeira.
Adam Kelly, director de Marketing da IMG Sports Media, afirmou: "Estamos muito contentes de representar a A1GP no portfólio da IMG Sports Media. Nós esperamos trzaer para o centro da acção os carros, os fãs e espectadores da A1GP Powered by Ferrari cars, um verdadeiro desporto global. Num mundo tão competitivo como este, a IMG vai utilizar a sua experiência neste campo para levar a A1GP para uma audiência que queremos que seja cada vez maior", concluiu.
Para além disso, Tony Teixeira, o patrão da A1GP, justificou os atrasos em relação à divulgação do seu calendário relacionados com a certeza das datas, para não repetir os erros do ano passado, quando algumas das datas inicialmente agendadas no calendário foram mais tarde canceladas. "É muito fácil publicar um calendário com datas que mais tarde serão modificadas," afirmou. "Queria ter a certeza das datas, para que desse uma mensagem aos nossas equipas, fãs e parceiros televisivos, algo realistico." concluiu Teixeira, afirmando que ainda existe a possibilidade de uma nova data neste calendário.Eis o caldário da A1GP para a temporada 2009/10:
25 Outubro de 2009 - Australia (Surfers Paradise)
15 Novembro de 2009 - China (Zuhai)
06 Dezembro de 2009 - Malasia (Sepang)
28 Fevereiro de 2010 - Africa do Sul (Kyalami)
14 Março de 2010 - Brasil (Interlagos)
21 Março de 2010 - Mexico (Hermanos Rodriguez)
11 Abril de 2010 - Portugal (Portimão)
02 Maio de 2010 - Alemanha
16 Maio de 2010 - Holanda (Assen)
Desconhece-se ainda qual vai ser o circuito que acolherá a A1GP em solo alemão, mas na unica vez que lá foram, em 2005, o escolhido foi o circuito de Lausitzring, no leste do país. Outra das grandes novidades e a não realização de uma corrida na Grã-Bretanha, que foi palco da jornada de encerramento na temporada passada.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Noticias: Tony Teixeira não desistiu de ter uma equipa na Formula 1
O patrão da A1GP, Tony Teixeira, revelou ter planos de construção da sua própria equipa de Formula 1, que teria sede... em Portugal. Numa entrevista à autosport.com, Teixeira, que nos últimos dois anos tentou comprar a Spyker e a Toro Rosso, revelou também que esteve interessado na Honda, mas que no final decidiu que o melhor seria fazer uma equipa do zero, com chassis próprios, e com sede em Portimão, perto do Autódromo Internacional do Algarve.
No dia em que os americanos irão anunciar a sua USF1, ver mais uma intenção de construir uma equipa de Formula 1, com sede no nosso país, mais concretamente em Portimão, onde existe um Autódromo de cinco estrelas, é mais um passo para a construção de um verdadeiro polo industrial numa zona onde até há pouco tempo não havia lá nada, é um feito. E se isso significa cada vez mais o regresso da Formula 1 a Portugal ou de um piloto português nesse pelotão, melhor ainda.segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Tony Teixeira "alfineta" a Formula 1
O patrão da A1GP, o luso-sul-africano Tony Teixeira, não perde uma oportunidade de "alfinetar" a Formula 1, comparando-o á categoria que ajudou a erguer em 2005. Numa entrevista ao jornal sul-africano "The Times", Teixeira diz que "a A1GP é tudo aquilo que a Fórmula 1 tenta ser".



