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quarta-feira, 23 de agosto de 2023

IndyCar: Ericsson vai para a Andretti


A Andretti Autosport anunciou esta quarta-feira que o sueco Marcus Ericsson será seu piloto para 2024. O piloto de 32 anos, vencedor das 500 Milhas de Indianápolis em 2022 e segundo classificado em 2023, é o atual sexto classificado no campeonato, e pilotava pela Chip Ganassi até agora. 

Apesar desta transferência, a Andretti não especificou se o piloto irá ocupar o lugar de Romain Grosjean - que em 2024 correrá na IMSA, ao serviço da Lamborghini - ou do canadiano Devlin DeFrancesco, que têm contrato com a equipa até o fim desta temporada.

No caso do piloto francês, a sua inconsistência está a ser mais notada ultimamente, e a sua perda na Andretti faria uma mossa na equipa, dada a sua popularidade. 

Regressando a Ericsson, em termos de palmarés, o piloto tem quatro triunfos na IndyCar, onde chegou em 2019, depois de cinco temporadas na Formula 1, entre Caterham e Sauber, onde conseguiu como melhor resultado um oitavo lugar no GP da Austrália de 2015. Ao todo, obteve 18 pontos.  

quinta-feira, 23 de março de 2023

Youtube Formula 1 Video: Quando uma equipa assinou com demasiados pilotos

Lembram-se da Sauber quando tinha Felipe Nasr e Marcus Ericsson? E que um dia, na Austrália, um terceiro piloto apareceu para reclamar que tinha um contrato e queria correr? Uma confusão, não foi? 

E podia ter sido pior: Adrian Sutil também tinha um contrato, e existiam rumores sérios de que outro piloto que iria correr ali era Jules Bianchi, por ser piloto da Ferrari.

Pois é, tudo aconteceu em 2015, e agora em 2023, o Josh Revell lembrou-se deles e decidiu contar a história toda no seu mais recente vídeo. 

domingo, 29 de maio de 2022

A imagem do dia




Eu não sou fã de ter duas corridas importantes no mesmo dia, porque é isso que faz com que as pessoas tenham de escolher. Ainda por cima quando essas corridas importantes são as 500 Milhas de Indianápolis e o GP do Mónaco. Mas como espectador, como alguém que vê as corridas à frente de um ecrã de televisão, ou no num outro meio - telemóvel ou portátil - este é provavelmente o mais excitante domingo do ano: ver duas das melhores três provas do automobilismo do ano, pois o terceiro está a duas semanas de acontecer - são as 24 Horas de Le Mans.

E a corrida americana não desiludiu.

Em claro contraste com a chuva no Principado, um sol de primavera acolheu as mais de 350 mil pessoas que foram ver as 500 Milhas. Com Roger Penske a dizer a mais ansiada frase do automobilismo americano, os pilotos foram para a pista dispostos a escreverem a sua parte na lenda, a beberem o seu copo de leite, a usar o seu anel e terem o seu busto na Borg-Warner, o maior troféu - em tamanho" - do automobilismo.

Foram 200 voltas onde se viu estratégia, astúcia e movimentações decisivas, onde um erro significava uma batida no muro - houve cinco, uma das vítimas foi Romain Grosjean - e no final, tudo se decidiu com um ataque e uma defesa. Mas as coisas começaram a menos de dez voltas do fim. 

Nessa altura, o sueco Marcus Ericsson tinha feito a sua movimentação para o McLaren de Patricio (Pato) O'Ward e ficado com a liderança, e a distância parecia o descansar perante os ataques dos outros. Ele iria ser o vencedor, o segundo sueco depois de Kenny Brack, e ainda por cima, o seu capacete para esta prova homenageava o seu intrépido compatriota Ronnie Peterson, que vencera no Mónaco 48 anos antes.

Mas então, Jimmie Johnson, um dos maiores pilotos da NASCAR de sempre, com sete títulos e que decidiu correr na IndyCar em 2021, bate no muro na curva 4, e os comissários decidem mostrar a bandeira vermelha. Tudo parado, e a vantagem de Ericsson a esfumar-se. E eu até pensava que ele não iria conseguir aguentar a investida que O'Ward iria fazer nas voltas finais, com mais gente ambiciosa atrás dos dois, como Tony Kanaan.

A quatro voltas do fim, eles regressaram à pista e a respiração... ficou sustida. Ericsson tentava cortar o ar, para impedir o ataque do mexicano da McLaren, mas no inicio da última volta, ele atacou. Ambos ficaram lado a lado... e o sueco aguentou. A liderança era dele, e essa defesa foi tal que abriu uma vantagem que acabou por ser decisiva. Aos 32 anos, e depois de cinco temporadas na Formula 1 pela Caterham e Sauber, na sua quarta temporada na IndyCar, e terceira pela Chip Ganassi, ele triunfou.

E não era o favorito entre eles. Muitos torciam por Scott Dixon, mas um erro na entrada das boxes, ao entrar em excesso de velocidade, o fez penalizar em uma volta, acabando ali as suas chances de conquistar uma nova vitória, e outros esperavam por mais gente, como por exemplo, Hélio Castro Neves, que tinha a chance de ser o primeiro a conseguir cinco vitórias no Brickyard.

No final, o espetáculo não desiludiu. Valeu a pena ter assistido a tudo isto neste domingo. E parabéns ao Marcus Ericsson pelo seu feito.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Noticias: Ericsson vai para a IndyCar

Sem espaço na Formula 1, o sueco Marcus Ericsson vai para a IndyCar em 2019. O piloto de 28 anos vai correr pela Schmidt Peterson Motorsports, depois de cinco temporadas na Formula 1, quatro delas pela Sauber. Ericsson vai para a vaga de Robert Wickens, que se acidentou gravemente na oval de Pocono, em setembro.

"É uma grande honra ser escolhido como um dos pilotos da Schmidt Peterson Motorsports e IndyCar para a temporada de 2019", começou por dizer Ericsson.

"Parece um passo perfeito para mim e para minha carreira depois de cinco anos na Formula 1. Mal posso esperar para começar a trabalhar com o SPM e com todas as pessoas da equipa sobre as quais ouvi muitas coisas boas. Eles tiveram um grande sucesso ao longo dos anos e estou ansioso para trabalhar duro para continuar e melhorar esse caminho", continuou.

"As corridas na IndyCar parecem ótimas e eu me sinto muito animado em fazer parte disso no futuro. Vai ser muito para aprender incluindo novas pistas, [incluindo as] ovais", concluiu.

Ericsson, que está na Formula 1 desde 2014, primeiro pela Caterham, antes de rumar para a Sauber, tem como melhor resultado um oitavo lugar no GP da Austrália de 2015, tendo conseguido dezoito pontos ao longo da sua carreira. Agora está a encarar m novo desafio em terras americanas.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Sauber: Giovinazzi no lugar de Ericsson em 2019

O italiano Antonio Giovinazzi vai ser piloto da Sauber em 2019, substituindo o sueco Marcus Ericsson. O anuncio foi feito esta terça-feira, nas vésperas do GP da Rússia. O piloto italiano - que vai alinhar ao lado do veterano Kimi Raikkonen, regressa à Sauber depois de uma primeira passagem nas duas primeiras corridas de 2017, em substituição de Pascal Wehrlein, que se tinha lesionado na Corrida dos Campeões desse ano, nos Estados Unidos.

Quanto a Ericsson, tem a hipótese de continuar na equipa como terceiro piloto, mas poderá tentar a sua sorte na Williams, para continuar a pilotar na Formula 1.

Estou muito feliz por me juntar à Alfa Romeo Sauber F1 Team. Este é um sonho que se tornou realidade e é um grande prazer ter a oportunidade de correr para esta equipa. Como italiano, sinto-me grandemente honrado por representar uma marca tão icónica e tão bem-sucedida como a Alfa Romeo nesta disciplina. Gostaria de agradecer à Scuderia Ferrari e à equipa Alfa Romeo Sauber F1 por me darem esta grande oportunidade. Estou muito motivado e mal posso esperar para começar a trabalhar, com vista a alcançarmos juntos grandes resultados”, referiu no comunicado o piloto italiano de 24 anos.

Frédéric Vassseur, o diretor desportivo da marca, destacou sobre a dupla de pilotos para 2019 que está satisfeito com o equilibrio entre experiência e juventude. 

Estamos muito satisfeitos em revelar o conjunto completo de pilotos para a temporada de 2019. Primeiro assinámos com Kimi Räikkönen, um piloto extremamente experiente, que contribuirá para o desenvolvimento do nosso carro e acelerará o progresso da equipa como um todo. Juntamente com a Alfa Romeo, temos o prazer de dar as boas-vindas a Antonio Giovinazzi, que ocupará o lugar de Charles Leclerc. Já tivemos a oportunidade de trabalhar com ele no passado e ele provou ter um grande potencial. Estamos muito determinados e motivados. A nossa meta é continuar a progredir e a lutar juntos por resultados que façam a diferença”, comentou.

Nascido a 14 de dezembro de 1993, em Marina Franca, Giovinazzi destacou-se nas fórmulas de acesso à Fórmula 1, tendo sido vice-campeão da GP2 em 2016, perdendo a luta pelo título com o francês Pierre Gasly, que vai ser piloto da Red Bull em 2019. Este ano esteve nas 24 Horas de Le Mans, num Ferrari 458 da AF Corse na categoria GTE Pro, ao lado do finlandês Toni Vilander e do brasileiro Pipo Derani, acabando no quinto posto da categoria.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

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Marcus Ericsson assustou toda a gente nesta sexta-feira à tarde em Monza. No final da reta da meta, ao travar para a primeira chicane, a sua asa traseira não fechou e o carro perdeu o controlo, acabando por bater forte no muro e capotando. Felizmente, o sueco ficou abalado, mas não ferido.

O acidente foi causado pela asa traseria que não fechou em zona de DRS, e fez lembrar um pouco o de Jochen Rindt, em 1970, mas isso foi outro século, outra era. As coisas andaram bastante desde então. Aliás, o melhor exemplo foi visto há cinco dias, quando o carro do seu companheiro de equipa, Charles Leclerc, aguentou o impacto do McLaren de Fernando Alonso e deixou as suas marcas no Halo do piloto monegasco do qual, sem ele, provavelmente estaríamos a lamentar os seus ferimentos ou pior. O Halo pode ser feio, mas salva vidas.

Claro, nesta situação, com ou sem Halo, o piloto iria safar-se, mas de uma certa maneira, temos de dar os parabéns aos avanços que a segurança teve nos último meio século, pois assim, as chances de resultados graves ficaram reduzidos a quase zero.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

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Não foram só os carros que foram apresentados, os pilotos também mostraram os capacetes que vão usar durante a temporada. Nico Hulkenberg e Marcus Ericsson mostraram os seus capacetes, e se o do alemão da Renault é elegante, mas mantendo as linhas dos últimos anos, já o de Ericsson é interessante.

E digo "interessante" porque é de Sean Bull. Ele tem andando pelas redes sociais com a quantidade de desenhos de carros e capacetes, em várias situações. Confesso que pensava antes que ele seria um entusiasta, mas ao ver um piloto a confiar o desenho do seu capacete, é diferente, já passou dessa fase. 

E o capacete de Ericsson é interessante, pois é uma recordação de Ronnie Peterson, precisamente 40 anos após a sua morte. As linhas de baixo do seu capacete são exatamente iguais ao que o "Sueco Voador" usou na sua carreira.

São ambos agressivos, vamos a ver se isso será o suficiente para que melhorem as suas prestações... 

sábado, 2 de dezembro de 2017

Formula 1: Sauber apresenta patrocinador e confirma Leclerc

A Sauber apresentou esta manhã o desenho e as cores do seu carro para a próxima temporada, já com a Alfa Romeo como patrocinadora maior. Para além disso, a equipa confirmou o francês Charles Leclerc, campeão da Formula 2, como piloto principal, ao lado do sueco Marcus Ericsson. Para além disso, o italiano Antonio Giovanazzi será o terceiro piloto da marca em 2018. 

Na apresentação das novas cores, o presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, acentuou a ideia de que a marca de Hinwill será uma espécie de "equipa B" da Scuderia. “A Alfa dará a oportunidade para dois jovens pilotos, como aconteceu no passado com dois campeões como Kimi Räikkönen e Felipe Massa, que estrearam com este time. Fico feliz em anunciar que teremos Charles Leclerc e Marcus Ericsson como pilotos oficiais”, começou por anunciar.

"O regresso da Alfa Romeo à Formula 1 é um evento histórico, um momento especial não só para nós, mas também para o nosso país, importante para a nossa marca, mas, acima de tudo, para todo o mundo da Formula 1. O passado e o futuro da Alfa Romeo se juntam nesta sala e nós estamos a comemorar por duas razões: a Alfa traz de volta à pista sua tradição gloriosa e devolvemos à Formula 1 uma marca que fez a história da categoria”, continuou.

O acordo com a Sauber é resultado de um relacionamento com uma equipa que sempre se ergueu e que sempre teve nos jovens uma atenção, como era o desejo de Peter Sauber. A Alfa será a patrocinadora principal da equipa e vai partilhar recursos técnicos, de engenharia e comerciais”, concluiu.

Em fevereiro será mostrado o novo chassis da marca, já com o "halo" a servir como protetor de cockpit.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Rumor do Dia: Sauber escolheu a sua dupla de pilotos para 2018

O sueco Marcus Ericsson e o monegasco Charles Leclerc serão os pilotos da Sauber para 2018. Apesar do anuncio não ser oficial, o jornal suíço "Blick" avança com estes nomes, afirmando que o anuncio oficial acontecerá no mês que vêm. 

Para Leclerc, de 20 anos, é de uma certa forma, uma recompensa pela boa temporada que fez na nova Formula 2, onde acabou por ser campeão. Também tinha sido campeão da GP3 em 2016, ao serviço da ART, a equipa chefiada por Nicolas Todt. Para além disso, é piloto da Academia da Ferrari, e como a equipa tem ligações à Ferrari, através dos seus motores, é uma escolha esperada. 

E claro, será o primeiro monegasco na Formula 1 em 23 anos, depois de Olivier Beretta ter estado na Larrousse em 1994. 

Quanto a Marcus Ericsson, apesar de não ter pontuado nesta temporada - aliás, não pontua desde o GP de Itália de 2015 - o facto de ficar por mais uma temporada tem a ver com os seus proprietários e patrocinadores, que ajudam a sustentar a sua estadia na sua equipa.

Resta Pascal Wehrlien, que sendo piloto da Mercedes, não tem muito por onde se virar. Poderia ir para a Williams, mas a equipa não quer um piloto jovem no seu alinhamento, já que a sua patrocinadora principal, a firma de bebidas Martini & Rossi deseja um piloto mais maduro, com Felipe Massa, Robert Kubica ou Paul di Resta, e o piloto alemão comemorou recentemente o seu 23º aniversário...


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Apresentações 2017: O Sauber C36 Ferrari

A Sauber mostrou esta manhã o seu novo bólido, o C36. Com os novos regulamentos, o carro apresentou uma nova pintura e um logotipo para assinalar a sua 25ª temporada na Formula 1, eles que entraram oficialmente em 1993, na altura com o finlandês J.J. Letho e o austríaco Karl Wendlinger.

Este ano, com o alemão Pascal Wehrlein (que recupera das lesões sofridas na Race of Champions e não vai participar nos primeiros testes da pré-temporada) e o sueco Marcus Ericsson, o chassis C36 espera tirar a equipa do fundo do pelotão e poder respirar um pouco melhor, pois no ano passado, só alcançaram dois pontos, resultantes do nono posto conseguido por Felipe Nasr em Interlagos. 

Com uma pintura que faz lembrar a Pacific de 1995, a grande novidade parece ser a barbatana dorsal que têm atrás da sua entrada de ar. Para além disso, e tirando a celebração do feito alcançado, não existem patrocinadores visíveis... mas também poderá ser uma decoração provisória, com a definitiva a ser mostrada em Melbourne.

Ao lado da Longbow Finance [o grupo financeiro que adquiriu a maioria das ações da equipa em 2016], a Sauber tem uma grande oportunidade para voltar a ser competitiva, retomando o sucesso na Formula 1”, comeou por dizer Kaltenborn. “Queremos trazer uma nova abordagem, e já demos os primeiros passos em busca de uma base sólida para o futuro”, continuou.

Nós claramente precisamos melhorar. O C36 vai ser uma base sólida para isso, e também temos os recursos para desenvolver o carro ao longo do ano. Isso vai ser muito importante para nos afirmarmos no meio do pelotão”, ponderou.

Esta foi a primeira apresentação desta semana, pois o resto do pelotão será apresentado ao longo da semana, a começar com a Renault, que mostrará amanhã à tarde o seu chassis RS17.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Noticias: Sauber confirma Marcus Ericsson para 2017

A Sauber anunciou esta segunda-feira que confirmou o sueco Marcus Ericsson para a temporada de 2017. O piloto de 26 anos ficará na equipa pela terceira temporada consecutiva na equipa suíça, embora ainda não tenha pontuado neste ano. 

São óptimas notícias [ter assegurada a minha continuidade com a Sauber]. Já estou há dois anos com esta equipa e sinto-me em casa. Agradeço a toda a equipa a confiança que depositam em mim.  Nos últimos dois anos tenho tido um grande desenvolvimento enquanto piloto apesar dos altos e baixos que têm marcado esta relação”, afirmou.

Monisha Kaltenborn, a patroa da Sauber, explicou no comunicado oficial que Marcus Ericsson não é só um “bom piloto, mas também um importante elemento para a equipa e que percebe como se trabalha em equipa e como se motivam todos os elementos”.

Ericsson assegurou o seu lugar graças aos mais de 15 milhões de euros que vem da Suécia, dos patrocinadores que também asseguraram, de uma certa medida, a continuidade do projeto da Sauber. 

Quanto ao brasileiro Felipe Nasr, está em conversações para fechar patrocínio, depois do Banco do Brasil ter reduzido a sua participação, de 15 milhões para 5 milhões de euros, andando neste momento à procura de patrocínios locais, falando-se de conversações com a Petrobrás. Caso consiga, Nasr - que deu os únicos pontos que a marca conseguiu este ano, com o nono posto em Interlagos - poderá ser confirmado ao lado do sueco em 2017.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Formula 1: Ocon na Force India, Sauber mantêm dupla

Não, não é uma montagem - porque ele já testou pela Force India - mas hoje foi tudo confirmado: o francês Esteban Ocon será piloto da Force India em 2017, ocupando o lugar deixado vago por Nico Hulkenberg.

O anuncio foi feito um dia depois da Renault ter confirmado que Joylon Palmer continuará na Renault na temporada de 2017, e as coisas provavelmente poder-se-ão ter precipitado nesse sentido.

No comunicado oficial, o piloto francês mostra-se muito “excitado por rumar à Force India. Já os conheço dos testes e estou ansioso por voltar a trabalhar com eles. Sou ainda novo na Formula 1, mas depois de meia época na Manor Racing, adquiri experiência valiosa e sinto-me preparado para agarrar esta oportunidade. Há muito trabalho para isto, e quero agarrar esta oportunidade com as duas mãos. Agradeço a todos na Manor e especialmente na Mercedes-Benz pelo seu apoio e espero por 2017 com ansiedade, pela minha primeira época completa na Formula 1” disse.

Apesar de Ocon ter chegado apenas no GP da Bélgica deste ano, em substituição do indonésio Rio Haryanto, ele fez com que conseguisse superar o seu companheiro de equipa na Manor, o alemão Pascal Wehrlein, apesar deste já ter um ponto, resultado do décimo posto no GP da Áustria, em Zeltweg. Para além disso, o piloto de 20 anos tem um currículo interessante nas formulas de acesso,  onde foi campeão da Formula 3 Europeia em 2014, campeão da GP3 em 2015, e conseguiu superar Max Verstappen, agora piloto da Red Bull.

Entretanto, a Sauber também anunciou esta tarde que irá manter a dupla de pilotos para 2017, constituída pelo sueco Marcus Ericsson e pelo brasileiro Felipe Nasr. Apesar de não estar a ter uma boa temporada - ainda não pontuou - a equipa de Hinwill tem garantido o seu futuro em termos financeiros, e está a contratar um grupo de engenheiros e aerodinamistas vindos da Audi, agora que eles encerraram as suas atividades na Endurance.

"Não há muitas opções lá fora agora, então é mais provável [ficar na Sauber] por agora", começou por dizer Ericsson. "Nada está certo ainda, antes de falar qualquer coisa, eu não posso dizer. Mas como não há muitas outras opções, e como eu disse antes, a Sauber está se a mover na direção certa com um monte de boas contratações, não só para este ano, mas também para o próximo ano", continuou.

"Então, definitivamente, é uma opção atraente para mim, eu não sei qual é a situação ainda, mas espero que eu saiba logo. Antes de qualquer anuncio, você nunca pode ter certezas de nada", concluiu.

Questionado sobre se tinha algum contrato pronto para assinar, Nasr disse: "Há pessoas que estão a cuidar disso, eu não estou plenamente a par, mas como eu disse, eu nunca descartei este lugar". começou por comentar.

"Eu sempre disse que Sauber é uma opção, ainda é um lugar atrativo para estar, e acho que a equipa tem recebido um monte de novas pessoas a bordo, foi reestruturada, e vai melhorar", concluiu.

Caso esta seja a dupla para 2017, resta saber quem ficará com o segundo lugar na Manor, pois na Haas, tudo indica que Kevin Magnussen será seu piloto até à temporada de 2018, no lugar de Esteban Gutierrez.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

As penalizações de Spa-Francochamps

Bastou chegarmos à corrida numero 13 do campeonato que as penalizações chegaram em força no pelotão da Formula 1. Depois de ontem Lewis Hamilton ter trocado de motor e da sua unidade de energia, que o fez perder 30 posições - e não 15, como se tinha falado inicialmente - a McLaren anunciou que Fernando Alonso terá todos os seus componentes trocados, fazendo com que penalize em 35 lugares (!). Provavelmente ambos largarão de Liége ou algo assim...

Mas também há mais penalizações: o sueco Marcus Ericsson será penalizado em dez lugares por troca do seu turbo, e está no seu limite de motor, pois agora vai começar a usar o quinto na sua temporada.

Pode-se dizer que, com estas penalizações todas, o fundo da tabela em Spa já tem dono...

segunda-feira, 7 de março de 2016

Os atrasos da Sauber

A Sauber não vive tempos risonhos. Isso é algo mais do que sabido desde, pelo menos, 2012, onde uma combinação de maus resultados, maus chassis e algumas polémicas com pilotos fizeram com que em Hinwill, se ande a contar os tostões e a aceitar pilotos com uma boa carteira em vez do talento. As coisas pareciam ir um pouco mais desafogadas em 2016, depois de uma temporada razoável com o brasileiro Felipe Nasr e com o sueco Marcus Ericsson, que para além dos  pontos conquistados e do oitavo lugar no campeonato de Construtores, injetaram 35 milhões de dólares, bem preciosos para manter a máquina oleada.

Ontem, surgiu no jornal suíço "Blick" que os mais de duzentos funcionários da companhia tinham um mês de salários atrasados, quando faltam pouco menos de duas semanas do inicio do mundial de Formula 1. Algo que Monisha Kalternborn, a patroa da equipa, confirma:

Sim, isso está certo. Parte dos salários de fevereiro estão ainda pendentes. Arrependo-me imensamente disso. É uma pena. Com a transferência de uma grande quantidade de dinheiro de patrocínios vindos de fora, houve alguns problemas técnicos no envio. Vamos resolver isso. Vamos controlar os problemas atuais e sair desta situação infeliz. Lutaremos e sairemos disso, assim como nos últimos anos”, comentou.

Se é certo que ela afirma que é um problema que será resolvido dentro em breve, este episódio é só mais um que a equipa fundada por Peter Sauber anda a passar. Recorde-se que na temporada passada, Giedo van der Garde armou confusão no fim de semana de Melbourne quando reclamou verbas em atraso por causa de um contrato que a equipa acabou por não respeitar, porque ele queria um lugar como piloto titular, mas foi preterido pelo piloto sueco. 

Apesar do aparato, as coisas acabaram por poder ser resolvidos com um acordo nos bastidores, permitindo à equipa correr... e conseguir o seu melhor resultado da temporada, com um quinto lugar por parte de Felipe Nasr.

A ver como é que isto vai acabar.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Apresentações 2016: o Sauber C35

Até hoje, só faltava uma equipa mostrar o seu chassis para a temporada 2016, e essa equipa era a Sauber. Pois bem, o C35 foi hoje apresentado na sua sede em Hinwill, na Suiça, com algo mais do que a manutenção da dupla de pilotos e mais alguns patrocinadores, como fez na semana passada. Baseado no chassis anterior, o carro da Sauber segue a tendência da Formula 1 nesta temporada, que é o de continuidade, por causa das modificações para 2017 que os carros irão sofrer.

Contudo, Mark Smith, o diretor técnico da equipa, afirmou que apesar das aparências, houve muitas mudanças no chassis deste ano. “Para o desenvolvimento do Sauber C35-Ferrari, mudamos um pouco a filosofia de como desenvolvemos o carro aerodinamicamente. Parece pouco, mas o impacto sobre o desenvolvimento do carro é muito significativo. Ao olhar para o Sauber C35, nota-se uma grande evolução”, afirmou o engenheiro.

Monisha Kalterborn, a diretora da marca, afirmou que o grande objetivo da marca é de se consolidar no meio do pelotão, ao lado da Toro Rosso ou da Force India. "Nós queremos claramente melhorar. Obviamente, esta é a posição que nós gostaríamos de alcançar. Mas, para começar assim, é importante começar a se estabelecer no meio do pelotão. Só então é que vamos nos concentrar em posições individuais”, começou por comentar.

Sobre os seus pilotos, Kalterborn elogia-os pela sua competência. “Ambos entregaram uma boa primeira temporada para nós. Falando sobre Marcus e Felipe, eles cometeram alguns erros. E eles aprenderam com isso. Agora, eles vão ter de mostrar como vão seguir trabalhando com seus respectivos talentos e ganhar experiência”, disse.

Quanto aos pilotos, o brasileiro Felipe Nasr vai para a sua segunda temporada na Formula 1 de forma cautelosa em relação aos seus objetivos para 2016. “É difícil para mim prever quantas posições nós estamos atrás das equipas de ponta nesta temporada e onde vamos conseguir alinhar na grelha de partida. Vamos colocar inovações na pista, da mesma forma que nossos concorrentes. É quase impossível fazer qualquer previsão nestas circunstâncias. Toda a equipe tem trabalhado duro para explorar áreas do carro que podem ser melhoradas”, começou por declarar.

É por isso que estou confiante de que fizemos progressos. A temporada vai mostrar em quais posições nós vamos conseguir fazer isso”, comentou o brasileiro de 23 anos.

O sueco Ericsson, por sua vez, vai para sua terceira temporada na Formula 1, e a segunda como piloto da Sauber começou por comentar “A luta por posições na grelha está a ficar cada vez mais acesa”, salientou. “Mas estou convencido de que, com o novo carro, vamos dar um passo em frente para que possamos terminar nos pontos com maior consistência e com nossas próprias forças. No ano passado, tivemos um bom começo. Na segunda metade da temporada, foi mais difícil para nós marcar pontos. Nesta temporada, gostaria de nos ver na briga por pontos e lutando em um nível onde a velocidade é decisiva. Sei o quanto todos em Hinwil estão trabalhando duramente nesse sentido”, concluiu.

O novo carro irá começar a andar nos segundos - e últimos testes - da temporada, que vão acontecer de novo em Barcelona. 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Noticias: Sauber renova com a sua dupla para 2016

A Sauber anunciou esta quinta-feira em Budapeste que renovou por mais uma temporada com o brasileiro Felipe Nasr e o sueco Marcus Ericsson, a sua atual dupla de pilotos. Monisha Kalternborn, a diretora desportiva da marca, comentou sobre este assunto afirmando estar satisfeita com as suas performances.

"Esta renovação mostra que os pilotos e a equipa estão na direção certa", começou por afirmar Kaltenborn. "Temos plena confiança nos talentos e habilidades de Marcus e Felipe. Ambos mostraram desempenhos sólidos, aprenderam rapidamente e ganharam experiência. Nós gostamos de os ter na equipa e eles dão um impulso positivo", continuou.

Até agora, a Sauber está no sétimo lugar no campeonato de construtores, com 21 pontos, resultantes de dezasseis pontos vindos de Nasr e cinco de Ericsson. O melhor resultado da temporada foi um quinto lugar por parte do piloto brasileiro.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

A foto do dia (III)

O fotógrafo David Quednau tirou esta fantástica foto da batalha entre Felipe Massa e Marcus Ericsson durante o GP do Canadá, neste domingo. Que acham? Eu acho fantástica!

Vi isto no site WTF1.co.uk.

terça-feira, 31 de março de 2015

Formula 1 em Cartoons - Malásia (Thomsonstudio)

Para o canadiano Bruce Thomson, o momento da corrida foi o abandono do Sauber de Marcus Ericsson, que saiu de pista num momento considerado como "infantil", pois estava a ouvir as suas comunicações de rádio...

sexta-feira, 13 de março de 2015

Um teatro chamado Van der Garde e a Sauber

Não sei se isto vira novela, comédia, ou caso de policia, mas Giedo van der Garde virou o homem do momento e todos os holofotes estão apontados para ele. Por todas as razões... menos as desportivas. Como podem ver, coube no fato de competição do Marcus Ericsson, que aparentemente, iria ser o sacrificado neste fim de semana australiano.

Mas isto pode não ser tudo: é que nesta madrugada, segundo conta o jornalista Adam Cooper, o advogado de Giedo van der Garde está no tribunal para pedir... a detenção de Monisha Kalterborn, a patroa da Sauber. O caso está a ser acompanhado pelo Twitter do jornalista, e segundo ele, está a acusá-la de obstrução à justiça.

Por muito que as pessoas odeiem e o mostrem como o "mau da fita", Van der Garde não faz mais do que valer os seus direitos. O "mau da fita" é a Sauber, na figura de Kalternborn, por ter permitido validar um contrato e assinar outros dois, por pilotos pagantes - que pagaram bem caro pelo seu direito de correr por ali - e depois um deles têm de ser sacrificado porque o outro piloto, que levou menos dinheiro, valeu os seus direitos trabalhistas sobre um contrato que não foi anulado, ou que os advogados se esqueceram de o anular devidamente.

Já agora, a FIA já lavou as mãos deste assunto, qual Pôncio Pilatos, afirmando que "é uma questão entre Sauber e Van der Garde". E é verdade: é uma questão trabalhista entre duas partes. E para vos ser honesto, a Sauber não têm hipótese nenhuma. O tribunal está a pedir uma lista de bens para apreender, caso chegue a esse ponto, e Monisha Kalternborn já saiu do circuito, provavelmente rumo ao tribunal.

Mas esta foto acima é um teatro, para inglês ver. Se parecia que Marcus Ericsson iria ser o sacrificado para cumprir uma decisão de um tribunal local, a realidade é outra. E essa se chama Super-Licença. É que a ela não foi renovada para o piloto holandês - apesar de ter feito alguns treinos livres no ano passado - e apesar de poder correr nos primeiros treinos livres com ela - não poderá correr no resto do fim de semana, porque este não chegará a tempo. É que em média, a FIA demora cerca de 15 dias para os emitir. 

Portanto, tudo isto é mais teatro do que outra coisa. Mas Van der Garde é o grande vencedor do fim de semana. Fez valer os seus direitos e denunciou um erro cometido por uma equipa, que julgava que podia rasgar contratos e sair impune. Não foi assim, mas a novela ainda não acabou.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Formula 1 em Cartoons - "Van der Lawyer" na Sauber (Pilotoons)

Existe os pilotos pagantes, mas parece que a Formula 1 inventou o "piloto advogado". É verdade que o Giedo Van der Garde apenas exerceu os seus direitos, mas a situação criou um autêntico imbróglio na Sauber, que deixou dois pilotos muito descontentes e com o lugar em risco, graças a uma decisão judicial. 

E um dos pilotos com esse lugar em risco é brasileiro, como indica bem o Bruno Mantovani...