domingo, 25 de outubro de 2015

WRC 2015 - Rali da Catalunha (Dia 2)

O segundo dia do Rali da Catalunha assistiu-se à transição da terra para o asfalto, mas independentemente da superfície, o domínio dos Volkswagen permanece o mesmo: Sebastien Ogier alargou a sua liderança para 54 segundos para o seu companheiro de equipa, Jari-Matti Latvala, onde o grande foco foi a luta pelo segundo posto, entre os Volkswagens de Latvala e Anders Mikkelsen, e o Hyundai de Dani Sordo.

O dia começou com oito classificativas em asfalto, e logo a abrir, Sebastien Ogier começou a vencer, e os carros alemães a ficarem com as três primeiras posições, seguidos pelo Ford de Robert Kubica. Atrás, Dani Sordo ascendia ao quarto posto, enquanto que Lorenzo Bertelli tinha voltado á estrada, depois de ter arranjado o seu Ford. Ogier continuou a cavalgada nas classificativas seguintes, alargando a liderança para 51,4 segundos no final da manhã. Aí, ele aproveitou os problemas de travões de Latvala e o ataque de Dani Sordo, que ascendeu ao segundo lugar, mas perseguido por Anders Mikkelsen. Mas para isso, também beneficiou do abandono de Ott Tanak, que na décima especial, despistou-se e arrancou uma roda do seu Ford.

A partir dali, a luta pelo pódio ficou bem quente, com os Volkswagen a lutarem com Sordo e Ostberg pelo lugar. Latvala teve mais dificuldades na 12ª especial, ao tocar num obstáculo de betão e perder um minuto para Ogier. "Cortei uma curva e bati num obstáculo de betão. Furei e parti a jante. Fiz mais dez quilómetros assim. Agora já só posso pensar no pódio", explicou o finlandês. Contudo, feitas as devidas reparações, venceu a classificativa seguinte, com um avanço de cinco segundo sobre Mikkelsen e isso o fez aproximar do segundo lugar.

Na parte da tarde, Latvala voltaria a vencer na segunda passagem por La Figuera e começou a apanhar Sordo e Mikkelsen, mesmo com o espanhol a andar "completamente no limite". O finlandês da Volkswagen já dizia que "está tudo a funcionar muito bem" e assim partia para o ataque, tentando apanhar os dois pilotos que tinha à sua frente. Sordo não conseguiu segurá-los e foi passado pelos Volkswagen, caindo para o quarto lugar após a segunda passagem por Capafonts, a classificativa favorita de... Latvala.  

No final do dia, se Ogier tinha quase um minuto de avanço, já Latvala e Mikkelsen lutavam pelo segundo posto, com uma diferença de 2,9 segundos entre os dois, o que se prevê um dia duro para ambos, pois Dani Sordo, o quarto classificado, não anda muito longe, a 4,5 segundos, apesar de ter um andamento relativamente inferior a ambos.

Kris Meeke é o quinto, no seu Citroen, conseguindo passar o seu companheiro de equipa, Mads Ostberg, na última especial do dia, depois deste se ter atrasado... porque deixou cair o motor num cruzamento. "Foi um erro muito estúpido", afirmou o norueguês da Citroen. Thierry Neuville é o sétimo, na frente de Hayden Paddon, e os carros coreanos não andam longe dos carros franceses, pois a distância de Meeke, o quinto, a Paddon, o oitavo, é de meros... 15 segundos. A fechar o "top ten" estão o checo Martin Prokop e o sueco Pontus Tidemand, que é o melhor dos WRC2, na frente de Nasser Al Attiyah.

Amanhã, o rali da Catalunha cumpre as suas últimas seis classificativas. 

sábado, 24 de outubro de 2015

A imagem do dia

Semana que vêm, a Formula 1 volta ao México, após 23 anos de ausência. E num circuito que, com algumas modificações, acolheu a Formula 1 em dois períodos distintos, o primeiro entre 1963 e 1970, e o segundo, entre 1986 e 1992. Mas foi nesse primeiro periodo que aconteceu o momento do qual coloco aqui a foto, tirado por Bernard Cahier.

E vale a pena falar desse momento, pois é único: a única vitória de Richie Ginther, a primeira vitória da Goodyear e da Honda, na última corrida dos carros com motores de 1.5 litros.

A aventura da Honda tinha começado no ano anterior, com o desconhecido piloto americano Ronnie Bucknum, e onde os resultados foram modestos. Contudo, a contratação de Ginther, vindo da BRM, fez melhorar um pouco o modelo RA272, que tinha um motor V12 com cerca de 230 cavalos de potência. A temporada foi sofrida, mas o engenho de Ginther compensou quando acabou no sexto posto no GP da Bélgica, dando o primeiro ponto à marca japonesa. E repetiu a mesma posição em Zandvoort, no GP da Holanda.

Contudo, apesar destes resultados algo encorajadores, o motor era pesado e não muito fiável, e não se aproximavam muito da conquistadora Lotus, com o seu motor Coventry Climax de quatro cilindros em linha, e a marca japonesa sabia que teria de trabalhar muito para melhorarem a sua performance. Foi por causa disso que decidiram não ir a Nurburgring, palco do GP da Alemanha, onde se estrearam um ano antes. Mas no regresso, os progressos foram muitos, e havia expectativas quando chegaram à Cidade do México, palco da última corrida da temporada, com tudo resolvido.

Ali, Ginther conseguiu a melhor qualificação do ano, com um terceiro lugar, ao lado de Jim Clark e Dan Gurney, e na corrida, o americano ficou com liderança, perseguido por Clark, Hill e Jackie Stewart. Contudo, os três tiveram problemas e acabaram por desistir, com Gurney a persegui-lo até ao fim, no seu Brabham.

No final, Ginther era um piloto feliz por ter dado aos japoneses a sua primeira vitória na Formula 1, numa altura tão importante da modalidade. E mesmo Ronnie Bucknum não ficou esquecido, pois foi ali que alcançou os seus únicos pontos da sua carreira, qualdo levou o seu carro até ao quinto posto. Era o final de uma era, e os japoneses alcançaram aquilo que mais tarde chamaram de "o sonho impossivel". E eles nunca mais esqueceram desse momento.

Formula 1 2015 - Ronda 16, Estados Unidos (A qualificação... que não aconteceu)

A Formula 1 passa a ideia de que, faça sol ou chuva, o espectáculo tem de continuar. Existem muitos exemplos no passado que provam que desafia sempre os elementos e os avisos de maior prudência em relação ao tempo. Já enfrentou tufões e furacões e não se moveu, numa teimosia que quase roçou o bom senso. E por vezes - como sabemos o que aconteceu em Suzuka, há um ano - as consequências foram trágicas.

Este fim de semana, a Formula 1 está em paragens texanas, mas quando Bernie Ecclestone fez o calendário, não esperava que este fim de semana, existisse a ameaça de um furacão à vista. O "Patricia" atingiu a costa mexicana na sexta-feira à tarde, com uma força de Grau 5, tornando-se no segundo mais forte da história, superando apenas o tufão "Yip", que esteve ativo durante vinte dias no Pacifico central e Japão, em outubro de 1979. Contudo, apesar da força, este sábado, as montanhas mexicanas fizeram o seu papel e praticamente se transformou numa depressão tropical. Tão rapidamente se fez... quanto se desfez.

Mas a depressão tropical continua a sua marcha para o Texas, e este sofre com a chuva constante. Tão constante que as pessoas foram avisadas de inundações na zona e as autoridades evitaram deslocações inúteis ao Circuito das Americas, que fica a 30 quilómetros do centro da cidade de Austin. Mas apesar das más condições, houve o terceiro trino livres, onde Lewis Hamilton conseguiu ser mais veloz do que a concorrência, liderada por Sebastian Vettel e Nico Hulkenberg. E a partir dali, começou a surgir o rumor de que esse poderia ser a verdadeira qualificação, caso o tempo piorasse.

E à medida que a hora se aproximava, o tempo permanecia inalterado: céu cinzento e a chuva sem parar. Sabia-se que poderia haver um "plano B", ou seja, adiar a qualificação para mais tarde, até domingo de manhã. Mas já se sabia que a cada hora que passava, mais a depressão "patriciana" se aproximava, vertendo o que tinha a verter, e a chance do treino livre do inicio do dia de ser a qualificação real... era real, passe a redundância.

Menos de meia hora do começo da qualificação, veio o primeiro aviso: adiamento até às 14:15 locais (19:15 em Lisboa), e a chuva não parecia abrandar. Os delegados da FIA, entretanto, esclareciam que o critério era que a qualificação poderia ser adiada até ao dia seguinte, pelas nove da manhã locais. Mas à medida que passavam os minutos, o tempo parecia que piorava, e o seu começo adiado.

E enquanto passavam os minutos, e depois as horas, as equipas entretinham enquanto podiam. Eles sabiam que os espectadores tinham pago para lá estar, e claro, eles faziam o melhor que podiam. Até Daniel Ricciardo decidiu dançar, enquanto que a a Sauber presentava o seu novo barco... perdão, carro, para o seu 400º Grande Prémio da sua história. E a Force India aceitava o desafio, enquanto que Sainz e Verstappen entravam nos seus carros, preparando-se para a corrida. Isto é: os pais de Sainz e Verstappen!

No final, foi uma tarde divertida para toda a gente, pois o final era mais do que sabido: qualificação cancelada e adiada para as nove da manhã de domingo, hora local. O "Patricia" fazia das suas, mas há a esperança de que no domingo, a chuva desapareça e o sol faça a sua aparição, dando tempo para que a programação siga conforme planeado, mas vai ser tudo compactado, pois o espectáculo tem de continuar, e na semana que vêm, haverá mais, na Cidade do México.

As imagens do dia










Imagens desta tarde, em Austin. Mesmo com a chuva a cair de forma incessante, as coisas não andam aborrecidas no Circuito das Américas. Danças, barcos, autocarros... os pilotos e mecânicos fazem de tudo para entreter os heróis que enfrentaram uma tempestade para poder ver uma qualificação... que pode não acontecer.

São quase nove da noite, hora de Lisboa, e vamos a ver se haverá tempo para ainda correr esta qualificação. Se não, tenta-se amanhã. Mesmo com o (agora) a depressão "Patricia" a caminho...

Youtube Motorsport Electric Race: A corrida de Pequim na integra


Esta sábado de manhã começou com a etapa inaugural da Formula E. Para quem não viu a corrida por algum motivo, eis os videos da prova chinesa, caso queiram ver enquanto esperam para saber se teremos a qualificação do GP dos Estados Unidos...

Para quem já viu, recordo que Sebastien Buemi foi o grande vencedor desta corrida, na frente de Lucas di Grassi e Nick Heidfeld.

Youtube Motorsport Weirdness: O gato na pista de Pequim

Toda a gente fala que a Formula E é uma competição silenciosa, e claro, tem os seus apoiantes e detractores. E esse silêncio é uma novidade tão grande... que os animais ainda não se habituaram! Daí o aparecimento deste gato no meio da pista, esta manhã, durante a corrida de Pequim. Felizmente, nem o "ruivo", nem os pilotos saíram prejudicados deste incidente.

Formula E: Buemi domina em Pequim

A nova temporada da Formula E começou neste sábado de manhã em Pequim com o domínio do e.dams de Sebastien Buemi, que fez o "triplete" ao conseguir não só vencer, como também de fazer a pole-position e a volta mais rápida. Lucas di Grassi , no seu Abt, e Nick Heidfeld, no seu Mahindra, ficaram com os restantes lugares do pódio, enquanto que António Félix da Costa ficou pelo caminho, depois de bater em Jacques Villeneuve.

O fim de semana chinês começou com 18 dos vinte carros presentes, dado que a Trulli GP acabou por não alinhar por causa da burocracia. Alguns dos componentes ficaram retidos na alfândega chinesa, e apesar dos esforços para serem desbloqueados, este não foram a tmepo das verificações técnicas, logo, os carros guiados por Salvador Duran e Vitantonio Liuzzi viram a sua estreia adiada para a corrida seguinte, em Putrajaya.

Nos treinos livres, via-se que os e.dams vinham logo ao que iam fazer, e era logo o dominio: Sebastien Buemi ficou com a pole-position, e o seu companheiro de equipa, Nicolas Prost, ficou com o segundo posto, monopolizando a primeira linha da grelha de partida. E também foram os unicos a irem para a "superpole", para além de Lucas di Grassi e Nick Heidfeld, e o Virgin de Jean-Eric Vergne. António Félix da costa apenas conseguiu o 16º tempo no seu Aguri, na frente de Nathanel Berthon, enquanto que o atual campeão, Nelson Piquet Jr, era o último, a mais de três segundos do "poleman".

A corrida começou com Nicolas Prost a largar melhor, mas o suiço ganhou a posição na primeira curva, começando então a distanciar-se da concorrência. Heidfeld conseguiu ficar com o segundo posto, na frente de Prost qenquanto que atrás, Félix da Costa começou a recuperar posições, chegando depois ao nono posto.

Na volta 3 acontece a primeira desistência, quando a suiça Simona de Silvestro despistou-se com o seu Andretti, mas não se decidiu colocar as bandeiras amarelas. Com a troca de carros, a meio da corrida, Buemi não perdeu o comando, mas o português da Aguri perdeu quando demorou na troca de carros. Quando voltou à corrida, colidiu com Jacques Villeneuve, na volta 15, obrigando à entrada do Safety Car. 

Com o regresso da bandeira verde, Prost conseguiu passar Heidfeld para o terceiro posto, mas a duas voltas do fim, a sua asa traseira quebra-se e é obrigado a ir às boxes. No final, Heidfeld conseguiu segurar o terceiro posto face aos ataques de Loic Duval e Jerôme D'Ambrosio. Oliver Turvey foi o sexto, na frente de Sam Bird, Nathanel Berthon, Daniel Abt e o holandês da Andretti, Robin Frijns.

Buemi comanda o campeonato com 25 pontos, contra os 18 de Lucas di Grassi e os 15 de Nick Heidfeld. Agora, a Formula E volta a correr dali a duas semanas, desta vez em paragens malaias.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Noticias: Jolyon Palmer será piloto da Lotus-Renault em 2016

A Lotus-Renault anunciou esta noite em Austin que o britânico Jolyon Palmer, que nesta temporada é o terceiro piloto da marca, será seu piloto na temporada de 2016, em substituição de Romain Grosjean e ao lado do venezuelano Pastor Maldonado.

"Estou obviamente muito contente por correr na Fórmula 1 no próximo ano", começou por falar o filho de Jonathan Palmer. "A Lotus F1 Team deu-me uma tremenda oportunidade nesta temporada e agradeço-lhes por ajudar no meu desenvolvimento a um nível onde eles colocaram a sua confiança em mim para uma temporada crucial na minha evolução" continuou.

"Aprendi muito no meu ano como piloto de reserva e por isso estou ansioso para colocar tudo isso em prática como piloto de corridas em 2016", concluiu.

Gerard Lopez, o diretor da Lotus, mostrou-se feliz com a contratação e Palmer: "Nós vimos o esforço e talento de Jolyon nesta temporada e a maneira como se aproximou no seu papel, mostra que foi uma escolha muito popular para a equipa. Além de ter um grande futuro pela frente, Jolyon é um ativo inteligente e altamente comercializável para a equipa" afirmou Lopez.

"Ele merece essa oportunidade, e todos em Enstone estão animados para ver o que ele pode alcançar na próxima temporada", concluiu.

Filho de Jonathan Palmer, que correu entre 1983 e 1989 em equipas como Williams, RAM, Zakspeed e Tyrrell, Jolyon tem 24 anos de idade (nasceu a 20 de janeiro de 1991) e começou a correr em monolugares em 2005, na T Cars Series. antes de passar para a Formula Palmer Audi em 2007, onde foi terceiro classificado em 2008. Em 2009 passou para a Formula 2, onde se tornou vice-campeão em 2010, antes de passar para a GP2 Series em 2011, onde ficou por três temporadas até ser campeão em 2014.

Nessa temporada, Palmer tornou-se piloto de reserva da Force India, antes de passar este ano para a Lotus, como terceiro piloto.

A imagem do dia (II)

Na véspera da primeira corrida do ano, em Pequim, só a Formula E poderia juntar quatro sobrenomes famosos do automobilismo: Senna, Prost, Piquet e Villeneuve. Três filhos e um sobrinho, e um deles campeão do mundo.

Veremos o que farão nesta temporada.

As imagens do dia






Austin, esta sexta-feira à tarde. De facto, as condições não vão ser muito diferentes ao longo deste final de semana. E ainda por cima, há rumores de que o furacão Patrícia, considerado o mais poderoso de que há registo (e que está neste momento no México), poderá rumar para... norte.

Vamos a ver se haverá corrida neste domingo. 

A imagem do dia

No inicio de mais uma nova temporada da Formula E, amanhã em Pequim, eis o retrato de familia dos pilotos que vão participar nesta competição.

WRC 2015 - Rali da Catalunha (Dia 1)

Sebastien Ogier acabou este dia no lugar do costume: no comando do rali da Catalunha, mas para lá chegar, teve de penar um bocado, pois Jari-Matti Latvala e Ott Tanak não lhe facilitaram a sua vida, bem como Robert Kubica, que chegou a liderar o rali, mas foi mais uma vez vitima do azar, graças a dois furos.

Depois de Hayden Paddon ter feito o melhor tempo no "shakedown" (provavelmente para comemorar a renovação do seu contrato...), o rali começou com Sebastien Ogier a ser o melhor na Super-Especial de abertura, conseguindo bater Thierry Neuville por 2,1 segundos. Contudo, o facto do francês abrir a estrada nesta sexta-feira (onde todas as classificativas eram em terra) daria esperança aos que partiam atrás dele de atacar, e foi o que fizeram. 

Primeiro, foi um... empate entre Paddon e Mads Ostberg, com Ogier a perder três segundos para a concorrência. E depois, Robert Kubica foi o mais veloz na terceira classificativa e liderava o rali. Pelo meio, começavam a surgir as primeiras vitimas: o italiano Lorenzo Bertelli capotara o seu Ford na segunda especial, mas sem consequências fisicas e muitos estragos no seu carro.

O polaco manteve a liderança na classificativa seguinte, apesar desta ter sido vencida por Ott Tanak, e por esta altura, os Volkswagen estavam em lugares mais discretos, entre o sexto e o oitavo posto. Algo que Ogier não o deixava satisfeito: "Tenho de atacar mais mas estou a pensar demasiado na próxima prova, em Gales", confessava então.

Na classificativa mais longa do dia, a primeira passagem por Terra Alta (35,68 km), Latvala e Ogier responderam, conseguindo respectivamente o primeiro e segundo tempo, mas com o francês a liderar por meros 0,8 segundos. O unico que acompanhou os Volkswagen foi Ott Tanak, enquanto que Robert Kubica teve dois furos, que o fizeram perder quase cinco minutos e o fizeram cair para o 29º posto. Tanak voltou a atacar na classificativa seguinte, voltando a vencer (empatado com Kubica) e subiu para o segundo posto.

O estónio continuou ao ataque, mas Latvala respondeu na classificativa seguinte, apesar de ele não ter sido o vencedor (foi Ostberg quem venceu), e ambos ficaram separados por 1,6 segundos. Tanak venceu na oitava especial e encurtou as distâncias, mas na última classificativa do dia, a segunda passagem por Terra Alta, foi Ogier que marcou o ritmo e foi o grande vencedor, chegando com uma vantagem de 7,2 segundos sobre Latvala, e acabando por liderar o ralo com quatro segundos de avanço. Ott Tanak foi quarto na classificativa e ficou com o terceiro posto, agora a 11,3 segundos da liderança.

Dani Sordo é o quarto classificado, a 26 segundos da liderança, e o melhor dos Hyundais, na frente de Mads Ostberg, também o melhor, mas dos Citroen. Anders Mikkelsen é o sexto, na frente de Hayden Paddon, no segundo Hyundai, enquanto que Kris Meeke e o oitavo. A fechar o "top ten" estão o terceiro Hyundai de Thierry Neuville e o Ford de Elfyn Evans.

O rali da Catalunha volta amanhã, com as classificativas em asfalto.

Formula 1 em Cartoons - Austin pré-GP (Cire Box)

Com a história da penalização dos Ferrari para a corrida americana, parece que está tudo pronto para a festa do título de Lewis Hamilton em Austin. 

Mas... será? É que pelo guarda-chuva deixado de lado, vai ser cá uma carga de água para aquelas bandas...

Trulli não corre em Pequim... por causa da burocracia

A primeira corrida da Formula E, em Pequim, terá apenas 18 carros a alinhar na corrida chinesa. É que a Trulli GP, a equipa de Jarno Trulli, não alinhará no evento devido a... razões burocráticas. Os atrasos na alfandega chinesa de alguns dos seus componentes, como a unidade de energia, fizeram com que esta pedisse tempo à organização, para que pudessem desbloqueá-las, mas como não conseguiram fazer antes dos treinos livres de hoje, a organização da Formula E não teve outra chance senão excluir os carros guiado por Salvador Duran e Vitantonio Liuzzi.

Assim sendo, a estreia dos carros italianos acontecerá apenas na segunda corrida do ano, em Putrajaya, que acontecerá a 7 de novembro.

Este contratempo é o mais recente de uma equipa que teve uma pré-temporada caótica, pois devido a problemas nas suas unidades de potência, nos testes de Domington Park, durante o mês de agosto, não conseguiu marcar qualquer tempo.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A imagem do dia

Romain Grosjean, piloto da Lotus e futuro piloto da Haas, esta quinta-feira, e começa a estar no espírito de Austin.