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sexta-feira, 23 de junho de 2017

IndyCar: Wickens substitui Aleshin em Road America

O canadiano Robert Wickens irá correr na Schmidt Motorsport na corrida em Road America, em substituição do russo Mikhail Aleshin, que está retido em França devido a problemas com o seu visto de entrada nos Estados Unidos, segundo conta o site Autoweek. Wickens, que correr no DTM, estava a gozar o fim de semana na sua terra natal quando recebeu uma chamada da equipa, onde correr o seu compatriota e amigo James Hintchcliffe, para correr no lugar dele na pista de Elkhart Lake.

Falando sobre esse assunto, ele comentou:

"Mikhail e eu fomos companheiros de equipa por três anos na Europa, quando estávamos juntos na Red Bull", disse Wickens. "Então eu tenho um relacionamento muito bom com ele. Eu sinto pela situação que ele está passar, como um piloto internacional. Não é fácil às vezes com a imigração, para que ele possa fazer o seu caminho.", continuou.

Sobre se gostava de correr neste fim de semana, foi franco: "Obviamente, sim. Eu vou ser honesto. Sim, eu ficarei desapontado se eu não fizer a corrida. Mas no momento estou indo no momento. Ontem, eu estava a caminho de um fim de semana relaxante, agora estou aqui, em Road America. Então, teremos que esperar e ver ".

Falando também acerca da sua amizade com o seu compatriota Hintchcliffe, Wickens comentou:

"James e eu ... nos conhecemos desde 2001 quando corríamos juntos de kart em Toronto", começou por dizer. " Nós sempre brincávamos, 'não seria bom se formos profissinoais?' Ele sempre quis ir para IndyCar e eu sempre quis ir para a Fórmula 1. Nós já sabíamos que, mesmo em jovem, tinhamos já caminhos diferentes", continuou.

"Nós ficamos muito íntimos. Como, eu era um piloto de reserva na Formula 1 durante um tempo, testei um pouco. Mas o tempo todo, ao longo da nossa infância, estávamos dizendo: 'quando chegássemos a profissionais, devemos fazer uma troca de carro'. Ele sempre quis experimentar um carro de Formula 1. Eu queria experimentar um carro da Indycar. Podimos fazê-lo. Claro, não era um carro de F1, mas o carro da DTM é ótimo para guiar. Ele conseguiu dirigir o carro, o melhor que um carro de turismo [pode ser], que é algo que muitas pessoas não têm a chance de fazer", continuou.

"Mas, sim, o fato de estar aqui hoje, definitivamente não esperava", concluiu.

domingo, 22 de maio de 2016

A imagem do dia (II)

Há cerca de um ano, em Indianápolis, James Hintchcliffe sofreu um acidente que quase lhe custou a vida. Num dos treinos para as 500 Milhas, o piloto canadiano embateu fortemente no muro de proteção e um dos braços da suspensão conseguiu furar o chassis de fibra de carbono e trespassou-lhe a perna, atingindo uma das grandes artérias que há no corpo humano. Hintchcliffe perdia rapidamente sangue, e só no Hospital Metodista de Indianápolis é que lhe fizeram a urgente intervenção cirúrgica que o salvou a vida.

Em poucos minutos, o canadiano foi salvo, mas o seu campeonato - tinha vencido na atribulada corrida de New Orleans - tinha acabado ali. Seguiram-se meses de reabilitação até estar pronto para mais uma temporada ao volante do carro da Sam Schmidt Motorsports. E esta noite, o piloto de 29 anos teve o seu regresso de sonho ao alcançar a pole-position para as 500 Milhas, o primeiro canadiano a alcançá-la. 

Foi uma pole comemorada por toda a gente, não só os seus companheiros de equipa, mas também adversários, porque viram uma história de superação. E vocês sabem como os americanos adoram este tipo de história. Vai ser celebrada nos dias que aí vêm, até ao dia da corrida.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

A foto do dia

James Hinchcliffe já teve alta do Hospital Metodista de Indianápolis e quem o levou na cadeira de rodas para casa foi o australiano Will Power, da Penske. 

Belo gesto, hein? 

sábado, 23 de maio de 2015

A foto do dia (III)

Vi esta foto no Facebook do estónio Tonu Altmae. Uma semana e meia após o acidente que quase lhe custou a vida, James Hinchcliffe já saiu da cama e caminhou alguns passos no Hospital Metodista de Indianápolis, mostrando que está a caminho da recuperação dos ferimentos que sofreu na zona da coxa.

É um piloto animado que agradece o apoio de todos durante esta fase mais complicada da sua carreira, e do qual espera que volte a bordo de um carro o mais depressa possivel, talvez na próxima temporada. O que interessa é que está a recuperar a sua saúde, e ainda bem.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

IndyCar: Ryan Briscoe substituirá James Hinchcliffe

O australiano Ryan Briscoe subsituirá o canadiano James Hinchcliffe nas 500 Milhas de Indianápolis, e em principio, no resto da temporada. O anuncio foi feito esta quinta-feira pela Schmidt Peterson Motorsports.

"Primeiro, tenho pena que isto aconteça por causa de (James) Hinchcliffe. Desejo-lhe uma rápida recuperação. Debaixo destas circunstâncias, estou muito feliz por esta oportunidade. Espero fazer um grande trabalho", disse o australiano.

Aos 33 anos de idade (nascido a 24 de setembro de 1981), o piloto australiano estava sem volante desde que abandonou a Chip Ganassi no final de 2014. Antes disso, tinha passado pela Penske, onde esteve entre 2008 e 2012, conseguindo oito vitórias e o terceiro lugar na classificação geral na temporada de 2009. em 2012, partiu da primeira posição nas 500 milhas de Indianápolis, numa corrida onde terminou na quinta posição.

Entretanto, James Hinchcliffe já abandonou a unidade de Cuidados Intensivos e os médicos afirmam que está em franca recuperação, após o embate que causou uma perfuração na coxa devido à intrusão de uma barra de suspensão no cockpit. O canadiano aproveitou para agradecer as mensagens dos seus companheiros e fãs e também a equipa de resgate nos momentos inciais do acidente. “Não tenho palavras para descrever o quanto sou grato à equipa de resgate. Eles e toda a equipa do hospital salvaram-me, são os meus heróis”, começou por afirmar.

Também não tenho como dizer como está a ser importante esse apoio que os fãs da categoria, a minha família e os demais pilotos estão a dar-me. Nós somos uma grande família e isso ficou bem claro hoje”, concluiu.


terça-feira, 19 de maio de 2015

A foto do dia

Indianápolis, esta tarde. A turma da IndyCar a desejar as melhoras a James Hinchcliffe, acidentado ontem quando treinava para a corrida deste domingo.

A gravidade da situação de James Hinchcliffe

Quase 24 horas depois do acidente de James Hinchcliffe nos treinos para as 500 Milhas de Indianápolis, sabe-se agora dos pormenores do seu acidente na Curva 2, que que causou ferimentos na coxa direita. A Honda confirmou hoje que o acidente foi causado por uma falha na suspensão dianteira direita do carro da Schimdt Peterson Motorsports.

Obviamente, nós estamos bem aliviados por James estar acordado e fora da sala de cirurgia. Esta é a coisa que mais nos importa no momento. Faremos de tudo para que ele saia inteiro o mais rápidamente possível”, disse Sam Schmidt, um dos donos da equipa.

E este quarto acidente nestas 500 Milhas de Indianápolis deste ano esteve mesmo para acabar mal. Segundo conta o Victor Martins, do site Grande Prêmio, a lesão de Hinchcliffe aconteceu por causa da entrada de um braço da suspensão dentro do seu chassis, que o atingiu na coxa direita. Perdeu sangue e correu risco de morte. O socorro foi imediato, logo, foi transportado para o centro médico, e dali para o Metodista, onde foi operado de imediato para reduzir as fraturas. A americana Racer disse também que os paramédicos tiveram de cortar chassis adentro para poderem tirar o piloto canadiano dali.

Ainda não se sabe quem o substituirá - iria largar da 24ª posição da grelha - mas muitos estão convencidos que o piloto canadiano de 28 anos - que venceu em Nova Orleães no mês passado - não poderá mais correr para o resto da temporada, dada a extensão dos seus ferimentos. Mas neste momento, Hinchcliffe está a recuperar e passou bem esta noite nos Cuidados Intensivos do Hospital Metodista em Indianápolis.

E faltam cinco dias para a corrida...

segunda-feira, 18 de maio de 2015

A foto do dia

Os restos de mais um acidente no Brickyard, onde desta vez a vitima foi o canadiano James Hinchcliffe. O piloto canadiano sofreu uma quebra mecânica na curva 2 e bateu fortemente na parede. Ao contrário das outras vezes, o carro não voou, mas as consequências físicas foram maiores: ele sofreu ferimentos na coxa e está a ser operado para reduzir as suas fraturas.

Pelas imagens, parece que o acidente se deveu a causa mecânica (seguiu em frente e vêm-se faíscas no carro antes de bater no muro) e o carro não voou tanto no muro como das outras vezes, mas os fãs começam a ficar preocupados com esta sucessão de acidentes e com o "kit aerodinâmico", temendo que estejamos por dias de uma verdadeira catástrofe.

Espero que não.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Indy 500: Ed Carpenter foi o melhor pela segunda vez consecutiva

Pole-position e cem mil dólares no bolso. Este foi o domingo de Ed Carpenter, que confirmou esta tarde aquilo que fez ontem, ao garantir também o melhor tempo e a qualificação para os "fast nine" que iriam decidir entre si quem ficaria com o direito de arrancar da primeira fila na edição deste ano das 500 Milhas de Indianápolis, que acontecerá daqui a uma semana.

Na qualificação mais veloz de sempre - mais de 368 quilómetros por hora em média - Carpenter conseguiu bater o canadiano James Hinthcliffe, da Andretti Autosport, um bom resultado depois de ter recuperado de uma contusão cerebral causado por ter levado com um detrito na cabeça durante a corrida na pista interna de Indianápolis.

"Foi um dia incrivel hoje", começou por dizer o piloto americano.“Estou realmente muito orgulhoso. A equipa fez um trabalho muito bom durante toda a semana e hoje ainda mais. Na verdade, eu não esperava ter de fazer uma segunda tentativa, mas fizemos também por segurança. Nós colocamos os nossos dois carros no Fast Nine, então foi um dia inesquecível”, continuou, referindo que o seu companheiro de equipa, J.R. Hildebrand, ter ficado no nono posto da grelha.

Foi tudo ótimo, levando em consideração de que há uma semana eu nem conseguia mexer no telemóvel”, começou por brincar o canadiano.“E aí volto e consigo andar a 230 milhas por hora ou mais, é incrível. Isso só foi possível por causa da pessoas que me ajudaram, todos médicos, a minha família que cuidou de mim em casa e a todos os meus companheiros de equipa, que fizeram um trabalho muito, muito bom, ao deixarem todos estes carros prontos para a qualificação”, completou o piloto da Andretti.

Caso não recuperasse, Hintchcliffe iria ser substituído pelo venezuelano Ernesto Viso, e ele agradeceu pela sua colaboração nos acertos do carro ao longo dos dias em que esteve ausente a recuperar. “Eu sentei com EJ e conversamos muito sobre tudo. Ele me explicou sobre o acerto do carro, as velocidades, as mudanças, boas e ruins que foram feitas. Por isso, foi possível conseguir melhorar treino a treino. Só tenho de dizer obrigado”, concluiu.

Will Power foi o terceiro, completando a primeira fila para a Penske, na frente do seu companheiro de equipa, Hélio Castro Neves, numa qualificação onde o melhor "rookie" foi Kurt Busch, que colocou o carro no 12º posto da grelha de partida, enquanto que entre os regressados, Juan Pablo Montoya foi o décimo, e Jacques Villeneuve foi o 27º na grelha.

As 500 Milhas de Indianápolis acontecerão no próximo domingo, no final da tarde.  

segunda-feira, 6 de maio de 2013

IndyCar: Hintchcliffe bate Sato em São Paulo

Foi por uma curva que Takuma Sato não vencia pela segunda vez consecutiva na IndyCar. O canadiano James Hintchcliffe foi o melhor, mas lutou para isso, conseguindo ser mais feliz na curva final, superando o japonês da Foyt e ser o primeiro piloto repetente nesta temporada da IndyCar, que decorreu esta tarde nas ruas de São Paulo.

A quarta prova do campeonato começou com 25 carros à partida, e quando as luzes se acenderam, não houve quaisquer incidentes na partida, o que é anormal para o que tem vindo a acontecer nos últimos anos. Ryan Hunter-Reay era o primeiro lider, com Ernesto Viso no segundo lugar, Dario Franchitti e Tony Kanaan logo a seguir. Contudo, o escocês passou o venezuelano, que por sua vez sofreu nova ultrapassagem do brasileiro no inicio da segunda volta.

Contudo, a primeira amostragem de bandeiras amarelas surgiu cedo, na quinta volta, quando Bia Figueiredo parou no meio da pista, vitima de problemas mecânicos. As bandeiras ficaram a ser mostradas por algumas voltas até que, na relargada, Kanaan fez uma movimentação a Franchitti e ficou com o segundo posto, atrás de Hunter-Reay. E ainda do final dessa volta, conseguiu passar o americano na última curva para ficar com a  liderança, para gáudio dos fãs que lotavam o recinto.

As coisas mantinham assim até à 17ª volta quando Will Power, que vinha a fazer uma corrida de recuperação com o seu Penske, viu o seu motor explodir na reta da meta, fazendo com que as bandeiras amarelas fossem de novo mostradas. Isso foi aproveitado para que se fizesse a primeira troca de pneus. Feitas as contas, o lider era agora Sebastien Bourdais, mas na relargada, James Jakes toca nos pneus no S de Samba, e leva consigo Ed Carpenter e Graham Rahal, que ficam atravessados no meio da pista, bloqueando-a a causando a terceira situação de bandeiras amarelas da corrida.

A relargada durou pouco tempo, mais concretamente... uma curva. Hélio Castro Neves tentava fazê~la de maneira a evitar acidentes, mas foi tocado por Simon Pagenaud e caiu para o úlyimo lugar, vítima de um pião. Esta foi altura de uma nova passagem pelas boxes, e aí, Sato assume pela primeira vez a liderança.

As coisas mantêm-se assim até à volta 34, quando Graham Rahal bateu sozinho e faz com que se mostrassem as bandeiras amarelas. Mas na relargada, esta duraria pouco tempo: Castro Neves é empurrado por Bourdais, que por sua vez tocou em Pagenaud e engavetou Charlie Kimball. Resultado: pista bloqueada e nova entrada do Pace Car.

Quando os carros se preparavam para nova relargada, o duelo era entre Hunter-Reay e Kanaan, mas pouco depois, um erro de calculo na gasolina que deveria ter no carro por parte da equipa KV faz com que o brasileiro tivesse uma pane seca. Sexta amostragem de bandeiras amarelas, e quando a corrida recomeçou, foi por pouco tempo: James Jakes e Justin Wilson tocaram-se e o último acabou na barreira de pneus.

Nessa última ocasião, Sato passou para a liderança, e quando aconteceu a relargada, ele estava na frente de  Josef Newgarden, Marco Andretti e James Hintchcliffe. O japonês tentava resistir aos três, e apesar do canadiano ser o que estava mais distante da liderança, foi o que aproximou mais, passando Andretti e depois Newgarden. E nas voltas finais, começou a pressionar Sato, que se defendia como podia. Na volta 73, a duas do fim, esteve momentaneamente na liderança, mas o japonês da Foyt conseguiu voltar ao comando.

E nos metros finais, Hintchcliffe - piloto do carro numero 27! - teve uma última tentativa, aproveitando uma travagem mais tardia de Sato. Aproveitou o gancho para trocar de direção e ultrapassá-lo, acelerando melhor nos metros finais e vencendo a corrida, com Sato e Michael Andretti a completar o pódio, todos na frente de Oriol Serviá e de Josef Newgarden. Simona de Silvestro foi oitava, enquanto que o melhor brasileiro foi Hélio Castro Neves, na 13ª posição.

Agora, máquinas e pilotos preparam-se para as 500 Milhas de Indianápolis, que serão no final deste mês.   

domingo, 24 de março de 2013

IndyCar 2013 - St.Petersburg (Corrida)

A prova inaugural da Indy Car Series de 2013, nas ruas de St. Petersburg, teve um estreante como vencedor absoluto na figura de James Hintchcliffe, que foi o melhor no seu carro da Andretti Autosport, conseguindo bater o Penske de Helio Castro Neves. Mas nas 110 voltas que aconteceram nas ruas de St. Petersburg, na Florida, as coisas não foram assim: colisões e quebras mecânicas foram o pão-nosso-de-cada-dia nesta primeira corrida de 2013 da IndyCar Series.

Com a viuva de Dan Wheldon e agitar a bandeira verde, a corrida começou com Will Power, o "poleman", a ser melhor do que o japonês Takuma Sato, com James Hintchclife e Helio Castro Neves logo a seguir. Simona de Silvestro era a quinta. Nas voltas seguintes, Power abriu vantagem sobre Sato, enquanto que outro brasileiro, Tony Kanaan, saiu de oitavo, na frente do campeão de 2012, Ryan Hunter-Reay.

A primeira situação de bandeiras amarelas acontece na volta 18 por causa... de uma precipitação. Ao sair das boxes, Dario Franchitti não consegue ficar quieto o suficiente para aquecer os pneus e bateu no muro na terceira curva após a entrada na pista.

A corrida recomeçou na volta 27, mas houve nas curvas seguintes alguns toques, especialmente na parte de trás, com Charlie Kimball, Bia Figueiredo, Ernesto Viso e James Jakes. Depois, Sebastian Saavedra tocou em J.R. Hildeband e este bateu no muro, metros depois de um toque ter danificado o nariz. Os quatro safaram-se, mas a piloto brasileira arrastou-se para as boxes, e Hildebrand tocou nos muros de pneus. Resultado: novo período de bandeiras amarelas. Quem também ficou de fora foi Simon Pagenaud, que teve problemas mecânicos. 

A corrida recomeça na volta 33, com Castro Neves na frente, seguido por Hintchcliffe. Silvestro fez o melhor para defender o terceiro posto, mas Sato conseguiu passá-la na volta seguinte. A partir dali, as coisas acabaram a estabilizar-se no pelotão, até à volta 45, quando uma peça do carro de Sebastien Bourdais salta fora e o seu bico ficou danificado. Por causa disso, apareceu nova situação de bandeiras amarelas e foi a altura onde toda a gente saltou para as boxes, para nova troca de pneus.

As coisas andaram assim de forma demasiadamente longa. Primeiro não se justificava, porque a organização estava a limpar os "marbles" (pedaços de borracha) na pista, mas depois o carro de Joseph Newgarden ficou parado na pista por causa da sua embraiagem, e isso fez com que se arrastasse por mais algumas voltas.

A verde voltou na volta 55 - exactamente metade da corrida - e os pilotos andaram juntos por algum tempo, com Oriol Serviá a andar no segundo lugar, pois não tinha parado nas boxes. Contudo, a paragem foi um desastre, pois a transmissão falhou e o carro não engatou. Pouco depois, na volta 65, foi a vez de Ryan Hunter-Reay, o campeão de 2012, com problemas de transmissão. Os problemas foram resolvidos, mas voltou à pista com duas voltas de atraso.

Na frente, Castro Neves estava calmo na frente, enquanto que no quarto lugar, calmamente, e a ter uma semana de sonho, estava o francês Tristian Vautier, que estava na sua primeira corrida. Mas isso acabou na volta 68, quando teve também problemas elétricos e acabou nas boxes.

Na volta 73, Saavedra bate na curva 10 e as bandeiras amarelas entravam mais uma vez em ação. Pouco depois, quando tudo estava pronto para voltar à bandeira verde, foi a vez de J.R.Hildebrand bater no muro, porque não travou a tempo do carro de Will Power e ele passou por cima. O australiano não levou nada, mas para o americano, a corrida tinha acabado.

No recomeço, quanto faltavam 26 voltas para o fim, Hintchcliffe aproveitou uma má travagem para a primeira curva de Castro Neves para ficar com o comando. O brasileiro tentou recuperar a liderança, com a suiça Simona de Silvestro atrás dele, esperando por algo que a beneficie. Com o passar das voltas, os dois primeiros começaram a afastar-se da piloto suiça, mas a ação passou a acontecer atrás, pois ela começou a ter dificuldades com os pneus, fazendo com que o pelotão se aproximasse. A uma volta e meia do fim, pressionada por Marco Andretti, saiu fora da trajetória e perdeu a hipótese de um pódio. Acabou no sexto lugar, batida no "photo finish" por Scott Dixon.

Na frente, o canadiano portou-se como um veterano e venceu a sua primeira corrida de sempre na IndyCar,  na frente de Hélio Castro Neves e Marco Andretti. Tony Kanaan foi o quarto, na frente de Dixon, Silvestro e Ernesto Viso.