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sábado, 7 de outubro de 2017

Noticias: Palmer substituido por Sainz na Renault

A Renault anunciou esta tarde que o britânico Jolyon Palmer será substituído pelo espanhol Carlos Sainz Jr. a partir do GP dos Estados Unidos, dentro de duas semanas. Para o seu lugar na Toro Rosso regressará Daniil Kvyat, que vai correr ao lado de Pierre Gasly até ao final da temporada.

De uma certa forma, é a confirmação dos rumores que corriam no fim de semana da Malásia, quando houve a troca do piloto russo por Gasly, que disputa a SuperFormula japonesa pela Red Bull. Assim sendo, apesar do alinhamento para 2018 ainda não ser uma certeza, é provável que seja uma dupla Kvyat-Gasly.

"Gostaria de agradecer a Jolyon por seu compromisso com a equipe, bem como o seu profissionalismo. Desde o regresso da Renault à Fórmula 1, Jolyon tem sido altamente dedicado em um ambiente em evolução. Ele mostrou excelentes qualidades pessoais e desejamos-lhe o melhor na sua carreira futura", afirmou Cyril Abiteboul no comunicado oficial da marca.

Quanto ao filho de Jonathan Palmer, parece ser o final da linha depois de 37 Grandes Prémios com a marca francesa, alcançando nove pontos no seu total. Sempre foi um piloto contestado devido à sua falta de ritmo a sendo constantemente batido por Nico Hulkenberg.

"O Grande Prémio do Japão será a minha última corrida para a Renault. Foi uma temporada extremamente desafiadora e passei por muito nos últimos três anos, mas foi uma tremenda jornada em geral com a equipa. Eu posso olhar para trás com orgulho a performance na segunda metade da temporada passada, meu primeiro ponto na Malásia e, obviamente, o meu sexto lugar em Singapura neste ano. Desejo à equipa o melhor para o futuro. Meu foco imediato está agora em alcançar o melhor resultado possível no GP do Japão, para então poder avaliar minhas opções para o futuro", declarou.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

O piloto que a Williams quer

A Williams é uma equipa interessante, apesar dos seus dias de glória estarem um pouco longe. Tem um grande patrocinador, dinheiro, motores cliente e uma boa equipa de técnicos e engenheiros. Contudo, em termos de resultados, em 2017, está além daquilo que deveria fazer, sobretudo quando a Force India, que faz as mesmas coisas por menos dinheiro, tem melhores resultados do que a equipa de Grove. Mesmo assim, para 2018, é um lugar apetecível, ainda mais do que a Renault por exemplo.

Como sabem, no fim de semana surgiu o rumor - quase plausível - de que Carlos Sainz vai para a Renault, em troca de motores seus para a McLaren e a Toro Rosso ficar com os Honda, provavelmente para mais tarde - quem sabe - poder ir para a Red Bull. Contudo, outra equipa está nas bocas do mundo por estes dias, e é a Williams. E é por causa de um lugar que poderá vagar nos próximos tempos.

Como é sabido, Felipe Massa deveria ter abandonado a Formula 1 no final de 2016, mas voltou atrás na decisão a pedido da... Williams, que viu o seu piloto, Valtteri Bottas, ir para a Mercedes após o inesperado abandono de Nico Rosberg, assim que ficou com o título mundial. Havia duas grandes razões para ter Massa em Grove por mais uma temporada: um piloto experimentado para que o jovem Lance Stroll pudesse aprender a andar na Formula 1, e segundo, porque o patrocinador quer um piloto experiente ao volante. Aliás, há uma clausula em que diz que um dis pilotos tem de ter mais de 25 anos, logo, não pode ser qualquer um a guiar aquele carro. Daí que por alguns dias se flutuou a ideia de ter Fernando Alonso em Grove, uma medida que era apoiada - aparentemente - por Lawrence Stroll, o pai de Lance, e homem de muito dinheiro.

Agora que Alonso poderá ficar na McLaren por mais algum tempo, com motores Renault, outras chances flutuam por aí. E uma delas é plausível, dadas as circunstâncias. É que o regresso de Robert Kubica à Formula 1 poderia acontecer... via Williams. Estão a ver a Renault treinar um piloto para que outra equipa o poder aproveitar? Isso pode acontecer em 2018.

Quem conta estas coisas é o Joe Saward, e ele hoje disse algumas coisas interessantes sobre o marcado de pilotos no seu blog. Uma delas é que provavelmente, Pascal Wehrlein poderá estar encurralado. Piloto da Mercedes, até fez uma temporada razoável na Sauber, mas com o segundo piloto ancorado de pedra e cal na equipa - os seus patrocinadores são os proprietários da equipa - a Ferrari quer colocar Charles Leclerc por lá em 2018 e um dos seus pilotos tem de ir para outras paragens. 

Contudo, Wehrlein não pode ir a lado algum por vários motivos: na Force India, fica tudo "trancado" (Sergio Perez e Esteban Ocon vão se aturar por mais uma temporada) a Renault fica com Sainz e Nico Hulkenberg, e a Williams prefere meter um piloto que está fora da Formula 1 desde o final de 2010 por causa de uma clausula que obriga a que um dos pilotos tenha pelo menos 25 anos de idade, porque o Stroll ainda bebia leite no ano passado... e Wehrlein nasceu a 18 de outubro de 1994, logo, façam as contas. Portanto, é bem provável que ele seja o terceiro piloto da Mercedes em 2018, ao lado de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, esperando que um deles torça o pé num desses fins de semana para que ele tenha um chance de andar num carro de Formula 1. Ou que algum destes pilotos siga o caminho de Rosberg e se reforme antecipadamente.

Ainda há uma terceira chance, pequena mas também plausível, que é... Joylon Palmer. O piloto que todos querem ver fora da Renault poderá andar pela Formula 1 por mais tempo que muitos gostariam de ver. E por três boas razões: é inglês, tem patrocinadores e bons contactos através do seu pai, que historicamente, foi piloto de testes da Williams e fez a sua estreia na Formula 1 no GP da Europa de 1983, a bordo de um Williams FW08.

Portanto, de uma certa forma, eis como anda este mercado de pilotos. E para a Williams, a veterania é importante, resta saber que piloto irão ter. Se Massa continua ou se dá ao polaco o regresso que merece, para mostrar ao mundo que está recuperado ae adaptado aos novos carros. Veremos.

sábado, 9 de setembro de 2017

Rumor do Dia: Carlos Sainz Jr. assinou pela Renault

A Motorsport britânica afirma esta tarde que Carlos Sainz Jr. assinou já pela Renault em 2018, num acordo que sendo complexo, poderá fazer com que a McLaren fique com motores Renault na próxima temporada. E aparentemente, no site, fala-se que a transferência do filho de Carlos Sainz poderá ser válida já na Malásia, com o piloto espanhola a sair da Toro Rosso, provavelmente em troca com Joylon Palmer.

Segundo o acordo, a troca de Sainz para a Renault vai fazer com que a Honda vá para a Toro Rosso, trocando o seu contrato com a Renault com a McLaren, e em 2018, a equipa poderá ter nas suas fileiras o japonês Nobuharu Matsushita, atualmente na Formula 2 e também é um dos pilotos de desenvolvimento da McLaren. Mas caso Sainz entre na Renault já em Sepang, até ao final do ano, o lugar será de Pierre Gasly.

Para além disso, a equipa de Faenza terá caixas de velocidades da McLaren, pois são aquelas que se adaptaram aos motores japoneses. O acordo poderá ser oficializado na semana que vêm em Singapura, e caso o acordo com a Renault seja também oficializado, isso poderá ser o suficiente para que Fernando Alonso possa ficar em 2018 na equipa de Woking, apesar de ficarem com motores "cliente".

É um dominó complicado, é verdade, mas lógico: a McLaren teria um motor mais competitivo do que aquele que têm neste momento, Sainz terá caminho aberto às suas ambições, já que na Red Bull, parece que todos andam felizes com a atual dupla de pilotos, e ainda não se sabe se eles vão manter o russo Daniil Kvyat por mais uma temporada, já que este ano, ele tem resultados menos conseguidos do que Sainz Jr. 

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Formula 1 em Cartoons - O possível regresso da Kubica (Cire Box)


As especulações sobre um eventual regresso de Robert Kubica à Formula 1 em 2018 puluam um pouco por todo o lado, e claro, Cyril Abiteboul apressa-se a esclarecer que o piloto polaco precisa de mais testes até saber se está apto a correr ou não.

Mas muitos acham que ele está mais do que apto...


"Asseguro-vos que estamos apenas a ver se o Robert Kubica consegue andar num Formula 1 moderno e nada mais... digo que estamos a cem por cento com a nossa atual dupla", diz Abiteboul, enquanto que Palmer está de quatro, dizendo: "alguém viu o meu contrato para 2018?", enquanto que Kubica sobre alegremente nas suas costas, para dentro do carro....

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Noticias: Abiteboul afirma que o lugar de Palmer está seguro

Os rumores que correram no fim de semana sobre Joylon Palmer, de que seria substituído antes do GP da Hungria a favor de Carlos Sainz Jr, que estaria de saída da Toro Rosso, após ter caído na lista negra de Helmut Marko, foram vigorosamente negados por Cyril Abiteboul ontem à tarde, no final da corrida britânica.  

“Nego completamente a especulação de ele (Jolyon) seja substituído em Budapeste. Isso não é bom”, começou por dizer Abiteboul, que soube do rumor antes mesmo da prova de Silverstone se iniciar. “Quando soube as proporções que isto assumiu nos media deixei bem claro a toda a gente que não havia nada de verdade nisto, e disse-o diretamente ao Jo (Palmer). Queria deixar claro isso”, continuou o dirigente francês.

Palmer, que ainda não pontuou neste campeonato, e que em Silverstone terminou a sua corrida ainda na volta de aquecimento, tem o lugar em risco desde o inicio da temporada, com especulações afirmando que será substituído ainda antes do final da temporada, com vários candidatos, um deles o polaco Robert Kubica, que neste momento está a passar por uma bateria de testes a bordo de um carro de 2012, para saber até que ponto está em forma para andar dentro de um Formula 1.

Quanto a Sainz, este não nega que gostaria de estar no projeto da Renault, que acredita que dará um impulso nos próximos anos.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

A falta de consenso sobre a proteção na cabeça

Há quem não quer nada, há quem aceite a proteção anterior, há quem aceite a nova proteção. Mas uma coisa é certa: o consenso não existe neste campo da segurança ao nivel dos pilotos. Na Rússia, palco da quarta prova do campeonato, os pilotos discutem sobre a decisão desta semana do Grupo de Estratégia, e claro, não há consenso.

Para Jolyon Palmer, piloto da Renault e um adversário vocal do Halo no ano passado, disse que o novo sistema "Shield" era "menos ofensivo visualmente", mas insistiu que ele prefere as coisas tal como estão neste momento.

"Não há consenso no grupo nos pilotos", começou por dizer Palmer. "Algumas pessoas querem pensar que existe, mas não há. É muito dividido, algumas pessoas não querem nada, outras pensam que o Shield é uma boa idéia, e outros ainda desejam o Halo. Não há consenso real nos pilotos, mesmo que algumas pessoas queiram pensar que existe", continuou.

"Meus pontos de vista não mudaram, acho que a Formula 1 é suficientemente segura. Honestamente, acho que os pilotos não estariam correndo se estivessem preocupados com sua própria segurança - todos ainda andam por aqui. Fernando [Alonso] vai correr nas 500 Milhas de Indianápolis, que é muito mais perigoso do que isso - então ele mostra onde ele está com ele... Eu creio que isto é desnecessário", concluiu.

Quem defende o sistema "Halo" é Felipe Massa, que acha que aquele tipo de proteção defende melhor os pilotos em caso de objetos largados na pista, do que o "shield", apesar de este ser melhor em termos estéticos.

"Para mim, eu ainda acredito que o Halo é a melhor solução porque eu sinto, quando eu tentei, eu realmente não senti qualquer inconveniente de tê-lo", começou por dizer o piloto brasileiro, vitima de um objeto durante o fim de semana do GP da Hungria de 2009.

"Como todos sabemos, ele dá de longe a maior proteção para os pilotos, então eu ainda vou para aquele caminho - mas eu sei que é muito misturado entre os pilotos e as pessoas na Fórmula 1, qual é o melhor caminho a seguir."

"Eu acho que devemos ir com o 'halo', porque ele está mantendo a via aberta. Não é a coisa mais bonita, mas dê um pouco de tempo e eu acho que vai ficar bem. Se você me perguntar o que eu prefiro - o 'Shield' parece-me mais bonito, mas é um pouco pior para a segurança. E para mim a coisa mais importante é a segurança".

Já Valtteri Bottas apelidou o sistema "Shield" de "um bom passo" sobre o Halo, enquanto que o seu companheiro de equipa, Lewis Hamilton afirma concordar com o novo sistema, dizendo que era "uma melhoria" e que "parece melhor do que as outras opções que chegaram até agora".

No entanto, muitos enfatizaram que o conceito ainda precisava de ser desenvolvido, e que sua eficiência seria difícil de julgar até aos primeiros testes de pista, que está previsto para daqui a algum tempo.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A(s) image(ns) do dia












Ainda é cedo para se dizer que este é um carro a ter em conta, mas as ambições da Renault são grandes: querem ser o quinto classificado no campeonato de Construtores. E falou-se por estes dias que o novo motor tem cerca de 960 cavalos, com potência muito semelhante aos motores da Mercedes. E isso chegou aos ouvidos de Christian Horner, que está contente com a potência, porque confia nos talentos de Adrian Newey para desenhar um chassis que lhes dêm uma vantagem aerodinâmica sobre a dominadora Mercedes.

O que poderá vir aí, não se sabe. Mas como a Renault teve um "ano zero" em 2016, agora eles vão querer fazer melhor em 2017. Têm um novo piloto, tem como projetista Bob Bell, o mesmo que construiu os carros vencedores de 2005 e 2006, e vão ter os conselhos de Alain Prost. 

As expectativas em Enstone são bem melhores do que no passado, mas numa altura em que existem novos regulamentos em termos de aerodinâmica, nada se sabe se tudo está na mesma ou haverá mudanças significativas. Agora, muitos têm os olhos na Red Bull para ver o que podem trazer para o campeonato.

Apresentações 2017: O Renault RS17

Depois de ontem ter sido apresentado o Sauber C36, hoje foi mostrado ao mundo o novo chassis da Renault de 2017, o RS17, o segundo chassis da marca francesa desde o seu regresso. Depois de terem tido um "ano zero" em 2016, a segunda temporada está a ser encarada como a de desenvolvimento, e onde a equipa aponta para mais resultados nos pontos e algo mais, como um ou outro pódio.

A apresentação desta tarde, em Londres, contou com os pilotos titulares Nico Hulkenberg e Joylon Palmer, bem como o piloto de desenvolvimento, o russo Serguei Sirotkin. Obedecendo às novas liberdades aerodinâmicas - volta a ter a barbatana aerodinâmica atrás da entrada de ar - e pneus mais largos, o chassis RS17 poderá ter um ganho de cinco por cento em eficiência, segundo diz o seu diretor técnico, Bob Bell: “Quanto mais rápido só veremos na pista”, afirmou o técnico britânico.

Bell continua, falando que o novo motor poderá estar a par dos Mercedes. “Estamos atrás da Mercedes, mas à altura da Ferrari. Talvez um pouco atrás, mas não muito. A Renault encurtou a distância para a Mercedes. É só olhar para a performance da Red Bull no ano passado, e eles conseguiram desafiar a Mercedes em várias situações”, comentou.

Sobre Hulkenberg, o novo piloto vindo da Force India, o diretor-geral Cyril Abiteboul foi claro: "Não vou apresentar Nico, acho que é desnecessário. Ele fez coisas extraordinárias nas equipas pelos quais temos muito respeito. É uma honra termos Nico na nossa equipa", começou por dizer. 

E sobre Joylon Palmer, Abiteboul continuou: "Jolyon é um piloto que entrou na Formula 1 conosco ano passado em fez algumas boas corridas, como no Japão. Nós vamos crescer juntos."

Palmer tem expectativas altas sobre o RS17: “A impressão na equipa é que este é um ano em que nós podemos realmente fazer algo. Ano passado nós ficamos com as mãos um pouco amarradas em virtude dos problemas da Lotus. Este ano parece ser melhor em tudo. Todos estão muito empolgados em ir para a pista e ver se nós podemos dar a volta por cima”, disse.

As apresentações prosseguem amanhã, desta vez com o novo chassis da Force India, o VJM10.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Renault: Joylon Palmer fica para 2017

A Renault anunciou esta tarde que o britânico Joylon Palmer irá permanecer na equipa na temporada de 2017, correndo ao lado do alemão Nico Hulkenberg na equipa francesa. Isso significa que decidiu ficar com o piloto britânico em detrimento de Kevin Magnussen, que poderá estar agora a caminho da Haas, que deseja alguém ao lado do francês Romain Grosjean. 

E se no lado da Force India, tudo indica que o francês Esteban Ocon será seu piloto, isso poderá até fechar de vez as movimentações em termos de lugares. A Sauber poderá ter a mesma dupla de 2016, com Marcus Ericsson e Felipe Nasr (e com reforço na área técnica, com muitos engenheiros e mecânicos vindos da Audi) e Pascal Wehrlein na Manor por mais uma temporada, e claro, com novo companheiro de equipa.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Apresentações 2016: O Renault RS16

A Renault apresentou em Paris o RS16, o seu carro para a temporada de 2016, três semanas antes da concorrência, e com o preto a dominar no chassis. O britânico Joylon Palmer e o dinamarquês Kevin Magnussen serão os pilotos titulares, com o francês Esteban Ocon como piloto de reserva, numa apresentação que contou com a presença de Carlos Ghosn, o presidente da Renault, de Jerôme Stoll, o novo diretor da Renault Sport, e de Cyril Abiteboul, o diretor da marca na Formula 1.

"Temos o orçamento, temos o pessoal, temos o conhecimento, temos o espírito. A Renault vai voltar a ganhar", afirmou Stoll na apresentação. Questionado sobre o dominio da Mercedes e como é que eles irão contrariar isso, Abiteboul simplesmente respondeu: "Nós ganhamos em todas as categorias em que participamos. Sabemos fazer isso", respondeu.

A Renault aproveitou a ocasião para afirmar que continuarão na Formula E por um minimo de duas temporadas. 

O preto é a cor dominante, mas fala-se que esta poderá ser apenas a cor que vão usar nos testes de pré-temporada, e que apresentarão com a cor amarela em Melbourne, palco da primeira corrida do ano.

Este vai ser a terceira encarnação da Renault na Formula 1, depois de passagens entre 1977 e 1985, onde introduziu o motor Turbo, e entre 2002 e 2010, onde venceu dois títulos de pilotos com Fernando Alonso. Ao todo, a marca do losango venceu por 35 vezes, com 51 "pole-positions" e 31 voltas mais rápidas.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Noticias: Jolyon Palmer será piloto da Lotus-Renault em 2016

A Lotus-Renault anunciou esta noite em Austin que o britânico Jolyon Palmer, que nesta temporada é o terceiro piloto da marca, será seu piloto na temporada de 2016, em substituição de Romain Grosjean e ao lado do venezuelano Pastor Maldonado.

"Estou obviamente muito contente por correr na Fórmula 1 no próximo ano", começou por falar o filho de Jonathan Palmer. "A Lotus F1 Team deu-me uma tremenda oportunidade nesta temporada e agradeço-lhes por ajudar no meu desenvolvimento a um nível onde eles colocaram a sua confiança em mim para uma temporada crucial na minha evolução" continuou.

"Aprendi muito no meu ano como piloto de reserva e por isso estou ansioso para colocar tudo isso em prática como piloto de corridas em 2016", concluiu.

Gerard Lopez, o diretor da Lotus, mostrou-se feliz com a contratação e Palmer: "Nós vimos o esforço e talento de Jolyon nesta temporada e a maneira como se aproximou no seu papel, mostra que foi uma escolha muito popular para a equipa. Além de ter um grande futuro pela frente, Jolyon é um ativo inteligente e altamente comercializável para a equipa" afirmou Lopez.

"Ele merece essa oportunidade, e todos em Enstone estão animados para ver o que ele pode alcançar na próxima temporada", concluiu.

Filho de Jonathan Palmer, que correu entre 1983 e 1989 em equipas como Williams, RAM, Zakspeed e Tyrrell, Jolyon tem 24 anos de idade (nasceu a 20 de janeiro de 1991) e começou a correr em monolugares em 2005, na T Cars Series. antes de passar para a Formula Palmer Audi em 2007, onde foi terceiro classificado em 2008. Em 2009 passou para a Formula 2, onde se tornou vice-campeão em 2010, antes de passar para a GP2 Series em 2011, onde ficou por três temporadas até ser campeão em 2014.

Nessa temporada, Palmer tornou-se piloto de reserva da Force India, antes de passar este ano para a Lotus, como terceiro piloto.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Noticias: Caterham anunciou que estará em Abu Dhabi

O "crowdfunding" da Caterham teve resultados. Apesar de algumas desconfianças em relação ao método, como já falei há uns dias - só para terem uma ideia, hoje passou de 57 para 80 por cento - os administradores atuais da equipa anunciaram pelo Twitter que estarão presentes em Abu Dhabi, depois de terem alcançado 1,9 milhões de libras, das 2,350 milhões que pretendiam alcançar até hoje.

"Estamos felizes por anunciar que estaremos em Abu Dhabi graças ao apoio dos nossos fãs. MUITO OBRIGADO!", anunciou a equipa na sua conta de Twitter.

Finbarr O'Connell, administrador da Caterham, acrescentou: “Sabemos que a melhor forma de manter esta equipa viva e atrair potenciais compradores é mostrar que somos uma equipa de corridas e estar em Abu Dhabi. Não há palavras para expressar a gratidão pelos torcedores que tornaram isso possível”, começou por dizer.

“Ao correr em Abu Dhabi, a equipa se mostrará como uma formação viva e funcional, que merece seguir na temporada de 2015. Tenho esperanças que alcançaremos esse futuro financeiro. Ainda precisamos de mais dinheiro, por isso, peço aos fãs que sigam de olho na campanha. Vamos correr!”, concluiu.

Reação a isto é que a angariação de fundos no site Crowdcube prolongou-se até ao dia 23 de novembro, o dia da corrida de Abu Dhabi, logo, a hipótese de alcançar e até ultrapassar o valor pretendido é bem possível. A equipa já disse que enviou os chassis para Londres, no sentido de embarcar para a última corrida do ano, e fala-se em possíveis interessados em correr na última prova do ano, já que o sueco Marcus Ericsson anunciou esta quarta-feira que não pertence mais aos quadros da equipa. Uma grande hipótese poderá ser Joylon Palmer, o novo campeão da GP2, mas nada ainda está confirmado.