Mostrar mensagens com a etiqueta WSR. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta WSR. Mostrar todas as mensagens

domingo, 4 de agosto de 2019

The End: Jean-Paul Driot (1951-2019)

Jean-Paul Driot, fundador da DAMS (sigla para Driot Associés Motor Sport), equipa que é uma das mais importantes da segunda categoria do automobilismo - Formula 3000, GP2 e Formula 2 - morreu este domingo aos 68 anos. Driot já estava doente desde há algum tempo. Ao longo da sua existência, desde 1988, a DAMS conquistou treze títulos de pilotos, doze campeonatos e 147 vitórias na Fórmula 3000, Fórmula Renault 3.5, GP3 Series, GP2 Series, World Series by Renault (WSR) e Fórmula 2.

Para além dessa categoria, a DAMS também está na Formula E, a gerir a Renault, primeiro, e agora a Nissan, com Sebastien Buemi e Oliver Rowland.

"É com grande tristeza que a DAMS anuncia que seu fundador e proprietário, Jean-Paul Driot, faleceu aos 68 anos", começa por dizer o comunicado oficial da equipa.

Jean-Paul perdeu uma batalha contínua contra a doença, que ele havia combatido nos últimos meses. Desejamos nossas sinceras condolências à sua esposa Genevieve e a dois filhos, Olivier e Gregory.", concluiu.

Fundada em 1988 por Driot, o jornalista Gilles Gagniault, o empresário Pierre Blanchet e o ex-piloto René Arnoux, a equipa começou a correr na Formula 3000 no ano seguinte, com Eric Comas ao volante. No ano seguinte, venceu a competição, de novo com Comas no leme. Três anos mais tarde, em 1993, volta a vencer o campeonato, desta vez com outro francês, Olivier Panis, e no ano seguinte, era a vez de Jean-Claude Bouillon.

No inicio de 1995, a equipa esteve perto de entrar na Formula 1, mas o projeto abortou. Mais tarde foi para a Endurance, com carros Panoz, e em 2003, venceu o WSR, com o argentino José Maria Lopez. Dois anos depois, ajudou a montar a equipa francesa na A1GP, e em 2014, tentou a sua sorte na Formula E, com uma participação parcial, com Alain Prost como seu co-diretor. De 2014 a 2018, a e.dams alcançou três títulos de Construtores e uma de pilotos, através de Sebastien Buemi.

Ao mesmo tempo, continuavam na GP2, onde contribuíram para o título de Kamui Kobayashi em 2009, de Romain Grosjean em 2011, no ano seguinte para Davide Valsecchi, em 2014 para Joylon Palmer. Em 2017, foram para a Formula 2, onde em 2018, contribuíram para o campeonato de Alexander Albon

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Noticias: Henrique Chaves vence no Bahrein

Como Julio César, há dois mil anos, em Roma, foi chegar, ver... e vencer. Henrique Chaves veio ao Bahrein pensando que iria ter dois dias de testes a bordo de um carro da Formula V8 3.5, e acabou por guiar o carro na jornada dupla do Bahrein, a última de um campeonato que acabará no final deste anos depois à falta de interesse dos pilotos e das equipas.

Contudo, Chaves teve uma corrida irreprensível. Partindo da segunda posição da grelha, fez um bom arranque, passou logo para primeiro e desde aí liderou toda a corrida, terminando na frente do campeão, o brasileiro Pietro Fittipaldi. Roy Nissany foi o terceiro, e a única mulher presente, a colombiana Tatiana Calderon, foi quinta. Chaves ainda conseguiu a volta mais rápida. 

Nunca imaginei que fosse possível. Ainda estou a digerir o resultado que foi fabuloso depois de uma corrida fantástica. Estava habituado a uma outra realidade e de repente o inesperado acontece e estou muito feliz. Nas sessões de treinos livres procurei aprender tudo ao máximo. Sentia-me muito confortável. Depois consegui nas qualificações o segundo melhor tempo. Percebi que estava nas minhas mãos chegar aos lugares do pódio. Mas, fiz um excelente arranque, e passei de imediato para primeiro e daí em diante só pensava na vitória. Mantive o foco, não me deixei intimidar pela pressão do adversário atrás de mim, que só por acaso é o campeão, e fiz o meu trabalho. Correu tudo na perfeição. Um resultado magnifico que dedico à equipa e claro, ao meu pai, que é um apoio incondicional”, começou por dizer o piloto português.

Amanhã, e largando de novo do segundo posto, o objetivo de Chaves é de repetir o feito: “Depois desta vitória não posso ambicionar outra coisa. Acredito que é possível. O carro está óptimo, sinto-me confiante e tem tudo para correr bem”, rematou.

sábado, 25 de julho de 2015

Noticias: Renault retira apoio à WSR no final da temporada

A Renault anunciou este sábado que irá retirar o apoio à World Series, a partir do final desta temporada, para apoiar a futura Formula 2, e eventualmente a ida à Formula 1, adquirindo a Lotus. Termina assim uma colaboração de dez anos à competição organizada pela RPM, de Patrice Ratti e Jaime Alguersuari Sr. e tenta-se agora encontrar uma solução para evitar que a competição desapareça, numa reunião que vai acontecer na próxima quarta-feira.

Contudo, o formato das World Series by Renault irá manter-se, com a Renault Sport a focar-se somente na Formula Renault 2.0 Eurocup e a Megane Trophy Series, com os Renault RS.01.

O apoio da marca do losango vinha desde 2005, mas a competição tem bastante mais tempo, mais concretamente em 1998, com o surgimento do Open Fortuna by Nissan e mais tarde a World Series by Nissan, competição que terminou em 2004, sendo fundida com a Formula Renault V6 Eurocup, e que deu lugar à atual Formula Renault 3.5.

Durante este tempo, a competição teve campeões como Robert Kubica (2005), Álvaro Parente (2007), Kevin Magnussen (2013) e Carlos Sainz Jr, no ano passado.

domingo, 12 de julho de 2015

Youtube Motorsport Crash: o acidente de Roberto Merhi em Zeltweg

Isto aconteceu ontem, mas só hoje é que apareceu o video. Sempre achei que os pilotos deveriam ter reações rápidas perante obstáculos que estão no seu caminho, mas pelos vistos, não só se esquecem do pedal de travão, mas não vêm o que se passa à sua volta. E ainda por cima, falamos de um piloto de Formula 1!

A coisa boa é que deste acidente, ninguém ficou ferido. Mas poderia ter sido bem pior. Mas em termos de resultados, os comissários foram inclementes com Roberto Merhi: desclassificação desta corrida e exclusão da próxima.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Youtube Racing Demonstration: Max leva Jos a uma volta em Spa


Uma semana depois de Max Verstappen ter guiado com o seu pai ao seu lado, nas ruas do Mónaco, ambos estiveram este domingo em Spa-Francochamps em mais uma demonstração, desta vez do Renault RS01 de Sport, durante o fim de semana da World Series by Renault, que teve lugar no circuito belga.

E parece que desta vez, Jos Verstappen esteve mais calmo enquanto que era guiado pelo filho pelo mitico circuito belga, onde em 1996 teve um acidente bem forte...

Esta, quem mo mandou foi o Julio Cezar Kronbauer.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Quem colocaríamos numa competição feminina? (Parte 2)

(continuação do capitulo anterior) 

6 - Katherine Legge

Aos 34 anos de idade (nascida a 12 de julho de 1980), a última vez que ela foi vista foi na Formula E, onde correu um o carro da Amlin Aguri nas duas primeiras provas do ano, sem resultados de relevo. Mas a sua carreira já é grande, começando no ano 2000, na formula Ford, onde foi pole-position numa corrida. Em 2005, estava nos Estados Unidos, onde correu no campeonato Atlantic, vencendo três corridas e acabando na terceira posição. Pelo meio, fez um teste num Minardi de Formula 1, andou num carro da A1GP, antes de em 2006 andar na ChampCar por duas temporadas, primeiro pela PKV, e depois pela Dale Coyne, onde conseguiu dois sextos lugares como melhor resultado.

Entre 2008 e 2010, foi para o DTM, correndo num Audi e não conseguindo qualquer ponto, ao que logo a seguir, em 2012, foi para a IndyCar, pela Dragon Racing, conseguindo como melhor resultado um nono posto em Fontana, a última prova do ano. Teve uma participação em 2013 nas 500 Milhas de Indianápolis, antes de ir para a United SportsCar Series, guiando o carro da DeltaWing, onde continua nesta temporada.

7 - Vittoria Piria

Filha de pai inglês e mãe italiana, "Vicky", de 21 anos (nascida a 11 de novembro de 1993, em Milão), depois de cinco temporadas no karting, passou em 2009 para os monolugares, onde correu na Formula 2000 Light. No ano seguinte, passou para a Formula Abarth, sem conseguir pontuar, o que fez com que ficasse mais uma temporada na categoria, onde conseguiu nove pontos e o 15º posto final.

Em 2012, passou para a GP3 Series, correndo pela Addax, mas não foi mais longe do que um 12º posto no Mónaco, logo, não conseguindo pontuar. No ano seguinte, esteve na espanhola Euro Formula 3 Open, onde foi décima classificada, antes de ir em 2014 para os Estados Unidos, onde correu quatro provas na Pro Mazda Series.   

8 - Tatiana Calderon

Colombiana, com 22 anos de idade (nasceu a 10 de março de 1993), a carreira de Calderon nos monolugares começou em Star Mazda americana em 2010, terminando no décimo posto, e no ano seguinte, chegou ao sexto lugar, depois de conseguir dois pódios. Em 2012, passou para a Euro Formula 3 Open espanhola, onde ao serviço da equipa de Emilio de Villota, onde foi nona classificada no campeonato. 

Em 2013, foi para a Formula 3 europeia, ao serviço da Duble R Racing, sem conseguir pontuar, mas continuou no ano seguinte, desta vez na Jo Zeller Racing, onde conseguiu 29 pontos e o 15º lugar na geral. Em 2015, continuará na Formula 3 europeia, agora ao serviço da Carlin.  


9 - Beitske Visser


Aos vinte anos de idade (nasceu a 10 de março de 1995), já têm quatro temporadas de monolugares, e com algumas vitórias nas mãos. Agora vai a caminho da sua segunda temporada na World Series by Renault, ao serviço da espanhola AV Formula, Visser já fez parte do programa de jovens pilotos da Red Bull, em 2013, depois de ter vencido duas corridas na Formula ADAC Masters, na Alemanha. 

A sua temporada de estreia na WSR, em 2014, também pela AV Formula, foi modesta, mas conseguiu pontuar por duas vezes, uma delas um quinto lugar em Jerez e terceiro entre os "rookies", que permitiu subir ao pódio. Para além disso, correu em duas provas da GP3, pela Hilmer Motorsport, sem conseguir pontuar.

10 - Pippa Mann

Aos 31 anos de idade (nasceu a 13 de agosto de 1983), Mann vai este ano correr nas 500 Milhas de Indianápolis a bordo de um carro da Dale Coyne. Mas a sua carreira no monolugares começou em 2003, na Formula Renault britânica. Até 2006, não conseguiu resultados de relevo, embora nesse ano tenha sido 19ª no campeonato, com 89 pontos.

No ano seguinte, foi para a World Series by Renault, onde conseguiu um ponto pela Cram Competition, e no ano seguinte, pela P1 Motorsport, foi melhor, com um sétimo lugar numa das rondas de Nurburgring, obtendo cinco pontos. 

Em 2009, passou para a IndyLights americana, onde no ano seguinte conseguiu uma vitória e três pole-positions, terminando a temporada no quinto lugar da classificação geral. Uma dessas poles foi em Indianápolis, tornando-se na primeira mulher a consegui-lo.

Assim sendo, em 2011, passou para a IndyCar, com participações esporádicas, especialmente nas 500 Milhas de Indianápolis, sendo que nos dois últimos anos foram ao serviço da Dale Coyne. Pelo meio, em 2012, correu na Auto GP, pela Campos Racing, onde conseguiu cinco pontos, todos em Sonoma.

11 - Bia Figueiredo

A piloto brasileira de 30 anos (nascida a 18 de março de 1985), anda atualmente pela Stock Car brasileira, depois de quatro temporadas na IndyCar, com resultados algo modestos. Ela conseguiu um 11º lugar em Toronto, em 2011, pela Dreyer & Reinbold Racing, e a sua última passagem data de 2013, quando fez sete corridas com a Dale Coyne.

Mas antes disso, começou a sua carreira em monolugares na Formula Renault brasileira, onde foi terceira classificada em 2005, conseguindo três vitórias e três pole-positions, passando depois para a Formula 3 Sul-Americana, onde foi quinta classificada. Em 2008, andou pela IndyLights, acabando no terceiro lugar, após uma vitória e cinco pódios. No ano seguinte, venceu mais uma corrida, mas conseguiu mais um pódio, terminando no oitavo lugar.

12 - Samin Gomez Briceño

Piloto venezuelana de 23 anos (nascida a 4 de fevereiro de 1992), Samin Gomez tenta agora voltar à GP3, depois de ter lá andado na temporada de 2013 pela Jenzer Motorsport, sem conseguir qualquer ponto. Mas a sua participação nos monolugares começou em 2008, na Asian Formula Renault Challenge, onde em 2009 foi nona classificada, e em 2010, foi terceira, depois de ter conseguido duas pole-positions e três idas ao pódio.

Em 2011 passou para a Formula Abarth italiana, onde no ano seguinte, pela Jenzer Motorsport, foi sétima classificada, depois de conseguir dois pódios na série europeia, e uma volta mais rápida na série italiana, onde também terminou na sétima posição. Depois da GP3, foi para a AutoGP, onde correu em quatro provas, com um nono lugar como melhor resultado.

13 - Sabine Schmitz

A partir da numero treze, fica complicado encontrar pilotos que tenham uma carreira consistente no automobilismo, provando que esta é uma modalidade bem complicada para elas. Mas há algumas semanas surgiu a noticia de que a alemã Sabine Schmitz iria correr num Chevrolet da Munnich na etapa alemã do WTCC, sendo a primeira mulher a participar nesta competição.

Mas o que faz ela aqui nesta lista é que é uma das pessoas que conhece melhor o Nordschleife. Apesar de já ter 45 anos de idade (nasceu a 14 de maio de 1969), começou a correr em Turismos, tendo vencido as 24 Horas de Nurburgring em 1996 e 1997, ambos num BMW M3. e em 2008, num BMW Z4, foi terceira classificada.

Mas pelo meio, entrou em vários programas de televisão, quer na Alemanha, quer no resto do mundo. Em 2004 e 2005, fez participações no programa Top Gear, onde tentou andar abaixo dos dez minutos no Nordschleife numa carrinha Ford Transit. Dois anos depois, entrou num desafio entre a Alemanha e a Grã-Bretanha, no circuito de Zolder, no mesmo programa.

Para além disso, já teve - e conduzia - uma companhia de táxis que providencia voltas ao Nordschleife. Segundo as suas próprias contas, deve ter dado mais de vinte mil voltas no circuito ao longo da sua carreira.

(continua)

terça-feira, 10 de março de 2015

A foto do dia

Beitske Visser faz hoje vinte anos de idade. E provavelmente esta piloto holandesa é a melhor chance de vermos uma mulher na Formula 1 num futuro próximo. Começa agora a sua quarta temporada nos monolugares, correndo na World Series by Renault ao serviço da espanhola AV Formula, depois de duas temporadas na Formula ADAC Masters, onde venceu três corridas e deu nas vistas o suficiente para que a Red Bull a incluísse no seu Junior Team. Ficou apenas um ano, mas mostrou-se.

Se olharmos para a cara dela, ainda parece uma adolescente. Mas desde os tempos do karting que ela mostrou ter talento para se ombrear entre os rapazes, e foi por isso que ela conseguiu lugar nos monolugares. Só falta é ter uma boa temporada numa competição onde possa impressionar o suficiente para alavancar a sua carreira.

Mas apesar de ter resultados, ao contrário de outras, Beitske não é bonita. Não é a Carmen Jordá ou a Milka Duno, não é uma modelito, ou se preferirem, "não é fotogénica". É por causa disso que não lhe dão uma chance para ser "piloto de desenvolvimento" numa equipa de Formula 1, nem com todo o "photoshop" possível e imaginável. Portanto, vê-la a bordo de uma máquina de 850 cavalos, nem que seja para testes, parece ser uma quase impossibilidade, a não ser que demonstre muito talento.

Mesmo assim, creio que ela tem todo o potencial para ser muito bem sucedida neste desporto, no meio dos rapazes. Francamente, precisamos de exemplos como a dela, para inspirar mais garotas neste desporto elitista e algo machista. Tentar ver garotas e mulheres noutros lugares que não nas grelhas a segurar cartazes e a sorrirem para as cameras seria ótimo, e as que entrassem, fossem vistas pelo seu talento e não se têm um peito grande ou se o rabo cabe ou não cabe dentro do "cockpit".

Se no Dia da Mulher, todos são pela igualdade, nos outros dias do ano, essa igualdade têm de ser dada através de exemplos, de gestos. E para mim, o melhor exemplo para o mundo é ela. 

Parabéns Beitske, e que tenhas uma grande temporada em 2015! 

quinta-feira, 5 de março de 2015

A foto do dia

Esta imagem espectacular aconteceu esta tarde no circuito de Jerez. O carro que não se consegue identificar nesta foto é o DAMS do britânico Dean Stoneman, ue sofreu um forte acidente na curva 7 do circuito andaluz, depois de perder o controlo do seu carro da World Series by Renault (WSR). O golpe de vento fez com que batesse fortemente num dos muros de proteção, mas o ricochete foi de tal forma violento que ainda bateu no outro lado da pista, antes de parar.

Stoneman foi para o centro médico do circuito, por precaução, mas já se encontra bem. E a equipa até afirma que o carro é recuperável para correr amanhã, caso queiram.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

As novas polémcias da nova Super-Licença

Para quem não sabe, a FIA divulgou hoje os critérios para a atribuição das Super-Licenças que entrará em vigor a partir de 2016. E já deu polémica. A razão? Têm a ver com o sistema de pontuação, que privilegia uma competição... que ainda não existe.

De acordo com a Autosport britânica, as novas regras servem para impedir que cheguem à Formula 1 pilotos demasiado novos e pouco experientes em monolugares, como Max Verstappen, que se estreará este ano na Formula 1 com 17 anos, sendo o mais novo de sempre a fazê-lo. Para além de estabelecer um limite minimo de 18 anos para que os pilotos possam mostrar-se na categoria máxima do automobilismo, a FIA colocou um sistema de pontos do qual privilegia a Formula 2, que está inativa... desde 2012.

Os detalhes ainda não são conhecidos, mas aparentemente, um piloto teria de tirar um minimo de 40 pontos nas últimas três temporadas para poder ter direito à Super-Licença. A Formula 2 irá ter a primazia em relação à GP2 (o vencedor terá 60 pontos, contra os 50 da GP2), à Formula 3 europeia e à World Series by Renault. E essa última categoria, do qual a Red Bull está a meter todos os seus pilotos da formação (em detrimento da GP2) está apenas no sétimo lugar, sendo preterida pela IndyCar e pelo Mundial de Endurance. Contudo, mesmo nessa categoria, apenas contará a LMP1, onde têm os carros de fábrica, acabando por matar à nascença a categoria LMP3, que estaria a ser feita para ajudar competições em desenvolvimento, bem como os jovens pilotos na Endurance.

É claro que caso estes critérios vão para adiante, as coisas se modificarão bastante. A WSR terá provavelmente os dias contados, pois o esvaziamento será inevitável, da mesma forma que aconteceu aos campeonatos nacionais de Formula 3, que desapareceram quando a Formula 3 europeia voltou em força, a partir de 2012. E se a britânica não se vai realizar mais, pela primeira vez em 50 anos, ainda resistem campeonatos nacionais como o alemão e campeonatos regionais, como a Formula 3 Open, de base espanhola.

Em constraste, a Formula 2, quando voltar - se voltar - estará cheia de pilotos ambiciosos e com dinheiro nos bolsos, ansiosos para alcançar a categoria máxima do automobilismo. E talvez a GP2 tenha ganho uma oportunidade para se redimir, depois de nos últimos anos ter virado uma categoria de vacas leiteiras, com pilotos cheios de dinheiro nos bolsos, mas sem talento algum, pouco (ou nada) aproveitados pela Formula 1. 

Dito isto, se os critérios fossem cumpridos já este ano, Max Verstappen não teria direito a guiar um Formula 1, pois ele foi apenas o segundo classificado no campeonato de Formula 3, logo, teria de ficar mais uma temporada noutra categoria de acesso. 

Para piorar as coisas, ainda não se sabe quando é que a Formula 2 irá regressar ou se a FIA terá algum plano para isso, já que a última temporada aconteceu em 2012, com promessas de que poderia regressar em 2014. Só que estamos em 2015, e ainda não há planos. Aliás, bem pensado, só agora é que voltei a ouvir falar da Formula 2...

sábado, 12 de abril de 2014

Youtube Motorsport Crash: o acidente na primeira corrida do WSR em Monza

Este fim de semana começou mais uma temporada da World Series by Renault, no autódromo de Monza. E se provavelmente, o pelotão pode ser um pouco menos interessante do que no ano anterior, onde tinhamos Stoffel Vandoorne (agora na GP2), Kevin Magnussen (agora piloto da McLaren na Formula 1) e António Félix da Costa (agora no DTM), não deixa de haver momentos onde o perigo e o risco de acidente não deixa de estar presente. 

Como aconteceu esta tarde entre o dinamarquês Michael Sorensen e o malaio Jazmeen Jaffar. em plena reta da meta, ambos tocaram-se e um deles acabou no muro, ao contrário, arrastando-se até à saída das boxes. Felizmente, ninguém ficou ferido.

Vi esta no blog do Pezzolo.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Noticias: Félix da Costa reage à escolha de Kvyat

Menos de 24 horas depois do surpreendente anuncio da Red Bull, que escolheu o russo Danil Kvyat para o lugar de Daniel Ricciardo, António Félix da Costa decidiu reagir às novidades, escrevendo na sua página de Facebook que apesar da decepção, continua disposto a lutar por um lugar na Formula 1 nos tempos mais próximos.

Ele afirmou que, apesar da noticia, continua a trabalhar com a marca para a temporada de 2014, e agradeceu a todos os que manifestaram a sua solidariedade, e revelou que têm marcado para o final do ano um teste com a Carlin no sentido de correr para eles mais uma temporada na World Series by Renault, e que em breve daria mais novidades sobre o seu programa desportivo.

Esta é uma notícia que ninguém em Portugal queria ouvir, mas a Red Bull optou pelo Daniil Kvyat para a Toro Rosso em 2014 e o objetivo de entrar na Fórmula 1 como piloto titular não foi, para já, atingido. Acredito que estou preparado para dar o salto para a Fórmula 1, mas cabe à Red Bull decidir e por mais que custe, há que levantar a cabeça e ir à luta." 

"Neste momento estou triste, como muitos portugueses estarão, mas aprendi que na vida nada é garantido e vou continuar a trabalhar arduamente para chegar à Formula 1, em conjunto com a Red Bull e toda a estrutura que me acompanha de há vários anos para cá, casos do Tiago Monteiro, o meu irmão Duarte, o meu preparador físico Emiliano Ventura e os meus parceiros. Continuo a fazer parte da família Red Bull e muito brevemente, logo que tudo esteja definido, comunicarei o meu programa desportivo de 2014." 

"Como piloto profissional garanto a todos os portugueses que vou continuar a competir ao mais alto nível, com a mesma determinação e vontade de vencer. Quero desejar boa sorte ao Kvyat, esperando que ele seja um digno sucessor do Daniel Ricciardo. Resta-me agradecer ainda todo o incrível apoio que recebi nestas últimas horas, sinto que os Portugueses estão frustrados, mas continuem a acreditar, pois o meu caminho para a Fórmula 1 não termina aqui!”, concluiu.

domingo, 20 de outubro de 2013

WSR: Magnussen fecha o ano com vitória, Félix da Costa é apenas 13º

A segunda corrida da World Series by Renault, em Montemeló, na Catalunha, foi marcada por mais uma vitória de Kevin Magnussen e uma prova decepcionante para António Félix da Costa, que por causa de uma má qualificação - altamente prejudicada por causa do nevoeiro - terminou a corrida apenas na 13ª posição.

A prova foi dominada por Kevin Magnussen, que apesar de ter trocado de pneus, não perdeu a liderança para o belga Stoffel Vandoorne, que depois de se livrar de Arthur Pic, andou isolado para garantir o segundo lugar na corrida... e no campeonato. Will Stevens foi o terceiro, a fechar o pódio, na frente de Nico Muller, o francês Norman Nato e o espanhol Carlos Sainz Jr.

Já Félix da Costa, a sua corrida ficou marcada por um incidente, onde alargou a trajetória numa das curvas e caiu alguns lugares. Pouco depois, ele recuperou até ao 13º lugar final, colado a Zoel Amberg, mas o resultado foi bastante decepcionante, para quem ainda tinha aspirações para chegar ao vice-campeonato.

Algumas horas mais tarde, na sua página oficial do Facebook, Félix da Costa comentou sobre o fim de semana catalão: "Estou desiludido com este último fim-de-semana da época, mas ao longo da minha carreira aprendi a vencer junto com a equipa, mas também a perder com a equipa e este foi sem dúvida um fim-de-semana complicado para nós. Sobre a época 2013 foi psicologicamente muito dura, com muitos problemas que nos impediram de lutar pelo titulo, mas também mostrámos o nosso valor sempre que possível e terminámos em 3º do campeonato com três vitórias conquistadas. Quero agradecer à Red Bull por todo o apoio que tem dado à minha carreira, aos meus parceiros pessoais e por fim aos meus apoiantes que são incansáveis em todos os momentos!"

sábado, 19 de outubro de 2013

WSR: Magnussen vence e é campeão, Félix da Costa em quarto

O dinamarquês Kevin Magnussen sagrou-se esta tarde o campeão de 2013 da World Series by Renault, ao vencer a primeira corrida da jornada dupla de Barcelona, a última do campeonato. O filho de Jan Magnussen e apoiado pela McLaren, levou a melhor sobre o britânico Will Stevens, o belga Stoffel Vandoorne e o português António Félix da Costa, que se classificaram nesta ordem.

Apesar do dominio do piloto dinamarquês, que conseguiu aqui a sua quarta vitória na época, a corrida foi tudo menos calma. Um acidente no seu inicio eliminou seis pilotos, incluindo o holandês Nigel Melker, o dinamarquês Marco Sorensen e o francês Norman Nato, e por causa disso, obrigou a uma intervenção do Safety Car, que ficou na pista durante cerca de um quarto de hora. Quando esta recomeçou, Magnussen "foi-se embora" e aparte um erro na travagem para a curva La Caixa, não foi incomodado por Stevens.

Atrás do dinamarquês estava William Buller, que no reinicio da corrida, perdeu o terceiro posto para Vandoorne, e na parte final começou a ser pressionado por Félix da Costa que, partindo do décimo posto, foi o grande beneficiado pelo acidente no inicio da corrida. Na parte final, o português conseguiu passar numa manobra bem feita, assegurando o quarto lugar na corrida. Apesar de tudo, ele têm o terceiro lugar final assegurado e ainda pode lutar pelo segundo posto com Vandoorne.

No campeonato, Magnissen foi coroado com 249 pontos, contra os 196 de Stoffel Vandoorne, e os 182 de António Félix da Costa, o terceiro classificado. O piloto de Cascais tâm agora 50 pontos de vantagem sobre Will Stevens, agora o quarto classificado.

Amanhã será a última corrida da temporada.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

A revelação de Vandoorne e a pressão da Red Bull

Stoffel Vandoorne revelou esta sexta-feira uma noticia surpreendente... e inquietante. O piloto belga de 21 anos, revelação na World Series by Renault 3.5 (WSR), afirmou hoje em Barcelona que no passado mês de setembro ele foi contactado pela Red Bull para substituir Daniel Ricciardo na Toro Rosso, só que recusou, porque quer ficar mais tempo na WSR.

Em setembro, a Red Bull me contatou”, disse o piloto belga em entrevista ao jornal local ‘Le Soir’. “Com Daniel Ricciardo a substituir Mark Webber na Red Bull, eles procuravam um novo piloto para a Toro Rosso”, declarou.

Eu falei com os meus empresários, que me aconselharam a continuar na McLaren. Além disso, a proposta da Red Bull seria apenas por uma temporada, e buscamos algo a longo prazo. Acredito que a McLaren continua a ser a melhor escolha para a Formula 1”, acrescentou o piloto belga, atual segundo classificado na competição, entre o dinamarquês Kevin Magnussen e o português António Félix da Costa, apoiado pela Red Bull e candidato à vaga de Ricciardo na Toro Rosso em 2014.

Sobre o que vai fazer na próxima temporada, o belga revelou que ainda não têm uma ideia clara do que vai fazer, com a continuidade na WSR em mente e a GP2 como uma boa alternativa. “Depois de Barcelona, nós vamos avaliar tudo. Eu posso continuar na World Series por mais um ano com o objetivo de conquistar o título, e essa deve ser a opção mais provável. Eu posso mudar para a GP2, mas não é muito diferente da World Series, e a McLaren não está muito impressionada com essa categoria. Eu também posso ir para a Formula 1 como piloto reserva, mas vamos ver”, concluiu.

A revelação de Vandoorne, e dadas as circunstâncias temporais, revela várias coisas: primeiro, a Red Bull não é "flor que se cheire", e foi por isso que pilotos como Robin Frijns a recusaram, sabendo da enorme facilidade que eles têm para "despejar" pilotos, e com os casos do passado, já os pilotos que estão em ascensão nas categorias inferiores começam a evitar a "cantera" da Red Bull, dada a enorme volatilidade da equipa liderada por Helmut Marko, que só têm um objetivo: encontrar o próximo Sebastian Vettel, a qualquer custo.

Sabiamos desta volatilidade desde que foi conhecida a noticia da entrada de António Félix da Costa no programa, em junho de 2012. A experiência de Filipe Albuquerque, em 2007-08, permitiu saber como é que eles funcionam, pois a permanência no programa depende de resultados, mas ao contrário de outros, desejam-nos para... ontem. Daí ter dito na altura que isto é um presente envenenado.

Contudo, quando Vandoorne diz que o procuraram em setembro, era numa altura em que Félix da Costa estava numa "mó de baixo" e isto deve ter servido como forma de pressão ao piloto português. E se isto foi antes da jornada dupla de Hungaroring, pode-se dizer que resultou: em quatro corridas, subiu ao pódio por três vezes, duas delas como vitória. Resta saber como se comportará neste fim de semana na jornada de encerramento da categoria, em Barcelona. Se for algo semelhante a Paul Ricard, com uma vitória à mistura, poderá significar que o lugar na Toro Rosso é dele. Isto, se a lógica imperar... 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A capa do Autosport desta semana

Na edição desta semana da Autosport portuguesa, os destaques têm a ver com a prestação dos pilotos portugueses nas várias provas que aconteceram neste fim de semana.

O destaque é António Félix da Costa que conseguiu dois pódios - um deles uma vitória - e uma volta mais rápida na etapa da World Series by Renault em Paul Ricard, e colocando uma foto com os seus adversários Kevin Magnussen e Stoffel Vandoorne, o jornal titula que "Felix da Costa na pole-position para a F1". E há quem diga que já foi visto em Faenza a fazer o banco para o carro da Toro Rosso...

O segundo grande destaque têm a ver com Álvaro Parente e Sebastien Löeb, que venceram as duas corridas do fim de semana de Navarra da GIA GT Series. "Dupla Vitória de Loeb e Parente" é o título escolhido.

domingo, 29 de setembro de 2013

WSR: Magnussen vence em Paul Ricard, Félix da Costa é terceiro

Apesar da desclassificação de ontem, que lhe retirou a vitória, o dinamarquês Kevin Magnussen não se deixou ir abaixo e voltou a vencer este domingo no circuito francês de Paul Ricard, aproveitando a desistência de Stoffel Vandoorne para ficar com o título na mão, já que agora têm 224 pontos, contra os 181 do piloto belga, isto quando falta apenas a jornada dupla de Barcelona para terminar o campeonato.

Quanto a António Félix da Costa, o português conseguiu mais um pódio, acabando no terceiro posto, sendo superado pelo suíço Nico Muller, mas conseguiu a volta mais rápida. Agora, o segundo lugar na geral está ao seu alcance, pois têm apenas 21 pontos de diferença.

A corrida começou com Magnussen na frente e Félix da Costa a tentar atacar logo nas primeiras voltas, começando por passar Nico Müller, mas ficou preso atrás do dinamarquês Marco Sorensen, à medida que Kevin Magnussen se afastava. Com as paragens nas boxes, regressou à pista logo atrás de Müller, que depois começou a ganhar terreno, mas garantiu o terceiro lugar com o atraso de Sorensen, que caiu para trás do holandês Nigel Melker, que terminou a corrida no quarto lugar.

Quanto a Stoffel Vandoorne, o belga teve problemas ao longo da corrida, acabando por desistir perto do final, quando já se arrastava no final do pelotão.

No final da corrida, António Félix da Costa afirmou que estáva “satisfeito e com sensação de dever cumprido por ter extraído todo o potencial do nosso carro este fim de semana e conquistado uma vitória e um terceiro lugar. O Kevin Magnussen e a sua equipa estiveram um furo acima da concorrência este fim de semana e temos de analisar as razões. Estamos a uma ronda do final do campeonato e em conjunto com a Arden vamos continuar a trabalhar intensamente para em Barcelona estarmos em posição de lutar pela vitória e procurar fechar o ano com chave de ouro”, concluiu.

O campeonato da World Series by Renault terminará no fim de semana de 19 e 20 de outubro, no circuito da Catalunha. 

sábado, 28 de setembro de 2013

WSR: Magnussen desclassificado, Félix da Costa vencedor

Surpresa! Os comissários anunciaram no final da tarde que o carro do dinamarquês Kevin Magnussen apresentava irregularidades no seu DRS e foi desclassificado, dando a vitória ao português António Félix da Costa. Assim sendo, esta é a terceira vitória do ano para o piloto de Cascais.

Acabo de saber desta noticia que me deixa contente, mas obviamente a vitória moral é do Kevin. De qualquer maneira noutras situações já perdi corridas de forma ingrata, as corridas são mesmo assim e regras são regras. Encaro esta vitória como um bónus e mais um factor motivante para amanhã entrarmos em pista focados no objectivo de ganhar a corrida”, reagiu o piloto.

Com isto, Magnussen continua na frente, mas agora têm 199 pontos, contra os 181 do belga Stoffel Vandoorne e os 145 de Félix da Costa.

Amanhã é a segunda corrida do fim de semana francês.

WSR: Magnussen vence em Paul Ricard, Félix da Costa acaba em segundo

O dinamarquês Kevin Magnussen venceu esta tarde a primeira corrida da World Series by Renault e é praticamente o campeão deste ano, pois conseguiu ser melhor do que os seus adversários, o português António Félix da Costa, que foi segundo, e o belga Stoffel Vandoorne, que terminou no lugar mais baixo do pódio.

A corrida começou com Magnussen a partir na frente, com Félix da Costa a superar Vandoorne na largada. Nas voltas seguintes, o português pressionou o dinamarquês, no sentido deste cometer um erro e ficar com a liderança, mas o filho de Jan Magnussen conseguiu aguentar os ataques do piloto de Cascais e começou paulatinamente a afastar-se, ficando na liderança atá ao final.

Atrás, Vandoorne viu-se pressionado pelo brasileiro André Negrão, chegando até a perder o terceiro posto, mas logo depois, conseguiu recuperá-lo e afastou-se o suficiente para o assegurar. 

Atrás, Carlos Sainz Jr. fez uma corrida de trás para a frente, chegando ao sétimo posto, mas um despiste na última volta comprometeu a boa corrida que andou a fazer.

No final da corrida, Félix da Costa comentou no Facebook: "Foi um bom dia aqui em Paul Ricard. Fui 2º numa corrida de muita luta pois o carro estava difícil de guiar e foi importante nunca perder a concentração. Hoje este 2º lugar foi mesmo o resultado possível, a vitória do Magnussen é incontestável. Acredito que para amanhã com pequenas alterações no set up poderemos lutar pela vitória. De qualquer forma é bom estar de volta aos lugares que me pertencem e à luta pelas vitórias! Estou contente com o dia de hoje mas quero mais ainda para amanhã!

No campeonato, Magnussen têm agora 238 pontos e goza o campeonato, com Vandoorne no segundo posto, com 178 pontos, mais 40 que António Felix da Costa. Amanhã é a segunda corrida do fim de semana francês da World Series by Renault. 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A capa do Autosport desta semana

A capa do Autosport desta semana comemora na parte de cima os 36 anos de vida deste semanário automobilistico, enquanto que em destaque mostra a grande vitória de António Félix da Costa em Hungaroring (depois de ter desistido na corrida anterior) com um "Venha a Formula 1" como título.

Na parte de baixo pequenas referências à DTM no circuito de Oscherschleben ("Filipe Albuquerque em quarto"), numa corrida ganha pelo brasileiro Augusto Farfus; aos Clássicos em Braga ("Quente e Frio"), o WRC, na Austrália ("Título Adiado para Ogier") e sobre a contratação de Kimi Raikkonen pela Scuderia ("Dream Team na Ferrari")

domingo, 15 de setembro de 2013

WSR: Félix da Costa é o melhor na segunda corrida do Hungaroring

Depois de ter acabado sem pontos na primeira corrida, ontem, no circuito húngaro, esta manhã foi exatamente o contrário: António Félix da Costa conseguiu a vitória, a segunda do campeonato, conseguindo bater de forma convincente o dinamarquês Kevin Magnussen e o belga Stoffel Vandoorne, que o acompanharam no pódio. Para além disso, obteve a volta mais rápida da corrida.

A corrida não começou bem para Félix da Costa, que partindo do segundo lugar da grelha, foi superado por Arthur Pic, mas teve depois a sorte do seu lado, quando aproveitou uma situação de Safety Car - devido ao acidente do britânico Will Stevens - para andar junto de Stoffel Vandoorne e Kevin Magnussen. Na troca de pneus, o piloto português decidiu ficar mais algumas voltas e aumentar o ritmo, e quando foi a sua vez, saiu imediatamente à frente do dinamarquês, ficando com o comando da corrida.

Nas voltas seguintes, o piloto de Cascais aumentou o ritmo e se distanciou dos adversários, acabando com uma vantagem final de sete segundos sobre o filho de Jan Magnussen e com Vandoorne a ocupar o lugar mais baixo do pódio. O holandês Nigel Melker foi o quarto e o suiço Nico Muller, vencedor da primeira corrida, acabou na quinta posição.

No final, o piloto português estava exultante: "Depois do mau dia de ontem, hoje mostrámos uma força mental muito forte e demos a volta a uma situação complicada. Mais do que os 25 pontos desta vitória, foi bom ter vencido em luta directa com o Magnussen e o Vandoorne. Ataquei ao máximo nas duas voltas que tive pista livre e quando regressei depois da paragem, estava na frente e depois fui ganhando tempo a eles os dois. A equipa fez um óptimo trabalho e isto mostra que quando tudo corre bem, somos candidatos às vitórias.", afirmou na sua página de Facebook.

No campeonato, Kevin Magnussen caminha para o título, pois têm agora 199 pontos, seguindo de Stoffel Vandoorne, com 163 pontos. Félix da Costa subiu agora para o terceiro posto, com 120, empatado com Nigel Melker, enquanto que Nico Muller têm agora 112 pontos. A World Series by Renault prossegue no fim de semana de 28 e 29 de setembro, no circuito francês de Paul Ricard.