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quarta-feira, 22 de março de 2023

Noticias: IndyCar explora ideia de correr na Argentina


A IndyCar conhece um momento alto num lugar improvável: a Argentina. Um país que sempre adorou automobilismo, segue com curiosidade e torcida a abentura de Ricardo Juncos, que conseguiu chegar até à categoria principal, montando uma equipa, colocando um dos seus, Augusto Canapino, num dos carros. 

Pois bem, o passo seguinte poderá estar a ser dado: segundo conta Marshall Pruett, da Racer, uma delegação está no circuito de Termas de Rio Hondo, no nordeste da Argentina, para saber da possibilidade de correr ali. Foi ali que aconteceu a demonstração de Juncos, perante uma audiência entusiasmada - ali na Argentina, as multidões são comparadas com as dos estádios de futebol - e se acontecer, sera a primeira corrida fora da América do Norte desde 2013, quando foram para São Paulo, no circuito urbano do Anhembi.

“Este tem sido um grande, grande sonho para mim na Argentina”, disse Juncos à publicação americana. “Os fãs, há tantas pessoas que querem ter a IndyCar aqui e se isso é algo que podemos fazer acontecer com os patrocinadores e tudo o que precisamos para apoiar, acredito que será uma oportunidade incrível.”, continuou.

Resta saber que tipo de modificações terão de ser feitas para que isto seja uma realidade. A pista já recebeu em termos internacionais a MotoGP e o WTCR.

quinta-feira, 31 de março de 2022

A imagem do dia


A MotoGP irá estar este fim de semana em Terma de Rio Hondo, na Argentina, mas... a corrida está em risco. A razão? Dois aviões de carga estão parados algures em África do Sul devido a avarias e na carga estão muitas da motas e peças necessárias para a sua montagem. Sem ela, alguns pilotos estarão completos e outros não. E por causa disso, a organização cancelou as sessões de treinos de sexta-feira, concentrando-se na qualificação, e esperando que os aviões cheguem a tempo à Argentina, para entregar o resto do material.

Este problema com a logística aconteceu no MotoGP, que tem um calendário de 21 provas e cinco saídas da Europa: uma para a América do Sul, uma para a América do Norte, cinco para a Ásia e Austrália. Para terem uma ideia, só a Península Ibérica tem igualmente cinco corridas: Jerez, Barcelona, Valência, Aragon e Portimão. E o risco que existe com o cancelamento deste GP deveria servir de aviso à Formula 1 por causa das circunstâncias, do tempo em que passamos e porque o alargamento do calendário, para acolher mais corridas fora da Europa, requer um concerto quase perfeito porque... qualquer problema é um desastre à espera de acontecer. 

Para terem uma ideia, no ano passado, a Formula 1 apanhou dos sustos em termos de logística. O primeiro, entre o México e o Brasil, quando os aviões de carga ficaram parados em Miami à conta do mau tempo, e depois entre São Paulo e Doha, no Qatar, ainda por causa dos mesmos problemas.

E agora, em março, temos um problema: uma guerra. E o maior operador de aviões de carga é o Volga-Dniper, que tem na sua frota 17 Boeings 747, que estão em terra porque... a companhia é russa. E claro, o resto do mundo não pode passar no espaço aéreo russo, logo, irão perder mais três, quatro ou mais horas, logo, gastam mais gasolina e claro, demorarão mais tempo. 

E segundo conta hoje o Joe Saward, a Formula 1 tem uma logística de 160 aviões por ano, entre Boeings 747 e 777, e confia nas companhias especializadas para que tudo corra bem. Ou seja... que nenhum avião avarie algures no mundo, com a preciosa carga dentro do seu porão, na semana do Grande Prémio. Imaginem isto numa segunda-feira, entre Itália e Singapura, por exemplo... o que ele conta é que a Liberty Media quer fazer aquilo que anda a fazer na NASCAR, mas usando o mundo como referência, em vez dos Estados Unidos. 

E é uma questão de tempo até a Formula 1 cair numa situação como esta. 

Veremos amanhã como o pessoal da MotoGP se safará desta situação. 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Noticias: Termas de Rio Hondo poderão estar recuperadas em menos de seis meses


A organização do circuito de Termas de Rio Hondo anunciou hoje que o edifício das boxes voltará a ser como era dantes em cinco meses. Isto, alguns dias depois do violento incêndio que o destruiu. As obras começaram na segunda-feira, 48 horas depois do fogo, e a organização já falou com as autoridades da região de Santiago del Estero para ajudar no orçamento e materiais para fazer com que tudo esteja feito em pelo menos cinco meses.

“Dentro do mal que nos aconteceu, a parte boa é que já arregaçamos as mangas. O plano é ter o projeto pronto em fevereiro e terminar a construção em cinco meses. Estaremos prontos para outubro ou novembro ”, disse Orlando Terranova, CEO do Grupo OSD.

“Vamos colaborar com todas as obras de recuperação e remodelação do autódromo, desde que não impliquem custos para o governo... faremos todos os esforços para ter tudo concluído na data indicada”, disse José Luis Jensen, chefe do Câmara de Comércio de Santiago de Estero, local onde se situa o circuito de Termas de Rio Hondo.

O circuito, que aloja a ronda argentina da MotoGP, sofreu um grave incêndio no passado sábado, que destruiu completamente o edifício onde se albergam as boxes, bem como a sala de imprensa e os camarotes VIP.  

sábado, 6 de fevereiro de 2021

Noticias: Incendio destrói boxes no circuito de Termas de Rio Hondo


As instalações do circuito argentino de Termas de Rio Hondo ficaram esta madrugada destruídas devido a um incêndio de grandes proporções. Apesar de não ter havido nem feridos, nem vítimas mortais, o fogo, que começou pelas 23 horas locais de sexta-feira, foi violento e destruiu completamente a maioria dos camarotes, a sala de imprensa e as áreas VIP do circuito. Contudo, os bombeiros conseguiram evitar que o fogo chegasse ao museu existente nas instalações. 

De acordo com a edição online do "La Nacion", o incêndio terá começado na área do terraço. Os primeiros relatos dos bombeiros falam que algumas estruturas estavam sendo soldadas no terraço quando o incêndio começou e o vento forte que se fazia nessa noite espalhou fagulhas que se transformaram em chamas que, sem controle, se estenderam para a área de controle e os boxes.

 “80 por cento da parte edificada do autódromo perdeu-se, foi consumida pelo fogo, estamos a tentar salvar o museu, mas isto é um desastre”, disse um dos bombeiros que combateu o incêndio ao jornal argentino.

Esta manhã, Héctor ‘Toti’ Farina, o diretor do autódromo de Termas de Río Hondo, atualizou as informações sobre a extensão do desastre.


“Infelizmente, todo o prédio dos boxes foi destruído pelo incêndio que aconteceu nas últimas horas no autódromo, setor esse que incluiu também salas de imprensa e salas VIP. Tanto o museu, como a torre de controle, que se encontram nas extremidades, junto de outros escritórios, mini hospital, não sofreram danos consideráveis”, escreveu nas redes sociais do circuito.

“O museu será reaberto ao público nos próximos dias. O autódromo possui seguro contra incêndio, por isso o problema dos danos econômicos está coberto nesse sentido, mas certamente vai levar tempo para voltar a reconstruir essa importante área necessária para as competições nacionais e internacionais. Graças a Deus, não foi preciso lamentar por vítimas, e queremos agradecer a todos os que colaboraram nesses momentos de muito perigo em razão do vento. Muito obrigado às diferentes guarnições de bombeiros, aos efetivos policiais, funcionários do município, trabalhadores do autódromo, que fizeram de tudo para evitar mais danos”, concluiu.

Situado a quase 1500 quilómetros de Buenos Aires, o Autódromo de Termas de Rio Hondo foi construído em 2007 e fortemente remodelado em 2012 para receber no WTCC e depois o MotoGP, onde correu de 2014 a 2019, deixando de ir em 2020 devido à pandemia do coronavírus. A edição de 2021, que tinha sido adiada da data inicial, é provável que seja cancelada por causa deste incêndio.

domingo, 7 de agosto de 2016

WTCC 2016: Termas de Rio Hondo (Corridas)

Depois de um mês e meio de ausência, o WTCC volta à carga na América do Sul, especialmente na Argentina, onde em Termas de Rio Hondo, José Maria "Pechito" Lopez corria em casa, perante o seu público, disposto a vencer. Contudo, um dos seus maiores rivais nem eram os Honda, mas sim... um convidado local, Esteban Guerrieri. Convidado pela Campos Racing, e a guiar um Chevrolet Cruze, aproveitou bem os menos 80 quilos de lastro que tinha montados para fazer a pole-position, mas ao cometer um erro de principiante - não viu as luzes de saída das boxes - acabou por ver o seu tempo anulado e ficar apenas com o quinto posto.

Na primeira corrida, com Luca Fillipi na pole-position e "Pechito" Lopez na última fila, porque o argentino trocou de motor, esta começou com Tom Chilton a bater Fillipi na partida, e depois a aguentar os ataques do Honda de Tiago Monteiro, que saiu um pouco mais largo numa curva e caiu para o quinto posto. Esteban Guerrieri era quinto, mas perdeu lugares nas voltas seguintes, ao contrário de Lopez, que subia lugar após lugar desde o fundo da grelha. Guerrieri acabaria por abandonar na quinta volta.

Na frente, Chilton e Fillipi mantinham-se nos dois primeiros lugares, com Robert Huff a tentar apanhá-los, mas a falta de velocidade nas retas complicava. Yvan Muller era o quarto, com Tiago Monteiro atrás. Na volta 7, Huff passou Fillipi, e Muller e Tiago aproveitaram para atacar o Chevrolet, que conseguiram passá-lo no final dessa volta. Atrás, Lopez já tinha chegado aos pontos, no oitavo posto, e ate ao final, o argentino chegou até ao quinto posto.

No final, Tom Chilton venceu a primeira corrida, com Huff a defender-se dos ataques de Muller, mas conseguiu o segundo lugar. Tiago Monteiro foi o quarto.

Na segunda corrida, Norbert Mischelisz conseguiu superar os dois Citroen e Pechito Lopez e Yvan Muller, para ficar com a liderança. Depois, ambos passaram as primeiras voltas a pressionar o piloto da Honda, sem sucesso. Na sétima volta, o húngaro defendeu-se do ataque combinado de ambos os Citroen, que acabou com Muller e Mischelisz na gravilha. Ambos voltaram à pista, mas a perder posições. O francês, por exemplo, ficou atrás de Tiago Monteiro, no quinto posto.

Na frente, "Pechito" Lopez ficava com o comando da corrida, com Coronel no segundo posto (mas o holandês estava sob investigação por alegada falsa partida...) Huff e Tiago Monteiro, no quarto posto. Muller ainda tentou apanhar o piloto português, mas não conseguiu. Na bandeira de xadrez, "Pechito" Lopez venceu em casa, com Coronel e Huff nos restantes lugares do pódio, e o português da Honda a conseguiu outro quarto posto.

O WTCC volta à ação no circuito japonês de Motegi, a 4 de setembro. 

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Dakar 2016: Loeb foi o melhor na segunda etapa

A encurtada segunda etapa do Dakar, entre Villa Carlos Paz e Termas de Rio Hondo, pode ter acontecido sem chuva, mas os terrenos continuam saturados da tanta água que caiu nas últimas semanas naquela região. Tanto que nos automóveis foram vários os carros que se atascaram nas estradas, entre eles Robby Gordon e Carlos Sainz.

Contudo, no final, quem levou a melhor foi um ex-piloto de ralis, Sebastien Loeb. O piloto francês da Peugeot conseguiu levar a melhor com uma vantagem de dois minutos e 23 segundos sobre Stephane Peterhansel e três minutos e um segundo sobre Giniel de Villiers. Aliás, esta foi uma etapa em grande para os ex-pilotos de rali, pois Mikko Hirvonen foi quinto, no seu Mini, seguido por Nasser Al-Attiyah, em oitavo, e por Martin Prokop que foi o nono. Yazid Al Rahji foi o 12º e Carlos Sainz o 14º, pois se atrasou em mais de cinco minutos devido às condições difíceis das estradas argentinas. 

Nas motos, o melhor foi o australiano Toby Price, que conseguiu vinte segundos de vantagem sobre o português Ruben Faria, o segundo classificado, a bordo de um Husqvarna. O eslovaco Stefan Svitko, numa KTM, foi o terceiro, enquanto que Paulo Gonçalves foi o sexto melhor, na sua Honda. Já Helder Rodrigues foi vitima de um erro de navegação no inicio da etapa e perdeu sete minutos e meio para o vencedor.

Amanhã, o rali continua em terras argentinas, entre Termas de Rio Hondo e Santiago del Estero, num total de 663 quilómetros, 314 dos quais feitos em especial cronometrada.

domingo, 3 de agosto de 2014

WTCC 2014 - Argentina (Corridas)

Mais de um mês depois da última corrida, o WTCC regressou à ativa em terras argentinas, mais concretamente no circuito de Termas de Rio Hondo. Com os Citroen a dominar, esperava-se se os Honda e os Chevrolet iriam dar mais luta depois das modificações que tiveram de fazer para aliviar os seus carros e os dar mais potência. E claro, em Termas de Rio Hondo, teria de se saber se "Pechito" Lopez iria ganhar para conseguir alargar a sua liderança e ser o primeiro argentino a vencer um campeonato FIA desde os tempos de Juan Manuel Fangio. 

A primeira corrida confirmou isso: começou com o Citroen de José Maria "Pechito" Lopez na frente, seguido pelos Honda de Norbert Mischelisz e Tiago Monteiro, que conseguiram passar os carros de Sebastien Löeb e Yvan Muller. Mas os Citroen responderam e passaram o piloto português nas curvas seguintes. No final da primeira volta, Monteiro caíra para o quinto posto e era pressionado pelo Chevrolet de Tom Chilton. 

A partir dali, "Pechito" foi-se embora e o interesse caiu para a luta pelo quinto posto, entre Monteiro e Chilton. O britânico aproximava-se do Honda do português, mas não fazia ataques para tentar apoderar do quinto posto. Atrás, o Lada de James Thompson e o Chevrolet de Gianni Morbidelli conseguiam passar o Chevrolet do sérvio Dusan Borkovic, no sentido de ficar com o último lugar pontuável.

A seguir, as atenções viraram-se para a luta pelo sétimo posto, entre o Lada de Rob Huff e o Honda de Gabriele Tarquini, mas na frente, as coisas estavam ótimas para "Pechito" Lopez, com os outros Citroen a tentar apanhar o Honda do piloto húngaro, sem grande sucesso.

No final, a unica novidade foi que James Thompson conseguiu roubar ao Chevrolet Tom Coronel o último lugar pontuável na última curva da última volta, depois de "Pechito" Lopez ter vencido "em casa", para delírio do público local, seguido por Mischelisz e Muller. Löeb e Monteiro ficaram logo a seguir.

A segunda corrida começou com o Lada de Robert Huff na pole-position, que manteve na primeira curva, e os Honda logo atrás, com Mehdi Bennani na frente dos caros oficiais de Gabriele Tarquini e Tiago Monteiro. Os Citroen estavam no meio do pelotão, tentando subir na classificação geral, mas só Lopez conseguiu ser mais feliz, acabando no sétimo posto no final da primeira volta, já que os outros carros franceses eram dificultados pelo Honda de Mischelisz.

Aos poucos e poucos, Hugo Valente (que era o segundo a partir) perdia lugares atrás de lugares para a concorrência, enquanto que os Honda tentavam apanhar o Lada de Huff. Atrás, Chilton e Lopez lutavam pelo sexto posto, com o britânico a resistir aos ataques do piloto argentino. A seguir, na quarta volta, Mehdi Bennani perde cinco posições devido ao ataque dos Hondas e dos Citroen, bem como o Chevrolet de Chilton. E a seguir, os Honda se preocupavam em aguentar os avanços de Lopez, mas era quase impossível, devido à velocidade de ponta do Citroen. No final da quinta volta, o argentino era segundo, dpeois de passar o carro de Tarquini.

Mas quando tudo isso acontecia, Rob Huff afastava-se da concorrência e parecia que o Lada iria ter distância suficiente para aguentar a chegada de Lopez. Mas ele ganhava segundos atrás de segundos para o piloto britânico, fazendo melhor as curvas do que ele e na nona volta, passou-o e ficou com a liderança, para delírio do público local.

Atrás, Yvan Muller conseguia passar Tiago Monteiro e ficava com o quarto posto, e na 12ª volta, conseguiu alcançar o pódio, ao passar Tarquini. A seguir, o italiano aguentou Monteiro, que tinha atrás de si o terceiro Citroen de Löeb e o Honda de Mischelisz, mas na frente, "Pechito" Lopez conseguia tudo: a segunda vitória no fim de semana argentino, na frente de Rob Huff, que dava à Lada o seu primeiro pódio, na frente de Yvan Muller.

No final, Pechito Lopez destaca-se ainda mais na liderança, agora com 310 pontos, seguido por Yvan Muller. Agora, o WTCC pára por mais dois meses, até ao dia 5 de outubro, altura em que vai correr na China, no GoldenPort, nos arredores de Pequim. 

domingo, 4 de agosto de 2013

WTCC - Argentina (Corridas)

Após mais de um mês de pausa, o WTCC começou este fim de semana a segunda parte do campeonato, com as paragens fora da Europa. Em estreia neste fim de semana estava o circuito de Termas de Rio Hondo, na Argentina, um circuito que tinha sido renovado para receber não só esta prova como também receberá, a partir do ano que vêm, o Moto GP.

A primeira corrida foi dominada por Yvan Muller.O piloto francês dominou a corrida a seu bel-prazer e venceu com quase cinco segundos de vantagem sobre Pepe Oriola, que lutou por essa posição com Tom Chilton, ambos em Chevrolet. Ambos tiveram primeiro de se livrar do Honda de Norbert Mischelisz, que era o segundo nas primeiras voltas e fazia de "comboio" para o resto do pelotão, enquanto deixava que Muller se distanciasse enormemente dos seus adversários.

Pouco depois, James Nash tentou passar o piloto húngaro, mas acabou por dar um toque, caindo para o sétimo posto. Quem beneficiou de tudo isto foi José Maria "Pechito" Lopez, o convidado local, que no seu BMW, subiu vários lugares para a quinta posição final, na frente de Michel Nyaker.

Para Tiago Monteiro, o fim de semana foi de luta. No sábado, teve bons desempenhos, do qual o quarto lugar na grelha para a segunda corrida foi o facto relevante. Mas depois, uma troca de motor do seu Honda o fez relegar para o último lugar na primeira corrida, o que fez com que efetuasse uma corrida de recuperação. Depois de arrancar de último, Monteiro recuperou lugares com alguma facilidade e entrou no décimo lugar a quatro voltas do fim, depois de passar Marc Basseng, e ficou a pressionar Rob Huff e James Nash até ao final, mas conseguir os passar, ficando com um ponto para a classificação geral, mas atingindo os objetivos e esperando por melhor na segunda corrida.

Aí, tudo indicava que o piloto português ele iria chegar ao pódio. Lutando com "Pechito" Lopez e Yvan Muller nas primeiras voltas, sofreu um toque de Muller na volta quatro numa travagem, quando se defendia dos ataques do piloto da Chevrolet. Monteiro regressou no meio do pelotão e recuperou até ao sexto posto, atrás de Norbert Mischelisz, enquanto que Muller foi penalizado e caiu até ao fim do pelotão.

Com isso, "Pechito" Lopez ficou cada vez mais tranquilo na frente, enquanto que Tarquini ficou com o segundo posto, seguido pelo Chevrolet de "Pepe" Oriola. E com isso, o piloto argentino venceu em casa, numa vitória tão inesperada no WTCC, mas não tão inesperada assim, já que ele é um dos melhores pilotos do campeonato local, o TC 2000.

Na classificação geral, apesar da penalização, Muller é cada vez mais líder e poderá ser coroado campeão nos Estados Unidos, pois têm 312 pontos, mais do dobro do que Michael Nyaeker. Gabriel Tarquini é o terceiro. O WTCC regressa ao ativo no circuito americano de Sonoma, a 8 de setembro.