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quinta-feira, 6 de março de 2025

A imagem do dia (II)





Como se recordam, no passado dia 1 de dezembro do ano passado, falei aqui que o Bernie Ecclestone anunciou que iria vender a sua coleção privada de carros de Formula 1, muitos deles pertencentes à sua antiga equipa, a Brabham. Entre eles, o BT44, o BT46B "Ventoinha", o BT49 ou o BT52, entre outros. 

E claro mais alguns carros antigos, como um exemplar do W196, de 1955, ou um Vanwall, de 1958, e alguns Ferraris, incluindo alguns 312, do inicio dos anos 70, guiados por gente como Jacky Ickx ou Niki Lauda. 

A coleção, cerca de 60 carros, não iria para leilão, mas seria vendido diretamente no concessionário de luxo que pertencia a Tom Hartley Jr, que aproveitou a presença da coleção no armazém para fazer alguns programas que podem ver no seu canal do Youtube.  

Hoje soube-se quem comprou a coleção. E os cerca de 60 carros foram comprados por uma pessoa: o austríaco Mark Mateschitz, filho de Dietrich Mateschitz, um dos fundadores da Red Bull, falecido em 2022. Atualmente com 33 anos, ele herdou os 49 por cento que pertenciam ao pai, e está na frente de, entre outras coisas, da fundação Wings or Life. E a coleção foi toda comprada por ele, logo, não haverá separação.

Quanto é que tudo isto custou? A avaliação estava entre 400 e 600 milhões de euros. Creio que o preço acordado anda por aí... 

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

O futuro da Red Bull depois de Mateschitz


Dietrich Mateschitz morreu no passado dia 22 de outubro, mas desde há muito que os negócios estão assegurados. O seu filho, Mark, dono dos 49 por cento da Red Bull, já delegou os negócios do dia-a-dia, evitando qualquer interferência da parte tailandesa da companhia, que também detêm 49 por cento da marca. E para que tudo continue como dantes, decidiu dividir a gestão para outros, de acordo com ambas as partes.

Franz Watzlawick (CEO Beverage Business), Alexander Kirchmayr (CFO), e Oliver Mintzlaff (CEO Corporate Projects and Investments) são os novos diretores da companhia. Quanto ao próprio Mark, demitiu-se do seu cargo dentro da organização para poder gerir os 49 por cento que herdou do pai. 

"Como proposto e desejado por meu pai e por mim, e apoiado por nossos parceiros tailandeses, um Conselho de Administração administrará os negócios da Red Bull. Não acredito que alguém deva ser funcionário e acionista da mesma empresa. Vou me concentrar no meu papel como acionista.", disse, num comunicado oficial da marca.

"Além disso, como diretores administrativos da Distribution & Marketing GmbH, que agora possuo e que detém 49 por cento das ações da Red Bull GmbH, Walter e Volker me apoiarão pessoalmente.", concluiu.

De acordo com os mais recentes números, a Red Bull conseguiu declarar rendimentos na ordem dos 6,3 mil milhões de euros em 2020. Não se sabe muito bem a fortuna pessoal de Dietrich - e agora herdado pelo seu filho, Mark - mas do lado tailandês, Chalern Yoovidhya, filho de Chaleo Yoovidhya, o parceiro tailandês e inventor do Kraeng Daeng, o antecessor da marca, a sua fortuna é avaliada pela Forbes em 26,4 mil milhões de euros. 

De uma certa maneira, tudo isto não passa de uma transição suave, programada desde há muito. não existem, aparentemente, grandes novidades em relação aos projetos atuais, quer no automobilismo, quer no motociclismo, ou noutros desportos radicais. Resta saber como será mais tarde, mas por agora, a confiança dos accionistas nas pessoas que estão na frente dos projetos é inabalável. Como na Formula 1, cuja equipa é dirigida por Christian Horner e por Helmut Marko.  

sábado, 22 de outubro de 2022

The End: Dietrich Mateschitz (1944-2022)


Dietrich Mateschitz, o fundador da Red Bull, morreu neste sábado aos 78 anos, na Áustria, confirmou a Speedweek, a revista ligada aos energéticos. Um dos fundadores da marca, em conjunto com o tailandês Chaleo Yoovidhya, que ajudou à expansão da marca para o resto do mundo, investindo muito no desporto, quer no automobilismo, quer no futebol, com clubes em Salzburgo, Leipzig e Bragança Paulista, Mateschitz estava doente desde há muito tempo, pois já não era visto em público, até pelos seus colaboradores mais chegados. 

A fortuna de Mateschitz está avaliada em 25,4 mil milhões de euros, e resta saber quem ficará com a sua parte da companhia, já que ele é dono de 49 por cento da Red Bull. 

De origem eslovena, Mateschitz nasceu a 20 de maio de 1944 em Sankt Marein im Mürztal, estudou na Vienna University of Economics and Business, onde se graduou em Marketing. Trabalhando pela Unilever, estava a trabalhar para a marca Blendax, uma pasta de dentes, quando chegou à Tailândia e conheceu a marca Krating Daeng, um preparado que os trabalhadores tomavam para combater a fadiga. Conheceu o seu fundador, Chaleo Yoovidhya, e juntos, em 1984, fundaram a Red Bull GmbH. Algum tempo depois, em 1987, lançou a marca na Áustria, e começou ali a sua campanha para a conquista mundial.

Ali, começou a apostar em realizações desportivas: futebol, automobilismo, ski e desportos radicais. No caso da Formula 1, começou com um patrocínio pessoal a Gerhard Berger, em 1988, para depois colocar o autocolante nos flancos da Sauber, em 1995, onde ficaram até 2003, altura em que tentaram comprar a equipa. Peter Sauber recusou, e a marca partiu para a fase seguinte, quando a Ford anunciou a sua venda da sua equipa de Formula 1, no final de 2004. 

Quando o negócio foi resolvido, contratou o escocês David Coulthard e o austríaco Christian Klien, mas sobretudo, colocou duas pessoas com experiência no automobilismo: o seu compatriota, Helmut Marko, ex-piloto de Formula 1 e empresário de pilotos, e o ex-piloto Christian Horner, britânico e então dono da Arden, na Formula 3000. Juntaram alguns bons engenheiros e pouco tempo depois, conseguiram a melhor contratação de todas: o britânico Adrian Newey, o projetista da Williams e McLaren, e que projetou carros como o Williams FW14 e o McLaren MP4/13.

Enquanto isso acontecia, Mateschitz adquiria no final de 2005 a Minardi, que o renomeou de Toro Rosso, com o objetivo de colocar os pilotos da Junior Team. A equipa ficou com a reputação de "queimar" os pilotos da Academia, mas até foi o primeiro a ter sucesso quando acertou com o alemão Sebastian Vettel, que deu a primeira vitória à marca em 2008, no GP de Itália. Pequeno detalhe: foi pela... Toro Rosso. Mas alguns meses depois, em Xangai, no GP da China, deu a primeira vitória à Red Bull. Nos anos seguintes, alcançou os títulos que tanto aspiravam, primeiro com Vettel, entre 2010 e 2013, e recentemente, com Max Verstappen, em 2021.

Mas para além do automobilismo, a Red Bull investia forte noutras modalidades. Desde o início que os desportos radicais estiveram no seu horizonte, mas foi no início da primeira década do século XXI que se meteu no futebol. Primeiro, ao comprar o SV Austria Salzburg, em 2005, no ano seguinte, o Metrostars de Nova Iorque, e em 2009, fundou o Red Bull Leipzig, que em oito anos, chegou à primeira divisão alemã. Para além disso, há o Red Bull Bragantino e tem interesses num clube de hóquei no gelo em Munique, e também é o dono do circuito de Speilberg, que o rebatizou de Red Bull Ring.

Mas Mateschitz ainda tem a paixão da aviação. Dono de um museu aéreo em Salzburgo, o Hangar-7, detém dezenas de aviões antigos, incluindo o avião pessoal do Marechal Tito, o líder da ex-Jugoslávia entre 1945 e 1980. Montou a Red Bull Air Race, o campeonato do mundo de competição aérea, que aconteceu entre 2003 e 2019. 

Mateschitz, apesar da fortuna e das implantações em várias áreas, era uma personagem notoriamente reservada, preferindo confiar a condução do dia-a-dia das suas atividades a gente como Helmut Marko e Christian Horner, no caso da Red Bull.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Sobre a substituição de hoje na Red Bull

Daniil Kvyat (esq.) e o seu sucessor, Max Verstappen (dir.)
Os rumores da noite passada eram verdadeiros: esta manhã, a Red Bull confirmou oficialmente que o holandês Max Verstappen será piloto titular na Red Bull, em troca com Daniil Kvyat. A troca terá efeito imediato, a partir do GP de Espanha, em Barcelona.

Helmut Marko acrescentou mais algumas coisas sobre a decisão: “Esta é uma medida para, principalmente, tirar pressão ao Daniil. Esta pressão existe nesta temporada e ele não está tendo o mesmo rendimento do ano passado. Ele vem sendo entre 0,3 e 0,5 segundos mais lento que Ricciardo. Em 2015 ele estava ao mesmo nível”, começou por comentar o dirigente ao site ‘MotorSport Total’.

“Ele está sendo muito inconsistente e a ter muitos altos e baixos. Tem vezes que vai bem, como se viu na China, mas ele mesmo se colocou debaixo de muita pressão. O acidente em Sóchi é uma consequência da pressão interna que ele mesmo construiu. Não veio da nossa parte. Nossa ideia agora é que possamos recuperar a sua moral na Toro Rosso”, concluiu.

Estas são as justificações oficias sobre esta decisão. Contudo, se queremos ir um pouco mais longe e mais fundo, veremos que há mais coisas dignas de especulação. Há uma em particular: que a Ferrari sondou Max Verstappen para que ele fosse para a Ferrari a partir de 2017. E há quem jure a pés juntos que foi isso que Sebastian Vettel disse a Christian Horner nas boxes de Sochi, depois de ele ter sido empurrado pelo russo... duas vezes. E que fez com que a casa-mãe agisse rapidamente, quando também se fala que a Mercedes também estava interessado nos serviços do holandês.

Contudo, essas "teorias da conspiração" não tem muito cabimento quando sabemos da politica da Red Bull de "queimar talentos". Esquecem-se que a marca austríaca anda há muito à procura de um novo Vettel, para voltarem a ser campeões do mundo, e esquecem-se da quantidade de pilotos que eles já "queimaram" ao longo do caminho. Sebastien Buemi, Scott Speed, Jaime Alguersuari, Jean-Eric Vergne... até pilotos que andaram perto, mas não tiveram chances, como Neel Jani, Lewis Williamson, e até António Félix da Costa, passando pela holandesa Beitske Visser. A ideia de que assinar pela Red Bull é um "Pacto com o Diabo" muitas vezes é esquecida, mas é um ponto forte e assente.

Aliás, se formos ver as carreiras desta gente toda, poucos sobreviveram após a sua passagem pela Red Bull. Pode ser a equipa que mais apoia talentos para os colocar na Formula 1, mas também é uma destruidora de carreiras. Pode ter olho para talento precoce, mas é o sitio onde se acaba a carreira mais cedo. Alguersuari, que só tem 25 anos, quase a idade que tinha Ayrton Senna quando começou na Formula 1, já pendurou o capacete de vez, por exemplo. 

Só os (muito) fortes mentalmente é que sobrevivem a esta máquina trituradora.

Agora, foi dada a chance ao filho de Jos Verstappen de brilhar ao mais alto nível. Tem "apenas" 18 anos, mas parece que tem todas as condições para ser campeão. Conseguiu os melhores resultados na Toro Rosso desde a passagem do alemão na equipa, incluindo dois quartos lugares, nos GP's da Hungria e dos Estados Unidos de 2015. Este ano, neste tempo na Toro Rosso, já conseguiu um sexto posto no GP do Bahrein, estando agora no décimo lugar da geral, com 13 pontos.

Terá estofo para isto? Bom, tem de ter. Talento tem, é filho de um veterano de dez temporadas na Formula 1 - e a sua mãe tinha talento no karting - e a sua ascensão foi notável. Há dois anos e meio, ele ainda corria... de karting. E claro, não se pode esquecer que bateu recordes de precocidade quando chegou à categoria máxima do automobilismo, depois de ter sido vice-campeão de Formula 3 europeia (e rookie do ano) em 2014.

Mas essa ascensão meteórica também tem dedo do pai. O jornalista Mark Hughes, da Motorsport britânica, fala sobre o papel de Jos teve no meio disto tudo:

"Houve também pressões vindas de outra direção - a partir do campo Verstappen - para que lhe dessem a Max esta oportunidade, num momento em que a Ferrari e Mercedes já terem dito que estavam muito interessados ​​em atraí-lo para o seu lado, talvez já na próxima temporada. A promoção para a equipa principal, ao lado de Daniel Ricciardo, pode ser suficiente para satisfazer os Verstappens - especialmente o pai, Jos Verstappen - e que os interesses de Max a longo prazo ficariam melhor servidos por ficar dentro da família Red Bull.

É um modus operandi familiar na gestão do filho de Jos. Ele usou uma tática semelhante para ajudar a colocá-lo num Formula 1 em primeiro lugar. Na época [por volta de 2014], a Red Bull estava mostrando interesse nele, então com 16 anos de idade, para que se juntasse ao grupo Red Bull Júnior, ele que estava na sua primeira temporada de Formula 3. Jos insistiu que se Max era para se juntar à família seria apenas na Formula 1: eles não estavam, insistiu ele, interessados em apenas se tornar num dos vários colocados nas categorias júnior, disputando uma possível oportunidade na Formula 1 num futuro distante. Era a Formula 1 ou não, obrigado. 

A Mercedes estava interessado em um acordo de longo prazo e também Jos jogou isso nas suas negociações. A veloz ascensão de Max Verstappen na hierarquia, tem dedo na gestão astuta e "tudo ou nada" de Jos, e tem sido tão importante quanto os feitos de Max na pista. Max tem talento, Jos tem apostado nisso com efeito máximo. Esta última promoção é apenas mais um exemplo disso." conta.

Em suma, a decisão de hoje foi uma combinação de fatores. Não foi só a "fome", como também "a vontade de comer", digamos assim. A Red Bull e os seus dirigentes podem ser pessoas algo inescrupulosas, mas também tem medo de perder algo. E para Daniil Kvyat, creio que os seus tempos na Red Bull, e até na Formula 1, poderão ter chegado ao fim. E poderá ser mais um caso de piloto "triturado" pelos energéticos austríacos...

Quanto a Max, veremos se ele consegue aproveitar a oportunidade concedida. Daniel Ricciardo não é um piloto qualquer. Boa sorte para ele. Se o conseguir, estarão reservadas páginas douradas e uma muito longa carreira. 

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

As ameaças da Red Bull

É mais do que sabido que a Red Bull afirmou ontem, num dos seus folhetos oficiais, de que abandonaria a Formula 1 caso não dessem motores "iguais" aos do fabricante, para assim terem uma chance de vitória em relação aos outros. Ou seja, serem um parceiro e não um cliente. Se não é Dietrich Mateschitz a falar, seria Helmut Marko a fazer de "mau da fita" neste caso em particular.

A razão para que levemos esta ameaça " a sério" é óbvia: a casa de Salzburgo é demasiado grande para não causar impacto na Formula 1. Red Bull e Toro Rosso representam quatro dos atuais vinte lugares que a Formula 1 tem agora na grelha de partida, e para além disso tem uma corrida no calendário, o GP da Áustria. Logo, investiram imenso dinheiro na Formula 1 e querem, entre outras coisas, mais dinheiro da FOM por causa do seu palmarés, como tem agora a Ferrari, por exemplo.

Claro que muitos criticam estas ameaças porque parece que os energéticos não sabem perder, que fazem lembrar os meninos ricos que são os donos da bola, que quando perdem, simplesmente pegam na bola e vão-se embora dali. Mas a realidade é outra: querem algo semelhante ao da Ferrari. Já o tem por causa do seu palmarés - quatro títulos de pilotos e construtores de 2010 a 2013 - mas só por causa da história, a Ferrari tem à partida cem milhões de euros provenientes da FOM, enquanto que a Red Bull tem cerca de 30 milhões. E é isso que eles querem.

Mas isso não é fácil, porque os outros também pedem a mesma coisa. A Renault, por exemplo, já veio a público dizer que quer mais dinheiro por causa do seu estatuto - e tem com que reclamar, pois está na Formula 1 há quase 40 anos, e contribuiu para a introdução dos motores Turbo. De uma certa forma, todas estas reclamações tem também um objetivo, que é de diminuir a fatia que vai para a CVC Capital Partners e para Bernie Ecclestone, que sem fazer algum, ganham no seu conjunto quase metade das receitas da Formula 1. Esse é que é o problema, e que tem uma solução simples: diminuir essa percentagem a favor das equipas.

Mas agora... será que querem mesmo sair? Não. Acho que toda a gente topou esta. Um exemplo disso é que conta hoje o jornalista português Luis Vasconcelos, na Autosport local, onde afirma que isto é uma "faca de dois gumes" onde tanto tem a perder como a ganhar. Primeiro que tudo, eles assinaram um contrato com a FOM que os "obriga" a ficar na Formula 1 até 2020. Ou seja, ficarão por lá por mais seis temporadas, pelo menos. E caso "rasguem o contrato", a indemnização é enorme: 500 milhões de euros! Mais concretamente, cem milhões por cada temporada que não cumpram até ao final da década.

Para além disso, a Red Bull na Formula 1 - e a Toro Rosso - é um gigante. Segundo ele conta, em Milton Keynes existem 900 funcionários, o dobro que há em Faenza para a STR. E se para o primeiro caso, as leis inglesas são fléxiveis, no caso italiano, as coisas piam fino. Indemnizar 450 funcionários pela lei trabalhista italiana é o equivalente a arrancar toda uma dentadura sem anestesia, e os custos poderão elevar-se até mil milhões de euros. Ou seja, é imeeenso dinheiro, e só se venderam mil milhões de latinhas num ano é que terão a chance de sairem dali sem serem prejudicados. Isto, se conseguirem, pois há uma reputação a defender, e que seria bem prejudicada se abandonassem intempestivamente a Formula 1 por razões ditas "fúteis"...

Em suma, é demasiado arriscado, e todos sabem disso. Provavelmente haverá uma solução nesse campo, mas talvez nada que a Ferrari teve há alguns anos, quando Luca de Montezemolo fez exigências semelhantes. Em resumo, é mais para entreter do que outra coisa. Mas não haverá orelhas moucas...

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Noticias: Mateschitz admite mais um ano com Vergne

A vaga aberta com a ascensão do russo Daniil Kvyat para a Red Bull em 2015 poderá propriamente não ser preenchida... se depender de Dietrich Matescitz. O patrão da marca de energéticos austriaca afirmou esta terça-feira ao site alemão Speedweek que estaria a favor da permanência de Jean-Eric Vergne na próxima temporada, no sentido de ajudar o holandês Max Verstappen a ambientar-se na Formula 1. "É um argumento decidir por alguém mais experiente ao lado de um jovem piloto", começou por comentar.

Já em relação a Sebastian Vettel, afirmou que para ele, esta foi a altura ideal para sair e que esta foi pacifica para ambas as partes. "Nós já vínhamos percebendo há algumas semanas que algo se passava com Sebastian. Às vezes, é hora de mudar. Seb venceu quatro vezes conosco e ele chegou aqui muito jovem. Agora é hora de levarmos outro menino para o topo", afirmou.

"Quando ao Seb, nós desejamos apenas o melhor. A separação foi feita em consenso e é boa para ambas as partes", concluiu. Caso Vergne seja confirmado, ele ficará pela quarta temporada consecutiva na equipa, o que será um recorde, e tapará o caminho a Carlos Sainz Jr, que neste momento está prestes a ganhar o título na World Series by Renault.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Formula 1 em Cartoons - Austria (Thomson Studio)

O regresso da Austria à Formula 1 foi saudado por toda a gente, e para Dietrich Mateschitz, era uma oportunidade de ouro para poder mostrar a sua superioridade na pista. Pelo menos era assim que pensava em 2013...

Este ano, as coisas são completamente diferentes.