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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Formula E: Felix da Costa quer recuperar no México


Depois de uma jornada dupla desastrosa para António Félix da Costa, o piloto português espera que as coisas melhorem na jornada deste final de semana na Cidade do México... que curiosamente, é das poucas que será disputada em jornada única. Correndo pela DS Techeetah, o piloto de Cascais regressa a uma pista no qual teve boas memórias, pois subiu ao pódio na edição de 2019. 

"[Estou] motivado para o fim-de-semana que aí vem. México é sempre uma corrida especial. A paixão dos fãs é incrível e sentimos um calor humano diferente do normal. No campo de performance trabalhámos muitas horas no simulador e na fábrica da DS e penso que vamos melhorar algumas das áreas que estivemos menos bem em Riade. Também na parte operacional temos de garantir que não cometemos erros enquanto equipa, para traduzir o nosso andamento em resultados. Toda a equipa está motivada e empenhada em dar a melhor resposta aqui no México.", comentou.

Na versão eletrificada do Autódromo Hermanos Rodriguez, com 2606 metros de comprimento, onde passam pelo Foro Sol e fazem a Peraltada em pleno, ao contrário da Formula 1, o fim de semana começará com as sessões de treinos libres e a qualificação, que começará por aqui pelas 17:40 horas, antes da corrida de 45 minutos, que acontecerá pelas 22 horas, e em Portugal terá transmissão televisiva pela Eleven Sports e pela Eurosport 2.

sábado, 6 de novembro de 2021

Formula 1 2021 - Ronda 19, Hermanos Rodriguez (Qualificação)


Duas semanas depois de Austin, a Formula 1 atravessava o Rio Grande e desembarcava no antigo Tenochitlan para o GP do México, a entidade sucessora do Império Azteca. E num ano em que poderiam ver um deles nos melhores lugares da grelha, e no regresso da Formula 1 às Américas, o duelo estava o rubro, à medida que contávamos as provas até ao final da competição. A cinco corridas ( e meia) do fim, com cinco pontos de diferença entre Max Verstappen e Lewis Hamilton, qualquer piscar de olho é fatal, nesta era onde os carros não quebram mais.

Para terem uma ideia: Hamilton abandonou apenas nove vezes desde 2013, e a única quebra mecânica foi na Malásia... em 2016. Em termos mecânicos, estes carros são "indestrutíveis".

E claro, se os Red Bull eram aparentemente os melhores, pelos resultados dos treinos livres, os mexicanos ainda tinham esperança de ver algo inédito: um dos seus alcançar a pole-position, e se calhar, até a vitória em casa!


Com esta qualificação a acontecer à hora do jantar, altura em que nos colocamos na pele dos asiáticos, ela começa com o entusiasmo local e os carros que normalmente estão no fundo da grelha. Os primeiros tempos lá caíram, mas os pilotos da frente ainda não tinham entrado na pista quando Lance Stroll bateu forte na penultima curva e as bandeiras vermelhas foram mostradas. Na altura, o melhor tempo tinha sido o de Charles Leclerc, com 1.17,991. E claro, essa "strollada", aliado com o motor que tinha trocado antes, só reforçou o último lugar, porque ele tinha sido um dos que tinha trocado de motor.

Felizmente, ele estava bem - apesar de ter sofrido 12 G's no embate e ter ido ao centro médico - e depois de ser libertado, iria ver o resto da qualificação nas boxes. 


Contudo, retirar os destroços do Aston Martin e reparar as barreiras de proteção iria demorar o seu tempo - Michael Masi chegou ao local para ver como andavam os trabalhos - e durante mais de um quarto de hora, as pessoas divertiam-se porque o público consegue fazer um espetáculo à parte. Somente 33 minutos depois da hora é que a qualificação recomeçou.

Ali, com cerca de dez minutos para acabar a Q1, não houve nada de muito especial, a não ser que no final, os carros da Alpine não foram mais velozes que era esperado. Tanto que Fernando Alonso ficou-se na Q1, fazendo companha aos Haas e a Nicholas Lattifi. Em contraste, George Russell ia para a Q2, tal como os Sauber-Alfa. 

Aqui, todos apareceram de moles, tentando conseguir o melhor tempo possível, e cedo, os Red Bull deram o seu melhor, com Max e Lewis separados por 0,016 segundos, com um surpreendente Yki Tsunoda no terceiro posto, a aproveitar o facto dos carros com este motor se derem melhor neste circuito. Atrás, Sebastian Vettel queixava-se de ter plástico no seu carro - aparentemente, um visor agarrado à asa traseira - e voltava às boxes. E o facto de não ter tempo para ir à Q3 não ajudava muito...


Na parte final, Hamilton conseguiu um tempo melhor que Max, nove milésimos segundo melhor, mas o neerlandês reagiu fazendo 1.16,058, voltando ao topo de tabela de tempos. Mas como foi para além dos limites, o tempo foi anulado, e Hamilton manteve-se na frente. Ao mesmo tempo, Antonio Giovinazzi ia para além dos limites e despistava-se, sem consequências além de não ter tido tempo para passar à Q3. A par dele, estavam na mesma situação Sebastian Vettel, Esteban Ocon, Kimi Raikkonen e George Russell. 

E o mais interessante é que os carros do "grande grupo Red Bull" estavam juntos na parte final da qualificação. Não é novidade, mas eles aproveitam bem a ocasião. 

A Q3 começou com Max a fazer 1.16,225, seguido por Perez, antes dos Mercedes fazerem um tempo 145 centésimos inferior, com Bottas na frente. Era um duelo entre as duas melhores equipas na Formula 1, e esperavam que a última tentativa iria ser melhor. Mas... foi em anticlimax. Aliás, foi bem surpreendente: numa pista que deveria ser dos Red Bull, a primeira fila era da Mercedes! Mas com Bottas na frente de Hamilton, E a Red Bull na segunda fila, Verstappen na frente de Perez.
  

Claro, Max ficou puto da vida, chamando de Perez e Tsunoda de "dois idiotas" por o terem prejudicado na sua tentativa de desalojar os Mercedes da pole e ali, acontecia uma espécie de "payback": se em Austin, todos esperavam os Mercedes e deu Red Bull, aqui foi o contrário. Veremos como será amanhã, porque a reta é enorme e até à travagem para a primeira curva, tudo é possível. 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A imagem do dia

Hoje, há precisamente 30 anos, na Cidade do México, Gerhard Berger subia ao lugar mais alto do pódio para receber o troféu de vencedor, o primeiro da sua carreira, e o primeiro da história da Benetton. E há precisamente 30 anos, a Formula 1 regressava a paragens mexicanas, depois de uma ausência de dezasseis anos naquelas bandas.

A vitória de Berger era o culminar de um ano e meio, desde o momento em que a marca de roupas italiana comprou a Toleman, salvando-a de uma iminente falência, depois de no inicio de 1985, ter tido problemas com o fornecimento de pneus.

Em 1986, trocou os Hart Turbo pelos BMW Turbo, que eram os motores mais potentes do pelotão, com mais de 1400 cavalos só nos treinos. Ao italiano Teo Fabi, que estava ali já em 1985, juntou-se Berger, vinda da Arrows, para tentar melhores resultados. Os carros eram muito velozes nos treinos - pole-positions na Áustria e Itália, ambos através de Fabi, e ambos tinham duas voltas mais rápidas cada uma - mas a fiabilidade do motor era demasiado baixa. Antes do México, teve um terceiro lugar em Imola.

No Autodromo Hermanos Rodriguez, Berger conseguira o quarto melhor tempo, atrás do Lotus de Ayrton Senna e dos Williams de Nelson Piquet e Nigel Mansell. A corrida começou com Mansell a largar mal, e Berger a aproveitar. Mas ele ainda tinham um truque na manga: os pneus Pirelli, que aguentavam melhor em pista do que a concorrência que calçava os Goodyear. E foi assim que ele sobreviveu. Isso, e o motor BMW que conseguiu aguentar desta vez...

Berger, então com 27 anos, conseguiu ser o terceiro austríaco a subir ao lugar mais alto do pódio, depois de Jochen Rindt e Niki Lauda, e começou aqui uma carreira que o iria levar no final daquela temporada à Ferrari. E depois, à McLaren, para regressar à Ferrari e à Benetton.   

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Noticias: Formula E vai ao México a 12 de março

Era uma noticia do qual se falava há uns tempos, mas esta tarde, a organização da Formula E confirmou esta tarde que correrá no Audódromo Hermanos Rodriguez no próximo dia 12 de março. Na realidade, a competição correrá numa versão da pista mexicana, que aproveita uma oval e uma parte do estádio de beisebol que tinha sido convertido. Mas há coisas boas: eles vão aproveitar a Peraltada, apesar de haver uma chicane a meio.

"Estamos muito satisfeitos por trazer a Fórmula E à Cidade do México", começou por dizer Alejandro Agag. "Esta é uma das grandes cidades do mundo, com uma rica herança e paixão por automobilismo. Estou confiante de que os fãs irão criar uma atmosfera incrível e tornar a corrida da Cidade do México uma das mais memoráveis da temporada", concluiu.

Miguel Angel Mancera, o "alcaide" da Cidade do México, acrescentou: "Receber eventos como a Fórmula E está a ajudar a tornar a Cidade do México numa das 'capitais desportivas' do mundo. Após o sucesso da Fórmula 1, a adição da corrida de Fórmula E mostra que a pista de Hermanos Rodriguez é o lugar perfeito para todos os tipos de eventos de corrida e é uma parte fundamental do trabalho que o governo da Cidade do México se comprometeu a melhorar nossas atrações turísticas", comentou.

Já Salvador Duran afirmou: "A Fórmula E é um grande campeonato que produz fantásticas corridas entre os pilotos de primeira linha e estou certo que os fãs mexicanos irão adorar as corridas. O som dos carros será totalmente novo para eles, mas eu sei que uma vez que eles verão a qualidade da competição, eles se tornarão fãs".

A corrida, que vai ser a quinta do calendário deste ano, entre Buenos Aires e Long Beach, venderá bilhetes a partir dos 19 euros.

domingo, 3 de novembro de 2013

Rumor do dia: New Jersey e México riscados do calendário de 2014

Parece que em 2014, a unica estreia na Formula 1 será a Rússia e o unico regresso será o da Áustria, com o Red Bull Ring. Isto, a ser verdade aquilo que o jornalista Adam Cooper escreve hoje no seu blog. Segundo ele, as corridas de New Jersey, a meio de junho, e do México, no final de outubro, ambas previstas no calendário provisório, poderão não acontecer por motivos diversos: no caso do circuito americano, a falta de financiamento para colocar a corrida adiante, e no caso mexicano, devido à extensão das obras de remodelação do Circuito Hermanos Rodriguez.

A reunião para delinear o calendário definitivo só vai acontecer em meados de dezembro, mas várias fontes indicam que a segunda corrida americana, que deveria acontecer em junho, logo após o GP do Canadá, não vai adiante devido aos problemas financeiros que o promotor, Leo Hindery, tem tido para arranjar dinheiro para colocar a corrida por diante, apesar do enorme apoio de Bernie Ecclestone. “Duvido que New Jersey aconteça porque eles ainda não arranjaram o financiamento para tal", afirmou Ecclestone a Adam Cooper. "Só coloco a corrida no calendário porque eles me dizem que irão encontrar o dinheiro", concluiu.

No caso da corrida mexicana (na foto, a largada da corrida de 1986), as obras do circuito implicariam uma extensiva remodelação das boxes, das bancadas e de algumas secções do circuito, e a hipótese de remodelar a Peraltada não está colocada de parte. E é por causa da extensão dessas obras que os promotores acham que ela não estará pronta daqui a um ano, em novembro de 2014.

Assim sendo, em vez de termos 22 corridas em 2014, a possibilidade do calendário ser reduzido para vinte corridas é bem mais real. E isso poderá implicar a recalendarização de algumas corridas, pois existirão intervalos de três semanas entre uma e outra corrida, da maneira como este calendário inicial foi delineado. Esperemos pelo mês que vêm para ver o calendário definitivo.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

GP Memória - México 1989

Duas semanas depois das ruas de Monte Carlo, máquinas e pilotos atravessavam o oceano para correr a mais de 2200 metros de altitude, em paragens mexicanas, mais concretamente no Autódromo Hermanos Rodriguez, em plena cidade do México, a primeira de três corridas que iriam ser disputadas na América do Norte.


A grande novidade nesta corrida era o regresso de Gerhard Berger ao volante da Ferrari, um mês depois do seu acidente espectacular na Curva Tamburello, em Imola, e do qual se safou apenas com queimaduras nas mãos. A presença de Berger ainda esteve em dúvida até ao início da semana anterior, e a Scuderia considerou o italiano Nicola Larini para o lugar, depois de ter conseguido o acordo de cedência por parte de Enzo Osella. Só que Berger recuperou a tempo e pode alinhar pela marca italiana.


Na pré-qualificação de sexta-feira de manhã, os carros que passaram foram os Brabham de Stefano Modena e de Martin Brundle, para além do Dallara-Judd de Alex Caffi e o Onyx de Stefan Johansson, a primeira vez que um carro da marca se qualificava para os treinos oficiais… E curiosamente, estes quatro pilotos conseguiram todos o seu passaporte para a corrida.


No final das duas sessões de qualificação, Ayrton Senna levou a melhor sobre Alain Prost, não só conquistando a sua sétima pole-position consecutiva e igualando o “record” que pertencia a Jim Clark, que na altura estava em 33 colocações na primeira posição da grelha de partida. Na segunda fila estava o Ferrari de Nigel Mansell, que tinha a seu lado o March de Ivan Capelli, que estreava o novo modelo CG891, projectado por um tal de Adrian Newey. Na terceira fila estavam o Williams de Riccardo Patrese e o segundo Ferrari de Gerhard Berger e na quarta fila os contemplados eram o Tyrrell de Michele Alboreto e o segundo Williams de Thierry Boutsen. A fechar o “top ten” estavam o Brabham de Stefano Modena e o Arrows-Cosworth de Derek Warwick.


A última fila da grelha era de luxo: com problemas de estabilidade no seu Lótus, pois fugia muito de frente, Nelson Piquet conseguiu qualificar-se “in extremis”, na última posição da grelha, atrás de René Arnoux, no seu Ligier-Ford. Ambos tinham, na altura, um total de 27 vitórias, 42 “pole-positions” e um deles era tri-campeão do Mundo! E os dois conseguiram ser melhores do que o Minardi de Luis Perez-Sala, o March de Maurício Gugelmin, o Larrousse de Yannick Dalmas e o Coloni de Roberto Moreno, que não conseguiram qualificar-se para a corrida…


Na partida, Senna larga melhor, seguido de Mansell, Berger e Prost, mas no final da primeira volta, Stefano Modena e Olivier Grouillard envolvem-se num toque na Curva Peraltada, e o Brabham fica em zona perigosa, fazendo com que fosse mostrada a bandeira vermelha, provocando uma nova partida. Na segunda largada, Senna continua na frente, com Prost atrás, já que tinha pneus mais macios, o que lhe permitia ser eficaz… a curto prazo. Na 19ª volta, o piloto francês tem que às boxes para trocar de pneus, mas um erro na escolha do tipo de pneus faz com que pare de novo 15 voltas mais tarde, atrasando-se irremediavelmente na classificação geral. Para Senna, ver o seu maior rival lá atrás lhe dava um maior alivio na corrida, que tinha dominado completamente. E até chega a dar uma volta de avanço sobre ele!


No final da corrida, Senna subia ao pódio como vencedor, seguido por Riccardo Patrese, que dava à Williams e à Renault o seu primeiro pódio do ano, e a Michele Alboreto o primeiro pódio à Tyrrell desde 1983, e o seu primeiro pódio desde a saída da Ferrari. Nos restantes lugares pontuáveis ficaram o Benetton de Alessandro Nannini, o McLaren de Alain Prost e o AGS de Gabriele Tarquini, na única vez que este piloto chegou aos pontos em toda a sua carreira de Formula 1.


Fontes:


Santos, Francisco – Formula 1 1989/90, Ed. Talento, Lisboa/São Paulo, 1989


http://en.wikipedia.org/wiki/1989_Mexican_Grand_Prix
http://www.grandprix.com/gpe/rr472.html

sábado, 24 de janeiro de 2009

GP2 Asia - Ronda 3, Bahrein (Corrida 2)

O mexicano Sergio Perez foi o grande vencedor da segunda corrida do fim de semana da GP2, cuja ronda dupla se disputou no circuito barenita de Shakir. O piloto da Campos Racing, que largava da 'pole position', teve a sua tarefa facilitada depois de Giedo Van der Garde, que ocupava a segunda posição na grelha, ser forçado a iniciar a corrida das boxes devido a um problema de embraiagem.


No inicio da corrida, Perez "fugiu", para não ser mais visto, enquanto que mais atrás, o italiano Davide Valsecchi aguentava as investidas de pilotos como o alemão Nico Hulkenberg, os espanhois Javi Villa e Roldan Rodriguez e o lider do campeonato, o japonês Kamui Kobayashi. no final, Valsecchi foi o segundo, e Jerôme D'Ambrisio foi o terceiro, depois de fazer uma corrida "da frente para trás", ultrapassando o alemão Nico Hulkenberg na última volta da prova.

Quanto aos pilotos da portuguesa Ocean Racing Technology, Yelmer Buurman, que largou do último lugar, conseguiu recuperar até ao 13º posto final, um lugar à frente do seu compatriota Gierdo Van der Garde. Já o outro piloto da equipa, o italiano Fabrizio Crestani, não foi além do 17º posto.



A próxima jornada dupla será no circuito qatari de Losail, numa ronda que será disputada... à noite.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Noticias: Carlos Slim nega rumores de acordo com a Honda

Depois de no Sábado se ter dito na Imprensa italiana que Carlos Slim poderia ter comprado as instalações da Honda F1 pelo preço simbólico de um dólar, e que iria contratar Bruno Senna no lugar de Rubens Barrichello, hoje o bilionário mexicano veio a terreno negar tudo, num comunicado colocado no seu sitio oficial:


"A Telmex informa que Carlos Slim Helu não adquiriu, nem mantém negociações para a aquisição da equipa de Fórmula 1 da Honda. Toda a informação veiculada ontem pela imprensa carece de fundamento, sendo por isso completamente falsa."


Estas declarações foram reforçadas por Ross Brawn, um dos responsáveis pela estrutura de Brackley. Em declarações ao jornal inglês The Daily Telegraph, Brawn afirmou que tais informações não são verdadeiras: "Gostávamos que fosse verdade mas não é! É um daqueles rumores que ganha vida própria.", afirmou. Contudo, Brawn continua optimista quanto a um eventual desfecho das negociações. "Existe uma grande quantidade de interessados. Entrámos agora na fase em que temos de filtrar as propostas sérias das que não são", explicou Brawn.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

A imagem do dia

Grande Prémio do México de 1991. Andrea de Cesaris fica sem combustível na última volta e tenta empurrar o seu Jordan-Ford para a meta. Mas ao lado, mesmo na pista, temos um reportér a comentar o momento! Tentem adivinhar o estado de espírito do piloto?...


Ah, e já agora... De Cesaris, que foi 11º na grelha, terminou a corrida na quarta posição, ganhando mais três pontos para o "tio" Eddie, no seu grande ano de estreia...