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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

CPR: Armindo Araújo quer vencer em Chaves


O fim de semana terá o Rali D'Água, prova para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), entre Chaves e Verin, em Espanha. Com algumas alterações em relação a 2025, o Rali d’Água mantém as suas características, continuando a ter troços muito rápidos, com zonas encadeadas e técnicas que obrigam a elevados níveis de concentração.

Um dos pilotos que participará e terá ambições de vitória é Armindo Araújo. O piloto, que corre com um Skoda Fabia Rally2 ao lado de Luís Ramalho, pretende chegar à vitória, de maneira a diminuir a diferença para com os líderes do CPR. Embalados pela excelente prestação no último rali, na Madeira, Armindo Araújo acredita que eles poderão fazer um bom rali, desejando a vitória. 

“Poderemos voltar a fazer um bom rali e estamos muito focados naquilo que queremos nesta prova e isso passa claramente por conquistar o máximo de pontos possíveis. Sabemos que é fundamental lutar pela vitória para podermos continuar na discussão do título absoluto até à última prova do ano, e chegamos a Chaves muito motivados”, começou por dizer o piloto de Santo Tirso.

“Este é um rali sempre muito exigente e onde temos que manter um ritmo alto do primeiro ao derradeiro metro. Vamos dar o máximo, como sempre, e esperamos conseguir mais um bom resultado”, concluiu.

O Rali D'Água será todo de asfalto e terá dez especiais, no total de 99,90 quilómetros cronometrados.

sábado, 18 de abril de 2026

CPR, Terras D'Aboboreira: Armindo Araújo satisfeito com o resultado


Armindo Araújo terminou o Rali Terras d’Aboboreira na segunda posição no campeonato CPR, o resultado possivel depois de um início prometedor, que não teve continuidade no sábado, que obrigaram o piloto a redefinir os objetivos, ficando a 5.6 segundos do Toyota vencedor de Ruben Rodrigues. No final, em declarações à AutoSport portuguesa, o piloto de Santo Tirso mostrou-se resignado com o rumo da prova, mas satisfeito com os pontos conquistados:

“O resultado é positivo. Não foi o que ambicionámos, pois viemos declaradamente lutar pela vitória. Contudo, acho que minimizámos os estragos, nunca baixámos os braços e lutámos até ao último metro. Saímos daqui com o segundo lugar e com a vitória na Power Stage, que acaba por ser bom em termos de resultados desportivos.", começou por afirmar.

"Contudo, reconhecemos que não tivemos uma afinação correta para esta prova. Talvez devido aos nossos testes terem tido alguma lama e humidade, nestas condições mais secas sofremos um bocadinho. Fomos lentos a reagir e demorámos a aplicar mudanças que devíamos ter feito. Pagámos um bocadinho por essa lentidão, mas faz parte das corridas. Faz parte também ter paciência para não cometermos erros quando as coisas não estão a correr bem.", continuou.

"Acho que temos um campeonato extremamente interessante em termos mediáticos. Com muita vontade de ver os novos valores, com várias marcas aqui envolvidas, vários pilotos de várias faixas etárias, com diferentes tipos de experiência. Portanto, acho que isso acabou por trazer muito público à estrada e muito ambiente à volta da corrida. Acho que este tipo de lutas é que são interessantes para o nosso desporto e até que enfim que se percebeu que este era o caminho certo.”, concluiu.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

CPR (II): Armindo Araújo ansioso pelo começo da temporada


Armindo Araújo
e o seu navegador, Luis Ramalho, afirmam-se preparados e motivados para o arranque da temporada 2026 do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), que terá o seu início com a realização do Rali Terras D’Aboboreira, no próximo fim de semana. Apostado em lutar pelas vitórias e pelo título absoluto, contra equipas oficiais como as da Hyundai Portugal e da Toyota Caetano Portugal, Armindo Araújo sente que toda a equipa terá mais trabalho, mas também está ansiosa para que comece a nova temporada.

“[Toda a equipa] está a contar os dias para que comece a nova temporada e com uma forte vontade de começar o ano da melhor forma possível. Fizemos um grande trabalho de preparação nestes meses e estamos todos confiantes que vamos para o Rali Terras D’Aboboreira lutar pela vitória”, começou por afirmar o piloto de Santo Tirso no seu comunicado oficial.

Numa temporada onde há claramente um “confronto de gerações”, o piloto do Skoda Fabia RS Rally 2 preparado pela The Racing Factory, acredita que “este campeonato será muito disputado e cheio de novos pilotos com carros de última geração. Sabemos que todos eles chegam com a garra de vencer, assim como os pilotos mais experientes que, tal como eu, temos lutados pelas vitórias nos últimos anos. Vamos dar sempre o nosso melhor e queremos começar a temporada em alta, sempre a pensar no grande objetivo que é a conquista do título absoluto”, concluiu.

O Terras D'Aboboreira acontecerá entre sexta à noite e sábado, com oito especiais de classificação.

segunda-feira, 16 de março de 2026

CPR: Armindo Araújo apresenta o seu carro para a temporada


A um mês do arranque o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), Armindo Araújo apresenta o seu carro para a nova temporada, e a ambição é a mesma: ganhar. Sete vezes campeão nacional, e com o seu navegador de sempre, Luis Ramalho, e a disputar com um Skoda Fabia Rally2, num campeonato modificado e competitivo, a motivação está em alta. 

“Estamos muito satisfeitos por podermos confirmar a presença em mais um campeonato e, sobretudo, muito motivados para lutarmos, uma vez mais, pela conquista do título”, sintetizou o heptacampeão nacional. "Ao contrário dos anos anteriores, não teremos duas fases distintas no campeonato e penso que esse fator poderá trazer mais emoção", continuou o piloto de Santo Tirso.

“Nós queremos lutar pelas vitórias em todos os ralis e vamos trabalhar nesse sentido. Ser a melhor dupla portuguesa no Rali de Portugal é, também, um dos nossos grandes objetivos do ano”, acrescentou.


A continuidade da grande maioria dos patrocinadores, à qual se junta a entrada de um novo parceiro, é interpretada pela equipa como sinal de solidez do projeto. Para 2026, destaca-se a integração da Silogia, reforçando o leque de apoios ao Team Armindo Araújo.

“É sempre de salutar o facto de conseguirmos manter ao longo de anos os nossos principais parceiros e é com grande satisfação que vemos a entrada de novos. Este ano teremos a Silogia connosco e a eles, assim como a todos, naturalmente, queremos dar muitas alegrias, e isso é poder vencer o maior número de provas e conquistar o título”, vincou.

A temporada de 2026 do Campeonato de Portugal de Ralis irá arrancar com o Rali Terras D’Aboboreira, que se disputará entre os dias 16 e 18 de abril, em Amarante. A prova, disputada em pisos de terra, volta a ser pontuável não só para o CPR, mas também para o European Rally Trophy, aumentando o interesse competitivo e internacional do evento.

sábado, 18 de outubro de 2025

CPR 2025 - Rali do Vidreiro (Final)


Por incrível que pareça - mas foi real - Dani Sordo foi o vencedor do rali Vidreiro, e por consequência, acabou campeão nacional de ralis, a bordo do seu Hyundai i20 Rally2. E foi por muito pouco: 0,8 segundos separaram Sordo de Kris Meeke, o segundo classificado e um dos candidatos ao título. E ambos deixaram Gonçalo Henriques a mais de um minuto - 1.01,4, - no seu Hyundai, e na frente de Ricardo Teodósio, no seu Toyota (a 1.06,0), e de Armindo Araújo, a 1.10,3. 

“A verdade é que foi uma vitória incrível, e eu precisava mesmo disto” disse Sordo à Autosport portuguesa. “É verdade que fomos melhorando o carro. Demos tudo, absolutamente tudo. Dei tudo o que tinha… e mais um pouco”, concluiu.

Do outro lado, Meeke reconheceu o valor do adversário e a emoção de ter travado mais uma luta histórica com Dani Sordo, duas décadas depois do duelo que os opôs no Mundial Júnior, mas não escondia a sua desilusão.

“Tentei tudo, mas desta vez não foi possível. Dominei grande parte da época, mas houve momentos difíceis, como aquele episódio em Castelo Branco e alguns problemas mecânicos que nos custaram caro. Mas é assim que são os campeonatos — nem tudo é sempre perfeito.”, começou por afirmar.

“O Dani veio muito forte, sabia bem a velocidade que ele tem. A Hyundai deu um grande passo neste rali e foi uma luta bonita, digna de um campeonato. Vinte anos depois, voltámos a lutar… e o resultado acabou por ser o mesmo. Claro que queria muito este título, mas estou feliz por estar aqui, por fazer parte deste campeonato e por conduzir este carro fantástico. A Toyota foi incrível durante toda a época. Hoje o Dani mereceu vencer.”, concluiu.

Depois das primeira especiais, que aconteceram na sexta-feira, no sábado, os pilotos tinham pela frente passagens duplas por Pombal-Carnide, Mata Mourisca, e uma por São Pedro de Moel e uma pela super-especial em Pombal. 


O dia começou precisamente em São Pedro de Moel, com Meeke a ganhar 0,3 segundos a Sordo, e a concorrência a ser deixada para trás: Armindo a 4,9, Teodósio a 7,8, Gonçalo Henriques a 11,8. Sordo responde e ganha em Pombal, recuperando 1,3 segundos a Meeke e aumentando a sua diferença na geral, 

Em Mata Mourisca, Sordo voltou a ganhar e alargou a diferença para Meeke em 0,8 segundo, para 2,7 segundos na geral. Teodósio foi o terceiro melhor, a 4,4, Gonçalo Henriques foi quarto, a 5,2, e José Pedro Fontes o quinto, a 10,5. A diferença é mínima, mas, grão a grão, Sordo ia construindo uma vantagem. Araújo fez um pião e acabou por perder 13,3 segundos.

Ele ganhou na sétima especial, mas a diferença para Meeke em 0,1 segundos, o minimo possível. Era uma luta a dois que deixava a concorrência para trás, apesar de Gonçalo Henriques só ter perdido um segundo e Armindo Araújo, 1,9. 

Meeke atacou na oitava especial, a segunda passagem por Pombal-Carnide, e conseguiu recuperar 2,2 segundos, ficando a 0,6, e claro, ninguém queria adivinhar quem ficaria com a vitória. No final, foi Sordo o melhor, mas não ganhou mais do que 0,2 segundos sobre o piloto da Toyota. Gonçalo Henriques foi o terceiro melhor, a 6,1. 


Armindo Araújo disse depois que o quinto lugar final foi o resultado de uma prova menos conseguida: 

“Começamos bem ontem, mas cometemos um erro na super especial que nos fez perder tempo. Hoje entramos ao ataque, recuperamos a terceira posição, mas um pião na sexta classificativa atirou-nos para o quinto lugar. A partir daí percebemos que seria muito difícil recuperar os segundos que perdemos e não valia a pena correr riscos. Nada mudaria em termos de contas para o campeonato. Gostávamos de ter terminado o ano no pódio, não conseguimos, mas os ralis são assim. Parabéns aos vencedores do rali e ao Dani Sordo por ter sido o primeiro do campeonato”, concluiu Armindo Araújo.

Sexto foi José Pedro Fontes, no seu Citroen C3 Rally2, a 1.45,7, na frente de Ruben Rodrigues, no seu Toyota GR Yaris Rally2, a 2.31,8, na frente de João Barros, a 2.47,7. Nono foi Pedro Meireles, a 3.19,7 e a fechar o "top ten" foi Diogo Marujo, a 3.32,9. 

Acaba o CPR 2025, em 2026 haverá mais!

quinta-feira, 18 de setembro de 2025

CPR (III): Armindo Araújo quer conseguir uma boa classificação


Com o Rali da Água/Transibérico Eurocidade Chaves-Verin, a penúltima prova do calendário de 2025, a ser disputada neste final de semana, Armindo Araújo e o seu navegador, Luís Ramalho, procuram na prova organizada pelo CAMI uma maneira de continuar na senda dos bons resultados. Afinal de contas, eles são a única dupla que pontuou em todos os ralis do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) nesta temporada.

Antes do rali, o piloto de Santo Tirso foi claro no seu objetivo nesta prova, a penultima do CPR: “Lutar pelos primeiros lugares e conseguir somar o maior número de pontos possíveis para o CPR, que entra agora na sua reta final. Somamos pontos e bons resultados em todos os ralis e queremos manter esse registo nesta prova. Estamos, como sempre, focados e motivados para continuar a dar o máximo”, afirmou o piloto, que corre no Skoda Fabia RS Rally2.

O Rali da Água Transibérico Eurocidade Chaves-Verín realiza-se entre os dias 19 e 20 de setembro, dividindo-se por 2 Etapas com 10 Provas Especiais, num total de 115,07 km cronometrados. O percurso desenha-se nos emblemáticos troços em redor de Chaves, atravessando a fronteira para a região espanhola de Verín, num exigente percurso em asfalto que vai colocar à prova os participantes desta importante jornada para as contas do título.

domingo, 15 de junho de 2025

CPR: Penalizações no rali Castelo Branco mexem com a geral


A organização do Rali Castelo Branco decidiu aplicar penalizações de 15 segundos a Kris Meeke, Armindo Araújo e José Pedro Fontes mexeram com a geral, fazendo com que o britânico perdesse a vitória a favor de Dani Sordo, por meio segundo.  Armindo Araújo, também penalizado, cai para quarto, no seu Skoda, seguido de Ricardo Teodósio, quinto no seu Toytoa GR Yaris Rally2, e José Pedro Fontes termina na sexta posição, no seu Citroen C3 Rally2.

No comunicado oficial da organização, a penalização acontece por causa de uma infração nas regras em relação à zona para o aquecimento dos pneus, no inicio da 12ª e última especial.

“Depois de apresentados aos pilotos a informação do diretor de prova, bem como as imagens de tracking da viatura relativos ao local onde aconteceu a infração, os mesmos assumem ter saído do percurso, justificando que o fizeram por razões de segurança, relacionadas com o facto de a Zona de Aquecimento de Pneus prevista no percurso não ser suficiente para os mesmos atingirem a temperatura ideal. Questionados pelos comissários sobre a razão porque não fizeram um pedido ao Diretor de Prova para aumentar a zona de aquecimento de pneus, referiram que foi um erro não o terem feito.", começa por referir.

"Assim, e apesar da alegação de razões de segurança para o ato, o CCD entende que as regras são claras quanto ao incumprimento do percurso do Road Book pelo que, decide aplicar esta sanção ao abrigo dos Artigos 11.9.1, 11.9.3a e 12.4.1h do Código Desportivo Internacional”, concluiu.


sábado, 14 de junho de 2025

CPR 2025 - Rali de Castelo Branco (Final)


Kris Meeke ganhou o seu quarto rali da temporada de 2025, ao sair triunfante do rali de Castelo Branco, com uma vantagem de 14,6 segundos sobre Dani Sordo, no seu Hyundai i20 Rally2. Ambos deram mais de um minuto sobre Armindo Araújo, o terceiro classificado, no seu novo Skoda Fabia RS Rally2, que por sua vez, conseguiu ser seis segundos melhor que José Pedro Fontes, no seu Citroen C3, a 1.18,6.

Depois de Sordo ter acabado o dia de sexta-feira a liderar o rali de Castelo Branco, sábado começou com Meeke disposto a reagir, ganhando na primeira passagem por Vila Velha de Rodão, com uma vantagem de três segundos sobre Sordo, suficiente para passar para a frente por 2,7 segundos. Armindo foi terceiro na especial, a quatro segundos, seguido por Ricardo Teodósio, a 4,7, e José Pedro Fontes, a 5,2.

Meeke voltou a ganhar na passagem por Fratel, ganhando mais 2,4 segundos a Sordo, alargando a vantagem para 5,1. Pedro Almeida foi terceiro, a 7,8, Fontes o quarto, a 9,3 e Armindo perdeu 17,4 segundos, sendo nono na especial, e caindo dois lugares na geral. 

Sordo reagiu e ganhou na segunda passagem por Vila Velha do Ródão, 0,6 segundos mais rápido que Meeke. Armindo foi o terceiro, a um segundo, enquanto Fontes foi o quarto, a 2,5.   


No final da manhã, com a diferença enbtre eles situada em 4,5 segundos, Meeke reconheceu que não está a poupar nada no seu carro e admitiu que gosta quando a luta é assim:

“Foi uma manhã difícil, mas também muito divertida. Com uma diferença de apenas 0,3 segundos, sabia que precisava fazer algo para me destacar. Felizmente, conhecia aquele troço curto em Vila Velha de Ródão do ano passado e o carro estava a funcionar muito bem, o que me permitiu ganhar tempo ali e também na etapa seguinte. Ainda assim, 4,5 segundos não é muito.", começou por afirmar.

"Sei que o Dani está a dar tudo, e eu também estou a dar o máximo. É incrível quando a luta é assim renhida. À tarde vai ser modo ataque total novamente — não dá para relaxar com uma diferença tão pequena, especialmente contra alguém como o Dani. Mas, para mim, isso é o que torna tudo bonito. É muito bom quando estamos a lutar por décimos de segundo, estou mesmo a gostar”, concluiu.

Do lado de Sordo, ele aforma que precisa de mais uns ajustes no carro para poder ser mais rápido e tentar a aproximação a Meeke, enquanto que reconhece que os portugueses estão a dar mais luta que esperava.

“A verdade é que as diferenças no asfalto são muito difíceis de acompanhar, mas, enfim, o ritmo é elevado e os pilotos portugueses também estão muito próximos, em comparação com outros ralis. Mas estou a dar o meu melhor, acho que podemos ajustar um pouco as coisas no carro que me fariam melhorar o ritmo, mas não conseguimos encontrar a chave para ter uma boa dianteira”, contou.


A tarde começou com mais uma vitória de Meeke, conseguindo um avanço de 3,8 segundos sobre Sordo, com Armindo a 8,1, Pedro Almeida a 9,8 e Hugo Lopes a 11,3. A mesma coisa aconteceu na especial seguinte, com Sordo a 2,2, Armindo a 7,8, Pedro Almeida a 8,5 e Hugo Lopes a 10,4. Sordo reagiu, triunfando na décima especial, ganhando 1,4 sobre Meeke e reduzindo a diferença para 9,1 segundos. Fontes foi terceiro na especial, a 6,2, e foi especial para ele, porque Armindo perdeu 8,6 e a diferença entre ambos está agora a 1,4, embora ambos para Sordo e Meeke já era superior a um minuto.

Na parte final, Meeke reagiu e conseguiu o avanço que precisava para acabar como vencedor, conseguindo uma vantagem de 2,8 segundos sobre Sordo, 4,4 sobre Armindo e nove segundos sobre Pedro Almeida. José Pedro Fontes era o quinto melhor, a 9,9, e o pódio estava a 4,4, um pouco dificil de o apanhar, a não ser que o seu adversário tivesse algum problema. 

E na última PEC, a Power Stage de Castelo Branco, Meeke consolidou a sua vantagem, com 1,9 segundos de vantagem para Ricardo Teodósio. Armindo Araújo foi o terceiro mais rápido no último troço do dia, para assim, carimbarem o terceiro lugar à geral, à frente de José Pedro Fontes, a 2,1. Dani Sordo foi o quarto melhor, perdendo 2,6 segundos.

Depois dos quatro primeiros, Pedro Almeida foi o quinto, a 1.12,9, na frente de Teodósio, o sexto, a 1.18,7. Sétimo foi Hugo Lopes, a 1.22,1, no seu Hyundai, na frente de Ruben Rodrigues, a 1.50,1, no seu Toyota Yaris Rally2, e a fechar o "top ten" ficaram o Volkswagen Polo R5 de João Barros, a 2.18,5, e o Mitsubishi Lancer Evo X de Adruzilo Lopes, a 4.56,6.   

 O CPR continua em agosto com o rali da Madeira.   

sexta-feira, 13 de junho de 2025

CPR 2025 - Rali de Castelo Branco (Dia 1)


O espanhol Dani Sordo é o líder o rali de Castelo Branco, concluídas que estão as quatro primeiras especiais da prova. O piloto da Hyundai tem... meros 0,3 segundos sobre o segundo classificado, o Toyota de Kris Meeke. O terceiro é José Pedro Fontes não muito longe dois dois primeiros, a 21,3 segundos, no seu Citroen C3 Rally2. Mas imediatamente atrás, a 21,5, está o Skoda Fabia RS Rally2 de Armindo Araújo. Com um terço de rali completado, os pilotos estão mais perto que se julgava.

Primeiro rali da temporada de asfalto, o rali de Castelo Branco era esperado para saber até que ponto gente como Meeke e Sordo estariam longe dos portugueses, agora que estão a correr numa superfície diferente. Com passagens duplas por Freixial do Campo - Caféde e uma única por Barragem, antes da super-especial pelo centro de Castelo Branco, isto começou com Meeke na frente, ganhando 1,8 segundos sobre Dani Sordo e 3,9 sobre Armindo Araújo e Pedro Almeida, na segunda, Sordo reagiu e conseguiu triunfar, com dois segundos de avanço sobre Meeke. Pedro Almeida fez o terceiro melhor tempo, a 5,7, na frente de Ruben Rodrigues, a 6,8 e Armindo Araújo, o quinto melhor a 8,1. José Pedro Fontes foi o sexto, 9,4 segundos mais lento.

Com isto, Sordo passava para a frente, mais 0,2 sobre Meeke. 

Na segunda passagem por Freixial do Campo - Caféde, Sordo voltou a triunfar, 2,8 sobre Meeke, seis segundos exatos sobre Armindo Araújo e José Pedro Fontes e 6,6 sobre Hugo Lopes, com Pedro Almeida a furar e perder 18,2 e quatro posições na geral.

No final do dia, em Castelo Branco, o melhor foi Meeke, que ganhou 2,7 segundos sobre Sordo, enquanto Ricardo Teodósio foi terceiro, a 4,8, Fontes a 5,9, Hugo Lopes a sete segundos e Armindo a oito.  

Depois dos quatro primeiros, Ricardo Teodósio é o quinto, a 27,4, na frente de Hugo Lopes, a 31,2 no seu Hyundai. Pedro Almeida é o sétimo, a 33,4, com Ruben Rodrigues a ser oitavo, a 35,8, depois de perder algum tempo. A fechar o "top ten" estão o Volkswagen Polo R5 de João Barros, a 49,9, e o Skoda Fabia Rally2 de Diogo Marujo, a 57,2.

O rali de Castelo Branco prossegue neste sábado, com a realização das restantes oito especiais.

quinta-feira, 12 de junho de 2025

CPR (II): Armindo quer triunfar em Castelo Branco


Armindo Araújo tem objetivos ambiciosos para o rali de Castelo Branco: triunfar. Ainda por cima, tem um novo carro para estrear. Com cinco triunfos nas últimas seis edições, o piloto de Santo Tirso espera que a segunda metade da temporada comece de forma positiva, ele, que triunfou no último rali de Portugal e é atualmente o segundo classificado do campeonato. 

“Temos conseguido em Castelo Branco excelentes resultados e estaremos à partida do rali com a ambição de lutarmos uma vez mais por isso. Na fase de asfalto o ritmo do pelotão é sempre mais idêntico e, por isso, a luta pelas primeiras posições é ainda mais intensa. Vamos estrear um novo carro nesta prova [Skoda Fabia Evo2] e estamos muito motivados e otimistas”, disse.

O rali de Castelo Branco tem 12 especiais, e acontecerá ao longo do fim de semana. 

sexta-feira, 16 de maio de 2025

CPR 2025 - Rali de Portugal


O rali de Portugal para o CPR foi um domínio seguido de um golpe. Se Kris Meeke cavalgou ao longo do dia no rali de Portugal, e apesar de um furo, beneficiou dos problemas mecânicos sofridos por Dani Sordo para praticamente ter o rali controlado. E à entrada da final do dia, Meeke tinha um avanço superior a um minuto sobre Pedro Almeida, com Armindo Araújo a ser o terceiro classificado.

Mas ali, veio o golpe: uma suspensão partida mesmo depois de ter cruzado a meta o fez desistir, porque os danos foram severos, insuficientes para chegar até ao parque de assistência. Assim sendo, Pedro Almeida acabou por triunfar num rali onde a velha máxima rendeu: para ganhar, primeiro tens de chegar ao fim. E nos ralis, esta não termina na meta!


Em suma, foi a severidade dos troços que fez a sua escolha. E a recompensa calhou a aquele que conseguiu levar o carro até ao fim.  

Com dez especiais pela frente - o rali acabará no final do primeiro dia da prova do WRC - era mais um combate entre Kris Meeke e Dani Sordo, Hyundai contra Toyota, com Armindo Araújo e os outros portugueses, com Ricardo Teodósio, Pedro Almeida e Gonçalo Henriques à cabeça, a observarem o que os outros iriam fazer e esperar pelos deslizes de ambos, caso acontecessem. 

Depois da especial de inauguração, na Figueira da Foz, o dia começou com Meeke sempre ao ataque: ganhou as especiais todas da manhã, com vantagens que iam entre os dois segundos sobre Sordo em Mortágua, aos 7,6 na Lousã, deixando Armindo Araújo bem mais para trás como melhor português, com desvantagens na casa dos 22,4 segundos (na primeira passagem por Lousã). Acerta altura, o seu ritmo era tão elevado que se tinha envolvido na luta pela vitória na geral do WRC2!


Na quinta especial, no inicio da tarde, Sordo foi o melhor, mas pela margem mínima de 0,1 segundos, o que não beliscou a vantagem de 15,1 segundos que tinha na altura. Mas  a seguinte, a segunda passagem pela Lousã, é que houve problemas: Sordo ficou sem alternador e perdeu meia hora, deitando fora todas as chances de vitória, enquanto Kris Meeke sofria um furo e perdia "apenas" 46 segundos, com o triunfo na especial e ficar nas mãos de Armindo Araújo, 2,7 segundos na frente de Gonçalo Almeida, noutro Skoda Fabia Rally2.

Meeke regressou, não arriscou, mas continuou a dilatar o avanço para o resto deste rali. Ganhou mais 9,2 segundos a Armindo na sétima especial, e na oitava, mais 16,2 ao Skoda do piloto de Santo Tirso. Na nona especial, Meeke voltou a ganhar, ainda por cima, aproveitando os problemas de Armindo, que furou e perdeu tempo, cerca de um minuto. José Pedro Fontes perdia tempo também no seu Citroen. Pedro Almeida, nesta altura, subia para a segunda posição, com o seu Skoda, a mais de 2 minutos e 13 segundos para o britânico.

As últimas duas do dia, em Sever, começaram com Meeke a ganhar com um avanço de 13 segundos sobre Armindo, conseguido o que aparentava ser uma vitória com um avanço superior a um minuto. Pedro Almeida, nesta altura, mantinha a segunda posição, o que faria satisfeito por ter sobrevivido. 

Foi a segunda que aconteceu o golpe: Meeke quebrou a suspensão, e perdeu mais de dois minutos, enquanto Armindo ganhou a Power Stage, tentando apanhar Pedro Almeida para ser o melhor português. Começou o contra-relógio para reparar o carro para poder chegar ao Parque de Assistência, mas a suspensão acabou por quebrar no caminho e o pessoal da Toyota Caetano, que bem tentou colocar as coisas para aguentar tempo suficiente na ligação... mas não conseguiu.

No final, o vencedor acabou por ser dos mais inesperados: Pedro Almeida, no Skoda Fabia Rally2, ia para o lugar mais alto do pódio, e acabou com a pressão de Armindo, que tentou recuperar o tempo perdido pelo furo. 

E Almeida estava feliz: 

"Sabia que tinha conseguido por um andamento bom, mas nunca achei que seria este ano que ganharia um rali.", começou por afirmar o vencedor. "Num campeonato onde todos os pilotos tem muita experiência, a única hipótese que a gente tem é andar à perna. Agora que já consegui, juntar tudo num rali, nunca tinha conseguido até agora. Havia sempre alguma coisa que falhava, por isso, fico muito contente de fazer isso aqui", concluiu. 

Já Armindo Araújo, apesar do segundo posto, estava satisfeito com o dia. Admitiu que ainda tentou ir buscar a vitória, que escapou por apenas 2,7 segundos, mas o resultado de hoje não o deixa desiludido.

"Num rali desta envergadura, tudo pode acontecer, nada é garantido.", começou por afirmar. "Os furos, os toques, acontecem a qualquer momento. Nós, da nossa parte, acho que fizemos um bom dia, estivemos sempre a controlar as coisas, fechamos isto com um pódio, uma vitória nas Power Stage, bem posicionado na luta pelo melhor português neste rali, que é o nosso grande objetivo.", concluiu.  

quarta-feira, 14 de maio de 2025

CPR: Armindo Araújo quer ser o melhor português


Armindo Araújo quer ser o melhor português no rali de Portugal. É esse o seu grande objetivo este ano, como sempre foi nas 17 edições onde participou na prova, desde o inicio do século. Num rali que costuma ser caracteristicamente duro, sobretudo na etapa disputada na zona centro, o piloto de Santo Tirso, mais o seu navegador, Luis Ramalho, parte para a edição deste ano do Rali de Portugal com grande otimismo, não escondendo a satisfação por estar à partida, novamente, do melhor rali do mundo, a bordo do seu Skoda Fabia Rally2.

“É sempre uma satisfação enorme poder disputar mais um Rali de Portugal e voltar a estar presente numa prova do campeonato do mundo. Em dezoito participações consegui por treze vezes ser o melhor piloto português no final e vou procurar aumentar esse número no meu palmarés”, começa por dizer.

Com a classificação do Campeonato de Portugal de Ralis a ser retirada no final da primeira etapa, depois de dez especiais, a dupla do Skoda Fabia RS tem bem definida a estratégia para os quatro dias que terão pela frente.

“Com apenas as classificativas do primeiro dia a contarem para as contas do CPR, é importante conseguirmos imprimir um bom ritmo desde o início e fazer tudo para conseguirmos amealhar o maior número de pontos. Os troços da zona centro são habitualmente duros, por isso, temos que ajustar o nosso andamento para não comprometermos a parte mecânica. O dia de sexta-feira é muito extenso, o desgaste vai ser grande e propicio quer a problemas como a erros. Vamos tentar ficar imunes a tudo isso. No sábado e domingo, já sem contas para fazermos, vamos desfrutar mais e gerir o andamento para que possamos subir ao pódio na frente de todos os portugueses”, concluiu.

sábado, 3 de maio de 2025

CPR 2025 - Rali Terras D'Aboboreira (Final)


O britânico Kris Meeke ganhou o duelo com Dani Sordo no rali Terras D'Aboboreira, que aconteceu este sábado. No final das dez especiais que aconteceram nas classificativas à volta de Amarante, Marco de Canaveses e Baião, o piloto da Toyota foi o melhor que o espanhol da Hyundai por 27,3 segundos. E ambos deram uma grande distância à concorrência, nomeadamente o terceiro classificado, Armindo Araújo, no seu Skoda Fabia RS Rally2, a 1.59,5. Ele ficou na frente do finlandês Roope Korhonen, quarto a 2.13,5.

“Três vitórias consecutivas com a Toyota é algo de especial e três vezes aqui em Aboboreira é realmente muito bom. Adoro este sítio, adoro o rali e, sim, que trabalho.", começou por falar o piloto britânico, no final do rali.

"Mas um grande obrigado à minha equipa. Ao Grupo Caetano por apoiarem o programa da Hyundai e o programa da Toyota, porque com o Dani aqui agora, a luta é incrível… Eu e o Dani lutamos nos troços há 20 anos e o facto de ainda estarmos a lutar agora é algo muito especial para nós. Por isso, um grande obrigado a todos os envolvidos, Sports & You e a todos vocês e, sim, estou feliz por estar aqui e por conquistar o primeiro lugar”, concluiu.


“Foi uma bela e emocionante batalha, num rali com alguns momentos difíceis, devido às condições climatéricas.", começou por falar Dani Sordo, quando comentou sobre o rali que efetuou. "Foi pena o furo na 'power stage', quando estava na posse do melhor tempo e poderia vencer, mas são imprevistos que fazem parte dos ralis. O resultado final é positivo e agora vamos centrar-nos no Rali de Portugal. Como se viu pelo andamento, estamos próximos da nossa primeira vitória no campeonato com o Hyundai i20 N Rally2…”, concluiu.

Depois das três primeiras especiais do dia, na sexta-feira, onde Meeke tentou controlar os avanços de Sordo e da concorrência dos WRC2, o dia de sábado ficou marcado pelo duelo entre os pilotos da Toyota e da Hyundai, com o inglês a levar a melhor, mas sempre por muito pouco. E enquanto isso acontecia, sob tempo difícil, de chuva constante. 

Com sete especiais neste sábado, passagens duplas por Marco, Marão e Amarante, mais uma passagem individual por Marão, o dia começou com Meeke a ganhar na primeira especial, ganhando 4,4 segundos sobre Sordo, 6,2 sobe Marco Bulacia e 6,5 sobre Martins Sesks. Sordo respondeu em Baião, ganhando a especial, mas recuperou... 0,6 segundos sobre Meeke, com Armindo Araújo a ser terceiro, a... 16,6, empatado com Roope Korhonen. 

Aqui, Martins Sesks teve problemas técnicos no seu Ford e acabou ali o seu rali, enquanto Diego Ruiloba batera e ficara por ali, e causou a interrupção da especial. Gonçalo Henriques, muito rápido, também acabava ali o seu rali, depois de um despiste ter dado cabo do seu carro. No final da manhã, Meeke ganhou na primeira passagem por Marão, conseguindo 1,4 segundos sobre Sordo e 15,5 sobre Pedro Almeida. 

A tarde começava com a segunda passagem por Amarante, onde Meeke apenas ganhava meio segundos sobre Sordo, com Jan Solans a ser o terceiro, a 4,1 e Roope Korhonen quarto, a 6,6. Meeke voltou a triunfar, 2,5 sobre Sordo e 19,4 sobre Pedro Almeida e 23,3 sobre Korhonen. Sordo acabou por ganhar na segunda passagem por Marão, ganhando 2,7 segundos sobre Meeke, com Bulacia a parar de vez na especial.

Com 9,2 segundos separados entre os dois primeiros para a Power Stage, a coisa acabou com... Armindo Araújo a ganhar, com o piloto da Skoda a ser melhor que Kris Meeke em 3,6 segundos. Sordo foi quinto na especial, a 22 segundos, tudo por causa de um furo. 


No final, Meeke comentou:

“Foi um fim de semana incrível, mas no último troço, que história, que troço louco! A chuva torrencial que caiu antes do troço, que estava cheio de lama. Arrancámos. Estava tudo a correr bem, mas cerca de cinco quilómetros depois, fiz um pião. Fiquei virado ao contrário numa estrada muito estreita, era impossível fazer inversão de marcha, tive de fazer marcha-atrás 150 metros às cegas até um cruzamento. Eu sabia que havia ali. Virámos e seguimos.", começou por afirmar.

"Eu sabia que estava a perder, sabia que tinha perdido uma mão cheia de segundos. E a diferença era apenas de nove segundos à entrada para o troço e não sabia o que fazer nessa altura. Atacar ou não? Estava tão escorregadio, tão difícil. Mantive um bom ritmo, mas infelizmente para o Dani (Sordo) ele furou a meio do troço, por isso, que forma de terminar um rali, mas sim, os troços aqui são lindos, mas têm de fazer alguma coisa em relação ao tempo…”, concluiu.

Depois dos quatro primeiros, Ruben Rodrigues foi o quinto, a 3.20,2, no seu Toyota Yaris Rally2, na frente do outro Toyota de Ricardo Teodósio, a 3.26,1. Sétimo ficou José Pedro Fontes, a 3.37,6, no seu Citroen C3 Rally2, longe de Ernesto Cunha, oitavo a 5.20,6 no seu Skoda Fabia Rally Evo2. E a fechar o "top ten", dois Ford Fiesta Rally3, o do irlandês Eammon Kelly, a 6.10,0 e do turco Kerem Kazaz, a 7.31,3. 

Agora, prepara-se para o rali de Portugal, que acontecerá entre os dias 15 e 18 de maio. 

sexta-feira, 2 de maio de 2025

CPR: Armindo tem ambições


A poucas horas do inicio do Rali Terras D’Aboboreira, terceira prova do calendário do Campeonato de Portugal de Ralis, Armindo Araújo e o seu navegador, Luís Ramalho, esperam sair dali nos lugares do pódio e continuar sendo como a melhor dupla nacional. Com vários pilotos internacionais inscritos nesta prova, organizada pelo Clube Automóvel de Amarante, a dupla do Skoda Fabia RS, de Santo Tirso, parte essencialmente focada em lutar pela melhor classificação possível para o CPR, eles que são os terceiros da geral.

“Vamos procurar entrar bem no rali e tentar lutar pelas primeiras posições da geral sem comprometer o grande objetivo que é a conquista do maior número de pontos possíveis para o campeonato. Será certamente um rali extremamente disputado, com muitos candidatos aos primeiros lugares e, por isso, difícil de fazer previsões quanto ao desfecho final. Estamos motivados para lutar pelas posições cimeiras numa prova onde habitualmente conseguimos bons resultados”, afirmou.

Com dez especiais de classificação, e servindo como "ensaio geral" para o rali de Portugal, que acontecerá dentro de três semanas, entre os dias 15 e 18 de maio, o rali Terras D'Aboboreira é um ralis cheio de pilotos da classe WRC2, entre eles, o letão Martins Sesks e o francês Yohan Rossel, ambos vindo aqui a aprender o melhor que puderem das especiais de classificação que serão usados. 

sábado, 29 de março de 2025

CPR 2025 - Rali do Algarve (Final)


Dois ralis, duas vitórias. Kris Meeke foi o vencedor do rali do Algarve, batendo Dani Sordo por 13.3 segundos, depois de ele ter recuperado o atraso que o tinha deitado fora do "top ten" depois do final do primeiro dia, por causa do Turbo. Gonçalo Henriques, no outro Hyundai i20 Rally2, ficou com o terceiro lugar e foi o melhor português, a 1.37,8, depois de ter batido por menos de um segundo o Skoda Fabia de Armindo Araújo., que ficou a 1.38,7 do vencedor. Ricardo Teodósio, que corria em casa no seu Toyota, terminou no quinto posto, a 1.45,9.

"Estou mais do que feliz por conseguir duas vitórias consecutivas. Coloca-nos numa posição muito boa. Sinceramente, gostei muito do carro este fim de semana”, começou por afirmar Meeke, na meta. 

O piloto afirmou que, apesar de liderar o campeonato, há ainda muita coisa a aprender no novo carro, mas entende que este é um processo natural:

"Ainda acho que temos mais a aprender. Só numa segunda passagem hoje, talvez a afinação pudesse ter sido diferente. A escolha dos pneus não foi correta e outras coisas, mas tudo bem. É assim, quando se tem um carro novo, temos de aprender a adaptar-nos, mas, de qualquer forma, estou muito, muito feliz pela Toyota Portugal e pela Sports & You”, concluiu.


Já Dani Sordo, apesar do grande dia de sábado que teve, recuperando os 50 segundos de atraso, afirmou que a vitória estava ao seu alcance.

“Sinto que tínhamos ritmo para ganhar o rali hoje e demonstrámo-lo ao ganhar todas as etapas do dia” começou por afirmar o piloto da Team Hyundai Portugal. “Mas o Kris estava a 50 segundos e foi muito, muito difícil. Reduzimos ao máximo e terminamos a 13 segundos. Precisávamos de mais algumas especiais, mas demos tudo o que tínhamos e experimentámos coisas novas no carro. Perdemos 50 segundos por causa de um problema mecânico [na sexta], mas as corridas são assim, os problemas mecânicos são assim e não se pode fazer nada em relação a isso. Por isso estou contente com o bom dia que tivemos hoje. Conseguimos os pontos na Power Stage, o que também é importante no final do dia.”, concluiu.

Com sete especiais neste sábado, Dani Sordo estava bem atrasado na geral e tinha um objetivo: recuperar o mais possível, ganhando todas as especiais. E foi o que fez: ganhou todas elas, incluindo a Power Stage. Mas nas especiais da manhã, primeiras passagens por Silves, Messines e São Marcos, Sordo começou por recuperar 5,3 segundos a Meeke, enquanto Ricardo Teosódio era quinto, perdendo 16,6 segundos e já tinha 29,9 na geral, não longe de Pedro Almeida, a 30 segundos.

Já ali, Sordo subiu para oitavo, com 46,5 segundos de atraso para Meeke. 

Em Messines, Sordo ganhou mais 5,7 sobre o Meeke e 27,8 sobre Gonçalo Henriques, 32,5 sobre Armindo Araújo e 36,3 sobre Ricardo Teodósio. Com isso, Sordo subiu para segundo, a 40,8 de Meeke. No final da mamhã, em São Marcos, Sordo ganhou mais 5,8 segundos e reduziu a diferença para 35 segundos. Gonçalo Henriques era agora o terceiro, a 59,8.

Na parte da tarde, a mesma coisa: Meeke ganhou novamente, agora com 6,8 sobre Meeke - que estava a abrandar, controlando o andamento do espanhol da Hyundai - reduzindo para 28,4. Araújo foi o terceiro na especial, a 13,9, Teodósio em quarto, a 14,5.

Na segunda passagem por Messines, Sordo foi o melhor que Meeke, abrindo a vantagem entre os dois para 9,3, reduzindo a diferença para 19,1. Gonçalo Henriques foi o terceiro, a 26,1, na frente de José Pedro Fontes, a 27 segundos. 

Por fim, na Power Stage, segunda passagem por São Marcos, Sordo conseguiu ser o melhor, 5.8 segundos na frente de Meeke, 11,6 sobre Armindo Araújo e 12,2 sobre Pedro Almeida. Gonçalo Henriques acabou apenas em sexto, mas manteve o lugar de pódio por muito pouco. 


Mas no final da prova, estava felicíssimo com o resultado, quer com a exibição, quer por ver o seu sonho tornar-se realidade:

“Mais satisfeitos não podíamos estar. Foi um rally incrível, muito rápido, mas gosto deste tipo de troços. Sinto-me mais à vontade em troços rápidos e isso notou-se, especialmente no troço maior. Foi onde conseguimos fazer mais diferença. Sentimo-nos sempre bem no carro, depois de um excelente trabalho da equipa que nos deu um carro confortável de conduzir. Estamos muito orgulhosos daquilo que conseguimos atingir aqui e vamos trabalhar muito para conseguir no próximo fazer algo idêntico.", começou por afirmar.

Fica mal dizer isto, mas eu sonhava muito com isto. Eu acreditava que era possível. Claro que tinha os pés bem assentes na terra e não queria deixar-me levar pelas emoções. Mas acredito muito no nosso valor. Sabíamos que nos sentíamos confortável neste tipo de condições e que podia ser uma mais-valia começar aqui." continuou.

Conseguimos um bom setup, graças à grande ajuda do Dani Sordo e também da nossa equipa de assistência, a Sports & You. Conseguimos um compromisso muito bom com o carro. Não tenho experiência com este tipo de carros. Por isso, a ajuda do Dani foi uma grande mais-valia”, concluiu.

Depois dos cinco primeiros, sexto é Pedro Almeida, a 1.51,6, não muito longe de José Pedro Fontes, sétimo no seu Citroen C3 Rally2, a 2.05,2. Oitavo ficou Pedro Meireles, a 2.26,9 e a fechar o "top ten", estão Ruben Rodrigues, a 2.49,2, no seu Toyota Yaris Rally2, e Diogo Salvi, a 3.50,4. 

O CPR continua entre os dias 2 e 5 de maio no Terras D'Aboboreira, em Amarante, duas semanas antes do Rali de Portugal, que será entre oa sias 15 e 18 de maio. 

domingo, 9 de março de 2025

Youtube Rally Video: Os melhores momentos do rali Serras de Fafe

O rali Serras de Fafe já acabou, com a vitória de Kris Meeke, na sua estreia pela Toyota, e num rali marcado pelo mau tempo ao longo do fim de semana. Para além da prova de Meeke, andou por ali gente como Dani Sordo, que também se estreou pela Hyundai, e a presença do letão Martins Sesks, que está ali a preparar-se para o rali de Portugal.

Para além disso, os locais, com algumas novidades - Ricardo Teodósio e Ruben Rodrigues arranjaram cada um o seu Toyota Yaris Rally2, Armindo Araújo melhorou o seu Skoda Rábia Evo2 - também deram o seu espetáculo perante a degradação das condições na estrada. Eis um vídeo sobre o que foi este rali, onde o público resistiu às más condições e apareceu em força, especialmente na Lameirinha.

sexta-feira, 7 de março de 2025

CPR: Armindo Araújo quer começar a temporada de forma positiva


Na semana de arranque do campeonato, com o rali Serras de Fafe, Armindo Araújo e o seu navegador, Luís Ramalho, falaram sobre a temporada que aí vem, que será mais competitivo que nunca, com a chegada de Dani Sordo e a entrada da equipa oficial da Toyota, com um Yaris Rally2 para Kris Meeke. Ambos prometem iniciar o campeonato com a mesma determinação de sempre e lutar, desde a primeira especial, pelo melhor resultado possível.

“Queremos começar o ano de forma muito positiva e estamos a trabalhar para chegarmos a Fafe na máxima força. Sabemos que temos de dar tudo de início a fim para conseguirmos lutar pela vitória e vamos focados nesse objetivo. Essa é a nossa forma de encarar todas as provas e só isso permitiu que, nestas últimas sete temporadas, tenhamos conseguido vencer campeonatos e ter estado sempre na luta por eles até ao derradeiro metro. Importa começarmos bem e estamos confiantes que podemos consegui-lo”, começa por dizer Armindo Araújo.


Com muitos candidatos à discussão dos primeiros lugares é expectável que a prova organizada pela Demoporto seja bastante animada e, pelas previsões meteorológicas, muito exigente a todos os níveis.

“Temos uma grande quantidade de pilotos com carros da última geração e isso é muito positivo para a competitividade do campeonato. Todos querem certamente começar a temporada de forma positiva, pelo que antevejo uma grande luta durante todas as especiais. Voltaremos, ao que tudo indica, a ter chuva em Fafe e isso trará maiores dificuldades a todos, mas tornará tudo mais imprevisível. Estamos preparados para tudo”, concluiu.


O Rali Serras de Fafe será disputado em terra e terá 10 especiais de classificação. 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

CPR: Armindo Araújo apresenta o seu projeto desportivo


Armindo Araújo apresentou nesta quinta-feira o seu projeto desportivo para o CPR. Com Luis Ramalho a seu lado e com um Skoda Fabia Evo nos comandos, o piloto de Santo Tirso está pronta para mais um desafio, mantendo-se como uma das principais candidatas ao título, num campeonato cada vez mais competitivo, agora com alguns pilotos internacionais.

Na apresentação, Armindo agradeceu aos seus parceiros por acreditarem no seu projeto, que, espera, poder manter a sua luta pelo título nacional.  

“Acima de tudo, temos que agradecer aos parceiros. É cada vez é mais difícil montarmos um projeto desta envergadura. Lutamos muito para que isso acontecesse e foi muito duro conseguirmos estar à partida do Campeonato 2025. Mas passada essa fase difícil, agora estamos a trabalhar muito para que desportivamente, tudo corra pelo melhor. As coisas estão no bom caminho, já há testes marcados." começou por afirmar.

"Esta apresentação foi feita na nossa zona de assistência [para o rali Serras de Fafe], porque é aqui que quero mostrar a toda a minha equipa que estamos todos juntos, para vencer, para lutar, para trabalhar e aqui que eu vou passar grande parte do meu ano a evoluir no meu Skoda”, concluiu.

Luís Ramalho, o navegador, também destacou a motivação para mais uma temporada, afirmando que a vontade de vencer se mantém inalterada e, se possível, ainda maior. “Ao longo dos anos, temos conseguido manter um elevado nível competitivo, e este ano não será diferente. Vamos dar tudo para lutar pelo título”, garantiu, ele que foi o navegador do piloto durante grande parte da sua carreira.


Falando sobre o CPR de 2025, Armindo Araújo reconhece o aumento do nível de competitividade - com a entrada da Toyota e mais pilotos internacionais - e enaltece o papel que a sua equipa tem desempenhado para elevar a qualidade do campeonato.

"O nosso campeonato é cada vez mais forte. As marcas olham para nosso campeonato como uma boa ferramenta de marketing e, portanto, investem. Sabemos que vai ser um ano extremamente competitivo, muitos pilotos a quererem vencer.", começou por afirmar.

Questionado sobre a chegada de pilotos internacionais e de projetos de fábrica da Hyundai e Toyota, Armindo Araújo considera isto tudo um reconhecimento ao seu trabalho e da sua equipa:


"Pelas últimas informações e notícias que têm saído, vamos ter muitos carros de última geração a chegar ao nosso plantel, pilotos internacionais e, portanto, isso vai elevar a fasquia ainda mais. Vai ser um campeonato extremamente competitivo, que nos vai obrigar a tomar alguns riscos, em algumas provas e em alguns momentos, mas sabemos disso e vamos estar preparados."

“Sinto-me reconhecido [pela qualidade do seu projeto], porque quando os importadores têm que buscar pilotos do mundial para ganharem ou tentarem ganhar [Dani Sordo será o piloto da Hyundai Portugal para o CPR, para além de Kris Meeke na Toyota], isto também reflete a qualidade do nosso trabalho. Temos colocado o campeonato nacional num patamar muito elevado e quem quis montar projetos vencedores, teve que ir buscar pilotos a um campeonato do mundo para nos superarem”.

"Tenho uma equipa que me está a ajudar para darmos um extra daquilo que temos dado até agora. Estou muito ansioso que comecemos testes para a época para começarmos a evoluir e se chegarmos a Fafe a um grande nível”, concluiu.

sábado, 14 de setembro de 2024

CPR 2024 - Rali da Água (Final)


Kris Meeke acabou por ser neste sábado o vencedor do Rali da Água, penúltima prova do Campeonato de Portugal de ralis, que aconteceu entre as localidades de Chaves e Verin, na Galiza. O piloto britânico, que corre pela da Hyundai Portugal, acabou com 40,9 segundos de diferença sobre Ricardo Teodósio, seu companheiro de equipa. Pedro Almeida, num Skoda Fabia Rally2, foi o terceiro, a 1.34,4.

O rali ficou marcado pelo despiste de Armindo Araújo, que se despistou na quinta especial, acabando ali a sua prova e comprometendo-se um pouco as suas chances de alcançar o título. 

“Lamento o acidente do Armindo, são coisas que sucedem, mas tenho que lhe tirar o chapéu, porque estava a ser incrivelmente rápido! Portanto, esta não foi uma vitória fácil. Tive que andar sempre no máximo. Gostei imenso das classificativas do rali. Afinal, em Portugal também há bons engenheiros a construir estradas!…”, disse o piloto britânico, no final da prova.

Com seis especiais a serem disputadas neste sábado, duplas passagens por Eurocidade, Verín e Chaves, o dia começou com o duelo entre Meeke e Armindo. O piloto de Santo Tirso entrou a ganhar na primeira passagem por Eurocidade, ganhando 1,1 segundos ao britânico, e aproximando-se dele, ficando a 7,9 do carro da Hyundai. 

Contudo, em Verin, Meeke ganhou, conseguindo uma vantagem de 3,3 segundos sobre Armindo Araújo, alargando a sua vantagem para 11.3. Ricardo Teodósio foi terceiro, a 6,4 e consolidou esse lugar, agora a 24,5. João Barros foi o melhor na sexta especial, na primeira passagem por Chaves, mas a especial foi neutralizada quando Armindo capotou o seu Skoda e acabou ali a sua corrida. Ambos os pilotos saíram ilesos, mas o piloto de Santo Tirso lamentou o final do rali para ele:


“Na terceira especial da manhã a menos de dois quilómetros do final tivemos uma saída de estrada e não conseguimos continuar em prova.", começou por afirmar.

"Demos tudo até aqui, estávamos a ter uma luta bem interessante com o Meeke e acreditávamos que podíamos levar a discussão da vitória até ao último troço. Não foi possível, andar a este ritmo os riscos são mais elevados e infelizmente não conseguimos sair de Chaves com o resultado que pretendíamos. Vamos para o Vidreiro determinados em lutar até ao final, ainda que saibamos que a missão ficou agora ainda mais difícil”, concluiu.

Na parte da tarde, mais descontraído, Meeke passou a ganhar todas essas especiais, as segundas passagens nas classificativas da manhã. Na segunda passagem por Eurocidade, ganhou uma vantagem de 2,7 segundos sobe Ricardo Teodósio, numa especial onde João Barros sofreu uma avaria no seu Volkswagen Polo Rally2 e desistiu. 


Na segunda passagem por Verín, conseguiu um avanço de 4,7 segundos sobre Teodósio, e 6,2 sobre José Pedro Fontes, enquanto na Power Stage, o britânico conseguiu uma vantagem de nove segundos sobre Fontes e Teodósio, empatados. A especial foi marcada pelo acidente de Rafael Rego, no seu Peugeot 208 Rally4, que acabou por neutralizar a classificativa. 

Depois dos três primeiros, Pedro Almeida é o quarto, a uns distantes 1.34,4, na frente de José Pedro Fontes, muito distante dos da rente, a 2.51,3. Hugo Lopes, num Peugeot 2018 Rally4, foi o quinto, a 3.54,8. Adruzilo Lopes foi o sexto, a 4.13,3, passado no limite o Renault Clio Rally4 de Gonçalo Henriques, a 4.14,3. Pedro Pereira foi o oitavo, num Peugeot 208 Rally4, a 4.49,2, e a fechar o "top ten" ficaram o Peugeot 208 Rally4 de Guilherme Meireles, a 4.58,5, e o Skoda Fabia R5 de Ricardo Filipe, a 5.10,7.

O Campeonato de Portugal de Ralis prossegue com o Rali Vidreiro, no inicio de outubro.   

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

CPR 2024 - Rali da Água (Dia 1)


O britânico Kris Meeke lidera o Rali da Água, que liga Chaves a Verin, em Espanha, com uma vantagem de nove segundos sobre Armindo Araújo. Ricardo Teodósio é o terceiro, a 14.9 segundos, na frente de João Barros, a cinco segundos, concluídos que estão as três primeiras especiais deste rali. 

O primeiro rali transfronteiriço em algum tempo, com nove especiais, era importante no duelo entre Armindo Araújo e Kris Meeke, que lutavam pelo título nacional. Ainda por cima, separados por quase 30 pontos, vencer era importante para qualquer um dos pilotos. Especialmente Meeke, que desistira na Madeira, vitima de acidente.

Com as especiais Transibérico, Termas de Chawes e Alto Tâmega, o rali começou com Meeke ao ataque, ganhando a primeira especial com 0,1 segundos na frente de Armindo, com Ricardo Teodósio em terceiro, a 1,4. 

Na segunda especial, Meeke ganhou com uma vantagem de 6,7 sobre Araújo, com Teodósio a 8,7. Os três deixaram Pedro Almeida, no quarto posto, a mais de 19 segundos, enquanto José Pedro Fontes era quinto, perdendo 22,8 segundos e confirmando os problemas no seu Citroen C3 Rally2.

Para fechar o dia, na troço do Alto Tâmega, Meeke voltou a triunfar, 2.2 segundos sobre Araújo, 4,8 sobre Teodósio e Pedro Almeida a 13 segundos.

Depois dos quatro primeiros, quinto é José Pedro Fontes, a 7,5, na frente de Ernesto Cunha, no seu Skoda Rally2, a 10,2, imediatamente antes de Pedro Almeida, a 10,3. Gonçalo Henriques é oitawo, a 15,2, no seu Renault Clio Rally4, na frente de Adruzilo Lopes, nono a 17,5, com Hugo Lopes a fechar o "top ten", no seu Peugeot 208 Rally4, a 19 segundos exatos.

O Rali da Água prossegue no sábado, com a realização das restantes seis especiais.