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sexta-feira, 11 de julho de 2025

Youtube Automotive Video: Acelerar e Desacelerar... em 25,71 segundos

Acelerar e desacelerar em 25,71 segundos? Claro, desde que seja o Rimac Nevera R, na pista de testes na Alemanha, aquela onde todos que querem chegar e passar os... 400 km/hora.

E foi isso que aconteceu no inicio deste mês. E com isso bateu um recorde mundial do carro mais rápido a chegar aos 400 por hora e travar. Não faço ideia quantos metros andou, mas creio que deve ter feito em cerca de três quilómetros, que essa é a média. 

"Quando apresentámos pela primeira vez o Nevera, parecia que o auge do desempenho do hipercarro tinha sido atingido. Numa única geração, tínhamos criado um salto de desempenho que antes demoraria décadas. Mas agora, através de uma inovação incansável, o Nevera R é ainda mais rápido, mantendo muito do conforto e da praticidade que fazem do Nevera um automóvel real e utilizável no dia-a-dia. Bater recordes está no nosso ADN, e não vamos ficar por aqui", afirmou Mate Rimac, fundador e CEO do Rimac Group e da Rimac Technology.

Só uma curiosidade: quem fazia esses recordes antes era a Bugatti, com modelos como o Veyron ou o Chiron. Hoje em dia, a Bugatti pertence à... Rimac. 

domingo, 12 de novembro de 2023

Youtube Automotive Vídeo: Hammond e o Rimac Nevera

Como sabem, em 2017, o Richard Hammond pegou num Rimac elétrico, foi à Suíça com os seus companheiros, num dos especiais do The Grand Tour... e estampou-se, acabando no hospital com fraturas num joelho e algumas semanas de recuperação, depois de uma operação.

Agora, quase sete anos depois, ele foi à Croácia, sede da marca, e decidiu experimentar novamente um dos seus carros, desta vez, um Nevera, o carro sucessor do Concept One. E aqui está o wideo para vermos como é que se safou.  

sábado, 19 de agosto de 2023

Youtube Automotive Testing: O recorde do Rimac no Norsschleife

Ontem, no Nurburgring Nordchleife, caiu um recorde de pista. Não o absoluto, mas... quase. Um recorde para carros elétricos, não batido, mas esmagado por quase 20 segundos. 

Um Rimac Nevera, conduzido pelo seu piloto de testes, Martin Kodrić, encarou o Inferno Verde determinado a bater o recorde de 7.25,231 segundos, feito pelo Tesla Model S Plaid com Track Pack no passado mês de junho. E depois de uma volta sem obstáculos, conseguiu o tempo final de 7.05,298, quase 20 segundos que o recorde anterior.

E aqui se pode mostrar a evolução deste carro elétrico de origem croata, agora, um dos mais rápidos do mundo.  

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

Youtube Motoring Talks: Os supercarros falam entre si

O Top Gear colocou nesta semana um vídeo com uma conversa interessante. Juntou Mate Rimac, Gordon Murray, Christian von Koningssegg e James Hennessey, onde falam sobre os seus supercarros, uns a combustão, outros elétricos, as suas preferências, numa conversa com cerca de uma hora, mas do qual bale a pena perder esse tempo para os ouvir.  

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

Youtube Automotive Vídeo: O recorde elétrico da Rimac

A Rimac é uma marca de automóveis da Croácia com um objetivo: construir supercarros elétricos. Diferente de um Koeingssegg ou um Pagani, por exemplo. É um caso de sucesso, ao ponto da Porsche ter uma parte dele, para acelerar o desenvolvimento dos seus carros elétricos. 

E há uns dias, o seu modelo mais recente, o Nevera, foi à Alemanha para tentar um recorde: o do carro elétrico de produção mais rápido de sempre. Depois de algumas tentativas, conseguiram os 412 km/hora, que os fazem como os novos recordistas nessa categoria.

Eis o vídeo desse feito automobilístico. 

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Youtube Motoring Video: A história da fusão Bugatti-Rimac

Passou despercebido, mas no inicio deste verão, houve uma fusão no mundo automotivo, entre duas marcas de supercarros: a Bugatti, que pertencia a Volkswagen, ficou nas mãos da Rimac, a construtora croata que anda a costruir supercarros elétricos. A marca que recentemente construiu o Veyron, Chiron e o Divo - nomes de pilotos que guiaram para a marca nos anos 20 e 30 - está agora nas mãos de Mate Rimac, com a ajuda da Porsche. 

O objetivo? Fazer supercarros elétricos, e componentes que possam ser usados noutras marcas para ajudar na transição elétrica. Não houve dinheiro envolvido, mas fala-se na possibilidade de, em 2022 ou 2023, haver uma oferta pública de investimento, ou seja, meter a marca na bolsa, que poderia fazer com que ambas as marcas valham mais de seis mil milhões de dólares. 

E é sobre isso que o pessoal da Donut Media fez este video. 

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Coreanos aliam-se à Rimac para construir elétrico

Mate Rimac é, por estes dias, uma pessoa muito ocupada. Os seus supercarros elétricos atraem a atenção de todos, e as suas colaborações com a Porsche rendem-lhe dinheiro para ele - à custa de parte da sua empresa - e para a sua fábrica, instalada nos arredores de Zagreb, na Croácia. E para além disso, anda a colaborar com a Cupra para construir um E-TCR.

E agora, por estes dias, Rimac conseguiu um novo acordo. Os coreanos da Hyundai/Kia decidiram investir 80 milhões de euros na sua fábrica numa parceria técnica para construir carros elétricos de alta performance. De acordo com o comunicado de imprensa, “A Hyundai Motor, a Kia Motors e a Rimac trabalharão juntas para desenvolver uma versão elétrica do carro desportivo intermédio da marca N da Hyundai Motor, e um veículo elétrico de célula de combustível de alto desempenho”.

"A Rimac é uma empresa inovadora, com excelentes capacidades em veículos elétricos de alto desempenho", começou por dizer Euisun Chung, vice-presidente executivo do Hyundai Motor Group. “Suas raízes de startup e experiência abundante em colaboração com montadoras combinadas com proezas tecnológicas fazem da Rimac o parceiro ideal para nós. Estamos ansiosos para colaborar com a Rimac em nosso caminho para a mobilidade limpa.", concluiu.

Já Mate Rimac afirmou: “Estamos muito impressionados com a visão do Hyundai Motor Group e a iniciativa imediata e decisiva. Acreditamos que essa parceria de tecnologia criará valor máximo para nossas empresas e seus clientes. A Rimac ainda é uma empresa jovem e relativamente pequena, mas em rápido crescimento", continuou.

Nós vemos um forte investidor e parceiro de tecnologia no Hyundai Motor Group e acreditamos que esta colaboração irá cobrar a posição da empresa como fornecedora de componentes de eletrificação para a indústria.”, concluiu.

Resta saber que plataforma irão usar para colocar tudo isto em prática, e para que vai servir.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

O futuro do automóvel, por Mate Rimac


Ontem, apareceu no jornal "Público" uma matéria de duas páginas sobre Mate Rimac, o croata fundador e empreendedor que constrói supercarros eléctricos. Esteve no mês passado na Web Summit de Lisboa para falar da sua empresa, do seu negócio e o que vai ser o futuro dos automóveis.

Muitos fora do universo automóvel podem nunca ter ouvido falar de Mate Rimac. Mas neste mundo do qual reconheço que sigo muita coisa, Rimac é um dos nomes em ascensão na industria. Tem apenas 30 anos, é croata e á um génio inventivo. E é graças a ele que o seu país está na industria automóvel, graças aos seus hipercarros elétricos. Não só fabrica automóveis, como também fabrica componentes eletrónicos que acabam noutras marcas de automóveis, principalmente na sua vertente elétrica. O seu "know-how" é tal que a Porsche comprou no ano passado dez por cento da sua marca, a troco de 18,4 milhões de euros, que investiu no Concept Two e noutras tecnologias.

Muitos chamam Rimac de "Elon Musk europeu", mas há quem ache mais ser um herdeiro de Nikola Tesla, pois apesar de ele ser sérvio, Tesla nasceu num lugar agora situado na Croácia. E também ao contrário de Musk, que investiu dinheiro na venda da PayPal para formar a Tesla, Rimac começou do zero: muito génio mental, capacidade de invenção da sua parte e o amor por tudo mecânico. Aos 17 anos, tinha ganho um prémio por ter inventado uma luva que funcionava como teclado e rato de computador, e com vinte anos, comprara um BMW Serie 3 de 1984, que o converteu para elétrico na garagem do seu pai.

Sendo croata, lia muitas coisas sobre Nicola Tesla e o motor eléctrico dele. Convenci-me que seria a melhor solução e decidi converter o BMW para mostrar como carros eléctricos podem ser empolgantes e interessantes, além de mais rápidos”, começou por dizer. "No início, os resultados foram péssimos. Imaginem: um carro construído na minha garagem, havia sempre qualquer coisa que falhava - ou era o motor que ardia ou eram as baterias. Mas nunca desisti e fui tentando melhorar de corrida para corrida”, continuou.

Em 2010 decidiu dar o passo seguinte, ao construir o seu próprio carro e no ano seguinte, o protótipo foi apresentado no Salão Automóvel de Frankfurt. O Concept One foi construido num ano, na garagem de um amigo, e ficou pronto a tempo de ser entregue à familia real de Abu Dhabi, que encomendou o automóvel. Depois disso, recebeu mais oito encomendas, e construiu o suficiente para dar o passo a seguir: o Concept Two, que já tem 150 encomendas, tantos quantos serão feitos.

Quando eu comecei, a Tesla era a única novidade que valia a pena seguir. O que está a acontecer agora não teria sido possível sem eles. Há muitas críticas, mas quem as faz ignora o que eles conseguiram. É uma empresa relativamente pequena, nova na indústria, construiu uma rede global de supercarregadores e um carro que, seis anos depois do lançamento, ainda é, de longe, a referência para uma indústria gigantesca que movimenta milhares de milhões de dólares. O Model S entrou no mercado em 2012, a concorrência teve seis anos para se colocar ao mesmo nível e ainda não o conseguiu”, defende.

Apesar de Rimac afirmar não ter uma bola de cristal que adivinhe o futuro, afirma ter uma visão clara do presente: que muitos incumbentes do sector “estão de cabeça perdida”. “É uma das maiores indústrias do planeta e há muitos fabricantes que têm muito a perder, porque o modelo de negócio está em risco”, sustenta.

Rimac afirma que a grande revolução não vai ser no tipo de propulsão do automóvel, mas sim em como o usaremos. A propriedade de um automóvel desaparecerá em favor do seu usufruto, partilhado por outros conforme as suas necessidades, a um determinado preço. E o grau de autonomia na condução será de tal forma grande que a pessoa não terá tanta necessidade de conduzir, que poderá baixar o número de acidentes como o de engarrafamentos.

A electrificação não é uma grande viragem”, continua. “A grande alteração será na mobilidade. Para os consumidores, [o motor eléctrico] é uma mudança pequena, passam a recarregar o carro em casa ou num posto em vez de abastecer o depósito com combustível fóssil. O que vai mudar é a relação que temos com o carro. A compra é feita a pensar em necessidades, mas é feita segundo crenças. Porque o carro está parado 97 por cento do tempo. É um desperdício de espaço, de material, de recursos. No futuro, vamos deixar de os comprar, vamos usá-los on demand, será um objecto sem condutor, eléctrico, e isso sim será realmente uma grande mudança”, argumenta. 

A eficiência de frotas inteligentes, com carros conectados e sem condutor é gigantesca. Pode ser até 80 por cento mais barato do que o recurso a um táxi, 70 por cento mais barato do que um Uber e 50 por cento mais barato do que o uso de carro próprio. Isto sim será a força motriz da mudança”, defende.

E em relação à autonomia dos carros eléctricos, Rimac afirma ser uma “falsa questão” porque “uma autonomia de 20 km cobriria 95 por cento das necessidades. O problema é que depois compramos carros para os outros cinco por cento dos casos. Um erro.

A evolução da Rimac teve altos e baixos. Um dos momentos mais criticos foi em junho de 2017, quando se soube que um dos Concept One, emprestado a Richard Hammond para gravar um dos episódios do The Grand Tour na Suíça, acabou no fundo de uma ravina, durante uma subida de montanha. Hammond quebrou o joelho esquerdo e o carro ardeu... por quatro dias. Rimac estava nessa altura a conversar com investidores e as coisas poderiam ter corrido mal. Mas eles confiaram no projeto. Aliás, eles não tem tido mãos a medir, com tantas solicitações de vários lados. Tanto que tiveram de recusar algumas propostas, apostando tudo nos automóveis.

Esta é a altura das oportunidades, tivemos de aprender a dizer que não. Todos vêm ter connosco, barcos, camiões, aviões, aplicações aerospaciais, armazenamento energético, contentores. Tivemos de dizer que não porque fazer crescer uma empresa exige foco. E o nosso está nos nossos próprios carros eléctricos desportivos, na propulsão eléctrica de alta performance e nas baterias.”, concluiu.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Youtube Motoring Conversation: Nico Rosberg fala com Mate Rimac

O Nico Rosberg anda a gozar a reforma com uma série de entrevistas no seu canal do Youtube, umas visuais, outras nem tanto. As suas entrevistas são muito visualizadas porque ele é o que é, e esta quinta-feira surgiu a sua entrevista com Mate Rimac, o fundador da empresa com o mesmo nome, que anda a construir hipercarros elétricos.

Rosberg - que também anda entusiasmado com o automobilismo elétrico - chama-o de "Elon Musk europeu" - embora ele só fabrique carros acima de mil cavalos... - fala sobre a sua visão do futuro deste tipo de automóveis. A entrevista têm quase uma hora de duração, mas vale a pena vê-lo, porque para um ex-piloto, é um curioso e até sabe colocar perguntas.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

No Nobres do Grid deste mês...

"O primeiro carro a alcançar os 100 km/hora [era] elétrico. Chamava-se "Jamais Contente" e era guiado pelo piloto belga Camile Jenatzy, em 1899. A ideia de um recorde de velocidade, de um carro que fizesse um troço de um quilómetro, quer parado, quer lançado - ou seja, partindo antes e começar a contar quando o carro estivesse em velocidade de cruzeiro - sempre fascinou o ser humano desde que foi inventado o automóvel. E uma competição entre marcas ou pilotos para ser que máquina ou piloto era o mais veloz sempre atraiu pessoas e marcas. E até países, que sempre viram isso como forma de mostrar que a sua tecnologia era melhor do que a do vizinho.

Hoje em dia, o recorde de velocidade anda pelo "Mach 2", e pode-se dar a volta ao mundo em pouco mais de hora e meia, se for para o espaço. Mas o que é interessante, nestes dias em que o século XXI caminha para o final da sua segunda década, é que nos aproximamos de uma revolução que vai mudar a maneira como encaramos os automóveis. Iremos trocar os carros a combustão interna pelos elétricos, ao mesmo tempo que a condução autónoma nos irá facilitar a vida em termos de trânsito e de propriedade. Há quem preveja até que deixaremos de ser proprietários e usuários exclusivos do nosso automóvel e acabaremos por partilhar um para nosso usufruto profissional.

(...)

Há cerca de uma década, surgiu o Bugatti Veyron, o primeiro supercarro a passar a barreira dos 400 km/hora. Foi o primeiro carro a ter um motor de mil cavalos, com turbo e pneus especiais para aguentar as altas velocidades que ele iria alcançar. Ficou famosa a tentativa de James May, então no Top Gear, de alcançar os 430 km/hora em Ehra-Lessen, o circuito de testes do grupo VAG na Alemanha. E nessa altura, falávamos de um motor a combustão a alcançar o limite.

(...)

No final do ano passado, a Koenigssegg meteu um Agera RS ao estado do Nevada e faz 458 km/hora num troço de estrada fechado ao público, batendo o recorde de velocidade de um veículo de produção. Falamos de um carro com quase 1500 cavalos de potência, um MCI. Mas isso foi feito numa altura em que já se sabia que a Tesla irá lançar o Roadster de segunda geração, que prometem que fará 0-100 em 1,9 segundos, algo quase impossível de alcançar por parte dos supercarros a gasolina. E como sabemos o que fazem os Tesla Model S, imagino o que fará um carro desportivo elétrico.

E [no mês passado, em Genebra], a Rimac lançou o seu Concept Two, que anuncia rendimentos a rondar os 1500 cavalos e uma aceleração de 0-100 em 1,85 segundos. Velocidade quase instantânea, capaz de nos fazer revirar os olhos.

(...)

Creio que isso seria o palco ideal para um carro elétrico mostrar o que vale. Os MCI's estão a chegar ao seu limite, algo que foi visto há mais de 70 anos na aviação, quando se mudou dos motores a pistão, supercomprimidos durante a II Guerra - por causa disso, deu-se o salto dos 750 para os 1500 cavalos - para os motores a jato. Aqui não se passa para o jato, mas anda-se lá perto. Existem vantagens mais do que óbvias em relação ao motor a combustão, quer em termos de torque, quer em termos de peso. Já está mais do que provado que esses carros são deixados para trás, falta ver um desses carros a tentar um recorde de velocidade. Creio até que está aqui a primeira grande oportunidade de tentar quebrar a barreira dos 500 km/hora. (...)


Nos últimos dez anos, pequenas marcas, especializadas em hipercarros, pretendem fazer bólidos com o objetivo de serem os mais velozes do planeta, e claro, venderem isso para os seus clientes. Dizendo melhor, para um nicho daqueles que são capazes de o comprar a fazer sonhar o resto dos comuns mortais. Contudo, essa corrida acontecem em paralelo com o despertar de uma tecnologia que já existe desde o final do século passado, mas que nos últimos 15 anos, começou a ter um despertar. E como a história conta, foram os primeiros a estabelecer um recorde de velocidade. Será que, 120 anos depois, voltarão a detê-lo? Aparentemente, têm tudo a seu favor...

É sobre isso que escrevo na minha crónica mensal no Nobres do Grid.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Youtube Crash Interview: O acidente de Hammond, explicado


Como sabem, há algumas semanas que o Richard Hammond teve um acidente assustador numa rampa na Suíça com o Rimac Concept One, onde ele se feriu no joelho, mas safou-se de boa de ficar ainda pior. Depois de ser operado e sair do hospital, o pessoal do Drivetribe decidiu fazer uma entrevista com ele, onde vê o que correu mal, acompanhado por Mate Rimac, o fundador e proprietário da marca do supercarro elétrico.

Ao longo de meia hora, ambos irão ver o que aconteceu de errado e o que significou aquele acidente.

sábado, 10 de junho de 2017

Noticias: Richard Hammond sofre acidente na Suíça

Richard Hammond "safou-se de boa" este sábado. O apresentador do The Grand Tour sofreu fratura num joelho depois de ter sofrido um acidente numa rampa na Suíça, quando guiava um Rimac Concept One. Ele estava na rampa de Hemburg quando perdeu o controlo do seu carro, após ter completado a sua parte. O carro sofreu graves danos e ficou parcialmente queimado, mas o apresentador saiu sem grandes ferimentos. Depois de ter sido socorrido e descoberto uma possivel fratura num dos joelhos, ele foi levado para o hospital de St. Gallen a bordo de uma ambulância aérea.

Os seus companheiros de apresentação, Jeremy Clarkson e James May já foram ao Twitter para expressar o seu alivio por saber que Hamilton já está bem.

Hammond, de 47 anos (nasceu a 19 de dezembro de 1969), já sofreu dois acidentes relativamente graves ao longo do tempo em que esteve com ambos os seus companheiros, primeiro no Top Gear, e agora no The Grand Tour. Em fevereiro, Hammond sofreu uma queda quando filmava em Moçambique, tendo sofrido uma fratura numa das mãos. Contudo, dez anos antes, em 2006, o apresentador teve um acidente mais grave, quando ia de dragster para tentar bater um recorde de velocidade. Ele sofreu lesões na cabeça, que o deixaram em coma por dez dias, mas conseguiu recuperar totalmente das lesões.

A segunda temporada do Te Grand Tour irá regressar em outubro no canal de subscrição Amazon Prime.

domingo, 15 de janeiro de 2017

Youtube Supercar Comparison: Bugatti Veyron vs Rimac Concept One


William Alexander Sidney Herbert é o 18º Earl of Pembroke e o 15º Earl of Montgomery. Tem 38 anos e para além de ser um nobre inglês, cuja casa remonta ao século XII - ou sejam mais de 800 anos - ele é um entusiasta do automobilismo. Participa ativamente em corridas, e tem uma coleção de supercarros, sendo a sua jóia da coroa um Bugatti Veyron.

O nobre tem uma conta no Youtube, e por estes dias foi à Croácia conhecer o Rimac Concept One, um veloz supercarro elétrico. Levou o seu Bugatti consigo e ele foi... derrubado forte e feio pelo carro construido por Mate Rimac, mas conduzido pelo piloto de testes, Miroslav Zrncevic.

Aqui, coloco videos do seu comportamento dinâmico numa pista de karts nos arredores de Zagreb, a capital croata, um "drag race" de manhãzinha e um passeio ao longo da costa adriática. 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Quem fornecerá as baterias para a Formula E?

A primeira temporada já está para trás e aí vêm a segunda, mas já se planeia a terceira, pelo menos no quesito baterias. Neste momento, todos os carros da competição têm baterias da Williams, que tem uma potência a rondar os 200 Kw, mas com uma curta autonomia - cerca de 80 quilómetros - mas a organização quer aumentar a potência e claro, prolongar a sua durabilidade. E há duas candidatas para esse lugar: a própria Williams e uma jogadora nesta classe: a croata Rimac.

As atuais baterias não foram mais do que o resultado de um projeto feito... em cima do joelho, digamos assim. A Williams Advanced Engineering teve seis meses para montar um protótipo, testá-lo e montá-lo nos carros, que ficou pronto em cima da hora do campeonato, em outubro do ano passado. 

Agora, segundo o site electricautosport.com, a organização quer baterias de 250 Kw, e a concorrência à williams vem da Rimac. E se nunca ouviu falar deles, digo que foram eles que montaram o Concept One, com potência equivalente a 1088 cavalos, e montou as baterias para o híbrido Koninggsegg Regera, que tem montado uma bateria de 9,27 kWh feito para entregar... 500 kW de potência. Mais do dobro daquilo que a Formula E deseja neste momento.

Apesar de estas baterias só estarem nos carros a partir da segunda metade de 2016, começa-se a planear o futuro, pois a partir de 2018, a organização quer que todas as equipas comecem a fazer as suas próprias baterias.