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sábado, 27 de abril de 2019

Formula E: Wehrlein na pole em Paris, Felix da Costa 16º

O alemão Pascal Wehrlein conseguiu este sábado a sua segunda pole-position na sua carreira ao ser o melhor no ePrix de Paris, a oitava prova do campeonato. O piloto da Mahindra foi melhor que Oliver Rowland e Sebastien Buemi, enquanto António Félix da Costa não fez melhor que o 16º tempo, mais uma vez prejudicado pelas condições da pista francesa, e de ter largado do primeiro grupo.

Com céu encoberto na manhã deste sábado na Cidade Luz, e na pista desenhada à volta dos Les Invalides, o que se queria saber, nesta competição totalmente baralhada e indefinida, quem teria mais sorte que os outros. E logo no Grupo 1 é que se viu que eles seriam os mais azarados, pois não só iriam abrir a pista, como esta estava suja e iria prejudica-los. E as cobaias... perdão, os pilotos, seriam Jérôme D'Ambrosio, António Félix da Costa, André Lotterer, Mitch Evans e Lucas Di Grassi.

O neozelandês da Jaguar, vencedor em Roma, foi o primeiro a sair, mas com um tempo na casa dos 60 segundos, acabou por ser o pior de todos, com Jerome D'Ambrosio a ser o melhor, com 1.00,609, 39 centésimos melhor que Lotterer e 69 centésimos melhor que Di Grassi. 

No Grupo 2, que tinha Sam Bird, Robin Frijns, Jean-Éric Vergne, Edoardo Mortara e Daniel Abt, os piltoos tiveram tempos relativamente medianos, até que Frijns, piloto da Virgin, cravou 1.00,583 e assumiu a liderança geral, ficando numa boa posição para a SuperPole. 

A seguir, o terceiro grupo, com Sébastien Buemi, Oliver Rowland, Stoffel Vandoorne, Alexander Sims, Pascal Wehrlein e Felipe Massa, foi o que começou a marcar tempos decentes. Primeiro, Rowland fe 1.00,450 e foi para a frente, seguido por Wehrlein, que fez o segundo melhor tempo, e Buemi, o terceiro. Sims não conseguiu entrar na SuperPole, ao contrário de Massa que conseguiu o sexto melhor tempo. Stoffel Vandoorne cometeu um erro no seu HWA e fez o pior tempo até então.

O quarto e último grupo, com Alex Lynn, Oliver Turvey, Max Günther, Gary Paffett, Tom Dillmann e José María López, o melhor foi Gunther, que fez o sétimo melhor tempo, pois todo o resto ficou fora do "top ten". No final, os que passaram para a fase final da qualificação foram os Nissan de Oliver Rowland e Sebastien Buemi, os Mahindra de Pascal Wehrlein e Jerome D'Ambrosio, o Techeetah de André Lotterer e o Venturi e Felipe Massa.

Na fase final da qualificação, Massa teve uma estratégia conservadora, para conseguir um tempo seguro, e ainda beneficiou dos erros de D'Ambrosio, que fez o pior tempo. A seguir, foi Frijns, que fez 1.00,793, para depois ser batido pelos Nissan, antes de Wehrlein fazer uma volta voadora e cravar a sua segunda pole da temporada, com 1.00,383. Nada mau, para quem está a fazer a sua temporada de estreia e só começou a competir na corrida numero dois...

O ePrix da Paris, oitava prova do ano, acontece pelas 16 horas locais, menos uma hora em Lisboa.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Formula E: Wehrlein critica as táticas de corrida de Di Grassi

As voltas finais do ePrix do México ainda dão que falar. Pascal Wehrlein, que liderou a corrida até aos dez metros finais, sendo superado por Lucas di Grassi, não gostou nada dos seus métodos para que ele pudesse ficar com o primeiro posto. O alemão da Mahindra afirmou que ele teve um "uso excessivo da força" para conseguir aquilo que pretendia, especialmente na Curva 3, na última volta, que resultou numa penalização de cinco segundos ao alemão, que o fez descer do segundo para o sexto posto final.

"A maneira como ele guiava, usando-me como travão e [por causa disso] tive que ir direto, mas os comissários decidiram por uma penalidade de cinco segundos com a qual eu não concordo, porque [aquilo] não foi uma vantagem", disse Wehrlein ao e-racing365.

Eu tive que cortar [a chicane] porque estava lá e ele não me deixou espaço e tivemos algum contato. Quando segui em frente, diminuí a velocidade e uma curva depois ele estava novamente na minha traseira, empurrando-me para o canto. Mas nós apenas temos que aceitar isso", prosseguiu.

Contudo, Di Grassi afirmou que a defesa de Wehrlein foi agressiva demais e até merecia uma penalidade extra. 

"Na última volta, estava atrás dele e simulei ir para o lado de fora [para o enganar] e ele deixou uma abertura pequena o suficiente para ir dentro entre a parede e o meio-fio e eu aproveitei", explicou di Grassi.

Di Grassi, que se tornou no quarto vencedor diferente da temporada da Formula E, é agora o quarto classificado, com 34 pontos, menos 19 que o líder, o belga Jerome D'Ambrosio, o companheiro de equipa de Wehrlein na Mahindra. A Formula E prossegue a 10 de março, em Hong Kong.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Formula E: Di Grassi vence no limite no México

E foi mesmo no último centímetro. Lucas di Grassi foi o vencedor do ePrémio do México, passando os últimos metros o alemão Pascal Wehrlein que ficou sem energia na reta final. António Félix da Costa fica com o segundo posto, na frente de Edoardo Mortara, da Venturi, numa prova onde pouco ou nada se passou durante grande parte da prova, para tudo decidir nos últimos metros, com as baterias a chegar ao limite. E com este final, provavelmente, a corrida foi das mais emocionantes da competição. 

Contudo, isso foi apenas "um" momento de uma corrida que foi emocionante no principio e no fim, porque no meio... mais mais de tensão do que de ultrapassagens. 

Tudo começa no momento da partida, quando Wehrlein dispara e ganha um segundo logo nos primeiros metros. Felipe Massa é surpreendido por Lucas di Grassi e cai um lugar, enquanto António Félix da Costa mantêm o quinto posto, apesar de ter sido superado por Sebastien Buemi. As coisas andam bem até à terceira volta quando houve confusões na zona da Peraltada, acabando com Alexander Sims, Jean-Eric Vergne e Nelson Piquet Jr acabarem a embater na chicane. O francês da Techeetah e o Jaguar do brasileiro embatem, com Piquet Jr a voar para o muro e ainda tocar em Sims. O britânico acaba por trocar de bico, e os estragos do Jaguar são de tal forma que acaba com bandeira vermelha.

Com os pilotos fora do carro, o tempo, contudo, não parava. Pensava-se que iriam sair muito em cima da hora, e os pilotos teriam metade dos pontos, mas na realidade, o tempo acabaria por sofrer um "reset" e iriam ficar com todos os pontos. Saíram todos atrás do Safety Car, com provavelmente 41 voltas para serem cumpridas, e depois de duas voltas, a corrida recomeçou, com Wehrlein na frente dos dois Nissan.

Nas voltas seguintes, a maior parte do pessoal andou com Attack Mode, mas não houve mudanças nas posições da liderança, apesar dos fechamentos musculados de Buemi sobre Félix da Costa para ser quarto.

A partir dali, os três primeiros andavam juntos mas sem atacar. Wehrlein na frente de Rowland e de Di Grassi, com Buemi e Felix da Costa um pouco mais distantes. O brasileiro da Audi tentou apanhar Rowland, e andou mesmo em cima do piloto da Nissan, mas sem tentar atacar. Só que com isso, Buemi e Félix da Costa aproximaram-se e passou a ser uma luta a cinco.

Felix da Costa acabou por ser o primeiro dos cinco a ir para o segundo attack mode, mas não conseguiu passar Buemi, apesar de ter atacado. Pouco depois, Rowland foi passar pelo attack mode, mas cometeu um erro e perdeu o segundo posto para Di Grassi. O brasileiro atacou Wehrlein e com ambos em attack mode, tudo ficou mantido.

E foi tudo decidido no final. Com as baterias no limite, os primeiros a ceder foram os da Nissan, que tiverem de ceder para Félix da Costa e Edoardo Mortara, da Venturi, que veio de trás para os apanhar. Wehrlein aguentou tudo até à reta da meta, quando o alemão da Mahindra ficou sem energia. Di Grassi reagiu e passou antes da banderia de xadrez, pouco mais de um carro de diferença. Félix da Costa foi terceiro, na frente de Mortara, mas depois a organização decidiu penalizar Wehrlein em cinco segundos por ter cortado a chicane, fazendo-o cair para o sexto lugar da geral.

Com isto, Jerome D'Ambrosio - que foi quarto na corrida - manteve o comando com 53 pontos, seguido por Félix da Costa, com 46. A Formula E continua dentro de três semanas, nas ruas de Hong Kong.

Formula E: Wehrlein o melhor na qualificação mexicana

Pascal Wehrlein foi o melhor na qualificação mexicana, que aconteceu no final desta tarde no Autódromo Hermanos Rodriguez. O piloto da Mahindra foi melhor do que Lucas di Grassi e FElipe Massa na SuperPole, enquanto António Félix da Costa meteu o carro na Superpole e ficou com o terceiro posto na grelha.

Debaixo de calor no Autódromo Hermanos Rodriguez, máquinas e pilotos preparavam-se para uma qualificação debaixo de condições ideais para a corrida.

O primeiro grupo alinhava os primeiros da geral, e Felix da Costa, que tinha andado a fazer bons tempos nos treinos livres, ficou na frente deste grupo, pouco mais de quatro milésimos sobre Jean-Eric Vergne, da DS Techeetah. E as coisas ficaram na mesma no segundo grupo, até que no terceiro, Pascal Wehrlein, que tinha sido segundo em Santiago, conseguiu um tempo quatro décimos melhor que o piloto português.

Depois, no terceiro grupo, os carros começaram a ser mais velozes. Como os Nissan de Oliver Rowland e o de Sebastien Buemi, que conseguiram ser mais velozes, especialmente Rowland, que passou para o topo da tabela de tempos. Já Lucas di Grassi foi também melhor, conseguindo o terceiro melhor tempo, suficiente para deixar de fora Jean-Eric Vergne.

Para o quarto e último grupo, com a pista cada vez mais rápida, o primeiro a entrar foi Felipe Massa, que conseguiu o terceiro tempo provisório, mas a partir dali, nem Nelson Piquet Jr ou o Dragon de Felipe Nasr conseguiram melhorar os seus tempos. Aliás, o brasileiro da Jaguar cometeu um excesso que deitou tudo a perder para a Superpole.

E assim, Rowland, Wehrlein, Massa, Di Grassi, "Pechito" Lopez e Felix da Costa iam para a Superpole. Sam Bird não fez qualquer volta e acabou por largar no último posto.

O primeiro a largar foi o português da BMW, que escorrega um pouco na segunda curva, e faz 59,819, comprometendo a sua chance de conseguir a pole-position. Sebastien Buemi faz um pouco pior, com o suíço a fazer 130 centésimos pior que o português. Depois, Lucas Di Grassi conseguiu ser melhor com o seu Audi, 166 centésimos melhor. 

Depois, foi a vez de Felipe Massa que conseguiu ser 42 centésimos pior que o seu compatriota, ficando com o segundo lugar provisório. Mas Pascal Wehrlein faz 59,347 e fica com o primeiro posto. Oliver owland foi o último e cosneguiu o terceiro posto, entre Massa e Felix da Costa.

No final, quarto "poleman" em quatro provas diferentes, a mostrar o equilíbrio existente nesta competição nesta temporada. A corrida vai acontecer pelas dez da noite, horário de Lisboa.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Formula E: Wehrlein gostou da experiência

O ePrix de Marrakesh não correu bem a Pascal Wehrlein. Desistiu na sua prova de estreia na competição, ao serviço da Mahindra, enquanto via o seu companheiro mais experiente vencer a prova. Apesar de tudo, o piloto alemão gostou da experiência, adaptou-se relativamente bem e não sentiu grandes dificuldades, em especial na gestão da energia.

Acho que não é muito difícil. Obviamente, é preciso um pouco de experiência para decidir em situações de corrida o que fazer, mas não é tão difícil assim. Temos objectivos, que temos que cumprir por isso é relativamente fácil. Nós praticamos muito no simulador. É como na qualificação. Temos os procedimentos  que temos de fazer e uma vez na memorizados, não há problema“, começou por dizer o piloto de 24 anos.

Quanto ao formato da competição, muito diferente daquele que existe na Formula 1 ou no DTM, competições dos quais se habituou ao longo da sua carreira, Wehrlein também gostou da experiência:

É um dia agitado. Começa muito cedo, mas eu gostei. É um dia preenchido com muita condução e não há tanta conversa ou reuniões para encontrar o último décimo de segundo. O teste é sempre um pouco diferente porque  temos de seguir um programa, mas aqui começamos na FP1 e a partir daí reagimos de acordo com o que preferimos no carro.

A Formula E prossegue este fim de semana em Santiago do Chile.

sábado, 1 de dezembro de 2018

Formula E: Rosenqvist volta na Arábia Saudita

Felix Rosenqvist vai em 2019 para terras americanas, mas antes disso, irá correr na ronda saudita da Formula E pela Mahindra, em substituição de Pascal Wehrlein. O piloto sueco de 27 anos, sexto classificado na temporada passada, com duas vitórias e três pole-positions, vai correr pela Chip Ganassi em 2019, mas antes ajudará a equipa onde correu nas suas duas temporadas na competição elétrica.

"Estou feliz por estar de volta com a Mahindra Racing em Riade”, começou por dizer Rosenqvist.

Será uma ocasião especial, marcando o início de uma nova era para a Fórmula E, com o começo da quinta temporada. Apesar de não ter assistido ao teste oficial da pré-temporada em Valência, fiz muitos testes no novo carro durante as fases de desenvolvimento, e devo estar preparado"

Estou ansioso para voltar a trabalhar com a equipa mais uma vez e farei o meu melhor para ajudar e começar a nova temporada com sucesso”, concluiu.

Não se sabe a razão pelo qual Wehrlein não irá participar nesta prova, mas o que se fala é que tem a ver com questões de conflito de contratos. Espera-se que o alemão se estreie pela equipa na próxima prova, no circuito marroquino de Marrakesh. 

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Rumor do Dia: D'Ambrosio e Wehrlein na Mahindra

Nas vésperas do teste coletivo em Valencia, a Mahindra é a única equipa que ainda não anunciou os seus pilotos. Pois bem, isso poderá acabar amanhã, pois o site e-racing365.com afirma esta tarde que o belga Jerome D'Ambrosio e o alemão Pascal Wehrlein poderão ser a dupla da equipa indiana para a nova temporada. O anuncio oficial pode acontecer a qualquer momento, não tendo acontecido até agora devido a um pedido da Mercedes, que ainda trata da carreira de Wherlein.

Para D'Ambrosio, que está na Formula E desde a sua temporada inicial, em 2014, será uma mudança, pois até agora esteve na Dragon Racing, onde obteve duas vitórias, uma pole-position, duas voltas mais rápidas e sete pódios, tendo como melhor resultado um quarto lugar na temporada inicial.

Antes disso, o piloto belga teve passagens na Formula 1 pela Marussia, em 2011, e uma corrida em 2012, pela Lotus, em substituição de Romain Grosjean, suspenso na corrida anterior.

Já Wehrlein, com passagens pelo DTM - campeão em 2015 - e pela Formula 1, na Manor e Sauber, esta poderá ser uma estreia para o alemão de 23 anos. Ele fez alguns testes no final do verão e até se saiu bem, ele que nesta temporada, voltou à competição alemã ao serviço da Mercedes. 

Os dois pilotos irão substituir o sueco Felix Rosenqvist, que rumará para a Chip Ganassi, na IndyCar Series, e Nick Heidfeld, que aos 41 anos, decidiu pendurar o capacete de forma ativa e vai ser piloto de testes e desenvolvimento da marca. 

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Formula E: Wehrlein testa com a Mahindra

Se à tarde falava sobre a possibilidade de Pascal Wehrlein ir para a Toro Rosso em 2019, na realidade, parece que o piloto alemão está a medir todas as chances. É que segundo conta o site e-racing365.com, o alemão está no circuito de Calafat, em Espanha, a testar um carro para a Mahindra, equipa que procura um substituto para, pelo menos, Nick Heidfeld, pois Felix Rosenqvist, que é falado para correr na Chip Ganassi, poderá fazer boa parte da temporada na competição, enquanto ambos forem favoráveis. 

Como é sabido, o alemão de 23 anos é agora um agente livre desde que na semana passada foi anunciado que terminaria a sua ligação com a Mercedes no final desta temporada.

"[Como o] meu contrato com a Mercedes expira no final da temporada de 2018, decidimos em conjunto não continuarmos juntos", começou por dizer, ao explicar a sua decisão.

"Estou à procura de novos desafios e oportunidades e atualmente estou conversando com outras equipas sobre [a chance de] um cockpit para a próxima temporada", concluiu.

Apesar de ele ter chances em várias competições, não seria incompatível uma temporada na Formula 1 e na Formula E, porque os seus calendários seriam complementares, sem muitas coincidências, pelo menos até chegarem à temporada europeia. 

Veremos os próximos episódios deste campo.

Rumor do Dia: Kvyat e Wehrlein na Toro Rosso?

A Toro Rosso poderá fazer regressar em 2019 uma dupla de pilotos do passado. Segundo os rumores que correm por estes dias, a Red Bull poderá fazer regressar um "proscrito" e ir buscar outro piloto que já tinha prometido muito, mas agora está liberto de compromissos. Esses dois pilotos seriam o alemão Pascal Wehrlein e o russo Daniil Kvyat

Segundo conta a BBC, a Toro Rosso poderá anunciar Kvyat, de 24 anos, no fim de semana do GP da Rússia, e a acontecer, seria um regresso à Formula 1 depois de um ano sabático, onde foi piloto de desenvolvimento da Ferrari. 

No caso de Wehrlein, de 23 anos - nasceu a 18 de outubro de 1994 - ele agora está liberto de compromissos depois de ter terminado o seu contrato de ligação à Mercedes. Este ano, voltou ao DTM depois da sua passagem por Manor e Sauber e não ter conseguido encontrar lugar para esta temporada. 

A razão pelo qual a Red Bull tenha decidido por esta dupla de pilotos para a próxima temporada é por causa do seu Junior Team, que acham não ter a qualidade suficiente nos escalões de formação para catapultar os seus pilotos para a Formula 1.

Fala-se também que a Red Bull queria Esteban Ocon, mas que a Mercedes não o libertou porque é demasiado importante. Fala-se que poderá ir para a Williams, sem certezas se iria como piloto titular, pois a marca de Grove interessa mais ter o britânico George Russel.

Até existem alguns rumores no caso de Mick Schumacher, o filho de Michael Schumacher. A Red Bull, de facto pensou nele, mas concluiu-se que uma temporada de Formula 2 faria bem para o alemão, para se preparar fisica e mentalmente para a categoria máxima do automobilismo. 

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Formula E: HWA poderá ter Paffet e Wehrlein como pilotos

Gary Paffet e Pascal Wehrlein tornaram-se nos pilotos favoritos aos lugares da HWA na sua temporada de estreia na Formula E, disse o seu CEO, Ulrich Fritz. Numa entrevista ao site e-racing365.com, Fritz disse que as chances de anunciar ambos os pilotos são de 50 por cento, mas o anuncio oficial acontecerá apenas no mês que vêm, durante a sessão de testes coletivos em Valência.

"Eu acho que na Fórmula E, da minha experiência limitada [que tenho], penso que o conjunto de habilidades que um piloto precisa ter é um pouco diferente do que temos noutras competições", disse ele.

"Eles precisam aprender rapidamente, porque você não tem muito tempo no caminho certo e precisa trabalhar com o simulador. Também tem de ser inteligente com o consumo de energia, pneus e você precisa ser rápido nos circuitos de rua, então há alguns fatores que entram nele"

"Eu acho que esses quatro ou cinco pontos críticos podem ser alcançados por alguém com muita experiência porque queremos aprender na primeira temporada e desenvolver um carro para a sexta temporada, então realmente precisamos de alguém que seja um bom piloto de desenvolvimento", concluiu.

Fritz negou também que os testes de Valencia sejam um "shootout" para escolher pilotos para a temporada que aí vêm.

"Eu acho que não seria muito eficiente [ter um shootout] e acho que precisamos tomar a decisão antes [dessa data]", concluiu.

Gary Paffett, de 37 anos, andou essencialmente no DTM em 2003, ao mesmo tempo que foi piloto de desenvolvimento da McLaren. Foi campeão em 2005 e é atualmente o lider do campeonato. 

Quanto a Wehrlein, de 23 anos - nascido a 18 de outubro de 1994, voltou este ano ao DTM depois de duas temporadas na Formula 1, primeiro na Manor e depois na Sauber, tendo conseguido como melhor resultado um oitavo lugar em Baku, em 2017. Antes disso, em 2015, com quase 21 anos, tinha-se tornado no mais jovem campeão do DTM. 

A HWA é a equipa que trata dos carros da Mercedes no DTM e vai tomar conta dos carros da Formula E antes da marca entrar oficialmente na temporada de 2019-2020.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Rumor do Dia: Sauber escolheu a sua dupla de pilotos para 2018

O sueco Marcus Ericsson e o monegasco Charles Leclerc serão os pilotos da Sauber para 2018. Apesar do anuncio não ser oficial, o jornal suíço "Blick" avança com estes nomes, afirmando que o anuncio oficial acontecerá no mês que vêm. 

Para Leclerc, de 20 anos, é de uma certa forma, uma recompensa pela boa temporada que fez na nova Formula 2, onde acabou por ser campeão. Também tinha sido campeão da GP3 em 2016, ao serviço da ART, a equipa chefiada por Nicolas Todt. Para além disso, é piloto da Academia da Ferrari, e como a equipa tem ligações à Ferrari, através dos seus motores, é uma escolha esperada. 

E claro, será o primeiro monegasco na Formula 1 em 23 anos, depois de Olivier Beretta ter estado na Larrousse em 1994. 

Quanto a Marcus Ericsson, apesar de não ter pontuado nesta temporada - aliás, não pontua desde o GP de Itália de 2015 - o facto de ficar por mais uma temporada tem a ver com os seus proprietários e patrocinadores, que ajudam a sustentar a sua estadia na sua equipa.

Resta Pascal Wehrlien, que sendo piloto da Mercedes, não tem muito por onde se virar. Poderia ir para a Williams, mas a equipa não quer um piloto jovem no seu alinhamento, já que a sua patrocinadora principal, a firma de bebidas Martini & Rossi deseja um piloto mais maduro, com Felipe Massa, Robert Kubica ou Paul di Resta, e o piloto alemão comemorou recentemente o seu 23º aniversário...


quinta-feira, 1 de junho de 2017

Noticias: Wehrlein apto para correr

O acidente de Pascal Wehrlein no Mónaco, quando viu o seu Sauber capotado por Jenson Button na curva Portier, antes do túnel, voltou a colocar receios sobre o estado de saúde do piloto alemão, que recorde-se, sofreu um acidente na Race of Champions em Miami, que o impediu de correr nas duas primeiras corridas da temporada, na Austrália e na China. 

Contudo, esta quinta-feira, o piloto de 22 anos confirmou através da sua conta no Twitter que está apto para correr em Montreal, dentro de semana e meia. “Exames todos feitos, vejo-os em Montreal”, escreveu.

Desde o seu regresso, no Bahrein, Wehrlein já assegurou pontos para a equipa no GP de Espanha, classificado o seu carro na oitava posição.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

As razões da lesão de Wehrlein

Pascal Wehrlein, como é sabido, voltará ao cockpit de um Formula 1 este final de semana no Bahrein, dpeois de duas corridas de ausência. O alemão da Sauber, como é sabido, magoou-se na zona do pescoço durante a Corrida dosa Campeões, em Miami, e a extensão das lesões fez com que falhasse a primeira sessão de testes coletivos, em Barcelona. Contudo, a presença na segunda sessão de testes coletivos parecia que fazia entender que tudo estava resolvido e que iria alinhar em Melbourne. Contudo, na sexta-feira à noite desse final de semana australiano, Wehrlein disse que não estava e condições e cedeu o lugar a Antonio Giovanazzi. E assim continuou na China, enquanto que era provável que o italiano continuasse no Bahrein. Afinal, o alemão vai voltar, para mostrar que está curado e em forma.

Contudo, por estes dias, falou-se bastante sobre a natureza das suas lesões. Falou-se de que o alemão tinha-se lesionado numa vértebra, que o fez atrasar um pouco a sua recuperação - pois a zona do pescoço é a que mais sob pressão nos fins de semana de corrida - mas o Joe Saward contou hoje no seu blog que não foi isso que aconteceu.

"Wehrlein não quebrou nenhuma vértebra, apesar do que foi dito. Ele sofreu uma série de fraturas em várias vértebras torácicas (fissuras, na realidade) no segmento médio da coluna vertebral, entre as vértebras cervicais do pescoço e as da área lombar, na parte inferior da coluna vertebral. O principal problema não foram as fraturas, mas sim os discos intervertebrais, que são as almofadas esponjosas que estão situadas entre cada vértebra e agem como amortecedores para o corpo humano. Quando estes são comprimidos eles levam tempo para recuperar, particularmente na secção torácica, porque são mais finos do que nos outros lados.

Isto significa que o treinamento é um problema porque pretende-se evitar tanto a compressão adicional (para não mencionar a dor) e assim Wehrlein tem feito uma recuperação sensata, mas necessariamente lenta. Ele tentou voltar na Austrália, mas percebeu que ele não estava suficientemente apto para competir, e assim foi substituído por Antonio Giovinazzi".

Assim sendo, espera-se que o piloto alemão já esteja suficientemente em forma para poder correr todo um Grande Prémio. Mas claro, ele vai estar sob observação neste final de semana, e caso haja alguma recaída, lá estará Giovanazzi para o substituir. 

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Wehrlein fica de fora de Xangai... e talvez do Bahrein

Pascal Wehrlein vai falhar o GP da China, e talvez o do Bahrein. O piloto alemão da Sauber ainda não está suficientemente em forma para poder fazer uma corrida até ao fim, e por causa disso, o italiano Antonio Giovanazzi irá correr em ambas as provas como seu substituto.

"O mais importante para mim é poder treinar intensivamente para assegurar que estou a 100 por cento o mais brevemente possível. Aí estarei bem preparado para completar o meu primeiro fim-de-semana de Grande Prémio com a Sauber. Espero que possa ser no Bahrein mas, se não, então demorará o tempo que precisa de demorar até à Rússia, de forma a assegurar que estou totalmente pronto”, disse o piloto alemão.

Wehrlein magoou-se no pescoço em janeiro, durante a Race of Champions, em Miami, e depois de um período de recuperação, onde falhou a primeira sessão de testes coletivos em Barcelona, tentou fazer a melhor recuperação possivel, andando no carro da Sauber por curtos períodos de tempos. Contudo, no fim de semana do GP da Austrália, ele decidiu não participar na corrida porque não sentia suficientemente confiante para fazer toda a distância. Assim sendo, Giovanazzi avançou para o seu lugar.

E pelos vistos, o piloto italiano - que também é piloto de tests da Ferrari - vai ter uma chance de correr em mais alguns Grandes Prémios. E também se colocam dúvidas sobre até que ponto as lesões de Wehrlein são tão difíceis de se curarem em relação à velocidade e capacidade centrífuga destes novos carros, bem mais aerodinâmicos que eram anteriormente. 

sábado, 25 de março de 2017

Formula 1 2017 - Ronda 1, Melbourne (Qualificação)

Por fim, depois de quatro meses de ausência, a Formula 1 estava de volta. Um novo tipo de carro era mostrado ao mundo, mais aerodinâmico, mais agressivo, com rodas maiores, asas maiores, tudo isso para ser mais veloz em pista. Mas nada se sabia sobre se isso iria prejudicar as ultrapassagens, apesar de serem quatro a cinco segundos mais velozes do que os carros de 2016.

A Formula 1 também mudava, tinha novas caras. Pela primeira vez em mais de 45 anos, havia uma ausência: Bernie Ecclestone. Não, o Diabo não o foi buscar, ainda vive. Contudo, a compra da Formula 1 por parte da Liberty Media, em setembro, tinha passado a ideia de que, mais cedo ou mais tarde, Ecclestone seria reformado. E foi o que aconteceu, num dia de janeiro: após a confirmação da compra por parte dos accionistas, eles decidiram "reformar" o "anãozinho tenebroso", dando-lhe um cargo honorifico pelos bons serviços. No seu lugar, apareceram três pessoas: Sean Bratches, Chase Carey e Ross Brawn.

O facto de tirarem Brawn da sua reforma, pescando trutas nos rios britânicos, só poderia acontecer se todos estivessem ali com o firme propósito de reformar, tornar a Formula 1 mais atraente do que é agora. E de uma certa forma, lá vão conseguindo algumas coisas, dizendo que é apenas o inicio. A parte mais complicada acontecerá mais adiante, quando estes três negociarem com as equipas, juntas no Grupo de Estratégia, com o objetivo de elaborar um novo contrato para a Formula 1 a partir de 2020. Muita coisa vai ser dita ao longo deste ano, e outras coisas teremos de ver como acontecerão, desde as relações entre a FOM e as equipas, o calendário, que carros quererão ter no futuro, as transmissões televisivas, as ligações com as redes sociais, redistribuição de dinheiros... muita, muita coisa.

Infelizmente, tudo isto não chegou a tempo para que a Manor pudesse alinhar para esta temporada. As dívidas e o fracasso na tentativa de arranjar novos compradores fizeram com que esta fechasse as suas portas no inicio de 2017, reduzindo o pelotão para vinte carros.

Parecia que as novas regras poderiam ver algo novo na hierarquia, mas na sexta-feira, depois dos dois treinos, parecia que tudo estava na mesma: os Mercedes na frente, Lewis Hamilton a liderar a tabela de tempos. Parecia que iria voltar o velho filme de anos anteriores, desde 2014.

Contudo, o dia começava em terras australianas com uma noticia inesperada: ressentido das suas lesões sofridas na Race of Champions, em janeiro, o alemão Pascal Wehrlein decidira não alinhar na corrida, e seria substituído pelo italiano António Giovanazzi. Piloto reserva da Ferrari, era o primeiro italiano a correr na Formula 1 em mais de cinco anos, quando Jarno Trulli e Vittantonio Liuzzi alinharam no GP de Abu Dhabi de 2011, respectivamente na Lotus e na Hispania. Assim sendo, o jovem piloto de 23 anos iria ter a sua primeira chance de ouro para mostrar o seu talento naquele que é, provavelmente, o carro mais modesto do pelotão.

O dia de sábado apresentava-se ameno, com céu encoberto de nuvens brancas. Não parecia que iria chover, mas o cenário ficava um pouco mais multicolor para a primeira qualificação do ano. As coisas começaram de forma interessante, para ver se os pilotos aguentam estes novos carros, como se fossem "mustangs" indomáveis, com pouca capacidade de os domar. Ao fim da Q1, os primeiros pilotos ficaram de lado, e há algumas surpresas, como por exemplo, o canadiano Lance Stroll, que vai largar da penultima posição, apenas na frente de Joylon Palmer. E até Stoffel Vandoorne ficou à frente do piloto de 18 anos...

Mas ambos ficaram na frente de António Giovanazzi, o piloto da Sauber que está no lugar de Wehrlein neste fim de semana. Quem ia para a Q2 era o seu companheiro de equipa, Marcus Ericsson, e claro, o resto do pelotão intermediário.

A parte interessante era ver quem, na Q2, iria alinhar para a parte final da qualificação, e quem ficaria a vê-los correr nessa última parte. Uma coisa que deu nas vistas foi o facto de Valtteri Bottas ter conseguido ficar na frente de Lewis Hamilton nesta fase, apesar de ambos passarem para a Q3, e outra coisa foi ver os Toro Rosso irem para a última parte, bem como o Haas de Romain Grosjean demonstrando o potencial desse carro. Felipe Massa também entrou com o seu Williams, cumprindo o que tinha a fazer, e os Red Bull, apesar dos problemas em controlar os seus carros, também passaram.

Quem não passou? Para além daqueles que eram esperados, como Fernando Alonso - apesar de tudo, conseguiu um digno 13º posto - os Force India desiludiram, pois nem Esteban Ocon, nem Sergio Perez fizeram esse trabalho. E Nico Hulkenberg, com o seu Renault, também não conseguiu chegar lá.

Assim, para a parte final, com o céu a ficar cada vez mais ameaçador, a Q3 começou de imediato, com os pilotos a quererem marcar tempo antes que a chuva molhasse o asfalto. Bottas foi o primeiro, mas Vettel tirou menos... dois milésimos e ficou no topo da tabela de tempos. Hamilton, contudo, fez 1.22,496 e era o melhor. E foi bem a tempo, porque Daniel Ricciardo perdeu a traseira e bateu nos pneus, causando a bandeira vermelha no treino. Faltavam oito minutos para o final.

Rebocado o carro, a qualificação prosseguiu com mais uma novidade: Hamilton melhorava o seu tempo, baixando para 1.22,188, fazendo assim a primeira pole do ano.

É óbvio que todos viam que com ou sem novas regras, a Mercedces parece dominar. A interferência de Vettel nos três primeiros poderá ter sido algo temporário, mas poderá indicar também outras coisas. Que há mais equilibrio do que aparenta, e que a Ferrari - sobretudo a Ferrari - poderá ser o maior desafiador dos Flechas de Prata nesta temporada. Agora... Lewis Hamilton estará a caminho de um quarto título mundial? Ainda não sabemos. Amanhã, o primeiro capitulo de uma longa temporada será escrito. 

Última Hora: Pascal Wehrlein fora do GP da Austrália

O alemão Pascal Wehrlein não alinhará no GP da Austrália. A Sauber anunciou esta noite que o piloto de 22 anos não está suficientemente em forma para cumprir a distância de um Grande Prémio e será substituído pelo piloto de testes, o italiano Antonio Giovanazzi.

No comunicado oficial, Wehrlein explica as razões pelos quais decidiu abdicar da sua participação no GP australiano: "Meu nível de aptidão não é como deve ser para uma distância total de corrida devido ao meu deficit do treino. Expliquei a situação à equipa ontem à noite. Assim sendo, a Sauber F1 Team decidiu não correr riscos. É uma pena, mas é a melhor decisão para a equipa."

"Respeitamos imenso a abertura e profissionalismo de Pascal. Esta decisão definitivamente não foi fácil para ele, ele sublinha suas qualidades como um jogador desta equipa. O foco está agora em seu nível de aptidão, e em tal situação não vamos tomar quaisquer riscos desnecessários. Pascal estará na China como esperamos", disse Monisha Kalterborn, a diretora da marca suíça.

Giovanazzi será o primeiro piloto italiano a correr na Formula 1 desde 2011, quando Jarno Trulli saiu de cena. Piloto de testes da Ferrari, aos 23 anos (nasceu a 14 de dezembro de 1993) terá a sua chance de se estrear na Formula 1, e desde o acidente de Wehrlein na Race of Champions, em janeiro, ele andou a testar no carro da Sauber nos primeiros testes da temporada em Barcelona, enquanto que o piloto alemão recuperava das lesões sofridas. 




segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Formula 1: Wehrlein pode estar presente em Barcelona

A evolução das lesões que o alemão Pascal Wehrlein sofreu na Race Of Champions, em Miami está a ser positiva. Tão positiva que ele poderá participar nos segundos testes em Barcelona, que começarão no dia 7 de março, dentro de uma semana. 

Segundo conta o site motorsport.com, os exames médicos que o piloto de 22 anos tem andado a fazer demonstram que ele esta praticamente curado das lesões que sofreu, e estará apto dentro em breve. Contudo, a luz verde será dada apenas pela equipa, que irá ver esses exames e dará uma resposta na devida altura. 

Até lá, o italiano Antonio Giovanazzi  - piloto de testes da Ferrari - estará a testar o carro enquanto Wehrlein recuperar, e andará sempre por perto, caso ele se ressinta das lesões.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Rumor do dia: Wehrlein pode falhar o GP australiano?

A lesão de Pascal Wehrlein, que sofreu na Corrida dos Campeões, em Miami, poderá demorar um pouco mais para ser curado. E isso poderá ser mais do que suficiente para falhar o inicio da temporada. Segundo conta o jornalista da Auto Motor und Sport, Michael Schmidt, Wehrlein não só poderá falhar os testes de Barcelona, como também todos os restantes testes agendados e o GP da Austrália, que vai acontecer dentro de cinco semanas, em Melbourne.

O Pascal poderá ficar de fora por algum tempo. Isto porque a sua lesão impede que treine o pescoço. Esta componente ganhou maior importância para a nova época, pois a velocidade em curva este ano vai aumentar muito. Atualmente Wehrlein não está a treinar pelo que a sua participação no GP da Austrália está em dúvida”, disse.

Caso tal aconteça, não se sabe ainda quem será o seu substituto. É provável que seja o piloto de reserva da Ferrari, Antonio Giovanazzi, que o vai substituir durante estes testes de Barcelona. Contudo, da parte da Sauber, eles não pretendem falar muito sobre esse assunto, esperando até à segunda bateria de testes para tomar uma posição. Contudo, se não estiver disponível, o piloto de 23 anos poderá ser o primeiro italiano a entrar na Formula 1 desde a saída de Jarno Trulli, em 2011.

Apresentações 2017: O Sauber C36 Ferrari

A Sauber mostrou esta manhã o seu novo bólido, o C36. Com os novos regulamentos, o carro apresentou uma nova pintura e um logotipo para assinalar a sua 25ª temporada na Formula 1, eles que entraram oficialmente em 1993, na altura com o finlandês J.J. Letho e o austríaco Karl Wendlinger.

Este ano, com o alemão Pascal Wehrlein (que recupera das lesões sofridas na Race of Champions e não vai participar nos primeiros testes da pré-temporada) e o sueco Marcus Ericsson, o chassis C36 espera tirar a equipa do fundo do pelotão e poder respirar um pouco melhor, pois no ano passado, só alcançaram dois pontos, resultantes do nono posto conseguido por Felipe Nasr em Interlagos. 

Com uma pintura que faz lembrar a Pacific de 1995, a grande novidade parece ser a barbatana dorsal que têm atrás da sua entrada de ar. Para além disso, e tirando a celebração do feito alcançado, não existem patrocinadores visíveis... mas também poderá ser uma decoração provisória, com a definitiva a ser mostrada em Melbourne.

Ao lado da Longbow Finance [o grupo financeiro que adquiriu a maioria das ações da equipa em 2016], a Sauber tem uma grande oportunidade para voltar a ser competitiva, retomando o sucesso na Formula 1”, comeou por dizer Kaltenborn. “Queremos trazer uma nova abordagem, e já demos os primeiros passos em busca de uma base sólida para o futuro”, continuou.

Nós claramente precisamos melhorar. O C36 vai ser uma base sólida para isso, e também temos os recursos para desenvolver o carro ao longo do ano. Isso vai ser muito importante para nos afirmarmos no meio do pelotão”, ponderou.

Esta foi a primeira apresentação desta semana, pois o resto do pelotão será apresentado ao longo da semana, a começar com a Renault, que mostrará amanhã à tarde o seu chassis RS17.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Noticias: Wehrlein de fora dos testes de pré-época

Está confirmado: Pascal Wehrlein não irá participar na primeira sessão de testes que se realizarão em Barcelona, a partir do dia 27 de fevereiro. As lesões que sofreu no pescoço durante a Race of Champions, em Miami, obriga o alemão a assistir a tudo do lado de fora, deixando o lugar para o italiano Antonio Giovanazzi, graças ao acordo de motores que a Sauber tem com a Ferrari.

Resta saber se o piloto de 22 anos irá estar em forma para a próxima sessão de testes da competição, agendada para a partir do dia 7 de março, pois caso contrário, Monisha Kalterborn terá de pensar num "plano B", pois a nova temporada está a aproximar-se vertiginosamente.