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sexta-feira, 20 de março de 2026

Formula E (II): DS Penske sai, Opel entra


A DS anunciou esta semana, nas vésperas da corrida de Jarama que irá sair da Formula E no final da temporada, e no seu lugar virá a Opel. Marca do Grupo Stellantis, esta temporada viu-se reforçada com a entrada da Citroen Racing, o grupo achou que seria melhor substituir por outra marca do grupo, a Opel, que entrará na competição como Opel GSE Formula E Team, empregando a sigla GSE que define os seus modelos de estrada mais desportivos.

Quanto à DS, no final desta temporada, irá sair para se focar na vela e na sua parceria com a equipa de França da SailGP.

Primeira marca "premium" que participa na Fórmula E desde a sua segunda temporada, a partir de 2015, a DS Automobiles destacou-se ao longo de 142 corridas, conquistando, 18 vitórias, 55 subidas a pódios e 26 pole positions, em circuitos de todo o mundo, culminando com três títulos de pilotos: dois com Jean-Eric Vergne, em 2018 e 2019, um com António Félix da Costa, em 2020, e dois de equipas, em 2018-19 e 2019-20.


No caso da Opel, a equipa de Russelheim está a montar uma equipa a vários níveis – desenvolvimento, engenheiros de estratégia e gestão operacional. Apesar de ter acesso à experiência da Stellantis, o fabricante alemão "está a contribuir com a sua engenharia alemã para o novo projeto". Assim, entrará na categoria cem por cento elétrica da FIA com a chegada do Gen4, sob a direção de Jörg Schrott, o atual diretor de automobilismo da Opel.

E também não ficará com a licença da Dragon Penske, o que significa que a Formula E terá, na temporada 2026-27, uma grelha de 24 carros. 

Estamos muito felizes em receber a Opel como uma nova equipa de fábrica na Formula E”, disse Jeff Dodds, CEO da categoria. “Como uma marca alemã forte, com uma experiência de engenharia diferenciada e uma imagem nova e ousada, a Opel traz uma longa e rica história no automobilismo e uma nova dinâmica para a grelha de partida. O compromisso da Opel também mostra a importância da Formula E para as montadoras globais na transição para a mobilidade elétrica", concluiu.

"A adesão à Fórmula E marca um novo marco para a Opel em nossa jornada rumo a um futuro elétrico”, disse o CEO da Opel, Florian Huettl. “Com a Fórmula E migrando para carros GEN4 a partir da próxima temporada, vemos este como o momento ideal para ingressar nesta emocionante competição de corrida totalmente elétrica", começou por referir.

"A Opel GSE de Fórmula E mostrará o que nossa marca representa: engenharia alemã, design arrojado e desempenho elétrico, atributos que também se aplicam aos modelos GSE totalmente elétricos da Opel, como o Mokka GSE e, em breve, o novo Corsa GSE", concluiu.


A Opel GSE Formula E Team fará sua primeira aparição na FE no lançamento oficial da Gen4 no Circuito Paul Ricard, em abril. 

quinta-feira, 17 de abril de 2025

Rumor do Dia: Opel poderá chegar à Formula E


A Formula E parece estar prestes a acolher mais uma equipa no seu pelotão, e esta poderá ser a Opel. O Grupo Stellantis, que esta semana escolheu o seu novo diretor, já decidiu qual será a marca que irá para a competição elétrica a partir de 2026-27, altura em que aparecerá os carros da Gen4.

Segundo conta esta semana o portal "The Race", a Opel poderia aparecer no lugar de uma de duas marcas: ou a DS, ou a Maserati. No caso da marca italiana, problemas de finanças estão a afetar a sua situação. Não conseguiu encontrar um comprador e vive do dinheiro da organização do campeonato. A DS aparece porque o Grupo quer saber se continuará com uma ou duas marcas presentes, embora a DS tenha uma parceria com a Penske.

Jean-Marc Finot, vice-presidente da Stellantis Motorsport, destacou o alinhamento natural da Opel com corridas elétricas, mas recusou confirmar oficialmente a sua entrada na Fórmula E. A decisão final está iminente, dado o início próximo da fase de desenvolvimento dos novos carros Gen4. 

Neste momento,  a marca alemã tem investido na competição elétrica com o Opel Corsa Rally Electric, no âmbito da ADAC Opel Electric Rally Cup, sob a liderança de Joerg Schrott, diretor da Opel Motorsport. Mas a marca alemã não investe a sério no automobilismo desde que participou no DTM, entre os anos 80 e início deste século, com modelos como o Calibra.

Resta esperar até meados da primavera para saber o que é que decidiram neste aspeto. 

sábado, 8 de março de 2025

As imagens do dia





Hoje é sábado, 8 de março. É dia Internacional da Mulher, e ao longo da história dos ralis, existiram muitas que andaram a bordo de potentes máquinas, conseguindo até resultados de relevo. Os mais antigos lembram de Pat Moss, a irmã de Stirling Moss, que triunfou em provas nos anos 50 e 60, ao ponto de ter uma fama paralela ao seu irmão, na "pré-história" dos ralis. E nos anos 80, os feitos de Michele Mouton, nas máquinas de Grupo B, onde venceu quatro provas à geral e foi vice-campeã em 1982, passando para a história como sendo a única mulher que domou as máquinas de Grupo B. 

Mas hoje falarei de outra mulher, que pouco ou nada é falado: a escocesa Louise Aitken-Walker. E é um pouco injusto, porque falamos de alguém que ganhou títulos sancionados pela FIA. Nascida a 21 de janeiro de 1960, em Duns, na fronteira com a Inglaterra - mesmo lugar onde nasceu Andrew Cowan e onde morou Jim Clark e a sua família - começou a correr em 1979, num Ford Fiesta, dpeois da marca ter feito um concurso para encontrar uma mulher para pilotar ralis. Aitken, que é fã de cavalos e a mais nova de oito irmãos - seis meninas e dois rapazes - acabou por ser a escolhida. E ela se deu bem. Nos anos seguintes, ela correu nos ralis britânicos, com a sua participação ocasional no RAC Rally, pelo menos por uma década. 

Contudo, em 1989, as coisas foram diferentes. Primeiro, uma participação no Campeonato de Turismos, na classe C, a bordo de um Vauxhall Astra GTE, acabando na segunda posição, em 1990, decidiu apostar numa temporada inteira no Campeonato do mundo de ralis. O objetivo? Ser a campeã na Taça das Senhoras. E o carro era o mesmo: um Vauxhall Astra GTE, que no continente europeu, era o Opel Kadett GTi. A navegadora iria ser a sueca Tina Thorner, que já tinha andado com gente como Lars-Erik Torph.

Depois de ter estado perto dos pontos, com um 11º posto no rali de Monte Carlo, na frente da sua rival, a italiana Paola de Martini, o próximo rali era o de Portugal. Disputado no inicio de março, o rali foi sempre chuvoso. E no primeiro dia, as coisas poderiam ter acabado muito mal para ela.

A quarta especial era o de Figueiró dos Vinhos, perto da barragem do Cabril. Em piso de terra e debaixo de chuva, Aitken-Walker andava entre os lugares pontuáveis quando numa curva para a esquerda, falhou o ponto de travagem e o carro tombou mais de 30 metros, rumo à albufeira. O carro entrou na água e parou cerca de 10 metros de profundidade, enquanto que as testemunhas esperavam, de respiração suspensa, para que ambas aparecessem à superfície. 

Isso só aconteceu cerca de um minuto depois, para alívio de tudo e todos. Um cameraman amador gravou o incidente e pouco depois, a noticia do seu acidente correu mundo. Anos depois, em 2023, contou ao site Dirtfish o que realmente aconteceu

E tudo começou mal desde o começo, com uma intoxicação alimentar e o instinto feminino a afirmar que algo de mau poderia acontecer.

Foi uma coisa estranha porque nunca me senti confortável em Portugal", começou por afirmar, na entrevista à dirtfish.com. "Era o aniversário da Tina, saímos, alguém lhe pôs qualquer coisa na bebida, então tivemos ali um problema. Tivemos uma intoxicação alimentar, uma intoxicação alimentar muito grave, aconteceu-nos outra coisa e tive um mau pressentimento. Liguei ao Graham [Walker, o marido] e disse-lhe: ‘Estou com um mau pressentimento em relação a este acontecimento’. E ele me respondeu: ‘Oh, não sejas idiota, ganhaste ao Monte Carlo e é tudo emocionante’. Mas, de qualquer forma, na primeira noite houve um superespecial e pela primeira vez na minha vida vi o Hannu Mikkola a ter uma avaria e pensei: 'Sabem, queria que fosse eu'. Era apenas algo estranho.", continuou.

No dia seguinte estávamos a todo o vapor, tudo estava ótimo, foi apenas uma coisa estúpida, estúpida, estúpida que te aconteceu, que tenho a certeza que todos os pilotos terão em algum momento (...). Era um dia [ensolarado], com pneus slick [calçados] e depois o céu abriu-se, mas quero dizer, granizo como bolas de golfe e, ah, foi uma chuva torrencial. E estas pequenas estradas, elas retinham a água, então quando chegava ao seu ponto de travagem... porque eu lembro-me de tocar isto várias vezes e fazia assim [cruza os braços para demonstrar a curva] então pensei, fui eu? Mas não, virei-me e ele simplesmente deslizou para fora do penhasco.", começou por descrever o acidente.

Saímos do lado direito [da estrada], eu estava do lado esquerdo [do carro], e a Tina começou a falar sueco e eu pensei: 'que raio é que ela está a falar?' E eu sabia, eu sabia que algo estava muito errado, e fechei os olhos porque pensei que íamos ribanceira abaixo, e que foi o que aconteceu. Como é que ambos saímos vivos disto, não sei.

Foi como levar uma pancada na cara com um peixe molhado!” conseguiu rir-se quando descreve o momento em que o carro embateu na água. “Estava um frio de rachar, que choque levei. Caiu de cabeça para baixo, sabe, imediatamente na água, eu pensei: 'Ah, bem, vou afundar-me com o navio', se é que me entendem. Mas não entrei em pânico quando estava lá em baixo. Não entrei em pânico, estava no controlo, e sei que se vão rir, mas eu trabalhava na piscina, era guarda de praia e adorava água, por isso nunca tive medo da água. Mas quando começa a inalar, já está muito próximo. E eu estava a inalar a água."

Meu Deus, eu estava doente como um cão quando acordei, mas nunca entrei em pânico. Pensei que não conseguiria sair do carro, mas que era mesmo isso. Era disso que estava a falar, era dessa conversa que tinha tido com Graham três dias antes. Foi estranho.", concluiu.

Apesar do choque, ela decidiu continuar, e na Córsega, era sexta na geral quando teve um problema na correia do motor, acabando por abandonar, e assim, largar uma grande chance de pontuar. Contudo, nos quatro ralis seguintes, conseguiu quatro vitórias na categoria e acabou por triunfar na Taça FIA das Senhoras, a primeira britânica a ganhar um Mundial de ralis, antes de Colin McRae e Richard Burns

E os britânicos não esqueceram: no final desse ano, conquistou a Troféu Seagrave, que celebra os feitos britânicos nos desportos motorizados, ganho por gente como Jackie Stewart, Jim Clark, Malcom Campbell e Stirling Moss, entre outros, e foi condecorada com o MBE, Membro do Império Britânico, pelos seus feitos desportivos.  

Mas toda essa publicidade apanhou-a em choque. Queria o campeonato, mas não esperawa as consequências. 

O que a publicidade ou o que todas as pessoas de RP queriam fazer era problema deles, tudo o que eu queria era levar este campeonato para o Reino Unido. Mas, meu Deus, eu estava quase a chorar no RAC. Eu não podia acreditar, toda a gente estava a dar-te palmadinhas e a dar-te [parabéns], eu nunca tinha passado por isto na minha vida antes. O apoio que recebi foi inacreditável e eu não podia acreditar, uma menina de Duns e todas estas pessoas a quererem conhecer-te e a quererem falar sobre ti. Foi ótimo, foi ótimo, mas não percebi o gigantesco que era quando realmente ganharmos o campeonato.

Agora, quando se pensa nisso, já caiu a ficha, mas na altura era só trabalho, trabalho, trabalho, mas sim, foi incrível. Tens os troféus, prémios e fotos para o provar, por isso sim, ótimo.

No ano seguinte, passou para um Ford Sierra Cosworth 4x4 e um décimo lugar no RAC foi o seu melhor resultado, conseguindo o seu primeiro - e único ponto - da sua carreira, pois no final de 1991, pendurou o capacete para prosseguir a sua vida com a família. Hoje em dia, vive em Duns, onde gere um concessionário com o marido, mas o mundo dos ralis não a esqueceu: em 2002, entrou no Scottish Sports Hall of Fame, ao lado de gente como os fuebolistas Alex Ferguson, Dennis Law e Kenny Dalglish, o golfista Colin Montgomery, o ciclista Chris Hoy e os heróis automobilísticos como Clark, Dário Franchitti, McRae e Stewart. 

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Youtube Automotive Vídeo: O outro "Oliver" de Richard Hammond

Sabem que há mais de 15 anos, o Richard Hammond ficou com o Opel Kadett que usou na sua aventura no Botswana e o chamou de Oliver, e do qual não pretende separar-se dele enquanto por vivo. 

Pois bem... parece que o Opel terá companhia. Um segundo Opel, que ele pintou de vermelho, e pertencia a um sul-africano, que o trouxe para o Reino Unido, e deu o nome de... Olivia. Ele afirma que é a namorada do Oliver, mas... ei, agora ele tem dois. E está a ser recuperado na sua oficina.  

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Youtube Motoring Ad: Hammond e o seu Oliver

Richard Hammond, um dos "Três Estarolas", fez este video para nos recordar do "Oliver", o seu Opel Kadett que comprou no Botswana em 2007 e decidiu trazer para casa, porque se afeiçoou a ele. Neste video, ele fala das virtudes do seu carro, como se fosse um animal de estimação, mas no final é surpreendido por outro. O filtro de outro, para ser mais preciso...

É publicidade? É, nas que se lixe. O que gosto é a maneira como trata o programa antigo e os seus companheiros de aventura. "Top Qualquer coisa", "companheiros idióticos", esses insultos que sabemos não serem levados muito a sério...

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Youtube Testing Video: O Opel Corsa-e

Aos poucos, comprar um carro elétrico está a ser algo acessível. Depois da Peugeot, agora a Opel - neste caso inglês, a Vauxhall - mostrou ao mundo o seu Corsa-e, que de uma certa maneira é uma versão do Peugeot e-208, que foi apresentado no ano passado na Europa, com bastante procura, tal como o Corsa-e.

Assim sendo, durante o confinamento, o Robert Llelwin decidiu experimentar o carro numa voltinha e neste video, dá as suas impressões.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

TCR: Opel não pretende correr no Ibérico

A Opel não pretende colocar o seu modelo Astra OPC no TCR ibérico, pelo menos em 2017. Quem o dia é o seu representante em Portugal, que alega razões estratégicas da marca. "A GM Portugal não tem planos para participar nas provas de Turismo", disse o Miguel Tomé, Director de Comunicação da Opel Portugal ao site sportmotores.com.

"Não é uma questão de falta de interesse. Trata-se de orientação estratégica a nível local. A competição automóvel não faz parte dos nossos planos de marketing", concluiu.

A Opel teve o modelo Astra OPC, mas por causa das dificuldades de desenvolvimento do seu carro, decidiu "congelá-lo". Em Portugal, houve um Astra OPC no campeonato, nas mãos da equipa Ventilações Moura Laser, guiados por Gustavo Moura e João Baptista. E após a ronda de Vila Real, ambos os pilotos não voltaram a conduzir o carro germânico.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

CNV/TCR: Dez carros alinham em Braga

A jornada inicial do CNV/TCR, no circuito Vasco Sameiro, em Braga, terá dez carros alinhados e três categorias. Esses dez fazem parte de um conjunto de 99 que participarão no Racing Weekend de Braga, pois para além deles, se juntarão os carros da categoria Legends, Clássicos, Clássicos 1300 e Desafio FEUP.

Dentro do CNV, quatro carros terão especificações da TCR, e dois deles terão apenas um piloto, os carros de Francisco Mora (Seat Leon) e José Rodrigues (Honda Civic). Já na classe TCS, para carros de potencia inferior e correrão com regulamentos semelhantes ao TCS italiano, já um Volkswagen Golf GTi inscrito para a dupla Tiago Ribeiro/Luis Carneiro, e para uma terceira categoria, o TCC, há três Seat Leon Cup Racer prontos a competir, 

Ainda faltam os carros do Troféu Abarth 500, mas estes só avançarão na segunda jornada dupla, em Vila Real, onde também terão mais carros para a categoria TCC e TCS. 

Eis os inscritos:

2 - António Cabral/José Cabral (SEAT Leon Cup Racer)
11 - Francisco Abreu/Manuel Gião (Volkswagen Golf GTI TCR)
16 - Francisco Carvalho/Nuno Batista (SEAT Leon Cup Racer)
24 - Gustavo Moura/João Baptista (Opel Astra TCR)
25 - Rafael Lobato/César Machado (SEAT Leon Cup Racer)
26 - Francisco Mora (SEAT Leon TCR)
27 - José Rodrigues (Honda Civic TCR)
31 - Tiago Ribeiro/Luís Carneiro (Volkswagen Golf GTI Cup)
44 - Rui Dinis/Paulo Ribeiro (SEAT Leon Cup Racer 2015)
50 - Ricardo Gomes/José Ribeiro (SEAT Leon Supercopa)

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Novo R5 à vista? Afinal... não

No domingo à noite falou-se na chance da Opel estrear um Corsa R5 no Rally Valais, na Suiça. Contudo, a Autosport portuguesa - que era a fonte da noticia - veio hoje a público dizer que a casa-mãe desmentiu as afirmações de que o carro iria estrear-se dentro em breve. Aliás, o projeto está, segundo diz o departamento de competição da Opel, adiado "sine die", ou seja, a possibilidade de ver a luz do dia é escassa.

O que é pena, pois teria sido interessante ver mais um carro numa categoria acessivel e bem competitiva, como são os R5. Mas por agora, eles continuam com o Adam, na categoria R2, numa marca que não aposta fortmente nos ralis desde finais da década de 80, com o Kadett GSI de Grupo A. 

domingo, 13 de setembro de 2015

Um novo R5 à vista

A categoria R5 deve ser provavelmente a mais interessante, excitante e a mais acessível para os pilotos que correm em campeonatos nacionais e no ERC. Ford, Skoda, Citroen e Peugeot tem os seus carros a andar, mas poderão ter a companhia da Opel. É que de acordo com a Autosport portuguesa, o modelo Corsa R5 da marca alemã poderá andar no Rally Valais, dentro de um mês, na Suiça, com o campeão europeu júnior Emil Bergkvist ao volante.

A acontecer, isso vai concretizar as especulações sobre o projeto da casa de Russelheim em termos de ralis. Até agora via-se o Adam R2 nos ralis do ERC e falava-se há muito tempo sobre um projeto para o R5, que poderia ir para o WRC2, mas agora, depois de vários meses de testes e da anuência da direção da marca, o carro estará pronto para o campeonato de 2016 especialmente no ERC. 

Apesar de estar pronto, nada garante que a marca colocará uma equipa oficial para 2016, mas os pilotos terão mais um carro para poder correr. E como em média, um carro vale cerca de 150 mil euros - pelo menos os Ford R5 valem esse preço - mais pilotos poderão correr quer em termos locais, quer em termos regionais. 


sábado, 7 de novembro de 2009

Youtube Rally Classic - Pure Henri Toivonen



O autor destes videos compara-o a Gilles Villeneuve, e não acho exagero nenhum. Henri Toivonen era provavelmente um dos melhores pilotos do seu tempo, e a sua morte no Tour de corse de 1986 deu o melhor pretexto para o final dos carros de Grupo B: autenticos "monstros" de potência, sob chassis levissimos.




Nestes videos, onde só se ouve o ruido ambiente (sem narrações e bandas sonoras), mostra-se a maneira como ele conseguia controlar os carros que sempre tripulou: Talbot, Opel, Porsche e Lancia, e nesta capitulo tens de dividir em dois modelos, o "estranho" 037 e o Delta S4, aquele no qual viria a terminar a sua vida a 3 de Maio de 1986.