quarta-feira, 25 de junho de 2008

Contado, ninguém acredita!

O dia de ontem significou um novo "record" pessoal no numero de "pageviews" diários. Mais exactamente, 1025. Pela primeira vez, quebrei a barreira dos mil.


Confesso que fiquei intrigado. Depois de ter pesquisado pelos habituais suspeitos, descobri que dessas 1025 visitas, 440 vieram... da Estónia!


E o que me queriam, desse país do Baltico? Bom, a personagem em questão demorou mais de duas horas a pesquisar os meus arquivos, em busca de carros dos anos 60 e 70, mais especialmente Lotus e Brabham e McLaren. Boa escolha tem o miudo. Thank you Estonia, e que venhas mais vezes!

terça-feira, 24 de junho de 2008

Detalhes fatais...

A Porsche faz este ano 60 anos de idade. Bela idade, para um modelo mítico, neste nosso mundo do pós-guerra, criado pelo filho de um dos maiores génios da história do automóvel, Dr. Ferdinand Porsche.



No Brasil, a Playboy decidiu colocar uma matéria sobre a marca na sua edição de Julho. Para abrilhantar a coisa, colocaram Steve McQueen, actor e corredor (o filme Le Mans é com ele a conduzir um Porsche 917 com as cores da Gulf), mas essa foto tem um detalhe: ele está ao lado... de uma Ferrari 512!


Quem contou essa foi o Pandini, no seu blog. Ele diz que a culpa não é do jornalista que fez a reportagem. Concordo plenamente. Mas da próxima, contratem um editor que tenha conhecimentos de automobilismo. É que 95 por cento do pessoal que compra a revista não gosta só de mulheres nuas. Também gostam de carros, e estes detalhes podem ser mortíferos!

O GP de França, visto pelo Bruno Mantovani

Quando um vi esta charge, lembrei-me imediatamente do Gilles Villeneuve em Jarama, 1981. Ver Jarno Trulli a defender com unhas e dentes o seu terceiro lugar, especialmente quando se defendeu daquele último ataque de Heiki Kovalainen, na penultima volta, foi engraçado, mas não pensava que seia dessa maneira... mas acho que mereceu aquele lugar. Por ele. Pela marca. E pela memória de Ove Andersson, um verdadeiro Senhor.

Depois dos pilotos, são as equipas...

Desde que no inicio do ano a FIA aumentou o custo da Super-Licença para os pilotos, para um valor fixo, mais um tanto por cada ponto conquistado, a entidade que regulamenta a Formula 1 quer agora aumentar a taxa de inscrição das equipas, elevando-as dos actuais 300 mil euros, para 740 mil.

A coisa é ainda uma hipótese, que vai ser discutida amanhã na reunião do Conselho Mundial da FIAm nas a ideia por detrás do aumento tem a ver com o desenvolvimento de novos sistemas de segurança, como um sistema de posicionamento do carro em tempo real, novas formas de sinalização e um novo sistema de mensagens electrónicas para contacto entre o director de prova e as equipas. As ideias são boas, mas será que as equipas estão dispostas a pagar essa taxa? E o tão propalado "corte de custos" (há uns tempos atrás falava-se de um tecto de 120 milhões...), é para alimentar a FIA?


Tudo muito giro, digo eu. Será que eles, numa altura em que as tensões estão altas, devido à decisão de manter Max Mosley, depois do escândalo de Março, estarão dispostos a continuar de bico calado? A greve dos pilotos só não foi para a frente devido à desunião e ao facto de nem todos os pilotos pertencerem à GPDA...

Extra-Campeoanto: Oh George, se tivesse conhecido melhor...

Hoje, tava a ver o MSN, e falei com um velho amigo meu na Universidade, que tinha isto escrito: "George Carlin, 1937-2008". Tinha ouvido falar dele, mas depois de alguma pesquisa, descobri algo bem escondido: era provavelmente o melhor "stand up comedian" que os americanos tinham. E neste caso, eles não nos mostravam!


Deve ser por causa das famosas sete palavras que não podia dizer na televisão, ou coisa assim... enfim, todos nós topamos que hoje, a comédia perdeu um dos maiores. E este é mesmo dos bons! Só um exemplo, olha o que ele tem a dizer sobre a religião, ateísmo e os Dez Mandamentos...

As notas do GP de França

Já estão aqui as notas do GP de França, que nos, do Troféu Blogueiros, andamos a dar aos pilotos do actual pelotão. Vendo o panorama geral, posso dizer isto: vá lá... estivemos de acorrdo nas notas a dar, especialmente ao Jarno Trulli. Como dizem os brazucas... deu zebra!




Vá vejam, e comentem ou contestem... se conseguirem!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

GP Memória - Holanda 1968

A quinta prova do Mundial de Formula 1 desse ano era no circuito holandês de Zandvoort, onde o pelotão apresentava muitas modificações, com alguns regressos e partidas importantes.

No caso dos motores, a Brabham tinha o seu novo motor Repco V8, para Jack Brabham, Jochen Rindt e o maericano Dan Gurney, que se via a braços com dificuldades em gerir a sua Eagle, pelo menos na Europa. A Matra já tinha nas suas fileiras o regressado Jackie Stewart, com Jean-Pierre Beltoise ao seu lado, enquanto que a Cooper só alinhava com o belga Lucien Bianchi, pois Ludovico Scarfiotti tinha morrido no inicio do mês, e Brian Redman estava ainda a recuperar das lesões nos 1000 km de Spa-Francochamps. A Ferrari alinhava com Jacky Ickx e Chris Amon, a Lotus tinha Graham Hill e Jackie Oliver, e a McLaren com Dennis Hulme e o vencedor do GP anterior, Bruce McLaren.

Dezoito carros alinharam nesta prova, onde para além das equipas oficiais (Ferrari, Brabham, BRM, Matra, Lotus, McLaren, Honda) havia mais quatro pilotos privados: o escocês Piers Courage (BRM), os suiços Silvio Moser (Brabham) e Jo Siffert (Lotus), e o sueco Jo Bonnier (McLaren)

Nos treinos, o melhor foi o Ferrari de Chris Amon, seguido pelo Brabham de Jochen Rindt, e pelo Lotus-Cosworth de Graham Hill. Jack Brabham foi quarto, e Jackie Stewart era o quinto da grelha, com Jacky Ickx logo atrás.

O tempo esteve mal durante todo o fim de semana, mas no dia da corrida, 23 de Junho, caia uma ligeira chuva no momento da partida, em Zandvoort. Na partida, Rindt leva a melhor sobre Amon, mas depois do final da primeira volta, Graham Hill liderava, com Jackie Stewart logo atrás. Foi assim durante quatro voltas, até que o escocês alcançou a liderança ao inglês, ficando aí para o resto das 90 voltas que constituia a corrida. Hill manteve-se durante muito tempo no segundo lugar, mesmo ameaçado pelo companheiro de Stewart, o francês Beltoise. Só que ele despista-se na volta 23 e vai às boxes para reparar o carro, regressando no sétimo posto.

Quando volta, Beltoise faz uma corrida de trás para a frente, passando pilotos como Ickx, Amon, Rodriguez e Gurney, para alcançar Hill na volta 50, e o ultrapassar. O inglês fica na terceira posição, e tudo indicava que ele ficaria por aí, caso não se despistasse na volta 81, e retirasse de vez. Assim sendo, quem herdou o lugar mais baixo do pódio foi o mexicano da BRM.

Até ao final, a Matra ia calmamente a caminho de uma dobradinha inédita. Para o seu "manager", um tal de... Ken Tyrrell, era a sua primeira demonstração da sua capacidade como director de corrida. Era também a primeira vitória da Matra em competições oficiais, embora provavelmente alguns membors da equipa gostassem de ver trocada a ordem de chegada... nos restantes lugares pontuaveis ficaram o Ferrari de Jacky Ickx, o Brabham de Silvio Moser e o Ferrari de Chris Amon, a cinco voltas do primeiro...

Fontes:

Historieta da F1: Rick Mears na Brabham



Recentemente, tornei-me fã do Rianov Albinov e do seu F1 Nostalgia. As histórias laterais da Formula 1, que são muito frequentes, mostram pilotos que não imaginam, a fazer testes de monolugares de todo o espectro das equipas, desde a Ferrari ou a Lotus, até às "equipas da treta", estilo "Andrea Moda...



A minha primeira história tem a ver com algo que Nigel Roebruck afirmou um dia como o melhor piloto que nunca vi a correr na Formula 1: o americano Rick Mears. Tri-campeão na CART (1979, 81 e 82) e quatro vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis (1979, 1984, 1988 e 1991), ele poderia ter ido para a Formula 1 logo no inicio de 1980. Como assim?



Simples: antes da corrida de Long Beach, Bernie Ecclestone precisava desesperadamente de um bom piloto para secundar Nelson Piquet, pois o piloto que tinha, o argentino Ricardo Zunino, era desesperadamente lento. Assim sendo, no circuito de Riverside, na California, Mears testou o Brabham BT49, e tirou tempos bastante bons, melhores ainda do que Nelson Piquet...



Depois disto, Ecclestone queria Mears para Long Beach, e o americano até estava receptivo em participar na Formula 1 (era então o campeão da categoria CART), mas o acordo nunca se concretizou. E porquê? Nâo se sabe bem. Alguns disseram que não houve tempo para o inscrever, outros, como Roebruck, disseram que Mears tinha que arranjar patrocinadores para a equipa, algo que não agradou muito a ele, não se sabe... O resto é história: Nelson Piquet ganhou no circuito americano, e o interesse de Ecclestone em ter um piloto americano na sua equipa morreu aí...

E quanto a Zunino, não ficou muito tempo: em Paul Ricard era substituido pelo "gentleman-driver" mexicano Hector Rebaque.

Extra-Campeonato: As previsões não se confirmaram...

Ufa! Já pensava que as minhas más previsões se confirmariam, mas não. Apesar de aos 20 minutos de jogo, estava eu a jantar, virei-me para o meu irmão para dizer isto: "Vai a prolongamento e a penalties". Tinha a sensação, pela maneira que jogavam, que as coisas teriam esse desfecho. E acertei, apesar de ver os espanhois a rematarem, e ver algumas excelentes defesas do Gianluigi Buffon (digam o que disserem, é o melhor guarda-redes da actualidade)

No momento da verdade, pensei que as coisas fossem para o pior. Os italianos cínicos contra os espanhois emotivos. Mas David Villa marcou, e Iker Casillas defendeu dois remates, um do De Rossi e outro do Di Natale . E os espanhois cantaram, em Viena, Madrid, Barcelona e noutros sítios: "En el día veintidós, Italia dice adiós". Muitos fantasmas se exorcizaram nesta noite...

domingo, 22 de junho de 2008

A capa do Autosport desta semana

"O Segredo está no Massa". Eis um título que gostaria de meter no Autosport desta semana. Mas o título que escolheram, também diz muita coisa. No dia em que Felipe Massa se torna no primeiro brasileiro a liderar o Mundial em 15 anos, a edição desta semana do Autosport realçou esse facto.


Claro, quando o brasileiro aproveita os problemas do seu companheiro, Kimi Raikonnen, para vencer a sua terceira corrida do ano, demonstra que o piloto brasileiro está cada vez mais maduro, lutando para conseguir pontos e a não falhar nos momentos decisivos, um claro contraste com o que aconteceu no ano passado e no inicio deste ano...




Para além disso, há outros pequenos destaques, como o fim de senmana de corridas no circuito urbano de Vila Real, um circuito mítico de outros tempos, e que foi reavivado no ano passado, e um ensaio com o novo automóvel a ser fabricado em Portugal: o Volkswagen Sirocco.

IRL - Ronda 9, Iowa Motor Speedway

A Indy Racing League prosseguiu esta noite, com mais uma prova em oval, na Iowa Speedway. Aqui, ganhou de novo um carro da Chip Ganassi, mas o vencedor não foi Scott Dixon (foi quarto), mas sim o seu companheiro de equipa Dan Wheldon.


A corrida foi algo agitada, que decidiu graças à estatégia de Dan Wheldon, que decidiu abdicar da última paragem para poder ter alguma vantagem sobre a concorrência, e isso incluia, claro, o seu companheiro Scott Dixon, que era o "poleman" para esta corrida. Mas quem dominou grandemente esta corrida foram os brasileiros Tony Kanaan (Andretti-Green) e Helio Castroneves (Penske). Até à volta 106, só deu Brasil, altura em que Marco Andretti passou para a liderança, após uma segunda situação de bandeiras amarelas, provocada por... outro brasileiro, Jaime Câmara.



Mas na volta 158, nova situação de bandeiras causada por... outro brasileiro, Mario Moraes, coloca os carros de novo nas boxes, para novo reabastecimento, e aí, Castroneves saltou para a liderança. Mas mais tarde, outro brasileiro, Enrique Bernoldi (definitivamente, os brazucas não gostam de ovais...) bate no muro, e aí é o momento da corrida: todos vão às boxes, para um último reabastecimento. Todos, menos... Dan Wheldon.



No recomeço, Wheldon fica na frente, resistindo aos ataques de Kanaan, que pouco tempo depois bateu no muro. Depois de novo recomeço, Wheldon resistiu aos ataques do japonês Hideki Mutoh, de Andretti e do seu companheiro Dixon. Entretanto, Castroneves levou um toque do venezuelano Ernesto Viso e atrasou-se, terminando no 14º lugar.


No final, Wheldon esta super-satisfeito: "Foi bom não terem me chamado para entrar nos boxes. Mas Chip (Ganassi, dono da equipe) não estava aqui. Se eles tivessem me chamado, eu não entraria de qualquer forma", afirmou, numa altura em que comemora 30 anos de vida...

Quanto às meninas do pelotão, Danica Patrick foi a unica presente, terminando na sexta posição.

PTCC - Vila Real (Corridas 1 e 2)

O fim de semana do Campeonato nacional de Turismos teve uma jornada dupla esta tarde, no circuito urbano de Vila Real. Emoção e polémica não faltaram, com Francisco Carvalho e César Campaniço venceram uma corrida cada um, mas podia ser uma vitória dupla para o piloto do Seat Leon, caso não tivesse feito corta-mato numa chicane...

Na primeira corrida, Francisco Carvalho praticamente não deu hipóteses aos adversários, ganhando sobre César Campaniço (BMW 320i) e Patrick Cuhna (Seat Leon Supercopa). Contudo, Carvalho fez "corta-mato" numa das chicanes, apesar de ele não estar a lutar por qualquer posição nessa altura.

Contudo, os comissários não pensaram assim, e no final da corrida foi penalizado em 20 segundos, caindo para o quarto lugar da geral, dando assim a vitória ao piloto da BMW. Na segunda corrida, Francisco Carvalho cedo ultrapassou Campaniço, e não mais largou a liderança até ao fim da corrida. No final, apenas disse: "Vinguei-me!". No segundo lugar ficou João Figueiredo (Peugeot 407), e em terceiro ficou Patrick Cunha (Seat Leon Supercopa), que andou toda a corrida em luta aguerrida com o piloto da Peugeot.

A próxima jornada dupla do PTCC será no fim de semana de 12 e 13 de Julho, no Estoril.

Extra-Campeonato: Vodka com laranja

Disse há uns dias que provavelmente teria visto na primeira fase os quatro semifinialistas do Euro 2008, pelo futebol jogado: Portugal, Croácia, Holanda e Espanha. Por alturas em que escrevo estas linhas, os três já foram apra casa, e auguro o pior para a selecção de "nuestros hermanos", pois eles têm três malapatas: não ganham oficialmente à Itália desde... 1920, há anos que não passam dos quartos de final, e sempre que jogam num 22 de Junho... perdem. As três combinações juntas, qual combinação astronómica de mau agoiro, só pressente o pior para os comandados de Luis Aragonés...


Ontem à noite, Guus Hiddink, o holandês que treina a Russia, "traiu" a "laranja" mecânica e decidiu fazer jogar os "ursos" russos da maneira como somente os holandeses jogam. Dominaram a partida e no final, aquela cabeçada de Ruud Van Niestelrooy, que levou a partida ao prolongamento, não foi mais do que o prolongar da agonia, onde durante a meia hora do prolongamento, e viu o "pequenote" (1,72 metros, mais baixo do que eu!) Andre Arshavin marcar e dar a marcar os três golos que a Russia despachou a Holanda para casa. Em suma, a "laranja mecânica" foi superada pela "vodka laranja"...


Já agora, Arshavin é do Zenit de São Petersburgo (actual detentor da Taça UEFA), mas daqui a nada, muda-se para um gigante europeu. Querem apostar?

Formula 1 - Ronda 8, França (Corrida)




Era um guião pervisível: os Ferrari na frente, uma dobradinha, provavelmente com o autor da pole-position a ser o vencedor da corrida. Isso tudo aconteceu, menos no vencedor, pois um tubo de escape roto no carro de Kimi Raikonnen, deu a vitória a Felipe Massa, a sua terceira do ano, dando ao brasileiro a liderança do campeonato.



A emoção, se é que a houve, aconteceu na parte de trás da classificação, principalmente com a boa corrida da Toyota, que primeiro conseguiu meter Jarno Trulli no terceiro lugar, e depois resistiu aos ataques de Heiki Kovalainen para o tentar desalojá-lo, mas sem resultados. Foi uma excelente corrida para a marca, não só o primeiro pódio em dois anos, mas também uma forma para homenagear Ove Andersson, o seu primeiro director...


Quem fez uma corrida para esquecer foi Lewis Hamilton. Patrindo do 13º posto, conseguiu saltar alguns lugares na partida, mas um "corta-mato" numa das chicanes fez com que tivesse de cumprir um "drive through", atrasando-se irremediavelmente na classificação. O décimo lugar final reflecte o péssimo momento em que atravessa...

Robert Kubica e os BMW estiveram muito discretos, mas se o polaco cumpriu os objectivos, ao ser quinto (e continua na luta pelo título), já Nick Heidfeld esteve muito para trás, fora, mas mesmo fora dos lugares pontuáveis.

Quem voltou aos pontos foi Mark Webber, no Red Bull. Depois de não pontuar no Canadá, e ver o seu companheiro, David Coulthard, a conseguir um inesperado pódio (que ironia...), agora Webber conseguiu o sexto posto, à frente dos Renault de... Nelson Piquet Jr. e Fernando Alonso. Pela primeira vez este ano, o brasileiro superiorizou-se ao espanhol... e na casa da marca! Será que se soltaram foguetes na casa do Nelsão?

GP2 - Magny Cours (Corrida 2)

Esta manhã, quem levou a melhor foi o suiço Sebastien Buemi, numa corrida onde o azar bateu à prota de Alvaro Parente, que desistiu a uma volta do fim, quando tinha o terceiro lugar certo. Caso tivesse conseguido, teria sido o corolário de um fim de semana de recuperação, depois de uma péssima qualificação nos treinos, agravada por uma penalização, que o colocou no 25º posto na grelha, para no final da primeira corrida terminar em nono, à porta dos pontos...

Nesta segunda corrida, colocou pneus "slicks" no carro e na partida, surpreendeu tudo e todos, ao passar de nono para segundo, e quando tentava apanhar Buemi, fez dois piões, perdendo um posto. E a quartro voltas do final, com um pódio quase garantido, abrandou subitamente e abandonou.

A acompanhar Buemi no pódio foram o holandês Yelmer Buurman e o italiano Luca Fillipi. Bruno Senna foi quinto classificado, depois de ele também perder um pódio certo na última volta, quando teve problemas e foi ultrapassado por Fillipi e pelo também brasileiro Lucas di Grassi.

Na frente continua o veterano italiano Giogrio Pantano, com 35 pontos, seguido por Bruno Senna com 28, e Sebastien Buemi é terceiro com 20. Parente é quarto, com igual numero de pontos que o francês Romain Grosjean, ambos com 19.

A GP2 volta dentro de 15 dias, com a corrida dupla de Silverstone.