segunda-feira, 21 de julho de 2008

Noticias: A1GP com novidades

A A1GP anunciou este fim de semana algumas novidades. A pouco mais de dois meses da estreia da nova temporada, no circuito itraliano de Mugello, a primeira das quais é que chegaram a acordo com a Michelin para serem os forncedores oficiais de pneus para a categoria, para as próximas três temporadas.


"A Michelin tem uma vasta experiência no automobilismo e vai trazer qualidade e competitividade na nossa série. Os testes começaram em Junho e agora conseguimos encontrar a mistura ideal para os nossos carros, construidos pela Ferrari" , afirmou John Wickham, o director técnico da A1GP.


O carro, que leva mais de 400o km de testes, vai ser mostrado no final de Agosto às restantes equipas inscritas, num teste colectivo no circuito inglês de Silverstone.

A outra novidade tem a ver com o calendário. A ronda sul-africana, que vai ser disputada a 22 de Fevereiro de 2009, vai ser no circuito de Kyalami, em vez de ser no circuito urbano de Durban, palco da ronda sul-africana nos últimos dois anos. O anuncio foi feito ontem, em Joanesburgo, durante a apresentação da equipa sul-africana, que vai continuar a ter Adrian Zaugg como piloto principal.

Historieta da Formula 1: Senna, Bellof e Brundle na McLaren



Ayrton Senna na McLaren, pergumtam vocês? Normal: entre 1988 e 1993, o piloto brasileiro escreveu algumas das suas mais belas páginas (e da equipa) na Formula 1. E Martin Brundle sucedeu-lhe na equipa em 1994. Mas isto tudo aconteceu... em 1983, numa altura em que a equipa de Ron Dennis ainda usava o motor Cosworth (os TAG-Porsche Turbo estavam ainda a caminho...), e ambos, jovens promessas do automobilismo, disputavam uma batalha sem tréguas na Formula 3 britânica.


Este teste colectivo, ocorrido no circuito de Silverstone, teve ainda mais um condimento: a presença da esperança alemã Stefan Bellof, que corria na Formula 2 europeia. O brasileiro usou a evolução DFV, um pouco mais potente do que as evoluções que Bellof e Brundle usavam, pois ele já tinha fito um teste na Williams, e algumas equipas de Formula 1 o queriam na época seguinte. A Brabham já tinha perguntado por ele, por exemplo...

Assim sendo, não seria espantoso ver Senna a liderar os tempos, com 1.14,3, contra os 1.14,6 de Bellof. De tarde, com pneus novos, Senna ficou abaixo de 1 minuto e 14 (1.13,9). Quanto a Brundle, fez 1.14,7.

Se a ideia era saber qual dos pilotos Ron Dennis escolheria para guiar o segundo McLaren em 1984, a resposta foi... nenhum! Na altura, Dennis estava a ter um braço de ferro com John Watson, relacionado com umaumento salarial, pois ele queria ganhar 1,5 milhões de dólares por época, muito paar um segundo piloto... quando Alain Prost foi despedido da Renault, Dennis não hesitou e contratou-o.

Quanto aos três, a história é conhecida: Brundle e Bellof foram para a Tyrrell, e Senna escolheu a Toleman, substituindo Derek Warwick. Esta história e muitos mais, podem ler no blog do Rianov Albinov, o F1 Nostalgia.

As notas do GP alemão

Já me tinham avisado que ia haver bomba. E também estava curioso por saber que nota iriam dar ao Nelsinho Piquet, depois de se estrear no pódium de um GP de Formula 1. Pois bem, as notas foram lançadas, e...


Já esperava: deram nota 10. E não foi um, mas sim dois. Eu sei que a menina Barbara estava ansiosa para lhe dar essa nota a ele, depois do "tropeção" no inicio da época (tens um fraquino, não tens?) E dar nota 8 ao Hamilton? Não me digas que não viste aquelas dez voltas finais, onde comia os brazucas ao ritmo de 1,5 segundos por volta, graças a um carro equilibradissimo, pneus novos e moles e pouca gasolina. Nelsino é bom, mas foi fruto da sorte, e da suspensão traseira direita do Toyota do Timo Glock...




Mas também tenho alguns telhados de vidro: a nota sete ao Robert Kubica é mais por causa do que fez nos treinos... e pensando com mais calma, acho que devia ter tido a mesma mota que o Kimi Raikonnen. Mas pronto, na Hungria as coisas podem voltar ao normal...

domingo, 20 de julho de 2008

IRL - Ronda 13, Mid-Ohio

Depois de muitas provas em ovais, é bom ver uma prova disputada num circuito convencional. E no circuito de Mid-Ohio, quem levou a melhor foram os Penske, com uma dobradinha liderada pelo australiano Ryan Briscoe. O brasileiro Helio Castroneves foi segundo, e a fechar o pódio ficou o actual líder do campeonato, o neozelandês Scott Dixon, no seu Chip Ganassi.

Numa corrida disputada, e com várias trocas de líder, começou com pista húmida e com Castroneves a liderar, desde a pole-position alcançado na véspera, mas essa liderança durou apenas cinco voltas, pois boa parte dos pilotos foi para as boxes trocar para pneus "slicks", pois a pista secava rapidamente.
A corrida teve várias mudanças de lider, mas no final, Briscoe conseguiu ficar à frente de Casatroneves, que aguentou os ataques finais de Scott Dixon, para no final ficarem separados por menos de meio segundo.
As situações de bandeira amarela foram poucas, mas o mais relevante foi o que aconteceu na volta 43, quando Marco Andretti foi eliminado numa confusão que envolveu outros quatro pilotos: A.J Foyt IV, Dan Wheldon, Mario Dominguez e Justin Wilson. como estavam em situação de bandeiras amarelas, os estragos não foram muitos, e somente o netro de Mario Andretti é que acabou a prova por ali.


Os ex-CART estiveram melhor do que o habitual: Will Power e Oriol Serviá foram quarto e quinto classificados, graças à sua experiência em pistas convencionais. Em calro contraste, Danica Patrick foi apenas 12ª classificada, mostrando a sua mediocridade neste tipo de pista. Mas pior ficou a venezuelana Milka Duno: 23ª, a seis voltas do vencedor...


A próxima etapa da IRL será este sábado, no aeródromo de Edmonton, no Canadá, a segunda incursão que a Indy irá fazer fora dos Estados Unidos.

A capa do Autosport desta semana

Em dia de Formula 1, seria obvio que a capa do Autosport na semana que começa, será a vitória categórica de Lewis Hamilton no GP da Alemanha, a segunda vitória consecutiva do piloto inglês, e a quarta vitória do ano. Claro, título é um pouco contestável: "Super Hamilton". Se não gostarem, culpem o calor que se fez sentir hoje...




Num quadrado mais pequeno, aparece o terceiro lugar de Alvaro Parente na corrida de GP2, o unico que existe na primeira página do jornal. "Alvaro Parente no Pódio" é o título.



De resto... alguém tem os DVD's que eles promovem?

Conheçam outro piloto português: Armando Parente

Este fim de semana, conheci outro piloto português. Tem 19 anos, chama-se Armando Parente, e não é o irmão de Alvaro (o mais velho é do Porto e o meis novo é de Lisboa). Armando corre na alemã Formula ADAC Masters, mais uma categoria de promoção de jovens talentos, do qual de lá sairam nomes como Ralf Schumacher, Nico Rosberg, Sebastian Vettel, Timo Glock, Christian Klien e Adrian Sutil.


Para Parente, esta é a sua primeira temporada em monolugares, e as coisas até tem corrido bem. Esta fim de semana, por exemplo, correu-se mais uma jornada dupla, no circuito holandês de Assen, e Parente conseguiu uma pole-position e dois pódios: um segundo na primeira corrida, à chuva (que nunca tinha alguma vez disputado!), e um terceiro lugar.


Mas este terceiro posto de hoje soube-lhe a vitória: "Talvez tenha sido uma das melhores provas da minha carreira", assume. "Como nas primeiras voltas o ´safety-car´ esteve em pista, tive apenas sete voltas para tentar recuperar desde a sexta posição. Para o conseguir, tive de efectuar três ultrapassagens verdadeiramente no limite e em condições de aderência nada fáceis, uma vez que estava a correr com pneus de chuva e a pista tinha entretanto secado". referiu.


Depois deste duplo resultado, Armando Parente é agora o segundo classificado do campeonato, que só volta agora no fim de semana de 16 e 17 de Agosto, na pista alemã de Nurburgring.

GP Memória - Inglaterra 1968


O ano de 1968 estava a meio e já estava a ser muito traumático no Mundo e na Formula 1: por esta altura, Martin Luther King e Robert Kennedy já tinham sido assassinados, o Maio de 68 tinha acontecido em França e agitava a Europa e o Mundo, a Guerra do Vietname tinha vivido a sua fase crítica, com a Operação Tet (Ano Novo Vietnamita), e ainda faltavam os Jogos Olímpicos, na Cidade do México, e em Portugal, com a Guerra Colonial a decorrer, Salazar estava a poucas semanas de cair da cadeira…


Na Formula 1, também era um ano traumático. Em menos de três meses, Jim Clark, Mike Spence e Ludovico Scarfiotti tinham morrido em acidentes não relacionados com a Formula 1. Mas quinze dias antes, o francês Jo Schlesser perdia a vida a bordo do novo Honda RA302, e aí, os outros pilotos tinham assistido. E era ainda essa mágoa que ainda carpiam quando rumaram para Brands Hatch, palco nesse ano do GP de Inglaterra.


Na lista de inscritos aparecia um novo nome: o piloto local Robin Widdows, que corria num Cooper-BRM privado. Era a sua primeira aparição deste pilotos de 26 anos, filho de um herói da Batalha da Bretanha. Tirando isso, tudo estava na mesma: a Lotus tinha na sua equipa oficial os ingleses Graham Hill e Jackie Oliver, e o suíço Jo Siffert na equipa de Rob Walker. Na McLaren, o seu fundador - piloto, o neozelandês Bruce McLaren e o seu compatriota Dennis Hulme estavam inscritos, bem como a BRM, que tinha o mexicano Pedro Rodriguez e Richard Attwood, com um privado para Piers Courage.

A Cooper só alinhava com um carro, para Vic Elford, enquanto que a Honda voltava a um só carro, com John Surtees. Dan Gurney voltava com o seu Eagle, e a Ferrari alinhava Jackie Ickx e Chris Amon, enquanto que a Matra colocava Jackie Stewart e Jean-Pierre Beltoise. Finalmente, a Brabham, com Jochen Rindt e Jack Brabham, comemoravam algo único: “Black Jack” era o primeiro piloto a alcançar a barreira dos 100 Grandes Prémios, algo que nessa altura, só Graham Hill poderia alcançar e superar.



Mas o GP de Inglaterra mostraria a força dos apêndices aerodinâmicos. A Lotus colocava esses apêndices directamente sobre os eixos do motor, tentando que dessa maneira pudesse aumentar a aderência do carro, graças a essa carga aerodinâmica extra. Oliver, Hill e o privado Siffert tinham grandes asas nos seus Lotus 49, atingindo mais de um metro de altura!

Os treinos foram dominados pela Lotus: Hill foi o "poleman", seguido pelo seu companheiro Jackie Oliver. Siffert, no terceiro Lotus, partia na quarta posição, batido pelo Ferrari de Chris Amon.

O dia da corrida começou com chuva ligeira, pela terceira corrida consecutiva. No momento da partida, Oliver foi melhor do que Hill, e foi para a frente, com Siffert e Amon logo a seguir. Logo na quarta volta, o Lotus de Oliver começava a libertar fumo negro do motor, e foi ultrapassado por Hill na liderança. Mas surpreendentemente, Oliver continuava na corrida, sem que o problema de motor afectasse o seu desempenho...


Na volta 27, a suspensão de Hill cede e tem que desistir. Oliver volta à liderança, com Siffert e Amon lutando pelo segundo posto, e Jacky Ickx no quarto lugar, mas muito atrás deles. Os espectadores sabiam que mais cedo ou mais tarde, o segundo Lotus teria de ceder, e isso aconteceu na volta 44, com a correia de transmissão a ceder. Nessa altura, era a vez do suiço Jo Siffert passar pela liderança, em luta com Chris Amon. A batalha foi dura, mas o piloto conseguiu afastar-se gradualmente do Ferrari, ganhando distancia suficiente para poder levar o carro até ao fim.

Quando Siffert cortou a meta no primeiro lugar, tinha-se alcançado mais uma vitória histórica: Não só era a primeira vitória de um piloto vindo da pátria dos chocolates, dos relógios e da neutralidade, mas também era a primeira vitória de um piloto privado em seis anos. Seria também a última vitória da história da Formula 1 de Rob Walker, o homem que vinte anos antes tinha dado à Cooper e à Lotus as suas primeiras vitórias na Formula 1, através de Stirling Moss. Na altura, Walker estava contente com o feito, e disse: "Esta foi a vitória mais importante da minha vida". Pudera: poucas semanas antes, a sua sede tinha arido completamente num incêndio...



Fontes:

Santos, Francisco: "Grand Prix - A História da Formula 1", Ed. Público, Lisboa, 2003, Pgs.

http://www.grandprix.com/gpe/rr168.html

GP2 - Hockenheim (Corrida 2)

Antes da Formula 1 tivemos a Sprint Race da GP2, onde os oito primeiros de ontem tiveram a sua ordem trocada, que é para dar mais hipóteses de vitória a outros. Um pouco artificial, mas tem os seus resultados...

E esta manhã, tivemos mais um piloto a estrear na lista de vencedores este ano: o indiano Karun Chandook. O companheiro de Bruno Senna (que foi terceiro) na iSport International, beneficiou desse sistema para conseguir uma vitória inédita. Entre Chandook e Senna, ficou ensanduichado, no segundo posto, o austro-árabe Andreas Zuber.

Quanto a Alvaro Parente, em sexto partiu, em sexto ficou. Conseguiu mais um ponto para o campeonato, e com isto, ele é quinto classificado, com os mesmos pontos de Sebastien Buemi (que não pontuou este fim de semana) e de Chandook, mas tem mais dois pontos que Zuber. E está a apenas dois pontos do "cometa" Lucas di Grassi. Ou seja, a luta por esses lados anda ao rubro! E assim vai a GP2...

Formula 1 - Ronda 10, Hockenheim (Corrida)

Confesso que durante algum tempo, pensava que queela seria corrida para boi dormir. Mas a suspensão traseira direita de Timo Glock decidiu intervir nesta corrida, para baralhar a voltar a dar, e graças a isso, Nelson Piquet Jr. teve o seu primeifo pódio da carreira, no mesmo local onde 30 anos antes, o seu pai estreava na Formula 1. A tática de uma só paragem só resultou graças a aquele acidente, mas que resultado!


Claro, a grande figura deste fim de semana é Lewis Hamilton. Se dúvidas tinha acerca da sua figura, dissipei-as completamente após a sua segunda paragem, a 15 voltas do fim. Saindo do terceiro posto, em meia dúzia de voltas, ele "comeu" a diferença para os dois brasileiros da frente, o Ferrari de Felipe Massa e o Renault de Nelsinho Piquet. As diferanças chegaram a mais de um segundo por volta. Incrível!

Com isto, já não tenho dúvidas: Lewis Hamilton está na mó de cima, e está a se figurar como o claro favorito ao título mundial. E Kimi Raikonnen, Fernando Alonso e Robert Kubica parecem ter perdido o norte... especialmente o piloto da Renault. O espanhol pode ser o primeiro piloto, mas o "desgraçado rookie" já tem um pódio. As táticas dele podem ser muito boas nos treinos, mas na corrida, metem sempre água. Não quer sentar e repensar tudo?

Pelo meio daquilo tudo, achei cómico ver um motor demorar três voltas a rebentar... é claro que era numa situação de Safety-Car, e era o motor Renault do Red Bull do Mark Webber, mas acho que era algo entre o cómico e o trágico... enfim, pior, pior foi ver dois veteranos a colidirem: Rubens Barrichello e David Coulthard. Razão tem o Ron Groo em reclamar pela reforma do Coulthard. Mais uma situação cómica para mais tarde recordar...

sábado, 19 de julho de 2008

GP2 - Hockenheim (Corrida 1)

Romain Grosjean ganhou, Alvaro Parente foi ao pódio. Poderia ser assim o resumo da corrida desta tarde no circuito alemão de Hockenheim, mas há muita mais história para contar... porque o terceiro lugar do piloto português foi resultado de sorte, nervos de aço e perícia, numa pista que começava a molhar, e ele o conseguiu com pneus secos!

A corrida começou mal para Parente, que foi travado pelo austro-árabe Andreas Zuber, que o fez decair para o decimo posto no final da primeira volta. Mas cedo fez a obrigatória troca de pneus, e subiu dois lugares, ultrapassando o russo Vitaly Petrov e o italiano Luca Fillipi, chegando à zona de pontos e conseguinto uma teórica pole-position para a corrida de Domingo. Mas o português queria mais, e quando a chuva começou a cair, perto do fim... não foi à boxe, optando por arriscar tudo. E compensou.

Compensou tanto que a duas curvas do fim, o espanhol Javier Villa, que ia na sua frente, despistou-se, entregando "o ouro ao bandido" ao piloto português, um inesperado pódio ao piloto da Super Nova. Mas também o português teve que se haver com Bruno Senna, que também atacou o seu terceiro lugar, mas falhou algumas travagens (e ia com intermédios!) e teve que se contentar com o quarto lugar, conseguindo cinco pontos para a luta pelo campeonato.

O vencedor foi o francês Romain Grosjean, que aproveitou a chuva para atacar a liderança de Pantano, que tinha partido da "pole-position".

Formula 1 - Ronda 10, Hockenheim (Qualificação)

Era o esperado: depois daquela vitória em Silverstone, e das boas prestações nos treinos livres de ontem, onde foi sempre o mais rápido, Lewis Hamilton conseguiu à hora do almoço europeu, a sua nona "pole-position" na sua carreira, com o tempo de 1.15,666 segundos. Para completar a boa performance dos carros cinza de Woking, Heiki Kovalainen levou o segundo carro da equipa ao terceiro lugar da brelha, batido apenas pelo Ferrari de Felipe Massa (1.15.859).

A qualificação trouxe algumas surpresas, nomeadamente o quarto tempo de Jarno Trulli, no seu Toyota (a sede é perto, na cidade de Colónia), com 1.16.191, não muito longe de Kovalainen, e Fernando Alonso foi quinto, superando Kimi Raikonnen, que com o seu Ferrari, teve um desempenho algo apagado.

Depois, vem Robert Kubica, que com o seu tétimo tempo, não evitou a que o seu desempanho fosse classificado de modesto, mas ao menos correu na terceira e última parte, algo que o seu companheiro Nick Heidfeld não conseguiu, pois amanhã vai partir apenas do 12º posto.

Noutro contraste, estiveram os Red Bull. Mark Webber e David Coulthard conseguiram levar pela segunda vez esta temporada ambos os carros para a Q3, com Webber a levar a melhor, no oitavo posto. Entre os dois ficou o Toro Rosso de Sebastien Vettel, que como corre em casa, decidiu superar-se e conseguir o nono tempo da grelha.

Quem tiveram más qualificações foram os Williams, com Nico Rosberg em 13º, e Kazuki Nakajima em 16º, o Renault de Nelson Piquet Jr. que foi 15º qualificado, Rubens Barrichello, que só ficou à frente dos Force India de Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil, que monopolizam a última linha...

Amanhã é dia de corrida. Será que vai mesmo chover?

sexta-feira, 18 de julho de 2008

GP2 - Hockenheim (Qualificação)

Depois das desastrosas prestações das últimas corridas, Alvaro Parente e a Supernova tinham que fazer alguma coisa. E assim foi. Na qualficação desta tarde, o piloto português foi o sétimo colocado na grelha para a primeira corrida do fim de semana alemão, que se disputará amanhã. Quem partirá na frente será o italiano Giorgio Pantano.

A razão do seu sucesso foi simples: decidiu antecipar a sua saída com pneus novos, para impedir complicações que o assolaram nas duas últimas jornadas duplas, em Magny-Cours e Silverstone. Assim sendo, conseguiu o tempo sete décimos mais lento do que Pantano, que cravou a "pole-position" com o tempo de 1.21,660 segundos. Ao lado do piloto italiano vai largar o francês Romain Grosjean, com Sebastien Buemi e o brasileiro Lucas di Grassi na segunda fila. Bruno Senna é o sexto, imediatamente antes de Parente.

Formula 1 - Ronda 10, Hockenheim (Treinos)

No regresso da Formula 1 a Hockenheim, e numa altura onde há equilibrio absoluto, com três pilotos empatados no primeiro lugar, quem dominou os treinos livres de hoje foi... Lewis Hamilton. O piloto da McLaren conseguiu ser o melhor nos dois treinos livres de hoje, e no caso dos treinos da tarde, a diferença para o segundo classificado, o Ferrari de Felipe Massa, foi de... sete décimos de segundo!


Pode ser que seja o prenuncio de um dominio da casa de Woking no traçado alemão, pois entre muitas coisas, estamos na casa da Mercedes, e ela poderá querer vencer por aqui. Mas a qualificação de amanhã poderá confirmar (ou desmentir categoriacamente...) essa afirmação.


Depois dos McLaren (Kovalainen foi quarto) e Ferrari (raikonnen foi o terceiro), vieram o Red Bull de Mark Webber (continua na mesma, mesmo depois do anuncio de Vettel, ontem à tarde), que teve logo a seguir o Renault de Fernando Alonso, que está a fazer evoluir o carro, mas ainda não chega para incomodar a BMW, por exemplo. E falando da marca bávara, nos treinos livres de hoje, eles não se mostraram muito, pois Robert Kubica e Nick Heidfeld foram, respectivamente, oitavo e nono classificados.


Nelson Piquet Jr, foi apenas 15º, na mesma pista onde o seu pai estreou, há 30 anos atrás, e Sebastien Vettel, o novo recruta da Red Bull, levou o seu Toro Rosso ao 11º posto da tabela de tempos. Os Honda estiveram discretos, com Jenson Button em 13º e Rubens Barrichello em 14º, e os Force India estiveram nos lugares do costume, ou seja, na cauda do pelotão.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Mais "troca de cadeiras" na GP2

A dois dias do fim de semana alemão da GP2, houve mais troca de cadeiras no pelotão. A ART decidiu trocar de pilotos, substiuindo o italiano Luca Filippi pelo japonês Sakon Yamamoto. Só que o italiano não ficou muito tempo no desemprego, pois a Arden decidiu escolhê-lo para o lugar do holandês Yelmer Buurman, que não tinha mais do que um segundo lugar em Magny-Cours como unico resultado. Com isto, Filippi vai ser o novo companheiro de equipa de Sebastien Buemi.


Já agora, Yamamoto, ex-piloto da Super Aguri e da Spyker, é agora mais um piloto de testes da Renault, logo, a ideia de que Flavio Briatore anda a mexer os cordelinhos em termos de lugares na GP2 não é inocente...

Noticias: Sebastien Vettel confirmado na Red Bull para 2009

Era uma noticia esperada: 15 dias depois de David Coulthard ter anunciado a sua reforma da formula 1, A Red Bull aproveitou o GP alemão para anunciar que Sebastien Vettel, actual piloto da Toro Rosso, irá "dar o salto" para a equipa principal na época de 2009.




"Estamos muito contentes com este anúncio, e nada melhor do que fazê-lo no Grande Prémio da 'casa' de Vettel. Tendo em conta que ele já fazia parte da família Red Bull, escolhê-lo não foi uma decisão difícil, mas como devem calcular queríamos o melhor piloto possível para ter ao lado do Mark. E nesse aspecto, foi o que fizemos. Ele ainda está na sua curva de aprendizagem na F1, mas apenas com 21 anos e 17 Grandes Prémios já é claro para todos que tem muito valor, pelo que acreditamos piamente que juntamente com o Mark fará uma boa dupla para 2009.", referiu Christian Horner, responsável máximo da Red Bull Racing.


Sebastien Vettel fez recentemente 21 anos (n. a 3 de Julho de 1987), e tem até agora 17 corridas na sua carreira na Formula 1. Começou como piloto de testes na BMW, e estreou-se no GP dos Estados Unidos de 2007, substituindo o polaco Robert Kubica, acidentado no GP anterior. Depois foi para a Toro Rosso, substituindo o americano Scott Speed, onde ficou até agora, conseguindo até agora ao serviço da ex-Minardi 10 dos 11 pontos que tem na sua carreira.



O alemão mostra-se radiante com o anuncio: "Estou muito orgulhoso com esta passagem para a Red Bull, família onde estou desde 2000. Por isso, chegar à equipa principal é um sonho que se torna realidade. Quero agradecer a todos na Toro Rosso, pelo esforço que têm feito, e garantir que a partir de agora estarei ainda mais motivado em fazer o melhor possível pela equipa que me catapultou.", referiu o piloto alemão.