A Aston Martin teve um fim de semana de pesadelo. Eles sabiam perfeitamente dos problemas antes de chegarem, especialmente com os motores Honda, e com a limitação de peças no seu carro, especialmente as baterias para o seu sistema híbrido. A equipa levou quatro baterias para Melbourne, mas apenas duas estavam operacionais, o que significava que Fernando Alonso e Lance Stroll não tinham unidades de reserva caso surgisse um problema.. Para piorar as coisas, a vibração do motor Honda era tal que levantaram-se preocupações do foro médico a ambos os pilotos.
Contudo, depois da corrida, onde Lance Stroll conseguiu completar 43 voltas da corrida e acabou, embora 15 voltas atrás do vencedor, enquanto Fernando Alonso abandonou após 21 voltas, a Honda afirma que deu um passo importante na resolução dos problemas de vibração na unidade motriz. Segundo a fabricante japonesa, as modificações feitas antes da corrida permitiram melhorar significativamente o comportamento do sistema em condições de corrida.
Shintaro Orihara, diretor-geral de operações em pista e engenheiro-chefe da Honda, explicou aos meios de comunicação social que a evolução foi evidente quando comparada com a situação registada nos testes e nas primeiras corridas da época:
“Em Melbourne demos mais um passo na direção certa. Conseguimos verificar que as medidas aplicadas à unidade motriz funcionaram em condições de corrida, ao completar o Grande Prémio sem problemas de fiabilidade. Esta melhoria é significativa se compararmos onde estávamos no Bahrein com a situação atual.”
Orihara acrescentou:
“Os nossos dados mostram que as vibrações da bateria continuam a diminuir e estamos confiantes de que estamos no caminho certo para completar uma distância total de corrida. Neste aspeto, estamos na trajetória correta e precisamos de manter este ritmo.”
O responsável destacou também a importância de acumular quilometragem em pista para melhorar o desenvolvimento da unidade motriz:

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