E mesmo que tenha Elfyn Evans com um avanço de 30 pontos sobre Sami Pajari, segundo classificado após vencer as duas últimas provas, Estónia e Finlândia, o campeonato é um "affaire" entre os pilotos da Toyota.
O diretor de equipa adjunto da Toyota Gazoo Racing, Juha Kankkunen, destacou o entusiasmo do grupo para esta fase decisiva:
“Estamos entusiasmados por entrar nesta última parte da temporada com tudo ainda por decidir. No Paraguai teremos a nossa primeira oportunidade de assegurar o título de construtores, mas não esperamos que seja fácil.", começou por afirmar o tetracampeão do mundo de ralis.
"Descobrimos no ano passado, quando realizámos este rali pela primeira vez, quão desafiantes podem ser as estradas e as condições no local. Vimos também muita paixão e apoio, como parece acontecer sempre na América do Sul, pelo que estamos ansiosos por regressar. Com os nossos pilotos a correrem igualmente para as suas próprias ambições no campeonato e com os nossos concorrentes indubitavelmente motivados para tentar vencer-nos, estou certo de que esta será mais uma edição emocionante de acompanhar.”, concluiu.
Do lado da Hyundai Motorsport, procura em terras paraguaias dar a volta ao resultado do Rali da Finlândia, onde Adrien Fourmaux e Thierry Neuville terminaram nas quarta e quinta posições. A equipa sul-coreana pretende transformar o ritmo demonstrado em lugares de pódio no regresso às pistas sul-americanas.
O diretor desportivo da Hyundai Motorsport WRC, Andrew Wheatley, perspetivou o evento sublinhando o trabalho de desenvolvimento no i20 N Rally1 Evo:
“A Finlândia foi um caso de ‘e se’, com o tempo desafiante a alterar o resultado do evento. Temos de colocar isto para trás das costas, voltar a focar-nos nos pontos positivos e olhar para os próximos dois ralis com confiança.", começou por afirmar Wheatley.
"A equipa foi rápida em 2025, tanto no Paraguai como no Chile, mas sofreu com pequenos problemas que impediram a vitória. Doze meses depois, sabemos que o trabalho árduo que a equipa fez na preparação pré-evento e na afinação rali a rali para a versão Evo do i20 N Rally1 significa que o ritmo demonstrado nos troços de terra dura no Quénia, Portugal e Grécia, além da confirmação de que estamos próximos da velocidade de ponta pretendida para os troços de terra rápidos e suaves, deverá ajudar-nos a iniciar o Paraguai com uma atitude positiva." continuou.
"Como sempre, lutar pela vitória contra uma forte concorrência significa não cometer erros, mas temos três equipas que podem lutar pelo pódio.”, concluiu.
Do lado da M-Sport, diretor de equipa, Richard Millener, evidenciou a expetativa em torno da deslocação ao continente sul-americano:
“Temos umas semanas entusiasmantes pela frente, a começar pelo Rally del Paraguay na próxima semana. Este evento impressionou-nos a todos no ano passado na sua estreia, e estou certo de que não deixará de nos impressionar novamente com outra cerimónia de abertura deslumbrante e algumas classificativas verdadeiramente interessantes.", começou por referir, antes de falar das expectativas que tem dos seus pilotos.
"O Josh [McErlean] tem uma experiência sólida do ano passado que lhe trará muitos benefícios, e o Jon [Anderson] estudou muito os troços para se preparar. Como equipa, penso que podemos reunir muito conhecimento para entregar desempenhos fortes no Paraguai e no Chile. As próximas semanas vão exigir muito de todos, equipas e membros da estrutura, mas é um enorme prazer competir nestes eventos consecutivos na América do Sul. Vamos ver que aventuras nos aguardam.”, concluiu.
O rali do Paraguai será feito em pisos de terra, terá 22 especiais cronometradas, no total de 358.88 quilómetros.

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