quarta-feira, 7 de outubro de 2026

A imagem do dia


Soube-se ontem da morte de Eva Marie Saint, aos 102 anos de idade. Era uma das últimas sobreviventes da “era de ouro” de Hollywood, vencedora de um prémio da Academia (Óscares) em 1956 por “Há Lodo no Cais”, do Elia Kazan.

Ela participou em filmes icónicos como “Intriga Internacional” (North by Northwest), do Alfred Hitchcock, ao lado de Cary Grant; ou “Exodus”, de Otto Preminger, ambos estreados em 1959.

Mas para estas bandas, ela foi Louise Frederikson, a amante de do piloto francês Jean-Pierre Sarti - papel interpretado pelo ator francês Yves Montand - no filme “Grand Prix”, de 1966, realizado por John Frankenheimer. Sim, uma atriz, de certo modo, secundária, e neste filme teve um papel secundário, mas que participou em alguns dos mais icónicos filmes da história do cinema.

Um destes dias escrevo por aqui a saga que foi fazer aquele que é, hoje em dia, um dos melhores filmes de automobilismo da história, não tanto pela sua história em si, mas pelas suas técnicas de filmagem que renderam três prémios da Academia de Hollywood, em 1967. Até irá calhar bem, porque faz agora 60 anos - estreou em dezembro de 1966 - sobre a sua estreia no grande ecrã.

Ars lunga, vita brevis, Eva Marie.

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