Mostrar mensagens com a etiqueta L. Stroll. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta L. Stroll. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Youtube Motorsport Video: A entrevista a Lawrence Stroll

É normal que Lance Stroll esteja debaixo de holofotes, mas não o seu pai, Lawrence. Mas ele, como sabem, é o "homem do dinheiro", pois foi ele que pagou a carreira do seu filho, e depois, ajudou a comprar a Racing Point, que depois se transformou em Aston Martin, porque entretanto, ele tinha comprado a mítica marca de automóveis britânica. 

Durante mais de uma hora, Lawrence Stroll fala sobre a copra da Aston Martin, as razões porque contratou Sebastian Vettel e outras coisas mais. Uma entrevista bem importante de se ouvir. 

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Noticias: Lawrence Stroll e Toto Wolff sob investigação


O jornal canadiano Le Journal de Montréal informa hoje que Lawrence Stroll, dono da Saton Martin, e Toto Wolff, um dos donos da Mercedes F1, estão sob investigação dos reguladores financeiros do Reino Unido por informação privilegiada. Em causa a compra de 0,95 por cento da marca por parte de Wolff e o facto de ter sabido antecipadamente alguns dos seus planos futuros, nomeadamente “seis meses após esta transação, foi anunciado que a Mercedes pretendia ter uma participação adicional de até 20 por cento na Aston Martin. Além disso, a fabricante britânica anunciou em maio de 2020, a nomeação como CEO de Tobias Moers, que até então era chefe da subsidiária AMG da Mercedes.”

Devido a isso, as ações da Aston Martin subiram até 60 por cento desde então. 

O jornal canadiano chega a perguntar se “Toto Wolff sabia, no momento de adquirir uma participação, que o chefe da AMG estava prestes a ser contratado pela Aston Martin? Wolff sabia que a Mercedes planejava um novo investimento na empresa?”. A marca de Brackley respondeu, via assessoria de imprensa, negando o uso de informações privilegiadas e também disse desconhecer a existência de alguma auditoria em andamento por parte de autoridades financeiras britânicas.

domingo, 19 de abril de 2020

Noticias: Toto Wolff é accionista da Aston Martin

Toto Wolff comprou uma participação na Aston Martin. O atual Chefe Equipa da Mercedes comprou uma participação de 37 milhões de libras esterlinas na marca britânica, apesar das suas ligações com a equipa de Brackley se manterem no futuro próximo, segundo afirma um porta-voz da marca alemã.

A participação de Wolff na Aston Martin é agora de 4.77 por cento, que deverão ser diluídos durante a próxima semana: “Será totalmente diluído após a questão dos direitos pendentes, este investimento representará uma participação de 0,95 por cento na empresa. Será um investimento financeiro e a parceria e as funções executivas de Toto na Mercedes não serão afetados pela transação”, disse um porta-voz de Wolff.

Wolff e Lawrence Stroll são amigos desde há algum tempo, e a sua participação na Aston Martin por parte do magnata canadiano tinha como objetivo ajudar a marca, mas também ter um nome mais visivel para a sua equipa de Formula 1 para poder lucrar com o investimento. E com esta participação, a (agora) Racing Point, futura Aston Martin, torna-se num "equipa B" da Mercedes.

Não é novo: Wolff entrou na Formula 1 através da Williams, no inicio da década passada, antes de ir para a Mercedes e ter dez por cento do seu capital, a par de Niki Lauda, situação que ficou até ao ano passado, com a morte do ex-piloto austríaco. Mas também a compra da capital da Aston Martin poderá também indicar que o futuro da Mercedes como equipa poderá não ser sólido.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Noticias: Stroll adquire parte da Aston Martin

E oficial: Lawrence Stroll comprou uma parte da Aston Martin e irá trazê-lo para a Formula 1 a partir de 2021. Os 16,7 por cento adquiridos pelo consórcio do qual o canadiano lidera custaram 182 milhões de libras, pagos no imediato, mais 318 milhões de investimentos, totalizando 500 milhões de libras, quase 600 milhões de euros. E como consequência do investimento, Stroll pai sentará ma mesa da direção como acionista. 

Com isso, a Aston Martin sai da Red Bull no final de 2020, onde era patrocinadora exclusiva, e irá para a Racing Point que terá novo nome na próxima temporada, num acordo que durará dez anos. Mas isso não impede que se continue a desenvolver o Valkyrie, o hipercarro que a marca estava a construir para a Endurance, em parceria com a Red Bull.

“Aguardo com expectativa o trabalho com a administração da Aston Martin Lagonda, de modo a rever e melhorar cada aspeto das operações da empresa e espero que possamos investir no desenvolvimento de novos modelos e tecnologias, para além de reequilibrar a produção e dar prioridade à procura face à oferta.", começou por dizer Lawrence Stroll, no comunicado oficial da marca. 

"Eu e os meus parceiros acreditamos firmemente que a Aston Martin é uma das grandes marcas globais de carros de luxo e acredito que esta combinação de capital, e a minha experiência tanto na indústria automóvel como na construção e desenvolvimento de marcas globais de grande sucesso significará que, com o tempo, atingiremos o potencial da Aston Martin Lagonda”, continuou.

Apesar desta noticia, isso não implica que esteja fora de uma possível compra da equipa Mercedes de Formula 1, caso no próximo dia 12 decidam não continuar como equipa de fábrica na categoria máxima do automobilismo. Stroll deseja reforçar o contrato de motores à Racing Point-Aston Martin para se manter competitivo. Contudo, única coisa do qual Stroll já disse estar comprometido é com os projetos de estrada, desde o modelo Valhalla, em 2022, até ao relançamento da Lagonda, previsto para 2025. O que está suspenso é o Rapid E, o modelo elétrico da marca.  

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

O futuro da Mercedes

A matéria que a Autocar inglesa publica hoje não é nova. Já ando a ouvir isto desde meados de outubro, quando a Julianne Cerasoli colocou a hipótese em cima da mesa. E ela tem autoridade para falar disso, porque é daquelas que acompanha o circo da Formula 1 pelo mundo inteiro. As consequências de uma eventual decisão é que variam: desde a compra da equipa por Wolff, passando pela chegada de Roger Penske, até ao próprio Wolff ir para o lugar que era de Bernie Ecclestone e agora é ocupado por Chase Carey, são muitas as especulações sobre o destino pós-Mercedes. 

A reunião própriamente dita vai acontecer a 12 de fevereiro, mas existem dois factos incomensuráveis: vêm aí novos regulamentos e o automobilismo em si está numa encruzilhada. A Mercedes ganhou tudo o que tinha a ganhar e já provou de uma vez que é uma enorme construtora, com enormes pergaminhos no automobilismo. Mas os tempos mudam. Se for embora, não é para abandonar a competição, mas para ir à grande novidade e que vai definir o século XXI, quer queiram, quer não: a electrificação. A Formula E veio para ficar e é onde estão quase todas as empresas automobilísticas, e a Mercedes não é excepção. E quer ganhar, não só pelo prestigio, mas também porque está a construir toda uma linha de automóveis eléctricos. E também é o desafio de vencer contra uma concorrência muito, mas muito forte e muito vasta.

Mas nos últimos tempos surgiu também outro rumor que anda a engrandecer à medida que os dias passam: a Aston Martin poderá estar à beira de ser comprada. Muitos falam que o interessado é o canadiano Lawrence Stroll, pai de Lance Stroll, e que a Racing Point, que é dele, ficaria com as cores verdes na Formula 1. Contudo, o que se diz agora, e que se calhar, quem ficará com a marca poderá ser Stoll Sr... e "herr Wolff".

Mas nessa reunião do dia 12, a causa imediata são os resultados desapontantes das vendas dos carros de estrada, que claro, fazem um rombo assinalável nas contas. E a Formula 1 é um desporto (muito) caro. Tanto que esta semana surgiram rumores de que o contrato de Lewis Hamilton está a ser renegociado e essas negociações estão paradas por causa do reforço de salário que o piloto pediu. Ora, se não há muito dinheiro, se a Formula 1 é cara e um piloto milionário pede ainda mais dinheiro para continuar a ser campeão... as pessoas ficam um pouco encurraladas. Aliás, a Mercedes quer poupar cerca de 1,4 mil milhões de euros até 2022 e claro, há quem diga que a Formula 1 não pode sair imune.

Contudo, essa eventual saída é apenas como construtor de chassis, porque como construtor de motores, fica todo normal, com tem acontecido desde há mais de um quarto de século. E neste momento, a Mercedes fornece motores à Racing Point, Williams e McLaren, que este ano está num regresso a uma parceria que aconteceu de 1995 e 2014.

Mas a matéria da Autocar fala de algo que ninguém pensou até agora, e que pode ser possível. Fala-se que Wolff poderia ajudar Stroll na compra da Aston Martin, mas ele não pretende ser o CEO da empresa. Contudo, até poderia estar aberto à ideia de Stroll Sr. comprar a Aston Martin, e levar a marca para a Mercedes, que se retiraria e seria rebatizada com esse nome, com Wolff na frente, como está atualmente - e do qual têm dez por cento da estrutura acionista, como tinha Niki Lauda antes de ele morrer, em meio de 2019. E a Racing Point seria vendida para o russo Dimitry Mazepin, pai de Nikita Mazepin. Dimitry é um dos bilionários russos, fez fortuna na área petroquimica, e ele poderia comprar a Raciong Point em conjunto com uma marca - fala-se da chinesa Geely, que tem marcas como a Volvo, a Lotus, entre outras.

É uma aritmética complicada, mas se acontecer, será clarificada com o tempo. 

E Hamilton? Quem conhece a "estória" da renovação do contrato, pode estar a pensar que ele irá para a Ferrari em 2021, aproveitando a reforma (a bem ou a mal) de sSebastian Vettel. Ganhará o salário que quer, será assediado por Charles Leclerc e terá o por do sol que deseja ter, não sabendo se com ou sem título mundial pela Scuderia. 

Quanto a outros projetos, como o Aston Martin Valkyrie ou o Mercedes AMG-One Hypercar... essa será uma parte complicada, caso aconteça a aquisição da Aston Martin por Stroll Sr. Não havendo dinheiro para mais do que um projeto em simultâneo, é provável que esses projetos caiam ou a Mercedes poderá ficar com esse seu projeto, e investir uma parte do dinheiro da Formula 1, em paralelo com o que anda a gastar na Formula E.

Veremos. O que se pode dizer é que esta temporada de 2020 será muito interessante, e muito movimentada neste sentido.