domingo, 6 de maio de 2007

WRC: Löeb faz o costume...

Este fim de semana, no Rali da Argentina, o francês Sebastien Löeb conseguiu a sua quarta vitória do ano, e está cada vez mais imparável rumo a um quarto titulo mundial. Mesmo com uma etapa a menos, o piloto francês não deixou os seus créditos por mãos alheias e voltou a vencer com grande à vontade. Por muito que os seus adversários tentem, não conseguem fazer tremer o francês da Citroën.


Aliás, binómio Loeb/C4 parece ser, nesta altura completamente imbatível, e nos tempos mais próximos não parece que os Ford encontrem uma poção mágica que lhes permita bater o carro francês.


A seguir ao imbatível francês, vêm os dois Ford oficiais de Marcus Gronholm, segundo, e de Mirko Hirvonnen, terceiro na geral. Deram o seu melhor, mas não conseguiram bater o francês. Petter Solberg também poderia repetido o pódio conquistado no final do Rali de Portugal, mas a mecânica, nomeadamente, o motor do Subaru Impreza, impediu que pudesse defender o terceiro lugar e até atacar o Focus de Gronholm, objectivo que, no início da segunda etapa, não parecia ser um feito impossível.


Mas o azar de uns é, por norma, a sorte de outros e por isso sobressaiu a prestação da Stobart que conseguiu colocar dois carros no “top five”, com particular evidência para Jari-Matti Latvala que, dando provas de enorme maturidade, conseguiu alcançar um quarto posto, precisamente à frente de Henning Solberg que, apesar de um furo e um pião, ainda teve tempo para “roubar” a posição a Chris Atkinson que tardou em “empatizar” com o seu novo navegador.


Classificação final:


Sébastien Loeb/Daniel Elena (Citroen C4 WRC), 2h52m03.8s

Marcus Gronholm/Timo Rautiainen (Ford Focus RS WRC 06), a 36.7s

Mikko Hirvonen/Jarmo Lehtinen (Ford Focus RS WRC 06), a 2m15.2s

Jari-Matti Latvala/Miikka Anttila (Ford Focus RS WRC 06), a 3m43.0s

Henning Solberg/Cato Menkerud (Ford Focus RS WRC 06), a 4m10.1s

Dani Sordo/Marc Marti (Citroen C4 WRC), a 4m23.6s

Chris Atkinson/Stéphane Prevot (Subaru Impreza WRC 2007), a 4m43.4s

Manfred Stohl/Ilka Minor (Citroën Xsara WRC), a 5m20.2s

Frederico Villagra/Diego Curletto (Mitsubishi Evo IX), a 16m49.9s

10º Toshiiro Arai/Tony Sircombe (Subaru Impreza), a 16m59.2s

WSR: Albuquerque foi segundo em Nurburgring



Filipe Albuquerque foi esta tarde segundo classificado na corrida de hoje da Formula Renault 3.5 que se realizou em Nurburgring. Já Álvaro Parente não foi tão feliz, e não foi além da décima posição. A vitória pertenceu a Davide Valsecchi, colega de equipa de Albuquerque na Epsilon Euskadi.



A razão da má classificação hoje obtida por Álvaro Parente, teve a ver pelo facto de ter sido penalizado em dez posições na partida para a corrida de hoje, devido ao incidente em que se envolveu ontem com o russo Mikhail Aleshin, partindo assim da 18ª posição da grelha. Ainda assim, Parente ascendeu oito posições e logrou conseguir um ponto para o campeonato.



Para piloto da Red Bull Junior Team, apesar da segunda posição nesta corrida, a procissão ainda vai no adro, pelo que ainda é cedo para arriscar demasiado: «Fiz um bom arranque, e sabia que tinha andamento para um lugar no pódio. Realizei grande parte da corrida atrás do meu compenheiro de equipa, e quando tentei esboçar a ultrapassagem ele regiu, e como percebi que não seria fácil ultrapassá-lo, preferi assegurar a seguñda posição, já que há ainda muito campeonato pela frente.», referiu Albuquerque.


A próxima corrida será no dia 27 de Maio, com a ronda do Mónaco, integrado no fim de semana do Grande Prémio de Formula 1

WTCC: Monteiro esteve bem


O primeiro fim de semana de Tiago Monteiro nos WTCC, no circuito holandês de Zandvoort, foi bom para o ex-piloto de Formula 1. Na primeira corrida, o piloto português, que partiu da quinta posição, realizou um bom arranque, e apesar de se ter envolvido num ‘qui-pro-quo’ com Roberto Colciago, chegando mesmo a tocarem-se! Contudo, o piloto português levou a melhor, passando para o quarto lugar.


Com um bom andamento, de início não permitiu veleidades aos seus adversários, e só a meio da corrida passou a sofrer forte pressão do brasileiro Augusto Farfus, que o viria a passar, com o piloto português a reagir pouco depois, ainda na mesma volta, recuperando a posição. No final, o quarto posto foi um bom prémio para uma prestação sem erros, marcando posição dentro da Seat, já que foi o melhor dos carros da marca espanhola em pista.


A primeira corrida foi ganha pelo suiço Alan Menu, a bordo de um Chevrolet Lancetti, seguido pelo seu colega de equipa, e ex-piloto de Formula 1, Nicola Larini. Outro italiano. Luca Rangoni, ficou com a mefdalha de bronze.


A segunda corrida não correu tão bem para Monteiro. Ele partiu para esta prova na quinta posição (depois de invertida a grelha no que aos oito primeiras diz respeito), mas não foi feliz no arranque, já que perdeu aí, quatro posições. A prova foi ganha pelo italiano ( e outro ex-piloto) Gabriele Tarquini, num Seat, à frente da arnada BMW, comandada pelo brasileiro Augusto Farfus. Jorg Muller foi o terceiro.

Parem as rotativas!

Paris Hilton vai presa.

Ah pois é! Um juíz condenou-a a uma pensa de 45 dias de prisão. Sem remissão. A herdeira da cadeia de hóteis Hilton foi condenada a 45 dias de prisão por ter violado uma pena suspensa. Quando, há meses, foi condenada por conduzir sob o efeito do álcool, Paris Hilton viu ser suspensa a sua carta de condução. No passado mês de Fevereiro foi apanhada a conduzir de novo e desta vez, o juíz do Supremo da California, Michael T. Sauer, aplicou-lhe uma pena de 45 dias.


Assim sendo, a menina loirinha de 25 anos entrará num estabelecimento prisional no próximo dia 5 de Junho. A decisão do juíz, lida na sexta-feira, não aceita qualquer tipo de alternativa, como serviços cívicos ou pulseira electrónica.


De acordo com o jornal New York Times, Paris Hilton declarou desconhecer que a sua carta de condução estava suspensa. É mesmo loira burra! Portanto, amigo Michael Mol (da Spyker): aproveita bem o facto de a teres no Mónaco, que logo a seguir passa uns tempos a ver o sol aos quadradinhos...

WRC: Incidente de corrida

O Rali da Argentina ficou marcado esta tarde por um incidente na quinta etapa da jornada de hoje, quando um carro atropelou três espectadoras, causando a morte a uma delas.


O incidente ocorreu quanto o piloto local Gonzalo Alenaz, a bordo de um Subaru Impreza, partia para a sua etapa, quando cruzou com as espectadoras que atravessavam a estrada. Não conseguiu evitá-las e atropelou. Uma delas teve morte imediata, enquanto que as outras duas foram levadas para o hospital, mas encontram-se fora de perigo.


Este incidente é o último de uma série fértil, que começou no dia de ontem, com parte da primeira etapa a ser anulada devido ao mau tempo na zona de Buenos Aires, que levou à retenção de um dos aviões da organização, impedindo a chegada de vários pilotos e carros.


Entretanto, na competição propriamente dita, o francês Sebastien Löeb continua a liderar a seu bel-prazer, com uma vantegem de 19,2 segundos sobre Marcus Gronholm, num Ford. Apesar da prova ainda não estar decidida, Não parece crível que Marcus Gronholm encontre andamento para lograr suplantar o francês, que se prepara para vencer e aumentar a sua margem no campeonato.


O seu companheiro Mirko Hirvonen é agora terceiro, aproveitando os problemas que teve o norueguês Petter Solberg, que caiu para a décima posição da geral. Nova fantástica prestação de Jari-Matti Latvala, que coloca, para já, o Focus da Stobart no quarto posto, com doze segundos de vantagem para Henning Solberg, irmão de Petter.

sábado, 5 de maio de 2007

WTCC: Monteiro parte em qunto na grelha

Continua num bom nível a prestação de Tiago Monteiro no WTCC. O piloto português obteve hoje a quinta posição para a primeira corrida de amanhã, na pista holandesa de Zandvoort, cotando-se como o melhor dos Seat.


A surpresa veio da parte da Chevrolet, que reservou para si a primeira linha da grelha de partida, com os seus dois Lacetti de, respectivamente, Alain Menu e Nicola Larini a dominarem a sessão e obterem os melhores cronos. Atrás deles, ficaram os dois BMW do brasileiro Augusto Farfus e do italiano Luca Rangoni, na frente de, como já foi referido, Tiago Monteiro.


«Devo dizer que estou muito feliz e, honestamente, um pouco surpreendido. Sabemos que, em geral, não somos os méis rápidos e temos, assim, que trabalhar para melhorar este aspecto. Penso que teremos de lutar nas corridas porque gastaremos os nossos pneus mais depressa que os outros pilotos, mas estou grato à equipa SEAT por me ter dado um carro tão bom hoje.», referiu Monteiro.


Quanto a Miguel Freitas, que corre pela Alfa Romeo na Taça dos Independentes, vai partir da 21ª posição da grelha.

O piloto do dia: Vittorio Brambilla

Hoje, falo-vos de um homem eclético que começou a sua carreira nos automóveis numa fase tardia na sua vida. Mas a sua passagem pelo automobilismo foi tudo menos chata... Hoje, este artigo é dedicado ao "Gorila de Monza": Vittorio Brambilla.



Nasceu em Monza a 11 de Novembro de 1937, e era irmão de Ernesto Brambilla, piloto do motos na década de 50, com uma passagem fugaz pela Formula 1. Em adolescente tornou-se mecânico, o que lhe foi util na sua longa e eclética carreira. Em 1957 começou a correr em motos e ganhou o título nacional de 175 cc no ano seguinte. Contudo, isto não teve seguimento, e nos 10 anos seguintes dedicou-se à mecânica. quando voltou a correr, em 1968, Brambilla tinha 31 anos e foi para os automóveis, em vez das motos.



Quando voltou, foi para a Formula 3 italiana, e após quatro anos de tentativas, tornou-se campeão nacional, ao volante de um Tecno. Nesse ano, já andava a correr na Formula 2, ao volante da mesma equipa, e com o seu patrocínio de sempre: a marca de ferramentas Beta. Só ganhou uma corrida, em 1973, mas fez algumas performances de registo.



Em 1974, chega finalmente à Formula 1, aos 35 anos, altura em que muitos decidem retirar-se da competição... Corre ao volante de um March. Com o seu patrocinio de sempre, faz corridas do meio do pelotão, mas termina em sexto no GP da Austria. No final da temporada, esse ponto deu-lhe o 18º lugar na classificação.



O ano de 1975 torna-se no seu melhor de sempre, mas irónicamente, pontua nas duas corridas que não chegaram ao fim... Em Montjuich, na corrida que termina à volta 29 devido ao grave acidente do austriaco Rolf Stommelen, Bramilla leva o seu March ao quinto lugar, mas só leva 1 ponto. Mas a meio da época, as suas performances surpreendem o mundo: com um March de fábrica, lidera o GP da Belgica durante muito tempo, até que um problema de travões leva ao seu abandono, na volta 54. Na Suécia, conquista a "pole-position" e lidera confortavelmente até abandonar com um problemna de transmissão, à volta 36.


Mas foi no GP da Austria que alcança a sua maior honra: Debaixo de chuva intensa, Brambilla fez uma corrida temerária, e aproveitou os problemas para alcançar a liderança. Quando os comissários queriam interromper a corrida, à volta 29, em vez de mostrarem a bandeira vermelha, mostraram... a de xadrez! Convencido de que tinha ganho, Brambilla festejou efusivamente, tão efusivamente que perdeu o controle do seu carro!... Para além da vitória, Brambilla marcou a volta mais rápida da corrida. Aos 37 anos, estava na galeria dos vencedores. Mas essa vitória só valeu pela metade, e no final da temporada (ainda marcaria um sexto lugar em Silverstone), em vez de ter 12 pontos, tinha na realidade ficava com 6,5 pontos e o 11º lugar final.



Em 1976, continua na March, mas os resultados foram piores, só marcando um ponto. Esse ponto, conquistado em Zandvoort, dá-lhe o 19º lugar na classificação geral.



Em 1977 transfere-se para a Surtees, e ao mesmo tempo, assina para uma equipa de fábrica: a Alfa Romeo, que disputará no Mundial de Sport-Protótipos. Na Formula 1, consegue bons resultados, com um quarto lugar na Belgica, um quinto em Hockenheim e um sexto no Canadá. Esses seis pontos dão-lhe o 16º lugar da classificação geral. Pela Alfa Romeo, ajuda a ganhar o Mundial de Construtores para a marca.



Em 1978, Brambilla corre pela Surtees, mas é já uma equipa em declínio. Apesar de tudo, dá um ponto à equipa em Zeltweg. E a 10 de Setembro daquele ano, na sua corrida natal, fica envolvido na carambola da primeira chicane, que irá matar o sueco Ronnie Peterson. Brambilla foi atingido por uma roda, e teve um traumatismo craniano grave, receando-se até pela sua vida.


Felizmente recuperou das lesões e aos 41 anos, voltou a correr, desta vez, ajudando a Alfa Romeo no seu regresso à Formula 1, disputando as três corridas finais do campeonato, ao volante do carro inscrito pela Autodelta, sem pontuar. Em 1980, é chamado outra vez, desta vez para ter a tarefa ingrata de substituir o malogrado Patrick Depailler nos GP's da Holanda e de Itália. Em Imola, teve um despiste feio entre as curvas Tamburello e Villeneuve, e foi a sua ultima corrida no Grande Circo.


A sua carreira na Formula 1 foi tardia, mas feliz: em 79 corridas, repartidass por sete temporadas, partiu em 74, teve uma vitória, uma pole-position, uma volta mais rápida, um pódio e 15,5 pontos no campeonato.


Uma curiosidade: Brambilla era conhecido pelo apelido de "Punch and Crunch". Primeiro apanhava desprevenidas as pessoas, dando um "calduço" no pescoço, e quando estes viravam, Brambilla estendia a mão para cumprimentar. Quando a pessoa retribuia o gesto, o italiano apertava a mão com tanta força, só para ver a reacção da pessoa... Apesar de tudo, era um homem gentil e brincalhão, muito apreciado no pelotão da altura.


Depois de terminada a sua carreira, manteve-se em Monza até ao dia 26 de Maio de 2001, altura em que foi-se desta para melhor, quando se dedicava a uma actividade perfetamente banal: cortar a relva do seu jardim. Tinha 63 anos...

WRC: tudo voltou à normalidade


Pois é... depois do pesadelo logistico no primeiro dia do Rali da Argentina, tudo voltou ao normal, depois da Super-Especial feita em Cordoba, e ganha de novo por Mirko Hirvonen. Hoje, o rali voltou à estrada normal, e quem lidera é... o suspeito do costume.


O francês Sébastien Löeb venceu todas as especiais da 1ª Secção da 2ª Etapa, alcançando uma margem, que se cifra já em 13.2 segundos para o finlandês Marcus Gronholm, que, novamente, se vê impotente para acompanhar o homem da Citroën.


Quatro “verdadeiras” especiais bastaram a Loeb para cimentar uma liderança que, a não existir reacção durante o remanescente da etapa, voltará a verificar-se um filme que sucedeu...em Portugal.


Atrás do francês e do finlandês mais “velho”, está Petter Solberg, que foi o prmeiro a dar alguma luta a Löeb, contudo, logo na segunda especial do dia perdeu o segundo posto da geral para Gronholm, e tem vindo a perder fulgor, ainda que esteja pouco mais de três segundos atrás do finlandês da Ford.


Mikko Hirvonen foi o líder das duas super-especiais, mas no primeiro troço a “sério”, perdeu 8.7s, depois mais sete, e neste momento, decorridas que está a 13ª PE, já dista 32.5s do líder Löeb.


Enfim, a prova voltou ao normal, não sem antes Löeb ter tecido fortes críticas à organização, numa altra em que já são famosas as fotos de muitos pilotos a descansar nos bancos das salas de espera do aeroporto de Buenos Aires. Uma bota muito complicada de descalçar por parte da organização da prova argentina, e o que se estranha é que a FIA aprovou um percurso, sem sequer ter colocado a hipótese, afinal bastante fácil de suceder, de não haver possibilidade de transportar carros e pessoas em tempo útil...

WSR: Portugueses portaram-se bem



Esta tarde decorreu no circuito alemão de Nurburgring a primeira corrida da segunda jornada dupla da World Series by Renault, categoria onde correm os portugueses Alvaro Parente e Filipe Albuquerque.


Partindo da quinta e sétima posições da grelha, respectivamente, Parente depressa suplantou o seu homónimo espanhol, Alvaro Barba, não permitindo depois qualquer veleidade a este, que por sua vez teve igualmente outro piloto luso, Albuquerque, no seu encalço, pelo que apesar de tentar suplantar Parente nunca pôde descansar com a pressão de Albuquerque. Uma autêntica sanduíche ibérica! Parente beneficiou do abandono de Aleshin, para conquistar assim um saboroso terceiro lugar final, enquanto que Albuquerque terminou em quinto.


O gfrande vencedor desta primeira corrida foi o piloto "da casa", Sebastien Vettel, que dominou a corrida a seu bel-prazer, vencendo com uma confortável margem de oito segundos para o inglês Bem Hanley. Amanhã decorre a segunda corrida desta jornada dupla.

O que se passa na Argentina?


Este fim de semana decorre mais uma etapa do Mundial de Ralies, na Argentina. As hostilidades começaram ontem, com a Super-Especial, e o finlandês Mirko Hirvonnen conseguiu levar a melhor sobre a armada Citroën, comandada pelo francês Sebastien Löeb.


Só que... descobri hoje que essa super-especial foi em Buenos Aires no estádio Monumental (a tal que recebeu a final do Mundial de 78), que fica a mais de 700 km do centro nevralgico do rali, na Villa Carlos Paz, na zona de Cordoba. Ora, neste momento há uma grande carga de água por essas bandas, e um dos três aviões que fazem toda a logistica do rali ficou retido em Buenos Aires devido ao mau tempo. Sendo assim, o inicio do rali foi adiado por cinco horas, e este recomeçaria na PE 7 (Capilla del Monte-San Marcos) para terminar em Cordoba com outra Super-Especial.


Mas não foi isso que acabou por suceder… O mau tempo persistiu, e não foi possível fazer regressar a Cordoba algumas equipas do PWRC e também comissários, pelo que a organização se viu na contingência de anular as especiais 7 e 8, desconhecendo-se de momento se estarão reunidas as condições para que o rali prossiga na PE 9, a super- especial de Cordoba.


As palavras do francês Sébastien Löeb há uns dias atrás mostraram-se proféticas: «Logística demasiado complexa para uma só especial», e um enorme bico-de-obra por resolver por parte dos organizadores argentinos...

Entrada de leão!

O nosso "tuguinha" Tiago Monteiro debutou hoje no World Touring Cars Championship (WTCC), que decorre este fim de semana na pista de Zanvoort, na Holanda, e não podia ter corrido melhor, ao ser o melhor piloto da Seat nos dois treinos, além de ter sido o mais rápido de todos, no treino livre oficial desta tarde.


Se no teste da manhã, o piloto portuense já tinha chamado a atenção, não deixou dúvidas após o primeiro treino considerado oficial, ao ser o único piloto a rodar abaixo do segundo 49, quando na melhor das suas seis voltas ao traçado, fez parar o cronometro em 1m48,972 levando o Seat León nº 18 para o topo da folha de tempos, com 0,206s.de vantagem para o italiano Roberto Colciago, também em Seat Léon.


«Estou bastante satisfeito, porque no meu primeiro treino oficial no WTCC consegui o melhor tempo da geral. Não podia ambicionar melhor estreia» revelou Tiago Monteiro, que deixou a equipa bem impressionada, pois deu somente seis voltas ao traçado sinuoso de Zanvoort, não gastando muito os pneus, cuja gestão vai ser o segredo que pode abrir as portas de um resultado muito positivo.


«O chassis está bom para esta pista, e os tempos apareceram naturalmente, tendo em conta as circunstâncias da pista. No teste da manhã já tinha dado para verificar a afinação geral, o que me possibilitou atacar com toda a confiança e conseguir o melhor tempo. Pena que não tivesse sido já a qualificação, mas amanhã espero que tudo volte a correr bem» referiu muito motivado Tiago Monteiro que espera poder repetir a melhor marca na Qualificação para a Grelha de Partida.


Espero bem que sim, para mostrar aos críticos que o "Vagaroso" é só no nome...

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Ando cheio de sorte!


Há bocadinho, quando fui a minha casa para almçoar, recebi uma encomenda inesperada: um DVD e umas cuecas. O DVD era do filme "Borat", feito pelo Sacha Baron Cohen que, disfarçado de jornalista cazaque, foi aos Estados Unidos para mostrar aos seus concidadãos como é a América.

Quem já viu, sabe que o filme é de loucos, e quando o fui ver no cinema, fartei-me de rir às gargalhadas, não só por causa dele, mas também dos americanos, de tão ridúculos que eles podem ser...

Enfim, como ganhei este belo presente? Simples, armei-me em Borat e respondi a três perguntas feitas pela emissora de rádio Antena 3. Tenho pena de não ter gravado as respostas, senão mostrava-vos. Que chatice!

Enfim, recebi o DVD como prémio de consolo, pois o 1º prémio era uma viagem ao Cazaquistão. Se tivesse ganho, seria fenomenal, pois mostraria ao vivo outra coisa fenomenal: a sua capital, Astana. Já existia antes, mas há meia dúzia de anos atrás o seu presidente decidiu que seria a nova capital do país e decidiu reconstriur a cidade. Não é Brasilia, mas quase...

Já agora, ficam aqui uns trailers do filme. Espero que gostem, pois já sei o que vou fazer logo à noite: mostrar o filme aos meus pais!

Que raio é isto - parte II


Antes das orelahas do Dumbo (leia-se Honda), a McLaren colocou uns apêndices aerodimâmicos um pouico esquisitos nas asas da frente. Depois de terem posto uns chifres à Darth Vader há uns dois anos, e a coisa teve o seu sucesso, agora testaram essa coisa aí, e tiveram resultados satisfatórios, logo, vai ficar.


Eu não sou anti-progresso, mas... não acham que essa história dos apêndices aerodinâmicos por tudo e por nada já começa a ser demasiado cansativo?

Que raio é isto?

Os meus compatriotas não falam de outra coisa: o novo apêndice aerodinâmico que a honda arranjou para colocar na frente do seu carro. Apelidam-no de "orelhas do Dumbo" devido à sua semelhança. Honestamente, acho que em termos de imaginação, os projectistas têm muita, mas acho que forma longe demais... ou será que é o desespero a falar mais alto?
Oh, o horror... o horror... (pelo menos antes da corrida!)

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Um ícone vai a leilão

O site Pitpass (www.pitpass.com) informou ontem que um dos mais emblemáticos cahssis de Formula 1 da história vai a leilão no próximo mês de Julho. Trata-se do primeiro Lotus 72, de 1970, que correu às mãos do piloto John Miles no GP de Espanha desse ano.


O carro foi um dos mais bem sucedidos da Formula 1, deswenhado pela pena de Colin Chapman, tendo corrido entre 1970 e 1975, conseguindo ao todo, nas 75 corridas em que participou, 20 vitórias, 17 pole-positions, 10 voltas mais rápidas, dois títulos mundiais de condutores, com Jochen Rindt (1970) e Emerson Fittipaldi (1972) para além de três títulos mundiais de construtores(1970, 1972 e 1973).


Já agora, vocês perguntam: porque foi o segundo piloto da Lotus a estrar o chassis? Ora, isso aconteceu porque... Rindt tinha-se chateado com Chapman.


A relação do piloto austriaco com o genail construtor inglês foi sempre tempestuosa. Chapman adorava Rindt, pelo seu estilo de condução, mas Rindt temia o construtor inglês, por causa dos seus chassis, muito perigosos para serem conduzidos. Tinha ganho esse receio após o acidente grave que teve em Montjuich, no GP de Espanha de 1969, onde uma asa tinha cedido, provocando o descontrolo do carro e ferimentos de monta ao piloto austriaco.


Por muito tempo, Rindt queria sair da Lotus, mas Chapman nunca deixou. Em 1970, as coisas tinham acalmando um pouco. O Lotus 49 era bom, mas Chapman estava desenhando o seu sucessor, que seria o Lotus 72. No seu primeiro teste, antes do GP de Espanha, em Jarama, um veio dos travões partiu-se a mais de 280 km/hora mo final da recta da meta e o carro só parou na gravilha.


No regresso às boxes, Rindt e Chapman tiveram uma acesa discussão com o austríaco a dizer "nunca mais piloto esta m**** de carro!" Mais tarde, o inglês convenceu-o a pilotar o carro, que lhe deu quatro vitórias consecutivas e o título mundial daquele ano. Mas também tirou-lhe a vida, em Monza...