Detalhe: será o primeiro chassis desde o ano de 2010 que terá o número 1 no seu flanco, graças ao título de Lando Norris.
Rob Marshall, o chefe de projeto da marca, deixou claro que o monolugar que alinhará em Barcelona não será uma versão básica ou transitória. “O que vai correr esta semana será, provavelmente, muito próximo daquilo que levaremos para a primeira corrida”, explicou, afastando a ideia de uma abordagem conservadora com forte evolução planeada até ao Grande Prémio da Austrália, no inicio de março.
Já Andrea Stella, o diretor técnico, explicou o que aí vêm e o que pode esperar destes novos chassis, e como decidiram perseguir um design ambicioso, eles resolveram não participar no primeiro dia dos cinco dias dos testes em Barcelona, embora tenham um limite de três dias presentes.
"Houve muito trabalho por trás do projeto, da conceção e da construção dos carros de 2026", começou por afirmar. "O que me recordo é que foi algo quase inédito, não apenas em termos das alterações em si, porque penso que nunca houve uma alteração tão grande e simultânea de chassis, motor e pneus. Mas mesmo o volume de renovação que ocorreu nos últimos 20 meses na McLaren foi provavelmente o maior projeto de design, ou mesmo o maior projeto de automóveis novos em geral, em que participei.", continuou.
"Tudo isto torna extremamente interessante ver como os carros se vão comportar, como a ordem de competitividade será alterada. Somos campeões, mas não levámos esse título para 2026. Todos começarão do zero. A nossa narrativa interna é que tudo o que conquistarmos, teremos de merecer e conquistar com esforço. Essa é a nossa mentalidade, essa é a nossa filosofia. É por isso que temos sido ambiciosos com o carro de 2026, porque se trata de um redesenhamento de grande escala. É também necessário ter cautela para garantir que o carro está realmente pronto, que é lançado a tempo e que a sua construção é concluída a tempo.", concluiu.



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