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terça-feira, 23 de maio de 2023

Youtube IndyCar Crash: O acidente de Katherine Legge e Stefan Wilson

As 500 Milhas de Indianápolis deste ano estão a correr muito bem. Sem acidentes na qualificação, ou noutros dias, parecia que tudo iria ficar assim... até esta segunda-feira, quando Katherine Legge e Stefan Wilson, dois dos pilotos que apenas irão participar nesta corrida, colidiram um contra o outro e bateram na parede na curva 1. 

Pelos vistos, ambos safaram-se sem aparentes ferimentos, a não ser no seu amor-próprio. E os carros poderão ser reparados até ao dia da corrida.   

Post-Sciptum: Wilson, depois de ter sido transportado para o Centro Médico do hospital Metodista de Indianápolis, descobriu-se uma fratura na 12ª vertebra torácica e ficará a noite para observação. E como tal, não será autorizado pelo centro médico a competir nas 500 Milhas, que acontecerá no domingo. 

domingo, 21 de maio de 2023

A imagem do dia


Este domingo teremos muitas coisas, como o Fast Nine, a pole-position e o Bump Draft nas 500 Milhas de Indianápolis. E claro, como já notou, será definida a grelha. Mas a pessoa que está aqui fez história, e marcou de muitas maneiras, nesta edição da Indy 500. 

Primeiro que tudo: Katherine Legge, de 42 anos, é a única mulher na grelha. Segunda, apenas fará nesta temporada as 500 Milhas de Indianápolis, mas ficará na grelha de forma definitiva. E a terceira, e mais surpreendente, foi a única piloto da sua equipa que garantiu a qualificação, porque ela corre pela Rahal-Letterman. Todos os outros estarão no Bump, ou seja, no fundo da grelha. O que se tornou num pequeno escândalo nesta edição, onde estarão 34 carros para 33 lugares. Ou seja, haverá um piloto que verá a corrida das bancadas. 

Quanto ao valor ali marcado: em "resto do mundo", esses 231,596 milhas por hora significam 372,717 km/hora, ou seja, essa senhora andou a voar baixinho nas quatro voltas que deu para marcar o seu tempo. O que é impressionante, mas nada que já tenha feito. Afinal de contas, é uma veterana nos monolugares, na Champcar e na IndyCar... e até na Formula E. 

Resta saber o que poderá fazer na corrida, dentro de uma semana. E se terá a companhia dos seus companheiros de equipa na Rahal. 

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Noticias: Acidente deixa ferimentos em piloto


A European Le Mans Series parecia ter um trunfo com a apresentação de uma equipa cem por cento feminina no seu alinhamento. O Oreca LMP2 da Richard Millie tinha como tripla a veterana Katherine Legge, a colombiana Tatiana Calderon e a alemã Sophie Florsch, de 20 anos, e esta tarde, sofreu um acidente grave com a veterana britânica ao volante, enquanto se preparavam para as 4 Horas de Paul Ricard, que vai acontecer neste final de semana.
 
As primeiras informações indicam que Legge, de 40 anos, sofreu fraturas na perna direita e no pulso direito, tendo sido evacuada para Toulon para mais avaliações do seu estado de saúde. Ela estava consciente depois do momento do impacto e afirmou que a causa provável do acidente poderá ter sido uma avaria no acelerador.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Endurance: Uma tripla feminina no ELMS

A Richard Mille Racing anunciou esta terça-feira que uma tripla feminina estará presente na European Le Mans Series de 2020, a bordo de um Oreca 07. A alemã Sophia Floresch, a britânica Katherine Legge e a colombiana Tatiana Calderon serão as pilotos para a nova temporada.

Legge, a mais experiente - 39 anos de idade - já andou em todo o tipo de carros, desde a IndyCar até aos GT's, passando pela Formula E. Quanto a Floresch, esteve a competir na formula 3 europeia, e irá se estrear na Endurance, enquanto Calderon, de 26 anos, depois de uma temporada na Formula 2, está agora na Superformula japonesa. 

Para além da competição europeia, poderá também estar em vista uma participação nas 24 Horas de Le Mans.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Noticias: Sete mulheres vão testar um Formula E

Sete mulheres vão testar um Formula E numa sessão de testes após a ronda inaugural da competição, em Riyadh, na Arábia Saudita. E entre elas quase todas as mulheres-piloto que existem no automobilismo de monolugares. As mulheres escolhidas foram as britânicas Jamie Chadwick e Katherine Legge, a árabe Amina Al Qubaisi, a espanhola Carmen Jordá, a holandesa Beitske Visser, a colombiana Tatiana Calderon e a suíça Simona de Silvestro

Como já foi dito na véspera, Calderon correrá pela Techeetah, enquanto Jordá fará pela Nissan e.dams. Já a holandesa Visser andará no BMW Andretti, com Qubaisi a fazer pela Virgin. Já Chadwick andará pela NIO, Silvestro pela Venturi - ela é piloto oficial de testes e simulador - e Legge, que também já fez algumas corridas, fará pela Mahindra.

O teste vai ser feito nos dias a seguir à corrida saudita, que vai acontecer no dia 15 de dezembro nas ruas de Riyadh.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Daytona vai ter uma equipa totalmente feminina

As 24 Horas de Daytona são apenas em janeiro, mas já se prepara para a corrida de 2019. E a grande novidade será uma equipa totalmente feminina. Um Acura NSX GT3 Evo da Michael Shank Racing (MSR) andará na oval americana e será pilotado por quatro mulheres: a americana Jackie Heinricher, a suíça Simona de Silvestro, a brasileira Bia Figueiredo e a britânica Katherine Legge. A piloto de desenvolvimento também é uma mulher, com apelido de lenda: Loni Unser, descendente de Al Unser Sr, Bobby Unser e Al Unser Jr

Heinricher, que é uma veterana do Exército, é piloto na Lamborghini Super Trofeo North America, é também fundadora de uma companhia de biotecnologia, a BooShoot. Contudo, o patrocínio será da Catrepillar (CAT), a firma de máquinas de construção.

"Tenho a honra de fazer esta parceria com a CAT e ter o apoio deles", começou por dizer Heinricher.

A minha visão tem sido reunir uma equipa diversificada de quatro das mulheres mais rápidas do mundo, para unir forças e competir juntas e [agora] com o apoio da CAT, vejo a minha visão de longa data se tornar realidade. Estou muito feliz por me juntar a Michael Shank e toda a equipa MSR nesta parceria vencedora e ter a honra de competir com Katherine, Bia e Simona."

A equipe também nomeou a Loni Unser como um driver de desenvolvimento.

"Este é realmente um esforço inovador para o próximo ano, não só para nós mas também para a série", começou por dizer Michael Shank. "É ótimo ter Katherine de volta conosco, ela está indo muito bem nesta temporada enquanto lutamos pelo campeonato".

Também quero agradecer a Jackie pelo desenvolvimento da parceria da Caterpillar e estamos empolgados em tê-la a bordo. Simona e Bia também são talentos muito fortes, e esperamos que com todos eles juntos possamos fazer uma declaração no próximo ano.”, concluiu.

Esta vai ser a segunda dupla totalmente feminina nas 24 horas de Daytona. Em 1967 - há 52 anos! - quando a tripla feminina constituída por Janet Guthrie, Anita Taylor e Smokey Drolet correram a bordo de um Ford Mustang.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Uma equipa totalmente feminina em 2016

As 500 Milhas de Indianápolis de 2015 já acabaram, mas há quem planeie de antemão para 2016, pois vai ser a altura da centésima edição da corrida no "Brickyard". E entre os que se propõem para a prova, eis a Grace Autosport. Uma equipa totalmente feminina, com diretora, engenheiras e piloto femininas.

A iniciativa é de uma engenheira veterana, Beth Paretta, e terá como piloto a britânica Katherine Legge, e a ideia é a de educar, para além das ambições de ser tão boa como a Penske e a Chip Ganassi. "Vai ser mais do que apenas dirigir uma equipa na corrida, vai ser realmente um plano de longo prazo para conseguir com que mais mulheres fiquem envolvidas nas corridas e, finalmente, envolvidas e interessadas em uma carreira na área CTEM: ciência, tecnologia, engenharia e matemática", afirmou Paretta na apresentação da equipa na passada sexta-feira em Indianápolis.

A experiência de Paretta é grande: em 2012, ajudou a Penske a conseguir o título na Sprint Cup da NASCAR, e dois anos depois, esteve na United SportsCar Championship ao volante da equipa SRT, onde alcançou o título na classe GT.

"Do ponto de vista do negócio, isso é algo que nunca foi feito antes", disse Paretta. "E isso é emocionante. De muitas maneiras, isto vai ser um impulso para a IndyCar como série, um aviso para toda a paisagem automobilistica dos Estados Unidos. Mas, na verdade, isto nunca foi feito em nenhum lugar do mundo. Nós escolhemos a IndyCar a e Indianapolis 500 porque é o maior palco do mundo. Esta é a maior corrida e ele vai ser seguida pela maioria dos telespectadores. Por essa razão, há um monte de empresas que estão procurando fazer parceria com uma equipe que vai trazer mais do que apenas competição", continuou.

"Isto é uma mensagem. Esta é uma iniciativa educativa. Há um monte de empresas que têm uma iniciativa CTEM, e em parceria com uma equipe como a nossa, porque somos mais do que uma equipa, isto é realmente uma iniciativa educacional, e isso é realmente um bom alinhamento porque um monte de empresas estão olhando para alinhar num programa como este", concluiu.

Para Legge, a oportunidade de trabalhar com Paretta e construir uma base maior de participação feminina no automobilismo era um assunto de particular interesse.

"É provavelmente uma das coisas mais emocionantes no qual já estive envolvido," começou por dizer ela. "Estou muito orgulhoso de fazer parte disso. Eu acho que para mim é um projeto de longo prazo. Vai ser, ele vai crescer e vai-se tornar em algo enorme. É algo que eu estou muito apaixonado desde há algum tempo", continuou a piloto britânica de 34 anos.

"Obviamente, competência tem sido a minha vida por mais anos do que eu gostaria de dizer a todos. Realmente, esta é a minha outra paixão e pode até inspirar cinco ou dez jovens mulheres para entrar em assuntos relacionados com o CTEM e podemos marcar pontos no sentido de 'se ela está nisso, então é uma coisa boa.", concluiu.

Veremos no que isto vai dar. Mas é um excelente projeto, e parece que os Estados Unidos estão a marcar uma posição neste campo. Agora resta saber se aparecerão em 2016 para ver o que elas poderão fazer contra um mundo maioritariamente dominado pelos homens.

sábado, 13 de setembro de 2014

Youtube Motorsport Presentation: A Amlin Aguri, equipa da Formula E


A poucas horas da corrida inaugural da Formula E, seria interessante colocar aqui um video sobre uma das equipas presentes, a Amiln Aguri. O video é curtinho, cerca de um minuto e 42 segundos, mas têm lá as declarações do António Félix da Costa, da Katherine Legge e de Takuma Sato, que vai guiar o carro em Pequim, porque o piloto português está neste fim de semana a fazer o DTM

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Formula E: Aguri confirma mulher piloto na sua equipa

Se ontem a Venturi confirmou a sua dupla na Formula E, hoje foi a vez a Super Aguri, a equipa japonesa na competição, anunciar que um dos seus pilotos será... uma mulher: a britânica Katherine Legge. “Para mim isto é uma oportunidade emocionante. O carro é fantástico, parece ser excelente e será muito rápido. Correr ao longo das avenidas das principais cidades do Mundo será uma experiência incrível e penso que é uma grande oportunidade de levar as corridas até ao público. Vamos correr nas suas cidades e nas suas ruas”, comentou a piloto de 33 anos.

A Aguri (agora renomeada Amlin Aguri devido à etrada de um patrocinador) será a entrada japonesa a Formula E e confirmou a primeira mulher-piloto da competição, algo que foi saudado pelo presidente Alejandro Agag: "Estou muito contente em receber a Katherine na Fórmula E, e também a Amlin, que têm demonstrado seu compromisso com a mobilidade sustentável e a nova série totalmente elétrica da FIA. É fantástico ter a nossa primeira mulher-piloto e também esperamos muito que ela seja a primeiro de muitas para se juntar a este campeonato.", afirmou.

Aos 33 anos de idade (34 no próximo dia 12 de julho), a britânica Legge têm uma passagem por várias competições, nomeadamente a Formula Atlantic, onde foi terceira classificada, a CART, a IndyCar, a DTM (onde conseguiu uma volta mais rápida) e a Anerican Le Mans Series. Ainda não se sabe quem vai ser o segundo piloto da equipa, numa competição que começará a 13 de setembro, em Pequim.