A corrida de Dan Ticktum no México não correu bem, e ele não deixou nada por dizer no final. O britânico, que corre nesta temporada pela Cupra Kiro, não acabou a sua corrida no passado fim de semana à custa de uma colisão durante a prova, causada como consequência de um toque entre Nick Cassidy e o Jaguar de António Félix da Costa. Para evitar ambos os carros, o Penske e Max Gunther desviou-se e ficou na trajetória de Ticktum, que não teve chance de evitar o embate.
Do lado da Cupra Kiro, o seu diretor de equipa, Russell O’Hagan, reconheceu publicamente a frustração do piloto, embora com um tom mais moderado. Para o responsável, o problema não se resume apenas à condução dos pilotos, mas também à forma como os regulamentos são aplicados e interpretados, defendendo a necessidade de maior clareza para evitar excessos.
“Partilhamos algumas das frustrações do Dan. É normal que esteja chateado depois do que aconteceu em São Paulo e agora no México. Não se trata apenas dos padrões de condução, mas também dos regulamentos e das decisões dos comissários. É preciso perceber onde estão os limites para evitar que isto se transforme num vale-tudo.”, afirmou.
A Formula E continua no final do mês, em Miami e claro, Ticktum espera pontuar nesta prova.

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