Mostrar mensagens com a etiqueta WRC2. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta WRC2. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

WRC: Rovanpera vai correr na Skoda em 2018

Aos 17 anos de idade, Kalle Rovanpera é considerado como o futuro dos ralis. E em 2018, vai continuar a correr no sentido de se estrear no mundial, com um Skoda na classe WRC2, ao lado do norueguês Ole Christian Veiby. A noticia de que o filho de Harri Rovanpera estará mais frequentemente no Mundial de ralis surge depois de ele ter conseguido o seu primeiro ponto, quando acabou o rali da Austrália na décima posição.

A dupla Rovanpera/Veiby vai ser das mais jovens de sempre, pois o finlandês têm 17 anos e o norueguês 21. Este último já andou em provas de rallycross ao volante de um Volkswagen Polo da Volkswagen Team Sweden. Veiby também já pontuou, conseguindo o décimo posto no rali da Catalunha. 

Resta saber quantos ralis Rovanpera irá fazer, pois tem uma participação de pelo menos cinco ralis no campeonato britânico em 2018.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Pedro Meireles já não vai usar o Fabia R5

Havia altas expectativas para Pedro Meireles, dado que o piloto de Guimarães e atual campeão nacional ter adquirido um Skoda Fabia R5 direto da fábrica, para o estrear no Rali de Portugal, e mesmo assim, em preparação para o Rali dos Açores, que acontecerá duas semanas mais tarde. Contudo, a poucos dias de começar, o desapontamento tomou conta da equipa, depois de um toque no carro revelar uma fissura no motor, que o impede de usar neste fim de semana.

“Um pequeno toque que demos neste teste trouxe-nos um enorme amargo de boca. O que à partida parecia ser um simples trocar de braços e amortecedor, veio-se a revelar pior que o previsto”, referiu Pedro Meireles à Autosport portuguesa, acrescentando: “Uma pequena fissura no bloco do motor foi detetada, talvez devido ao facto do embate se ter dado com a roda virada".

Apesar da assistência da Skoda Motorsport, as coisas acabaram por não acontecer. "Tentámos de tudo para estar presentes no Škoda Fabia R5, mas infelizmente devido ao facto de todos os motores disponíveis nesta altura estarem já devidamente encaminhados, não foi possível. Se o facto de termos sidos privilegiados com a atribuição das primeiras unidades do carro, também sabíamos que iríamos estar sujeitos às contingências do que a estreia dum projeto destes acarreta e que normalmente a disponibilidade de peças não abunda nestas alturas", reforçou.

Contudo, o piloto de Guimarães não vai ficar de fora, pois pediu a Carlos Martins para que recuperasse o Fabia S2000 para poder correr neste rali, ficando a estreia do R5 para uma próxima oportunidade: "É um esforço extra enorme da nossa parte, mas não podíamos deixar de estar presentes nesta emblemática prova. Agradecemos desde já a Sports & You e ao Carlos Martins, o terem permitido esta solução e que demonstra a postura exemplar de ambos. Resta-nos agora ir para a prova dignificar os patrocinadores e desfrutar do Rali de Portugal no Norte, esperando que tudo corra pelo melhor", concluiu.

As expectativas de três portugueses no rali local

Miguel Campos, Miguel Jorge Barbosa e João Barros serão três dos pilotos portugueses que competirão neste rali de Portugal, sem grandes aspirações a não ser o melhor piloto nacional, numa categoria recheada de bons nomes do automobilismo mundial. Curiosamente, todos eles vão correr neste rali com Ford Fiesta R5, na categoria WRC2 e todos têm o mesmo objetivo: chegar ao fim e gozar o momento, numa altura em que o rali regressa ao Norte de Portugal, região do qual todos são naturais.

“O Rali de Portugal é uma prova de gestão, porque representa mais de dois ralis do Nacional em termos de extensão e, além disso, os pisos devem estar completamente destruídos quando nós passarmos”, começou por dizer João Barros à Autosport portuguesa.

Porém “não temos qualquer pressão e não vamos andar devagar, mesmo sabendo que não teremos ritmo para os pilotos de WRC2. Vou para me divertir num rali que será uma festa e um prazer para alguém como eu, que sente a paixão que há nesta região pelo desporto automóvel”, concluiu o piloto de Paredes, que cresceu a ver os pilotos a passarem perto da sua casa.

“É verdade, lembro-me bem de sair de casa todo contente, com os amigos, e irmos para os troços para ver o Mäkinen, Sainz, McRae, Auriol e tantos outros. Era uma emoção especial para quem gostava de automóveis e de ralis. Nunca imaginei que um dia eu próprio poderia ser um dos intervenientes da prova e, sobretudo, voltarmos a ver os WRC na minha região. O Shakedown em Baltar, por exemplo, fica a 500 metros da casa do meu pai”, finalizou.


Quanto a Miguel Campos, que começou com um Peugeot 208 Ti16, mas que trocou por um Fiesta R5 fornecido pela M-Sport, deseja contribuir para o espectáculo que é o Rali de Portugal.


“Gostei muito do Fiesta R5 no teste e quero ambientar-me rapidamente e poder contribuir para o grande espetáculo que é o Rali de Portugal. Sei que o Ford Fiesta R5 é um modelo muito bem construído e capaz de garantir resultados”, explicou o piloto de Famalicão, que será navegado por Carlos Magalhães.

“É o regresso a uma casa que conheço bem. Esta prova está carregada de simbolismo e vamos entrar em competição com o objetivo de fazer boa figura”, concluiu.

Já Miguel Jorge Barbosa, tem a sua máquina assistida pela ARC Sport, e já andou com ele por 45 quilómetros em troços na zona de Nelas, e ficou com boas impressões sobre o bólido.

“Gostei muito do Fiesta R5 em terra, pois é muito confortável a passar por cima do mau piso e ágil em todas as situações, mas é evidente que me faltam quilómetros de adaptação, sobretudo, quanto aos limites da travagem, pelo que é impossível pensar em lutar pelas primeiras posições entre os portugueses. Vamos andar o melhor possível mas com o espírito de nos divertirmos e não vale elevar muito a fasquia competitiva”, frisou o piloto.

Barbosa, que já foi campeão nacional de Produção, irá ter a seu lado Alberto Silva, e lembra que “não quer elevar as expetativas em termos de resultados pois vamos para nos divertir e conseguir o melhor resultado possível sem qualquer tipo de pressão”, finalizou.