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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Noticias: Hadjar volta a ser terceiro... no Mónaco


O francês Isack Hadjar voltou a ter o seu terceiro lugar no GP do Mónaco, em junho, tirando o lugar a Pierre Gasly. O Tribunal Internacional de Recurso anulou a decisão dos comissários desportivos do Grande Prémio do Mónaco de 2026 que tinha retirado duas penalizações ao piloto Pierre Gasly

A audiência decorreu a 25 de agosto de 2026 em Paris, sob a presidência de Michael Grech, e decidiu dar provimento aos recursos apresentados pela McLaren e pela Red Bull. O litígio teve origem a 7 de junho de 2026, quando os comissários impuseram duas penalizações de cinco segundos ao carro de Pierre Gasly, por excesso de velocidade no pit-lane das boxes durante a corrida, violando o artigo B1.6.3a dos regulamentos da modalidade. 

No mesmo dia, a equipa BWT Alpine F1 Team apresentou dois pedidos de revisão ao abrigo do artigo 14 do Código Desportivo Internacional, e alguns dias mais tarde, a 12 de junho, os comissários deram razão à Alpine após considerarem existir um elemento novo, relevante e significativo que não estava disponível no momento das decisões iniciais, optando por anular as duas penalizações de cinco segundos, que acabou por alterar a classificação da corrida e recalcular os pontos dos campeonatos de pilotos e de construtores.

E foi aí que a McLaren e a Red Bull apresentaram o recurso, que deu na sentença agora sabida. Com isso, Hadjar voltou a ser terceiro classificado, seguido por Oscar Piastri e os Racing Bulls de Liam Lawson e Arvid Lindblad, enquanto Gasly cai para sétimo.

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Noticias: Hadjar não corre em Monza


A Red Bull confirmou esta tarde que o francês Isack Hadjar não correrá em Monza, para o GP de Itália. Aparentemente, a lesão que sofreu no pulso e o impediu de correr o GP dos Países Baixos, em Zandvoort, ainda não está suficientemente curada, e depois de ter falhado os testes médicos da FIA, ele não poderá participar pela segunda vez consecutiva nesta temporada num Grande Prémio.

Para o seu lugar irá o neozelandês Liam Lawson, enquanto na Racing Bulls, Yuki Tsunoda estará presente no lugar de Lawson.

Liam [Lawson] irá pilotar ao lado de Max [Verstappen] no Grande Prémio de Itália, em Monza, enquanto Isack continua a apresentar uma recuperação encorajadora após a lesão no pulso sofrida durante as férias de verão.", começou por afirmar o comunicado oficial da Red Bull. “A equipa está a acompanhar de perto a sua reabilitação e não correrá riscos desnecessários no seu regresso às competições, desejando-lhe uma rápida recuperação.

A Racing Bulls, por sua vez, publicou uma mensagem nas redes sociais afirmando: “Yuki vai pilotar pela equipa no GP de Itália este fim de semana.

Lawson conseguiu o sétimo posto no GP neerlandês, conseguindo assim os seus primeiros pontos ao serviço da Red Bull, algo que não tinha conseguido nas duas primeiras corridas de 2025, o que levou a ser substituído por Yuki Tsunoda para o resto da temporada. 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Noticias: Hadjar não pode correr em Zandvoort, Lawson no seu lugar


O francês Isack Hadjar sofreu uma lesão no pulso e não poderá correr o GP dos Países Baixos, que acontecerá neste final de semana. No seu lugar irá o neozelandês Liam Lawson, que corre pela Racing Bulls, e no seu lugar na equipa secundária irá o japonês Yuki Tsunoda.

Segundo conta hoje o jornal neerlandês "De Telegraaf", Hadjar lesionou-se durante uma sessão de treino no ginásio. Isto acontece durante a pausa de verão dos pilotos, e não é ainda certo se Hadjar vai estar pronto para o GP de Itália, agendado para o dia seis de setembro, mas como falta duas semanas para a corrida, poderá ser suficiente para recuperar da lesão. 

O regresso de Lawson â Red Bull acontece depois de duas corridas no inicio de 2025, antes de ser substituído por Tsunoda, que fez o resto dessa temporada, sem grande sucesso. Em 2026, o japonês é piloto de testes e reserva de ambas as equipas. Mas mais curioso ainda é a relação de Lawson com esta corrida, porque foi em Zandvoort, em 2023, que o piloto fez a sua estreia na Fórmula 1, chamado pela então AlphaTauri para substituir o australiano Daniel Ricciardo, que tinha fracturado a mão num acidente durante os treinos.

Para Tsunoda, esta inesperada chamada para correr num Formula 1 acontece em dias onde o seu nome foi falado para competir na IndyCar americana. A Meyer Shank, que tem motores Honda, surge como uma das possíveis opções caso o sueco Felix Rosenqvist deixe a equipa para regressar à estrutura da McLaren na temporada de 2027.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Apresentações 2026 - 1: o Red Bull RB22


Esta madrugada, em Detroit, nos estados Unidos, arrancou a temporada de apresentações, com o lançamento simultâneo dos Red Bull e dos Racing Bulls. Começamos com o Red Bull, que não sendo o RB22, o carro para 2026, apresentou as cores desta temporada que começará. 

A apresentação em Detroit não foi inocente: simboliza o reforço da ligação entre a Red Bull e a Ford, que começa nesta temporada. Para a estrutura de Milton Keynes, com a nova temporada, o grande objetivo passa por consolidar uma nova fase competitiva após a última vitória no Campeonato do Mundo de Construtores em 2023 e o terceiro lugar alcançado no Mundial de Equipas na época passada.

Com Max Verstappen como ponta de lança, que terá o francês Isack Hadjar como seu companheiro de equipa, a dupla de pilotos terá como missão recolocar a Red Bull na luta direta pelos títulos de pilotos e construtores, depois de a estrutura de Milton Keynes ter visto interrompida a sua série de triunfos no Mundial de Equipas após 2023.


Em termos estruturais, esta temporada de 2026 será a primeira completa do diretor de equipa Laurent Mekies, após ter substituído Christian Horner a meio de 2025. Do lado técnico, Pierre Waché continuará a liderar o departamento responsável pelo desenvolvimento do RB22 e pela adaptação da equipa ao novo pacote técnico associado à unidade motriz produzida em parceria com a Ford, num contexto em que a Red Bull pretende reafirmar-se como referência competitiva na Fórmula 1.

Contudo, na apresentação, Mekies admitiu que os próximos meses serão um desafio que lhe deixará pouco espaço para dormir. “É um desafio louco — talvez apenas uma empresa como a Red Bull e a Ford se atreva a assumir, mas é exatamente para isso que existimos”, começou por afirmar o responsável francês, rejeitando o sucesso imediato, reconhecendo a experiência acumulada dos fornecedores tradicionais.

Pensar que chegaremos à primeira corrida ao nível da concorrência, que faz isto há anos, seria ingénuo. Não somos ingénuos. Aguentem connosco nos primeiros meses”, declarou, pedindo paciência aos adeptos. 


Do lado dos pilotos, Max Verstappen mostrou-se “muito entusiasmado” com a nova era, mas reconheceu os desafios inerentes à mudança. “Tudo é ainda um pouco desconhecido. É uma grande alteração com o motor, o carro — as dimensões mudaram um pouco. Para nós, os pilotos, vai levar algum tempo a adaptar-nos”, começou por afirmar o piloto neerlandês.

É crucial fazermos muitas voltas e ajustarmos tudo da melhor forma possível”, continuou, ao referir os testes de pré-temporada, que arrancarão daqui a alguns dias, em Barcelona. 

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Noticias: Hadjar na Red Bull, Lindblad na Racing Bulls


A Red Bull confirmou os seus pilotos para 2026, e como seria de esperar, sai Yuki Tsunoda e entra Isack Hadjar, que depois de uma boa temporada de estreia na Formula 1 na Racing Bulls, irá subir para a equipa principal. Para o seu lugar irá o britânico Arvid Lindblad, enquanto Liam Lawson permanece por mais uma temporada na Racing Bulls. 

As decisões da equipa de Milton Keynes refletem duas ideias claras: premiar o mérito desportivo de Isack Hadjar e acelerar a integração da nova geração de talentos antes da grande mudança regulamentar de 2026. Eles consideram que Isack Hadjar é o talento mais completo a sair da sua academia desde Max Verstappen, e se a subida já no segundo ano é de risco, o pensamento é para o médio prazo, com Hadjar a ser preparado desde já para crescer ao lado de um campeão consagrado.

"Estou muito grato à Red Bull por me ter dado a oportunidade e a confiança para correr ao mais alto nível da Fórmula 1. Depois de todo o trabalho árduo que dediquei desde que entrei para a equipa júnior, é uma recompensa incrível. Passei por muitos altos e baixos ao longo da minha carreira, e eles continuaram a acreditar em mim e a incentivar-me.", começou por falar Hadjar, no comunicado oficial da equipa.

"Esta temporada com a Racing Bulls foi absolutamente incrível, aprendi muito e conquistei o meu primeiro pódio. Sinto que sou um piloto e uma pessoa muito melhor, graças ao apoio e preparação da equipa. Sinto-me pronto para ir para a Red Bull e estou feliz e orgulhoso por eles sentirem o mesmo. É uma mudança fantástica, trabalhar com os melhores e aprender com o Max é algo que mal posso esperar.", concluiu.


Se a manutenção de Lawson é visto como uma recompensa pela sua regularidade e também pela recuperação da sua autoestima depois da sua despromoção da Red Bull, no inicio do ano, já a chegada de Lindblad, de 18 anos - nasceu a 8 de agosto de 2007 - é uma de risco. Vindo de uma temporada de Fórmula 2 que foi marcada por algum brilhantismo, intercalado com inconsistência, o britânico está longe de ser um produto acabado. Contudo, o seu desempenho em alguns testes fizeram com que a equipa confiasse nele para subir ao escalão principal em 2026, para poder ser lapidado nos próximos tempos.

"Gostaria de agradecer a todos na VCARB pela oportunidade. Desde que comecei esta jornada aos cinco anos, sempre foi o meu objetivo estar na Fórmula 1, por isso é um momento de orgulho dar este passo", começou por afirmar Lindblad, que participou em duas sessões de treinos livres este ano pela Red Bull.

"Estou extremamente grato ao Programa Júnior da Red Bull e à minha equipa pessoal pela orientação, mentoria e confiança; nada disto teria sido possível sem o seu apoio." 2026 será um grande desafio e sei que há muito a aprender, mas estou pronto para trabalhar em estreita colaboração com a equipa e estar à altura. Mal posso esperar para começar, será um ano emocionante", concluiu.

O responsável da Red Bull, Laurent Mekies, que trabalhou anteriormente como chefe de equipa da Racing Bulls, acrescentou, em relação a Hadjar: "Para Isack, na sua primeira temporada na Formula 1, demonstrou grande maturidade e provou ser um aprendiz rápido. Mais importante ainda, demonstrou a velocidade pura que é o requisito número um neste desporto."

"Acreditamos que o Isack pode prosperar ao lado do Max e fazer magia na pista! 2026 será um grande desafio para a equipa e para a Red Bull Ford Powertrains. São tempos entusiasmantes e estou ansioso por ver o que podemos fazer juntos.", concluiu.

Alan Permane, agora diretor desportivo da Racing Bulls, deu os parabéns a Hadjar, pela sua promoção e acolheu Lidnblad pela sua chegada. "Em primeiro lugar, parabéns ao Isack. Teve uma temporada verdadeiramente excecional, demonstrando capacidades de corrida e consistência muito além da sua experiência. Mereceu totalmente a promoção para a Red Bull Racing e desejamos-lhe tudo de bom nesta nova e entusiasmante jornada na sua carreira – estamos orgulhosos de ter feito parte deste percurso.", começou por afirmar.

"Liam demonstrou um desempenho e profissionalismo impressionantes ao longo deste ano, destacando-se mesmo nas condições mais difíceis, e esperamos que continue a evoluir em 2026. Já a rápida progressão de Arvid destaca-o como um dos jovens talentos mais promissores da modalidade. Juntos, formam uma dupla forte e dinâmica, que personifica a ambição e o espírito jovem da VCARB, à medida que entramos numa nova era transformadora para a Fórmula 1.", concluiu.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Rumor do Dia: Hadjar na Red Bull, Tsunoda para ser piloto de testes, ou IndyCar


A Red Bull poderá já ter escolhido o seu piloto para 2026, ao lado de Max Verstappen, e ele será Isack Hadjar. Segundo conta o jornal neerlandês "De Telegraaf", o piloto francês poderá ir no lugar de Yuki Tsunoda, e no seu lugar iria o sueco Arvind Lindabad. Quanto a Tsunoda, há duas hipóteses a surgirem, a primeira é que será um piloto de testes em 2026, pela Honda. Que poderá usar... chassis da Red Bull.

A razão? Com a Red Bull a ficar com motores Ford em 2026, e a Honda a ir para a Aston Martin, eles precisam de um chassis para os testes com chassis anteriores a 2026, altura em que, como é sabido, mudarão os regulamentos. E os TPC's - Testing of Previous Cars, na sua sigla em inglês - é uma maneira de contornar as enormes restrições que existem em termos de testes nas equipas.

Isso até seria bom para Tsunoda, que sendo piloto de testes quer para a Red Bull, quer para a Racing Bulls, o manteria ativo.

Contudo, há uma segunda hipótese a ser considerada, e já foi considerado há cerca de um mês: que Tsunoda poderá rumar para a IndyCar Series. Segundo conta Tony Donohue, do IndyCar Reported, a IndyCar poderá ser uma hipótese, especialmente porque a Dale Coyne tem motores Honda, que apoiou a carreira de Tsunoda desde o seu inicio. E essa chance é referida desde meados de setembro, embora desde essa altura, nada foi dito sobre o destino do piloto japonês, o que pode não dar muita credibilidade, ou então, que todos andam à espera das decisões na Red Bull para que as coisas comecem a funcionar nesse sentido. 

Porque um mês depois de surgir este rumor, o lugar na Dale Coyne ainda está por preencher.

segunda-feira, 17 de março de 2025

A imagem do dia


Isack Hadjar chorou depois do acidente. Foi um pouco embaraçoso”, Helmut Marko, ORF Austria, Melbourne, 16 de março de 2025.

"Quando vi o que aconteceu, o meu coração apertou-se. Não só por ele, mas também pelos pais, por tudo o que fizeram para trabalhar arduamente para chegar a este ponto, e é como se nos fosse arrancado. Senti-me péssimo por ele. Por isso pensei ’sabes que mais, tenho de ir dizer a este miúdo para manter a cabeça erguida, andar de cabeça erguida, vais voltar’. Acho que ele é um piloto fenomenal. Penso que Isack tem mais para dar do que provavelmente vimos este fim de semana.", Anthony Hamilton, Sky Sports, Melbourne, 16 de março de 2025. 

Trago aqui duas reações diferentes à mesma situação: na volta de aquecimento, o francês Isack Hadjar, da Racing Bulls, exagerou no acelerador e bateu com o carro na parede, danificando a asa traseira. Envergonhado, foi para as boxes, com a cara escondida dentro do seu capacete, porque estava a chorar. E tudo isso na sua corrida de estreia, caindo no erro habitual de um "rookie", que ansioso por não fazer asneira no dia que tanto sonhou desde a sua infância... acabou por fazer. 

Mas ao menos até tem desculpa: o seu compatriota Alain Prost fez a mesma coisa na volta de aquecimento do GP de San Marino de 1991, quando corria na Ferrari e tinha três títulos mundiais no bolso.

A atitude de Hamilton pai é isso mesmo: um pai que protege o filho dos erros que cometeu. Foi uma figura paternal. Sabendo do que sofreu para fazer do seu filho aquilo que é hoje, e aproveitando que queria assistir à estreia do seu filho pela Ferrari, viu o sucedido e fez um gesto humano. E se calhar, Hadjar, que não deveria ter ali os seus pais, deve ter visto ali algo que deverá ter valido a pena, naquele momento infernal que viu. Afinal, o pai de um piloto sete vezes campeão do mundo, de forma desinteressada? É de louvar.

Quanto ao velho Marko... não estou admirado. É um velho austríaco (tem 82 anos) que aposto que nunca foi mimado na infância. 

Quem o conhece há mais de 20 anos da sua carreira, sabe o que fez a todos aqueles pilotos que viram nele o seu caminho para o sonho. Conhecemos os seus nomes. Alguém até me lembrou dos traumas que o Jaime Alguersuari passou por causa do Marko: terapia mental porque, aparentemente, tinha pesadelos por causa dele. Não admira que tenha perdido a sua alegria no automobilismo e o tenha abandonado pouco tempo depois de ter saído da Red Bull. 

É por isso que quando vejo os pilotos que andam ali na Junior Team, penso sempre na estória de Fausto, de Goethe: pela glória, assinaram um pacto com o Demónio. As consequências são terríveis. Moídos mentalmente, são usados, cuspidos e deitados fora, como não se fossem ninguém. Do mar de "cadáveres" automobilísticos, só dois venceram: Sebastian Vettel e Max Verstappen. E agora, sem Adrian Newey, e a decadência que aí vêm, serão ainda mais pressionados, mais triturados, mais encurralados. E serão levados até ao limite, numa tortura psicológica do qual não haverá salvação.     

Confesso a minha admiração como Vettel continuou a ser humano, depois de todos aqueles anos na Red Bull. O Max, já sabem.    

Há uns dias, no meio do "shitshow" que está a tornar-se a América, ouvi uma frase vinda de Elon Musk, onde falou que a empatia se tornou num defeito. Mas que falar de desumanização, em tempos que desejam ser perigosos - o que é verdade - mostra outra coisa. Mais que educação ou carater, há gente que deverá ter, à vista de todos nós, uma espécie de psicopatia. Não somos autómatos, porque se fossemos, não nasceríamos, viveríamos ou morreríamos, como acontece a nós, humanos. 

Conclusão: agora estamos a consciencializar-nos que a empatia é um direito humano. Do qual está em perigo, e do qual temos de nos defender com unhas e dentes. Sem empatia, os psicopatas abrem as portas do inferno. E dar gestos de empatia, mais que humanidade, começa a ser um ato de resistência. 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Youtube Formula 1 Vídeo: O problema de Isack Hadjar

A Formula 1 terá mais um piloto francês no seu pelotão na figura de Isack Hadjar. O piloto da Racing Bulls, pelo seu tamanho e postura, começa a ser comparado com Alain Prost, mas há quem afirme que poderá não ter a consistência e a calma em sangue frio que são característicos dos campeões. 

Mas nesta primeira temporada, contra Yuki Tsunoda, parece não ter muito a perder. Contudo, não sabemos muito bem quanto tempo tem até mostrar alguma coisa porque há alguns pilotos mais interessantes pelo caminho... como o sueco Arvind Lindabad, por exemplo.

Bom, é sobre Hadjar que se trata do mais recente vídeo do Josh Revell.  

domingo, 22 de dezembro de 2024

Noticias: Horner acha Hadjar muito telantoso


O patrão da Red Bull elogiou Isack Hadjar pelo seu impressionante desempenho durante o teste de pós-temporada em Abu Dhabi. Poucos dias depois de ter sido anunciado como piloto da Racing Bulls para 2025, no lugar de Liam Lawson, que foi para a Red Bull, no lugar de Sérgio Pérez, Horner descreveu o piloto franco-argelino de 20 anos como um talento em bruto, mas promissor, com uma velocidade significativa, embora tenha reconhecido que Hadjar ainda precisa de aperfeiçoamento.

Isack [Hadjar] é outro talento”, começou por falar Horner, em declarações ao RacingNews365.com “Ele é rápido. Ele saltou para o carro, foi mais rápido do que Yuki no teste da semana passada, o que chamou a atenção. Ele é definitivamente um talento em bruto e precisa de um pouco de polimento, mas ele tem a velocidade”, continuou. 

Na Fórmula 2, ele teve a infelicidade de não participar da última corrida devido a problemas técnicos com o software de largada, pelo que entendi. Mas ele também impressionou, especialmente com a sua velocidade. Vai ser interessante ver como as coisas se desenrolam.”, concluiu.

Vice-campeão de Fórmula 2 em 2024, batido por Gabriel Bortoleto, durante o teste de pós-temporada em Abu Dhabi, conduziu o RB20 ao lado de Yuki Tsunoda, e os seus tempos e o seu ritmo foram considerados superiores aos do japonês, que irá ser o seu companheiro de equipa. 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Noticias: Hadjar na Racing Bulls


Para surpresa de... ninguém, a Red Bull confirmou que o franco-argelino Isack Hadjar será o seu piloto na Racing Bulls em 2025, no lugar de Liam Lawson, que rumou para a Red Bull. Ele fará companhia ao japonês Yuki Tsunoda na sua temporada de estreia na Formula 1, sendo o segundo francês de origem argelina na categoria máxima do automobilismo, 35 anos depois de Pierre-Henri Raphanel, que correu na Coloni em 1989. 

Com 20 anos de idade - nasceu a 28 de setembro de 2004 - nascido em Paris, mas filho de pais argelinos, correu na Campos Racing em 2024, acabando como vice-campeão, batido apenas pelo brasileiro Gabriel Bortoleto. Para além disso, tornou-se no 19º piloto a ser promovido através do programa da Red Bull Junior Program. Com isto, o pelotão da Formula 1 para 2025 está completo.

No momento do anuncio, o piloto ficou bem satisfeito por esta prenda de Natal antecipada: 

Estou muito entusiasmado por assumir o meu novo papel na VCARB, isto é muito importante para mim, para a minha família e para todas as pessoas que acreditaram em mim desde o início.", começou por falar. "A viagem desde o karting, passando pelas classificações em monolugares, até estar agora na Fórmula 1 é o momento para o qual tenho trabalhado toda a minha vida, é o meu sonho.", continuou.

"Sinto que estou a entrar num universo totalmente novo, a conduzir um carro muito mais rápido e a correr com os melhores pilotos do mundo. Vai ser uma enorme curva de aprendizagem, mas estou pronto para trabalhar arduamente e dar o meu melhor para a equipa. Estou ansioso por trabalhar e aprender com o Yuki [Tsunoda], sempre o admirei, ele passou pelo Red Bull Junior Program, tal como eu, e partilhámos um caminho semelhante até à F1. Ele é muito experiente e vai ser bom aprender com ele.”, finalizou. 

Para Laurent Mekies, Diretor de Equipa, a chegada de Hadjar dará uma nova dinâmica à equipa: “Estamos entusiasmados por ter o Isack connosco no próximo ano, trazendo uma dinâmica nova e fresca à equipa, juntamente com o Yuki em 2025. O seu percurso até à Fórmula 1 tem sido nada menos do que extraordinário, tendo demonstrado um crescimento notável, com uma série de resultados impressionantes nos monolugares juniores.", começou por afirmar.

"Tem o talento e a motivação necessários para competir ao mais alto nível e estamos confiantes de que se adaptará rapidamente e terá um impacto significativo. Acredito que Isack e Yuki formarão uma grande equipa. Yuki traz uma experiência inestimável para a equipa, demonstrou uma resiliência e maturidade incríveis, que serão cruciais para a equipa à medida que nos esforçamos por atingir todas as nossas metas e objetivos em 2025.”, concluiu.