"Estou muito surpreendido e entusiasmado com esta oportunidade de voltar a conduzir ao mais alto nível. Em certos ralis do WRC, as minhas últimas participações não foram muito bem-sucedidas, por isso gostaria de tentar mudar isso este ano.” , começou por afirmar.
Questionado sobre a ordem na estrada, já que vai partir mais atrás que o normal, disse que depende da neve que estiver no solo na altura da passagem do carro.
“Se houver neve fresca, é uma grande vantagem começar atrás, porque a trajetória é limpa após cada carro, o que significa que a aderência vai ficando melhor. Se não houver neve fresca, apenas gelo, então pode ser mais lento para os carros atrás, pois os primeiros estão a remover a neve e o gelo do solo e, em superfícies soltas, a aderência é pior. Além disso, se houver cascalho, os pneus desgastam-se muito mais do que os dos carros da frente.”, afirmou.
E sobre o rali propriamente dito, disse que a aderência limitada e a velocidade são fatores a ter em conta.
“Como finlandês, pessoalmente não é o rali mais desafiante, mas as velocidades realmente elevadas, além da aderência limitada e do contraste dentro e fora da trajetória, tornam-no um maior desafio. Tudo pode correr mal tão facilmente a essas velocidades, mesmo que cometa apenas um pequeno erro.”, concluiu.
O rali da Suécia acontecerá entre os dias 13 e 15 de fevereiro.

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