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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Turismos: TCR Ibérico vai ser reavivado

O TCR Ibérico vai ser reavivado em 2019 com quatro provas. Quem anunciou isso foi o seu promotor, Paulo Ferreira, afirmando que duas das provas serão em Espanha e outras tantas em Portugal.

“Há carros TCR suficientes entre Espanha e Portugal para montar um bom pelotão. Nós concederemos um prémio de 60.000 euros: 30 mil para o vencedor e [outros] 30 mil para o vencedor da classe DSG. O pagamento do prémio em dinheiro será vinculado à participação na 2020 TCR Europe Series”, explicou Ferreira, acrescentando: “Também estamos avaliando a possibilidade de dar ao último evento o status de 'TCR Nations Cup'.” 

A falta de adesão dos pilotos espanhois no pelotão ibérico em 2017 - 80 por cento dos carros inscritos nesse ano eram portugueses - fez com que a série não acontecesse em 2018, cada país com o seu campeonato. Contudo, com o baixar dos custos desses carros poderá ser uma razão deste reavivar da competição.

A organização vai adotar o mesmo formato desportivo do TCR Europe, com duas sessões de treinos livres de 30 minutos, uma Qualificação no Q1 e Q2 e duas corridas de 23 minutos mais uma volta.

Eis o calendário:

23 - 24 de março: Barcelona
5 - 7 de julho: Vila Real
7 - 8 de setembro: Navarra
26 - 27 de outubro: Portimão

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

As aspirações de Francisco Mora

Com apenas 21 anos, Francisco Mora já tem três títulos nacionais do TCR, bem como participações no TCR Ibérico e no TCR International, sempre a bordo de um seat Leon TCR. Este ano, o piloto participou em ambos os campeonatos, ao volante do carro da Veloso Motorsport, onde venceu sete provas e mais três pódios, vencendo o TCR Portugal, mas não alcançlou o título no TCR Ibérico, depois de um acidente na última corrida, no Algarve, o ter impedido de alcançar esse título.

Em jeito de balanço, Mora disse que foi muito bom, tendo em conta a concorrência, que afirmou ser muito forte. 

“Foi um ano excelente que começou muito bem e terminou com a conquista antecipada do título na penúltima jornada disputada em Braga. Dificilmente podia aspirar a uma melhor prestação, foi fantástico e deu-me muito gozo. Foi também um grande trabalho de equipa ao longo do ano, que começou logo pela eficaz preparação das provas, passando depois pelas melhores tácticas de corrida, finalizando com a grande fiabilidade demonstrada pelo meu carro. Consegui melhorar muito os meus arranques em relação ao ano passado e isso foi também vital para os bons resultados conseguidos", começou por afirmar. 

“Tive pena de não conseguir vencer o TCR Ibérico, competição que liderava na chegada à última prova e que queria também vencer. Foi de facto uma conjunção de azares que me retiraram as hipóteses de vencer, começando pelo cancelamento da prova do Ibérico no Circuito da Catalunha e a sua substituição por uma jornada no Algarve, pontuando as quatro corridas em vez das duas previstas para Barcelona. Com o acidente logo na primeira corrida em Portimão, fiquei sem hipóteses de lutar por mais este objectivo e por isso saí triste da última prova do ano. Sem desvalorizar o Troféu Ibérico, competição que acabou por defraudar as expectativas de quem nela apostou, em parte devido ao desinteresse dos pilotos espanhóis por esta competição, o meu principal objectivo era o campeonato nacional e esse conseguimos atingir com distinção, atingindo o terceiro título em outros tantos anos.”

Quanto ao futuro próximo, o piloto pretende competir fora de portas, num campeonato europeu, à semelhança que fez José Rodrigues este ano, quando foi para a TCR alemã a bordo do Honda Civic da Target Competition, onde fez alguns resultados de relvo. Nesse campo, Mora tem as suas ambições.

“Vamos tentar montar um projecto para competir num dos campeonatos europeus de TCR, de forma a que eu possa evoluir ainda mais, algo que este ano não senti que tenha conseguido em Portugal. É claro que aprendi coisas novas, ganhei experiência, mas não senti aquele desafio que senti por exemplo no ano passado. Quero por isso tentar novos desafios, mas não sabemos ainda qual a opção a tomar, já que está dependente de vários factores, entre os quais se coloca obviamente a chegada de patrocínios. Estamos a analisar todas as hipóteses e depois tomaremos uma decisão”, concluiu. 

quinta-feira, 6 de julho de 2017

TCR: As declarações dos pilotos antes de Vila Real

Neste fim de semana, o TCR Portugal e o TCR Ibérico vão ter a sua quarta ronda, desta vez nas ruas de Vila Real. Com doze carros inscritos, e uma participação espanhola muito reduzida - apenas dois carro, da dupla Gustavo Moura e Faust Salom, e o Seat da andorrenha Amalia Vinyes - a grande novidade será a participação de Francisco Marrão, que andará ao volante do SEAT Leon MK2 que habitualmente disputa o Campeonato Nacional de Montanha, e que será inscrito na categoria TCR2.

Para Francisco Abreu, que chega à cidade transmontana no segundo lugar da geral - e que vai correr nas duas provas do fim de semana - estas corridas são importantes para a luta pelo campeonato, já que perdeu pontos importantes na ronda anterior, em Portimão.

“É evidente que ninguém gosta de ser abalroado em plena corrida. Infelizmente aconteceu e os planos para mais um fim de semana de corridas é simples: ganhar, ganhar ou ganhar. Claro que sempre com respeito pelos adversários, mas tendo a consciência que sou dos mais rápidos do campeonato. Mas só isso não dá vitórias e tendo total e absoluta confiança no Team Novadriver, acredito que o VW Golf GTI TCR estará próximo da perfeição numa pista muito difícil e exigente, quer para carros quer para pilotos”, declarou.

Já Nuno Batista e Edgar Florindo irão andar no circuito citadino com o objetivo de melhorar as suas performances e tentar chegar ao pódio neste final de semana.

“Espero acima de tudo que esta prova decorra sem azares e assim sendo, tenho a convicção que podemos lutar por um lugar entre os três primeiros. A nossa época teve um começo difícil, com o SEAT Leon TCR a mostrar-se algo desajustado face à nossa forma de condução, o que trouxe algumas dificuldades que não esperávamos. No Algarve já foi possível observar alguma evolução e agora em Vila Real, espero que seja possível melhorar ainda mais. À semelhança dos outros circuitos e especialmente aqui, estaremos em desvantagem em relação aos pilotos que competem a ‘solo’. No entanto vamos à luta e queremos sair daqui felizes com o que conseguimos nas duas corridas”. adiantou Nuno Batista.

“Esta prova tem tudo para correr melhor que as duas anteriores. Acredito que Vila Real possa ser o ponto de viragem para um bom caminho ao nível de resultados e também das afinações e por isso conto em ter um bom carro para esta jornada, disputada na minha terra e perante o público da minha cidade, num circuito de que gosto muito. Estou bastante motivado para dar o meu melhor e sobretudo espero ter carro para lutar pelos lugares cimeiros. Com duas provas disputadas nesta categoria, o meu ritmo é cada vez melhor e por isso temos tudo para sair daqui no Domingo com os resultados que ansiamos”, referiu Edgar Florindo.

Já da parte de Francisco Mora, o piloto da Seat, o íder isolado do campeonato, quer manter a posição. O piloto nortenho luta para revalidar o título conseguido o ano passado e chega a Vila Real motivado para dar mais um passo no sentido de concretizar este objetivo.

“A motivação está no topo, mas não penso em arriscar demasiado, até porque posso perder mais do que ganhar, já que pelas características do circuito, citadino e com poucas escapatórias, um toque e uma saída são normalmente muito penalizadoras. A inexistência de pontos de ultrapassagem, torna a qualificação fundamental de forma a conseguir um bom lugar à partida e de poder estar na luta pela vitória…”, começou por dizer em entrevista à Autosport portuguesa.

“Este é um circuito de que gosto muito, mas que peca pela inexistência de pontos de ultrapassagem, o que torna a qualificação fundamental. Um bom lugar à partida, pelo menos na primeira linha, é sinónimo de estar na luta pela vitória e um possível bom resultado final. De outra forma é quase impossível recuperar de uma má prestação nos treinos”, concluiu.

Por parte de Rafael Lobato, o piloto do Audi RS3 TCR considera Vila Real como a sua casa, e espera que nesta corrida, ele tenha melhores resultados daqueles que alcançou em Portimão, onde foi vitima de problemas mecânicos que condicionaram a sua corrida, ele que divide o carro com Patrick Cunha.

“Apesar dos problemas sentidos em Portimão, ainda consegui um bom excelente resultado, face à adversidade e, agora, quero dar continuidade já em Vila Real. É sempre um enorme prazer disputar corridas na ‘Bila’, pois tenho o apoio de todos os vilarealenses e isso, pode não parecer, mas é muito importante. O carro parece estar já curado das maleitas de Portimão, eu estou motivadíssimo para este fim de semana de corridas em Vila Real e tenho como único objetivo a vitória" começou por dizer.

"Correr na minha terra e num circuito que conheço muito bem, não me deixa outra alternativa do que estabelecer os mais ambiciosos objetivos. Neste caso só poderia ter em mente vencer a minha corrida e esperar que o meu colega de equipa possa fazer o mesmo na dele. O apoio do público de Vila Real é entusiástico e se aumenta as minhas responsabilidades para não os desiludir, cria também uma grande força que pode ajudar na luta pela vitória. A minha experiência da corrida do ano passado nos TCR é um preciosa ajuda, que espero aproveitar na plenitude este ano” concluiu Lobato.

Eis o horário das provas:

Sábado:

10H40 – Treinos Livres 1 (30m)
14H20 – Treinos Livres 2 (30m)
17H35 – Qualificação (35m)

Domingo:

11H50 – Corrida 1 (25m)
16H00 – Corrida 2 (25m) 

domingo, 11 de junho de 2017

CNVT: Mora vence as duas corridas de Portimão

Francisco Mora foi o vencedor das duas corridas do Campeonato Nacional de Velocidade e turismos - bem como o TCR Ibérico - depois de na primeira corrida ter batido Francisco Abreu, no seu Volkswagen Golf da Novadriver Racing. Na segunda, o seu adversário foi Rafael Lobato, que tirou bom partido do Audi R8 LMS da Veloso Motorsport para terminar na segunda posição.

Depois de Francisco Abreu e Francisco Mora terem dividido as pole-positions de manhã - com José Pedro Faria a surpreender, colocando o seu Kia no segundo posto na grelha para a primeira corrida - Mora começou a corrida a passar Abreu e Faria, para ficar com o comando, ao passo que Manuel Gião realizou um começo bastante forte desde a sexta posição e na primeira curva já seguia no terceiro lugar, posição onde acabaria por terminar quando cruzou a meta.

Mora e Abreu cedo isolaram-se dos restantes adversários e ficaram a disputar entre si a liderança. A partir do meio da prova, Mora começou a dilatar a vantagem para Abreu, sendo que no fim ficaram separados por oito décimos de segundo.

Gião teve a oposição de Faust Salom no seu Seat da Baporo, que tinha chegado à quarta posição depois de superar Eduardo Leitão (Seat) na segunda volta. No entanto, o espanhol não teve argumentos para ameaçar verdadeiramente a posição do experiente português. Em quinto ficou Fausto Leitão, ao passo que Patrick Cunha foi sexto e Edgar Florindo o sétimo.

Depois de rodar muito tempo em sexto, Manuel Pedro Fernandes cortou a meta em oitavo após ter sido penalizado a duas voltas do fim com um drive through por desrespeitar os limites da pista. João Sousa fechou a classificação de uma prova na qual Amália Vinyes não alinhou devido a problemas físicos nas costas.

A segunda corrida ficou marcada pelo domínio de Mora. Ele ficou com praticamente seis segundos de vantagem para Rafael Lobato (Audi), que por sua vez teve também uma prova tranquila uma vez que João Carvalho encerrou o pódio a mais de sete segundos do transmontano.

Partindo da pole position, Mora nunca cedeu a liderança durante toda a corrida, enquanto Gustavo Moura (SEAT da Baporo) fez um bom arranque para ascender de sexto a segundo na primeira volta. Francisco Abreu partiu de segundo mas arrancou mal e na segunda volta levou um toque de Nuno Batista que comprometeu a sua prova e forçou a intervenção do safety car.

Entretanto, Lobato já tinha superado Carvalho e Moura para chegar a segundo. Quando o safety car saiu na quinta volta, o piloto de Paços de Ferreira superou o transmontano para recuperar a vice-liderança, mas na volta seguinte saiu de pista, caindo para sexto. Daí em diante, Mora começou a abrir uma margem tranquila para Lobato, que por sua vez fez o mesmo com Carvalho, que seguia em terceiro.

O TCR Ibérico e o CNVT voltam à ação a 9 de julho, em Vila Real.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

CNVT: As declarações dos protagonistas (parte 2)

A pouco mais de dois dias da segunda jornada dupla do Campeonato Nacional de Velocidade e de mais uma jornada do TCR Ibérico, alguns dos pilotos portugueses que irão participar nesta prova disseram de sua justiça sobre o que esperam deste fim de semana em Portimão.

No caso de Francisco Abreu, o piloto do Volkswagen da Team Novadriver tem esperanças de um bom resultado, depois de sair do Estoril na segunda posição do campeonato, e cinco pontos do líder, Francisco Mora. Abreu andou por estes dias a fazer testes com vista a melhorar as suas afinações dentro do seu carro, esperando melhores resultados.

“Os testes realizados foram muito proveitosos e depois da boa exibição no Estoril, marcada apenas pelas dificuldades nos arranques, tenho a certeza que vamos estar mais fortes e lutar pelas vitórias rumo ao grande objetivo final que é ganhar mais um título nacional. Respeito muito a concorrência, o campeonato está recheado de bons valores, mas com a ajuda do Team Novadriver e com a qualidade do VW Golf GTI TCR, acredito que será possível regressar aos títulos já este ano”, disse Abreu.

Já Francisco Mora, o atual líder do campeonato, ele tem por objectivo deixar o Algarve nessas mesmas posições, esperando estar muito competitivo neste fim-de-semana, ao volante de um carro que tão bem conhece como é o Seat Leon TCR.

"Costumo dar-me muito bem nesta pista, de que gosto muito e onde normalmente consigo bons resultados. Espero manter a veia vencedora do Estoril e confirmar este bom início de campeonato. Confio que o meu SEAT vai estar muito competitivo para este fim-de-semana, dado ser um carro que já conhecemos e para os quais já temos uma boa afinação”, começou por afirmar.

Por outro lado, Mora espera concorrência de peso no pelotão, considerando que o mais importante é pontuar sempre: “Como já se viu na primeira prova, a competitividade é muito grande e por isso é importante fazer pontos em todas as corridas se queremos lutar pelo título, para já estou à frente e é nessa posição que quero sair de Portimão”.

Quando ao programa das corridas de Portimão, este está dividido entre sábado, dia 10, quando se realizam os treinos livres (entre as 16:00 e as 16:30 e entre as 18:00 e as 18:45), sendo que no domingo está concentrado todo o programa de treinos oficiais (entre as 10:10 e as 10:45) e corridas (entre as 13:10 e as 13:45, e entre as 15:30 e as 15:55).

CNVT: As declarações dos protagonistas (parte 1)

A pouco mais de três dias da ronda dupla de Portimão do Campeonato Nacional de Velocidade - e do TCR Ibérico - é natural ouvir as ambições e expectativas dos pilotos participantes do campeonato. Nesta primeira parte, coloca-se aqui as declarações de Rafael Lobato e Patrick Cunha (Audi RS3 TCR), bem como Edgar Florindo e Nuno Batista (Seat Leon TCR).

No caso dos pilotos da Veloso Motorsport, depois de terem tido sortes diferentes no fim de semana do Estoril, eles esperam ter melhor sorte em Portimão, segunda ronda do TCR Iberico e do Campeonato Nacional de Velocidade e Turismos (CNVT). A bordo do seu Audi RS3 TCR, ambos os pilotos da Veloso Motorsport esperam que desta vez, as coisas corram bem melhor, apesar da forte concorrência que têm pela frente.

“Como é evidente, depois de uma vitória na primeira prova estou muito motivado para esta segunda jornada, onde espero que seja possível repetir o resultado que consegui no Estoril. Tenho consciência de que não será fácil, a concorrência é muito forte, mas também sei que temos à nossa disposição um carro muito competitivo e que nos pode dar muitas alegrias. O meu colega de equipa já testou o carro e as indicações foram muito boas, teremos certamente de melhorar o acerto do carro, mas a base está lá e é excelente”, disse Rafael Lobato.

O seu companheiro de equipa, Patrick Cunha, afirma esperar ter melhor sorte na prova de Portimão do que no Estoril, onde acabou por desistir na sua vez de guiar o Audi RS3 TCR.

“Para esta prova já estarei mais adaptado ao Audi e com um ritmo competitivo melhor. Nos testes que fizemos no Algarve já deu para ver que temos um bom carro para esta pista e se tudo correr bem estaremos em condições de lutar pelos pódios. Espero ter melhor sorte nesta prova, e materializar o bom andamento que já consegui no Estoril, com um bom resultado nesta pista. A experiência da equipa vai ser também um factor determinante para nos ajudar a atingir os nossos objectivos”, referiu Cunha.


Já no caso de Batista e Florindo, também esperam melhorar as suas prestações em relação ao que conseguiram no Estoril. “Estamos motivados para esta prova, que tenho a certeza vai correr melhor do que a primeira. Temos já um melhor ritmo e temos também o carro mais adaptado aquilo que queremos. O trabalho que temos vindo a desenvolver é muito positivo e estou certo que se vai reflectir nos resultados que vamos obter daqui para a frente. Quero fazer uma boa qualificação e depois uma boa corrida num circuito de que gosto muito e onde me sinto muito à vontade, penso que podemos almejar um lugar no pódio, sendo esse um dos objectivos para Portimão” disse Nuno Batista.

“Para mim esta será mais uma prova de aprendizagem, mas sem descurar as nossas possibilidades em termos de resultados. Apesar de ser a minha estreia nesta pista, quero lutar pelas primeiras posições e andar no grupo da frente, mesmo sabendo que a competitividade é enorme e que todos rodam em tempos muito próximos. Penso que vamos estar melhor em relação à primeira prova, conseguimos já uma boa afinação e se tudo se conjugar pela positiva, será possível atingir os objectivos” referiu Edgar Florindo. o outro piloto do Seat numero 13.

Quando ao programa das corridas de Portimão, este está dividido entre sábado, dia 10, quando se realizam os treinos livres (entre as 16:00 e as 16:30 e entre as 18:00 e as 18:45), sendo que no domingo está concentrado todo o programa de treinos oficiais (entre as 10:10 e as 10:45) e corridas (entre as 13:10 e as 13:45, e entre as 15:30 e as 15:55).

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Uma complicação chamada Portimão

Já foi encontrado o substituto de Jarama para a segunda ronda do TCR Ibérico, marcado para os dias 10 e 11 de junho. Irá ser o autódromo de Portimão... depois de muita confusão com o seu nome. É que a pista algarvia foi inicialmente sugerida pela Full Eventos, a entidade que organiza o campeonato, mas foi rejeitada por alguns pilotos, ainda não identificados.

Na segunda-feira, a FPAK tinha inicialmente rejeitado a ideia de realizar uma prova em Portimão nos dias 10 e 11 de junho, alegando que "tinha recebido alguns telefonemas de pilotos, pilotos esses que a Full Eventos desconhece, informando que tinham os carros desmontados, preparando já a participação no Circuito de Vila Real".

A Full Eventos "lamentou esta decisão e reitera todo o empenho em encontrar a devida solução para bem dos interesses da velocidade nacional", mas passados dois dias, a FPAK reagiu, afirmando que tinha recebido "informações contraditórias" e decidiu "aceitar a realização da prova na data e local proposto, o que foi ainda possível com a colaboração do promotor, clube organizador, pilotos e equipas".

Assim sendo, a prova de Portimão vai contar para o TCR Ibérico, o campeonato nacional de velocidade e turismo (CNVT) e os Clássicos. E claro, este episódio só revela o Portugal automobilístico no seu melhor...

sábado, 29 de abril de 2017

TCR Portugal: Lobato ganha a primeira corrida no Estoril

Rafael Lobato, da Veloso Motorsport, venceu a primeira corrida do fim de semana do TCR Portugal - e TCR Ibérico - no Estoril. Lobato, que guiou o Audi RS3 TCR, bateu por seis segundos e meio o Volkswagen Golf de Francisco Abreu, da Novadriver. Francisco Mora, da Seat, fechou o pódio.

A corrida ficou essencialmente resolvida na largada, quando Lobato conseguiu ser melhor do que o "poleman", Francisco Abreu, e começou a afastar-se do resto do pelotão, conseguindo a vantagem que queria para dar à Audi a sua primeira vitoria nesta competição.

Atrás, a luta pelo segundo posto foi mais animada. O veterano Manuel Gião fez um arranque muito bom, fazendo passar do sétimo para o segundo posto e tentou imprimir o ritmo, mas à medida que as voltas passavam, os carros de Francisco Abreu e de Francisco Mora passaram-no, fazendo-o relegar para o quarto posto. Depois, Mora aproximou-se de Abreu, mas este conseguiu manter o segundo posto.

O melhor espanhol acabou por ser a andorrenha Amalia Vinyes, que foi sétima classificada, atrás de Manuel Pedro Fernandes e José Monroy.

A segunda corrida do Estoril acontece amanhã.