"Temos comunicação 24 horas por dia, sete dias por semana com os engenheiros. Cada piloto tem o seu próprio canal de WhatsApp com o seu engenheiro e, antes de cada etapa, recebemos instruções precisas sobre o que precisa de ser feito no carro. Por exemplo, o que mudar nos amortecedores e que pressões de pneus utilizar. O plano da equipa guia-nos – não há improvisação", explicou Sesks ao Rallyjournal.com.
"Em teoria, claro, poderíamos ir e usar pressões de pneus diferentes se quiséssemos, mas no WRC seguimos sempre o que a equipa diz. Desta vez, as pressões dos pneus simplesmente não eram adequadas para a temperatura exterior e para as condições, embora no ano passado tenhamos começado com a mesma estratégia e as mesmas pressões," acrescentou.
Apesar de não dar pormenores neste assunto, este resultado não está a ajudar muito nos resultados do piloto letão. Muito rápido - mais rápido que os irlandeses Jon Armstrong e Josh McErlean - o grande problema é a consistência, já que no rali da Arábia Saudita, a última prova de 2025, ele esteve prestes a triunfar quando sofreu um problema no seu carro, que o obrigou a abandonar.
Sesks planeia regressar ao WRC em maio, no rali de Portugal, mas afirma que pretende fazer um rali antes disso, e uma das hipóteses que está a ser colocada é uma participação no rali Terras D'Aboboreira, a primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), como fez em 2025, quando participou num Ford Fiesta Rally2 da Past Racing.

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