quinta-feira, 18 de junho de 2026
CPR: 43 carros inscritos para o rali de Castelo Branco
segunda-feira, 16 de junho de 2025
CPR: Meeke lamenta o resultado, mas gostou da competição. Sordo concorda
Apesar do desfecho inglório, Meeke mostrou-se feliz com o resultado e o duelo com Sordo:
“É muito duro perder um rali assim. No entanto, estou muito feliz com a exibição. O duelo com o Dani [Sordo] foi excelente, ele é um dos melhores pilotos do mundo em asfalto. Por isso, tivemos mesmo de dar o máximo este fim de semana para me manter à frente. Quando a luta é assim, decidida por décimos de segundo em especiais tão rápidas, é um verdadeiro prazer competir.", começou por afirmar.
"Estou apaixonado pelo GR Yaris Rally 2. É incrível em terra, mas em asfalto é excecional. É, honestamente, um prazer conduzi-lo. A vitória neste rali era importante, pois sabemos que a concorrência é forte neste tipo de piso. Esta penalização retira-nos um triunfo que considero merecido, mas estamos confiantes que podemos voltar a vencer já na próxima prova. Com este carro e esta equipa, estamos mais próximos do sucesso.”, concluiu.
“Andámos a um ritmo elevadíssimo, num duelo fantástico pela vitória, mas não foi possível alcançar o objetivo, que era a conquista do primeiro triunfo da temporada.", começou por falar à Autosport portuguesa, antes da penalização. "Fico de algum modo desapontado, mas ao mesmo tempo tenho consciência de que me empenhei ao máximo, tal como a equipa do Team Hyundai Portugal, na tentativa de subir ao lugar mais alto do pódio. Creio que, em termos de futuro, ainda poderemos melhorar algumas afinações, de modo a conseguir a vitória perante uma concorrência tão forte.”, concluiu.
O CPR regressa no final do próximo mês, com o rali da Madeira.
domingo, 15 de junho de 2025
CPR: Penalizações no rali Castelo Branco mexem com a geral
A organização do Rali Castelo Branco decidiu aplicar penalizações de 15 segundos a Kris Meeke, Armindo Araújo e José Pedro Fontes mexeram com a geral, fazendo com que o britânico perdesse a vitória a favor de Dani Sordo, por meio segundo. Armindo Araújo, também penalizado, cai para quarto, no seu Skoda, seguido de Ricardo Teodósio, quinto no seu Toytoa GR Yaris Rally2, e José Pedro Fontes termina na sexta posição, no seu Citroen C3 Rally2.
No comunicado oficial da organização, a penalização acontece por causa de uma infração nas regras em relação à zona para o aquecimento dos pneus, no inicio da 12ª e última especial.
“Depois de apresentados aos pilotos a informação do diretor de prova, bem como as imagens de tracking da viatura relativos ao local onde aconteceu a infração, os mesmos assumem ter saído do percurso, justificando que o fizeram por razões de segurança, relacionadas com o facto de a Zona de Aquecimento de Pneus prevista no percurso não ser suficiente para os mesmos atingirem a temperatura ideal. Questionados pelos comissários sobre a razão porque não fizeram um pedido ao Diretor de Prova para aumentar a zona de aquecimento de pneus, referiram que foi um erro não o terem feito.", começa por referir.
"Assim, e apesar da alegação de razões de segurança para o ato, o CCD entende que as regras são claras quanto ao incumprimento do percurso do Road Book pelo que, decide aplicar esta sanção ao abrigo dos Artigos 11.9.1, 11.9.3a e 12.4.1h do Código Desportivo Internacional”, concluiu.
sábado, 14 de junho de 2025
CPR 2025 - Rali de Castelo Branco (Final)
Depois de Sordo ter acabado o dia de sexta-feira a liderar o rali de Castelo Branco, sábado começou com Meeke disposto a reagir, ganhando na primeira passagem por Vila Velha de Rodão, com uma vantagem de três segundos sobre Sordo, suficiente para passar para a frente por 2,7 segundos. Armindo foi terceiro na especial, a quatro segundos, seguido por Ricardo Teodósio, a 4,7, e José Pedro Fontes, a 5,2.
Meeke voltou a ganhar na passagem por Fratel, ganhando mais 2,4 segundos a Sordo, alargando a vantagem para 5,1. Pedro Almeida foi terceiro, a 7,8, Fontes o quarto, a 9,3 e Armindo perdeu 17,4 segundos, sendo nono na especial, e caindo dois lugares na geral.
Sordo reagiu e ganhou na segunda passagem por Vila Velha do Ródão, 0,6 segundos mais rápido que Meeke. Armindo foi o terceiro, a um segundo, enquanto Fontes foi o quarto, a 2,5.
“Foi uma manhã difícil, mas também muito divertida. Com uma diferença de apenas 0,3 segundos, sabia que precisava fazer algo para me destacar. Felizmente, conhecia aquele troço curto em Vila Velha de Ródão do ano passado e o carro estava a funcionar muito bem, o que me permitiu ganhar tempo ali e também na etapa seguinte. Ainda assim, 4,5 segundos não é muito.", começou por afirmar.
"Sei que o Dani está a dar tudo, e eu também estou a dar o máximo. É incrível quando a luta é assim renhida. À tarde vai ser modo ataque total novamente — não dá para relaxar com uma diferença tão pequena, especialmente contra alguém como o Dani. Mas, para mim, isso é o que torna tudo bonito. É muito bom quando estamos a lutar por décimos de segundo, estou mesmo a gostar”, concluiu.
Do lado de Sordo, ele aforma que precisa de mais uns ajustes no carro para poder ser mais rápido e tentar a aproximação a Meeke, enquanto que reconhece que os portugueses estão a dar mais luta que esperava.
“A verdade é que as diferenças no asfalto são muito difíceis de acompanhar, mas, enfim, o ritmo é elevado e os pilotos portugueses também estão muito próximos, em comparação com outros ralis. Mas estou a dar o meu melhor, acho que podemos ajustar um pouco as coisas no carro que me fariam melhorar o ritmo, mas não conseguimos encontrar a chave para ter uma boa dianteira”, contou.
Na parte final, Meeke reagiu e conseguiu o avanço que precisava para acabar como vencedor, conseguindo uma vantagem de 2,8 segundos sobre Sordo, 4,4 sobre Armindo e nove segundos sobre Pedro Almeida. José Pedro Fontes era o quinto melhor, a 9,9, e o pódio estava a 4,4, um pouco dificil de o apanhar, a não ser que o seu adversário tivesse algum problema.
E na última PEC, a Power Stage de Castelo Branco, Meeke consolidou a sua vantagem, com 1,9 segundos de vantagem para Ricardo Teodósio. Armindo Araújo foi o terceiro mais rápido no último troço do dia, para assim, carimbarem o terceiro lugar à geral, à frente de José Pedro Fontes, a 2,1. Dani Sordo foi o quarto melhor, perdendo 2,6 segundos.
Depois dos quatro primeiros, Pedro Almeida foi o quinto, a 1.12,9, na frente de Teodósio, o sexto, a 1.18,7. Sétimo foi Hugo Lopes, a 1.22,1, no seu Hyundai, na frente de Ruben Rodrigues, a 1.50,1, no seu Toyota Yaris Rally2, e a fechar o "top ten" ficaram o Volkswagen Polo R5 de João Barros, a 2.18,5, e o Mitsubishi Lancer Evo X de Adruzilo Lopes, a 4.56,6.
O CPR continua em agosto com o rali da Madeira.
sexta-feira, 13 de junho de 2025
CPR 2025 - Rali de Castelo Branco (Dia 1)
Primeiro rali da temporada de asfalto, o rali de Castelo Branco era esperado para saber até que ponto gente como Meeke e Sordo estariam longe dos portugueses, agora que estão a correr numa superfície diferente. Com passagens duplas por Freixial do Campo - Caféde e uma única por Barragem, antes da super-especial pelo centro de Castelo Branco, isto começou com Meeke na frente, ganhando 1,8 segundos sobre Dani Sordo e 3,9 sobre Armindo Araújo e Pedro Almeida, na segunda, Sordo reagiu e conseguiu triunfar, com dois segundos de avanço sobre Meeke. Pedro Almeida fez o terceiro melhor tempo, a 5,7, na frente de Ruben Rodrigues, a 6,8 e Armindo Araújo, o quinto melhor a 8,1. José Pedro Fontes foi o sexto, 9,4 segundos mais lento.
Com isto, Sordo passava para a frente, mais 0,2 sobre Meeke.
Na segunda passagem por Freixial do Campo - Caféde, Sordo voltou a triunfar, 2,8 sobre Meeke, seis segundos exatos sobre Armindo Araújo e José Pedro Fontes e 6,6 sobre Hugo Lopes, com Pedro Almeida a furar e perder 18,2 e quatro posições na geral.
No final do dia, em Castelo Branco, o melhor foi Meeke, que ganhou 2,7 segundos sobre Sordo, enquanto Ricardo Teodósio foi terceiro, a 4,8, Fontes a 5,9, Hugo Lopes a sete segundos e Armindo a oito.
Depois dos quatro primeiros, Ricardo Teodósio é o quinto, a 27,4, na frente de Hugo Lopes, a 31,2 no seu Hyundai. Pedro Almeida é o sétimo, a 33,4, com Ruben Rodrigues a ser oitavo, a 35,8, depois de perder algum tempo. A fechar o "top ten" estão o Volkswagen Polo R5 de João Barros, a 49,9, e o Skoda Fabia Rally2 de Diogo Marujo, a 57,2.
O rali de Castelo Branco prossegue neste sábado, com a realização das restantes oito especiais.
quinta-feira, 12 de junho de 2025
CPR (III): Hugo Lopes quer lutar por um bom resultado
Nas vésperas do rali, o piloto de Viseu afirma estar confiante para a prova:
"Vamos lutar por um bom resultado. Vai ser a primeira prova que fazemos com o carro em asfalto, mas os quilómetros que fizemos em testes correram bastante bem. A adaptação não foi difícil. É óbvio que ainda temos uma grande margem de progressão com o Hyundai i20 N Rally2, mas isso também nos deixa satisfeitos. É um carro fantástico, impressionante pelo comportamento e pela eficácia — o que até dificulta perceber os seus limites. A equipa da Sports & You tem sido inexcedível no apoio para nos ajudar a perceber o nosso verdadeiro potencial e a explorar ao máximo o carro. Por isso, vamos partir determinados em provar que podemos ser competitivos", sublinha Hugo Lopes.
"Vamos desfrutar o mais possível. Estamos a concretizar um sonho: defender as cores de uma equipa oficial e, ainda por cima, ao volante de um Rally2. O sentimento de responsabilidade é grande, mas também o entusiasmo e a motivação."
"Acreditamos que o Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão vai ser uma experiência fantástica. Não vemos a hora de partir para o primeiro troço. Vamos dar o nosso melhor e honrar a confiança de todos os que viabilizaram o projeto Hyundai Junior Team FPAK, incluindo os nossos patrocinadores.", concluiu.
O rali de Castelo Branco terá um percurso de 108,88 quilómetros cronometrados, repartido por 12 Provas Especiais de Classificação (PEC) – quatro disputadas na sexta-feira e oito no sábado.
CPR (II): Armindo quer triunfar em Castelo Branco
“Temos conseguido em Castelo Branco excelentes resultados e estaremos à partida do rali com a ambição de lutarmos uma vez mais por isso. Na fase de asfalto o ritmo do pelotão é sempre mais idêntico e, por isso, a luta pelas primeiras posições é ainda mais intensa. Vamos estrear um novo carro nesta prova [Skoda Fabia Evo2] e estamos muito motivados e otimistas”, disse.
O rali de Castelo Branco tem 12 especiais, e acontecerá ao longo do fim de semana.
CPR: Meeke quer continuar a triunfar no CPR
Nas vésperas do rali, e acompanhado do seu navegador, Stuart Loudon, Meeke está entusiasmado por regressar aos comandos do GR Yaris Rally2 e voltar a lutar pelas primeiras posições.
"Vai ser, sem dúvida, um desafio interessante. Será a minha primeira vez com o Yaris em asfalto, por isso há muito para aprender.", começou por afirmar. "Além disso, não conduzimos em asfalto desde o Rali Vidreiro do ano passado, por isso será também um regresso importante a este tipo de piso. Tivemos um dia de testes na terça-feira, o que foi fundamental para ganhar confiança e preparar-nos da melhor forma.", continuou.
"Há muitos aspetos novos para assimilar e, olhando para o percurso do Rali de Castelo Branco, há muitas especiais novas. Isso significa que o conhecimento prévio não terá um peso tão grande, o que torna tudo ainda mais competitivo. Vai ser certamente uma luta renhida, especialmente com o Dani, mas estou bastante entusiasmado com o desafio. Agora o foco está fazer um bom reconhecimento e depois veremos o que acontece. Estou mesmo muito motivado e ansioso por começar.", concluiu.
O rali de Castelo Branco acontecerá nesta sexta e sábado, e terá 12 especiais de classificação.
Youtube Rally Video: Os testes para o Rali de Castelo Branco
O rali de Castelo Branco acontecerá no próximo fim de semana, e será o primeiro rali em asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis, o CPR, depois de quatro ralis em terra, dos quais culminaram no Rali de Portugal.
E neste video, pode-se ver os testes feitos por Ricardo Teodósio e José Pedro Fontes, em preparação para a prova.
quarta-feira, 11 de junho de 2025
CPR: Teodósio ansioso pelo rali de Castelo Branco
Ao volante do Toyota GR Yaris Rally2, a dupla algarvia encara com entusiasmo a mudança de superfície e acredita que o asfalto poderá garantir a competitividade que tem vindo a consolidar ao longo da época.
“Temos boas expectativas para Castelo Branco.”, começou por afirmar. “Depois de várias provas em terra, o regresso ao asfalto pode ser uma oportunidade para voltarmos a estar mais perto dos lugares da frente. O carro está cada vez mais afinado e acredito que temos condições para lutar por um bom resultado apesar de sabermos que não será fácil diante de uma concorrência tão forte e fruto de toda a necessidade de adaptação ao Toyota e aos pneus Hankook.”, continuou.
“Temos trabalhado bastante na adaptação do carro para esta prova. O asfalto exige muito rigor, tanto na condução como na escolha das afinações, e queremos tirar o máximo proveito disso para recuperar pontos importantes no campeonato”, garantiu o piloto.
Quanto a José Teixeira, o seu navegador destacou a evolução positiva ao longo da temporada e a ambição da equipa para a nova fase do CPR.
“Sabemos do nosso potencial e sentimos que estamos cada vez mais próximos de alcançar o nível que pretendemos. O ambiente na equipa é muito positivo, os nossos patrocinadores continuam a acreditar em nós e vamos dar tudo para corresponder em Castelo Branco.”, concluiu.
O rali de Castelo Branco acontece no próximo fim de semana.
terça-feira, 10 de junho de 2025
CPR: Fontes quer potenciar mais o seu C3
Assim, é com ambição redobrada que a dupla encara o próximo fim de semana do CPR, esperando também que subam na geral.
"Os resultados alcançados até à data não refletem nem o empenho da equipa, nem o verdadeiro potencial do C3 Rally2, modelo que foi alvo de contínuas afinações com vista a otimizar o desempenho nos troços de terra. Mas há que olhar para a frente e aproveitar todo o potencial da passagem do campeonato para a sua fase de asfalto, que se prolongará até final da época", começou por contar José Pedro Fontes.
"Nunca escondemos ser esse o palco da nossa preferência, pois sabemos que podemos ser mais competitivos e que o C3 Rally2 preparado pela Sports & You pode demonstrar todo o seu potencial, numa altura em que o carro integra a totalidade das evoluções da Citroën Racing. O Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão é uma excelente oportunidade para começar a recuperar os pontos perdidos, numa segunda metade da época que pretendemos realizar em melhor forma. Vamos convictos das nossas capacidades e certos que podemos estar na luta pelos triunfos", concluiu.
sexta-feira, 21 de junho de 2024
CPR 2024 - Rali de Castelo Branco (Dia 1)
Com quatro especiais - Caféde-Juncal do Campo e uma passagem dupla por Chão da Vã-Sarzedas - o rali começou com Meeke a ganhar em todas elas: na primeira especial, ganhou cinco segundos a José Pedro Fontes. Na segunda, mais 2,3 sobe o piloto da Citroen, e na terceira, mais 2,1. Na especial noturna "Reconquista", de Castelo Branco, ele foi 4,4 segundos mais rápido sobre Armindo Araújo, com Ricardo Teodósio a 5,8. José Pedro Fontes foi quarto, a sete segundos.
Depois dos quatro primeiros, João Barros é o quinto, no seu Volkswagen Polo GTi, a 35,4, na frente de Ricardo Teodósio, sexto, a 51,7. Pedro Almeida é o sétimo, a 1.01,3, na frente de Hugo Lopes, o melhor dos Rally4, a 1.34,7, e a fechar o "top ten" estão Ernesto Cunha, a 1.36,4, a Ricardo Filipe, a 1.45,8.
O rali de Castelo Branco acaba neste sábado, com a realização das restantes sete especiais.
quinta-feira, 20 de junho de 2024
CPR: Meeke espera concorrência mais forte
Antes da prova, o piloto britânico, que corre pela Hyundai Portugal, fala sobre a prova, do qual acha que a concorrência será mais acirrada que anteriormente.
“Sendo o primeiro rali da época em asfalto, de certeza que será um desafio interessante. Lembro que o ano passado estava um calor incrível. As altas temperaturas não tornam as coisas fáceis no decorrer do rali. Prevejo uma luta dura pela vitória, pois parece-me que os pilotos portugueses são muito mais fortes no asfalto por comparação à terra. Veremos até onde posso ir, mas espero fazer um bom trabalho para poder desfrutar e começar bem a época de asfalto...”, disse.
Com 60 carros inscritos, o Rali de Castelo Branco terá um total de onze provas especiais de classificação, divididas em duas etapas a disputar na sexta-feira e sábado.
segunda-feira, 13 de junho de 2022
CPR 2022 - Rali de Castelo Branco (Final)
Nas quatro especiais que faltavam para concluir o rali, e com cinco pilotos a estarem a menos de 30 segundos da liderança, ali iria ver qual deles é que se daria melhor. O dia começava com as duas passagens por Sobral do Campo - São Vicente da Beira e São Vicente da Beira - Louriçal do Campo, uma das quais o Power Stage. E começava com José Pedro Fontes ao ataque, triunfando nas duas primeiras especiais, no primeiro, deixando Armindo Araújo a 1,2 segundos, e no segundo, Bruno Magalhães ficou a seguir, a 0,9 segundos e Armindo a 1,0. Mas com Miguel Correia a perder tempo - 11,1 segundos na primeira passagem por Sobral do Campo - São Vicente da Beira - o piloto de Santo Tirso estava mais à vontade.
Teodósio acabou por triunfar na décima especial, batendo Fontes e Araújo, mas na Power Stage, o melhor acabou por ser Bruno Magalhães, 0,6 segundos melhor que José Pedro Fontes, 4,3 sobre Armindo Araújo e 4,4 sobre Miguel Correia.
“Conseguimos vencer este rali pelo quarto ano consecutivo e chegar à segunda vitória do ano. Foi uma prova bastante difícil, já o sabíamos à partida, mas trabalhamos muito para sairmos daqui com este resultado. Andamos sempre num ritmo que nos permitiu manter a primeira posição e, como as diferenças foram sempre muito reduzidas em cada especial, nunca tivemos hipóteses de gerir o nosso andamento. Estivemos irrepreensíveis do início ao fim e estamos muito contentes com esta vitória”, começou por dizer.
“Foi muito importante vencer nesta primeira prova em pisos de asfalto e sobretudo conseguirmos aumentar significativamente a vantagem no comando do CPR. Temos agora quase a pontuação de um rali sobre o segundo classificado, o que é uma excelente margem sem dúvida. Esta diferença, contudo, não nos fará mudar o foco e vamos para a próxima prova com o objetivo claro de lutar por nova vitória. Queremos continuar a consolidar, em todos os ralis, a liderança para conseguirmos chegar ao grande objetivo que é o título”, concluiu.
Depois dos três primeiros, Bruno Magalhães ficou com o quarto posto, a 40,5 segundos, conseguindo passar na Power Stage o carro de Pedro Meireles, noutro Hyundai i20 Rally2, a 41,2 segundos. Sexto ficou Daniel Nunes, a mais de quatro minutos do ganhador, num Ford Fiesta Rally3, na frente de Daniuel Nunes, num Dacia Sandero Rally4, a 5.31,5, enquanto que o oitavo foi Ricardo Sousa, num Peugeot 208 R4, a 5.34,2, e a fechar o "top ten" ficaram Ernesto Cunha, noutro Peugeot 208 R4 e Paulo Caldeira, num Citroen C3 Rally2, a 7.19,2.
sexta-feira, 10 de junho de 2022
CPR: Bruno Magalhães ambicioso para Castelo Branco
Na antevisão da prova, demonstrou-se otimista com o desenho do traçado desta prova. “Normalmente, dou-me bem nos ralis com classificativas novas e, portanto, logo à partida agrada-me o desenho deste Rali de Castelo Branco.", começou por dizer.
"Quanto ao resto, e falando de ambições, só penso em tentar vencer de novo com o Hyundai i20 N Rally2. Sinceramente, espero que a sorte mude, para poder traduzir em resultados o andamento demostrado tanto no Rally de Portugal como já antes. Portanto, só penso em atacar e vencer em Castelo Branco. Neste rali vamos regressar aos pisos de asfalto e fiquei satisfeito com os resultados dos testes de preparação efetuados no início desta semana”, referiu.
CPR: Teodósio moralizado para Castelo Branco
Nas vésperas da prova, afirmou o seu estado de espírito perante a sua máquina, o rali e a sua situação no campeonato.
“Senti-me bastante confortável a conduzir o Hyundai i20 N Rally2 no asfalto e gostei da forma como decorreu a jornada de preparação do próximo rali. Com a vitória na prova do CPR no Rally de Portugal sinto-me mais moralizado do que nunca. Em anos anteriores já ganhei uma vez em Castelo Branco e fui segundo classificado duas ou três vezes. Se for possível agora, é tempo de eu vencer de novo e repetir o resultado da prova anterior.”, comentou o piloto algarvio.
O Rali de Castelo Branco, com um total de 11 classificativas, com 102,90 quilómetros de troços cronometrados, divididos entre sábado e domingo, será totalmente em asfalto e apresenta este ano um itinerário completamente novo e que os pilotos do CPR vão percorrer pela primeira vez, o que não deixa de ser desafiante para máquinas e pilotos.
quinta-feira, 9 de junho de 2022
CPR: Armindo busca nova vitória em Castelo Branco
E em caso de novo triunfo, a sua liderança sairá reforçada e um novo título nacional parecerá ser possível.
“Conseguimos vencer este rali nas últimas três edições e partimos para esta prova com o objetivo de chegarmos à quarta vitória consecutiva. Este ano teremos um rali completamente diferente dos anteriores e um desafio ainda maior pela frente. Particularmente sempre gostei muito das especiais da zona de Castelo Branco e estou convicto que estaremos na discussão do primeiro lugar final”, começa por dizer o piloto de Santo Tirso.
“A partir daqui todas as provas que faltam disputar até ao final do campeonato serão em pisos de asfalto e é importante começarmos esta fase da melhor maneira possível. Acima de tudo queremos sair deste rali com a nossa liderança reforçada e tudo faremos para que isso aconteça. A nossa motivação, como sempre, está elevada e toda a equipa focada na luta pela vitória”, disse ainda Armindo Araújo.
O rali de Castelo Branco terá uma lista de 51 equipas inscritas, com 11 classificativas percorridas nos dias 11 e 12 de junho.
domingo, 13 de junho de 2021
CPR: Armindo Araújo triunfa em Castelo Branco
"Levamos daqui uma vitória, que era o nosso grande objetivo. Nós acho que tivemos uma boa postura durante toda a corrida, tivemos sempre na liderança ou muito perto da liderança. Ele [José Pedro Fontes] estava a fazer uma excelente prova mas teve um azar que poderia ter acontecido a mim, e as corridas são assim. Em relação a nós, foi um fim de semana em cheio e foi muito importante para o campeonato.", contou o piloto de Santo Tirso no final da prova.
Com a super-especial de sábado à noite anulado por causa das restrições da pandemia, o dia seguinte começou com José Pedro Fontes de volta ao asfalto e a vencer, 0,3 segundos na frente de Armindo Araújo e de Ricardo Teodósio, que terminaram empatados. Bruno Magalhães era quarto, perdendo mais 5,1 segundos.
E foi assim na sétima especial, onde Teodósio levou a melhor, mas apenas tirou 1,7 segundos a Armindo, que fora terceiro atrás de José Pedro Fontes, segundo a 1,4. Não iria ser fácil para apanhar, porque a diferença era de 10,8 segundos, e havia apenas a Power Stage pela frente.
Mas Teodósio não se intimidou e venceu a última especial, com uma vantagem de 3,2 sobre Bruno Magalhães e quatro segundos para Armindo, insuficiente para o bater, dando ao piloto de Santo Tirso o triunfo. Mas mesmo assim, Teodósio sentiu que o segundo posto tinha sabor a vitória.
"Ganhamos hoje os três últimos troços e no primeiro, só fizemos um tempo 0,3 segundos menos veloz que o José Pedro Fontes e só igualamos o tempo do Armindo. Foi um dia positivo, só foi pena o rali ter começado ontem, porque tivemos umas quantas peripécias pelo caminho", contou o piloto algarvio.
"Tivemos muito competitivos, tínhamos um excelente carro, os pneus funcionaram bem, estava uma luta ao décimo, tinhamos de arriscar, aquele troço estava muito traiçoeiro, com a água que caiu ontem à noite. Fiz um erro, e os erros pagam-se caro. O Armindo conseguiu evitar e foi um justo vencedor. É a única coisa que devo dizer, parabéns ao Armindo, fez um excelente rali, triste com o que aconteceu, mas com um sentimento de dever cumprido", contou.
Depois dos três primeiros, Bruno Magalhães ficou em quarto a 26,7 segundos, na frente de Miguel Correia, quinto a 55,8, no seu Skoda Fabia Evo2. Pedro Meireles foi o sexto, a 1.17,5, longe do carro de Paulo Neto, sétimo a 3.41,3, e na frente do Peugeot 208 Rally4 de Carlos Fernandes, a 3.57,0, e a fechar o "top ten" ficaram os carros de Gil Antunes, no Dacia Sandero R4, a 4.26,2 e Ricardo Sousa, no Peugeot 208 Rally4, a 4.42,5.
sábado, 12 de junho de 2021
CPR: José Pedro Fontes lidera em Castelo Branco
De facto, a primeira especial teve os tempos neutralizados após a passagem de onze carros pelo lugar devido ao acidente da dupla Manuel Castro/Ricardo Cunha (Skoda Fabia R5 evo). Ambos safaram-se sem problemas, mas os tempos foram neutralizados a partir dali e a segunda especial foi adiada por algum tempo.
Quando aconteceu a segunda especial, Armindo Araújo foi o melhor, batendo José Pedro Fontes por meio segundo e indo para o comando da prova por 0,1 segundos. Miguel Correia era terceiro, a 4,8 segundos do líder.
Na terceira especial, José Pedro Fontes atacou e conseguiu vencer, conseguindo uma vantagem de 1,1 segundos sobre Armindo Araújo e 7,4 sobre Teodósio. Bruno Magalhães foi quarto na especial, a 8,6.
No final do dia, Fontes podia estar feliz com a liderança, mas sabia que amanhã será a altura decisiva. "Tivemos um bom ritmo, o carro está perfeito, os pneus trabalharam muito bem, e agora é manter o foco. Amanhã vai ser um rali duro e no final faz-se as contas e vou tentar dar uma vitória à equipa", disse em declarações à Autosport TV.
Depois dos três primeiros, Bruno Magalhães é o quarto, no seu Hyundai i20 R5, a 18,7 segundos, na frente de Miguel Correia, quinto a 20,7, o Skoda Fabia R5 Evo. Sexto é Pedro Meireles, no Volkswagen Polo R5, a 29,8, na frente de Bernardo Sousa, sétimo a 52,2. Paulo Neto é o oitavo, a 1.22,3, noutro Skoda Fabia R5, e a fechar o "top ten" estavam o Peugeot 208 Rally4 de Carlos Fernandes e o Ford Fiesta Rally3 de Daniel Nunes, a 1.55,0.
O rali de Castelo Branco termina amanhã com a realização das restantes quatro etapas.


























