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quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Youtube Formula 1 Video: A logística da Formula 1, com Gunther Steiner

A Formula 1 tem 25 corridas espalhadas ao longo de um ano, e quem olha para o calendário, nota que a caravana da competição tenta chegar a lugares distantes num tempo incrivelmente curto. Parece que as coisas roçam o impossível, mas na realidade, é um baile bem coordenado, ao nível da transferência de exércitos inteiros de um continente para o outro.

E por estes dias, encontrei este video do The Athletic, onde o Gunther Steiner irá explicar como as coisas se passam e como isto é mais um ballet bem coordenado que outra coisa.   

sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

A Haas é para vender? Provavelmente, sim


A noticia do despedimento de Gunther Steiner da Haas foi chocante, para dizer o mínimo. A razão é simples: para além do ado inesperado da coisa, Steiner era uma personagem carismática, especialmente depois da sua passagem pela série "Drive to Survive", uma das séries de maior sucesso da Netflix. Contudo, menos de uma hora depois, as redes sociais estavam cheios de reações ao despedimento de Steiner, e 95 por cento das pessoas que reagiam, diziam o mesmo: que venda a equipa para a Andretti. 

Claro, Gene Haas reagiu afirmando que a equipa não está à venda, que não desistiu do projeto. Disse o seguinte à Formula1.com. “Não entrei na Fotmula 1 para vender. Fi-lo porque queria correr. Günther tinha a mesma opinião. Não estamos aqui para ganhar dinheiro, queremos correr e ser competitivos. Se olharmos para qualquer equipa, historicamente, têm tido muitos anos bons e muitos anos maus”. 

Na mesma entrevista, Haas desmentiu também a ideia de que não investe no projeto, embora admitisse que tinha de ser mais eficaz com os gastos. “Há a perceção de que gastamos muito menos dinheiro [do que os adversários]; normalmente, estamos a menos de 10 milhões de dólares do limite orçamental”, explicou o norte-americano. “Só acho que não fazemos um bom trabalho ao gastar esse dinheiro. Muitas equipas fizeram investimentos anteriores em infraestruturas, edifícios, equipamentos e pessoal. O nosso modelo consistia em subcontratar muitas dessas coisas. Gastamos muito dinheiro. Não ultrapassamos o limite máximo, mas estamos muito perto dele. Só não acho que estejamos a fazer um bom trabalho ao gastá-lo da forma mais eficaz”, concluiu.

Contudo, quando lês gente como Ben Anderson, no site the-race.com, mostra o estado atual da Formula 1: não querem aventureiros, não querem aventuras. Os tempos de 2010, quando houve 12 equipas na grelha, terminaram. E a Liberty Media, mesmo que tenha conseguido estancar a hemorragia dos orçamentos sem freio, deixaram o recado: nem mais, nem menos que 10 equipas, 20 lugares. A Andretti, se quiser entrar, a condição é esta: compre um lugar de uma das equipas presentes. E agora, o que o mundo da Liberty Media está a dizer a Michael Andretti é: fiquem com a Haas e ele, mais a sua parceira, a Cadillac, são bem-vindos.   


O espirito da Haas, quando surgiu em 2014, era este: Steiner foi ter com Gene Haas e afirmou ao que ia. Queria "estabelecer uma equipa de Formula 1 que não se baseasse em investimentos maciços em infraestrutura, mas sim em alianças e na compra de tudo o que era permitido pelas regras da altura. E foi o que aconteceu. Desde então, os regulamentos foram ajustados para impedir que a mesma coisa acontecesse novamente e hoje os carros da Haas são projetados pela própria equipa, reconhecidamente baseada no campus da Ferrari em Maranello. Eles não são funcionários da Ferrari, embora muitos já o tenham sido. Os carros são fabricados pela Dallara e estão equipados com motores e caixas de velocidades da Ferrari, além de certas peças de suspensão e outros mecanismos permitidos. Porém o monocoque e as superfícies aerodinâmicas são projetadas pela Haas, embora utilizando o túnel de vento da Ferrari. Mas ainda assim é uma forma econômica de competir."

Esta explicação não é minha, daí ter colocado entre aspas. Foi feita pelo Joe Saward no seu blog. Mas a ideia era seguir um pouco a então Toro Rosso, mas não na ideia de ser uma "equipa B" da Ferrari, porque agora, como já leram, a própria Formula 1 não deixa mais. 

Os resultados da Haas, embora sendo muito melhores que o trio de equipas que entraram em 2010 - Caterham, Hispania e Marussia - não conseguiram alguns resultados que desejariam, provavelmente, ter obtido. Apesar de uma pole-position e duas voltas mais rápidas, nunca subiram a um pódio e em 2021, conseguiram... nenhum ponto, com Serguei Sirotkin e Mick Schumacher aos comandos dos seus carros. A ideia dos críticos parece ter alguma razão: parece que Gene Haas, sempre discreto nos bastidores, tem andado algo forreta em termos de investimento, apenas esperando por receber a sua parte no bolo que a Liberty Media dá às equipas. E mesmo com Steiner a dar a cara, Michael Andretti tem mais mediatismo, por causa do seu palmarés no automobilismo, quer como piloto, quer como dono de equipa. 

E eles podem dar-se a esse luxo porque, uma década antes, a Formula 1, ainda com Bernie Ecclestone ao leme, esteve muito próxima de ter uma das grelhas mais pequenas da sua história, pois para além das três que foram embora, teve a Sauber no limiar da sobrevivência, a Renault a correr para salvar a "Lotus", e a Force India, a independente mais eficaz, a colocar em dúvida a sua continuidade por causa do aumento dos custos. Em suma, a Formula 1 estava perto de ser canibalizada.

Agora, as coisas estão salvas. O "cost cap", o controlo de custos, estabilizou os orçamentos, quase todos dão lucros - a Haas tem prejuízos, mas são da ordem dos 10 milhões de dólares por temporada - e a Formula 1, sob gerência da Liberty Media, ganhou um enorme mediatismo, logo, atraiu mais dinheiro e fãs para a competição... e americanizou-a, ao ponto de, de vez em quando, se ouvir que existe o interesse dos sauditas em adquiri-la, e por valores agora considerados "absurdos": 20 mil milhões de dólares. Para terem uma ideia, em 2017, a Liberty pagou oito mil milhões para tirar do controlo de Bernie Ecclestone.


E todo este luxo sobre como é que as equipas devem entrar na Formula 1 é tal que, eles comportam-se como se forem os donos da competição. Desprezar a FIA, que autorizou a entrada da Andretti em 2025, ao ponto de entrarem em conflito com Muhammed ben Sulayem, o seu presidente, é o seu sinal ao mundo afirmando que "querem, podem e mandam", não porque fizeram as regras para que tal acontecesse, mas porque aproveitaram as regras que existiam quando há 20 anos, se elaborou o "acordo dos cem anos", entre FOM e FIA (obrigado, Bernie e Max!). E agora, se a aposta de Las Vegas der muito certo - é a única corrida que a Liberty paga do seu bolso - então, os últimos laços com a FIA podem ser cortados e eles farão o que quiserem com ela. Até vender para os sauditas. E afirmar quantas equipas é que deixam correr.

E claro, nenhuma delas é dona no seu lugar. Nem Ferrari ou McLaren, as mais antigas do pelotão. 


Portanto, no final do dia, o conselho está dado: gostamos dos esforços, mas achamos que, se queremos uma equipa americana, Andretti soa melhor que Haas, e sem Steiner, venda a equipa por um bom preço. De preferência, antes do final da temporada. Os outros fazem isso e não dói muito. Afinal de contas, esta é a nova Formula 1.    

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Noticias: Remodelação profunda na Haas, Steiner demitido


A Haas anunciou nesta quarta-feira que irá fazer diversas alterações na sua estrutura, a mais importante na direção. O italiano Gunther Steiner foi demitido de forma imediata, sendo substituído pelo japonês Ayao Komatsu. Ele assumirá a responsabilidade pela estratégia global da equipa e, em última análise, pelo desempenho em pista, com o objetivo de maximizar o potencial da equipa através da capacitação dos funcionários e do processo estrutural e da eficiência.

Segundo conta o site f1.com, a saída foi decidida após discussões entre Steiner e o proprietário Gene Haas durante o inverno. Outro site, o therace.com, afirma que existiam tensões entre ambos. De um lado, Steiner estava frustrado com a forma como Gene Haas geria a sua própria equipa e aparentemente se terá tornado apático em relação à sua própria estrutura de Formula 1, recusando-se a investir nela significativamente além do que já tem feito. Do outro, Haas pedia mais resultados com a estrutura existente, e isso resultou nas tensões que se acumularam até à rutura que aconteceu agora.

Outra alteração que aconteceu por estes dias foi Simone Resta, diretor técnico da equipa, que saído após um desacordo sobre a filosofia a usar para o carro desta temporada.

Gostaria de começar por estender os meus agradecimentos a Guenther Steiner por todo o seu trabalho árduo ao longo da última década e desejo-lhe felicidades para o futuro”, começou por comentar Gene Haas no comunicado oficial. “Avançando como organização, ficou claro que precisamos melhorar nosso desempenho na pista. Ao nomear Ayao Komatsu como diretor de equipa, colocamos fundamentalmente a engenharia no centro de nossa gestão.”, concluiu

Envolvido no projeto Haas, sendo a sua face mais visível e, no fundo, o timoneiro, com Gene Haas sempre algo afastado, Gunther Steiner, atualmente com 58 anos, está envolvido com o automobilismo há mais de 35 anos, primeiro como mecânico na Mazda no WRC, depois passando pela Jolly Club e por fim, na Ford, com Colin McRae e Carlos Sainz Sr como pilotos, no ano 2000. 

Em 2001 passou para a Formula 1, na Jaguar, como manager, contratado por Niki Lauda, conseguindo reorganizar a equipa, Saiu em 2003, indo para a Opel, e a sua equipa no DTM, antes de regressar à Formula 1 quando a Jaguar foi comprada pela Red Bull, no final de 2004. Ali, tornou-se no diretor técnico da eqiuipa, ficando ali até 2008, altura em que se mudou para os Estados Unidos, trabalhando na área até conhecer Gene Haas, que lhe propôs em 2014 trabalhar no projeto de uma equipa de Formula 1 americana, entrando em cena em 2016.

Foi no seu tempo com a Haas F1 que se tornou conhecido pela sua faceta carismática, especialmente graças ao programa do Netflix "Drive to Survive", no qual em 2023 resultou na sua autobiografia, "Surviving to Drive: A year inside Formula 1".  

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Noticias: Steiner admite conversas com a Alfa Romeo


Com a Alfa Romeo a sair da Sauber em 2023, depois da compra desta pela Audi, para ter o seu controle total em 2016, a marca italiana quer saber onde irá nos próximos tempos. Com um patrocínio de 18 milhões de euros por temporada - algo do qual não se pode desprezar - a continuidade na Formula 1 está em cima da mesa, mas também a ida a outras categorias - uma das chances é ir para a Endurance, com um projeto na classe Hypercar. 

Segundo conta a publicação RacingNews365.com, ambos os lados deveriam ter começado a falar em Imola, mas com o cancelamento da corrida, conversaram no Mónaco.

Em Barcelona, nesta sexta-feira, Günther Steiner confirmou aos jornalistas a conversa que teve com Jean-Philippe Imparato, o diretor desportivo da Alfa Romeo, mas afirmou que foi tudo muito superficial:

“[Alfa Romeo está] a estudar o que vão fazer no futuro e penso que nos vieram ver, para ver como estamos, foi uma apresentação, nada mais. Nunca tinha conhecido o diretor executivo na minha vida e fomos apresentados, acho que foi no domingo – nem sequer me lembro do dia – obviamente, não há nada a esconder, apenas nos cumprimentámos e pronto. E não sei o que estão a planear para o futuro”.

Outro obstáculo que poderá estar no caminho destas negociações entre ambas as partes é o atual patrocinador, a Moneygram, que é o patrocinador principal e lhe deu o dinheiro para que a equipa pudesse estar mais desafogada em termos de orçamento, e a entrada da Alfa Romeo teria de encaixar ambos, porque tem ambos o mesmo estatuto, e não querem perder. 

Logo, no final, é esperar até ao final do mês para saber qual será o futuro automobilístico da Alfa Romeo. 

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

A imagem do dia


A alegria de toda uma boxe por algo inédito na sua história.

Esta equipa, recordo-vos, ainda não tem um pódio na sua história, e bateu um recorde com 47 anos: de mais tempo sem uma pole feita por uma equipa americana. A última ocasião foi no GP da Grã-Bretanha de 1975, quando Tom Pryce fez a pole a bordo de uma Shadow. E hoje tem algo que se calhar é inédito - mas deverá existir, tenho a certeza: eles detêm quer o primeiro... quer o último lugar da grelha, sem penalizações.

Para Kevin Magnussen, que a meio de Fevereiro deste ano estava a preparar-se para uma temporada na Endurance, a bordo de um Peugeot, ser chamado para ficar com o lugar de Nikita Mazepin por causa de uma guerra, foi uma bênção. uma segunda oportunidade numa equipa que já conhecia. E de uma certa maneira, até aproveitou bem, com um quinto posto na corrida de abertura, no Bahrein.

Hoje, a chuva deu um ar da sua graça, mas quem conhece aquilo que ele é capaz de fazer, não deveria estar surpreso. Aliás, pouco depois da pole, o Humberto Corradi me lembrou de um post meu no Twitter escrito em 2014 (!) onde afirmava ter visto algumas das suas performances debaixo de chuva na World Series by Renault, em 2012 e 2013, quando competia pelo título com o belga Stoffel Vandoorne e o português António Félix da Costa. Kevin acabou sendo campeão, mas os seus rivais deram cartas noutras categorias, como a Endurance e a Formula E.

E claro, esquecemos que Kevin esteve dois anos na McLaren, e logo na sua primeira corrida na Formula 1, em Melbourne, em 2014, conseguiu um segundo lugar. Foi pena que a sua carreira não tivesse cumprido as expectativas que muitos esperavam dele, especialmente na Renault e na Haas.

Mas neste seu regresso, fez o que tinha de fazer com um chassis daqueles, esperando por uma oportunidade. E numa corrida onde a chuva para colocar todos em pé de igualdade, foi otimista e marcou o tempo certo na hora certa. E o acidente de George Russell, logo a seguir, causando uma bandeira vermelha, ajudou ainda mais. 

Depois, foi o contar dos minutos. E nisso, as tribunas vibravam radiantes com a chance de ver algo inusitado. E ainda por cima, na equipa cujo chefe é Gunther Steiner, que um dia, as câmaras da Netflix o apanharam a dizer que "nós eramos um bando de idiotas" (a bunch of fu**ing wankers, no original).

Agora, passaram de idiotas a heróis. E - quase por coincidência pessoal - andava a ouvir na minha playlist a música "Heroes" do David Bowie, cantado pelo Dave Gahan, o vocalista dos Depeche Mode. Um dia, as luzes da ribalta estarão em cima de nós. 

Como heróis. "A bunch of fu**ing heroes, Gunther."

sábado, 24 de setembro de 2022

Formula 1: Steiner apoia dupla Magnussen-Hulkenberg


Os fãs iriam adorar Nico Hulkenberg se ele for para a Haas. Quem afirma isso é Guther Steiner, o diretor desportivo da equipa, quando perguntado sobre a chance do piloto alemão correr por lá em 2023. O italiano afirmou que Hulkenberg, a par de Mick Schumacher e Daniel Ricciardo, são candidatos a um lugar, o que para o alemão significaria um regresso à competição a tempo inteiro, desde 2019.

Um homem como Nico traz experiência. Penso que os fãs iriam adorar! Mas o que pode um piloto contribuir para tornar a equipa melhor e levar-nos ao topo? Quantos riscos estamos dispostos a correr? Normalmente corre-se mais riscos com um jovem piloto porque não se sabe até onde pode ir”, começou por afirmar o responsável da Haas, numa entrevista ao canal RTL.

Sobre a possibilidade do australiano Ricciardo tornar-se piloto da estrutura norte-americana, Steiner salientou que ele tem de decidir primeiro o que quer para o seu futuro, fazendo referência ao facto de Ricciardo poder parar durante um ano para tentar um regresso à competição em 2024. “Faz pouco sentido persuadi-lo a fazer alguma coisa. Tem de decidir por si próprio. Se lhe apetecer, vai definitivamente telefonar, senão provavelmente dirá que vai tirar uma licença sabática ou outra coisa qualquer”, concluiu.

Tê-lo ao lado de Kevin Magnussen até seria ótimo para a publicidade da equipa, pois ambos são veteranos, algo que Steiner bem precisa, depois de uma má temporada de 2021 com dois estreantes, na figura de Schumacher e do russo Nikita Mazepin. Na temporada de 2022, com Magnussen, conseguiram 34 pontos.

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Noticias: Steiner avisa os seus pilotos


Os violentos acidentes que os carros da Haas sofreram nas duas últimas corridas lançaram um alerta da parte de Gunther Steiner sobre a gestão financeira da equipa nesta época. Com duas corridas longe da fábrica, o diretor desportivo decidiu lembrar a Mick Schumacher e a Kevin Magnussen que agora, o mais importante é levar os carros até ao fim, evitando acidentes.

Os desafios são que se vai de um continente para outro, é uma longa viagem e a equipa está a trabalhar arduamente para conseguir fazer tudo isto”, disse Steiner antes do fim-de-semana no Azerbaijão, lembrando que a Formula 1 segue logo a seguir para o Canadá. 

É necessário ter uma boa equipa e trabalhar arduamente, mas é um desafio, uma vez que têm apenas alguns dias para se prepararem de novo e voltarem a correr para a próxima corrida. Se tivermos danos nos carros, torna-se mais difícil, por isso esperamos não ter qualquer problema em Baku”, disse ele.

A Haas F1 conseguiu pontuar nesta temporada, graças aos 15 pontos conquistados por Kevin Magnussen em três das quatro primeiras corridas, mas não marcam nada desde a corrida de Imola.

quinta-feira, 2 de junho de 2022

O sarcasmo de Gunther Steiner


A história do teto orçamental anda a dar a volta à cabeça de muita gente, especialmente na Red Bull, e na Mercedes, que já pedem para que se aumente um pouco para poderem fazer o campeonato por inteiro, alegam eles. No entanto, essas queixas foram recebidas por algum sarcasmo por diretores de equipas do meio do pelotão, especialmente Gunther Steiner, o patrão da Haas F1, que em 2021 foi a último classificado do pelotão e está mais do que habituado a contar o dinheiro no final da temporada.

Ouvindo as aflições das equipas do topo, avançou com uma forma de compensar as equipas com o aumento dos preços. Mas contou-o à sua maneira:

Não devemos agora alterar o limite orçamental e aumentá-lo, porque este limite é realmente bom para as corridas no meio do pelotão agora. E penso que se continuarmos com o limite máximo orçamental, e com estas regras, vai-nos aproximar ainda mais dos grandes. Quer dizer, todos temos de conseguir. Não tenho emprego se disser ao meu chefe que não consigo chegar ao fim da época, esse é o meu trabalho. Temos de o conseguir, porque se não se termina a época, no ano seguinte não se recebe dinheiro dos prémios.", começou por dizer.  

"Penso que há nove equipas que estão muito felizes com isso e se a Red Bull tiver de faltar às corridas, não recebem dinheiro no próximo ano e podemos dividi-lo. Com certeza que a Ferrari ficará feliz se não vierem às últimas quatro corridas! Penso que a minha solução é fazer trabalhar de uma forma ou de outra, e penso que a maioria dos chefes de equipa têm as mesmas instruções”, continuou.

Olhando para os custos de transporte, eu diria que este ano custa mais três milhões do que no ano passado. Aumentando o limite talvez três milhões para os custos de transporte, torna-se fácil de policiar porque tudo é feito pela FOM”, explicou ele. “Por isso não se pode dizer ‘Oh, gastei mais’ porque o FOM envia a conta. Tudo é muito transparente. E depois se no próximo ano, o custo do transporte descer novamente, é muito fácil de monitorizar e de controlar. Se voltar a baixar, esses três milhões voltam a desaparecer”, concluiu.

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Noticias: Haas anda otimista para este fim de semana


Todas as equipas já pontuaram, apesar de estarmos apenas na quinta prova do campeonato, e quase todos os pilotos já conseguiram uma posição entre os dez primeiros. Contudo, há excepções, e Mick Schumacher é um deles. Contudo, Gunther Steiner acredita que será uma questão de tempo até lá chegar, pois acredita que a razão tem a ver com a competitividade do segundo pelotão.

Quem falhar por pouco, está fora dos pontos neste momento porque o segundo pelotão está muito, muito próximo uns dos outros. Tivemos o Kevin [Magnussen] nos pontos em todas as corridas, exceto uma. Por isso penso que o Mick vai chegar lá, mas precisa de um fim de semana perfeito, caso contrário, este ano não termina nos pontos, porque a competição é tão intensa”, disse o diretor de equipa, no aquecimento para o GP de Miami.

Uma vez que conquiste os seus primeiros pontos, normalmente as coisas vão tornar-se mais fáceis porque ultrapassou um obstáculo. E isso vai motivá-lo a passar para coisas melhores”, concluiu.

E Kevin Magnussen, o seu companheiro e equipa, afirma que no geral, o carro está em condições para conseguir ficar dentro dos dez primeiros, quer para ele, quer para o alemão.

Seria ótimo ter um bom resultado aqui porque é a América e eu não sinto que tivemos esse grande resultado nos EUA ainda”, disse Magnussen antes do GP de Miami deste fim de semana. “Devemos isso a Gene [Haas] e aos fãs americanos, devemos a eles um bom resultado. Vamos tentar fazer isso neste fim de semana”, acrescentou.

A Haas tem 15 pontos, todos conquistados pelo piloto dinamarquês, e em termos de Construtores, são oitavos na classificação, apenas na frente de Aston Martin e Williams.

domingo, 17 de abril de 2022

Noticias: Steiner não tem pressa para substitutos


Nada se sabe ainda sobre o lugar onde a formula 1 correrá no lugar da Rússia. De inicio, falou-se em correr no Qatar, mas o calor de setembro poderá ser algo contraproducente, e agora, nestes últimos dias, surgiu a hipótese de haver uma jornada dupla em Singapura. Contudo, independentemente da decisão que a Formula 1 tenha de fazer, Gunther Steiner afirma que uma decisão dessas tem de ter cautela, por causa dos custos. 

Penso que depende do quanto uma nova corrida influencia o orçamento. Isso está nas mãos da Fórmula 1 e para garantir que não vamos a uma corrida só por ir a uma corrida, especialmente com os custos mais elevados de transporte”, começou por dizer.

Precisamos de ter a certeza, ou a Fórmula 1 tem de ter a certeza, de que vamos a um local e a quantia é adequada para não perdermos dinheiro se formos a mais este local. Vinte e duas corridas é um bom número de corridas, mas se conseguirmos 23 com a contribuição certa, tudo bem para nós”, concluiu o chefe de equipa da Haas F1.

A corrida, a aparecer, terá de acontecer a 25 de setembro, a data original do GP russo, cancelado em fevereiro devido ao conflito com a Ucrânia.

segunda-feira, 28 de março de 2022

Um acidente que custará caro


O acidente de Mick Schumacher na Arábia Saudita custará até um milhão de euros nos cofres da Haas F1. Quem conta isto é Gunther Steiner, depois do final de semana da corrida, onde o piloto alemão acabou por não alinhar, mas em contraste, Kevin Magnussen conseguiu mais dois pontos para a equipa nesta temporada. 

O italiano, diretor de equipa, disse que apesar de ter temido o pior, a avaliação demonstrou que afinal de contas, não houve partes vitais do chassis afetados, o que até é bom, dada a limitação orçamental que a equipa tem este ano. 

O chassis em si não parece estar partido”, disse ele, citado pela racefans.net. “A estrutura de impacto lateral está, mas pode ser trocada. Obviamente, precisamos de fazer uma verificação adequada do chassis, mas não parece muito estar muito mal, para ser honesto. O motor também, foi-me dito pela Ferrari, parece estar bem. A bateria também está bem. E depois tudo o resto está partido. Penso que o custo ainda é bastante elevado porque toda a suspensão desapareceu, exceto a dianteira esquerda”, continuou. 

O resto é pó de carbono. Não sei quanto poderemos gastar mas com estes carros, entre caixa de velocidades, toda a carroçaria, as condutas do radiador, o custo deverá estar entre meio milhão e um milhão, diria eu”, concluiu.

O chassis será recuperado na Austrália com as partes que deverão vir da sede, na Europa, e espera-se que Mick Schumacher regresse à luta em Melbourne, daqui a duas semanas. 

quinta-feira, 24 de março de 2022

Youtube Formula 1 Vídeo: A ascensão de Gunther Steiner

Gunther Steiner parece ser o diretor desportivo que todos adoram nesta altura do campeonato, graças ao Netflix e o seu "Drive to Survive". E agora que a Haas F1 conseguiu um quinto lugar logo na sua primeira corrida de 2022, depois de uma pré-temporada atribulada, o Josh Revell decidiu fazer um vídeo sobre a sua ascensão à Formula 1 e como é que o italiano - sim, ele é italiano! - chegou onde chegou. 

É mais pequeno que o habitual, mas aproveitem e tirem uns minutos para assisti-lo.

terça-feira, 15 de março de 2022

Apesar dos sarilhos, respira-se tranquilidade na Haas


Parece que todos os olhos do mundo da Formula 1 estão colocados na Haas F1. Última no campeonato de 2021, sem pontuar, e com uma pré-temporada agitada, primeiro pela retirada dos patrocinadores russos e o despedimento de Nikita Mazepin, e depois pelo carro totalmente branco e sem mais do que o investimento de Gene Haas, muitos acreditam que eles poderão estar em sarilhos. Mas quer Gene, quer Gunther Steiner, estão tranquilos sobre a situação financeira da equipa, que afirma ser "estável".

A equipa é financeiramente estável. Não temos de se preocupar com a equipa. Isso é o mais importante para mim”, começou por afirmar o diretor desportivo da equipa.

Falando sobre a saída de Mazepin, e reagindo às queixas do mau tratamento da parte do piloto russo, Steiner confirmou que o despedimento foi feito por escrito:

Só o fiz por escrito. Eu não falei com ele. É sempre mau quando se tem de fazer algo assim. As circunstâncias externas, que nem eu nem ele podemos mudar, são exatamente como elas são. É preciso viver com isso e seguir em frente. Vejo-o como parte da vida”, afirmou.

Tudo isto acontece ao mesmo tempo que Gene Haas afirmou que iria aumentar o investimento na equipa. Segundo conta o site racer.com, Haas está em conversação com novos patrocinadores  - não ficaria admirado se fossem da área das criptomoedas... - e o próprio Magnussen poderá trazer os seus próprios patrocinadores para a equipa. E também aproveitando a nova imagem da Formula 1 no mundo, esta se tornou ainda mais atraente, logo, ele está disposto a colocar mais dinheiro no seu projeto.  

E se o carro for bom em pista...

domingo, 20 de fevereiro de 2022

Noticias: Steiner queria corridas alternadas no calendário


Gunther Steiner, o patrão da Haas, falou sobre o calendário e tem algumas opiniões interessantes. Para ele, apesar de um calendário grande, com 23 corridas, acha que algumas delas têm de aparecer com as opiniões dos fãs tidas em conta. E acha que uma variação nos circuitos, de forma alternada, seria uma boa alternativa.

O calendário, 23 corridas, é muito, mas se existe procura por parte dos fãs, se eles nos querem ver, temos de o fazer. Penso que devemos dar aos fãs o que eles querem, para que se mantenham leais”, começou por afirmar.  “Este ano temos o regresso de algumas corridas, algumas corridas muito, muito emocionantes: a corrida noturna em Singapura, voltar à Austrália, que é sempre uma das minhas corridas favoritas, e depois uma nova corrida em Miami, nos Estados Unidos, que é muito emocionante”, continuou.

Steiner ainda falou dos circuitos novos que entraram à custa do cancelamento de outras por causa da pandemia, como Istambul, Mugello e Portimão, elogiando a Formula 1 por ter encontrado uma solução, e pensa que, se a competição fizesse uma alternância em alguns dos circuitos, traria maior variedade ao calendário.

Eu diria que nos últimos anos tivemos coisas boas. Tivemos circuitos, que não estavam no calendário há muitos anos e regressamos e alguns dos circuitos que eram novos, como Portugal há dois anos, mas agora mudando um pouco, penso que dá um novo estímulo em vez de ter um calendário fechado, todos os anos o mesmo. É mais do mesmo. O que a pandemia fez e o que surgiu para a contornar, penso que foi muito bom. E agora voltando a algumas destas corridas, que realmente gostamos, penso que é excitante”, concluiu.

Falta um mês para o começo do campeonato, no Bahrein.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Apresentações 2022 (1): o Haas VF-22


A Haas, equipa que ficou no último lugar no campeonato de Construtores, sem conquistar qualquer ponto, decidiu ser a primeira a abrir as hostilidades em termos de apresentação de monolugares, ao ser o primeiro a mostrar - virtualmente, diga-se de passagem - o seu chassis e as suas cores para a temporada de 2022. Com os carros totalmente novos - jantes de 18 polegadas, novas asas dianteiras e traseiras, regresso do efeito-solo - tudo isto no sentido de se tentar fazer corridas mais próximas e emocionantes entre os pilotos. 

A equipa manteve os seus pilotos de 2021, o russo Nikita Mazepin e o alemão Mick Schumacher.

Quanto ao VF-22, é o resultado do novo gabinete de design da Haas em Maranello, dirigido pelo diretor técnico Simone Resta. Apesar de, aparentemente, se poder ver o carro, alguns pormenores poderão ter ficado de fora, como por exemplo, o sistema de suspensão dianteira, que ali é um "push-rod", muito convencional (‘push rod’ é quando o braço da suspensão sai da parte de baixo da roda e é ligada na parte de cima do chassis), mas na realidade, poderão ter adotado um sistema de suspensão "pull-rod", o seu contrário.


Na apresentação, Gene Haas, fundador da Haas Automation e presidente da equipa, comentou: “É aquela época do ano em que se está naturalmente otimista que o trabalho árduo e o esforço de todos traduzir-se-á numa entrada competitiva em pista. Tomámos a decisão, já em 2020, de canalizar realmente o tempo e os recursos para o VF-22, renunciando a qualquer coisa relacionada com a pista em 2021 – o que não foi fácil de ver. Esperamos que essa decisão dê frutos e que voltemos a lutar por pontos e a tirar algo dos fins de semana”.

Gunther Steiner, o diretor desportivo da equipa, afirmou estar otimista no regresso da equipa à luta pelos pontos, e logo numa temporada em que todas as equipas vão estar num processo de aprendizagem com estes chassis novos.

É excitante estar no ponto em que sabemos que o VF-22 estará em pista dentro em breve”, começou por dizer o italiano após a apresentação digital do novo monolugar. “Todos sabemos do que a equipa é capaz, já provamos isso no passado e com este novo carro – nascido de um conjunto completamente novo de regulamentos e com a nossa nova equipa de design no local – estou confiante de que podemos mostrar mais uma vez que podemos competir nos fins de semana. Tem sido um esforço tremendo para todos os envolvidos e agora vem a parte divertida de levar o novo carro para o circuito e ligar todos os elementos. A última época foi longa, mas estou confiante de que em 2022 com o VF-22 estaremos no meio do pelotão”.


Simone Resta, diretor técnico da equipa, referiu sobre a complexidade do novo chassis, mas acredita no sucesso do projeto.

Este é provavelmente o projeto mais complexo que a Uralkali Haas F1 Team lidou até à data por muitas razões”, refletiu. “É um conjunto completamente novo de regulamentos e esta época trouxemos uma nova equipa para criar o VF-22. Nem todos são novos, mas um bom número de pessoas juntou-se à estrutura. Considero isto como um grande sucesso no processo. Ainda estamos no início do projeto e a atravessar uma época de transição de trabalho juntos num carro durante um ano inteiro, mas se olharmos para trás onde começámos, esta equipa já é um sucesso”. 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Noticias: Haas mostra o seu carro na sexta-feira


E subitamente, a Haas - a equipa pior classificada do pelotão de 2021 - decidiu esta quinta-feira que apresentará o seu carro de 2022... amanhã, pelas 11 da manhã. E claro, nessa apresentação, estará tudo: quer o novo chassis, quer a nova decoração. Mas isto será mais simbólico que outra coisa: o chassis só será mostrado na manhã do primeiro dia de testes, em Barcelona, a 23 de fevereiro.

Nikita Mazepin e Mick Schumacher serão os pilotos, com motor Ferrari e chassis feito na Dallara. E claro, espera-se que em 2022, as coisas corram muito melhor.

Falando no final do ano passado sobre o carro e os novos regulamentos, Gunther Steiner disse de sua justiça: “Se tivéssemos continuado com esses regulamentos, recuperar o atraso teria sido muito difícil”, começou por dizer à Autosport britânica. “Então, pelo menos, estamos começando em um campo de jogo quase nivelado. As grandes equipes sempre terão mais impulso, principalmente no início do teto orçamental, com os recursos que tinham antes. Mas estamos a nivelar tudo um pouco e, pelo menos, se você estiver um pouco direto desde o início, terá a chance de recuperar porque começamos juntos." continuou.

Mesmo se você fique para trás, você está apenas um pouco atrasado, e não um ano inteiro no desenvolvimento [do carro]. Acho que isso deve ser uma vantagem. Espero que possamos para a pista de forma decente. E então construir sobre essa base.”, concluiu.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Formula 1: Haas anuncia crash-test nos próximos dias


A Haas, que teve em 2021 a sua pior temporada da sua existência, acredita que o seu ano de sacrifício será compensado em 2022 com um chassis melhor. E por estes dias, Gunther Steiner anunciou que o carro da próxima temporada irá passar pelos seus primeiros "crash-tests", antes de ser completado em Itália, nas instalações da Dallara, e ser levado para Barcelona para os seus primeiros testes coletivos. 

Fizemos alguns testes de colisão preliminares, porque não se faz imediatamente ao chassis completo, faz-se em partes. Fizemos um bom desenvolvimento no nosso teste de colisão. Penso que é no final de dezembro, pouco antes do Natal, que o último teste de colisão está planeado. Estamos prontos para isso e, esperamos, passar. É esse o objetivo”, começou por afirmar.

O carro será montado antes, e este ano voltamos a montá-lo em Itália, como fizemos antes. Não o fizemos no ano passado porque era um carro existente. Foi o carro de 2020, que acabamos por reconstruir e mudar algumas peças. Mas vamos enviá-lo novamente para Itália, porque todos com funções técnicas estão lá e muitas das peças são feitas pela Dallara, por isso é melhor estarmos nas suas instalações quando montarmos o primeiro carro e depois, de lá, levamo-lo para Espanha”, concluiu.

A dupla para 2022 será a mesma, constituída pelo russo Nikita Mazepin e pelo alemão Mick Schumacher

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

Noticias: Steiner não garante dois estreantes na Haas


Com a Haas já ter afirmando que Kevin Magnussen e Romain Grosjean não ficariam na equipa em 2021, mas sem ainda anunciarem os seus pilotos, Gunther Steiner afirmou sobre a possibilidade de terem dois estreantes tem as suas vantagens e desvantagens. Com as noticias a falarem que o russo Nikita Mazepin e o alemão Mick Schumacher poderão ser os favoritos ao lugar, o dirigente da equipa americana veio colocar um pouco água na fervura nesse campo.

Steiner, em entrevista ao f1.com, afirmou que “não sabemos se vamos ter dois estreantes, mas posso dizer que já falamos sobre isso. Claro que existem riscos, pois nenhum tem experiência de olhar para os dados, precisando assim de andar a descobrir o que se passa. Isso pode correr mal. Mas, em termos de prós, podemos encaminhá-los na direção que queremos e assim também crescem com a equipa.

Também nas contas da Haas parece estar Nico Hulkenberg, que ficou sem lugar na Racing Point no final de 2019 e andou em três provas de 2020 em substituição dos seus pilotos, que ficaram doentes com o CoVid-19. Ao canal de televisão Sport1, Steiner afirmou: “Falei com ele, mas ele também disse que não havia necessidade de muitas conversações. Nós sabemos das capacidades dele e eu já sei o que ele quer”, concluiu.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Noticias: Haas está interessado em Kubica

Se Robert Kubica anunciou na semana que passou que abandonará a Williams, a noticia da sua disponibilidade colocou em alerta algumas equipas. A Haas revelou interesse em contratar o piloto polaco para o papel de piloto de testes e de simulador, ao lado de Romain Grosjean e Kevin Magnussen. Apesar da idade e de não ter tido um grande ano na equipa de Grove, o seu conhecimento e experiência são apreciados no pelotão da Formula 1. 

Gunther Steiner confirmou o interesse no ainda piloto da Williams:

Tudo é possível e estamos em conversações com ele”, começou por explicar Steiner. “Eu falo com muita gente e tento melhorar as coisas. Mas ainda não sei [se isso vai acontecer]. Ainda tenho de falar com o Robert, se ele quiser fazê-lo, agora que decidiu deixar a Williams, mas não conheço os seus planos. Ele tem muita experiência e é conhecido por ser um dos melhores pilotos de teste e simulador do mundo. Nunca trabalhei com ele, mas tenho muitas pessoas que trabalharam com ele e todos o respeitam muito. Acho que ele não pode fazer um trabalho a tempo inteiro ou não quer. Mas ele é um bom ponto de referência”, continuou.

E Steiner não é o único. Também se fala que a Racing Point deseja também os seus serviços, no mesmo tipo de função, para piloto de testes e de simulador.

sábado, 6 de abril de 2019

Youtube Formula 1 Podcasting: Gunther Steiner, Para Além da Grelha


Gunther Steiner é o diretor desportivo da Haas desde a sua fundação, em 2016. Durante este tempo todo, a equipa estabeleceu-se no meio do pelotão, com corridas consistentes, quando tudo corre bem, e abandonos mediáticos, quando tudo corre mal. Especialmente quando no GP da Austrália de 2018, os seus abandonos escusáveis viraram matéria na série da Netflix sobre essa temporada da Formula 1.

A gravação aconteceu esta semana, e ao longo de quase 50 minutos, podemos ouvir as impressões de Steiner sobe a sua equipa e a Formula 1 em geral.