Segundo ele, qualquer decisão ainda não está tomada, e estão todos a seguir a situação, mas dentro de dez dias, se a guerra continuar, eles avisarão as equipas para que se reorganizem, e qualquer decisão definitiva acontecerá no fim de semana do GP do Japão.
A razão desse cancelamento e possível não substituição tem a ver com uma coisa: logística. Os aviões voam do Japão para o Bahrein e isso é complicado de ser domado. E ainda mais, os organizadores - que são os governos locais - não se importam com o cancelamento. E quer as equipas, quer a FOM, quer a FIA, não tem problemas se o calendário se reduzir de 24 para 22 provas. Assim sendo, os aviões poderão voar diretamente do Japão para os Estados Unidos, nomeadamente Miami, onde o Grande Prémio ocorrerá a 3 de maio, e hipóteses de corridas alternativas em lugares como Imola, Istambul ou Portimão, não acontecerão.
Ou seja: não se importam de não haver corridas por quatro semanas. Contudo, está em cima da mesa a chance de uma sessão de testes extra na Europa, para que os carros possam rodar o mais possível. Mas nada está decidido.


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