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segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Noticias: Tost elogia Tsunoda


A primeira temporada de Yuki Tsunoda pode não ser tranquila, mas a Alpha Tauri está contente com o desempenho do piloto japonês de 21 anos. Franz Tost, o diretor da marca, afirmou quem apesar de não estar a par de Pierre Gasly, tem feito um trabalho razoável e diz que nunca pensou em substituir o jovem nipónico:

Nunca pensei em substituí-lo, porque hoje em dia, se trouxermos um estreante para a Fórmula 1, temos de lhe dar tempo. A Fórmula 1 é tão complexa, tão difícil que não se pode esperar que um jovem venha, e mostre ao aos pilotos experientes como se faz. Yuki até agora tem feito um trabalho razoavelmente bom.", começou por dizer. 

"Ele tem sido rápido, terminou em Budapeste na sexta posição e na sua primeira corrida foi nono no Bahrein. Claro que teve alguns acidentes, mas eu digo sempre que o período de acidentes faz parte do processo educativo, como é que alguém vai encontrar o limite se não lhe for permitido acidentes. Agora espero que este período esteja terminado agora.”, continuou

Estamos ansiosos pela segunda metade da época, embora não se torne fácil porque todos estes jovens pilotos não conhecem nem a América, nem o México, nem São Paulo, nem a Turquia. Arábia Saudita ninguém conhece, pelo que há muito trabalho à nossa frente para o levar a um bom nível mas, ao lado de Pierre Gasly, que é hoje um dos pilotos mais rápidos da Fórmula 1, ele pode aprender muito, pode comparar os dados e as suas capacidades. Penso que ele vai melhorar e estou ansioso por ver este alinhamento de pilotos no próximo ano, quando teremos um carro novo, pelo menos teremos uma constante e isso é importante para nós”, concluiu.

A Formula 1 volta à ação no final da semana em Sochi, quando faltam oito provas para o final do campeonato. 

segunda-feira, 2 de março de 2020

Noticias: Tost diz ser "injusto" correr sem uma grelha completa

A chance de Ferrari e Alpha Tauri (ex-Toro Rosso) não poderem correr em Melbourne devido à quarentena provocada pelo coronavirus, é real, e para Franz Tost, os elementos italianos dessas equipas serem discriminadas em relação às outras poderá ser injusta. "Seria uma grande desvantagem", começa por afirmar o dirigente em declarações à motorsport.com.

Tost afirma que se pode usar a pausa de agosto para poder realizar as corridas em falta. "Estou otimista de que teremos as 22 corridas, porque em novembro e dezembro temos muito tempo onde podemos fazer corridas - e também em agosto", acrescentou.

Dias antes, em Barcelona, Mattia Binotto, o diretor da Ferrari, afirmou que e pegada italiana na Formula 1 é mais do que Ferrari e Alpha Tauri, pois existem elementos de outras equipas, bem como a Pirelli, fornecedora de pneus, e a Haas e Alfa Sauber, que tem instalações em Itália. 

"Eu digo que não são apenas duas [equipas] porque estamos prestando assistência à Haas e à equipa da Alfa Sauber, portanto serão quatro, pelo menos. Mais a situação da Pirelli que precisamos entender. Então, qual será a situação em que, eventualmente, quatro equipes não puderem correr e se a corrida ocorrerá ou não? Essa não é minha decisão", disse Binotto.

Até agora, a única prova que foi afetada foi o GP da China, que era para acontecer a 13 de abril e foi adiado para data a marcar. Na pior das hipóteses, a corrida inicial do campeonato poderá ter de ser o GP dos Países Baixos, em Zandvoort, a 3 de maio.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Como Hartley esteve quase a ir para a Indycar...

... mas acabou por aterrar num carro de Formula 1, com um contrato para 2018 e tudo. A história é longa, mas vale a pena ser contada. É que o piloto neozelandês, que este ano correu na Endurance ao serviço da Porsche, e que venceu as 24 Horas de Le Mans este ano ao lado do seu compatriota Earl Bamber - juntando-se ambos a Bruce McLaren e Chris Amon na lista dos neozelandeses vencedores em La Sarthe - esteve muito perto de ser piloto da Chip Ganassi na temporada de 2018 da IndyCar. Só que no último momento, Franz Tost desviou-o para a Formula 1, mas para lá chegar... foi duro e teve de compensar.

A história explica-se da seguinte forma: quando a Porsche decidiu retirar-se da Endurance e meter os 919 Hybrid no museu para se dedicar ao projeto da Formula E, Brendon Hartley fez-se à vida. Aos 27 anos de idade, provavelmente via as portas da Formula 1 praticamente fechadas, e assim decidiu-se aventurar-se em terras americanas, onde aterrou um belo contrato na Chip Ganassi. Por quanto tempo? Duas temporadas, pelo menos. O contrato estava assinado em meados de agosto, mas um mês depois, entrou em cena Tost, que foi bater à porta de Ganassi para que o libertasse do seu contrato, o que indicava que ele não o o queria para um "one-off", mas sim para ter uma dupla totalmente nova em 2018, pelo menos. É que Hartley já foi piloto da fornada da Red Bull Junior Team em 2009-10, sem sucesso.

Contudo, sete anos depois, Tost era só elogios para o neozeandês. Pelo menos foi o que disse a Will Buxton no fim de semana do GP do México.

"Você deve ver do lado de fora, porque ele ganhou as 24 Horas de Le Mans e o Mundial de LMP1", disse ele. "Isso significa que os resultados estão lá. Brendon é um piloto altamente qualificado, apaixonado pelo automobilismo e estou muito feliz por ele estar de volta", continuou.

"Posso dizer-lhe que, se lhe dermos um carro competitivo, ele estará lá e ele também vai lutar pelo sucesso na Fórmula 1. Espero que, especialmente no próximo ano, vamos reunir um pacote competitivo que ele também possa lutar por vitórias e boas posições", concluiu, referindo o contrato com a Honda que a marca terá em 2018.

Contudo, segundo conta a Racer, as negociações foram longas, mais de um mês pelo menos. Ganassi não queria largar o contrato de Hartley, pelo menos não sem qualquer compensação. Depois de o libertar - o lugar vai ser ocupado pelo jovem anglo-árabe Ed Jones - a compensação poderá vir em forma de patrocinio, algo que já não se vê desde 2006, com o regresso da Red Bull à IndyCar. É que a Chip Ganassi, que perdeu no final de 2016 o seu famoso apoio da Target, andava à procura de algo tão compensador como o patrocínio anterior.

E claro, para Hartley, deve ter sido um verão numa roda viva. Da Endurance para a Formula 1, com a chance de ter corrido nas 500 Milhas... é muito.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Noticias: Toro Rosso afirma não ter pressa para substituto de Ricciardo

Depois de terem anunciado o lugar de Daniel Ricciardo na Red Bull, num contrato por três temporadas - e dois milhões de dólares por ano, segundo dizem alguns - seria de esperar alguma reação da Toro Rosso para saber quem ficaria com o lugar vago para a próxima temporada, mas aparentemente, para os lados de Faenza, não há pressa nesse campo. Apesar de alguns posts vindos de Carlos Sainz Jr. (que fez anos no domingo) a dizer que o lugar seria discutido entre ele e António Félix da Costa (que fez anos... um dia antes), provavelmente até pode haver mais candidatos, como o brasileiro Felipe Nasr.

Franz Tost, chefe da equipa, já explicou hoje que "veremos agora todas as nossas opções e tomaremos uma decisão mais tarde, já que não há necessidade imediata de resolver as coisas à pressa". O responsável da ex-Minardi congratulou ainda Ricciardo pela promoção, dizendo que "gostaríamos de o ter mantido, porque é um piloto talentoso que está a fazer um grande trabalho na Scuderia Toro Rosso e ao mesmo tempo, estamos muito satisfeitos por vê-lo transferir-se, que significa que irá seguir as pisadas de Sebastian Vettel". 

Tost destacou ainda o 'espírito' da Toro Rosso, por ser o último degrau dos pilotos jovens antes de poderem chegar à equipa principal, e realçou ainda que "a transferência de Ricciardo justifica a validade do trabalho do Programa de Jovens Pilotos da Red Bull e prova também que nós na Toro Rosso lhe demos uma boa educação de corridas", concluiu. 

sábado, 17 de agosto de 2013

Rumor do Dia: Red Bull pode ter escolhido Daniel Ricciardo

A Red Bull poderá já ter feito a sua escolha, e não é nem Fernando Alonso, nem Kimi Raikkonen. Poderá ter sido o australiano Daniel Ricciardo. A noticia é dada hoje pela alemã Sport Bild, que diz que o anuncio será feito no fim de semana do GP da Belgica. Apesar das especulações em torno do piloto espanhol, especialmente depois do seu "manager" ter sido visto com Christian Horner, um dos responsáveis da marca de bebidas austriaca, parece que desta vez, o sucessor de Mark Webber será outro australiano. Caso assim seja, será o segundo piloto vindo da "cantera" na Red Bull, depois de Sebastian Vettel, em 2009.

Nascido a 1 de julho de 1989 em Perth, Ricciardo era uma escolha quase óbvia, especialmete depois de que no teste de jovens pilotos em Silverstone, em julho, ele ter sido escolhido para guiar o Red Bull, algo que não foi dada a chance ao francês Jean-Eric Vergne. Vice-campeão da World Series by Renault em 2010, a sua carreira foi em parte direcionada pela Red Bull. Em 2011, entrou na Formula 1 como terceiro piloto da Toro Rosso, antes de fazer meio ano pela Hispania, no sentido de ganhar experiência. Estando na Toro Rosso desde 2012, têm obtido resultados regulares, com um sétimo lugar na China como o seu melhor resultado da sua carreira. Até agora, em 41 corridas, conseguiu 21 pontos.

E se Ricciardo for o piloto escolhido, tudo indica que o seu sucessor na Toro Rosso poderá ser o português António Félix da Costa, algo que Franz Tost, o patrão da marca, já admitiu estar nos seus planos.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Noticias: Félix da Costa é candidato à vaga na Toro Rosso

António Félix da Costa é candidato à vaga na Toro Rosso. Quem o diz é Franz Tost, o patrão da marca, que apesar de não dizer claramente que é o candidato ideal, o nomeia para o lugar de Daniel Ricciardo, caso este seja o escolhido da Red Bull para o lugar deixado vago por Mark Webber.

Antonio Félix da Costa é um dos candidatos, mas vamos esperar a decisão da Red Bull e, se eles levarem Daniel, vamos avaliar quem será a opção para nosso segundo cockpit.”, afirmou Tost ao site Total Race, uma entrevista a Julianne Cerasoli.

Na entrevista, Tost fala que a grande razão pelo qual Jean-Eric Vergne não é considerado para a vaga da Red Bull é apenas por uma questão de inexperiência: "Jean-Eric é um piloto que trabalha muito bem e tem muita habilidade. O único motivo pelo qual Daniel Ricciardo está sendo cotado para a vaga [de Webber] e ele não é simplesmente pela questão da experiência. Ele fez 13 corridas a mais que Vergne, o que é praticamente uma temporada. Com isso em mente, estou muito confiante de que Jean-Eric vai se focar em fazer um grande trabalho e em permanecer conosco na próxima temporada.", comentou.

Um dos que elogia Félix da Costa é o seu companheiro de equipa na Arden, Pedro Fantin. O piloto brasileiro acredita que ele está no caminho certo: “António é um piloto muito rápido, que conhece bastante do lado técnico do carro e está bem focado no que ele quer”, afirmou à rádio brasileira Jovem Pan. “Acho que ele tem muita chance de chegar na Formula 1 – se não for ano que vem, será no próximo. É um grande piloto. É sempre difícil saber o que se pode conseguir quando chegar lá, mas ele está bem preparado, focado e sabe o que quer. É muito rápido, é um piloto completo e experiente. Já andou em todas as categorias possíveis. Ele é terceiro no campeonato porque teve muitos problemas, não acabou várias corridas. É um cara bem honesto, aberto e brincalhão, no estilo brasileiro.

O piloto de 21 anos (vai fazer 22 no final do mês) corre nesta temporada na World Series by Renault pela Arden Caterham, onde neste momento é quinto classificado no campeonato, com uma vitória nesta temporada.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Noticias: Tost diz que Ricciardo precisa de amadurecer

No meio da luta pelo lugar vago na Red Bull para 2014 e das hipóteses que se fala para o lugar que por agora é de Mark Webber, dois nomes surgem frequentemente: o finlandês Kimi Raikkonen e o australiano Daniel Ricciardo, que neste momento está na Toro Rosso, e depois dos testes que fez na Red Bull, em Silverstone, é cada vez mais considerado como hipótese para o segundo lugar na equipa austriaca. Mas há quem ache que ter Ricciardo na Toro Rosso é premeturo, e esse alguém é Franz Tost, o patrão da marca sediada em Faenza e age como "equipa B" da Red Bull.

Falando à publicação alemã Speedweek, Tost foi taxativo: “Pessoalmente, prefiro vê-lo por mais um ano no processo de amadurecimento na Toro Rosso. Quer dizer, nós estamos a falar sobre a Red Bull, a equipa campeã dos últimos três anos”, destacou.

Daniel nunca esteve num pódio de Formula 1, ele não venceu uma corrida – porque o nosso carro não era bom o bastante”, reconheceu. “Este é o único ponto negativo que vejo para ele. Do contrário, acho que ele terá muito sucesso na Formula 1”, considerou.

Instado a comparar entre ele e Sebastian Vettel, que esteve na equipa em 2007 e 2008, Tost afirmou: “A maior diferença entre Vettel e Ricciardo é que Vettel foi para a Red Bull quando esta não era uma equipa vencedora. Ambos cresceram juntos”, lembrou. “Mas Ricciardo deve estar imediatamente no pódio e lutando por vitórias. Talvez esta chance tenha aparecido com um ano de antecedência”, concluiu.

Tost também falou sobre Carlos Sainz Jr, o piloto de 18 anos e filho de Carlos Sainz, que sentou em Silverstone no Toro Rosso no teste de jovens pilotos. O patrão da equipa de Faenza disse que ele ainda não está pronto para a Formula 1. “Eu disse a ele que ele precisa vencer corridas na GP3. Ele agora tem 18 anos. Acho que ele pode ter maturidade para a Formula 1 daqui a dois ou três anos. Ele ainda não conquistou na GP3 os resultados que nós esperávamos dele”, concluiu.  

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Red Bull: presente envenenado ou pacto com o Diabo?

A noticia da contratação de Antonio Felix da Costa como piloto da Arden na World Series by Renault desta temporada significou que o piloto português de 20 anos entrou no ambicionado e invejado programa da Red Bull para jovens pilotos. A ambição de muitos justifica-se pelo facto de isto poder significar que num futuro mais ou menos próximo poderá chegar à Formula 1 através da equipa Toro Rosso.

Mas como muitos sabem, entrar nesta academia de pilotos significa um presente envenenado, dada a irascibilidade de Helmut Marko e de Franz Tost, que exigem aos pilotos resultados imediatos, sob pena de serem despedidos sem apelo nem agravo. Muitos pagaram caro essa irascibilidade, os ultimos dos quais foram o espanhol Jaime Alguersuari e o suiço Sebastien Buemi, despedidos da Toro Rosso sem apelo nem agravo no final de 2011. 

Tost e Marko tem ambos uma obsessão em particular nestes últimos três anos: encontrar um outro Sebastian Vettel o mais depressa possivel. O piloto alemão, agora bicampeão do mundo, conseguiu a proeza unica de vencer com aquela equipa no GP de Itália de 2008, e desde então, a fasquia foi colocada de forma muito alta, quase impossivel de alcançar por parte dos que seguiram. Mesmo pilotos consagrados como Sebastian Bourdais, sentiram um pouco a pressão de vencer a qualquer custo de Tost e Marko. E Scott Speed, piloto americano da marca em 2007, saiu a mal da equipa, depois de um incidente na pista de Nurburgring onde após ter saído de pista, não aguentou os insultos de Franz Tost e partiu para a agressão.

E nem o palmarés salva: Jaime Alguersuari, foi campeão da Formula 3 britânica em 2009, por exemplo. Quando ele e Sebastien Buemi foram sumariamente despedidos da Toro Rosso por não não conseguiram igualar a fasquia, ambos ficaram "com uma mão à frente e outra atrás". Buemi ainda aguentou como terceiro piloto da Red Bull, e um lugar na equipa da Toyota nas 24 horas de Le Mans, mas tal coisa é mais para que o pessoal da Formula 1 não o esquecer. Jamie Alguersuari faz agora de piloto de testes na Pirelli, mas o objetivo é o mesmo: que não o esqueçam, mesmo que ele tenha 22 anos de idade. É que para esates dois pilotos, a saída forçada da "cantera" da Red Bull significou que ficaram também sem opções e sem patrocinio.

Para piorar as coisas, nesta temporada de 2012 surgiu outro problema: a performance da Toro Rosso. Ela já não é mais a equipa que deveria ser, pois começa a ser contestada na grelha pela Caterham, uma das três equipas que entrou na Formula 1 em 2009. Nas últimas duas corridas, a performance da equipa de Tony Fernandes em qualificação começou a igualar, senão superar, a da equipa de Faenza, e na corrida, raras são as vezes nos últimos tempos que anda nos pontos, ainda por cima numa temporada totalmente equilibrada. Se no ano passado, eles andavam ao nivel da Sauber, Williams e de vez em quando da Force India, este ano vê não só essa gente toda a distanciar-se, como vê a Caterham a chegar-se perigosamente, ameaçando pontuar pela primeira vez na sua carreira. E se acham que o nono lugar é o "minimo olimpico", qualquer lugar nos pontos por parte de Vitaly Petrov ou de Heikki Kovalainen significará derrota para Tost e Marko. Talvez seja por isso que de vez em quando se lembrem em vender a equipa...

Felix da Costa, dado ter muito talento e ter mostrado isso noutras categorias como na Formula Renault - onde foi rival do finlandês Valtteri Bottas - de bons resultados na Formula Renault Euroseries e agora nesta temporada da GP3, onde corre com o mítico numero 27, atraiu a atenção da Red Bull devido ao seu talento. Mas ele pode ser visto como o piloto que está a "pressionar" os que estão agora na Toro Rosso, ou seja, o australiano Daniel Ricciardo e o francês Jean-Eric Vergne. E caso o português apresente bons resultados nesta categoria, da mesma forma que está a apresentar na GP3 - apesar de estar a correr na sua terceira temporada - isso poderá significar, no mínimo, uns testes no final do ano num carro de Formula 1. E a partir de 2013, os eventuais resultados que possa ter poderão causar calafrios quer em Ricciardo, quer em Vergne...

Mas, como se costuma dizer, toda a glória é efémera. A partir deste fim de semana, Felix da Costa será pressionado para apresentar resultados de imediato. E a não ser que não queira acabar como Felipe Albuquerque, que no final de 2008 foi convidado a correr no Japão, como forma de dizer por outras palavras que os seus serviços não eram mais adequados, ele vai ter de mostrar que mais do que talento, tem de ter cabeça fria, rápida adaptabilidade e capacidade de mostrar resultados no imediato. É uma prova de fogo, se quiser provar que tem estofo para a Formula 1.