domingo, 11 de outubro de 2026

Youtube Motorsport Video: A terceira corrida da Formula 4 em Los Arcos, Navarra

A terceira corrida da Formula 4 espanhola, em Los Arcos, em Navarra, aconteceu na manhã desde domingo e acabou por ser a terceira vitória seguida do neerlandês Kasper Schormans, depois de um duelo com o português Noah Monteiro, numa corrida com algumas atribulações em pista. 

Aqui pode-se ver o video da corrida na íntegra, que aconteceu à hora do almoço. 

Formula 4: Schormans triunfa pela terceira corrida seguida em Navarra


O neerlandês Kasper Schormans, da MP Motorsport, triunfou pela terceira vez seguida no Circuito de Los Arcos, em Navarra, acabando por conseguir o pleno neste final de semana da Formula 4 espanhola. Ele ganhou com mais de meio segundo de diferença para Noah Monteiro, da Griffin Core, enquanto o irlandês Daniel Kelleher ficou com o lugar mais baixo do pódio. 

Com Schormans a largar pela terceira vez seguida da pole, desta vez com Noah Monteiro a seu lado, Rocco Coronel em quinto e Borys Lyzen em sexto, a corrida começou com Schormans e monteiro a manterem as posições, enquanto atrás, alguns toques resultaram em danos em algumas asas, quer dianteiras, quer traseiras. Rocco Coronel sofre um pião algumas curvas mais adiante, com Borys Lyzen e Nathan Tye a term as suas asas da frente quebradas, e Elliot Kasczyinski a ter problemas, que o fizeram cair para o fundo do pelotão.

No final da primeira volta, Schormans ia na frente, seguido por Monteiro e Jensen Burnett. 

Com o passar das voltas, os cinco primeiros começaram a descolar-se do pelotão, com Noah Monteiro a não deixar escapar Schormans, afastando ambos de Kelleher, o sérvio Andrej Petrovic, agora o quarto. A corrida não teve muito mais história até ao minuto final, quando o espanhol Nacho Tuñon e o maltês Jacob Michaelef saíram de pista e ficaram em posição perigosa. Com isso, o maior beneficiado foi Rocco Coronel, que depois do despiste da primeira volta, recuperou o suficiente para ser décimo, e depois, ficou com o nono posto na altura em que cruzou a meta para receber a bandeira de xadrez, e ainda ganhou um lugar graças a penalizações.

No campeonato, Schormans tem agora 254 pontos, contra os 205 de Noah Monteiro e os 181 de Rocco Coronel. 

A Formula 4 espanhola terá o seu final no fim de semana de 7 e 8 de novembro, em Barcelona.  

Formula 1 2026 - Ronda 17, Singapura (Corrida)


Uma semana depois de Bahrein na Malásia, a Formula 1 estava prestes a receber o seu primeiro GP noturno, em Singapura. Deveria ter sido na Arábia Saudita, em março, mas com o país em pé de guerra - misseis caíram nesta semana no principal aeroporto de Riad - as coisas foram canceladas e levadas para outros lados, com a Malásia até a acolher uma corrida de outro país, algo que já não se via há 20 anos, desde os tempos de San Marino, em Imola.

De resto, o habitual: calor e humidade, o habitual nesta parte do mundo: mais de 30ºC na hora da corrida, 75 por cento de humidade no ar, e os pilotos prontos para aguentarem duas horas dentro de um cockpit, tentando refrescar-se o mais que podiam.

Em termos de pneus, Max e Leclerc tinham moles, enquanto Hamilton, por exemplo, partia com médios. Aliás, dos seus primeiros, apensas o veterano britânico da Ferrari ia partir com esse tipo de pneus. O resto, iriam ter uma primeira parte com pneus vermelhos. Russell, que partia de 19. também partia com médios.

No final da volta de aquecimento, ambos os Aston Martin e Isack Hadjar acabaram para ir às boxes.    


Na partida, Max conseguiu ficar com o primeiro posto, depois de Leclerc largou melhor e ter ficado ambos lado a lado na curva. Não houve incidentes de maior, e no final da primeira volta, o neerlandês da Red Bull tinha quase um segundo de vantagem sobre os Ferrari. Atrás, Russell tinha conseguido subir dois lugares, para 17º.

Não houve ultrapassagens na frente nas primeiras cinco voltas, com Max a estar a cerca de um segundo de Leclerc, e Hamilton era terceiro, a pouco mais de um segundo do seu companheiro de equipa.Quem subia na geral era George Russell, agora 15º, numa corrida de recuperação.

As coisas andavam assim até à volta 9, quando o Virtual Safety Car foi accionado por causa do Audi de Gabriel Bortoleto, que saiu de pista na entrada das boxes e estava numa posição perigosa, suficiente para que os carros andassem mais lentos. As coisas ficaram assim por uma volta, antes de recomeçar. Nessa altura, Max e Leclerc tinham uma diferença de sete décimos, com Hamilton a já uns "distantes" três segundos, seguido por Kimi Antonelli. E Russell, seu companheiro de equipa, já era 13º.

Com o passar das voltas, na 17ª, Max afastava-se de Leclerc, enquanto Hamilton agora começava a segurar Antonelli e Norris. Era uma corrida sem incidentes de maior. Foi nessa volta que Hamilton foi às boxes, e regressou em sexto, agora com pneus moles. Isack Hadjar também foi às boxes nessa altura, e o próximo que foi às boxes acabou por ser Kimi Antonelli... na volta 24.

Foi aqui que começaram as paragens nas boxes. Leclerc na 25, colocando médios e regressar no quarto posto, numa altura em que a diferença entre Max, o líder, e Lando Norris, agora o segundo classificado, é de 17 segundos.  

Na volta 32, Franco Colapinto parou na curva 7 e as bandeiras amarelas foram mostradas. Andou alguns metros, para a escapatória, e assim tornava-se no segundo abandono da corrida. Alguns pilotos aproveitaram para parar nas boxes, como Nico Hulkenberg e Liam Lawson, para colocarem médios, mas na frente, Max estava tranquilo. A distância para a concorrência era tão grande que apenas um Safety Car iria baralhar tudo. Foi nessa situação que ele foi às boxes na volta 33, colocando médios e regressando ainda na liderança. Norris veio a seguir, e Piastri trocou na volta seguinte. 

No meio disto tudo, Russell, que ainda não tinha parado, já era sétimo. 

Na volta 39, Lance Stroll ficou com problemas na caixa de velocidades do seu carro e teve de encostar nos muros, causando as bandeiras amarelas e depois o Safety Car Virtual. Enquanto o canadiano saía do carro e tronava-ase na terceira desistência da corrida, os dois carros da Mercedes eram chamados para ir às boxes, com Russell, que era sétimo, voltou à pista em décimo. 


Por esta altura, Max tinha médios, os Ferrari com moles. E restava saber se eles poderiam manter a distância, agora que tínhamos menos de 20 voltas. Por esta altura, Leclerc, que era terceiro, conseguia ser um segundo mais rápido que os dois primeiros e na volta 46, estava na traseira de Hamilton. ele facilitou a sua passagem, e o monegasco foi na perseguição de Max, no seu Red Bull. 

E foi o que aconteceu na última parte da corrida. Leclerc continuava a ser mais rápido em relação a Max, e aproximava-se quase ao ritmo de um segundo por volta. Menos de dez segundos a partir da volta 51, enquanto atrás, Hamilton era pressionado por Norris e Antonelli pelo lugar mais baixo do pódio. O veterano aguentava as investidas dos pilotos mais jovens, e aguentava-se bem. Na volta 54, Norris tentou passar, mas deu-se mal e quem aproveitou foi Antonelli, que era quarto. O italiano levou a melhor e passou Hamilton para ser terceiro. Pouco depois, Norris passou Hamilton para ser quarto, que tinha os pneus moles bem desgastados.

Contudo, na parte final, a eficácia dos pneus moles tinha acabado, e Leclerc parecia não conseguir apanhar Max e o neerlandês ia a caminho da sua segunda vitória seguida na temporada. O piloto da Red Bull parecia ser agora o homem do momento, mas com apenas seis corridas para o final da temporada, não parece que esta investida seja suficiente para ameaçar Antonelli. Hamilton ainda perdeu um lugar para Oscar Piastri, acabando do sexto posto. 


Agora, serão duas semanas para as Américas, antes de mais três fins de semanas seguidas de Grandes Prémios. Antonelli sai de Singapura com 340 pontos, mais 102 que George Russell. Max era quarto, mas bastam ter mais 17 pontos que o britânico para ele ficar com o segundo lugar. 

sábado, 10 de outubro de 2026

Formula 4: Schormans foi o melhor na primeira corrida de Navarra, Monteiro sexto


O neerlandês Kasper Schormans venceu a primeira corrida da ronda tripla de Navarra da Formula 4 espanhola, que aconteceu neste sábado de manhã. Ele bateu o sueco Elliot Kasczyinski e outro neerlandês, Rocco Coronel. Noah Monteiro foi sexto, enquanto outro português, Max Radeck, acabou em oitavo. 

Depois de uma qualificação onde Schormans foi o melhor, batendo Kasczyinski, e deixando Rocco Coronel e Borys Lyzen na segunda fila, Noah Monteiro ia partir apenas de décimo da grelha, um lugar abaixo do seu compatriota Max Radeck.

A partida começou atrás do Safety Car, devido a um acidente numa corrida de outra categoria, minutos antes, e quando a bandeira verde foi agitada, Kasczyinski e Schoermans ficaram lado a lado nas primeiras curvas, mas o neerlandês levou a melhor. Coronel, em terceiro, tratou de atacar Kasczyinski, mas ele conseguiu aguentar a pressão. Atrás, Lyzen sofria um furo e caía para o fundo da grelha, enquanto Monteiro passava Max Radeck para ser oitavo.

Na volta seguinte, Monteiro já era sexto e pressionava Nathan Tye para ser quinto e tentar afastar-se do grupo que se tinha formado, numa altura em que os quatro primeiros já se afastavam. As coisas andaram assim nos minutos seguintes, até que Tye e Monteiro começaram a apanhar Vivek Kanthan, que tinha alguns danos na sua asa dianteira, que o impediam de correr com ar limpo e o fazia perder tempo.

A 13 minutos do final, Tye apanhou Kanthan e ficou com o quarto posto, e logo a seguir, Monteiro juntou-se aos dois. Ele passou o americano, ficando com o quinto posto e indo atrás de Tye. Ele foi atrás do britânico, mas depois começou a sentir a pressão do irlandês Daniel Kelleher, que o passou a quarto minutos do final da corrida.

Na frente, tudo estabilizado: Schormans correu para a vitória, com mais de dois segundos na frente de Kasczyinski, com Coronel em terceiro, apesar de ter pressionado o sueco na parte final da corrida. 

 A segunda corrida da Formula 4 espanhola iria acontecer na tarde deste sábado. 

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

A imagem do dia



Não é comum, mas estas coisas acontecem. 

Há muito tempo, por razões práticas, uso os transportes públicos na minha cidade. Quem viva numa cidade como a minha, onde tem uma paragem de autocarro a 80 metros da minha casa, pague dez euros para fazer as viagens que quiser, das seis e meia da manhã até à 1:30 do dia seguinte, apenas se queixando de ter uma vez por hora, eu acho que até é um sortudo. 

Como já decidi que, quando regressar a ter um carro, será elétrico, penso sempre que isto poupa dores de cabeça para estacionar o carro no centro da cidade - quase inexistente e caro - e, desde que saiba do horário na minha cabeça, chegarei sempre a tempo de apanhar e regressar tranquilamente a casa.

Pois bem, na semana passada, uma terça-feira, esperei por mais de uma hora por autocarro que sabia estar atrasado. Não me estressei, porque para as minhas bandas tinha, pelo menos, mais duas linhas a passar perto de mim. Era uma questão de "fundo de rua". Uma rua com quase dois quilómetros de comprimento, já agora, do qual eu vivo, mais ou menos, a meio.

Soube depois quando cheguei a casa e abri este meu portátil de onde escrevo isto: uma pequena noticia, acompanhada de uma das fotos que coloquei aqui, mostrava um autocarro a arder. Conhecia aquele autocarro, conhecia quem o guiava, e conhecia onde tinha sido. 

Aquele autocarro já acusava a idade, era movido a gasóleo, avariava-se. Os seus bancos eram forrados a vermelho, e o sinal de "stop" não ligava, mas o motorista sabia onde parar, porque no seu lugar, ele sabia que os passageiros carregavam no interruptor.

Em contraste, o motorista, seu Herculano, era das pessoas mais simpáticas que conheci. Já tem idade, já devia estar reformado, mas é sempre amigável, e sempre que nos encontramos, trocamos uns dedos de conversa e quando saio na paragem do costume, despedimo-nos e dizemos até amanhã. Ou quando calha à sexta-feira, desejamos um bom fim de semana. E não é só comigo: sempre que cruza na rua com alguém que conhece, saúda-o. Perdi a conta das vezes que me apanhou desprevenido, quando ia a pé, rua abaixo, especialmente ao domingo, e o autocarro passava.  

Uma vez, num verão passado, apanhei-o no comboio, com a sua mulher. Eu ia á praia, e ele também, mas mais abaixo na linha. Conversamos mais um bocado, naquele comboio apinhado de gente que ia apanhar sol, no meio do verão, e no final, só tinha mais coisas boas para falar dele. 

Quando o autocarro pegou fogo, naquela tarde de terça-feira, fiquei aliviado por saber que ninguém ficou ferido, só houve danos materiais no autocarro, que ficou irrecuperável (aqui entre nós, foi uma "morte" misericordiosa), e havia danos na fachada da casa onde, por acaso, o autocarro parou. Mas o importante é que todos estavam bem. 

Todos tinham uma história para contar aos netos. Foi isso que contei ao seu Herculano quando voltei a ver, no dia seguinte, noutro autocarro, semelhante a aquele que ardeu.

É uma história, que aconteceu â tarde, na minha cidade.

Noticias: WRC divulgou o seu calendário


O WRC terá 15 ralis em 2027, e mostrou hoje o seu calendário. E há novidades: os Estados Unidos entram, bem como o Rali da Escócia, enquanto os ralis da Sardenha e de Portugal saem do calendário. 

Num ano onde se estreia um novo tipo de carro, o WRC27, onde os carros tentarão ser mais baratos de construir e de vender, o rali italiano sai da Sardenha, onde corria em terra, e passa a acontecer nas estradas à volta de Roma, a capital, e acontecerá em asfalto, entre os dias 8 e 11 de julho.

Quanto ao rali americano, que faz o seu regresso depois de 39 anos de ausência - Rally Olympus, em 1988 - ele acontecerá entre os dias 26 e 29 de agosto. O rali da Escócia acontecerá a seguir entre os dias 30 de setembro e 3 de outubro, e ambos serão ralis de terra.

Os ralis da Estónia (22 a 25 de julho) e da Finlândia (29 de julho a 1 de agosto), ambos em terra, continuam a desenvolver formatos alternativos. A Estónia testou este ano um programa condensado, enquanto a Finlândia se concentrou nos espectadores com o conceito Super Domingo, construído em torno de uma única classificativa.

De resto, o Mundial começa no mesmo lugar de 2026: Monte Carlo, entre os dias 21 a 24 de janeiro, e acaba, em principio, na Arábia Saudita, entre os dias 25 a 28 de novembro. 

Meteo: Singapura será complicado


O tempo no fim de semana de Singapura promete ser complicado, com chuva, especialmente no domingo. Normalmente húmido e chuvoso devido à sua proximidade com o Equador, em termos de latitude, para os três dias, a temperatura será constante, a rondar os 30ºC, e à hora das corridas, à noite, o tempo costuma amainar. Mas nem sempre.

Para sexta-feira, prevê-se 32 graus, 67 por cento de humidade, vento fraco e tempo parcialmente nublado, sem chances de chuva. Já no sábado, as coisas serão um pouco diferentes, com trovoadas dispersas, 30ºC, 75 por cento de humidade e chances de chuva entre os 15 e os 25 por cento.

Para domingo, o céu estará nublado, e as temperaturas são semelhantes: 31ºC, 75 por cento de humidade, e 10 a 15 por cento de chances de chuva. 

Vamos a ver até que ponto será este final de semana, e se não prejudicará a condução dos pilotos. 

quarta-feira, 7 de outubro de 2026

A imagem do dia (II)




Como era de esperar, Valtteri Bottas chegou hoje a Singapura, depois de três dias a fazer o percurso de bicicleta, de Kuala Lumpur, a capital da Malásia, onde não muito longe dali, na pista de Sepang, aconteceu o GP do Bahrein na Malásia. A etapa de hoje foi curtinha, 40,16 quilómetros, de Johor até Singapura. 

O interessante desta aventura é que ele não fez por estradas principais, mas por estradas bem secundárias, de terra, sem asfalto... e sem iluminação, o que quer dizer que, não só levava iluminação para o caminho, como, por exemplo, poderia ver coisas inesperadas, como... um buraco na estrada com metro e meio de profundidade, por exemplo.

Fazendo uma coisa mais "Bottas" que se pode imaginar, pode ser uma maneira de fazer algo fora da caixa - melhor que, por exemplo, as suas fotografias sem roupa - mas isto até pode ser uma forma de descanso ativo, ainda por cima num sitio equatorial e muito húmido, como é a Malásia. Ainda por cima, por estes dias, na ilha vizinha de Sumatra, na Indonésia, estão a acontecer fogos florestais que estão a causar "smog", que afeta a visão e a respiração das pessoas que vivem na região. Logo, fazer uma coisa destas é um feito que merece ser assinalado. 

O GP de Singapura é uma das três corridas noturnas do calendário da Formula 1, e acontecerá no próximo domingo.

A imagem do dia


Soube-se ontem da morte de Eva Marie Saint, aos 102 anos de idade. Era uma das últimas sobreviventes da “era de ouro” de Hollywood, vencedora de um prémio da Academia (Óscares) em 1956 por “Há Lodo no Cais”, do Elia Kazan.

Ela participou em filmes icónicos como “Intriga Internacional” (North by Northwest), do Alfred Hitchcock, ao lado de Cary Grant; ou “Exodus”, de Otto Preminger, ambos estreados em 1959.

Mas para estas bandas, ela foi Louise Frederikson, a amante de do piloto francês Jean-Pierre Sarti - papel interpretado pelo ator francês Yves Montand - no filme “Grand Prix”, de 1966, realizado por John Frankenheimer. Sim, uma atriz, de certo modo, secundária, e neste filme teve um papel secundário, mas que participou em alguns dos mais icónicos filmes da história do cinema.

Um destes dias escrevo por aqui a saga que foi fazer aquele que é, hoje em dia, um dos melhores filmes de automobilismo da história, não tanto pela sua história em si, mas pelas suas técnicas de filmagem que renderam três prémios da Academia de Hollywood, em 1967. Até irá calhar bem, porque faz agora 60 anos - estreou em dezembro de 1966 - sobre a sua estreia no grande ecrã.

Ars lunga, vita brevis, Eva Marie.

Youtube Testing Video: O teste de Kalle Rovanpera no WRC27

Os testes para o novo carro da Toyota para 2027 continuam de vento em popa, mas enquanto o WRC se encerrava na Sardenha, na Catalunha, a grande novidade era que Kalle Rovanpera tinha ido testar um dos carros da nova geração. 

Os rumores sobre um regresso total, ou parcial, ao WRC apareceram logo, mas na realidade, a marca afirmou que ele veio ajudar a equipa, dado que o piloto oficial de testes, Ott Tanak, estava a testar outro dos chassis da marca, e não poderia estar ali naquela altura, e Rovanpera ofereceu-se. 

Claro, apesar das explicações oficiais, há quem acredite no regresso, ainda por cima, quando se sabe que a Toyota poderá alinhar com seis pilotos na próxima temporada: Sami Pajari, Elfyn Evans e Oliver Solberg, pela equipa oficial, e a Printsport, uma equipa finlandesa, fundada e gerida por Eero Raikkonen (sem relação de parentesco com Kimi Raikkonen) com Ott Tänak, Takamoto Katsuta e, eventualmente, Kalle Rovanpera.

Enquanto as especulações e rumores continuam, eis um video do teste de Rovanpera.

terça-feira, 6 de outubro de 2026

As imagens do dia



Aparentemente, Fernando Alonso irá participar no Dakar de 2027, sete anos depois da sua primeira aventura, a bordo de um Toyota Hilux. Desta vez será a bordo de um Aston Martin, mas de um modelo desenvolvido... para um videojogo.

A possibilidade foi inicialmente avançada pelo site espanhol Soy Motor, e posteriormente confirmada pelo jornal Marca junto de várias fontes. E tornar-se-á realidade graças... a um chassis Dacia. O que irá acontecer é que eles ficarão com alguns Dacia Sandrider, o carro com que Nasser Al-Attiyah venceu o Dakar 2026, e colocá-lo-á nas mãos de Alonso, que terá o veterano Marc Coma como seu navegador. Esses chassis serão desenvolvidos pela Prodrive, e se estrearão no inicio do ano que vem. 

A equipa terá gente como Sebastien Loeb, Nasser Al-Attiyah e Lucas Moraes como companheiros de Alonso. Contudo, a situação financeira da marca britânica não permite, para já, grandes investimentos num programa permanente, mas a presença de Alonso poderá facilitar a angariação de patrocinadores e tornar possível esta participação pontual.

No final, para além de ser uma oportunidade de voltar a enfrentar o Dakar com uma máquina extremamente competitiva, depois de uma primeira experiência em 2020, isto poderá também servir para recuperar motivação após uma temporada particularmente difícil na Fórmula 1.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

A imagem do dia


É apenas uma semana entre Sepang, nos arredores de Kuala Lumpur, a capital da Malásia, e a cidade-estado de Singapura. A distância é de 351 quilómetros, quase um Lisboa-Braga (já agora, são 364 quilómetros, mais 13) Se para alguns, é cerca de uma hora de voo, de automóvel, se cumprirem os limites de velocidade, deverá durar cerca de três horas.

Contudo, há sempre alguém que pensa fora da caixa: andar de bicicleta. E tem está a ter essa ideia peregrina? Valtteri Bottas. O piloto da Cadillac decidiu pegar numa bicicleta de competição e lá foi ele fazer o percurso em etapas, como se fosse uma espécie de corrida ciclística.

"O mais ridículo é que todos os outros vão de avião. São cerca de cinco horas de carro; dá para parar num sítio giro no caminho. Ver um pouco mais do mundo para lá do percurso hotel-aeroporto-autódromo", comentou um fã numa publicação partilhada pela Autosport britânica.

Outro fã acrescentou: "O facto de ele estar a fazer isto entre fins de semana de corridas a sério, e não apenas como uma ação promocional, é a coisa mais 'Bottas' de sempre".

Daquilo que sei, a etapa de hoje tem cerca de 156 quilómetros, depois de ter feito 56 no primeiro dia, domingo. Portanto, creio que é bem possível ele chegar ás portas da cidade na quarta-feira.

domingo, 4 de outubro de 2026

Youtube Motorsport Video: Senna vs Brundle, a temporada antes da Formula 1

Hoje em dia, a temporada de 1983 da Formula 3 britânica é considerada como uma das mais competitivas da competição, que nessa altura era considera como a competição de formação mais importantes do mundo. Foi um duelo entre um repetente, o britânico Martin Brundle, que competia pela Eddie Jordan Racing, e Ayrton Senna, um recém-chegado, vindo da Formula Ford 2000, que era piloto da West Surrey Racing, e que competiam ambos por vitórias, e que acabou com a vitória do piloto brasileiro, que também acabou por ganhar o GP de Macau de Formula 3. 

Este é um documentário montado pelo Mario Muth, e é para avisar que alguns dos protagonistas neste documentário como Eddie Jordan e Murray Walker, já morreram. São 94 minutos bem passados, do qual tratem de arranjar, para poderem ver com calma, por exemplo, neste feriado que aí vêm. 

WRC 2026 - Rali da Sardenha (Final)


Foi puxado, e foi dramático. E foi semelhante ao que aconteceu a Carlos Sainz Sr. em 1998: a menos de um quilómetro da meta, Oliver Solberg ia a caminho de ser o primeiro filho de campeão do mundo a ser campeão, mas com a meta à vista... saiu de estrada. Isso não o impediu de ganhar o rali da Sardenha, com 57,6 segundos de vantagem sobre Sebastien Ogier, e 1.37,4 sobre Sami Pajari, o terceiro classificado. Contudo, apesar dessa vitória, o piloto sueco não iria conseguir os cinco pontos da vitória na Power Stage. E com isso, o piloto galês Elfyn Evans tornou-se campeão do mundo, certamente para êxtase - e sobretudo, alívio - do piloto da Toyota.

“Acho que a ficha ainda não caiu totalmente”, disse Evans. “Tinha quase a certeza de que aquilo tinha acabado. Não fiz a minha melhor especial; dei o máximo de mim, mas a pilotagem não foi limpa. Também sinto pelo Oliver; ele fez um fim de semana incrível. Lamento que tenha falhado a vitória tão perto do final. Mas temos muita gente a quem agradecer pelo apoio ao longo dos anos, e o Scotty [Martin Scott, o navegador] fez um trabalho incrível.”, disse, entre o espantado e o incrédulo.

Isto porque Evans, na especial anterior, tinha tido um furo e iria perder os pontos de domingo, o que colocaria um ponto á frente de Solberg, e quem ganhasse a Power Stage, iria ser o campeão do mundo. 

E depois de uma especial mediana para o galês, parecia que iria ver, pela sexta vez na sua carreira, outro piloto a ser campeão e ele a ser vice. Mas com o despiste de Solberg, afinal, foi Evans a ser campeão do mundo, aos 37 anos, e 25 depois de Richard Burns, o último campeão britânico.


O último dia do rali da Sardenha tinha pela frente quarto especiais: duas passagens por Osilo-Tergu e Sassari-Argentiera, a segunda passagem a ser a Power Stage.

O dia começou com Solberg ao ataque, ganhando a primeira especial, 7,8 segundos na frente de Sami Pajari, 9,2 sobre Adrien Formnaux, 14 segundos sobre Elfyn Evans e 18,8 sobre Oliver Solberg. Josh McErlean parou por duas vezes na especial, perdendo mais de 25 minutos. 

Thierry Neuville triunfou na segunda especial do dia, 0,9 sobre Takamoto Katsuta e 1,9 sobre Elfyn Evans. Adrien Formaux foi o quarto melhor, a 2,6 e Oliver Solberg o quinto, a 3.9. 

E o sueco estava ao ataque: "Etapa complicada. Primeira vez que faço isso, não é fácil, mas é bem divertido. Parece que está ficando cada vez mais lento, com mais sulcos. Temos que dar o nosso melhor hoje e para o Power Stage espero que não esteja muito sulcado quanto mais para trás formos."

Questionado sobre o dia e as suas chances para o título, ele afirmou: "Eu não sou o estressado, o Elfyn é. Eu só preciso aproveitar."

Sami Pajari ganhou na especial seguinte, 0,2 segundos sobre Sebastien Ogier, 0,4 sobre Oliver Solberg, 5,9 sobre Adrien Formaux e 8,4 sobre Taklamoto Katsuta. Evans perdia tempo por causa de um furo, perdendo dois minutos e sete segundos, e via Solberg a apenas um ponto atrás de si, e a depender do resultado do Power Stage para definir o campeonato. Se o sueco ganhasse, ou ficasse na sua frente, ele era o campeão.

"Só uma curva que podíamos ver chegando, uma curva muito rápida com pedras. Reduzi a velocidade e passei o mais limpo possível. Você sempre pode contar com essas", disse o galês, no final dessa especial.

E chegou a Power Stage. Neuville foi o mais veloz, 3,3 segundos na frente de Sami Pajari, e Elfyn Evans tinha apenas conseguido o terceiro melhor tempo, 5,6 segundos melhor que o belga da Hyundai.

"Tenho quase a certeza de que não será suficiente. Tenho quase a certeza de que forçamos demasiado. Não estou a desistir, mas estou a ser sincero. Parece que voltamos à mesma situação.", dizia Evans, algo desconsolado e à espera que Solberg acabasse com o trabalho. 


E as coisas pareciam ser favoráveis a Solberg, pois ia mais rápido que Evans, mas a duas curvas do controlo final, onde a vitória no rali e o título mundial aguardavam, a tragédia em câmara lenta aconteceu. Uma fração de segundo, uma derrapagem fatídica, e o Toyota de Solberg saiu em frente, num momento que congelou o tempo e o coração dos espetadores. O prejuízo foi mínimo em termos de danos, mas colossal em segundos perdidos. E o título, que parecia ir a caminho da Suécia, parou no País de Gales. 

Depois dos três primeiros, quarto foi Adrien Formaux, no seu Hyundai, a 2.38,6, seguido pelo carro de Elfyn Evans, distante dos primeiros - a 4.48,6 - e do outro Toyota de Takamoto Katsuta, a 6.02,4. Jon Armstrong foi sétimo, no seu Ford Puma Rally1, a 7.32,2, na frente de Roope Korhonen, oitavo, e o melhor dos Rally2, a 12.10,4, e a fechar o "top ten", ficou o Skoda Fabia RS Rally2 de Robert Virves, a 12.11,1, e o carro de Gus Greensmith, a 13.02.2.

E assim acabou aquele que foi o último rali dos carros de Rally1. Em 2027, novos bólidos estarão presentes, e alguns preparadores farão a sua estreia na classe principal do WRC. 

Formula 1 2026 - Ronda 16, Sepang (Corrida)


Muitos estão a encarar esta corrida, neste circuito, como o regresso de um bom amigo. Quase uma década depois da última vez, a Formula 1 está em Sepang para... o GP do Bahrein. Sim, do Bahrein, porque a Malásia não regressou ao calendário, apenas emprestou a pista porque no seu país, há uns drones a voar onde não devem e causa prejuízos. Eles dão a isso o nome de "guerra" e estamos no século XXI, logo, as coisas são diferentes. 

Mas seja em Sepang, na Malásia, a fazer de vez a Shakir, no Bahrein, a Formula 1 encara o mesmo problema de frente: o calor. E está muito calor nesta parte do mundo, isso não se pode escapar. Tanto que pela hora da corrida, para além do calor... chove! Bastante.

Claro, pensamos se haverá os pneus azuis, os de chuva, ou se é algo que só existe no país dos unicórnios. Mas à medida que se aproxima da hora da corrida, tudo indica que... a partida será adiada, todos andariam atrás do Safety Car.


E ao ver a banda barenita a tocar o hino debaixo de chuva, não deixo de pensar no surreal da situação.

Chegada a hora, como seria de esperar, a partida foi adiada, porque a água caía a potes, e ficou assim por mais de meia hora, até que a chuva passasse. Claro, na bancada principal, os espectadores, agarrando as bandeiras barenitas - isto é um pouco irreal, não é? - só poderiam ficar felizes porque neste momento, eles estavam no centro das atenções. Eles, e o Mercedes vermelho que faz de Medical Car, que faz uns "powerslides" só para o espetáculo. 

Demorou cerca de 40 minutos até que a chuva diminuísse e os carros começassem a correr atrás do Safety Car, todos a largarem com intermédios - os azuis, de chuva total são de showroom... - e quando começaram a andar devagar... houve gente que saiu da pista. O primeiro deles foi Isack Hadjar, que foi para a gravilha, e logo a seguir, Lewis Hamilton está parado na grelha. Parecia que o caminho para o caos é bem mais fácil de acontecer quando eles andam a uma velocidade muito baixa... resultado? Bandeira vermelha.

As coisas ficaram assim na meia hora seguinte, e quando o relógio já passava das quatro e meia da tarde perto de Kuala Lumpur, os carros pararam na grelha, prontos para correr. E como a pista secou tanto, havia pilotos que ousavam: Leclerc e Hamilton partiam com moles, bem como Pierre Gasly e os pilotos da Cadillac e Liam Lawson, enquanto Norris e Pastri com médios. Mas logo na volta de aquecimento, Gasly saiu de pista, ao mesmo tempo que Perez foi às boxes para colocar intermédios. Ao mesmo tempo, Hamilton falava nas boxes que a pista ainda estava demasiado escorregadia. Iria ser uma corrida bem difícil.

Quando a grelha parou, os pilotos da McLaren foram às boxes para colocar intermédios, seguido por Stroll e Hulkenberg, todos que tinham partido com pneus slicks, e tinham visto que era demasiado cedo para isso. E com isso, perdiam os seus lugares na grelha, partindo das boxes.


No momento em que as luzes se apagaram, Kimi Antonelli foi para a frente, seguido por George Russell e Max Verstappen. Liam Lawson deu "o pulo do gato" e ia para quarto, em contraste com aqueles que tinham ainda os pneus slicks. Hamiton, por exemplo, perdia 23 segundos só na primeira volta. 

Max tentava apanhar os Mercedes nas voltas seguintes, enquanto os carros com slicks continuavam a perder segundos preciosos. Lando Norris, por exemplo, perdia oito segundos na volta três, mostrando que ainda era prematuro andar com eles. E enquanto isso acontecia, o piloto da Red Bull tentava apanhar e passar o segundo piloto da Mercedes, na volta sete, para ser segundo classificado. Por esta altura, por exemplo, a diferença entre a melhor volta de Sérgio Pérez, no Cadillac e com intermédios, e o de Lando Norris, com slicks, era de... cinco segundos.

Na volta 9, Max já estava na traseira de Antonelli e parecia que iria voltar ao comando, mas não conseguia. Mas logo a seguir, Valtteri Bottas sai da pista, e o Safety Car entrava em ação, com boa parte do pelotão a ir às boxes, primeiro os Mercedes, depois, o resto do pelotão. Todos se livraram dos intermédios, e alguns até colocaram duros, como os Racing Bulls de Liam Lawson e Arvid Lindblad. 

No regresso à corrida, Max passou Antonelli na primeira curva, e poucas curvas depois, Russell conseguiu também passar o seu companheiro de equipa, relegando o italiano para o terceiro lugar.  Com o passar das voltas, o piloto da Red Bull começava a afastar-se, enquanto as condições para que os dispositivos para facilitar as ultrapassagens já poderiam ser ativadas porque as condições eram as ideais.

Nas voltas seguintes, Max não se afastava muito, enquanto os Mercedes batiam-se um contra o outro pelo segundo lugar, e um pouco atrás, Lewis Hamilton recuperava lugares atrás de lugares, sendo sexto na volta 20, e quinto duas voltas depois, passando os carros de Esteban Ocon e de Liam Lawson, ao mesmo tempo em que Antonelli atacava Russell para ele ser segundo e começar a ir atrás de Max, que parecia estar cada vez mais à vontade.

Tudo isto ao mesmo tempo que, aparentemente, poderia haver chuva dali a bocado. 

Na volta 32, Hadjar ia às boxes para trocar de pneus, cedendo o quarto posto para Lewis Hamilton, mas na realidade, estava a abrir uma janela de troca de pneus, porque Hamilton e Alonso também pararam para a troca de pneus, colocando médios. Na volta seguinte, Russell e Hulkenberg também foram trocar de pneus, e na volta 34, os primeiros: Max e Antonelli primeiro, Piastri logo depois. Todos regressaram sem problemas.

A menos de 20 voltas do final, o tempo surgiu: menos de uma hora de luz na pista. Iria dar tempo, se não chovesse, mas tudo indicava que isso não iria acontecer. Na frente, Max ficava cada vez mais à vontade, mais de onze segundos de vantagem sobre Kimi Antonelli, e parecia que os três primeiros já estavam definidos. Atrás, quem chegava aos pontos era, surpreendentemente... Fernando Alonso. Mesmo com um motor Honda que, em condições de piso seco, era dois segudos mais lento que o resto do pelotão, a sua experiência lhe dava condições em que conseguia ser sete a oito décimos mais rápido que, por exemplo, Arvid Lindblad. 

Contudo, na volta 44, Alex Albon para na berma e o Virtual Safety Car era ativado, com Max a ir às boxes, com Antonelli a ficar na pista e assim, era o líder. Lindblad, Hulkenberg, Stroll, também iam às boxes, todos para colocarem pneus moles. Contudo, com a demora das operações, o Safety Car entrou para agrupar todos. Piastri, Norris, Lawson, Alonso, Hulkenberg e Perez iam novamente às boxes, para nova troca de pneus - já se perdeu um pouco a quantidade de pneus trocados... - e o tempo escoava: faltava meia hora para o final, e nove voltas para a meta. 


Mas a oito voltas do fim, mais sarilhos: George Russell pára o seu carro na curva 1, e desiste. Hadjar era agora terceiro, e Norris saía da pista, mas voltou logo depois. Contudo, o Safety Car só voltou às boxes a cinco voltas do fim, e a ação era grande na pista, atrás de Max: Antonelli pressionava para o apanhar, Hadjar era assediado pelo resto do pelotão. Hamilton apanhou-o na volta 52, para ser terceiro, e o francês perdia mais um lugar para o outro Ferrari de Leclerc.

Na meta, Max ganhava pela primeira vez na temporada, mas o grande vencedor era Antonelli, que sendo segundo, conseguia mais 18 pontos sobre Russell, enquanto Hamilton colecionava mais um pódio para a Ferrari. Eram 18:20 da tarde em Kuala Lumpur, mais de três horas e 20 minutos depois da hora marcada para o inicio da corrida. Piastri era sexto, Alonso conseguia o seu melhor resultado do ano no seu Aston Martin, na frente de Lando Norris, e Arvid Lindblad fechava os pontos. 


E por fim, a corrida acabou. Foi um dia difícil, era verdade, mas dali a sete dias, em Singapura, haverá mais.