sábado, 6 de junho de 2026

Formula 4 Spain (II): Lyzen o melhor na segunda corrida, Monteiro no pódio


O polaco Kasper Lyzen triunfou pela segunda vez neste final de semana, desta vez na segunda corrida da Formula 4 Spain que aconteceu esta tarde em Portimão. Partindo da pole-position, ele foi mais rápido que o sérvio Andrej Petrovic e o português Noah Monteiro.

Uma corrida mais curta, com cerca de 25 minutos, esta começava com Noah Monteiro a largar de segundo, atrás de Lyzen, e na largada, perdeu o comando para Monteiro. Contudo, quase a seguir, o Safety Car entrava em ação por causa de Jordan Moodley e o monegasco Sam Urus, que ficava sem a asa da frente na Curva VIP. 

No recomeço, Monteiro manteve a liderança, seguido por Lyzen e o britânico Nathan Tye, e o sérvio Andrej Petrovic, que pressionava o britânico para ficar em terceiro. Ele conseguiu passá-lo na volta seguinte, e depois Tye passou a ser assediado pelo neerlandês Kasper Schoermans, que queria ficar com o seu quarto posto. Entretanto, na frente, Lyzen assediava Monteiro paras o primeiro posto. No final da quarta volta, ele ficava com o comando da corrida.

Apesar de tudo, a luta continuava. O piloto português tentou recuperar o comando, mas o piloto polaco defendia bem, enquanto ao mesmo tempo, Petrovic aproximava-se dos dois primeiros. Contudo, a meio da volta 5, o belga Bo Lovette estava fora de pista e o Safety car entrava em ação pela segunda vez. Ele ficou até ao último minuto, quando na relargada, Petrovic foi bem sucedido e ficou com o segundo lugar, enquanto Lyzen triunfava pela segunda vez seguida no fim de semana português. Kasper Schormans lutou até ao fim por um lugar no pódio, mas teve de se contentar com um quarto lugar.

Nathan Tye foi quinto, na frente de Rocco Coronel, o espanhol Nacho Tuñon, Ty Fischer e Jacob Micaelef.

A terceira corrida do fim de semana português acontecerá neste domingo de manhã. 

Formula 1 2026 - Ronda 6, Mónaco (Qualificação)


A Formula 1 chega ao seu lugar mais glamouroso do seu calendário numa altura em que acabou de renovar o seu contrato com... Las Vegas, outro dos lugares glamourosos que existem por aí (para o bem e para o mal) e o contrato foi renovado para a próxima década. Eles ficarão tão orgulhosos que, quando fizeram o seu espetáculo de drones ontem à noite, fizeram questão de colocar perante tudo e todos, nos céus do Principado.

A parte chata é que a Formula 1 chega ao Mónaco sem qualquer área de DRS e numa altura em que todos já entendem que as ultrapassagens naquela pista serão já mais preciosas que o tal diamante que se perdeu quando o bico do Jaguar se partiu, durante a corrida de 2004... e o risco de vermos zero será bem alto. E se isso acontecer, o que será a razão para tirarmos tempo para vermos nos nossos ecrãs. sejam eles televisões, "laptops" ou telemóveis? Se calhar, a qualificação. 

E pelo que foi visto na sexta-feira, parece que a Mercedes poderá não ser a melhor equipa na tabela de tempos. Ali, foram os Ferrari a serem os melhores, com o veterano Lewis Hamilton a ser melhor que Charles Leclerc, que nesta semana... também renovou o seu contrato com a Ferrari, ou seja, ficará em Maranello por mais alguns tempos. Claro, os Mercedes, apesar de terem sido quarto e quinto na segunda sessão de treinos livres, meteram pneus moles mas não forçaram o ritmo. Pode ser que tenham escondido o jogo para este sábado, quem sabe...

Neste primeiro sábado de junho, o tempo estava fresco para o final da primavera, e a qualificação começava com bancadas cheias de fãs. As primeiras voltas foram apenas de preparação, no segundo 20 ou até acima, até que Charles Leclerc começou a colocar a referência as suas voltas perto do segundo 13, no topo da tabela de tempos, seguido de Lando Norris, Kimi Antonelli, Lewis Hamilton e Nico Hülkenberg. Max Verstappen apanhou muito trânsito na sua primeira tentativa e apenas conseguiu o quinto melhor tempo.

Pouco depois, Norris melhorou o seu tempo, batendo Leclerc, mas o monegasco melhorou o seu tempo e voltou ao topo da tabela de tempos, com 1.13,293. Hamilton conseguiu o terceiro melhor tempo, na frente de Antonelli e Max Verstappen, antes deste último conseguir 1.13,490 e ser o segundo melhor da tabela de tempos.

Nesta altura, no fundo da tabela, estavam os dois Alpine, os dois Cadillac e os dois Aston Martin.


A dois minutos do fim, o primeiro incidente: Gabriel Bortoleto tocou nas proteções da pista à entrada da Nouvelle Chicane, partindo a suspensão dianteira esquerda do seu Audi, terminando de imediato a sua participação na qualificação. Poucos minutos depois, a sessão recomeçou, mas os seis melhores ficaram nas boxes, e os tempos não se alteraram.

No final, com Leclerc na frente, os que ficaram de fora eram os que já se esperavam: os Haas de Esteban Ocon e Ollie Bearman, os Aston Martin de Fernando Alonso e Lance Stroll e os Cadillac de Sérgio Perez e Valtteri Bottas. 

Pouco depois, começava a Q2, já sabendo que Gabriel Bortoleto não iria participar na sessão, logo, mais quatro lugares precisavam de ser preenchidos entre aqueles que iriam ficar de fora.

Logo nos primeiros minutos, mostrou-se que havia três favoritos (e meio) para os melhores tempos: Ferrari, Mercedes, McLaren e o Red Bull de Max Verstappen, em tempos que iriam andar pela casa do 1.13. O primeiro a colocar tempos desse género foi Verstappen, antes de Charles Leclerc conseguir 1.12,776. Kimi Antonelli também passou pelo topo da tabela, com 1.12,704, antes do nerrlandês melhorar o seu tempo na segunda tentativa, com 1.12,646. 

Na parte final, Verstappen melhora o seu tempo, conseguindo 1.12,499, colocando dois décimos entre ele e Kimi Antonelli, enquanto Isack Hadjar consegue o terceiro melhor tempo. Em contraste, os dois Williams de Carlos Sainz Jr e Alex Albon, bem como Nico Hülkenberg, Franco Colapinto e Arvid Lindblad, ficavam de fora. Liam Lawson e Pierre Gasly entravam na Q3.

Poucos minutos depois, a fase final da qualificação, nestas ruas sinuosas.


Não demorou muito, depois da bandeira verde, que os pilotos começassem a marcar os seus tempos. Primeiro, foi Oscar Piastri, com 1.12,916, depois de ele ter tocado no guard-rail com a sua traseira, na curva Antony Nogués. Instantes depois, Lando Norris, seu companheiro de equipa, melhoraria, com 1.12,765. Pouco depois, Lewis Hamilton melhorava ainda mais, com 1.12,553, para instantes depois, Kimi Antonelli elevar a fasquia para 1.12,375. 

Enquanto tudo isto acontecia, Charles Leclerc abortou a sua primeira volta lançada e entrou nas boxes. Ele regressou à pista numa altura em que os restantes adversários estavam nas boxes e na sua volta, ele tirou 24 centésimos de segundo ao tempo de Antonelli, para ficar com a pole provisória. Faltavam dois minutos para o final da qualificação.

A fase final foi atribulada. Piastri tentou, mas não conseguiu. A seguir, veio Verstappen e conseguiu um tempo 257 centésimos melhor que Leclerc, antes de Hamilton e dos Mercedes marcarem tempo. O britânico não conseguiu, nem Russell, que iria ser o sexto classificado de forma provisória, mas que tinha os trunfos era Kimi Antonelli. No final, tira 1.12,094 e era o "poleman", pela quarta ocasião consecutiva.


Amanhã, a corrida poderá ser um longo bocejo. Mas no momento em que alguem bater no guard-rail, pode ser que as coisas sejam bem diferentes... o que não falta no Mónaco são exemplos desses.

Formula 4 Spain: Lyzen triunfou na corrida 1 de Portimão, Monteiro décimo


A primeira corrida da Formula 4 Spain, em Portimão, na manhã deste sábado, acabou com a vitória do polaco Borys Lyzen, numa prova marcada pelo caos - com bandeiras vermelhas pelo meio - e por um resultado frustrante para Noah Monteiro, que acabou nos pontos, mas no décimo posto, depois de ter andado entre os lugares da frente. 

Com o maltês Jacob Micaelef na pole, antes da corrida, dois pilotos, Pablo Riccobono e Alfons Meittinen não conseguiram efetuar a largada por problemas mecânicos nos respetivos monolugares e ficaram imobilizados na grelha. Lyzen, segundo na grelha, reagiu melhor e ficou com a liderança, seguido por Micaelef e Noah Monteiro, que passou a pressionar os outros para chegar à liderança. Algumas curvas depois, o piloto português era segundo e queria o comando da corrida, enquanto o britânico Nathan Tye subia para terceiro, e o neerlandês Rocco Coronel, que tinha partido de 11º, já era oitavo.

Contudo, na entrada da segunda volta, um acidente entre a espanhola Lorena Fluxá e Jordan Moodley obrigou à entrada do Safety Car, que rapidamente deu lugar a bandeiras vermelhas. A corrida esteve suspensa durante mais de dez minutos, com o recomeço a ser feito atrás do Safety Car, com Lyzen na frente de Monteiro.

No recomeço, Lyzen manteve o comando, mas Micaelef despistou-se e ficou fora dos pontos. Noutro ponto da pista, Elliot Kaczynski bateu no carro de Miki Blasco e o Safety Car entrava na pista pela segunda vez. A partir daqui, Monteiro começou a perder posições, caindo de segundo para sétimo, e passou a estar na luta com um dos seus companheiros de equipa, Daniel Kelleher. 

No minuto final, o Safety Car entrou pela terceira vez, por causa de um acidente envolvendo Louis Cochet, e a um minuto do fim, só deu para uma volta final lançada, onde o piloto português perdeu um lugar, para o décimo.

Na frente, depois de Lyzen, Nathan Tye foi segundo e Kasper Schoermans o terceiro. Daniel Kelleher foi o quarto e Rocco Coronel o quinto. 

 A segunda corrida acontecerá ainda neste sábado, em Portimão. 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

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Como agora é a semana do GP do Mónaco - este ano, trocaram a data pelo GP do Canadá - hoje decidi lembrar a edição de 2001, aquela onde... sim, vocês adivinharam, Enrique Bernoldi aguentou David Coulthard, porque ambos disputavam uma posição! 

Numa corrida onde Michael Schumacher dominou a seu bel-prazer, conseguindo ali a sua quinta e última vitória no Principado, igualando Graham Hill, a corrida poderia ter caído para David Coulthard. Pelo menos, para quem tinha visto a corrida no sábado, quando conseguiu a pole-position, e ele era, agora o primeiro piloto da McLaren, depois do colapso de Mika Hakkinen, no inicio dessa temporada. Aliás, o Mónaco era a segunda corrida depois dos eventos de Barcelona, onde o finlandês ficou sem motor na última volta.

Contudo, o pesadelo de Coulthard, que foi aquele domingo começou na volta de aquecimento. O seu sistema elétronico de lançamento falhou e ele ficou parado na grelha de partida, acabando por alinhar no último lugar e sabia que iria passar a corrida tentar recuperar posições. Como ele corria no Mónaco, e era um tempo onde apenas os seis primeiros pontuavam, iria ser uma tarefa bem complicada.

Contudo, o escocês foi adiante e tentou recuperar o tempo - e os lugares - perdidos. Enquanto Schumacher se afastava de Hakkinen no comando da corrida, tentando passar o mais que pode, até que na volta 11, chegou à traseira de enrique Bernoldi, então piloto da Arrows. Tentou passar na curva Tabac, mas foi mal sucedido. Ele iria tentar mais tarde, mas o que não sabia era que isto iria ser o principio de um inferno que iria durar mais de um terço da corrida.

Nas voltas seguintes, o escocês, mais rápido que o brasileiro, tentava passar o piloto da Arrows, mas como era uma disputa de posição, iria defender-se com unhas e dentes, as tentativas acumulavam-se, volta após volta, e na McLaren, as frustrações vinham ao de cima, especialmente da parte de Ron Dennis, que achava um abuso aquilo que Bernoldi estava a fazer. Mas era uma disputa de posição, sem bandeiras azuis...

Na volta 32, Coulthard via Rubens Barrichello atrás de si, a pedir para que passasse, pois tinha dado uma volta. Ele assim o fez, esperando que, quando o piloto da Ferrari passasse o seu compatriota, ele aproveitasse e livrasse dele. Mas Bernoldi, atento, não o deixou aproveitar essa manobra. O inferno continuou até â volta 44 quando Bernoldi descobriu que tinha um depósito de combustível mais pequeno que o da McLaren, indo às boxes e deixando que Coulthard pudesse acelerar à vontade. Afinal de contas, ele era quatro segundos mais rápido.

No final, Coulthard acabou em quinto lugar, a uma volta do vencedor, conseguindo dois pontos, enquanto Bernoldi foi nono, a duas voltas. Nos bastidores, porém, as coisas andavam agitadas: Ron Dennis acusou Bernoldi de anti-desportivismo, que tinha feito isso para conseguir tempo de antena na televisão, e ameaçou que iria prejudicar a sua carreira se repetisse a gracinha numa corrida futura.

Tom Walkinshaw, o patrão da Arrows, rejeitou as acusações, e David Coulthard disse que queria falar sobre o assunto na próxima reunião da GPDA, a associação de pilotos. "Concordámos [entre nós] que não nos mexermos depois de um piloto ter feito a sua manobra. Tu tomas a tua decisão – e quando subia a colina [Massenet] por algumas vezes, eu estava a tentar colocar as minhas rodas ao lado dele e ele movia-se para o lado.", queixava-se o escocês.

Anos depois, no podcast "Beyond the Grid", Bernoldi contou a história do que aconteceu depois da corrida, e o que ficou na sua mente foi o gesto de defesa por parte de Michael Schumacher. 

Fui chamado para a conferência de imprensa pós corrida com o David [Coulthard], o Michael [Schumacher] e o Jacques [Villeneuve]. Eu estava sentado e lembrei-me da primeira pergunta a mim e pensei: estou ao lado de Michael Schumacher, David Coulthard, Jacques Villeneuve, porquê escolher as perguntas para mim? A pergunta era sobre o Mónaco e o Michael pegou no microfone e nem me deixou responder, dizendo: ‘Já chega, rapazes, ele fez o que tinha a fazer, e espero que, se voltar a encontrar nesta situação, faça o mesmo’.

Recebi uma mensagem dele [após a corrida do Mónaco] nessa noite a dizer que eu tinha feito tudo bem.", concluiu.

A moral da história é que, no Mónaco, largar numa boa posição é meio caminho para um bom resultado. E se tiveres azar na volta de lançamento... é bom que tenhas sorte.

Noticias: Monteiro quer fazer um brilharete em casa


Dois meses depois da ronda tripla de Valência, a Formula 4 Espanha está de regresso, com a ronda tripla de Portimão, e para Noah Monteiro, que atualmente é o segundo classificado do campeonato, depois de três pódios na ronda anterior, correr em "casa" é especial, do qual pretende sair com vitórias e o comando do campeonato. 

Apesar de isso não ser uma tarefa fácil, por causa da enorme concorrência, o piloto de 16 anos está confiante na tarefa.  

Passaram quase dois meses desde a última prova e estou muito motivado por voltar ao carro e à competição. Tivemos um intervalo grande entre corridas, foram dois meses intensos e de muita preparação e mal posso esperar por voltar a competir. Correr em casa é sempre especial. À frente do público português, família e amigos, e numa pista onde já mostrei ser forte e capaz de entregar resultados. Vai ser um fim-de-semana de muitas emoções, mas estou confiante que estarei na luta pelas vitórias e quero sair de Portimão com a liderança do campeonato”, referiu.

As corridas acontecerão durante o fim de semana. Duas no sábado, pelas 11 horas, e pelas 13:50, ambas a acontecerem no canal do Youtube da Formula 4 espanhola, e no domingo, pelas 11 da manhã. 

Youtube Endurance Video: A apresentação do Toyota TR LH2 a hidrogénio

Como foi anunciado esta semana, a Toyota irá mostrar o seu protótipo a hidrogénio, com Kazuki Nakajima ao volante. A marca japonesa, como é sabido, apresenta um sólido historial como líder no desenvolvimento de tecnologias de hidrogénio no desporto automóvel, graças aos seus "concept cars".

Mas este ano, é diferente: eles colocarão um protótipo funcional, que dará uma volta em La Sarthe, em demonstração, indicando que, da parte deles, gostariam de experimentar este carro em situação de corrida e ajudar no desenvolvimento da tecnologia a hidrogénio, algo que a ACO, o Automobile Club de L'Ouest, quer fazer até ao final da década.  

Noticias: Las Vegas renovado até 2037


A Liberty Media anunciou esta quinta-feira que renovou com a pista de Las Vegas até 2037, após a assinatura de uma extensão contratual de uma década com as autoridades locais. A corrida, que está no calendário desde 2023, conseguiu algo que procurava desde há algum tempo, que era de um compromisso de longo prazo para afirmar a corrida como um dos seus eventos de referência.

O acordo foi firmado entre as autoridades do Condado de Clark, onde se situa a cidade de Las Vegas, e a Las Vegas Convention and Visitors Authority (LVCVA), garantindo a continuidade da prova até á temporada de 2037. 

Estamos entusiasmados por a Fórmula 1 continuar a correr em Las Vegas durante muitos anos. Desde a sua estreia em 2023, o evento tem sido extraordinário, estabelecendo-se rapidamente como um destino de excelência para corridas de grande nível, entretenimento de classe mundial, líderes empresariais globais, celebridades e influenciadores. Teve um impacto forte e duradouro na economia local e na comunidade.", começou por afirmar Stefano Domenicalli, CEO da formula 1. 

"Sempre acreditámos que Las Vegas se tornaria um pilar da nossa presença nos Estados Unidos, e esta extensão, juntamente com o sucesso dos últimos anos, reforça o nosso compromisso a longo prazo com este mercado importante. Gostaria de agradecer ao Grande Prémio de Las Vegas, ao Condado de Clark e à LVCVA pelo seu apoio contínuo, paixão e visão. O futuro é extremamente entusiasmante e esperamos levar este evento a patamares ainda mais elevados.”, concluiu.

Do outro lado, Steve Hill, Presidente e CEO da LVCVA, declarou, no comunicado oficial da marca, que o evento se tornou numa referência e espera que a parceria continue a ser dinâmica para a próxima década.

Alargar a nossa parceria com a Fórmula 1 para a próxima década é um momento marcante tanto para Las Vegas como para o Grande Prémio. Em apenas três anos, a corrida tornou-se um evento global de referência, colocando Las Vegas no centro da cultura, competição e entretenimento durante a semana da corrida. À medida que os olhares do mundo se voltam para Las Vegas, o evento continua a reforçar a nossa evolução como destino de excelência para desporto e entretenimento. Concebida para o espetáculo e preparada para acolher os maiores momentos do mundo, Las Vegas orgulha-se de continuar esta parceria dinâmica com a Fórmula 1 na próxima década e além.” declarou.

De acordo com dados oficiais, em 2025, a corrida gerou 43 milhões de dólares em receitas fiscais estaduais e locais, dos quais 15 milhões foram destinados a iniciativas educativas. No total, o impacto económico acumulado do Grande Prémio na região do sul do Nevada foi estimado em 3,2 mil milhões de dólares.

O GP de Las Vegas acontecerá no próximo dia 21 de novembro, e será uma das duas corridas que acontecerá num sábado à noite.  

quinta-feira, 4 de junho de 2026

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Nesta semana em que se corre o GP do Mónaco, é de bom tom recordar algumas edições anteriores, e alguém for ver bem a edição de 1971, irão ver que não foi grande coisa: aconteceu debaixo de chuva e Jackie Stewart foi o vencedor, mas houve duas coisas que foram importantes: o 200º Grande Prémio da história da Formula 1, e... isto se tornou no cenário de um filme de Hollywood. 

Foi uma corrida onde dos 23 pilotos inscritos, apenas 18 podiam se qualificar, e para piorar as coisas, por causa do mau tempo no sábado, apenas os tempos de quinta-feira é que contaram. E nesse dia, por azar, Mário Andretti não conseguiu um tempo decente, cinco segundos pior que o "poleman", Jackie Stewart. E por causa disso, Andretti não se qualificou. Um pequeno escândalo.

Stewart largou do primeiro lugar e lá ficou até â meta, 25,6 segundos na frente de Ronnie Peterson, no seu March - um ano depois da sua estreia, conseguia aqui os seus primeiros pontos e pódio da sua carreira - e não foi fácil, porque o mexicano Pedro Rodriguez fez de tudo que pudesse para o aguentar, ao ponto de, a certa altura da corrida, o McLaren de Denny Hulme se juntou a eles, e... conseguiu passar ambos! Mas depois, o neozelandês acabou por ser passado, quer por Peterson, quer pelo Ferrari de Jacky Ickx. 

Mas se a corrida não foi uma grande história - terceira corrida do ano, segunda vitória de Stewart - o mais interessante é que isto foi o cenário de um documentário feito por um realizador de Hollywood que, hoje em dia, se tornou numa das menos conhecidas películas da sua sua cinematografia. 

Em 1971, Roman Polanski estava ainda traumatizado com o assassinato da sua mulher, Sharon Tate, às mãos dos algozes de Charles Manson, e ir para a Europa foi um bom motivo para se desligar de Hollywood. Ao ver alguns Grandes Prémios e os seus pilotos, especialmente Stewart, seu amigo desde há algum tempo, achou que ele seria um bom motivo para fazer um documentário. Pequeno problema: ele não sabia fazer um. Para esse efeito, ele contratou Frank Simon para fazer o argumento, Bill Brayne para fazer a fotografia. 

Ao longo do fim de semana do GP monegasco, Polanski seguiu Stewart para as suas tomadas de tempo e também para recolher impressões sobre ele, o automobilismo, o campeonato... um pouco de tudo. No final, o filme ficou com 80 minutos de duração, e foi mostrado ao público no Festival de Berlim, onde foi aplaudido pelo público e pela critica, ganhando uma Menção Especial pelo Melhor Documentário. Depois de se ter visto em algumas salas de cinema, um pouco por toda a Europa, foi para um cofre em Londres... e lá ficou, nos 40 anos seguintes.

Em 2012, Polanski recebeu um telefonema do lugar onde estavam guardados os negativos, e eles perguntaram se estava interessado neles, porque caso contrário, iriam ser deitados fora. Isso despertou o interesse pelo documentário, que foi remontado, e acrescentado em mais 13 minutos, desta vez com Polanski e Stewart a passear por Monte Carlo, a falar sobre até que ponto a Formula 1 evoluiu desde o seu tempo. Novamente mostrado num festival de cinema, desta vez em Cannes, em 2013, fora da competição, perante Polanski e Stwart, onde foram fortemente aplaudidos. 

Noticias: Charles Leclerc renova com a Ferrari


A Ferrari e Charles Leclerc chegaram a acordo para a renovação do contrato, nas vésperas do GP do Mónaco, a corrida caseira de Leclerc. O piloto de 28 anos ingressou na academia da equipa em 2016 e se estreou na Fórmula 1 pela Sauber em 2018, antes de assumir o volante principal da Scuderia em 2019. Em 2026, Leclerc é o segundo piloto com mais Grandes Prémios disputados pela marca italiana, superado apenas pelo alemão Michael Schumacher.

Não poderia estar mais feliz por continuar este percurso com a Ferrari. Para mim, é muito mais do que uma equipa. É a equipa que sempre amei e da qual sonhei fazer parte desde criança, e que, depois de todos estes anos, se tornou uma segunda família”, começou por afirmar Leclerc, no anuncio deste acordo.

O piloto recordou igualmente os momentos difíceis e os sucessos partilhados com a estrutura italiana, reafirmando o objectivo que continua a mover toda a organização.

Juntos partilhámos momentos incríveis e outros mais difíceis, mas acredito mais do que nunca na Ferrari. Estou profundamente grato por poder continuar a lutar pelo nosso objectivo comum, que é devolver o título mundial a Maranello. Ser piloto da Ferrari é um sonho, mas também uma responsabilidade enorme. Continuarei a dar tudo de mim para levar a equipa de volta ao lugar onde merece estar”, acrescentou.

Para Frédéric Vasseur, a renovação era um passo natural numa relação construída ao longo de vários anos.

Charles faz parte da família Ferrari há muito tempo e esta renovação é algo muito natural para nós. Nestes anos vimos crescer não apenas um dos pilotos mais fortes da Fórmula 1, mas também uma pessoa que vive profundamente a ligação a esta equipa e a tudo aquilo que a Ferrari representa”, explicou o director da Scuderia.

O responsável francês destacou ainda o compromisso demonstrado pelo piloto dentro e fora das pistas.

Valorizamos o seu talento, apreciamos a sua determinação e a forma como trabalha diariamente com todos os elementos da equipa. Sabemos o quanto este projecto significa para ele e estamos felizes por continuar a trabalhar juntos para alcançar os objectivos que partilhamos”, acrescentou.

A confirmação do acordo entre Leclerc e a Ferrari coincide com uma expectativa elevada para a prova deste fim de semana. Apesar do domínio da Mercedes na temporada, o traçado citadino de Monte Carlo favorece as características técnicas do monolugar italiano. O líder do campeonato, Kimi Antonelli, já apontou a Ferrari como a “equipa a bater” no Mónaco.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

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A Brabham andou boa parte de maio de 1986 com a horrível tarefa de substituir um piloto morto: quem correria no lugar de Elio de Angelis. Muitos telefonaram a Bernie Ecclestone para oferecer os seus serviços, mas até chegar ao escolhido, este decidiu... não telefonar. 

Aos 32 anos, Derek Warwick, depois de cinco temporadas na Formula 1, estava fora. Passagens pela Toleman e Renault, quatro pódios duas voltas mais rápidas, a temporada de 1985 pela Renault foi um desastre, com o RE60: cinco pontos, apenas. E poderia ter sido melhor, caso decidisse aceitar o convite para correr na Williams, que recusou, porque não acreditava na fiabilidade do motor Honda. Esse convite foi para Nigel Mansell, que aproveitou muito bem. 

Assim sendo, a meio de 1986, depois da Renault se ter retirado da Formula 1, e de ter sido vetado por Ayrton Senna para correr na Lotus, Warwick ficou sem um lugar competitivo na Formula 1. Pouco depois, Tom Walkinshaw decidiu oferecer um lugar para correr na sua equipa, que competia com Jaguares no Mundial de Endurance. A bordo de um XJR-6, tinha competido nos 1000 km de Silverstone ao lado de Eddie Cheever - que também tinha ficado sem lugar na Formula 1 quando a Alfa Romeo fechou as suas portas - e acabado por ganhar. 

Foi nessa altura que aconteceu o acidente mortal de De Angelis, e enquanto se preparava para as 24 Horas de Le Mans - que iria fazer com Cheever e o francês Jean-Louis Schlesser - Ecclestone o ligou, afirmando que gostaria de o ter no seu carro. Em 2011, numa entrevista, disse, sobre esses dias sombrios de maio:

Quando o Elio morreu em Ricard, eu estava a acompanhar os eventos, como toda a gente. Fiquei tentado a ligar ao Bernie [Ecclestone], mas logo pensei que seria errado. O tipo não estava morto há muito tempo. Deixei o assunto durante uns nove ou dez dias, para depois receber uma chamada do Bernie, que disse ter apreciado muito o facto de eu não lhe ter ligado cinco minutos depois da morte do Elio e perguntou-me se eu gostaria de conduzir para ele."

Quando lá cheguei [à sede da Brabham], o que realmente aconteceu foi que, uma hora depois da morte de Elio, [Ecclestone] recebeu vários telefonemas de pilotos a dizer que estavam disponíveis para ocupar a vaga. Acho que isso deixou o Bernie indignado. Ele tem muitos princípios. E o facto de não lhe ter ligado na hora, certamente me ajudou. Então, ofereceu-me a vaga.

Aceite o convite - ainda por cima, nenhuma corrida da Formula 1 nessa temporada coincidia com o Mundial de Endurance - Warwick tratou-se de adaptar ao radical Brabham BT55, e quando chegou a Montreal, conseguiu um digno décimo posto na grelha, um lugar atrás de Riccardo Patrese, seu companheiro de equipa. Entrado no carro, tinha ficado impressionado com duas coisas: até que ponto o carro tinha um centro de gravidade baixo, e a potência do motor BMW de 4 cilindros em linha. 

Infelizmente, o motor não aguentou na volta 20, e a sua corrida terminou ali. Mas para o resto da temporada, voltaria a ter um lugar no pelotão. Com a agenda carregada, era verdade, mas estava de volta à Formula 1.

Youtube Automotive Video: Merkur XR4Ti, o "estranho" Ford europeu na América

A Merkur surgiu com a ideia de colocar nos Estados Unidos da América automóveis vindos ou da Europa, ou especialmente da Ásia, com algum luxo e sofisticação, que fosse capaz de seduzir e convencer os americanos. Os japoneses, com a Honda (Acura) ou a Nissan (Infiniti), foram muito bem sucedidos, mas a Ford também tentou a sua sorte, por causa dos Ford Sierra, em 1986, com a ideia de combater os BMW, os Mercedes e os Audi, mas acabaram por ser mal sucedidos.

Esta é a história da Merkur, uma boa ideia, com boas intenções e um produto que até era bom, mas no final, só durou três anos e vendeu pouco menos de 70 mil unidades. 

Endurance: Toyota fará uma demonstração a hidrogénio em Le Mans


A Toyota anunciou esta quarta-feira que fará uma demonstração com o seu carro a hidrogénio durante o fim de semana das 24 Horas de Le Mans. O Toyota TR LH2, que tem como base o TR010 Hybrid, fará duas demonstrações, no dia 11 e 13 de junho, durante o fim de semana das 24 horas de Le Mans, com Kazuki Nakajima ao volante. 

Após alguns testes em pista nos últimos meses, estamos prontos para acelerar com o protótipo de corrida TR LH2 em Le Mans. Não há melhor lugar do que Le Mans para dar a primeira volta de corrida com um protótipo, e estou muito honrado por ter a oportunidade de o pilotar”, disse Nakajima, três vezes vencedor das 24 horas de Le Mans.

A marca japonesa apresenta um sólido historial como líder no desenvolvimento de tecnologias de hidrogénio no desporto automóvel, graças aos seus "concept cars" que os coloca a correr desde 2021 na Super Taikyu, além de realizar diversas demonstrações em etapas do Campeonato Mundial de Ralis da FIA.

terça-feira, 2 de junho de 2026

As imagens do dia (II)






Bem sei que muitos falam das grandes conduções de pilotos à chuva, especialmente aqueles que aconteceram com Ayrton Senna, nos anos 80 e 90 do século XX, mas eu tenho de reconhecer que Michael Schumacher fez também excelentes conduções à chuva. E há 30 anos, em Barcelona, poderá ter feito uma das melhores conduções à chuva de todos os tempos, dando a primeira vitória pela Ferrari, num carro que não era o melhor do pelotão.

Toda a gente sabe que em 1996, a Williams era dona e senhor dos lugares mais altos do pódio, e a seguir viria a Benetton, ainda por cima, com dois veteranos como o austríaco Gerhard Berger e o francês Jean Alesi. A Ferrari estava em reconstrução, depois da contratação de Michael Schumacher. Mas o alemão queria provar que as suas capacidades de condução não tinham sido diminuídas com esta transferência. Mas também tinha outra razão para provar as suas capacidades à chuva: é que na corrida anterior, no Mónaco, a sua prova acabou na primeira volta, vitima de um despiste quando estava sair do gancho do Hotel Loews. Ali, bateu no guard-rail e a sua suspensão ficou danificada. Um acidente a baixa velocidade. Um erro quase de "rookie", de alguém que já tinha provado que era muito bom â chuva.

Mais tarde justificou a sua saída prematura no Mónaco por causa de problemas com a sua embraiagem.

Depois de ter feito o terceiro melhor tempo nos treinos, a chuva contínua no inicio da corrida resultou... em problemas de embraiagem. Por causa disso, perdeu posições - era oitavo na primeira curva - ... e causou estragos em outros carros. O melhor exemplo fora Giancarlo Fisichella, que batera na reta principal contra o Ligier de Olivier Panis, o vencedor do Mónaco, o McLaren de David Coulthard... e o seu companheiro de equipa, o português Pedro Lamy. Por causa disso, ao fim de duas voltas, sete carros estavam de fora da corrida. 

Mas o alemão manteve-se na pista, e começou a recuperar posições. Aos poucos recuperou ritmo e na volta oito, era terceiro, atrás de Alesi e Villeneuve, e a assediar o francês da benetton. Demorou 12 voltas para apanhar Jacques Villeneuve, que liderava à chuva, enquanto Damon Hill acumulava erros atrás de erros, antes de acabar no muro das boxes, vítima de despiste, na volta 12, quando já estava fora dos pontos. 

Foi precisamente nessa altura que, Schumacher, com os seus problemas na embraiagem aparentemente controladas, passou Villeneuve e a partir dali, distanciou-se do canadiano e do resto do pelotão. Aliás, na volta anterior ao seu primeiro reabastecimento, era quatro segundos mais rápido que Villeneuve! Logo, quando voltou à pista, manteve o comando da corrida.

E distanciou-se, distanciou-se, distanciou-se... no final da volta 56, a sua vantagem era de quase um minuto para Jean Alesi, o segundo classificado, numa altura em que os sobreviventes estavam reduzidos a... seis. O último a desistir tinha sido Jos Verstappen, no seu Arrows, deixando Pedro Diniz no último lugar pontuável. No final, Schumacher levantou o pé, mas tinha mostrado ao mundo o que ele nunca tinha deixado de ser, apesar do carro que tinha naquele momento: ein Regenmeister, um rei da chuva, Um grande piloto em circunstâncias excepcionais, que tinha dado a volta aos problemas, encarou o mau tempo e acabou no lugar mais alto do pódio. Só os grandes pilotos fazem isso, e hoje em dia, com a Formula 1 cada vez mais a ser estrita nos procedimentos à chuva, arriscamos a não ver mais disto.     

A imagem do dia







Há 35 anos, em Montreal, ninguém imaginaria que ao entrar na última volta, o GP do Canadá teria o desfecho que teve. Pelo menos, as minhas memórias desse dia são desse tipo: julgava que iria ser ali a primeira vitória da temporada de Nigel Mansell, no seu Williams FW14, na frente de Nelson Piquet e de Stefano Modena, que a Jordan iria ter os seus primeiros pontos do campeonato, com o quinto lugar de Andrea de Cesaris e o sexto posto de Bertrand Gachot (os dois pilotos ao mesmo tempo, quem diria!) e que a sequência de quatro vitórias seguidas de Ayrton Senna tinha sido quebrada, porque o piloto brasileiro tinha tido um problema no alternador e não iria chegar ao fim. Era tudo verdade... até ao inicio da última volta.

Ali, depois do "hairpin", enquanto Mansell começava a acenar para o público, comemorando uma vitória que parecia estar à vista, o seu carro não acelerou... e parou. À frente de tudo e todos. E a sua vitória parecia ir embora. Do espanto, passou a haver questões, entre a incredulidade e o gozo. 

O que tinha acontecido? Aparentemente, Mansell não tinha conseguido mudar de velocidade no "hairpin" e o carro acabou por morrer, ou então o motor tinha desligado acidentalmente enquanto acenava ao público na última volta. Mansell negou essa versão, dizendo que a caixa de velocidades entrou em ponto morto quando reduziu a velocidade, enquanto a Williams afirmou que o carro tinha sofrido uma falha elétrica. Quando o carro regressou às boxes, o motor voltou a ser ligado e os mecânicos descobriram que a caixa de velocidades funcionou perfeitamente.

Mas nem tudo foi "ver navios" para Mansell: um sexto lugar, a uma volta do vencedor, foi um parco consolo. E sem Senna a pontuar, conseguiu encolher um pouco a distância. Só que - pequeno detalhe: o britânico saía do Canadá com... sete pontos, contra os 40 do brasileiro. Riccardo Patrese, seu companheiro de equipa, tinha dez. 

Dê por onde der, o piloto mais feliz dessa tarde era Piquet. Que afirmou, em entrevista, "ter tido um orgasmo" quando viu o Williams parado. E se forem ver as fotografias dele no pódio, até parece que tinha conseguido a sua primeira vitória na Formula 1... na verdade, iria ser a sua 23ª e última da sua carreira, a sua terceira na Benetton, e a quinta seguida de um piloto brasileiro na temporada de 1991. 

Youtube Endurance Testing: As primeiras voltas do McLaren MCL-HY em Imola

A McLaren só entrará na Endurance em 2027, mas o seu carro, o MCL-HY LMDh, esteve a ser testado em Imola durante a semana que passou. Palco recente da primeira ronda do WEC, o Mundial de Endurance, o teste era para ser privado, mas estas são as imagens desse teste, que conseguiram ser gravadas.

De acordo com este video, apesar de alguns problemas de juventude do carro, o teste acabou por ser mais sólido, com os pilotos mais preocupados em tirar tempos e ver se todos os sistemas já estão em funcionamento. O belga Laurens Vanthoor, o dinamarquês Mikkel Jensen, o neerlandês Richard Verschoor, o galês Ben Hanlwy e o suíço Gregoire Saucy foram os que pilotaram este carro.