Mostrar mensagens com a etiqueta Gryazin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gryazin. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

WRC: Lancia anuncia a sua dupla de pilotos para 2026


A Lancia, que em 2026 regressa aos ralis através do Ypsilon Rally2, anunciou os seus pilotos para o campeonato. Serão o francês Yohan Rossel e o russo-búlgaro Nikolay Gryazin, os mesmos que corriam com o Citroen C3 Rally2 em 2025. 

Na apresentação dos pilotos e da estrutura, Didier Clement, o "team principal" da Lancia, sublinha que os dois pilotos foram escolhidos pela capacidade de lutar por vitórias em cada prova, pois o objetivo é de tentar alcançar o título na categoria Rally2.

Em relação aos pilotos escolhidos, Rossel chega ao projeto como vice‑campeão do Mundo WRC2 em 2025 e campeão do Mundo WRC3 em 2021, além de títulos nacionais em França e troféus de marca ligados ao Grupo Stellantis. Gryazin apresenta um currículo forte em palcos internacionais, incluindo o título de campeão do Mundo WRC2 Challenger em 2025, vice‑campeonatos em 2023 e 2024, e conquistas no ERC e no campeonato letão.​

“Ao descobrir a história da Lancia e ao ouvir Miki Biasion [campeão do WRC que pilotou para a Lancia em 1988 e 1989], que compara a Lancia à Ferrari, compreende-se imediatamente que é uma marca que inspira respeito”, começou por afirmar Rossel, na apresentação.

“Por isso, estou muito orgulhoso por me juntar à Lancia com a mesma motivação que tinha no início da minha carreira. Este novo capítulo dará um impulso real ao meu percurso profissional: um novo fabricante, grandes ambições e o desejo de ir ainda mais longe com o projeto… de vencer.”, concluiu.

Já Gryazin afirma estar a par do peso que a Lancia tem na história dos ralis e quer contribuir para voltar a colocar a marca no caminho das vitórias. 

“A Lancia tem uma história icónica no rali, e é uma enorme honra para mim fazer parte dessa história. Com a equipa, partilhamos as mesmas ambições: lutar na frente, continuar a melhorar a cada dia e trazer este nome lendário de volta ao seu devido lugar”, disse Gryazin.

“Estou muito motivado para o trabalho que tenho pela frente, desde o primeiro teste até à última etapa da temporada. Quero agradecer à Equipa Lancia Corse HF pela confiança, bem como aos meus parceiros e fãs pelo apoio contínuo.”, concluiu.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

WRC: Citroen arranja C3 Rally2 para Gryazin


A Citroen Racing - julgam que estava fora do WRC? - anunciou esta segunda-feira que iria fornecer um dos seus C3 Rally2 para o russo Nikolay Gryazin, que correrá ao lado de Yohan Rossel na temporada de 2024. 

O piloto francês de 27 anos, navegado por Arnaud Dunand, esteve na luta do WRC2 com o C3 preparado pela PHSport, mas ele deparou-se com um carro menos perfomante nos pisos de terra que "apenas" o deixou no 3ºlugar do campeonato. Em contraste, Gryazin foi quarto no WRC2 de 2023, maioritariamente a bordo de um Skoda Fabia RS Rally2 inscrito pela TokSport.

Os carros estão inscritos por equipas privadas, que por sua vez têm o apoio do construtor.

Rossel participou em oito ralis do WRC de 2023, conseguindo 16 pontos e como melhor resultado dois oitavos lugares nos ralis da Croácia e Itália. Já Gryazin conseguiu 10 pontos, e o melhor resultado da sua temporada foi um oitavo lugar no rali do Japão, rali de encerramento do campeonato. 


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

CPR: Gryazin e os irmãos Heller participarão no Rali Serras de Fafe

A lista de estrangeiros para o Rali Serras de Fafe está a alargar-se. Depois de Ott Tanak e Dani Sordo, nos seus Hyundais i20 WRC, soube-se, a pouco mais de semana e meia do inicio da prova, que mais alguns estrangeiros irão participar. Dois deles são o russo Nicolay Gryazin e os chilenos Alberto e Pedro Heller. 

No caso de Gryazin, que conduzirá este ano um Hyundai i20 R5, a noticia é dada pelo jornal galego "La Region", afirmando que irá usar a prova como teste para os pisos de terra das provas do mundial que se avizinham. No caso de Heller, que guia um Volkswagen Polo R5, também aproveitará Fafe para se treinar para o Mundial de WRC2. E não será a primeira vez: em 2019 esteve presente e terminou a prova no nono lugar da geral, um lugar abaixo do seu irmão.

Já Alberto Heller também estará em Fafe, mas ao volante de um Ford Fiesta R5 MkII. Quem confirmou isso foi o organizador da prova, Carlos Cruz, no programa de rádio Top Motor. Apesar de não falara quantos estrangeiros estarão presentes, ele garantiu que estão inscritos 21 R5 na prova de abertura do campeonato.

O Rali Serras de Fafe acontecerá no fim de semana de 28 e 29 de fevereiro.

sábado, 21 de julho de 2018

ERC: Lukyanuk domina em Roma, Magalhães sexto

O russo Alexey Lukyanuk lidera o Rally di Roma Capitale com um avanço de 15,8 segundos segundos sobre o italiano Giandomenico Basso. Quanto a Bruno Magalhães, o atual líder do campeonato europeu é sexto, com um atraso superior a um minuto, numa prova de trás para a frente. 

Depois da classificativa de abertura, onde Nikolay Gryazin foi o melhor, na frente do seu compatriota Alexey Lukyanuk, e Magalhães foi o nono melhor, o rali começou com Gryazin ao ataque, batendo Lukyanuk por 1,4 segundos e o russo a assumir a liderança do rali. Nikolay Gryazin fez o terceiro tempo, a 6,6 segundos de Simone Campedelli, segundo na especial, e desceu a segundo na geral, tendo agora uma desvantagem de 4,7 segundos. Quanto a Magalhães, ele aqui não conseguiu melhor do que o 13º tempo, descendo ao 11º posto da geral. O piloto português gastou mais 26,8 segundos do que Campedelli e estava a 27,1 segundos da liderança do rali.

Lukyanuk foi o mais veloz na especial seguinte, a primeira passagem por Roccasecca-Colle San Magno, e aumentou a sua vantagem para 7,8 segundos sobre Nikolay Gryazin, segundo na especial. Já Magalhães teve uma especial mais positiva para o seu lado, fazendo o sexto melhor tempo e subindo a nono na geral.

No final da manhã, na primeira passagem por Santopadre-Arpino, Lukyanuk ficou ainda mais confortável quando venceu a especial - empatado com Campedelli - ao mesmo tempo que Gryazin perdeu muito tempo devido a problemas no seu Skoda. Magalhães voltou a fazer o sexto tempo e subiu mais uma posição, sendo oitavo neste momento, a 45,5 segundos do comando.

Na parte da tarde, na segunda passagem pelas classificativas da manhã, Lukyanuk foi melhor que Gryazin em 2,5 segundos e via a sua vantagem aumentar para os 32,4 segundos de vantagem para Giandomenico Basso. Magalhães fez o sétimo melhor tempo e subiu a igual posto à geral. Ele foi melhor no sexto troço, sendo o segundo melhor, perdendo apenas para Basso por 0,7 segundos, e subindo para o sexto posto da geral, enquanto Lukyanuk era 3,7 segundos mais lento e fizera o sexto melhor tempo. E claro, na geral, o russo da Ford via Basso a aproximar-se.

No final do dia, Basso venceu na penúltima especial do dia, com Magalhães a ter problemas de motor, com este a desligar-se e a ter de o ligar de novo, perdendo 26,5 segundos, mas a manter o sexto posto. Lukyanuk foi apenas décimo, e viu de novo a sua vantagem reduzir-se para 17,7 segundos para Basso. Na super-especial que terminou o dia, Andrea Crungola foi o melhor, com Magalhães a ser terceiro.

Com os dois primeiros separados por 15,8 segundos, o alemão Fabian Kreim é o terceiro, a 40,4 segundos, mas tem Gregorz Grzyb logo atrás, a 41,8. Paolo Andreucci é o quinto, a 48 segundos, já distante de Bruno Magalhães. Contudo, o seu perseguidor mais direto, o finlandês Juuso Nordgren, está a um minuto e 25 segundos, na frente de Chris Ingram, enquanto a fechar o "top ten"estavam o local António Rusce e o sueco Frederik Ahlin. 

Amanhã termina o Rally di Roma Capitale, com a realização das últimas sete especiais.

domingo, 8 de outubro de 2017

ERC 2017 - Rali Liepaja (Final)

No final do Rali Liepaja, o russo Nikolay Gryazin, de 20 anos, acabou por ser o vencedor do último rali do ano deste Europeu de ralis, vencida por Kajetan Kajetanowicz. Contudo, o rali ficou marcado pela queda de um helicóptero onde seguia o seu principal patrocinador e que obrigou ao cancelamento da 11ª especial. Segundo os serviços de emergência, o helicóptero caiu próximo do começo da especial, quando tocou em cabos de alta tensão.

Ilze Bukha, porta-voz do Serviço Médico de Emergência NMPD, afirmou à imprensa local que como resultado do acidente, uma pessoa morreu e houve mais três feridos, dois deles em estado grave. "Dois deles estão inconscientes, mas outro está ferido", disse.

Como resultado, Kajetanowicz acabou por abandonar voluntariamente o rali. 

No final, Gryazin levou a melhor sobre o finlandês Kalle Rovanpera, sendo basicamente um duelo entre jovens: se o russo tem vinte anos, já o filho de Harri Rovanpera completou 17 na semana passada. O polaco Lukasz Habaj ficou no terceiro posto.

"Estou muito feliz com o resultado. Estou triste com o acidente do helicóptero. Agradeço aos organizadores do rali, à nossa equipa e amigos. Na temporada, tivemos alguns acidentes e problemas com o carro, mas agora estou aqui a vencer, então estou feliz", disse no final.

Depois de na véspera se ter comemorado o título de Kajetanowicz, devido aos acidentes de Bruno Magalhães e Alexey Lukyanuk, o dia de hoje parecia que iria ser a continudade do duelo entre Gryazin e Ronvanpera. Kalle venceu na primeira especial do dia, em Priekule, conseguindo uma vantagem de 8,1 segundos sobre Gryazin e 26,3 sobre Kajetanowicz. Rovanpera continuou e vencer na especial seguinte, em Podnieki, mas conseguiu apenas 0,1 segundos de vantagem sobre o piloto russo.

Contudo, em Vecpils, Gryazin atacou a venceu a especial, conseguindo 7,1 segundos de vantagem sofre o finlandês, alargando a sua liderança. Kajetanowicz, já mais descontraído com a vitória no campeonato, seguia-os, mas muito distante: por esta altura já tinha um minuto e meio de atraso, mas o seu compatriota Habaj já tinha dois minutos e 19 de diferença.

Com a 11ª especial cancelada por causa da queda do helicóptero, na 12ª especial, já sem Kajetanowicz, e com um atraso de dez minutos em relação ao horário inicial, Gryazin voltou a vencer, ganhando mais 2,5 segundos sobre Rovanpera, mas deixando a concorrência a "calendários" de distância. O espanhol Suarez, no seu Peugeot, tentava apanhar Habaj, mas parecia que não iria conseguir.

Por fim, na segunda passagem por Vecsplis, Rovanpera venceu a especial, mas apenas conseguiu 1,2 segundos a Gryazin, insuficiente para vencer o rali. No final, a diferença ficou-se pelos 18,5 segundos com o jovem finlandês a ter um excelente resultado nesta sua estreia no Europeu.

"Progredimos muito com o carro e a minha condução, melhorou o tempo todo. Nas seções lentas e técnicas, o carro era realmente bom, em partes rápidas, era algo diferente, mas vou me acostumar com isso", disse, no final do rali.

Agora, rumo a 2018, onde o rali começa em março, de novo em paragens açorianas.

sábado, 3 de junho de 2017

A(s) image(ns) do dia



“Vínhamos na ligação, de repente o carro escorregou, pensava que era um furo… mas de repente o carro começou a arder. Provavelmente algum tubo do combustível que se soltou…”

Aposto que é duro ver algo do qual colocaste todo o teu dinheiro (e dos outros) ir em chamas, e tu ficas a assistir, frustrado, triste e impotente. Foi o que aconteceu esta tarde ao russo Nikolay Gryazin, entre as quinta e sexta especiais deste rali da Acropole. O seu Skoda pegou fogo e mesmo com a chegada dos bombeiros, nada vai ser aproveitado daquele carro.

E para piorar as coisas, Gryazin liderava o rali, com onze segundos de vantagem sobre Nasser Al Attiyah e 19 segundos sobre Bruno Magalhães. Tinha também aproveitado os furos de Kajeatan Kajetanowicz, no seu Ford Fiesta R5, e parecia que iria acabar o primeiro dia na frente, num rali onde podia mostrar o seu talento, ainda por cima numa altura onde o seu compatriota Alexey Lukyanuk está a recuperar dos ferimentos que sofreu há semana e meia na Rússia.

Agora, o qatari lidera o rali, mas sobretudo, Bruno Magalhães está na segunda posição, controlando os adversários. Basta chegar ao fim este rali no pódio para, provavelmente alargar a sua liderança no campeonato, quando estamos no terceiro de oito ralis que este Europeu tem em 2017.

Veremos como isto acabará amanhã. O rali grego continua a ser demolidor, mesmo que já não faça parte do WRC.

ERC 2017 - Rali da Acropole (Dia 1)

O qatari Nasser Al Attiyah lidera o rali da Acropole de 2017, no final das seus primeiras classificativas do primeiro dia deste rali grego. O qatari, que anda num Ford Fiesta R5, herdou a liderança após ter visto o russo Nikolay Gryazin dominar grande parte do rali, até que o seu Skoda Fabia R5 pegou fogo entre ligações, terminando o rali por ali. O português Bruno Magalhães é o segundo classificado, a 9,4 segundos da liderança, mas controlando o polaco Kajetan Kajetanowicz, que é terceiro classificado, a 29,5 segundos.

Depois de ontem, os pilotos terem feito um "shakedown", hoje foram para a estrada no sentido de realizarem seis especiais de classificação. Na primeira passagem por Gravia, Gryazin foi o melhor, conseguindo 11,8 segundos sobre Nasser Al Attiyah, e 18,9 sobre o local Sokratis Tsokalidis. Bruno Magalhães fazia o quarto melhor tempo, a 19,8 segundos. Já Kajetan Kajetanowicz era o sexto, a 43,2 segundos do russo da Skoda. Mas isso aconteceu depois de ele ter furado na especial.

Em Amfissa, Kajetanowicz atacou e venceu a especial, conseguindo 4,7 segundos de vantagem sobre Magalhães e 5,4 sobre Gryazin. Al Attiyah era quarto, a 8,8 segundos, na frente de Tsokalidis (a 10,4). Com o resultado, Magalhães subia para o terceiro posto, agora a 19,1 segundos da liderança. Kajetanowicz tentou recuperar o tempo perdido, conseguindo vencer na terceira especial, a de Paelohori, conseguindo 3,6 segundos sobre Gryazin e seis segundos sobre Al Attiyah. Magalhães era quarto, a 11,9 segundos, mas mantinha o terceiro posto, agora a 27,4 segundos.

Na parte da tarde, o piloto português partiu ao ataque, mas perdeu a segunda passagem por Gravia por meros 0,4 segundos a favor de Attiyah. Gryazin foi o terceiro, a 15,2 segundos, e Kajetanowicz perdeu 15,6 segundos para os primeiros, fazendo com que o piloto português consolidasse a terceira posição. Mas na quinta especial, o piloto português foi o melhor, conseguindo uma vantagem de 1,5 segundos sobre Attiyah e 2,9 sobre Gryazin. Kajetanowicz era o quarto nessa especial, a 5,2 segundos.

E foi entre Amafissa e Paleohori que o Skoda de Gryazin pegou fogo, fazendo com que a liderança do rali mudasse de forma dramática. Ali, Kajetanowicz - que sofrera novo furo - partiu de novo ao ataque e venceu a especial, com Magalhães a 6,1 segundos, e Nasser Al Attiyah a 6,4.

"Hoje foi um grande dia pra nós, num rali muito difícil, tanto por ter troços muito específicos como também pelo piso dos mesmos. Estamos num excelente segundo lugar, tendo amealhado mais alguns importantes pontos para o Campeonato. Amanhã vamos tentar manter o ritmo que tivemos hoje da parte da tarde!", comentou Bruno Magalhães na sua página de Facebook,

No final do dia, com Gryazin fora de combate, Nasser é o lider, com 8,4 segundos de vantagem sobre Bruno Magalhães, enquanto que Kajetanowicz é o terceiro, a 29,5 segundos. Tsokalidis é o quarto, a um minuto e dois segundos, na frente do turco Murat Bostanci, a dois minutos e 16 segundos, e o polaco Grzergorz Grzyb, a dois minutos e 45 segundos. O grego Phillipides é o sétimo, a dois minutos e 48 segundos, na frente do cipriota Tsouloftas, do alemão Albert Thurn von Taxis e do grego Elfthios Halkias.

O Rali da Acropole termina amanhã.