A apresentação em Detroit não foi inocente: simboliza o reforço da ligação entre a Red Bull e a Ford, que começa nesta temporada. Para a estrutura de Milton Keynes, com a nova temporada, o grande objetivo passa por consolidar uma nova fase competitiva após a última vitória no Campeonato do Mundo de Construtores em 2023 e o terceiro lugar alcançado no Mundial de Equipas na época passada.
Com Max Verstappen como ponta de lança, que terá o francês Isack Hadjar como seu companheiro de equipa, a dupla de pilotos terá como missão recolocar a Red Bull na luta direta pelos títulos de pilotos e construtores, depois de a estrutura de Milton Keynes ter visto interrompida a sua série de triunfos no Mundial de Equipas após 2023.
Contudo, na apresentação, Mekies admitiu que os próximos meses serão um desafio que lhe deixará pouco espaço para dormir. “É um desafio louco — talvez apenas uma empresa como a Red Bull e a Ford se atreva a assumir, mas é exatamente para isso que existimos”, começou por afirmar o responsável francês, rejeitando o sucesso imediato, reconhecendo a experiência acumulada dos fornecedores tradicionais.
“Pensar que chegaremos à primeira corrida ao nível da concorrência, que faz isto há anos, seria ingénuo. Não somos ingénuos. Aguentem connosco nos primeiros meses”, declarou, pedindo paciência aos adeptos.
“É crucial fazermos muitas voltas e ajustarmos tudo da melhor forma possível”, continuou, ao referir os testes de pré-temporada, que arrancarão daqui a alguns dias, em Barcelona.



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