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terça-feira, 21 de maio de 2024

Noticias: Pat Symmonds vai para a Andretti


O veterano Pat Symonds, antigo engenheiro da Benetton e Renault, entre outras equipas, abandonará a FIA, onde era o Diretor Técnico, para ser conselheiro sénior da Andretti Global. O anuncio foi feito na tarde desta terça-feira.  

"Temos o prazer de anunciar que o especialista técnico britânico em automobilismo, Pat Symonds, se juntará à equipe Andretti Cadillac em busca de entrar no Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA.", começa por afirmar o comunicado oficial.

"Symonds, que mais recentemente atuou como Diretor Técnico da Fórmula 1, se juntará oficialmente à equipe na nova base de operações de Silverstone após a conclusão da sua licença sabática na direção da Fórmula 1."

Symmonds, de 70 anos, tem uma longa e vasta carreira na Formula 1. Começou na Toleman, em 1983, e ficou enquanto esta se metamorfoseou na Benetton, em 1986, e depois na Renault, em 2002, acabando por ganhar campeonatos com pilotos como Michael Schumacher e Fernando Alonso. Dentro da equipa, começou a ser engenheiro de pilotos como Teo Fabi e Alessandro Nannini, para depois ficar como chefe do departamento de aerodinâmica. Quando Ross Brawn foi para a Ferrari, em 1996, ele ficou no lugar dele como diretor técnico.

Em 2009, foi acusado de ter conspirado para que Nelson Piquet Jr. batesse de propósito  no muro durante o GP de Singapura do ano anterior, facilitando a vitória de Fernando Alonso. A FIA decidiu banir quer ele, quer Flávio Briatore, por pelo menos cinco anos, mas regressou em 2013 depois de um acordo com a FIA. Ali, foi consultor com a Manor, depois rumou para a Williams até 2017, altura em que começou a colaborar com a FIA como Chefe Técnico. 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Que Formula 1 vamos ter num futuro próximo? (última parte)

Em 2017, os carros de Formula 1 serão radicalmente diferentes dos que são este ano. Mais agressivos de forma aerodinâmica, com asas frontais e traseiras maiores do que atualmente, e com pneus mais grossos do que em 2016.

Iremos ver um carro radical, agressivo, e a diferença em termos de medidas do chassis reflete isso mesmo. em termos de largura, vão passar dos 1650 milimetros para os 1800 na parte da frente, enquanto que atrás, passarão dos 1800 para os 2000 milimetros. Em termos de piso, estes vão passar dos 1400 para os 1600 milimetros, enquanto que a nova asa traseira terá 800 milimetros de altura e 950 de comprimento, quase como eram as asas traseiras em 2008. Os difusores serão aumentados dos 125 para os 175 milimetros. 

Em termos de "borracha", as diferenças são grandes: sessenta milímetros nas rodas dianteiras, a passarem dos 245 para 305 milímetros. E na traseira, as mudanças serão ainda maiores, já que esses pneus vão passar de 325 para os 405 milímetros, uma diferença de 80 milímetros. Na apresentação dos novos pneus, em Abu Dhabi, no final da semana passada, a Pirelli garante que com estes pneus, os carros serão três segundos mais velozes do que atualmente.

Gostaria de agradecer a todas as equipas que nos permitiram desenvolver os nossos novos pneus para 2017. Conseguimos grandes avanços desde que iniciámos os testes com os novos pneus, no início de agosto, e estamos satisfeitos com os resultados obtidos pela maioria dos compostos. Mas também sabemos que o trabalho está apenas a começar. Para além disso, o progresso aerodinâmico vai também contribuir para que os carros sejam mais rápidos por volta, penso que cinco segundos na comparação com 2015 e cerca de três segundos comparado a este ano”, disse Paul Hembery, diretor da Pirelli, na apresentação dos novos pneus.

Apesar de haver aquele ceticismo em relação aos chassis, é um facto de que este conjunto será bem mais veloz do que anteriormente. Parece que esta FIA deseja ver carros mais velozes do que anteriormente, e não é só na Formula 1, pois os carros do WRC também vão nesse sentido: agressivos e velozes.

Ao longo deste ano, apareceram algumas vozes que mostraram preocupação sobre a capacidade dos carros poderem seguir uns aos outros, como tem acontecido até agora. Os projetistas afirmam que isso poderá ser respondido com o desenho das asas dianteiras e traseiras que eles poderão fazer nos seus carros, e que atenue esse problema. Mas os carros serão 50 quilos mais pesados em 2017, por causa dos componentes dos KERS que transportam, e isso poderá afetar o comportamento do carro em pista.

Mas apesar de tudo, o que estes novos chassis irão mostrar? Pat Symmonds, da Williams, não acredita que os carros serão mais velozes em cerca de cinco segundos, apesar das garantias dadas pela Pirelli em relação aos pneus. Ele afirma que estes carros terão um comportamento semelhante aos de 2004-05.

"Para dar um exemplo, uma curva feita agora a 200 km/hora vai subir 30-35km/h. Irá adicionar um G. Vai ser um pouco mais físico, mas não será nada de especial, eu acho", começou por dizer.

"O desempenho vai ficar parecido com os carros de meados de 2000, mas não exactamente por ali. Você se lembra do objetivo dos cinco segundos por volta? Não tenho certeza que vamos conseguir isso. Temos grande desconhecido com os pneus, é claro, nós realmente não sabemos onde estamos, mas fazendo alguns pressupostos razoáveis com os pneus, eu acho que vamos andar pela casa dos quatro segundos." continuou.

"Em lugares como Barcelona, onde este tipo de carro será bastante performante, será mais do que isso, mas noutros lugares, como Monza, por exemplo, onde você estará tendo um monte de downforce porque você vai ter de arrastar pneus mais largos - e eu não acho que vamos ver muita diferença nos tempos por volta em uma pista como essa", concluiu.

Apesar de haver algumas ideias em termos de velocidade, também não se prevê que haja diferenças em termos de hierarquia atual ma Formula 1. Mercedes e Red Bull poderão estar na luta pelas vitórias, com Ferrari a espreitar, e o resto do pelotão a ver se consegue fazer um bom chassis, ou um chassis suficientemente bom para causar boa impressão, como aconteceu com a Williams em 2014, por exemplo. E isso vai ser um pouco mais complicado devido aos limites em termos de uso dos túneis de vento, para desenhar os chassis de 2017.

Contudo, o melhor teste irá acontecer na pista, em março do ano que vem, quando máquinas e pilotos se voltarem a enfrentar-se para mais uma temporada. Muitas das vezes, as alterações das hierarquias acontecem quando existem alterações nos regulamentos. Foi assim que a Brawn GP tomou conta do pelotão da Formula 1 em 2009 (embora se fale de alguns pulos no regulamento com o consentimento da FIA) ou quando a Red Bull se tornou na força dominante em 2010, onde assim ficou até 2013, ou então quando as alterações nos motores - que passaram para os atuais V6 Turbo de 1.6 litros - fizeram com que a Mercedes dominasse o pelotão até aos dias de hoje. A manutenção (ou alteração) da hierarquia na Formula 1 dependera sempre de como os projetistas e engenheiros peguem nos regulamentos e os aproveitem da melhor maneira possível.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A primeira imagem do Williams FW36

O carro só irá aparecer no dia 28 de janeiro, em Jerez, mas a Williams mostrou hoje o que vai ser o seu modelo FW36, com o bico baixo e estreito. E a maneira como o apresentou foi na revista "F1Racing", que lançou hoje o seu número de fevereiro.

Aparentemente, os engenheiros da marca decidiram que o FW36 seria o mais alto possivel até ao ponto em que o bico do nariz pudesse abaixar até aos 185 milimetros, que é a altura máxima permitida agora pelo regulamento. O desenho do nariz, que faz lembrar os do papa-formigas, serve maximizar o fluxo de ar debaixo do carro, pois segundo Pat Symmonds, o diretor-técnico da marca, a aerodinâmica ainda vai ter um grande papel na performance do carro.

"Há algumas mudanças significativas: o nariz é menor do que no ano passado e a asa dianteira é mais estreita, o que significa que as placas terminais estão agora envoltas pelo pneu dianteiro. A asa traseira não é tão funda como no ano passado e o feixe abaixo já não é mais permitido. Nós também perdemos a capacidade de usar o escape para melhorar o desempenho aerodinâmico", começou por explicar. 

"Estou realmente confiante de que agora estamos mais perto de um bom desempenho aerodinâmico do que estávamos no ano passado", completou.

Outra grande novidade é a caixa de velocidades, construída pela marca: "É um sistema completamente novo e ainda temos de lidar com muito mais binário do que existia o caso com o V8", declarou.

Para além disso, por causa dos motores Turbo, tiveram que redesenhar todo o sector de refrigeração, para poder arrefecer com mais eficácia o motor: "As necessidades de água e refrigeração de óleo foram ligeiramente reduzidas, mas o sistema de recuperação de energia é significantemente poderoso e, portanto, precisa de mais refrigeração. Nós também temos de esfriar o ar de admissão do compressor do turbo", disse. 

A equipa terá Felipe Massa e Valtteri Bottas como pilotos nesta temporada, e o carro terá motores Mercedes, em substituição dos Renault. E ele começará a rodar a partir doa dia 28, em Jerez.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Noticias: Pat Symmonds será o novo diretor da Williams

E parece que a Williams é uma equipa que está apostada na reinserção social. A partir de 19 de agosto, Pat Symmonds será o novo responsável técnico da equipa, substituindo Mike Coughlan, que estava na escuderia de Grove desde maio de 2011. Assim sendo, será o regresso de Symmonds a um cargo técnico, quase cinco anos depois de ter sido forçado a abandonar a Renault após o "Crashgate" do GP de Singapura de 2008. Symmonds já tinha feito um regresso no ano passado, quando foi consultor externo da Marussia, cargo que abandonou há algumas semanas.

A carreira de Symmonds na Formula 1 tinha acontecido no mesmo lugar desde 1981, quando entrou na Toleman. Só que o seu lugar mudou de nome ao longo dos anos, passando para Benetton e depois Renault, onde lá foi crucial para as 32 vitórias e quatro títulos mundiais alcançados por Michael Schumacher (1994 e 1995) e Fernando Alonso (2004 e 2005). Curiosamente, Symmonds vai substituir Coughlan, outro engenheiro ligado a um escândalo de espionagem industrial, nomeadamente no "Stephneygate", em 2007, onde esteve ligado na transmissão de segredos industriais da Ferrari para a McLaren.

Symmonds chega à equipa na pior altura possivel, pois a Williams não conseguiu até agora qualquer ponto neste campeonato.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Noticias: Wirth despedido da Virgin, Symmonds é o substituto

Li isto ontem à noite no blog do jornalista britânico Adam Cooper: a Virgin (ou Marussia Virgin, se perferirem) decidiu rescindir contrato com Nick Wirth, o homem que andou a desenhar por computador, os carros de Formula 1 da equipa. Contudo, o mais surpreendente é saber quem irá ser o seu substituto: Pat Symmonds, um dos engenheiros "proscritos" no escândalo "Crashgate".

As razões são mais do que evidentes: a equipa não só consegue descolar do fundo da tabela, como também vê os seus rivais mais diretos, Lotus e Hispania, a conseguirem superá-lo em alguns resultados.

"A equipa tomou a decisão de ter maior controlo sobre o seu destino. Desta forma, tendo consultado o nosso atual parceiro técnico nas últimas semanas, vimo-nos na obrigação de terminar o nosso relacionamento com eles", referiu o presidente executivo da Virgin, Andy Webb, à revista britânica Autosport.

"Acredito que os passos que estamos a dar em termos da nossa liderança técnica e excelência operacional nos dará fundações robustas necessárias para continuar e conseguir os nossos objetivos de performance para os anos que se seguem. Estes são passos arrojados mas positivos que nos permitirão dar um passo em frente com confiança", acrescentou.

A Virgin vai, contudo, introduzir alterações nos seus monolugares, alguns feitos durante o tempo de Wirth, mas provavelmente sob a nova gerência, outras alterações serão introduzidas no final da época, de forma a dar o tal salto de qualidade que anda à procura desde há muito:

"As melhorias que temos planeado para as corridas de verão estão a passar da fase de desenho para a produção e cada vez mais a nossa atenção se está a centrar em 2012. À luz dos nossos planos a longo termo, vamos continuar a perseguir esta estratégia de forma agressiva, mas como os regulamentos para o próximo ano contêm algumas alterações, esperamos que algum do trabalho de desenvolvimento previsto para o MVR-03 possa vir a revelar-se no carro atual", acrescentou.

Ainda sem ter pontuado desde que entrou na Formula 1, em 2010, a Virgin foi parcialmente comprada pela construtora russa de supercarros Marussia, e tem como pilotos o belga Jerome D'Ambrosio e o alemão Timo Glock.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Então anularam a sentença, hein?

A justiça francesa decidiu esta tarde reverter a pena de banimento vitalícia que tinha dado a Flávio Briatore pelo "Crashgate", o acidente de Singapura 2008, causado de propósito por Nelson Piquet Jr. para favorecer o seu companheiro Fernando Alonso. Para melhorar as coisas, a FIA foi obrigada a pagar a Briatore 15 mil euros de indemenização por "danos à sua imagem". Sendo uma decisão de um tribunal civil sobre uma sentença lavrada por uma organização desportiva, creio que não deve ter força de lei sobre a FIA. Pelo menos é assim em relação à FIFA, que até ameaça as federações de suspensão das suas equipas nacionais, caso haja qualquer caso a ser lavrado em tribunais civis.

Se a FIA comportasse como a FIFA, esta deveria recorrer desta sentença e não autorizar a entrada do irrequieto italiano a qualquer boxe de qualquer autódromo até ao final dos seus dias. Ele e Pat Symmonds, que também viu a sua sentença anulada e tem direito a uma indemnização de cinco mil euros. Mas algo me diz que, neste mundo cinzento e maleável, a FIA irá comportar-se desta maneira. Espero que esteja tremendamente enganado, mas acho que, a bem da própria organização, deveria reforçar o peso das suas leis, sob pena do seu próprio descrédito. E isso não era bom para a sua imagem, numa altura em que esta precisa de ser recuperada.

Isto não é o fim do caso. Eventualmente, Jean Todt e a FIA irão reagir, recorrendo da sentença para um tribunal superior, eventualmente às mais altas instâncias nacionais e europeias. Vai ser uma questão de prestigio, pois caso contrário, qualquer dia teremos Ron Dennis a pedir à FIA que revogue a desclassificação de 2007, resultante do "Stephneygate", e o retorno dos 500 milhões de dólares que foi obrigado a entregar à FIA, resultante da multa que foi obrigada a pagar.

Acho que a FIA deveria recorrer, pois sabe-se que Briatore, que apesar de genial, tem imensos anticorpos no "paddock", e estes até parecem ter respirado melhor após a sua expulsão. Pessoalmente não gosto dele, pois pareceu-me ser um corpo estranho, tipico desta era corporativista de "marketing", que Bernie Ecclestone e Max Mosley tanto cultivaram e este último decidiu "enxotar" no seu último ano de mandato, quase causando a cisão da categoria máxima do automobilismo. Se o defendi no ano passado, foi porque detestava mais o Mosley. E quando se afastou, não chorei lágrimas de crocodilo pela sua partida.

Como já disse anteriormente, isto não é o final da história. Seguirão outras cenas, de outros capítulos. Apesar de haver um novo galo, a politica que segue não vai ser muito diferente da anterior. Eles vão recorrer, nem que seja por uma questão de honra pois ver uma sentença destas anulada por um mero tribunal comum é demasiado humilhante. E como disse atrás, um precedente perigoso.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Noticias: Renault suspensa, Briatore banido!

A FIA decidiu esta manhã suspender a Renault da Formula 1 por dois anos, mas a sua pena fica em suspenso até 2011. Flávio Briatore foi banido da competição, enquanto que Pat Symmonds será impedido de trabalhar na Formula 1 durante cinco anos, até 2014.

A sentença do "Singaporegate" foi dura, especialmente para Briatore e Symmonds, enquanto que os pilotos Nelson Piquet Jr. e Fernando Alonso sairam ilibados, e os resultados da corrida não foram alterados, dado que já passou o prazo para que tal possa acontecer.

E assim terminou aquilo que foi provavelmente um dos maiores escândalos da Formula 1, onde um piloto foi obrigado a bater para fazer sair o Safety Car, em beneficio de outro piloto, nomeadamente o seu companheiro de equipa, que acabou por vencer o Grande Prémio. E as desconfianças daquele tempo se tornaram realidade no dia em que o piloto que foi obrigado a bater foi despedido da sua equipa. Claro, quando as comadres se zangam, as verdades vêm ao de cima... será que agora Nelson Piquet Jr. terá uma segunda oportunidade na Formula 1? Existem oito vagas em aberto na temporada de 2010, em principio.

Agora resta saber se a Renault vai cumprir integralmente com o Acordo da Concordia. Eventualmente sim, mas será que a mente de Carlos Ghosn, o presidente de Renault/Nissan estará virada para ali? Vejo-o a falar com mais entusiasmo na sua linha de carros electricos do que própriamente do futuro da marca na competição. E o sucessor do agora banido Flávio Briatore, quem será?

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Oficial: Flávio Briatore e Pat Symmonds sairam da Renault

A Renault anunciou esta manhã, num curto comunicado, que Flávio Briatore e Pat Symmonds decidiram sair da equipa do losanglo, que após a divulgação do "Renaultgate", estavam sob fogo intenso.

No comunicado oficial da Renault pode ler-se também que a equipa não irá argumentar a sua defesa relativamente às acusações de ter ordenado o acidente de Nelson Piquet Jr. no GP de Singapura do ano passado: "A ING Renault F1 Team não vai argumentar em sua defesa relativamente às alegações feita pela FIA relativas ao GP de Singapura 2008. Queremos igualmente referir que o Director Geral, Flavio Briatore e o engenheiro Chefe, Pat Symonds, abandonaram a equipa. Até à audiência do Conselho Mundial em Paris, a 21 de Setembro, a equipa não fará qualquer outro comentário.", lê-se no comunicado.

Apesar de ainda não se saber as consequências deste acto, sabe-se que foi concedida imunidade a Piquet Jr. e a Pat Symmonds, no sentido de incriminar Briatore por ter tido a ideia de retirar de cena o piloto brasileiro, para colocar o Safety Car em pista e proporcionar a vitória de Fernando Alonso no primeiro Grande Prémio nocturno da história da Formula 1.