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quarta-feira, 30 de julho de 2025

Noticias: Vasseur continua na Ferrari


O francês Frederic Vasseur, o diretor desportivo da Ferrari, continuará para a próxima temporada. De acordo com algumas informações vindas de Itália, o francês deverá prolongar a sua ligação à Ferrari para lá do final de 2025, num entendimento que estará já alinhavado entre as partes e que aguardará apenas pela assinatura formal.

Apesar de resultados abaixo das expectativas em 2025, e do surgimento no mercado de Christian Horner, agora despedido da Red Bull, Maranello - ou seja, os seus diretores, Benedetto Vigna e John Elkann - decidiu manter a confiança em Vasseur. Contudo, o novo contrato, plurianual, fala-se da inclusão de cláusulas específicas associadas ao rendimento da equipa a partir da temporada de 2026. Com a entrada em vigor do novo regulamento técnico de motores e chassis, o próximo ciclo técnico representará um marco determinante, sendo o francês responsável pela criação da estrutura técnica encarregue de desenhar e executar o novo projeto.

Resta saber até que ponto os novos regulamentos serão favoráveis à equipa de Maranello. Os rumores sobre essa temporada referem que a Ferrari poderá estar algo atrasada em relação aos lubrificantes, que serão o fator decisivo na performance dos motores e poderão prejudicar as aspirações de Charles Leclerc e Lewis Hamilton. 

A formula 1 prossegue neste final de semana no Hungaroring.

terça-feira, 27 de maio de 2025

Noticias: Vasseur admire um inicio da temporada abaixo das expectativas


Os resultados da Ferrari na parte inicial desta temporada estão abaixo das expectativas. Apenas dois pódios e uma vitória na corrida "Sprint" da China por parte de Lewis Hamilton, e nenhum dos seus pilotos perto dos lugares de comando, preenchidos pelos pilotos da McLaren e pelo Red Bull de Max Verstappen, não são um bom cartão de visita, apesar de Fred Vasseur elogiar o desempenho de Charles Leclerc no Mónaco, onde ficou em segundo, atrás do vencedor, Lando Norris.

Contudo, Vasseur reconhece que a equipa precisa de ser honesta sobre as suas falhas e trabalhar para melhorar.

“É verdade que, depois de Imola, o nível de expectativa não era muito elevado, porque estávamos a ter dificuldades [desde] Miami, provavelmente”, começou por explicar Vasseur. “Em Miami e Imola, estávamos a ter muitas dificuldades nas curvas de baixa velocidade, e estávamos a ter dificuldades na ‘quali’. E as curvas de baixa velocidade em ‘quali’ são fundamentais no Mónaco. Isso significa que o nível de expectativa não era muito elevado quando chegámos a Monte Carlo.", continuou.

"Mas também é verdade que depois das boas prestações no TL1, TL2, TL3 e Q1, o nível de expectativa era um pouco diferente – para melhor – e ficámos um pouco frustrados [sábado] à noite com o P2. Acho que, honestamente, fizemos o nosso trabalho. Era difícil esperar muito mais a partir de P2, exceto se algo acontecesse na frente, mas não podemos pedir muito mais ao Charles e à equipa.”


Analisando o primeiro terço da época da sua equipa, Vasseur voltou a ser honesto: 

“Penso que não fizemos uma primeira parte da época muito forte… Tivemos um desempenho inferior às expectativas, isto é muito claro e temos de ser honestos connosco próprios.”

Contudo, Vasseur elogiou o desempenho de Hamilton no Mónaco, onde foi um dos poucos pilotos que conseguiu recuperar posições entre os dez primeiros. Ele saltou de sétimo para quinto graças à ultrapassagem de Isack Hadjar e Fernando Alonso nas primeiras paragens nas boxes, mas ficou muito atrás para poder desafiar Max Verstappen pelo quarto lugar.

”Ele perdeu quase 10 segundos a mais do que os outros quando se juntou ao grupo de carros que foram ultrapassados”, começou por explicar. “Não me lembro quem estava nesse grupo, mas foi um momento difícil para ele. Eles sabiam que os tipos [da frente] estavam a afastar-se e o Lewis ficou sozinho. E em comparação com Verstappen, que estava à frente nesta fase, perdemos algo como 10 segundos nesta sequência.”, concluiu.


A Formula 1 continua neste final de semana em Barcelona.

quinta-feira, 6 de março de 2025

Noticias: Vasseur reconhece uma temporada equilibrada


Com uma temporada de 2025 a avizinhar-se bem equilibrada, Frédéric Vasseur, diretor desportivo da Ferrari, está confiante de que tanto Lewis Hamilton como Charles Leclerc vencerão corridas este ano, mas admite que os títulos serão mais difíceis que em 2024.

Numa entrevista concedida esta semana à Gazetta dello Sport, o francês confia nos seus pilotos, mas avisa que o título poderá envolver mais fatores, para além do puro talento. Aliás, o francês sublinha que haverá quatro equipas capazes de vencer corridas – McLaren, Ferrari, Red Bull e Mercedes – na época que se avizinha, sendo preponderante a forma como cada uma delas evoluirá os respetivos carros ao longo do ano.

”São ambos capazes de vencer Grandes Prémios e lutar pelo Mundial. Queremos impor-nos com ambos e espero que ambos ganhem corridas este ano. Para o campeonato, teremos de esperar pela segunda parte da temporada para perceber onde estaremos para lutar”, apontou o chefe de equipa da Scuderia na entrevista. 

"Talvez tenhamos pela frente a temporada mais emocionante dos últimos trinta anos porque há quatro equipas que terminaram o ano passado muito próximas e que agora querem vencer. Para nós, será fundamental desenvolver bem o carro e trabalhar com os pilotos para estarmos prontos. O resto veremos na pista”, concluiu.

A Ferrari terminou a temporada passada como a que mais pontos somou depois do Verão, lutando pelo título até ao final com a McLaren, o que coloca entre as favoritas para 2025. A Formula 1 começa entre os dias 13 e 15 de março em Melbourne, na Austrália.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

As imagens do dia




Se ontem, em Londres, foram mostradas pinturas, em Fiorano estava o carro que interessava ver: o SF-25. E esta manhã, com milhares de "tiffosi" a caminho da pista e gente alinhada ao longo do circuito ao ponto de laçarem foguetes para o ar e os bombeiros terem de cortar árvores porque... obstruíam a pista, Charles Leclerc deu os primeiros quilómetros da bólido desta temporada, que, prometem, ser 99 por cento diferente do anterior. A grande novidade, segundo eles, é que apresenta um novo "layout" na suspensão dianteira, passando a ser "pull-rod".

Euforia, como podem ver. 

E claro, tem todas as razões para acreditarem nisso. Afinal de contas, trouxeram Lewis Hamilton, a sua presença foi festejada, e acham que este é o ano. Num tempo como este, onde os carros tem performances semelhantes, esperam que eles tenham a diferença e deem a Maranello, um ou ambos os títulos que lhes escapam desde 2008, quando conseguiram o campeonato de Construtores. 

Claro, faltam os testes decisivos. Não falo dos testes coletivos do Bahrein, porque mesmo ali se escondem as cartas para as corridas, mas é no primeiro Grande Prémio propriamente dit, que só será em Melbourne, daqui a pouco mais de duas semanas. 

Mas, escondendo os ases ou não, regresso a ontem à noite para falar daquilo que ambicionam. E o Fred Vasseur disse isso mesmo: ambos os títulos.

"O lançamento deste novo carro é um momento muito emocionante e de orgulho para todos na equipa. Foram meses de trabalho árduo neste SF-25 graças aos esforços dedicados de todos os membros da equipa em Maranello e estamos entusiasmados por ver o fruto do nosso trabalho ganhar forma e preparar-se para entrar em pista.", começou por afirmar, ontem à noite, em Londres.

"Na época passada, lutámos pelo título de Construtores até à última curva e agora estamos determinados a continuar assim, partindo dessa base sólida com o objetivo de ganhar os dois títulos. Temos um novo alinhamento de pilotos com o Lewis a juntar-se ao Charles e sentimo-nos prontos, enquanto equipa, para dar o passo extra, necessário para sermos os melhores.", continuou.

"Estamos conscientes dos desafios que nos esperam, mas estamos prontos para dar o nosso melhor, para sermos competitivos ao mais alto nível, sabendo que também podemos contar com o apoio e o entusiasmo dos nossos fãs, que sempre nos inspiram. Agora é altura de nos concentrarmos no trabalho que temos em mãos e deixar que a pista fale por nós. Mal posso esperar pelo início da época”, concluiu.

Agora, resta contar os dias. Mas todos andam eufóricos em Maranello, isso é verdade.

quinta-feira, 17 de outubro de 2024

Noticias: Vasseur acredita no título de Construtores


No regresso da Formula 1, depois de um mês de ausência, a Ferrari espera que a subida de forma que mostrou a partir do GP de Itália continua a se mostrar, e ajude na luta pelo título de Construtores, contra a McLaren e a Red Bull. Em Austin, a Scuderia de Maranello apresentará um novo pacote técnico, e o seu diretor técnico, o francês Fred Vasseur, espera que seja um passo em frente e permita aos seis pilotos, o monegasco Charles Leclerc e o espanhol Carlos Sainz Jr, lutar pelos lugares do pódio em todas as corridas até ao final da temporada.

O francês sublinha que a equipa está preparada para se bater com a McLaren e a Red Bull. 

"O Charles e o Carlos prepararam-se bem e a equipa está animada e, como sempre, vamos concentrar-nos em nós para trazer para casa os melhores resultados possíveis. Temos que dar tudo de nós, porque as diferenças do pelotão são muito pequenas e tudo está ainda em aberto na classificação", afirmou.

Quando faltam seis provas para o final da temporada, a Ferrari encontra-se neste momento no terceiro posto do Campeonato de Construtores, a trinta e quatro pontos da Red Bull, a segunda classificada, e a setenta e cinco da McLaren, a líder da classificação.

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Noticias: Vasseur será o diretor desportivo da Ferrari


O francês Frederic Vasseur será o diretor desportivo da Ferrari, em substituição de Mattia Binotto. O anuncio foi feito nesta quarta-feira, depois de Ferrari e Sauber terem chegado a acordo para a sua contratação. Ele começará a trabalhar na equipa a partir do dia 9 de janeiro. 

Vasseur chega à Scuderia depois de sete anos na equipa de Hinwill, que na altura estava no fundo da tabela. Através de um trabalho implacável, da crença no potencial da equipa e na gestão astuta, as coisas melhoraram sob a sua batuta, chegando ao seu auge em 2022, quando ela conquistou seu melhor resultado na classificação dos construtores de Fórmula 1 numa década, sendo sexto classificado, com Valtteri Bottas e Guanyou Zhou ao volante. Para além disso, no final da temporada, fechou um acordo com a Audi, onde esta ficará com as rédeas da equipa a partir de 2026.

“Estou verdadeiramente encantado e honrado por assumir a liderança da Scuderia Ferrari como Chefe de Equipa. Como alguém que sempre teve uma enorme paixão pelo desporto automóvel, a Ferrari sempre representou para mim o auge do mundo das corridas. Estou ansioso por trabalhar com a talentosa e verdadeiramente apaixonada equipa em Maranello para honrar a história e herança da Scuderia e entregar para o nosso Tifosi em todo o mundo”, disse Vasseur, no comunicado oficial da marca.

Do lado da Ferrari, o seu CEO, Benedetto Vigna, diz: “Temos o prazer de acolher Fred Vasseur na Ferrari como nosso Diretor de Equipa. Ao longo da sua carreira, ele tem combinado com sucesso os seus pontos fortes técnicos como engenheiro formado com uma capacidade consistente de fazer sobressair o melhor dos seus pilotos e equipas. Esta abordagem e a sua liderança são o que precisamos para impulsionar a Ferrari”.

A Scuderia, que em 2023 terá o monegasco Charles Leclerc e o espanhol Carlos Sainz Jr. como pilotos, não conquista campeonatos desde 2007. 

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Rumor do Dia: Binotto sai da Ferrari, Vasseur no seu lugar


A imprensa italiana fala nesta terça-feira que Mattia Binotto está de saída da Ferrari, sendo substituído por Frederic Vasseur, que neste momento é o diretor desportivo da Sauber Alfa Romeo. Apesar de Maranello já ter negado os rumores de saída, poucos acreditam nisso.

”Em relação à especulação em certos meios de comunicação sobre a posição de chefe de equipa da Scuderia Ferrari, Mattia Binotto, a Ferrari afirma que estes rumores não têm fundamento”, pode-se ler no comunicado lançado pela formação de Maranello, nesta terça-feira.

Binotto não esteve em Interlagos, mas oficialmente, a Scuderia afirma que ele está empenhado no desenvolvimento do projecto de 2023. A troca seria oficializada em janeiro, numa altura em que na Sauber, esta foi comprada pela Audi e eles entrarão a tempo inteiro em 2026.

O curriculo de Vasseur, atualmente com 54 anos, é basto. Começou a sua carreira como diretor nas categorias de base, chegando na GP2 em 2004, onde foi comandar a ART e foi campeão, primeiro com Nico Rosberg, em 2005, e depois com Lewis Hamilton, em 2006.

Em 2016, foi para a Formula 1, ao serviço da Renault, mas deixou a equipa algum tempo depois, após desentendimentos com Cyril Abiteboul acerca do que a equipa precisava para lutar por vitórias. Seguiu para a Sauber, onde primeiro colocou ordem na casa, e depois trouxe a Alfa Romeo para uma parceria que a colocou no meio do pelotão. Depois, ajudou a fazer o negócio com a Audi para que este ficasse com a equipa a partir de 2026. 

Quanto a Binotto, que é um funcionário de longo curso na Scuderia - era o diretor tecnológico da marca, ajudando no desenvolvimento dos motores antes de ficar com o lugar em 2019 - ao longo da sua passagem pela Ferrari, ficou marcada por algumas más decisões, especialmente com alguns erros da parte de Charles Leclerc. Para além disso, a polémica dos motores no final de 2020, com um acordo secreto com a FIA, do qual nunca foi divulgado o seu conteúdo, apesar dos apelos da Mercedes e Red Bull.

A Ferrari não ganha campeonatos de pilotos desde 2007, e desde então assistiu aos domínios da Red Bull e da Mercedes. 

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Sauber: Giovinazzi no lugar de Ericsson em 2019

O italiano Antonio Giovinazzi vai ser piloto da Sauber em 2019, substituindo o sueco Marcus Ericsson. O anuncio foi feito esta terça-feira, nas vésperas do GP da Rússia. O piloto italiano - que vai alinhar ao lado do veterano Kimi Raikkonen, regressa à Sauber depois de uma primeira passagem nas duas primeiras corridas de 2017, em substituição de Pascal Wehrlein, que se tinha lesionado na Corrida dos Campeões desse ano, nos Estados Unidos.

Quanto a Ericsson, tem a hipótese de continuar na equipa como terceiro piloto, mas poderá tentar a sua sorte na Williams, para continuar a pilotar na Formula 1.

“Estou muito feliz por me juntar à Alfa Romeo Sauber F1 Team. Este é um sonho que se tornou realidade e é um grande prazer ter a oportunidade de correr para esta equipa. Como italiano, sinto-me grandemente honrado por representar uma marca tão icónica e tão bem-sucedida como a Alfa Romeo nesta disciplina. Gostaria de agradecer à Scuderia Ferrari e à equipa Alfa Romeo Sauber F1 por me darem esta grande oportunidade. Estou muito motivado e mal posso esperar para começar a trabalhar, com vista a alcançarmos juntos grandes resultados”, referiu no comunicado o piloto italiano de 24 anos.

Frédéric Vassseur, o diretor desportivo da marca, destacou sobre a dupla de pilotos para 2019 que está satisfeito com o equilibrio entre experiência e juventude. 

“Estamos muito satisfeitos em revelar o conjunto completo de pilotos para a temporada de 2019. Primeiro assinámos com Kimi Räikkönen, um piloto extremamente experiente, que contribuirá para o desenvolvimento do nosso carro e acelerará o progresso da equipa como um todo. Juntamente com a Alfa Romeo, temos o prazer de dar as boas-vindas a Antonio Giovinazzi, que ocupará o lugar de Charles Leclerc. Já tivemos a oportunidade de trabalhar com ele no passado e ele provou ter um grande potencial. Estamos muito determinados e motivados. A nossa meta é continuar a progredir e a lutar juntos por resultados que façam a diferença”, comentou.

Nascido a 14 de dezembro de 1993, em Marina Franca, Giovinazzi destacou-se nas fórmulas de acesso à Fórmula 1, tendo sido vice-campeão da GP2 em 2016, perdendo a luta pelo título com o francês Pierre Gasly, que vai ser piloto da Red Bull em 2019. Este ano esteve nas 24 Horas de Le Mans, num Ferrari 458 da AF Corse na categoria GTE Pro, ao lado do finlandês Toni Vilander e do brasileiro Pipo Derani, acabando no quinto posto da categoria.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Noticias: Vasseur acolheria Kimi na Sauber

Frederic Vasseur, o patrão da Sauber, está aberto a acolher Kimi Raikkonen na Sauber em 2019. Com rumores insistentes sobre uma eventual troca com o monegasco Charles Leclerc, o dirigente francês não se importa de o ter na equipa onde começou a correr na Formula 1, em 2001.

Vasseur disse que a equipa pode lidar perfeitamente com Raikkonen.

"É um problema para os ricos?" ele perguntou. "Eu não me importo, quero ter os melhores pilotos nos meus carros, isso é o mais importante para a equipa, e nenhum sacrifício com desempenho. É muito melhor ter um campeão mundial do que alguém que não ganhou nada", continuou.

Ele acrescentou: "Estou apenas focado no desempenho. O mais importante para mim é ter a melhor formação para o próximo ano e o futuro. Essa é a minha única preocupação".

Contudo, apesar os elogios a Raikkonen, ele acha que António Giovanazzi, piloto de testes da Ferrari e que esteve na equipa em duas provas de 2017, em substituição de Pascal Wehrlein, é o melhor candidato ao lugar.

"É uma sensação boa que Antonio se queira envolver e podemos nos orgulhar, e ele estará na lista com certeza. Vamos fazer juntos alguns treinos livres e é provavelmente a melhor maneira de eu o conhecer e entendermo-nos um ao outro. Fizemos o mesmo no ano passado com o Charles [Leclerc] e foi um bom primeiro passo na colaboração."

Graças à colaboração com a Alfa Romeo, e um sexto posto de Leclerc em Baku, a Sauber já conseguiu este ano 16 pontos, estando no nono posto no campeonato de Construtores.

domingo, 10 de setembro de 2017

Vasseur quer contratar para a Sauber

Frederic Vasseur, o novo diretor desportivo da Sauber, está já a trabalhar para 2018, mas veio esta semana dizer que tem... poucos membros para fazer desenvolver o conjunto chassis-motor para a próxima temporada, afirmando que precisa de mais cem membros dos atuais 320 que têm na sua sede, em Hinwill, na Suíça.

Numa entrevista à Autosport britânica, Vasseur disse que irá também ter motores Ferrari de última geração nos seus chassis. 

"O número de pessoas é muito pequeno. Tem de crescer em todos os departamentos, principalmente o aerodinâmico. Temos de chegar às 400 pessoas, mais ou menos. Quando cheguei à Renault o ano passado, éramos 470 e saí com 600. Mas não pode ser só trazer pessoas, tens de encontrar as pessoas certas, não pode ser só trazer pessoas para fazer número, isto seria desastroso, porque vais aumentar o orçamento para nada”, explicou.

Os reforços que Vasseur deseja estão particularmente concentrados na aerodinâmica. Contudo, arranjar novos membros para uma equipa que está na Suíça é mais complicado do que as equipas que estão sediados na Grã-Bretanha, mas ele afirma que também há vantagens nisso.

"Há vantagens e desvantagens [de ter uma sede na Suíça]", disse. "Quando você está no Reino Unido, é fácil passar de uma equipa para outra. Por outro lado, em todas as áreas, teremos algumas pessoas vindas da Alemanha, procurando uma posição", continuou.

"Eu mudei-me para a Suíça e eu realmente apreciei a mudança", concluiu.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Noticias: Sauber e Honda cancelam acordo

A Sauber anunciou esta tarde em Budapeste que o acordo de motores com a Honda, que deveria começar em 2018, fica sem efeito. O cancelamento acontece alguns meses depois de terem assinado o acordo, negociado entre a marca japonesa e a anterior diretora da marca suíça, Monisha Kalterborn. Contudo, com a sua saída, no inicio de junho, devido a divergências com os novos proprietários (um fundo suíço), e a entrada de Frederic Vasseur, ex-Renault, ambas as partes admitiram que tinham "ideias diferentes" na direção a seguir, logo, decidiram que o melhor seria o cancelamento.

"Tinhamos construído um bom relacionamento com a Sauber e esperavamos ansiosamente para entrar na temporada de 2018", começou por dizer Masahi Yamamoto, o diretor desportivo da Honda. "No entanto, durante as discussões após as mudanças de gestão na equipa, chegamos a um acordo mútuo para cancelar o projeto devido às diferenças nas orientações futuras de ambas as partes. Agradecemos a Sauber por sua cooperação e desejamos o melhor para o futuro", concluiu.

Já o diretor desportivo da Sauber, Frderic Vasseur, lamenta o final da colaboração com a marca japonesa. "É muito lamentável que tenhamos que interromper a colaboração planeada com a Honda", começou por dizer. "No entanto, esta decisão foi tomada por razões estratégicas e com a melhor intenção no futuro que a Sauber F1 Team tem em mente. Agradecemos a Honda por sua colaboração e desejamos o melhor para o futuro na Fórmula 1", concluiu.

Desconhece-se agora o que vai acontecer em termos de motores, se a Sauber consegue recuperar o acordo que tinha com a Ferrari, ou tenta a sua sorte com Renault ou Mercedes. Já no campo da Honda, as especulações sobre a sua continuidade com a McLaren por mais uma temporada estão a ser colocadas em dúvida devido às más prestações desse motor em pista.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Vasseur quer saber o acordo da Honda

O francês Frederic Vasseur, antigo responsável da Renault, é o novo diretor desportivo da Sauber, e ele deseja saber que tipo de acordo é que a marca assinou com a Honda, do qual se fala que poderá ser anulado pela marca japonesa, em retaliação da saída de Monisha Kalterborn da equipa de Hinwill. Falando para o jornal francês L'Équipe", Vasseur afirmou que esse acordo será a sua prioridade.

"A questão da Honda está em cima da mesa - é a primeira coisa em que vou trabalhar", começou por dizer. "Precisamos cuidar disso rapidamente. À luz do que eu ouço da McLaren, pode ser assustador", continuou.

Em termos de pilotos, o sueco Marcus Ericsson entende as prioridades do seu novo diretor desportivo.

"Muito aconteceu nestes últimos dois dias", disse Ericsson. "Nada no qual estou envolvido, mas entendo que algumas coisas estão a acontecer. A prioridade do Fred é resolver isso [o acordo de motores] e certificar-se de que tudo o que acontecer para o próximo ano seja resolvido em breve", continuou.

Sobre o acordo da Honda, o sueco afirmou: "Eu acho que quando [isto] foi anunciado com a Honda, se ela está comprometida em fazer sucesso, então a Honda será ótima para a Sauber. Mas se não, não é ótimo para Sauber, então acho que essa é a questão e não sei como eles se sentem sobre isso", concluiu.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Formula 1 em Cartoons - A luta de galos na Renault

Frederic Vasseur, um dirigentes da Renault, saiu da equipa no inicio do ano devido a divergências na condução da equipa nos últimos tempos. E o "Cire Box" decidiu mostrar o tipo de divergências que teve com outro dos diretores, Cyril Abiteboul...