Thierry Neuville acabou este sábado, data da segunda etapa do rali da Croácia, com uma vantagem de 1.14,5 segundos sobre Takamoto Katsuta, e 1.46,4 sobre Sami Pajari. num rali onde, se nada de errado acontecer, poderá significar a primeira vitória da Hyundai nesta temporada. Os três pilotos tem uma vantagem grande - quase três minutos e meio - sobre o neozelandês Hayden Paddon.
Tudo isto depois de um sábado onde os furos foram o factor que moldou o dia, em termos de classificação geral.
Com oito especiais neste sábado, passagens duplas por Platak, Ravna Gora-Skrad, Generalski Stol-Zdihovo e Pećurkovo Brdo-Mrežnički Novaki, o dia começou com Oliver Solberg, que saíra de pista na primeira especial do dia anterior, regressou via Rally2, e ganhou todas as quatro especiais da manhã. Na primeira, deu 7,3 sobre Elfyn Evans, 15 segundos sobre Sami Pajari e 15,1 sobre Thierry Neuville, na segunda deu 1,1 sobre Takamoto Katsuta, 1,7 sobre Elfyn Evans e 2,2 sobre Adrien Formaux. Josh McErlean parou na berma, com problemas no seu motor, e parecia que iria ficar por ali.
Na terceira especial da manhã, com Solberg a ser o melhor, ele ganhou 13,9 segundos sobre Jon Armstrong, 17.4 sobre Elfyn Evans, 24,7 sobre Adrien Formaux e 27,4 sobre Thierry Neuville. No final da manhã, Solberg acabou por ganhar por 0,8 segundos sobre Takamoto e Evans, e 1,5 sobre Armstrong. Formaux bateu forte de traseira e acabou por se retirar devido aos danos sofridos.
Takamoto, terceiro no final da manhã, com 25,1 segundos de desvantagem, admitia que o seu objetivo era chegar ao fim. "Está tudo bem. Eu não queria correr muitos riscos. Eu realmente tenho que trazer o carro até à meta. A sensação geral é boa. A situação não é fácil. Se houver uma chance, com certeza eu quero tentar.", afirmou.
Na parte da tarde, Takamoto entrou ao ataque, ao ganhar na segunda passagem por Pećurkovo Brdo-Mrežnički Novaki, com uma vantagem de 0,2 segundos sobre Elfyn Evans, 1,5 sobre Jon Armstrong e quatro segundos sobre Sam Pajari. Solberg e McErlean tiveram furos e perderam tempo - para o sueco foi quase um minuto, para o irlandês, menos: 44,5 segundos.
Solberg voltou a trocar de pneus, e regressou às vitórias. Conseguiu 6,1 segundos de vantagem sobre Evans, 20,8 sobre Neuville e 45,3 sobre Emil Lindholm. Isto porque gente como Jon Armstrong, Takamoto Katsuta, Hayden Paddon e Sami Pajari sofreram furos e bateram, atrasando-se bastante. O piloto galês não sofreu furos, mas no final, queixou-se do asfalto e da sujidade na estrada:
"Horrível. Todas as trajetórias foram por água abaixo. As pessoas estão a cortar como se procurassem um atalho para algum lugar. Inacreditável.", indignou-se Evans.
Solberg voltou a trocar de pneus, e regressou às vitórias. Conseguiu 6,1 segundos de vantagem sobre Evans, 20,8 sobre Neuville e 45,3 sobre Emil Lindholm. Isto porque gente como Jon Armstrong, Takamoto Katsuta, Hayden Paddon e Sami Pajari sofreram furos e bateram, atrasando-se bastante. O piloto galês não sofreu furos, mas no final, queixou-se do asfalto e da sujidade na estrada:
"Horrível. Todas as trajetórias foram por água abaixo. As pessoas estão a cortar como se procurassem um atalho para algum lugar. Inacreditável.", indignou-se Evans.
Solberg voltou a ganhar, 0,8 segundos na frente de Evans, 2,3 sobre Armstrong, 6,8 sobre Neuville e 9,1 sobre Takamoto. Evans acabaria por ganhar no final do dia, 1,9 sobre Armstrong, 4,2 sobre Takamoto e 7,9 sobre Thierry Neuville. Solberg furou novamente e perdeu mais de 2.37 minutos.
Na frente, sem ser incomodado por furos e outros problemas, Neuville disse de sua justiça sobre este sábado nas estradas croatas: "Tudo está a encaixar este fim de semana. O carro estava a sentir-se melhor desde o início do que nos outros ralis. Fomos capazes de melhorar passo a passo, desde o início do evento. As condições são muito desafiadoras e conseguimos de alguma forma ir com boa velocidade. É importante sentir-se confortável no carro e este fim de semana estou a gostar."
Depois dos quatro primeiros, quinto é Yohan Rossel, o melhor dos Rally2, num Lancia Ypsilon, a 5.14,1, na frente do seu irmão, Leo Rossel, num Citroen C3 Rally2, a 6.17,3. Sétimo é Roope Korhonen, a 6.32,8, na frente de Nikolay Gryazin, noutro Lancia Ypsilon Rally2, a 6.45.8. E a fechar o "top ten" estão o Toyota Yaris Rally2 de Alejandro Cachon, a 6.56,2 e o Skoda Fabia RS Rally2 de Roberto Daprá, a 7.52.4.
O rali da Croácia acaba neste domingo, com a realização das últimas quatro especiais de classificação.


Sem comentários:
Enviar um comentário