Isto apareceu hoje hoje no "Blig do Gomes". É uma simples bifurcação no Rio de Janeiro, mas por onde quiserem virar, só tem nome famoso...E tudo isto fica situado na cidade onde nasceu Nelson Piquet...
Para que não digam que só coloco posts de pilotos que já morreram, eu coloco aqui a biografia de um grande piloto ainda vivo: Jacques Laffite.
A aliança Laffite-Ligier começa em 1976 com bons resultados, mas sem vitórias: três pódios, uma "Pole Position" (Monza), 20 pontos e o 7º lugar no campeonato de condutores. Em 1977, com motores Matra, Laffite consegue a sua primeira vitória no circuito sueco de Andrerstorp. É a primeira vitória de sempre de um piloto francês, num carro francês, desde 1950! Laffite ainda tem outro pódio, na Holanda (após uma luta fraticida com o Ferrari de Niki Lauda), e acaba o campeonato no 10º lugar, com 18 pontos. Em 1978, os resultados são modestos: só dois terceiros lugares em Espanha e na Alemanha, que lhe dão 19 pontos e um oitavo lugar.
Em 1986, o campeonato começa bem. É terceiro no Brasil e segundo em Detroit, sendo apenas batido por Ayrton Senna. No GP de Inglaterra, em Brands Hatch, Laffite chega à marca dos 176 GP's, igualando o recorde de Graham Hill. Mas na partida da corrida, uma carambola ocorrida no meio do pelotão faz com que Laffite choque em frente contra o muro das boxes, fracturando ambas as pernas. A sua carreira na Formula 1 terminava aí, doze anos depois de ter começado. Ainda assim, termina no oitavo lugar na classificação dos pilotos, com 14 pontos.
O ex-guarda-redes do Benfica Manuel Bento morreu esta tarde, aos 58 anos, depois de ter sofrido um enfarte fulminante, na sua casa do Barreiro.
Fidel Castro deu mais uma vez o seu sinal de vida. Falou ontem em directo com o seu homologo venezuelano, Hugo Chavez, afirmando que já se sente muito melhor que na altura em que foi operado, em Julho passado. 



O português Alvaro Parente teve um regresso em grande ao A1GP. Poucos dias depois de ter sido confirmado o seu regresso, o carro português teve um excelente fim de semana na etapa sul-africana do campeonato. Foi oitavo na grelha de partida, e na primeira corrida, a de "sprint", terminou no oitavo lugar.
Hoje falo de um talento que se foi embora cedo demais. Caso ele vivesse mais tempo, provavelmente teria sido o primeiro alemão a ser campeão do Mundo. Chamava-se Stefan Bellof.
Em 1984, dá o salto para a Formula 1, ao volante de um Tyrell. Logo nas primeiras corridas, ele impressiona: sexto na Belgica, quinto em San Marino, no Monaco, obtém o seu maior desempenho até à data: um terceiro lugar com o seu carro aspirado, com menos 150 cavalos do que os turbo, só sendo superado pelo McLaren da Alain Prost e pelo Toleman de... Ayrton Senna.
“Se Bellof iria vencer Grandes Prêmios? Não tenho dúvida nenhuma. Aliás, acredito que ele seria o primeiro campeão do mundo alemão. Não há como questionar que ele tinha habilidade para isso e, embora a Ferrari nunca tenha confirmado, não restam muitas dúvidas que ele seria o parceiro de Michele Alboreto na equipe em 1986. Sua morte foi uma perda horrível para o esporte e ainda maior para aqueles que o conheciam."

A partir daqui, o francês controla os avanços de Patrese, que era segundo, com Pironi atrás. O francês da Ferrari teve depois um problema quando sofreu uma pancada com um piloto retardado, que lhe arrancou parte do seu nariz, mas que o permitiu continuar na pista, sem problemas. Rosberg era agora o quinto, sem poder alcançar De Cesaris, e as coisas mantinham-se assim até às voltas finais.
A liderança tinha trocado de mão tantas vezes nessas duas últimas voltas que ninguém, nem mesmo o director da corrida, sabia quem iria vencer! No final, acabou por ser Ricardo Patrese, que tinha por fim colocado o carro no devido lugar, que cruzou a meta e foi declarado o vencedor da corrida. Mas nem ele soube que tinha ganho! Quando fazia a sua volta de desaceleração, viu o Ferrari de Didier Pironi parado na pista e deu-lhe boleia, e foi o francês que lhe disse que tinha sido o vencedor da prova, com Pironi no segundo lugar. De Cesaris, mesmo parado no Mirabeau, tinha conseguido o terceiro posto, com os restantes sobreviventes a serem os Lotus de Nigel Mansell e de Elio de Angelis e o Williams de Derek Daly.
